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PRONAC 230019Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Realização do espetáculo teatral Mãe, por que você tá azul?

BRUNA DA MATTA SARUBO
Solicitado
R$ 266,0 mil
Aprovado
R$ 266,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Linha do tempo

  1. 01/01/2023
    Cadastro PRONAC
    Ano 23
  2. 31/03/2023
    Início previsto
  3. 31/12/2023
    Término previsto
  4. 06/05/2026Encerrado
    Projeto encerrado por excesso de prazo sem captação

Histórico inicial = baseline (situação atual no momento da primeira ingest). Próximas mudanças de status serão capturadas automaticamente a cada nova sincronização SALIC.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-03-31
Término
2023-12-31
Locais de realização (1)

Resumo

O presente projeto visa utilizar de recursos a serem obtidos através da Lei de incentivo à Cultura para apoio na realização do espetáculo "Mãe, por que você tá azul?", que busca difundir histórias reais de mulheres que viveram e lutaram nos tempos sombrios da ditadura civil-militar brasileira, e que foram mães durante esse período. Com isso, buscamos revelar e conscientizar o público sobre os perigos desse regime, sobretudo focando nas vivências femininas. Além das apresentações gratuitas do espetáculo, o projeto incluiaexibição de documentários pertinentes à pesquisa.

Sinopse

Produto: APRESENTAÇÃO DE ARTES CÊNICAS Segue detalhamento do TEMA: O espetáculo traz, em forma de depoimento, relato e contação, as histórias reais de mulheres que participaram ativamente na resistência contra a ditadura civil-militar brasileira ou que foram indiretamente enredadas nas tramas desse período sombrio. Dentro desse recorte de gênero, abrimos ainda outro: a maternidade. Todas as mulheres aqui retratadas foram mães durante esse duro período, e esse é um dos pontos cruciais que diferem suas trajetórias das dos homens, cujas histórias de luta foram mais conhecidas e reconhecidas, e que muitas vezes os elevaram ao status de heróis. A própria condição de mulher em uma época em que a luta pela igualdade de gênero ainda não havia alcançado tantas conquistas, aliada à repressão aos chamados “terroristas”, já as colocava em um lugar de dupla desobediência. Se adicionarmos a isso o papel sacralizado da mãe, as histórias ganham tons ainda mais sombrios e dramáticos. No espetáculo, três personagens se destacam contando suas histórias vividas no período da ditadura civil-militar brasileira: Soledad Barrett Viedma, jovem paraguaia que se aliou à Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e que foi uma das seis vítimas da chacina da Chácara São Bento, capitaneada por um dos delegados mais cruéis do período, o dr. Fleury, obcecado por cumprir sua missão de exterminar a “subversão” no país. Soledad era mãe de uma menina, que deixara em Cuba, e estava grávida de quatro meses de seu companheiro, o também revolucionário Daniel, sem saber que, na verdade, “Daniel” era Cabo Anselmo, um agente infiltrado do DOPS e principal colaborador dos militares na busca pelos subversivos, que trai friamente seu suposto grupo e sua companheira grávida, levando-os a serem torturados e mortos. O corpo de Soledad ainda hoje permanece desaparecido. Marília Guimarães, mãe de dois garotos (na época com 2 e 3 anos), jovem professora que fazia parte de um grupo guerrilheiro e que, ao ser descoberta e se ver perseguida pelos militares, tem que se separar dos filhos para garantir a segurança deles. Junto de seus companheiros e de seus dois filhos (e com várias armas coladas ao corpo), Marília sequestra o avião Caravelle para levá-los para Cuba, onde poderiam viver em liberdade. Contaremos ainda, mais brevemente, parte da história de duas outras mulheres que também vivenciaram os horrores da repressão da época, e que se ligam às duas personagens acima enquanto cuidadoras de seus filhos, Damaris Lucena e a ex-presidente Dilma Roussef. A terceira história baseia-se na premiada matéria do jornal The Intercept: “Os filhos esquecidos de Itaipu”, sobre a explosão de nascimento de “filhos sem pai” nascidos no centro de prostituição contolado pelos militares para servir de “alívio” aos barrageiros durante a construção da usina de Itaipu. A construção da usina foi um marco dos governos totalitários da época para mostrar o progresso do país durante o regime. Essa história será contada por uma personagem fictícia, Marlene, a dona de um dos bordéis mais frequentados da época, que dará voz a todas as pessoas reais entrevistadas nessa matéria (donas de bordel, vizinhas, clientes, garotas de programa da época), do ponto de vista de uma mulher que viu o descaso e o abuso das autoridades com essas profissionais, mesmo sendo consideradas essenciais para o projeto da construção da usina, que se responsabilizou pelos filhos de muitas e que testemunhou o surgimento dessa legião de filhos abandonados. Com sua fala simples, ela ainda denuncia o destino dado ao dinheiro gerado no centro de prostituição: a compra de armas e munições para o regime militar, bem como o apagamento histórico dessas mulheres e de seus serviços prestados, em comparação ao monumento erguido em homenagem aos barrageiros que construíram Itaipu. Outras histórias também serão brevemente contadas, seja costuradas na dramaturgia ou expostas nas projeções, ou ainda através de áudios, todas tratando de mães que foram presas e torturadas. Sobre o título da peça, foi retirado deste depoimento, de Maria Amélia Teles, a Amelinha, ex-militante do PCdoB, torturada durante a Ditadura Militar pelo major do exército Carlos Alberto Brilhante Ustra: "Você fica totalmente à mercê da prática violenta deles. Eles são treinados e profissionais da tortura. (...). Num determinado momento, eles levaram meus filhos pra dentro dessa sala de tortura onde era eu sentada numa cadeira de dragão nua, vomitada, urinada, evacuada e… e muito machucada, que eu nem me dava conta que eu tava tão machucada, porque eu fui me dar conta quando a Janaína e o Edson entraram e eles falaram assim: “Ué, mãe, porque o pai ficou verde e você ficou azul?” Hora que eu olho pro meu corpo, eu vejo que eu tô cheia de hematomas." Segue detalhamento da DRAMATURGIA: O texto será escrito a partir de relatos das vítimas e testemunhas, depoimentos oficiais para a Comissão da Verdade, documentários, matérias de jornal, biografias e autobiografias e outros documentos públicos. Partimos de uma colagem de depoimentos reais e, em seguida, faremos um trabalho dramatúrgico criativo sobre ela. Segue detalhamento da TRILHA SONORA: A trilha sonora será toda cantada ao vivo pela atriz e cantora Maria Fernanda Batalha. Sua atuação irá compor a cena, ora como pano de fundo, ora como destaque, ora como uma presa em sua cela cantando melancolicamente, ora como cantora do bordel, ou ainda como uma cuidadora que canta para fazer uma criança dormir, trazendo um tom lírico e poético, porém fortemente político e histórico, à dramaturgia. As músicas que irão compor o espetáculo são marcos da época retratada e falam de liberdade (ou da falta dela), de luta, de união, da desesperança e do medo. Segue detalhamento da ENCENAÇÃO: Serão utilizadas projeções/videomapping, nas quais poderemos exibir fotos e documentos da época, como materiais falsificados ou com informações deturpadas por parte dos militares, ou matérias de jornais da época, que serão contrapostos pela histórias reais ali reveladas pelas personagens que as viveram, bem como fotos e documentos do acervo público do Museu da Resistência. A utilização de objetos cênicos será minimalista; os poucos objetos serão compartilhados por todas as personagens, criando um vínculo entre elas e costurando as histórias umas às outras. Utilizaremos diferentes peças de roupas para caracterizar cada personagem, de modo que mais de uma personagem, ou todas elas, possam estar em cena em um mesmo momento, representadas por um vestido, paletó ou uma mante de bebê, a fim de criarmos relações entre as personagens. Segue detalhamento da CENOGRAFIA: O espaço cênico será composto de placas móveis para delimitar cada cena como desejado, manuseadas pelas próprias atrizes, para que os espaços possam ser amplos ou sufocantes, de acordo com a necessidade. Utilizaremos videomapping para criar o cenário de cada cena, com projeções lançadas nas paredes de fundo e laterais (mais especificamente, nas placas móveis acima mencionadas) e no chão, criando um efeito tridimensional bastante imersivo. As projeções colocarão as personagens dentro de uma cela, de um esconderijo apertado, dentro de um avião sequestrado, ou então no salão de um bordel.

Objetivos

Objetivos gerais: Decreto nº 10.7555/21Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: IV - Promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial, ao difundir fatos vividos em nossa história nacional, bem como literatura e música criada a partir de tais fatos; V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, ao apresentar o espetáculo gratuitamente e ao incluir, como local de apresentação, uma região distante do centro cultural da cidade, aonde nem todos têm acesso aos produtos culturais da cidade; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, compondo uma equipe com ampla diversidade, composta por pessoas negras, periféricas e LGBTQIA+, e ao divulgar o espetáculo para públicos com menor acessibilidade aos produtos culturais, priorizando a eles o acesso aos ingressos gratuitos; VIII - Impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural, ao oferecer bolsas de estudo para artistas iniciantes acompanharem todo o processo do presente projeto, do início ao fim. Obejtivos específicos: A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Produzir e realizar 24 apresentações gratuitas da peça "Mãe, por que você tá azul?" na cidade de São Paulo; - Realizar 2 apresentações por semana durante 3 meses, totalizando 24 apresentações, com acessibilidade para público com deficiência auditiva, visual, PcDs e deficiência cognitiva; - Disponibilizar o espetáculo online após o término das 24 apresentações. - Promover a exibição de 3 filmes documentários relacionados ao tema com entrada gratuita, com duração média de 1h30 cada, em sala ou anfiteatro adequado com projetor; - Contribuir para a formação de 2 novas profissionais de artes cênicas (que esteja no último ano de formação ou formada a menos de dois anos) por meio do oferecimento de duas bolsas aprendiz, sendo cada uma de uma especialidade diferente (ex.: direção e iluminação).

Justificativa

Lei 8.313/91Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, pois o espetáculo será apresentado em bairros distantes do centro, bem como na região central, e de forma gratuita, sendo divulgado ee fomentando o comparecimento de públicos com menos acesso aos produtos culturais da cidade VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao tratar de um importante período histórico de nosso país, a ditadura civil-militar, com histórias e personagens verídicas; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória, ao divulgar histórias pouco conhecidas vividas em um momento importante da história de nosso país, compartilhando informações e revelações às quais nem todos têm acesso, como autobiografias, documentos oficiais da Comissão da Verdade, séries documentais veiculadas em canais de streaming, e tornando essas histórias e fatos conhecidos por mais gente; além disso, ao apresentar o espetáculo no Museu da Resistência de São Paulo, antiga sede do DOPS, buscamos também difundir a existência do local e sua programação. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil, pois iremos oferecer duas bolsas aprendiz para artistas em vias de se formarem ou recém-formadas, a fim de acompanharem todo o processo de realização do espetáculo; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore, pois iremos porduzir e realizar um espetáculo teatral; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos pois a dramaturgia não será apenas baseada em histórias reais, mas trará depoimentos reais dessas pessoas.

Estratégia de execução

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS • Declaração que o projeto cultural é uma produção independente pois o proponente não detem a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação, excetuadas as companhias artísticas que desenvolvam atividades continuadas. Os itens que compõem "Custos de infra estrutura", na planilha orçamentária, a sabr as rampas de acesso e as placas de piso tátil, serão doadas aos espaços culturais públicos onde as apresentações serão realizadas. Já o item "projetor de alta luminosidade" (duas unidades) serão mantidos pela produção a fim de dar seguimento às apresentações após o final deste projeto.

Especificação técnica

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Duração O espetáculo terá duração média de 90 min cada apresentação.

Acessibilidade

Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de apresentação será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com corredores largos e rampas de acesso. - Item na planilha orçamentária: Rampas de acesso. ACESSIBILIDADE PARA PcDs VISUAL: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Além disso, a apresentação contará com audiodescrição para pessoas com deficiência visual terem acesso ao conteúdo do espetáculo. - Itens na planilha orçamentária: Piso tátil. Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcDs AUDITIVA: A apresentação contará com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo do espetáculo. - Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Teremos um monitor especializado para atender, guiar e auxiliar esse público antes e durante o espetáculo. - Item na planilha orçamentária: Monitor especializado (Acessibilidade conteúdo) .................... Produto: EXIBIÇÃO DE FILMES DOCUMENTÁRIOS ACESSIBILIDADE FÍSICA: O local de exibição dos filmes será adequado a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com corredores largos e rampas de acesso. - Item na planilha orçamentária: Rampas de acesso. ACESSIBILIDADE PARA PcDs VISUAL: No espaço, haverá sinalizadores de piso tátil para auxiliar a autonomia de pessoas com deficiência visual. Além disso, os filmes contarão com audiodescrição para pessoas com deficiência visual terem acesso ao conteúdo dos filmes. - Itens na planilha orçamentária: Piso tátil. Audiodescrição. ACESSIBILIDADE PARA PcDs AUDITIVA: A exibição contará com intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva terem acesso ao conteúdo dos filmes. - Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Teremos um monitor especializado para atender, guiar e auxiliar esse público antes e durante as exibições. - Item na planilha orçamentária: Monitor especializado (Acessibilidade conteúdo)

Democratização do acesso

Democratização de acesso IN 01/22 Art. 23. O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites:f) é permitida a comercialização de produtos e subprodutos do projeto cultural em condições promocionais com ingressos do Vale Cultura; - Caso haja a comercialização de produtos, tais como livros que foram referência para a criação da dramaturgia, caso assim acordado com algum patrocinador. • Critérios de seleção Todos que quiserem adquirir um produto ou subproduto oferecido pelo projeto com o Vale Cultura poderão fazê-lo. Gratuidade: - Todos os ingressos para todos produtos serão distribuídos de forma gratuita, assegurando a democratização do acesso através dos limites e formas de distribuição do artigo 23 da IN 01/22. Ampliação de acesso IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como:g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. • Critérios de seleção - A seleção para as artistas que receberão as duas bolsas aprendiz (para artistas que estejam finalizando a formação ou formadas há menos de dois anos) será realizada pela proponente, mediante envio de carta de interesse e CV, priorizando artistas mulheres, negras e PcD.

Ficha técnica

BRUNA DA MATTA SARUBO (proponente): dramaturga e atriz. Bruna se formou como Bacharel em Letras pela UNESP de S. J. do Rio Preto e como atriz pela ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André. Participou de mais de 10 curtas-metragens independentes. Integrou o grupo de pesquisa Ap43, orientado por Nara Sakarê, durante dois anos, e participou do grupo de atores da turma de Direção da Faculdade de Cinema, Rádio e TV da USP durante as aulas de Luciana Canton. Integrou por três anos o Núcleo de Dramaturgia Feminista, coordenado por Maria Giulia Pinheiro, e por um ano o Núcleo da Dramaturgia da ELT, coordenado por Dione Carlos. Em 2019, estreou o espetáculo "Distopia Brasil", dirigido por Pedro Granato, com o apoio do prêmio Cleyde Yáconis. Em 2022, seu espetáculo solo autoral "Selvageria, o nascimento do Outro" estreou com uma temporada de três semanas no Teatro de Contêiner e participou da "Mostra Solo Mulheres". Neste mesmo ano, participou do longa "Assalto na Paulista", com direção de Flávio Frederico. No presente projeto, atuará como coordenardora geral, recebendo por esta rubrica na planilha orçamentária. ………………….. MARIA FERNANDA BATALHA: atriz e cantora Atriz, diretora, roteirista, idealizadora do CineDas, licenciada em Artes Cênicas pela UNESP. Co-criadora e atriz na série Seus Olhos (Prime Video - 2020). Integrou por quatro anos o CPT (Centro de Pesquisa Teatral), onde também foi professora e atriz das peças “Senhora dos Afogados” e “Pedra do Reino”, direção de Antunes Filho. Segue a pesquisa de autonomia e criação para atuação estudando técnicas diversas: workshop De Stanislávski a Demidov com Andrei Malaev-Babel. .................. BIANCA TURNER: diretora de video-projeção Bianca Turner é artista multimídia, bacharel em ‘Design e Prática de Performance’ na Central Saint Martins College of Art & Design (2011, Londres, Reino Unido) e Master of Arts em “Cenografia” pela Royal Central School of Speech and Drama (2013, Londres, Reino Unido). Possui diversas exposições e apresentações no seu percurso dentro e fora do Brasil. Também atua como diretora de arte e vídeo projeção junto a grupos de teatro como no Núcleo Bartolomeu de Depoimentos e é integrante-diretora do Manifesto Impromptu, coletivo que pesquisa linguagens cinema-performáticas. Sua pesquisa é sobre a subjetividade da memória. Explora a documentação do efêmero, o imaterial de um objeto ou um lugar; o invisível, o subjetivo e o indizível. ................... GABRIELE SOUZA: iluminadora e operadora de luz É técnica/artista-integrante do Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais - e com o grupo estreou, em 2016, seu primeiro desenho de luz com o espetáculo Fuente Ovejuna, que conta com mais de 100 apresentações na cidade de São Paulo, incluindo Centros Culturais, Casas de Cultura, Teatros Públicos e Independentes, e uma participação como atração principal no Festival Iberoamericano de Teatro de Bogotá em 2018. Desde então soma em seu currículo cerca de duas dezenas de outros desenhos de luz para diversas Cias de teatro e dança da Cidade de São Paulo, em destaque, para Cia da Revista, Ultravioleta_s, Cia Ludens e São Paulo Cia de Dança.Atualmente é técnica de luz do Galpão do Folias e designer de luz do Grupo Folias e também formadora das Oficinas de Iluminação do Projeto Jovem Monitor Cultural. .............................. MARIA GIULIA PINHEIRO: dramaturgista Maria Giulia Pinheiro é estudiosa da palavra falada, poeta, performer, roteirista, pesquisadora e ativista. Em 2021, lançou o álbum “RãCô”, premiado pelo Fundo Municipal de Cultura de São José dos Campos. Também como poeta e cantora, lançou em Portugal e Angola a música “"Infinitos" , com o músico português-angolano Tiago Oliveira, escolhida como uma das melhores do ano de 2020 pelo programa Giroscópio da FM Stereo Luanda. Lançou também o podcast de dramaturgia sonora “Corte Perfeito Para”, com 25 episódios em duas temporadas em 2021. Já em 2018, lançou com o músico João Sobral a música “Amar você é como andar de bicicleta”. Nesse mesmo ano, estreou com a Banda de roque experimental Labirinto o espetáculo de spoken word “Alteridade”. Em 2019, estreou o espetáculo de palavra falada “A Palavra Mais Bonita”, que circula os países de línguas portuguesas. Desde então, vive no Barreiro, em Portugal. Em 2020 ficou em 4 lugar na Copa do Mundo de Poetry Slam ("La Coupe du Monde | Grand Poetry Slam"), representando Portugal. Autora de "Da Poeta ao Inevitável", pela Editora Patuá (2013), "Alteridade", pelo Selo do Burro (2016), "Avessamento";(2017) e "30 (poemas de amor) para (os) 30 (anos de alguém que nunca amei tanto assim)";(2020), ambos pela Editora Urutau, além de dramaturga dos espetáculos "Mais um Hamlet", "Alteridade", "Bruta Flor do Querer" e "A Palavra Mais Bonita", os últimos dois também sob sua direção. Criadora e organizadora do ZONA Lê Mulheres, um sarau em que todas e todos podem ler, desde que textos escritos por mulheres e do Todo Mundo Slam um poetry slam decolonial pensado para cruzar fronteiras. Co-idealizadora e apresentadora do slam "Ciranda- Jogo de Palavra Falada"; e da "Ginginha Poética". Os quatro eventos literários citados acima são organizados em Portugal desde 2019. Estudou dramaturgia e direção na Escola Livre de Santo André, formou-se jornalista pela Fundação Cásper Líbero e atriz pelo Teatro Escola Célia Helena, especializou-se em Roteiro para TV na Academia Internacional de Cinema e em Treinamento Pessoal pela ICC – International Coaching Community e é pós-graduada no curso “Arte na Educação: teoria e prática” – ECA/USP.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo