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PRONAC 230038Arquivado a pedido proponenteMecenato

Imigração Alemã: 200 anos

KROMO PRODUCOES VISUAIS E FOTOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 334,6 mil
Aprovado
R$ 334,6 mil
Captado
R$ 31,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

9.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Humanístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-01-13
Término
2025-10-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Livro que registrará os aspectos históricos relevantes nas relações de amizade entre o Brasil e a Alemanha, destacando os 200 anos que marcam a chegada de imigrantes alemães ao Brasil, a serem completados em 2024. Serão abordados os contextos históricos delimitados entre a chegada dos primeiros imigrantes alemães ao Brasil, no século XIX, e o século XXI, com produção de textos e iconografia que descreverá a trajetória dos imigrantes alemães nas diferentes regiões do Brasil durante esse período. A abordagem do tema será feita por historiadores e especialistas em relações internacionais, que levarão até o leitor textos de fácil compreensão. Será produzido um ensaio fotográfico contemporâneo para acrescentar novos panoramas aos conhecimentos existentes.

Sinopse

Realizar breve pesquisa em fontes primárias e secundárias, em iconografia e em documentos cartográficos que possam registrar a história da imigração alemã no Brasil. A principal intenção do projeto é garantir a difusão de conhecimentos sobre os diferentes contextos políticos, sociais, culturais e econômicos que marcaram os diversos períodos da história brasileira.O projeto possui caráter histórico, cultural, didático e informativo. A publicação será em versão trilíngue (português-inglês-alemão), registrando textos, imagens e informações complementares ao tradicional conhecimento sobre o tema. Com 212 páginas, permitirá a disseminação de novos conhecimentos e, inicialmente, estima-se que a obra poderá ser dividida nos seguintes capítulos:Primeira fase – Chegada dos imigrantes.Segunda fase – Ocupação de áreas em territórios brasileiros e adaptações culturais.Terceira fase – Relações históricas nos segmentos da diplomacia e economia.Quarta fase – Influências sociais e culturais entre as duas nações.Os capítulos serão compostos por subtemas que vão relacionar os eventos históricos ocorridos entre os dois países, como, por exemplo, as relações durante a Segunda Guerra Mundial e as relações culturais e econômicas no processo de industrialização brasileira.

Objetivos

Objetivo Geral O projeto tem por objetivo principal registrar a história das relações de amizade entre o Brasil e a Alemanha, entendendo-se dentro do tema macro (amizade), as relações estabelecidas nos segmentos históricos, diplomáticos, comerciais, econômicos e socioculturais, ao longo dos últimos 200 anos. Todo o conteúdo da publicação será baseado em pesquisas cartográficas, iconográficas e textuais, efetivadas em fontes primárias e secundárias. O resultado das pesquisas e ensaios fotográficos contemporâneos _ que serão realizados especialmente para a obra _ será apresentado em um livro ilustrado com 212 páginas.Como um dos objetivos secundários, o projeto pretende analisar a composição cultural e social decorrente das relações entre Brasil e Alemanha nos últimos 200 anos. Outro objetivo secundário do projeto é estabelecer a natureza histórica, cultural, didática e informativa dessas relações, de maneira a "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei n. 8.313/91; bem como contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais". A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Imigração Alemã: 200 anos". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.

Justificativa

Em 1818, o príncipe regente do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, depois nomeado rei de Portugal com o título de João VI, promoveu a vinda dos primeiros imigrantes não portugueses ao país. Famílias suíças chegaram ao Brasil e, nesse mesmo ano, alguns colonos alemães também vieram, sendo mandados para o estado da Bahia. No entanto, a data que marca o início da imigração alemã no Brasil é o ano de 1824, quando a cidade de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, recebeu imigrantes alemães que foram trazidos para o país por meio da política estabelecida pelo imperador D. Pedro I.Em julho de 1824, outros alemães chegaram ao Sul do Brasil, sendo assentados à margem sul do Rio dos Sinos, onde a antiga Real Feitoria do Linho Cânhamo fora adaptada para servir como sede temporária dos recém-chegados onde hoje é a cidade de São Leopoldo. Quatro anos depois, colonos alemães se instalaram em Santo Amaro, nas adjacências da cidade de São Paulo.Entre 1920 e 1930, quando a Alemanha sofreu os efeitos da Primeira Guerra Mundial, ocorreu o ápice da imigração alemã no Brasil, principalmente nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O país recebeu, nessa década, cerca de 75 mil alemães. Nesse período, 20% dos habitantes desses dois estados eram imigrantes alemães e, hoje, essas regiões concentram as maiores comunidades alemãs no Brasil.A partir dos anos 1950, o estabelecimento de indústrias alemãs no Brasil foi fator decisivo para reforçar as relações históricas entre os dois países, o que perdurou ao longo do século XX. Inicialmente a indústria automobilística, com montadoras alemãs como Volkswagen e Mercedes, mas também com as indústrias química, farmacêutica e elétrica. Em consequência desse desenvolvimento, o Brasil transformou-se, no início do século XXI, com quase 220 milhões de habitantes, na sexta maior economia do mundo.Para os intelectuais Willi Bolle e Eckhard Kupfer, "a visão de conjunto das relações entre Brasil e Alemanha se inicia no século XVI, com empreendimentos de soldados e aventureiros tais como Ulrich Schmidl e Hans Staden, no período entre 1536 e 1555", embora ambos se tenham dirigido ao território recém-descoberto por Portugal por iniciativa própria.Na mão inversa, a imigração de brasileiros para a Alemanha teve início nos anos 1990 e, atualmente, mais de 140 mil vivem no país europeu, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores (MRE). O Brasil é o mais importante parceiro comercial da Alemanha na América do Sul; e a Alemanha ocupa a quarta posição entre os maiores parceiros comerciais do Brasil. Tais dados justificam, portanto, uma obra que aborde temas como os principais marcos históricos da relação entre o Brasil e a Alemanha; a análise das novas tendências e transformações na nossa época e um painel de discussão sobre o estágio de desenvolvimento econômico no contexto global, além dos estímulos recíprocos nos campos da cultura, inovações científicas e tecnológicas, problemas sociais, identidades culturais e perspectivas do futuro. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

Características técnicas Edição trilíngue: português-inglês-alemão Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 16,5 x 23,5 cm Formato aberto: 16,5 x 47 cm Quantidade de páginas: 212 páginas Formato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores

Acessibilidade

LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.

Democratização do acesso

Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.

Ficha técnica

Paulo VitaleFotoÌ?grafo e diretor de cena, cursou HistoÌ?ria na USP e Fotografia no International Center of Photography de Nova York. Como fotoÌ?grafo jaÌ? percorreu mais de 50 paiÌ?ses fazendo trabalhos editoriais, autorais e publicitaÌ?rios. Tem mais de 100 capas publicadas nas principais revistas brasileiras. Em 2018 publicou o livro de retratos “Feito no Brasil”, com 50 personagens exponenciais da sociedade brasileira. JaÌ? retratou grandes personalidades, Oscar Niemeyer, Caetano Veloso, Mark Zuckerberg e PeleÌ?. Com estuÌ?dio na cidade de São Paulo, atende, atraveÌ?s da Kromo Imagem, sua produtora de conteúdo visual, as principais empresas e ageÌ‚ncias de publicidade sediadas no Brasil. Pedro SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”. Em 2021 foi nomeado “Líder de ImPacto” do ODS 17 pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, CEPAL, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, Museu do Ipiranga, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Petrobras, Itaú, Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, e instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, SEBRAE, entre outras. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Luciano FigueiredoProfessor titular de História da Universidade Federal Fluminense, formado em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, com mestrado e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo. Coordenou a área de pesquisa, divulgação e editoração do Arquivo Nacional e foi editor das revistas Acervo (Arquivo Nacional) e Tempo (Universidade Federal Fluminense). Fundou e dirigiu as revistas Nossa História e Revista de História da Biblioteca Nacional. Autor de trabalhos acadêmicos relacionados à História do Brasil colônia, especializou-se em temas ligados à família, à condição feminina e a revoltas. Nos últimos anos, vem participando de inúmeros projetos de popularização de História, atuando em consultoria de documentários e minisséries, curadoria de exposições, coordenação editorial e preparação de material didático. Organizou, em 2009, a série de livros História no bolso e, em 2013, publicou História do Brasil para ocupados, com a editora Casa da Palavra. É editor do site Impressões Rebeldes – Documentos e palavras que forjaram a história do protesto no Brasil: www.historia.uff.br/ impressoesrebeldes. Equipe TécnicaFotografias: Paulo VitaleCoordenação: Pedro Saad e Paulo VitaleTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Luciano Figueiredo O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto.Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.