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Obras para Revitalização do Palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Não se aplica.
Objetivo Geral: Revitalizar o palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para que tenha condições técnicas para realização de espetáculos atendendo as normas internacionais e exigências da produções, ampliando a capacidade de sua programação e oferecendo ao público maior quantidade e diversidade de produções artísticas, atendendo o incisos I e IV do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, de maneira integral, transcritos e detalhados abaixo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - Dotando o palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro das condições técnicas necessárias para a realização das diversas produções artísticas nacionais. IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial - Recuperanto e revitalizando o palco da mais importante casa de espetáculos brasileira e garantindo a fruição de espetáculos nesse importante patrimônio cultural. Objetivos Específicos: 1 - Revitalização do Palco do Thaetro Municipal do Rio de Janeiro: 1.1 - Revisão de todo o sistema elétrico do palco; 1.2 - Revisão de todo o sistema cênico aéreo (Varas Manuais e Automáticas); 1.3 - Revisão de todo o sistema de pontes do palco; 1.4 - Revisão/recuperação do piso do palco; 1.5 - Revisão de todo sistema de iluminação cênica; 1.6 - Aquisição de piso flutuante de balé.
Um dos mais imponentes e belos prédios do Rio de Janeiro, o Theatro Municipal, inaugurado em 14 de julho de 1909, é considerado a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Sua história mistura-se com a trajetória da cultura do País. Ao longo de pouco mais de um século de existência, o Theatro tem recebido os maiores artistas internacionais, assim como os principais nomes brasileiros, da dança, da música e da ópera. A ideia de um teatro nacional com uma companhia artística estatal já existia desde meados do século XIX e teve em João Caetano (1808-1863), entusiasta do teatro brasileiro, além empresário e ator de grande mérito, um de seus mais contundentes apoiadores. O projeto, no entanto, só começou a ganhar consistência no final daquele século, com o empenho do nosso ilustre dramaturgo Arthur Azevedo (1855-1908). A luta incansável de Azevedo foi travada nas páginas dos jornais e acabou por trazer resultados. Lamentavelmente, no entanto, ele não viveu o suficiente para ver seu sonho concretizado, morrendo nove meses antes da data da inauguração. O Prefeito Pereira Passos _ cuja reforma urbana iniciada em 1902 mudou radicalmente o aspecto do Centro do Rio de Janeiro _ retomou a ideia e, em 15 de outubro de 1903, abriu uma concorrência pública para a escolha do projeto arquitetônico. Encerrado o prazo de inscrições, em março de 1904, foram recebidas sete propostas. Os dois primeiros colocados ficaram empatados: o projeto denominado Áquila, em que o autor "secreto" seria o engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito, e o projeto Isadora, do arquiteto francês Albert Guilbert, vice-presidente da Associação dos Arquitetos Franceses. O resultado do concurso causou uma forte polêmica na Câmara Municipal, acompanhada pelos principais jornais da época, em torno da verdadeira autoria do projeto Áquila, suspeito de ter sido elaborado pela seção de arquitetura da Prefeitura, e do suposto favoritismo de Oliveira Passos. O projeto final foi o resultado da fusão dos dois premiados, uma vez que ambos correspondiam a uma mesma tipologia, inspirada na Ópera de Paris. Após as alterações, o prédio começou a ser erguido em 2 de janeiro de 1905, com a colocação da primeira das 1.180 estacas de madeira de lei sobre as quais está assentado. Em 20 de maio daquele ano foi disposta a pedra fundamental. Para participar da decoração, foram convocados alguns dos mais ilustres e consagrados artistas da época, como Eliseu Visconti, Rodolfo Amoedo e os irmãos Bernardelli. Também foram recrutados artesãos europeus para a criação dos vitrais e mosaicos. As obras começaram em ritmo acelerado, com 280 operários revezando-se em dois turnos. Em pouco mais de um ano, já era possível visualizar a suntuosidade aliada à elegância e beleza da construção do futuro teatro. O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com capacidade para 1.739 espectadores, foi inaugurado pelo Presidente Nilo Peçanha e pelo Prefeito Sousa Aguiar no dia 14 de julho de 1909, quatro anos e meio após o início das obras. No início, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro recebia, principalmente, companhias de ópera e dança vindas em sua maioria da Itália e da França. A partir da década de 30, passa a contar com seus próprios corpos artísticos: Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet, que permanecem até hoje responsáveis pela realização das temporadas artísticas oficiais. Desde sua inauguração, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro teve quatro grandes reformas: 1934, 1975, 1996 e 2008. A primeira delas aumentou a capacidade da sala para 2.205 lugares e, apesar da complexidade da obra, foi realizada em três meses _ atualmente, o Theatro conta com 2.252 lugares. Em 1975, foram realizadas obras de restauração e modernização e, no mesmo ano, foi criada a Central Técnica de Produção. Em 1996, iniciou-se a construção do edifício Anexo com salas de ensaios para o Coro, Orquestra Sinfônica e Ballet. A reforma iniciada em 2008 e concluída em 2010 concentrou-se na restauração e modernização das instalações. Atualmente, com 112 anos de serviços prestados à cultura nacional, o Theatro Municipal do Rio de Janeiro se mantém como uma das principais casas de espetáculo do país. Todavia, seu palco necessita de uma nova intervenção visando a sua revitalização de modos da atender as necessidades das produções artística dos seus Corpos Artísticos, como também as demais produções nacionais ou internacionais. Sendo assim, uma vez que o Theatro Municipal do Rio de Janeiro é um Patrimônio Cultural tombado pela esfera Federal, Estatual e Municipal justificamos que a presente proposta atende o inciso VI do Art. 1º da Lei 8313/91 que é "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". Justificamos, ainda, o atendimento ao inciso III alínea "b " do artigo 3º da Lei 8.313/91, "preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos".
Revitalização do Palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, através as sequintes ações técnicas:1 - Revitalização do Sistema Elétrico do Palco;2 - Revitalização do Sistema Cênico Aéreo do Palco;3 - Revitalização do Sistema de Iluminação Cênico do Palco;4 - Aquisição do Piso Flutuante para o balé.5 – Instalação de Nova Cortina de Boca de Cena;6 – Recuperação da Estrutura Metálica do Palco;7 – Recuperação do Sistema Eletromecânico e Automação do Palco;8 – Recuperação do Sistema Mecânico das Pontes do Palco;9 – Restauração do Piso do Palco;
ACESSIBILIDADE FÍSICA: O Theatro Municipal já está preparado para PCD Física, com plataformas, rampas e demais ações de acessibilidade atendendo as normas vigentes, não necessitando novos investimentos, por isso não está contemplado na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: O Theatro Municipal já está preparado para PCD Visual, atendendo as normas vigentes, não necessitando novos investimentos, por isso não está contemplado na planilha orçamentária.
Doação de uma cota de 10% de convites para o projeto social (alunos de escolas públicas estaduais e municipais, associações, ONGs, centros comunitários, etc). Com estas ações, o projeto busca atender ao pressuposto definido no Artigo 27 do Decreto 5761, de 27/04/06, no que tange à democratização. Objetivos 1 - Possibilitar o acesso de estudantes a espetáculos de grande porte e qualidade; 2 - Promover a formação de plateias; 3 - Ampliar as perspectivas culturais e artísticas dos alunos, incentivando a formação de uma mentalidade crítica, ética e fundamental ao exercício da cidadania. 4 - Criar um espaço de relação entre instituições educacionais e espaços culturais; Produto : Contrapartida Social - formacao/ palestras gratuitas;
Marcus Paullus Guimarães Passos | Coordenador Geral do Projeto: Analista de Sistemas pela FAESA em 1995.Atuou como Controller de Produção e Coordenador Administrativo-Financeiro de diversas Obras de Restauração, Modernização e Ampliação, como:Restauração, Ampliação e Modernização do Museu do Ipiranga –Obra de Ampliação/ São Paulo –SP; Restauração, Ampliação e Modernização do Museu do Ipiranga –Obra do Edifício Monumento/ São Paulo –SP; Novo Museu do Ipiranga -Implantação da Museografia / São Paulo –SP; Restauração do Complexo Arquitetônico do Palácio do Campo das Princesas / Recife –PE; Restauração do Palácio Gustavo Capanema / Rio de Janeiro –RJ; Restauração do Saguão da Estação da Luz / São Paulo –SP; Restauração do Museu da Língua Portuguesa / São Paulo –SP; Restauração de Fachadas e Coberturas e Recuperação Estrutura do Bloco 1 do Museu Nacional / Rio de Janeiro -RJ; Teatro Cine Palácio / Rio de Janeiro –RJFábrica de Espetáculos / Rio de Janeiro –RJ; Theatro Municipal do Rio de Janeiro / Rio de Janeiro –RJ; Restauração do Palácio Anchieta / Vitória –ES; Restauração da Ponte Florentino Avidos/ Vitória –ES. Wanderson Ferreira| Arquiteto Arquiteto e Urbanista formado em 2000 pela FAMIH-BH (Faculdades Metodistas Integradas Isabela Hendrix). - Pós-graduado em Gestão de Empreendimentos em Arquitetura e Construção pela PUC-MG em 2010. Atua como gestor de projetos arquitetônicos e obra civil de empreendimentos culturais e institucionais há mais de 15 anos.TEATRO SANTA CECÍLIA (2021/2022)Gestor do Projeto arquitetônico para reforma, incluíndo restauro, revitalização e modernização.FUNDAÇÃO CASA DE CABANGU – CASA NATAL DE ALBERTO SANTOS DUMONT (2018 a 2021)Gestor do Projeto arquitetônico para revitalização do Museu Parque Cabangu, incluíndo restauro e modernização.CINE THEATRO RIVELLO (ANTIGO CINE RIVELLO) (2018 a 2021)Gestor do Projeto arquitetônico para reforma, incluindo restauro, revitalização e modernização.TEATRO ENIO CARVALHO TEC (2020 a 2021)Arquiteto responsável pela regularização e modernização.TEATRO FALEC (2020)Gestor do Projeto arquitetônico para implementação de teatro em edificação institucional.TEATRO RIACHUELO RIO (ANTIGO CINE PALÁCIO) (2014 a 2016)Gestor do Projeto arquitetônico para reforma, incluíndo restauro, revitalização e modernização.CINE THEATRO BRASIL VALLOUREC (2007 a 2013)Gestor do Projeto arquitetônico para reforma, incluindo restauro, revitalização e modernização.UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS – Projeto Campus 2000 (2000 a 2006)Desenvolvimento de Projeto arquitetônico para construção de teatros, Auditórios, Salas de Aula e Laboratórios.
PROJETO ENCERRADO E ARQUIVADO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.