Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 230071Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Hip-hop Rua

I. D. X. PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 242,4 mil
Aprovado
R$ 242,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2023-04-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Maringá Paraná

Resumo

O projeto "Festival Hip-hop Rua" é um festival de Cultura Hip-hop que vai acontecer em Maringá e terá Festival de Dança (breaking)/ Exposião de artes visuais (Graffiti) e apresentação musical. As atrações vêm do Brasil todo. O festival acontece ao longo de 2 dias de eventos. O público-alvo é a juventude de periferia de Maringá e cidades adjacentes.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral Realizar um festival de Cultura Hip-hop com duração de 2 dias em Maringá/PR em local público, com entrada gratuita, e atrações nas 4 principais linguagens do Hip-hop: MCing, Breaking, DJing e Graffiti. Atendendo ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Objetivo específico 1) Produto Festival/Mostra com 2 apresentações de danças urbanas com grupos de Maringá e região; 2) Produto Apresentção musical com 3 shows de Rap e 3 discotecagens com DJ’s, sendo 2 com artistas e grupos de Maringá; 2 da região metropolitana; 2 de outras cidades do Brasil; 3) Produto Exposição de artes visuais (graffiti) com 2 obras com a linguagem do Graffiti criadas durante durante o festival.

Justificativa

O movimento Hip Hop, segundo artigo escrito por Tricia Rose e publicado numa coletânea organizada por Herschmann (Abalando os anos 90: funk e hip hop, globalização, violência e estilo cultural), teve início como uma forma de resistência aos problemas que assolavam a população periférica de Nova York. O Hip Hop foi uma forma de resolver aqueles problemas com esforços provenientes da própria comunidade, imprimindo uma identidade alternativa. "A identidade do Hip Hop está profundamente arraigada à experiência local e específica e ao apego de um status em um grupo local ou família alternativa." (Rose, 1997, p.202). As manifestações artísticas produzidas dentro desse movimento tinham o interesse - além de conter disputas violentas de gangues e o envolvimento dos jovens com o crime - de promover a cultura e o engajamento daquela população. Com isso, surgiram diversas equipes que se manifestavam por meio da dança e da arte, promovendo batalhas e bailes, a fim de substituir as disputas violentas pela competição artística. A Zulu Nation foi a primeira organização não governamental ligada àquele movimento, e promovia palestras e eventos em prol da conscientização dos jovens sobre drogas, prevenção a doenças, matemática, ciências, economia, entre outras informações. Essa postura tinha base em preceitos como sabedoria, conhecimento, compreensão, liberdade, justiça, igualdade, paz, união, amor, diversão, trabalho e fé. É comum a associação do termo hip hop essencialmente à música Rap, e ao modo de se vestir e comportar-se, porém, o Hip Hop vai muito além, e sua influência nos jovens de hoje é impactante. De acordo com Rocha, Domenich e Casseano (2001, p. 20): "Mais que um modismo, que um jeito esquisito de se vestir e de falar, mais que apenas um estilo de música, o hip hop, com um alcance global e já massivo, é uma nação que congrega excluídos do mundo inteiro." Dado o contexto social do movimento Hip Hop, a importância da sua difusão por meio de projetos culturais gratuitos e acessíveis se torna inquestionável. A influência causada sobre os jovens das comunidades pobres pelos grupos culturais organizados aponta para uma prova da sua eficácia em promover a justiça social, a liberdade de expressão, a valorização do conhecimento, o sentido de pertencimento e o distanciamento das drogas e do crime. A partir dessa premissa, o projeto pretende ser mais uma ação em prol da emancipação do jovem de periferia por meio da arte. A estética do Hip Hop possui uma agressividade que remete à euforia juvenil, e isso pode ser observado pelas formas percussivas das batidas e rimas, pela explosão cromática dos graffitis e pelos movimentos acrobáticos do breaking. O projeto "Festival Hip-hop Rua" é um projeto que vai realizar uma mostra artística multicultural com atividades formativas, recreativas e com ampla divulgação em todo o estado do Paraná, tornando o Festival um produto relativamente acessível para públicos de outras cidades, já que as atividades serão gratuitas. A proposta pretende capturar a atenção do mercado artístico e cultural para o que acontece em Maringá no segmento Hip-hop. Não somente na exposição de artistas e obras locais para o grande público, mas também pela valorização do intercâmbio cultural entre artistas regionais e artistas com maior alcance de público. A ideia de um festival de Cultura Hip-hop, que contempla os 4 principais elementos dessa cultura _ Dança (Breaking), Artes Visuais (Graffiti), Poesia falada (RAP, Mestre de Cerimônias ou MC) e música (DJing) contempla de forma ampla as metas do Plano Nacional de Cultura (regulamentado pela LEI Nº 8.313, DE 23 DE DEZEMBRO DE 1991) no que se refere a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; É de suma importância que sejam contemplados pela Lei de Incentivo à Cultura projetos culturais focados na Cultura urbana de periferia, já que esta é uma manifestação relevante em nossa cidade e os projetos que acontecem, o fazem por força de parcerias e investimentos próprios por parte dos artistas. Um festival nesses moldes tem potencial de investir nesse segmento cultural para que se possa contratar grupos artísticos regionais para mostrarem seu trabalho com uma estrutura de grande impacto, além de terem contato com artistas já consagrados na cultura brasileira. Esse intercâmbio é fundamental e só pode ocorrer com investimento público, já que não há a cultura do patrocínio direto para atividades desse tipo no Brasil, tampouco em Maringá, que é uma cidade culturalmente jovem. Para que se possa trazer referências de nível nacional, é necessário pagar cachês, passagens aéreas, contratar hotel, alimentação local, camarim e transporte dentro da cidade. Além disso, a estrutura necessária para um festival desse porte custa caro para os padrões de investimento dos produtores de Hip-hop. Além disso, para segurança de todos, haverá contratação de seguranças, brigadistas, ambulância, gerador de energia para backup, taxas de liberação de uso de espaços públicos, produtores, agências de comunicação, impressos de divulgação, assessoria de imprensa, intérprete de Libras nas oficinas, registro em fotografia e vídeo, além de despesas administrativas, advogado, contador, seguro para eventos, transporte de pessoas e materiais, entre outras diversas despesas relativas ao sucesso e segurança do evento. Ao investir nesse projeto, a Lei de Incentivo proporciona condições plenas para a realização das atividades planejadas, geração de emprego e renda para a cidade por meio do turismo, além de entretenimento cultural de qualidade para a população periférica que não tem acesso a shows e espetáculos de qualidade com frequência.

Estratégia de execução

A curadoria do evento será feita após a contratação do profissional responsável.

Especificação técnica

Estrutura: 01 palco 10 x 6 x 1m de altura coberto 01 painel de led P5mm medindo 6x3m 01 mesa de luz 12 par led 08 beam Sistema de sonorização: 04 retornos JBL 01 P.A VRX 03 caixas VRX de cada lado 02 sub grave 01 mesa de 32 canais 04 microfones sem fio 01 cubo de guitarra 01 cubo de baixo01 bateria 01 máquina de fumaça Produto Festival/Mostra Apresentações de artes cênicas: 2 apresentações com duração de 30 min a 60min. Produto Apresentação Musical Apresentações musicais: 6 apresentações musicais com duração de 30 a 60 min. Produto Exposição de Artes Duas obras de arte na modalidade Graffiti, feitos ao vivo durante o festival e expostos em tapumes ao lado do Palco.

Acessibilidade

Todos os produtos: Todas as atividades acontecerão em espaços público com acessibilidade física. Toda comunicação por redes sociais contará com legenda descritiva #paracegover. Todos os vídeos de divulgação contarão com legendagem descritiva em tela.

Democratização do acesso

(i) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: Alcance esperado nos dois dias de evento: 3 mil pessoas. Classificação Livre. Para democratizar o acesso ao projeto, com 100% de ingresso gratuito, ampla divulgação online e offline, assessoria de imprensa e divulgação por meio de visitas a escolas públicas. O evento acontece em praça pública, não precisará de ingressos ou convites. II) TRANSCREVER qual inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

Felipe Halison Pires dos Santos "Felipe Index" (IDX Produções Artísticas - proponente); Funções do proponente no projeto: 1) Gestor do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira; 2) Palestrante e artista de Rap, cantando no grupo INDEXSONNORA que se apresentará no evento e pomoverá uma palestra em escola pública para alunos e professores; Felipe Index é Rapper e produtor cultural em Maringá-PR. Já se apresentou em diversas ocasiões com seu grupo de Rap "Indexsonnora", o qual realizou um DVD ao vivo em 2019 (https://www.youtube.com/watch?v=EUb5hd2oWdo), gravou uma música com o artista Sandrão RZO no projeto Cypherlab em 2019 (https://www.youtube.com/watch?v=BVTDo7FuKkE), realizou o projeto Indexsonnora Convida com convidados de renome nacional como Dexter oitavo anjo (SP) e GOG (DF) (https://www.youtube.com/watch?v=IFA6TcHVIE4). Felipe também já foi diretor de produção do filme "Vou de bike: mobilidade urbana e o direito à cidade em Maringá", pela Lei federal de Incentivo à Cultura tendo sua prestação de contas aprovada recentemente na totalidade e sem diligências, com execução de 54 mil reais à época (https://www.youtube.com/watch?v=vOuiS666fak&t=7s). Rachel Coelho (2 Coelhos Comunicação e Cultura) Funções no projeto: Coordenação de produção, assessoria de imprensa e curadoria. Rachel Coelho é jornalista e produtora cultural, residente em Maringá / Paraná. Desde outubro de 2014 comanda a 2 Coelhos Comunicação e Cultura, responsável pela mostra de teatro Só em Cena e pelo projeto Escala Cultural, ambos realizados via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Trabalhou durante 4 anos junto ao projeto Cottonet-Clube, de Paulinho Schoffen, onde esteve na assistência de produção de projetos que trouxeram vários shows, como Lenine, e do Ecos do Ingá, que trouxe artistas renomados como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Guinga & Monica Salmaso, Raul de Souza Quarteto, Roberto Menescal e vários outros. Em parceria com o Cottonet produziu de forma independente o show Gero Camilo canta Belchior (2018). Também é produtora do grupo de rap Indexsonnora, com quem já realizou diversos projetos culturais desde 2019, a exemplo do DVD Mistério Rap, gravado com recursos do Prêmio Aniceto Matti (Secretaria Municipal de Cultura) e o projeto Indexsonnora convida, contemplado pelo mesmo edital e que trouxe shows de Dexter e GOG para a cidade em 2022. Assina a produção executiva do projeto que viabilizou a gravação do álbum “Transborda”, de Rubia Divino. Em 2022 foi coordenadora de produção do projeto “Me chama de GORDA”, de Aline Luppi Grossi, que trouxe o show de Jup do Bairro (com Mulambo e Badsista).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.