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PRONAC 230170Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O MATUTO NAS ALDEIAS

RAPHA SANTACRUZ PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 76,9 mil
Aprovado
R$ 76,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Performance de Circo, Clown e Ilusionismo
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PE
Município
Recife
Início
2023-02-02
Término
2023-06-30
Locais de realização (1)
Recife Pernambuco

Resumo

O MATUTO NAS ALDEIAS é um projeto de circulação em dois (2) territórios indígenas de Pernambuco localizados no Agreste e Sertão do estado, Pankararu (Tacaratu, 451km de Recife) e Xukuru (Pesqueira, 217km de Recife), do espetáculo "O MATUTO", do mágico pernambucano Rapha Santacruz, realizando também um intercâmbio/troca de saberes entre o artista e participantes das aldeias contempladas pelo projeto, por meio de quatro (4) ações formativas, sendo duas (2) oficinas de mágica para iniciantes, e duas (2) vivências de música e dança tradicionais das aldeias, ministradas por indigenas escolhidos previamente por uma lideranca local durante a pré-produção do projeto. Em cada Território Indígena, haverá duas (2) apresentações do espetáculo "O MATUTO", em Aldeias diferentes.

Sinopse

Um misto de mágico e palhaço, esse personagem parece saído de um Folheto de Cordel. Em uma linguagem típica do Nordeste brasileiro, ele vai apresentando seu universo de encantamento, com os elementos que saem da sua mala de vaqueiro sertanejo. Forró, xaxado, coco, cavalo-marinho fazem parte da animada trilha sonora desse espetáculo onde a magia tem sotaque matuto. Diversão garantida para todas as idades. O mágico matuto é danado de bom! Vídeo do espetáculo O Matuto https://www.youtube.com/watch?v=s7-C3u4Wpd4

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar, em dois (2) Territórios indígenas de Pernambuco, Pankararu, em Tacaratu, e Xukuru, em Pesqueira, quatro (4) apresentações do espetáculo "O Matuto", e quatro ações formativas sendo, duas (2) oficinas de mágica, e duas (2) oficinas de dança e música tradicionais indígenas (ministradas por indígenas das aldeias), com finalidade de levar às comunidaddes indígenas ludicidade e ensinamentos da mágica, arte milenar circense, e realizar uma troca de saberes entre a produção do projeto e os povos indígenas. E ainda, promover a interiorização e a democratização do acesso à cultura, fazendo a circulação no Interior do Estado de Pernambuco, com todas as ações gratuitas. Objetivos Específicos: Levar aos Territórios indígenas de Pernambuco contemplados pelo projeto arte de qualidade, realizando em cada uma deles, duas (2) apresentações do espetáculo proposto, promovendo a difusão da arte milenar da mágica; divulgando as suas produções para os mais variados públicos, contemplando um público total de 2.500 pessoas aldeadas, de todas as faixas etárias; Realizar duas (2) ações formativas, com uma oficina de mágica para iniciantes (uma em cada aldeia), voltada para as crianças e seus pais ou responsáveis; para incentivar o interesse dos moradores das aldeias indígenas pela arte mágica e estimular a prática de atividades lúdicas em família; Realizar duas (2) ações formativas com uma vivência de musica e dança tradicional da Aldeia, ministrada por indígenas (uma em cada Território), promovendo e difundindo os saberes ancestrais dos povos orginários de Pernambuco; Realizar um (1) registro audiovisual do projeto para sua difusão nas redes sociais do artista, das aldeias, do presente Ministério e patrocinadores, promovendo a memória da cultura indígena de cada aldeia e do artista criador do projeto; Associar atividades formativas na circulação, potencializando o espaço de troca com as comunidades indígenas, realizando 4 ações de partilha mútua, oferecendo 2 oficinas de iniciação a arte mágica para os 2 territórios indígenas comtemplados, e promovendo 2 vivências de música e dança conduzidas por indígenas; Ampliar a acessibilidade, escolhendo lugares de realização adequados ao acesso de pessoas com deficiência física e com mobilidade reduzida, e inserindo LSE- legenda para surdos e ensurdecidos nos vídeos de registro do projeto, que serão publicados nas redes sociais do artista, e dos patrocinadores. O presente projeto atende aos seguintes objetivos do Art. 2º do DECRETO Nº 10.755, DE 26 DE JULHO DE 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;

Justificativa

Este projeto atende aos seguintes objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura 8313/91: Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Art. 3°: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento do presente projeto se dá pelo artista realizar a sua produção cultural de forma independente, desde a construção dos espetáculos à circulação/difusão dos mesmos, sendo imprescindível o apoio de leis e editais de cultura para financiar seus projetos, uma vez que a inciativa privada não apoia mais projetos culturais de pequeno alcance de público e mídia, estritamente culturais, sem que haja o retorno do valor investido por meio da isenção de impostos. A grande maioria da comunidade artística tem imensa dificuldade de captar recursos diretos na iniciativa privada, por não fazer parte do mainstream ou fazer eventos de grande porte com alto alcance de mídia. Projetos como o presente, de um único artista, conhecido em seu estado local e em outras cidades brasileiras, porém ainda sem grande alcance, com uma arte que apesar de milenar, não tem recebido muito espaço na grande mídia e, portanto, é pouco incentivada ao público em geral, tem extrema dificuldade de captar recursos junto à iniciativa privada, salvo quando as mesmas abrem editais para a cultura, como é o caso da Copergás, empresa que apresenta documento de intenção em apoiar este projeto. Promover cultura no país é mais do que um desejo da classe artística, é uma necessidade urgente, principalmente após esse vasto período de pandemia que assolou o nosso país e o mundo. Ao longo da história humana a arte tem comprovado sua potência de cura e sua excelência como agente de transformação, reafirmando seu lugar de direito humano básico. As dimensões continentais e a cada vez maior desigualdade social no Brasil, são desafios imensos para quem se propõe a fazer chegar todas as formas de manifestação cultural nos mais distantes e distintos municípios brasileiros. E se a difusão já e uma tarefa desafiadora nos ambientes urbanos, nas comunidades tradicionais situadas em áreas rurais e distantes de localidades urbanizadas e de estrutura captadora de eventos culturais, as dificuldades de acesso são ainda maiores, mas mesmo assim o presente projeto propõe enfrentar os desafios da logística e estrutura para chegar em comunidades indígenas, pois valoriza e reconhece a importância desses povos, inclusive na constituição da nossa identidade cultural. Como sociedade temos uma dívida histórica com os povos indígenas, e tudo o que pudermos oferecer para o bem estar e desenvolvimento deles é importante, e ir aos territórios indígenas também é honrar nossa própria origem e ter a chance de se nutrir, conhecendo melhor a cultura desses povos. O MATUTO NAS ALDEIAS é uma iniciativa pioneira de circular com um espetáculo de mágica exclusivamente em territórios indígenas. Realizar essas apresentações e atividades de formação em aldeias indígenas, é dar oportunidade de fruição a comunidades que praticamente não tem acesso a arte, e raramente são lembradas nos projetos e circuitos culturais. É fato que as investidas contra os povos originários, suas terras e o processo de aculturação, acabaram interferindo na rotina destes povos, trazendo mudanças significativas, e até a perda da identidade e o extermínio "cultural" e literal de muitos, por isso a troca de saberes que é proposta neste projeto será realizada com o cuidado de não estabelecer nenhum tipo de relação de apropriação intelectual/cultural. Desta forma, uma importante ação para organizar melhor a produção desta proposta, iremos firmar parcerias com lideranças indígenas de cada aldeia contemplada pelo projeto, que assumirá a produção local em sua comunidade. A escolha dos 2 territórios indígenas de Pernambuco foi por já possuírem uma estrutura básica de acolhimento, localizados no Agreste do Estado: Pankararu, em Tacaratu e Xukuru, em Pesqueira. A equipe do projeto vai passar quatro dias em cada aldeia realizando duas (2) apresentações do espetáculo, que acontecerão ao ar livre, em espaços que sejam acessíveis a deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Além da acessibilidade física o projeto terá acessibilidade de conteúdo por meio de legendas no registro audiovisual da circulação. Em cada aldeia também será realizada ações formativas que promoverão a troca de saberes entre a equipe do projeto e as comunidades indígenas, com formato de vivências para trazer a dimensão da experiência e da partilha, aproximando mais ainda os "oficineiros" dos participantes. As ações serão: uma oficina de iniciação a arte da magia, voltada para as crianças das aldeias, seus familiares e formadores (professores/mestres), e será ministrada por Rapha Santacruz que tem vasta experiência pedagógica; A outra será uma vivencia de música e dança tradicionais indígenas, ministrada pelos próprios aldeãos, escolhidos durante a pré-produção do projeto por lideranças de cada território. Essas ações, assim como todo o projeto foi pensado como uma via de mão dupla, onde artista e público são considerados e tratados igualmente como protagonistas. O espetáculo que será apresentado é O MATUTO que estreou em 2016 e é repleto de ludicidade, com uma dramaturgia baseada na cultura popular nordestina. O intérprete para apresentar seus números de mágica, revela a espontaneidade e comicidade do seu personagem com gags de palhaçaria e alguns textos (que são improvisados junto a resposta do público), utiliza sua linguagem corporal e técnicas circenses como o equilibrismo e o malabarismo, e ainda dança e toca instrumentos em cena como o pífano e o pandeiro. A interatividade entre o artista e o público é outra marca da obra, que tem classificação indicativa livre e tem sido muito bem recebida por crianças e adultos em dezenas de apresentações pelo Brasil, e em uma temporada em Portugal realizada em 2017 nas cidades de Elvas, Almada e Lisboa. Com este personagem, Rapha Santacruz consquistou um prêmio na categoria Magia infantil, no mais importante evento de ilusionismo do mundo FISM- Latino América, em 2022. O MATUTO NAS ALDEIAS e mais do que um projeto de circulação, é uma conexão com os povos indígenas e a ampliação dos conceitos de inclusão e diversidade, integrando culturas e reconhecendo o valor de todos os pernambucanos, sem exceção. Este projeto resgata a tradicional itinerência do Circo e pega a estrada com o sentimento de regressar a casa, por estar indo para as terras dos povos originários de Pernambuco, e também pelo xamanismo ser a raiz de todas as formas de mágica, inclusive do ilusionismo.

Estratégia de execução

REDES SOCIAIS DO ARTISTA Instagram https://www.instagram.com/rapha_santacruz/ Facebook https://www.facebook.com/rapha.santacruz.5 Youtube https://www.youtube.com/user/raphaomagico Link do Espetáculo "O Matuto" https://www.youtube.com/watch?v=s7-C3u4Wpd4

Especificação técnica

Espetáculo O MATUTO Formato cênico: semi-arena Duração: 50 minutos Classificação Indicativa: Livre Oficina TOQUE DE MÁGICA (Contrapartida Social) Local amplo, para trabalho em grupo. Duração: 2 horas Classificação Indicativa: crianças a partir de 8 anos, acompanhada de um adulto (pai, mãe ou outro parente) A ação formativa 'Vivencia de música e dança tradicionais indígenas', será ministrada por indígenas das aldeias locais que serão contatados durante a pré-produção do evento, e por isso não é possível no momento especificar a mesma.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Tanto as apresentações do espetáculo quanto as atividades de formação terão acessibilidade física, pois serão realizadas em espaços que sejam acessíveis a deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Vale ressaltar que o projeto ocorrerá em aldeias indígenas e buscará em cada uma delas espaços com acessibilidade física para a realização das atividades do presente projeto, porém caso seja necessário, o projeto adequará tais espaços com estruturas de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo: O produto audiovisual gerado pelo registro do projeto será disponibilizado gratuitamente na internet com legendas (LSE) e Libras, para atender também o público de deficientes auditivos e poderá ser assistido nas redes sociais do artista, dos patrocinadores e do presente ministério.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto serão gratuitas ao público em geral. Os quatro (4) espetáculos oferecidos pelo projeto, dois (2) em cada Território contemplado pelo projeto, serão gratuitos e abertos ao público em geral. As quatro (4) oficinas, duas (2) realizadas pelo artista Rapha SantaCruz e duas (2) oferecidas por indígenas locais, serão gratuitas e abertas ao público em geral. A seleção se dará por meio de inscrição na própria aldeia pelo produtor local. O único requisito é que crianças tem que ter pelo menos 8 anos para participar. O produto audiovisual gerado pelo registro do projeto será disponibilizado gratuitamente na internet para o público em geral com LSE e Libras, podendo ser encontrado nas redes socias do artista, dos patrocinadores e do presente ministério. O projeto contribui com a política federal de democratização do acesso público aos produtos culturais do projeto, oferecendo atividades gratuitas, viabilizando o acesso a diferentes classes sociais e ao público de deficientes. Público beneficiário no Plano de Distribuição: Indígenas das aldeias contempladas pelo projeto, crianças, jovens, adultos, idosos e deficientes, de todas faixas etárias e classes sociais. Local:Tacaratu e Pesqueira em Pernambuco (local de execução) Brasil (local de abrangência). Faixa etária: todas Camada social: todas Gênero: Masculino e Feminino Localização geográfica: Tacaratu e Pesqueira em Pernambuco, Brasil. Estimativa de Público: Espetáculo: 500 pessoas por espetáculo. Total: 2000 pessoas em 4 espetáculos. Oficina de Mágica: 30 pessoas em cada oficina. Total: 60 pessoas Vivência de Musica e Dança indígena: 30 pessoas. Total: 60 pessoas OBS: Importante observar que o número de público beneficiado pelas atividades do projeto poderá ser maior que o previsto no plano de distribuição, pois o registro videográfico do mesmo ficará disponível nas redes sociais do artista, aldeias e dos patrocinadores, com acesso livre e com LSE e Libras.

Ficha técnica

EQUIPE QUE VIAJA: ARTISTA/CRIADOR - PROFESSOR E PROPONENTE: Rapha Santacruz (Rapha Santacruz Produções Artísticas) - Intérprete criador e oficineiro: Mágico profissional há mais de 20 anos; criou e atuou nos espetáculos Haru – a primavera do aprendiz, O Matuto, Figuras Mágicas, AbraCasabra! e Roda. Participou com seus espetáculos de diversos eventos no Brasil e no exterior, incluindo uma temporada em Portugal, entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018. Recebeu o Prêmio Apacepe de Teatro e Dança (2015) de ator- revelação com Haru. Em 2019, ministrou palestra e workshop no evento Viver de Mágica (SP). Início de 2018 fez residência artística na La Grainerie – fabrique des arts du cirque et de l'itinérance em Toulose (FR), orientado por Albin Warette. É idealizador, curador e diretor geral do Festival Internacional de Mágica-FIM (2017 e 2019 presencial e 2021 digital). Implantou o projeto Vila Social, de formação em circo para crianças e adolescentes de baixa renda. Ministrou oficina pelo projeto SESC Dramaturgias em Brasília-DF, Aracaju-SE, Palmas-TO e Belo Horizonte-MG. Entre 2017 e 2020 foi professor de mágica e dramaturgia no projeto de formação do SESC PE, “Tiúma Circense”. Em 2022, foi premiado na categoria Magia Infantil no mais importante evento mudial de ilusionismo, o FISM Latino América- FLASOMA, realizadoem Fortaleza-CE. PRODUÇÃO EXECUTIVA E TÉCNICA DE SOM: Christianne Galdino (Christianne S. Galdino- ME) - Produtora Executiva e Antropóloga: Jornalista, produtora cultural, pesquisadora das artes cênicas e Doutora em Antropologia (UFPE), com intercâmbio (2017) no Instituto Universitário de Lisboa. Formada em danças populares, integrou companhias como o Balé Brasílica, Balé Popular do Recife, Cia. de dança Artefolia, Balé Brincantes, Cia. Mestiça e o Grupo de Dança Mandacaru, onde atuou também como professora, coreógrafa e diretora. Em 1997, viaja a Portugal como representante do Brasil no I Estágio Internacional de Actores Lusófonos; permanecendo até 2002, atuando com produção e atividades artísticas. No regresso ao Brasil dedica-se à produção cultural, atuando também como gestora e crítica em dança, além de pesquisadora e produtora na linguagem de circo/mágica. Em 2021, defendeu sua tese sobre ilusionismo no Doutorado em antropologia (UFPE), intitulada “ALÉM DO SEGREDO: relações sociais, conhecimento e habilidades na produção da mágica”. REGISTRO VIDEOGRÁFICO E FOTOGRÁFICO / EDIÇÃO - Caroline Monteiro Jacintho de Oliveira Formação Acadêmica – 2006 Bacharelado em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, Universidade Salgado de Oliveira, Recife-PE; 2018 Mestre em Artes Visuais pelo programa associado de pós-graduação UFPE-UFPB dentro da linha “História, Teoria e Processos de Criação em Artes Visuais”, Recife/João Pessoa. Áreas de atuação profissional: Cinema-Audiovisual/Artes/Cultura: direção e assistência de direção audiovisual; pesquisa; idealização, escrita-argumento-roteiro e/ou produção de projetos com inserção criativa; criação e/ou produção de figurino; atuação performativa. Comunicação: elaboração textual e/ou apresentação jornalística-audiovisual e em eventos. Realizações: Direção e roteiro dos documentários “Miami-Cuba” (2021), “nova sinfonia cotidiana” (versões PE 2021 e PB ainda por finalizar), “Divas” (produzido pela Luni Produções e inédito) e "Invólucro" (2015). Produtora e diretora assistente do filme do artista visual-diretor Marcelo Coutinho, "Adamón", que está em pré-produção, aprovado pelo Funcultura PE. Também é criadora e produtora de figurinos em mais de quinze filmes. Além disso, já integrou algumas curadorias audiovisuais e de artes integradas, tendo se interessado bastante por esta seara do “pesquisar-pensar-curar” junto ao realizar. PRODUÇÃO DE BASE: ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - ELLYNE PEIXOTO // Graduação em Educação Artística – Artes Cênicas – formada em 1999 - Universidade Federal de Pernambuco. MBA em Planejamento e Gestão de Eventos - 2009 - Universidade Católica de Pernambuco. Especialização em Produção e Gerenciamento de Eventos - Faculdade SENAC Recife-PE (à concluir). EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL -PRODUÇÃO CULTURAL: Maio de 2020 até o presente momento - produtora independente e freelancer. 2022 - Produção local do espetáculo ‘Passarinhos’ e das oficinas ‘Brinquedos Populares’ e ‘Música de Roda’, realizadas pelos grupos Carroça de Mamulengos, Cia Lumiato e Núcleo Maracá, de 06 à 07 de setembro em Maracanaú-CE; Elaboração de projetos em festivais, editais e leis de incentivo à cultura estaduais e nacionais para: a atriz Fabiana Pirro(Recife-PE), mágico Rapha Santa Cruz(Recife-PE), músico Daniel Peixoto(Fortaleza-CE), grupo Clownciência(Fortaleza-CE), e Espaço Cultural Terra Café(Recife-PE). 2021 - Elaboração de Projetos: Natura Musical 2021 - para o espaço Cultural Terra Café - Recife; Lei Aldir Blanc 2021 para artistas e produtores de Fortaleza e Recife: Bruna Alimonda(SP), Fabiana Pirro(Recife-PE), mágico Rapha Santa Cruz(Recife-PE), músico Daniel Peixoto(Fortaleza-CE), grupo Clownciência(Fortaleza-CE), e Espaço Cultural Terra Café(Recife-PE); Assistente de Produção do artista Daniel Peixoto na gravação do Festival Festa do Sol, show dele e da banda Montage no – Gandaia, Dragão do Mar. FUNCULTURA(PE) para Cia Maravilhas de Teatro(PE) e Terra Café bar(PE). 2020 - Elaboração e aprovação dos projetos: Iracema Som Sistema do músico Daniel Peixoto para o XII Edital Mecenas do Ceará; Medusa Musa Mulher da atriz Fabiana Pirro na Lei Aldir Blanc PE 2020; Tropiqueer do músico Daniel Peixoto na Lei Aldir Blanc CE; Desenvolvimento de roteiro para o longa metragem O Hipnotista, para a Luni Áudio e Vídeo Funcultura PE 2020; Terra por Elas do espaço cultural Terra Café, na Lei Aldir Blanc PE 2020. Elaboração de Projetos: Natura Musical – Daniel Peixoto e Terra Café; Funcultura(PE) Música, Audiovisual e Geral 2020: Espaço cultural Terra Café: Festival Terra Por Elas – Artes Integradas e Terra Café Pernambuco Musical – Música; Artista Beta Ferraz, Recife - O Pastoril em que Meti o Meu Nariz – Circo; Longa metragem documental “Carlos Fernando Mistura Pra Ver Como é” – Luni Produções; Curta metragem animação “Jaguarundi” - Luni Produções; Série ficcional “Monstros Brasileiros” - Luni Produções; Série documental “Toda Letra” - Luni Produções; Longa ficcional “O Sol que congela a alma”- Luni Produções. 2004 a 2020 - Funcionária da LUNI PRODUÇÕES - Recife - PE – produtora de publicidade e projetos culturais nas áreas de audiovisual, música, artes cênicas, produzindo filmes, programas de tv, espetáculos e eventos. Função na empresa: *Responsável pela elaboração e acompanhamento de projetos para captação de recursos junto a empresas, leis de Incentivo, editais nacionais e locais de cultura, Canais de TV, Ancine/FSA; *Produção de base e de campo de projetos: eventos, shows, espetáculos, gravações de conteúdos audiovisuais, coordenação de oficinas do Festival de Circo do Brasil, entre outros; *Curadoria de artistas para o evento Festival de Circo do Brasil 2004 a 2019. PREFEITURA DO RECIFE - 2001 a 2003 / 2012 - *Gerente de Serviços de Circo - 2012; *Assistente da Gerencia de Circo – 2003-2004; *Elaboração e Execução do projeto “Circo do Recife” - projeto de política pública para o segmento artístico Circo dentro da cidade do Recife - 2003; *Produtor local de grupos de teatro nos eventos: IV, V e VI Festival Recife do Teatro Nacional(2000 a 2003); *Produção dos shows dos grupos de cultura popular: Maracatu Nação Porto Rico e Orquestra de Frevo, na URBIS 2002 – SP; *Assistente de Produção Geral no evento SPA (Semana de Artes Visuais da Cidade do Recife- 2002 e 2003).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.