| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33424730000179 | Dinaco Importação Comércio S.A | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 01066786000102 | CARVALHO PINHEIRO SA | 1900-01-01 | R$ 15,2 mil |
No Front é um espetáculo teatral livremente inspirado num clássico do Teatro do Absurdo "Piquenique no Front", de Fernando Arrabal, que narra de forma inusitada a história do soldado Zapo, que encontra-se na linha de frente da guerra. A peça pretende falar sobre a guerra, abordando, porém, a alienação dos personagens perante situações de perigo, como forma de defesa emocional, ao buscarem se manter alheios a tamanho horror. Como contrapartida social, o projeto realizará gratuitamente 2 palestras com a participação da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça, para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino).
No Front é um espetáculo teatral com direção de Daniel Herz e texto de criação coletiva, livremente inspirado num clássico do Teatro do Absurdo “Piquenique no Front”, de Fernando Arrabal, que narra de forma inusitada a história do soldado Zapo, que encontra-se na linha de frente da guerra. A peça pretende falar sobre a guerra, abordando, porém, a alienação dos personagens perante situações de perigo, como forma de defesa emocional, ao buscarem se manter alheios a tamanho horror. Esta questão nos faz refletir sobre a resiliência de pessoas que vivenciam todos os dias a banalização da morte, seja nas grandes guerras, seja nas guerras diárias enfrentadas nas cidades.
O projeto No Front apresenta os seguintes objetivos gerais: - Oferecer ao público um espetáculo de qualidade que conta com equipes de criação e técnica de referência para o teatro nacional. - Tratar sobre o tema da guerra a partir da alienação dos personagens diante de situações de perigo, causando um estranhamento no espectador. - Traçar uma possível relação entre guerras extremistas e nossa batalha interna, que travamos com nós mesmos. - Convidar o público para uma reflexão sobre temas como a incomunicabilidade contemporânea e os encontros e desencontros promovidos por uma guerra de grandes proporções ou uma guerra pontual e cotidiana. - Trazer para a cena questões pessoais da equipe sobre a guerra diária travada por artistas que persistem em suas profissões em nosso país. - Reafirmar o potencial do teatro enquanto segmento artístico presencial, arrebatando o público pelo coração. - Contribuir para ampliação do acesso da população aos bens e serviços culturais, apoiando a produção e a expressão cultural e fortalecendo a economia criativa e desenvolvimento do país. O projeto No Front apresenta os seguintes objetivos específicos: Do produto principal / espetáculo de artes cênicas: - Realizar, no primeiro semestre de 2024, dois meses de temporada do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 24 apresentações. Da contrapartida social / ação formativa: - Realizar, gratuitamente, 2 palestras com a participação da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino).
Por que algumas guerras comovem mais do que outras? Por que algumas mortes viram manchetes e outras sequer são notificadas? Por que há genocídios constantes em diferentes regimes e apenas alguns geram indignação social? Apesar de não vivermos em um país com guerras declaradas, no Rio de Janeiro, por exemplo, vivemos situações recorrentes de guerra urbana, como a guerra às drogas e suas consequências, o genocídio de pessoas negras e marginalizadas pela sociedade, além da persistente sensação de medo e conflito. No Front pretende explorar as circunstâncias de relações entre o público e privado; o externo e interno dos motivos que levam ao início de uma guerra. Inspirado pelos personagens da peça de Arrabal, o espetáculo pretende explorar situações vistas pelo prisma do Teatro do Absurdo, promovendo uma reflexão profunda sobre temas que acercam a guerra, como perda, medo e solidão, retratados de forma inusitada e lúdica. Pela relevância dos temas escolhidos para o espetáculo, o projeto proposto se justifica. O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, uma vez que, pretende captar recursos junto a empresas que patrocinam projetos de cultura, utilizando a Lei Rouanet como principal ferramenta de incentivo. Para tanto, a proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art 1º da Lei 837/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E o projeto alcançará os seguintes objetivos previstos no Art. 3º da referida norma: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
O projeto No Front não apresenta proposta museográfica ou de bem patrimonial. O projeto No Front pretende realizar apresentações em espaços fechados. O espetáculo No Front não prevê exposição temporária ou acervo. Declaramos que o espetáculo No Front não adquirirá, para a sua realização, bens ou materiais permanentes. Declaramos que o proponente do projeto No Front se responsabilizará pela autorização dos titulares dos direitos autorais conexos à imagem e às obras de terceiros.
O projeto No Front apresenta como produto o espetáculo de artes cênicas de mesmo título. A peça terá duração de 90 minutos. Por se tratar de um espetáculo inédito, especificações técnicas – como: material cenográfico, rider de luz e rider de som serão definidas ao longo do processo de criação da peça. E seguem abaixo as especificações técnicas do material de divulgação do espetáculo: - Banner - Convite virtual - Flyer virtual - Material de divulgação para manutenção de redes - Mídia virtual
O projeto No Front compromete-se a proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência, em cada produto cadastrado no plano de distribuição, de acordo com as seguintes ações: - Facilitação do livre acesso, por meio da realização do espetáculo e da oficina em espaços devidamente equipados com rampas e sinalizações, possibilitando o pleno exercício dos direitos culturais. - Realização de 1 apresentação do espetáculo com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso ao conteúdo do espetáculo às pessoas com deficiência auditiva e visual. - Realização gratuita de 2 palestras com a participação de parte da equipe do espetáculo, sobre o processo de encenação da peça para 10% do quantitativo de público previsto no plano de distribuição (composto por estudantes e professores de instituições públicas de ensino). Esta atividade contará com tradução em Libras e Audiodescrição, possibilitando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual. - Para garantir o acesso ao conteúdo às pessoas com deficiência intelectual serão adotadas as seguintes medidas: nos dias de espetáculos e palestras, reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração; e assistência pessoal para conduzir o espectador (com acompanhante) até o seu assento na plateia.
O projeto No Front pretende organizar a distribuição dos ingressos do espetáculo da seguinte forma: - 50% dos ingressos serão colocados à venda com valores normais (entrada inteira e meia entrada) - 20% dos ingressos serão colocados à venda com valores promocionais (entrada inteira e meia entrada) - até 10% dos ingressos serão oferecidos ao patrocinador do espetáculo - até 10% dos ingressos serão destinados à divulgação do espetáculo - 10% dos ingressos serão destinados à ação de democratização de acesso Os ingressos destinados às ações sociais e educativas (10%) serão oferecidos a alunos e professores da rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro e/ou organizações socioculturais que contemplem população de baixa renda. Em complemento, de acordo com a medida VI, do Art. 28 da IN nº 01 de abril de 2023 (descrito abaixo), o proponente se compromete em realizar, gratuitamente, 1 ensaio aberto na cidade do Rio de Janeiro. VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; A disponibilização dos ingressos para democratização de acesso será registrada e comprovada através de cartas das instituições, informando a quantidade de ingressos oferecidos para cada apresentação. O ensaio aberto gratuito será comprovado através de material de divulgação.
A proponente do projeto No Front assumirá as funções e realizará as atividades de coordenação do projeto e atriz, sendo remunerada pelas rubricas de mesmos nomes. Como a proponente assumirá uma função de coordenação no projeto, não há ocorrência de intermediação. Seguem abaixo os currículos dos principais envolvidos no projeto:Texto e Direção: Daniel HerzDaniel Herz é diretor, professor, ator e autor. É fundador e diretor artístico da Companhia Atores de Laura. Dirigiu também outros espetáculos fora do grupo, tais como “Zastrozzi” (de Georg F. Walker), “Geraldo Pereira, um escurinho brasileiro” (de Ricardo Hofstetter), “Nós no tempo” (de Marcius Melhem), “Otelo da Mangueira” (de Gustavo Gasparani), “Tom e Vinícius” (de Daniela Pereira e Eucanaã), “O Barbeiro de ervilha” (adaptação de Vanessa Dantas), Nadistas e Tudistas ( adaptação de Renata Mizrahi), “A importância de ser perfeito” (de Oscar Wilde com adaptação de Leandro Soares), “O elixir do amor”(adaptação de Vanessa Dantas), Fonchito e a Lua (adaptação de Pedro Brício), As Bodas de Fígaro, Acorda para cuspir (de Eric Bogosian), Tudo que há flora, (de Luiza Prado), A vida de Galileu (de Bertold Brecht), Valso n:6 (de Nelson Rodrigues). Em 2016, dirigiu a ópera Mozart e Salieri (de Rimsky-korsakov) no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2017 dirigiu Ubu Rei, de Alfred Jarry, no Teatro Oi Casagrande com Marco Nanini, Rosi Campos e os Atores de Laura no elenco. Também em 2017 dirigiu Perdoa-me por me traíres, de Nelson Rodrigues. Em agosto de 2017 dirigiu Fulaninha e Dona Coisa, de Noemi Marinho. Em janeiro de 2018 dirigiu Conexão: Solidão. Elenco: Carol SantaroniAtriz, diretora, autora e professora, formada bacharel em teatro pela UniverCidade. Coo atriz, trabalhou na peça Decote, com a Cia Atores de Laura, além dos espetáculos A Hora Perigosa e Coisas de Teatro, ambos com direção de Daniel Herz; Ópera do Malandro, direção de Ana Luisa Cardoso; O Catador de Nuvens, da Cia Cataplay, entre outros. Dirigiu em 2017 a peça procura-se, da Quinta Cia de Teatro. Como assistente de direção, atua há mais de 15 anos com Daniel Herz na Casa de Cultura Laura Alvim. Em seus últimos trabalhos como atriz, atuou e foi co-autora do espetáculo Isso que Você Chama de Lugar. Elenco: Deborah SargentelliAtriz e formada em Comunicação Social pela UFRJ, fez do seu projeto de conclusão um fotolivro de poesias, Sede de Vida. Em 2022, lança seu primeiro romance: Quando Eu Conheci Você. No teatro participou de 11 montagens, entre elas ódio e A Visita, ambas dirigidas por Daniel Herz. Também escreveu e atuou no monólogo O Ano em que Eu Morri. E assinou texto e assistência de direção do espetáculo O que será de Nós daqui a 4 Anos?, vencedor do Festival do Rio de 2015. Na televisão, participou de minisséries e novelas da Rede Globo. Além disso, participou de curta-metragens, sendo O Mundo é um Moinho indicado a diversos prêmios. Elenco: Kaique BastosIniciou sua carreira no Teatro Tablado, onde estudou por nove anos com mestres como: Fernando Caruso, Dani Ocampo, Lionel Fischer e Cico Caseira. No Tablado participou de dez montagens teatrais, entre elas: Os Sete Gatinhos, com direção de Lionel Fischer; Nada Vai nos Separar, com direção de Cacá Mourthé; e Escombros, com direção de Pedro Kosovski. Em 2018, esteve em cartaz com Conexão Solidão e em 2019, com a peça ódio, ambas com direção de Daniel Herz. Atuou nos curta-metragens Tempo e Nada de Bom Acontece Depois dos 30. Atualmente, cursa Artes Cênicas da Faculdade Cesgranrio. Elenco: Jean ReyAtuou em 2018 no espetáculo Ódio, com direção de Daniel Herz, que ficou em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim e no Teatro Maria Clara Machado. Atuou também nos curta-metragens Céu na Terra, com direção de Raquel Monteiro e Reconexão, com direção de Mualena Galvão. Participou como ator da Ópera Piedade, de João Guilherme Ripper, na Sala Cecília Merelles, e do filme A Quarta Margem do Rio, com direção de Daniel Herz e Luis Felipe Sá. Em 2017 atuou em O Doente Imaginário, com direção de Zaira Zambelli, no Teatro Princesa Isabel. Elenco: Maria Paula MariniAtriz, bailarina e internacionalista. Já participou de grandes competições nacionais e internacionais de dança, como o Youth américa Grand Prix – NY (2014). No Teatro, trabalhou com grandes profissionais, como Daniel Herz, nas peças Ódio (2018) e A Visita (2019), e também com Amir Hadda nas oficinas do Grupo Tá Na Rua. Entre os mestres com quem já estudou estão também Estrela Straus, Eduardo Milewicz e Marina Rigueira. Seu trablaho mais recente como atriz é uma participação na série Sob Pressão (2021), da Globoplay. Também fez parte do elenco do Canal Porta dos Fundos (2019 – 2020). Iluminação: Aurélio de Simoni Aurélio de Simoni (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1948). Iluminador. Da geração que firma o crédito de iluminador nas fichas técnicas dos espetáculos profissionais, realiza uma centena de iluminações para diretores cariocas representativos.Figurinos: Clivia Cohen Há 31 anos no mercado. É artista plástica, cenógrafa, figurinista e diretora de arte. Seguem os últimos trabalhos:2021 - A Melhor Versão (Cenário, Figurino e Direção de Arte) – Direção: Daniel Herz e Luís Felipe Sá2021 - Zé e Nina (Cenário, Figurino e Direção de Arte) – Direção: Vima Melo2021 - Pimentinha – Projeto Grandes Músicos Para Pequenos (Cenário e Figurino) - Direção: Diego Moraes2020 - O Marido de Daniel (Cenário) - Direção: Gilberto Gawronski2019 - D.P.A. - Um Mistério no Teatro (Cenário) - Direção: Ernesto Piccolo2019 - Raulzito Beleza - Raul Seixas para Crianças (Cenário) - Direção: Diego MoraisCenário: Dóris Rollemberg Doutora em Teatro pela UNIRIO, onde também defendeu dissertação de Mestrado, é graduada em arquitetura pela UFRJ (1986). Desenvolve seu trabalho como cenógrafa em Teatro, paralelamente às atividades como docente no departamento de Cenografia CLA - UNIRIO. Participou como artista convidada da Mostra Nacional Brasileira na Quadrienal de Praga 2011: Espaço e Design Cênico com a cenografia de Fábulas Dançadas de Leonardo da Vinci. A Mostra nacional ganhou o Triga de Ouro, prêmio máximo da Quadrienal de Praga. Participou, ainda, como expositora da WORLD STAGE DESIGN em setembro de 2013 em Cardiff com a maquete-objeto a partir da sua cenografia para Grafismos. Foi Curadora Adjunta da Representação Brasileira na 13º Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance (PQ’15) em junho de 2015, além de autora do projeto Expográfico da Seção dos Países e Regiões da Representação Brasileira.Direção Musical: Pedro NêgoComeçou a estudar guitarra aos 13 anos na Escola de Música Villa Lobos. No teatro, participou como músico das peças Da Carta ao Pai (2013), Pesadelo (2014), Caranguejo Overdrive e Laio e Crísipo (2015-2019), Tripas (2017-2020), Filhos de Medea (2019). Assinou a direção musical dos espetáculos Pesadelo (2014), Tão Tão (2016), Belchior – O Musical (2019), Isso que Você Chama de Lugar (2019) e Filhos de Medea (2019). Direção de produção: CultConsult Produções Dentre seus principais trabalhos, destacam-se: Crisântemos (Cinema vivo / texto e direção: Ju Maldonado); Pós-Hamlet (espetáculo teatral / texto e direção: Marcio Fonseca e Gilberto Nascimento); Normal (texto: Anthony Neilson / direção: Luiz Furlanetto); Timoneiro – Hermínio Bello de Carvalho por Hermínio Bello de Carvalho (audiovisual / roteiro: Eliana Monteiro / direção: Pedro Murad / função: direção de produção); Álbum de Retratos (show de Vidal Assis / direção: Lucas Porto / função: direção de produção); A Caverna (espetáculo teatral / texto: Gabrielle Farias / direção: Bruno Heitor / supervisão: Marcos Caruso / função: direção de produção); Pequenas Tragédias (espetáculo teatral / texto: Alexander S. Pushkin / direção: Fabiano de Freitas / função: produção executiva); Clementina, Cadê Você? (espetáculo musical / texto: Pedro Murad / direção: Duda Maia / função: direção de produção).
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.