Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A maior parte das cidades brasileiras, tanto as capitais quanto as cidades médias do interior, tiveram seu crescimento entre as décadas de 1950 e 1980 do século passado.Vivemos uma urbanização feita por vários caminhos: com planejamento urbano e favelização. O Brasil dos últimos cem anos criou cidades planejadas como Goiânia e Palmas, para não falar do marco mais importante, Brasília. Viu São Paulo dobrar sua população ao longo de seis décadas seguidas. Viu suas pacatas vilas se transformarem em gigantescas selvas de concreto. O Brasil urbano conseguiu a proeza de ser vanguarda em arquitetura e urbanismo e de seguir subdesenvolvido com a falta de saneamento básico na maioria de suas cidades.
O livro contará com arrojadas e inusitadas imagens fotográficas, acompanhadas de pequenos textos que explicam o crescimento e as transformações sofridas por nossas cidades ao longo do século XX. Também vai evidenciar os impactos que a urbanização causou em nossa sociedade, tanto nos aspectos econômicos e sociais, quanto nos aspectos culturais e estéticos. E tira proveito do aguçado olhar de Leonardo Finotti para encontrar aspectos nunca antes percebidos na arquitetura de nossas cidades. Finotti trocou a arquitetura pela fotografia quando fez sua pós-graduação em Bauhaus Dessau Foundation na Alemanha. De lá foi para Portugal, onde por seis anos, colaborou com os mais importantes arquitetos portugueses. Quando voltou ao Brasil, começou um trabalho sistemático de releitura do modernismo e também uma aprofundada investigação sobre os espaços urbanos, sejam eles planejados ou informais. Finotti tem em seu acervo, imagens de arquitetura moderna e contemporânea capturadas em mais de 20 países. E no Brasil, em centenas de cidades. Muitas delas, estarão neste livro.
Objetivo Geral Registrar os grandes centros urbanos brasileiros, de norte a sul do país, dando especial atenção aos projetos modernos, desenvolvidos entre as décadas XXX e LXX do século passado.Promover a discussão de como os projetos de arquitetura e urbanismo modernos modificaram os espaços urbanos das cidades brasileiras e qual o impacto que isto causou na vida cotidiana de seus habitantes.Promover a discussão sobre a preservação de uma arquitetura, que apesar de sua conexão com o futuro e com a modernidade, em alguns casos já são quase centenárias e precisam ser conservadas.Mostrar as obras de arquitetos contemporâneos que dialogam com esta já formada "tradição moderna", bem como os novos marcos urbanos das principais cidades brasileiras.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Cidades brasileiras". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
Ao longo do século XX a população brasileira cresceu de forma vertiginosa. Este crescimento populacional ocorreu simultaneamente com a transformação do país, que deixou de ser um país rural para se transformar em um país urbano. O êxodo rural fez com que as cidades, principalmente as capitais estaduais tivessem um aumento significativo de população e ainda, que se unissem com as cidades vizinhas, criando gigantescas áreas metropolitanas. As infraestruturas urbanas não conseguiram acompanhar o ritmo de crescimento da população. Mais habitantes significam mais moradias, mais escolas, mais hospitais, mais transporte, mais sistemas de saneamento básico, mais segurança pública, mais áreas de lazer. Portanto, ao longo do século XX, as cidades brasileiras cresceram desordenadamente, apesar de, ao contrário do que muitos pensam, de que não havia planejamento. Havia sim. Mas os planos diretores urbanísticos raramente eram respeitados e quase nunca andavam no mesmo ritmo de crescimento da população. Nossas cidades ficaram completamente desiguais. De um lado, bairros ricos com arquitetura sofisticada e vanguardista e uma urbanização inovadora. De outro, em sua maioria, uma população marginalizada, convivendo em favelas onde a precariedade é a regra e todos os problemas (desemprego, pobreza, violência, criminalidade etc.) são rotineiros. Urbanistas, arquitetos, engenheiros, sociólogos, gestores urbanos. Não foram poucos que tentaram apontar caminhos para as nossas cidades ao longo do último século. E hoje, não se pode simplesmente, como fez Pereira Passos no Rio de Janeiro em 1907, destruir bairros inteiros para começar de novo. Temos que admitir que nossas cidades criaram espaços, alguns belos, outros medonhos, e este medonho nem sempre tem conexão com a precariedade, muito pelo contrário. Este livro faz uma leitura imagética de nossas cidades, de um país urbano, que criou uma poderosa cultura urbana, tanto material, com sua arquitetura, quanto imaterial, na música, na dança e nas artes plásticas que circulam pelas ruas de todas as nossas cidades. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 17 x 24 cm Formato aberto: 17 x 48 cm Quantidade de páginas: 204 páginas Formato do livro Capa: brochura c/ orelha inteiriça, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40 horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio. Andrey SchleeGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq “Estudos de arquitetura latino-americana e arquitetura comparada”. Michelle CastroArquiteta e curadora baseada em São Paulo e seu texto foi originalmente publicado em 2007 no catálogo e exposição homônima 100 fotos, 100 anos, 100 obras: Oscar Niemeyer por Leonardo Finotti no Museu da Electricidade em Lisboa em homenagem ao centenário do arquiteto. Matthew Shirts Jornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Julio MariuttiArquiteto e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2016, é professor na Escola Britânica de Artes Criativas. Foi sócio da Nu de 2006 a 2011 e em 2012 fundou o Estúdio Lógos para se dedicar a projetos editoriais e de identidade visual ligados a arte e arquitetura. Assinou o design gráfico da revista Bamboo da primeira à última edição (2011–2017). Além de projetos de design gráfico, recentemente assinou o desenho de um relógio para a marca suíça Pierre Junod e publicou L de Livro (Companhia das Letrinhas, 2017) e Espaço em Obra (Sesc, 2018, em coautoria com Guilherme Wisnik). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Andrey Schlee e Michelle CastroTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Andrey SchleeDesign gráfico: Julio Mariutti O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PROJETO ARQUIVADO.