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Projeto de oficinas de arte que estimulem o desenvolvimento criativo natural de cada sujeito, explorando o conhecimento endógeno para a descoberta conjunta e coletiva de processos inovadores por meio da produção artística-cultural. São elas: a oficina iniciação artística - Brinquedos; Figurino; Jogos lúdicos e o sistema Stanislavsky a partir da corporeidade da regional do Mestre Bimba.
Tendo como princípio que o direito de brincar das crianças e dos adolescentes é garantido no inciso IV do Artigo 16 (capítulo II) do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), este Projeto Cultural de arte-educação busca garantir que crianças e adolescentes usufruam dessa liberdade e tenham a oportunidade de frequentar um espaço que possa auxiliar na melhoria do desenvolvimento infantil e nacontribuição da formação de cidadãos ativos e conscientes. Além disso, incrementa a atuação de grupos em espetáculos teatrais e performances. As atividades previstas neste Projeto estão divididas em três categorias: i) Oficinas de Iniciação Artística; ii) Oficinas de Formação Artística, sendo duas vertentes: Figurino e Ator|Performer; Sistema Stanislavsky a partir da capoeira de Mestre Bimba; e iii) Orientação Cênica a Grupos Teatrais em desenvolvimento. Destinadas para as crianças de 3 a 12 anos incompletos e adolescentes com idade entre 12 e 14 anos, as Oficinas de Iniciação Artística representam um espaço no qual as crianças e adolescentes serão convidadas a desenvolver a iniciação artística num processo pedagógico, lúdico e criativo por meio de atividades que estimulem o resgate a brincadeiras de rua, construção de brinquedos, experiênciamúsico-sensorial -plástica-cênica e construção narrativa junto ao desenvolvimento da leitura. As Oficinas de Formação Artística, destinadas a adolescentes e jovens a partir dos 15 anos, tratam da construção do figurino além dos estereótipos e arquétipos do ator|perfomer; assim como das práticas do Sistema Stanislavsky a partir da capoeira de Mestre Bimba.Já a Orientação Cênica a Grupos Teatrais é destinada a grupos em processos de desenvolvimento ou finalizados em espetáculos teatrais e performances, independente da faixa etária.
Objetivo Geral Norteado pelo ECA e as ODS da Agenda de 2030 da ONU, realizar oficinas artísticas pelo direito de brincar das crianças e dos adolescentes, garantido no inciso IV do Artigo 16 (capítulo II) do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que insere o ato de brincar como aspecto da liberdade. Garantir que a criança e adolescente usufrua dessa liberdade significa incrementar o desenvolvimento infantil e investir na formação de cidadãos ativos e conscientes. A partir desta premissa as oficinas pretendem construir um espaço pedagógico | artístico com ambiente livre e inspirador que estimule o desenvolvimento criativo natural, no qual as potencialidades possam ser estimuladas na busca pelo desenvolvimento de cidadãos conscientes e inovadores capazes de se articularem e buscarem soluções para os novos desafios impostos.As atividades artísticas propostas estão direcionadas a famílias em situação de vulnerabilidade social. Tendo em vista esta situação, é fundamental os três aspectos que norteiam o projeto, a saber: i) a ludicidade no desenvolvimento infantil (Piaget e Vygotsky); ii) a sociedade disciplinar (Foucault) e iii) os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável _ ODS (referência das estratégias para o alinhamentodas ações com a Agenda 2030, da ONU) O projeto contempla os seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivos Específicos Produto AÇÕES DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO PESSOAL - OFICINAS: realizar durante 10 meses oficinas de formação artistica e orientação artistica cenica na cidade de São Paulo, 1 vez por semana - 2h cada. OFICINAS DE INICIAÇÃO ARTÍSTICA 1.Realização das oficinas brinquedos, brincadeiras e outros processos mirabolantes 2.Realização das oficinas Menu aRriscar 3.Elaboração dos registros das oficinas realizadas OFICINAS DE INICIAÇÃO ARTÍSTICA 1.Realização das oficinas brinquedos, brincadeiras e outros processos mirabolantes 2.Realização das oficinas Menu aRriscar 3.Elaboração dos registros das oficinas realizadas OFICINAS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA 1.Realização das oficinas Figurino: segunda pele além de estereótipos|arquétipos a partir do performer|ator 2.Realização das oficinas Teatro e o Corpo _ Jogos lúdicos e sistema Stanislavsky a partir da corporeidade da regional do Mestre Bimba 3.Elaboração dos registros das oficinas realizadas OFICINAS DE ORIENTAÇÃO CÊNICA GRUPOS EM DESENVOLVIMENTO
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) Além de abarcar três ODS _ Objetivos de Desenvolvimento Sustentável dentro do pacto global e agenda 2030 da ONU _ Organização das Nações Unidas. Para tal, retoma-se as características, de forma simplificada, deste projeto. Oficinas artísticas e pedagógicas gratuitas para crianças e adolescentes de 3 a 14 anos, a partir de brincadeiras, jogos teatrais, construções de brinquedos, práticas musicais-plásticas-cênicas-visuais e construção de narrativas e incentivo à leitura. Oficinas gratuitas, a partir de 15 anos, de formação artística utilizando a capoeira como instrumento propulsor para práticas das técnicas de atuação; e utilizar o figurino e vestimentas como processo de construção do personagem; além da orientação cênica para grupos teatrais em desenvolvimento, abarcando ampla qualidade na sua formação, sem faixa etária definida. As oficinas têm o intuito de atender população em situação de vulnerabilidade, estimulando protagonismo da criança e adolescente, indistinto da raça, credo, cor, sexualidade, deficiências físicas e mentais., baseados nestes conceitos: Ludicidade - a relevância da brincadeira e do jogo, nas maneiras de ser e estar no mundo, e em relação ao outro; Experimentação - a valorização da descoberta de si e do mundo, promovida pela experiência estética e seus contextos de expressão, repertórios e vivências; Processo criativo - a provocação dos acontecimentos criativos, relacionando arte, infância e cotidiano, como parte de um processo dinâmico, em constante transformação, de sensibilidade e acolhimento; Temporalidades - a percepção dos ritmos, pulsações e estados de cada encontro artístico-pedagógico, com o cuidado em preservar os tempos próprios da criança e do adolescente; Ações compartilhadas - a criação de agenciamentos em diferentes instâncias, que visam colocar em contato experiências geradoras de processos e não apenas de produtos culturais. O mundo mudou, e o século XXI trouxe consigo mudanças paradigmáticas nos diferentes contextos: políticos, econômicos, sociais e, principalmente, tecnológicos. E isso influencia diretamente no ambiente escolar no qual as crianças e adolescentes da chamada geração Z _ pessoas nascidas entre 1992 e 2010 _ que surgiu concomitantemente à popularização da internet. Essa mudança no modo de interagir com o mundo e com as pessoas requer que a escola também se adapte a essa nova dinâmica e forma de se relacionar e se comunicar existente entre os alunos. Acreditamos que garantir que a criança e adolescente usufrua de espaços de liberdade contribui para o incremento do desenvolvimento infantil e, consequentemente, na formação de cidadãos ativos e conscientes. Por que usar a lei de incentivo? Considerando que as políticas públicas não conseguem alcançar todas as camadas populacionais em situação de vulnerabilidade social, torna-se fundamental o capital privado investir em ações de responsabilidade social e de investimento social privado que direcione parte de seus recursos financeiros em projetos que promovam o bem-estar social e o desenvolvimento pleno. Dentro desse contexto, a Organização das Nações Unidas (ONU) assume um papel importante quando lança o pacto Global e a Agenda 2030 com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que orienta e permite que as instituições privadas se organizem e fomentem ações que auxiliem no atingimento das metas estabelecidas. A agenda 2030 é composta por 17 objetivo e 169 metas que abarcam ações nas áreas de erradicação da pobreza, segurança alimentar, agricultura, saúde, educação, igualdade de gênero, redução das desigualdades, energia, água e saneamento, padrões sustentáveis de produção e de consumo, mudança do clima, cidades sustentáveis, proteção e uso sustentável dos oceanos e dos ecossistemas terrestres, crescimento econômico inclusivo, infraestrutura, industrialização, entre outros. Diante do exposto, considera-se importante alinhar as ações deste projeto com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), e serão adotadas estratégias específicas para que o alcance seja efetivo. ODS: 3 _ Boa Saúde e Bem-estar; 4. Educação de Qualidade; 5.Igualdade de Gênero Respectivas descrições: Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades; Assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos; Alcançar a igualdade de gênero e protagonismo entre as mulheres. Respectivas estratégias de alinhamento do projeto: 3. a) Atrelar a participação das crianças e adolescentes inscritas no Projeto ao quadro de vacinação de acordo com a faixa etária; b) Propiciar discussões sobre questões de saúde, higiene e bem-estar; 4. a) Atrelar a participação das crianças e adolescentes inscritas no Projeto à frequência escolar; b) Propiciar espaços para a aprendizagem mútua com base na troca de experiências e vivências do cotidiano; 5. a) Promover espaço de igualdade de gênero durante as oficinas realizadas por meio do estímulo ao respeito mútuo entre meninos e meninas; b) Estimar a participação ativa das meninas nos espaços de fala com vistas a garantir seu protagonismo nas ações desenvolvidas.
OFICINAS DE INICIAÇÃO ARTÍSTICAAgachamento é ir ao chão, onde a criança está, mesmo que para apontar outros pontos de vista. Componentes da artisticidade, termo utilizado para contrapor linguagens artísticas, sendo assim não existem analfabetos em arte, cujos saberes tenham maior valor que aquele da experiência inicial das crianças (MACHADO, 2015).Brinquedos, brincadeiras e outros processos mirabolantes a) ContextoO momento do recreio | intervalo é o horário onde a criança escolhe com quem brincar, se prefere o silêncio ou as atividades. Neste momento de lazer e de liberdade é que a criança se encontra em seu estado puro de criação, de coletividade. Sendo um dos pilares do desenvolvimento, com jogos e brincadeiras apoiam-se na construção transversal da relação com o outro e a cooperatividade. b) MetodologiaA oficina é dividida em quatro momentos, não necessariamente um por encontro, podendo se estender de acordo com a necessidade e acolhimento dos resultados. Cada encontro terá duração de 2 horas, para crianças de 3 a 7 anos, e de 3 horas para crianças e adolescentes, entre 8 e 14 anos, e podem contar com o mínimo de 5 participantes e no máximo 30. O conteúdo dos encontros será composto por atividades lúdicas que incentivem a brincadeira de rua, estímulos músico-sensoriais e vivências teatrais, além do interesse pela leitura.Brincadeiras de A a Z - Resgate às brincadeiras de rua infantis: escolher as brincadeiras, pesquisar as que os pais também brincavam e estimular o brincante adulto, reconhecer as brincadeiras coletivas e individuais, outros países e estados também brincam. De Adoletá a Uni-Duni-Tê. Artes Integradas – i) Música: estímulo músico-sensorial até experimentação instrumental e vocal. Plástica: reconhecimento de cores, formas e texturas até a busca do próprio traço; ii) Teatro: autoconhecimento corporal, relacionamento com o espaço e o outro; iii) Literatura: ler, escutar, conhecer, escrever, narrar.Processos mirabolantes – São dois micros workshops: Sob seus pés ou das histórias dos seus passos meus é uma prática que trata da inquietação sobre os universos que cada criança existe, sobre as diferenças, individualidades e empatia; enquanto que o “Menu de arRiscar” é sobre o risco, o medo e o brincar; a importância do risco, do medo e do brincar na infância. eu tenho medo do medo que dá, Mia Couto. Biblioteca, livros e leitura - As nomenclaturas das bibliotecas a serem utilizadas como mote propulsor, livros e o imaginário, a leitura e o imagético, contação de histórias, teatro de sombras, escrever histórias. Menu aRriscarEsta oficina trata da importância do risco, do medo e do brincar na infância. Além de compor o workshop na atividade “Processos Mirabolantes”, descrito no item anterior, conhecida as diferentes potencialidades que podem ser exploradas a partir desse método de atividade, entende-se que está oficina poderá ser realizada de maneira independente com base no perfil do público que comparecerá durante o desenvolvimento do projeto.A oficina é destinada para o mínimo de 5 e máximo de 30 participantes, terá duração de três horas está dividida da seguinte maneira: Entrada (30 minutos), Prato Principal (2 horas), Sobremesa (30 minutos) Na Entrada do Menu aRiscar será servidoUM GIZ, UM TEXTO (Brincadeiras Arriscadas de Cidália Carvalho) e UMA PROVOCAÇÃO “Arrisque-se num risco!”O Prato Principal é um Quintal de Aventuras que terá dispostos pelo espaço diversos tipos de materiais, como pneus, tecidos, madeira, pregos, ferramentas, bexigas, papéis, cordas, isqueiros etc. Neste instante, os participantes podem se aventurar e usar a criatividade para brincar coletivamente e criar o que desejassem. Uma cabana de madeira com elementos da natureza. No desenrolar das brincadeiras, o arte-educador responsável pela oficina alertam os participantes sobre os riscos envolvidos nas ações do brincar por meio de placas com frases como:“CUIDADO! VOCÊ PODE CAIR E IR PARAR NO HOSPITAL!” “SUBIR NA ÁRVORE – RISCOS: CAIR E QUEBRAR OS OSSOS; FRATURA EXPOSTA; CONTAMINAÇÃO POR BACTÉRIAS ETC.”Um sino é tocado para chamar os participantes para a Sobremesa: na sala, são exibidos os vídeos The Land, documentário que relata o funcionamento de Adventures Playgrounds, criado na década de 1960 por Lady Allen of Hurtwood (1897-1976), inspirado nos playgrounds do arquiteto Aldo Van Eyck, onde o brincar livre e arriscado é estimulado, existente em diversos países. Também será exibido o trailer do Documentário Do lado de fora: lições de um Jardim da Infância na floresta. Sobre mesas, trechos de referências teóricas de autores como Mia Couto, Cidália Carvalho, Tim Gill, entre outros.Os participantes terão um tempo para a digestão do Prato Principal. Após este momento de visualização de vídeos, de leituras e de alimentar-se de referências, será servido um papel, um envelope e uma caneta para que cada participante, individualmente, registre por escrito suas reflexões, questões, e/ou pensamentos. Envelopes misturados serão distribuídos entre as pessoas, cada participantedeve ler a reflexão de outra pessoa ao ponto de se gerar uma discussão coletiva. Será solicitado ao responsável que assine um termo de responsabilidade. No entanto, sugere-se que os pais participem junto com seus filhos, a fim de questionarmos, discutir e rever os conceitos sobre segurança e risco na infância. ORIENTAÇÃO ARTÍSTICA CÊNICA A GRUPOS EM FORMAÇÃOContribuindo para a qualificação e a capacitação de artistas que atuam em grupos, companhias ou coletivos no interior, litoral e região metropolitana do Estado de São Paulo. Tem como ação principal a orientação técnica e artística, destinado a coletivos que tenham o desejo de ter uma orientação artística em um processo criativo e também a aprendizes que queiram acompanhar os processos junto ao orientador. Este projeto, pode tanto estar em fase de elaboração, ou já estar em andamento. Os coletivos devem ter a figura do diretor ou assumir coletivamente este papel. O núcleo estará focado em dar uma orientação em todas as etapas de um processo criativo: proposta, ensaio, abertura de processo e temporada. Tem como boas práticas em políticas públicas de formação em artes, com foco na descentralização e interiorização, responde as reflexões atuais no campo da cultura e das artes, com princípios relevantes nas práticas e na literatura internacional e que integram os eixos, a saber: diversidade e direitos culturais, democratização da cultura, democracia cultural, herança cultural e voz criativa; dentro de ações que envolvem: formação de repertório, criação, experimentação, articulação, aperfeiçoamento artístico e mediação cultural. OFICINAS DE FORMAÇÃO ARTÍSTICAFigurino: segunda pele além de estereótipos|arquétipos a partir do performer|atorO hábito fala pelo monge, a linguagem do vestuário, tal como a linguagem verbal, além de transmitir certos significados, identifica certas posições ideológicas, segundo os significados transmitidos e as formas significativas que foram escolhidas para transmiti-las. (ECO, 1989). Umberto Eco compara o vestuário à linguagem, como transmissão de signos e ideologias, porém alguns ruídos na comunicação direcionam ao estereótipo, a um ponto de vista equivocado, sem aprofundamento de campo. Segundo Abrantes (2001), o figurino apresenta características sugestivas indispensáveis para manter o clima plástico que os outros elementos cênicos instauram no palco. E da construção do personagem junto à narrativa no tempo e espaço, além da psique humana e personalidades, adereços, vestuários compõem a figura dramática. Pressupondo que cada indivíduo é um personagem fictício com sua mitologia, crenças e valores próprios; partimos como base os objetos, indumentárias, vestimentas pessoais e artefatos de uso cotidiano como construção de nossa própria existência e por meio do corpo como material artístico podendo ser transferido ao outro nossa mitologia e valores.
OFICINAS DE INICIAÇÃO ARTÍSTICAAgachamento é ir ao chão, onde a criança está, mesmo que para apontar outros pontos de vista. Componentes da artisticidade, termo utilizado para contrapor linguagens artísticas, sendo assim não existem analfabetos em arte, cujos saberes tenham maior valor que aquele da experiência inicial das crianças (MACHADO, 2015). Brinquedos, brincadeiras e outros processos mirabolantesa) Contexto O momento do recreio | intervalo é o horário onde a criança escolhe com quem brincar, se prefere o silêncio ou as atividades. Neste momento de lazer e de liberdade é que a criança se encontra em seu estado puro de criação, de coletividade. Sendo um dos pilares do desenvolvimento, com jogos e brincadeiras apoiam-se na construção transversal da relação com o outro e a cooperatividade. b) Metodologia A oficina é dividida em quatro momentos, não necessariamente um por encontro, podendo se estender de acordo com a necessidade e acolhimento dos resultados. Cada encontro terá duração de 2 horas, para crianças de 3 a 7 anos, e de 3 horas para crianças e adolescentes, entre 8 e 14 anos, e podem contar com o mínimo de 5 participantes e no máximo 30. O conteúdo dos encontros será composto por atividades lúdicas que incentivem a brincadeira de rua, estímulos músico-sensoriais e vivências teatrais, além do interesse pela leitura. Brincadeiras de A a Z - Resgate às brincadeiras de rua infantis: escolher as brincadeiras, pesquisar as que os pais também brincavam e estimular o brincante adulto, reconhecer as brincadeiras coletivas e individuais, outros países e estados também brincam. De Adoletá a Uni-Duni-Tê. Artes Integradas – i) Música: estímulo músico-sensorial até experimentação instrumental e vocal. Plástica: reconhecimento de cores, formas e texturas até a busca do próprio traço; ii) Teatro: autoconhecimento corporal, relacionamento com o espaço e o outro; iii) Literatura: ler, escutar, conhecer, escrever, narrar. Processos mirabolantes – São dois micros workshops: Sob seus pés ou das histórias dos seus passos meus é uma prática que trata da inquietação sobre os universos que cada criança existe, sobre as diferenças, individualidades e empatia; enquanto que o “Menu de arRiscar” é sobre o risco, o medo e o brincar; a importância do risco, do medo e do brincar na infância. eu tenho medo do medo que dá, Mia Couto. Biblioteca, livros e leitura - As nomenclaturas das bibliotecas a serem utilizadas como mote propulsor, livros e o imaginário, a leitura e o imagético, contação de histórias, teatro de sombras, escrever histórias. Menu aRriscar Esta oficina trata da importância do risco, do medo e do brincar na infância. Além de compor o workshop na atividade “Processos Mirabolantes”, descrito no item anterior, conhecida as diferentes potencialidades que podem ser exploradas a partir desse método de atividade, entende-se que está oficina poderá ser realizada de maneira independente com base no perfil do público que comparecerá durante o desenvolvimento do projeto. A oficina é destinada para o mínimo de 5 e máximo de 30 participantes, terá duração de três horas está dividida da seguinte maneira: Entrada (30 minutos), Prato Principal (2 horas), Sobremesa (30 minutos) Na Entrada do Menu aRiscar será servidoUM GIZ, UM TEXTO (Brincadeiras Arriscadas de Cidália Carvalho) e UMA PROVOCAÇÃO “Arrisque-se num risco!” O Prato Principal é um Quintal de Aventuras que terá dispostos pelo espaço diversos tipos de materiais, como pneus, tecidos, madeira, pregos, ferramentas, bexigas, papéis, cordas, isqueiros etc. Neste instante, os participantes podem se aventurar e usar a criatividade para brincar coletivamente e criar o que desejassem. Uma cabana de madeira com elementos da natureza. No desenrolar das brincadeiras, o arte-educador responsável pela oficina alertam os participantes sobre os riscos envolvidos nas ações do brincar por meio de placas com frases como: “CUIDADO! VOCÊ PODE CAIR E IR PARAR NO HOSPITAL!” “SUBIR NA ÁRVORE – RISCOS: CAIR E QUEBRAR OS OSSOS; FRATURA EXPOSTA; CONTAMINAÇÃO POR BACTÉRIAS ETC.” Um sino é tocado para chamar os participantes para a Sobremesa: na sala, são exibidos os vídeos The Land, documentário que relata o funcionamento de Adventures Playgrounds, criado na década de 1960 por Lady Allen of Hurtwood (1897-1976), inspirado nos playgrounds do arquiteto Aldo Van Eyck, onde o brincar livre e arriscado é estimulado, existente em diversos países. Também será exibido o trailer do Documentário Do lado de fora: lições de um Jardim da Infância na floresta. Sobre mesas, trechos de referências teóricas de autores como Mia Couto, Cidália Carvalho, Tim Gill, entre outros. Os participantes terão um tempo para a digestão do Prato Principal. Após este momento de visualização de vídeos, de leituras e de alimentar-se de referências, será servido um papel, um envelope e uma caneta para que cada participante, individualmente, registre por escrito suas reflexões, questões, e/ou pensamentos. Envelopes misturados serão distribuídos entre as pessoas, cada participante deve ler a reflexão de outra pessoa ao ponto de se gerar uma discussão coletiva. Será solicitado ao responsável que assine um termo de responsabilidade. No entanto, sugere-se que os pais participem junto com seus filhos, a fim de questionarmos, discutir e rever os conceitos sobre segurança e risco na infância. ORIENTAÇÃO ARTÍSTICA CÊNICA A GRUPOS EM FORMAÇÃO Contribuindo para a qualificação e a capacitação de artistas que atuam em grupos, companhias ou coletivos no interior, litoral e região metropolitana do Estado de São Paulo. Tem como ação principal a orientação técnica e artística, destinado a coletivos que tenham o desejo de ter uma orientação artística em um processo criativo e também a aprendizes que queiram acompanhar os processos junto ao orientador. Este projeto, pode tanto estar em fase de elaboração, ou já estar em andamento. Os coletivos devem ter a figura do diretor ou assumir coletivamente este papel. O núcleo estará focado em dar uma orientação em todas as etapas de um processo criativo: proposta, ensaio, abertura de processo e temporada. Tem como boas práticas em políticas públicas de formação em artes, com foco na descentralização e interiorização, responde as reflexões atuais no campo da cultura e das artes, com princípios relevantes nas práticas e na literatura internacional e que integram os eixos, a saber: diversidade e direitos culturais, democratização da cultura, democracia cultural, herança cultural e voz criativa; dentro de ações que envolvem: formação de repertório, criação, experimentação, articulação, aperfeiçoamento artístico e mediação cultural.
PRODUTO: AÇÕES DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO PESSOAL - OFICINAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos e etc. PCD AUDITIVOS: intérprete de libras PCD VISUAIS: linguagem oral. ACESSIBILIDADE COGNITIVA: Apoio pedagógico De acordo com o decreto nº 3298 de 20 de dezembro de 1999Art. 46. Os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal direta e indireta responsáveis pela cultura, pelo desporto, pelo turismo e pelo lazer dispensarão tratamento prioritário e adequado aos assuntos objeto deste Decreto, com vista a viabilizar, sem prejuízo de outras, as seguintes medidas: II - criar incentivos para o exercício de atividades criativas, mediante:a) participação da pessoa portadora de deficiência em concursos de prêmios no campo das artes e das letras; e b) exposições, publicações e representações artísticas de pessoa portadora de deficiência; Art. 47. Os recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura financiarão, entre outras ações, a produção e a difusão artístico-cultural de pessoa portadora de deficiência.Parágrafo único. Os projetos culturais financiados com recursos federais, inclusive oriundos de programas especiais de incentivo à cultura, deverão facilitar o livre acesso da pessoa portadora de deficiência, de modo a possibilitar-lhe o pleno exercício dos seus direitos culturais. Art. 48. Os órgãos e as entidades da Administração Pública Federal direta e indireta, promotores ou financiadores de atividades desportivas e de lazer, devem concorrer técnica e financeiramente para obtenção dos objetivos deste Decreto.Prevendo estar de acordo com o artigo 46, 47 e 48 do Decreto nº 3298 de 20 de dezembro de 1999, e com base nos 3 Objetivos Desenvolvimento Sustentável da agenda da ONU que abarcam este projeto, e a buscar patrocínio junto a empresas com linhas de ação em Artes Cênicas, os locais serão mapeados, e selecionados de acordo com as diretrizes da empresa patrocinadora, porém com asimprescindíveis premissas de acessibilidade físicas para locomoções no espaço, desde rampas, guias táteis e banheiros adaptados. A missão deste projeto é abarcar toda a população indiferente de credo, religião, sexualidade, deficiência física ou mental, brincar faz parte da infância de qualquer ser humano, e adaptações necessárias estão previstas no orçamento, mas será imprescindível aescolha do local, que possa oferecer acessibilidade a toda população. As oficinas não possuindo nenhuma restrição quanto ao público, apenas direcionando o tipo de atividade de acordo com faixa etária, todo e qualquer cidadão é capaz do ato de brincar, construir. Sendoassim, caso necessário, a obrigatoriedade de atender todos os públicos, recursos humanos de libras, braile ou áudio-descrição serão contratados, de acordo com a especificidade do público presente.
PRODUTO: AÇÕES DE CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO PESSOAL - OFICINASAbarcando a instrução normativa em vigor referente a percentual de gratuidade do produto, as oficinas serão na sua totalidade gratuita, desde a participação aos materiais didáticos, pedagógicos e artísticos utilizados. Estando previstas no orçamento compra de materiais e o valor dos recursos humanos, para que não seja necessário a cobrança de qualquer espécie para o público participante, afim de democratizar o acesso, aumento a gama de contrapartida da proposta. No caráter da "oficina" de orientação artística a grupos em desenvolvimento, mostras de processo e ensaios abertos são imprescindíveis para um retorno qualitativo do trabalho realizado, sabendo da extrema importância do público dentro das áreas cênicas ou culturais, além de criar abertura para novos aprendizes acompanhem o processo de orientação, como estágio ou aprendizagem direta. De acordo com Art. 24. da Instrução Normativa nº 1/2022 do Ministério da Cidadania prevê-se, as seguintes medidas de ampliação do acesso:II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Geral – equipe técnica fixa Proponente | Coordenador da execução das oficinas | Arte educador: Tales Jaloretto Educador especialista na oficina Stanislavsky e Capoeira: Mestre Gildásio (Grupo de Capoeira Filhos de Ghandi) Assistente Arte Educador: a contratar Produtor: a contratar Comunicação e assessoria de imprensa: a contratar Geral – equipe técnica – consultoria Consultora especializada no gerenciamento, execução das oficinas, monitoramento e avaliação dos resultados das oficinas: Rosana Bacron Consultora na oficina figurino e ator|performer: Iris Maria das Chagas Consultor pedagógico: a contratar Consultor cênico: a contratar Currículo resumido TALES ANDRÉ LOPO JALORETTO. Registro Profissional DRT35010 MTB 59549SPFunção no Projeto: Proponente | Arte-Educador | coordenador da execução das oficinas Nasce em 1980 na cidade de São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil. Inicia estudos de artes cênicas em 1995, no Teatro Escola Macunaíma, Escola Livre de Teatro e UNESP. Atuou em 31 espetáculos,cujo principais sob direção de Dagoberto Feliz, Daniele Abaddo, Luiz Fernando Marques, Edgar Castro. Destaque para Prêmio melhor ator em O Doente Imaginário de Moliére, e Prêmio de Melhoriluminação por seu trabalho autoral Quando Chuvava em Mim. Estuda Viewpoints e Suzuki com cia ArteHúmus, música e criação para cena com Théâtre du Soleil, participa de oficina com importantesartistas, grupos e pensadores do teatro como Teatro da Vertigem, Andriy Zholdak, La Pocha Nostra, Ruy Castro, Ondina Clais, Cacá Carvalho e Chico Carvalho.Em 2008, forma-se em comunicação social – jornalismo; em 2010, especialização em jornalismo cultural, em Madri, na Espanha. Artigo publicado em revista acadêmica, reportagens e ensaios publicadosem revistas no Brasil, Espanha, Portugal e Romênia. Tem poesias publicadas em sete antologias poéticas e distribuída na FLIP – Feira Literária de Parati. Prêmio Literacidade pelas poesias Poemaprotesto para brincar de ser Fernando Pessoa, Soma ou some ou morra; e no Festival Icozeiro com a poesia Quando Chuvava em Mim. Participa como poeta do Proyecto Internacional de Poesia Graficaque circula por 11 países, e realiza a curadoria no Brasil.Foi agente exibidor e divulgador do cinema nacional pela Rede Brazucah de 2008 a 2012 com quatro sessões mensais gratuitas no ABC. E inicia estudos de atuação para cinema, em 2011, na Escola Livrede Cinema e Vídeo, Instituto Stanislavski e AP 43, e História do Cinema Mundial e Brasileiro pelo MIS, Catavento Cultural e em Madri, na Espanha. Gradua-se em 2019 na EICTV – Escuela Internacional deCine y Tv, de Cuba, em direção de atores e técnica Meisner | Mamet. Atua em 40 filmes, cujo principais longas-metragens são Marighella de Wagner Moura, Hebe de Maurício Farias, Chorar de Rir deToniko Melo, Assalto na Paulista de Flávio Frederico; e nas séries Segunda Chamada de Joana Jabace; Rio Heroes de Pablo Uranga, Os Ausentes de Raoni Rodrigues e CarolinaFioravanti, e Boca a Boca de Esmir Filho. Em 2016 é honrado com Winner Oustanding Acting Performer, Burbank California, pelo filme 2028.Em 2017 inicia pesquisa em vídeo arte e tem seu trabalho O Grito selecionado para o Festival de Contis, França; Los Angeles Film Festival, EUA; Porto 7, Portugal; Festival Internacional deNanometragens. E a obra Sob Os olhOs seUs perPassam o noSso teMpo exibido na VII Mostra 3M de Arte Digital, e premiado na Mostra Internacional de vídeos de Santo André.Desde 2014 atua como arte educador em artes integradas e literatura, e ministra sua oficina Brinquedos, brincadeiras e outros processos mirabolantes para crianças entre 05 a 14 anos em programas daSecretarias de Cultura e Educação de São Paulo e ABC Paulista. Esteve como arte-educador no PiÁ - Programa de Iniciação Artística da Secult SP. Atendeu cerca de dez mil crianças desde o início. ROSANA BACRON - Registro Profissional CRP/SP 06/65258Função no Projeto: Consultora especializada no gerenciamento, execução das oficinas, monitoramento e avaliação dos resultados Graduada em Psicologia pela Universidade Braz Cubas (2000), tem MBA em Administração e Gestão do Conhecimento pelo Centro Universitário Internacional – UNINTER (2013); pós-graduada emPsicossociologia da Juventude e Políticas Públicas pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP (2017). Atualmente é mestranda no Programa Geografia Humana da Faculdade deFilosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo - USP. Experiência consolidada em serviços de consultoria com de 17 anos de atuação na elaboração, coordenação, assessoriametodológica e gerenciamento em estudos e projetos voltados para atividades de diálogo social, ações sociais e culturais e processos de monitoramento e avaliação de resultados, atuou em projetostanto de clientes públicos quanto privados em diversas localidades do Brasil e na Venezuela. GILDÁSIO PEREIRA DE OLIVEIRA - Mestre Gildásio – Registros Profissionais CREF nº 013930-P/SP e CBC nº AA1181Função no Projeto: Educador especialista na oficina Stanislavsky e Capoeira. Educador físico, mestre e instrutor de Capoeira, arte educador no Centro Comunitário Casa Mateus. Fundador Presidente da Associação Desportiva e Cultural de Capoeira Filhos de Ghandi e da Liga Municipal Mauaense de Capoeria. Iniciou sua trajetória na Capoeira em 1977 ainda na Bahia, em 1983 realizou seu primeiro trabalho na ACAL (Associação de Capoeira Arte e Luta) onde contou com o apoio da Federação Baiana de Capoeira, passou por uma reciclagem e se formou, em 1991 funda a Associação de Capoeira Filhos de Ghandi para iniciar seus projetos sociais mas somente em 1993 é que a entidade é legalmente registrada. Desde a fundação da Associação manteve um trabalho onde a maior preocupação era tirar crianças e adolescentes da rua e proporcionar a estes aumento na sua autoestima, na convivência familiar e modificar a situação na comunidade local. A sua vivência e vasta experiência o coloca a frente dos projetos da Associação de Capoeira Filhos de Ghandi e da Liga Municipal Mauaense de Capoeira para tornar real o sonho de crianças, jovens e adolescentes de exercer com dignidade a cidadania. Premiado na Câmara Municipal dos vereadores de Mauá pelo trabalho desenvolvido com as questões raciais e o combate ao racismo, também conselheiro da coordenadoria de igualdade racial e fundador da Senzala comunidade Negra de Mauá, além de estar constantemente implantando relevantes projetos sociais na cidade. IRIS MARIA DAS CHAGASFunção no Projeto: Consultora na oficina figurino e ator|performer Personal Stylist, empreendedora e analista | consultora em visual merchandising. Estudou negócios da moda no SENAC; Ciências Sociais na Cruzeiro do Sul; Personal Stylist na Escola de Estilo DanyPadilla no Rio de Janeiro; empreendedorismo no Sebrae; Imagem e styling de moda na Fashion Meeting e Gerenciamento de projetos e processos na Robson Camargo projetos e negócios. Criou o Bresho ky fala em 2017. Experiência de 12 anos em analista, gerência e consultora de Visual Merchandising em importantes lojas de departamento, com aplicação de treinamento de conceitos de VM eimplementação de processos, elaboração de materiais (manuais e orientações), além da produção de moda e montagem de vitrine.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.