| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 60746948000112 | BANCO BRADESCO S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,20 mi |
| 00624964000100 | COMPANHIA DE GAS DO AMAZONAS - CIGAS | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 03134910000155 | AROSUCO AROMAS E SUCOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 03987364000103 | ATEM'S DISTRIBUIDORA DE PETROLEO S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
A 25ª edição do Festival Amazonas de Ópera (FAO), um dos maiores festivais da América Latina, terá como palco principal, em 2023, o Teatro Amazonas, com apresentações de obras de diversos compositores. A programação terá como produtos: FESTIVAL/MOSTRA com apresentações de óperas, APRESENTAÇÃO MUSICAL com apresentações de recitais e CONTRAPARTIDA SOCIAL com oficina e palestra.
Produto Principal: FESTIVAL/MOSTRA Óperas 25º FAO O CONTRACTADOR DOS DIAMANTES, de Francisco Mignone Ópera em três atos, de 1921, cujo libreto, de Gerolamo Bottoni, inspira-se no drama homônimo de Afonso Arinos. LA SONNAMBULA, de Vincenzo Bellini Ato I: Primeira cena: na aldeia. No fundo do cenário eleva-se o moinho de Teresa: um caudal d'água faz girar a roda. Festeja-se a boda de Elvino e Amina, uma órfã criada pela moleira Teresa. A única descontente é Lisa, a proprietária da estalagem do local, também ela enamorada do jovem e rico agricultor, ao mesmo tempo em que rejeita os avanços amorosos de Alessio, outro jovem da aldeia. Chega à aldeia um nobre, que demonstra conhecer bastante bem aqueles lugares, mas que não é reconhecido por ninguém da aldeia. Trata-se do Conde Rodolfo, filho do falecido senhor do castelo. O nobre, que se instala na hospedaria de Lisa, dirige alguns cumprimentos a Amina, dizendo-lhe que a face dela lhe recorda alguém que havia conhecido há muitos anos. Antes de saudá-lo, os aldeões o advertem que o lugarejo é assombrado pela sinistra presença de um fantasma, mas o culto senhor atribui aquela informação à simplória superstição local. Os elogios do Conde despertaram, entretanto, os ciúmes de Elvino que, ao ficar sozinho com ela, repreende a futura esposa. Segunda cena: Um quarto da hospedaria. Na frente, uma janela; de um lado, a porta de entrada, de outro, um pequeno escritório, com um sofá e uma mesinha. Em seus aposentos, o Conde Rodolfo decide cortejar Lisa. Quando ouve passos, a hospedeira foge precipitadamente, mas antes reconhece Amina, que em estado de sonambulismo está se aproximando do quarto do Conde. A sonâmbula dirige-se afetuosamente ao nobre, invocando o nome do futuro esposo, descrevendo entusiasmada a próxima cerimônia de suas bodas e, por fim, pedindo-lhe que a abrace. Rodolfo não sabe o que fazer: aproveitar-se da situação, acordar a sonâmbula? Resolve abandonar o quarto, no exato momento em que um grupo de aldeões chega à hospedaria para saudar o Conde, de quem descobriram finalmente a identidade e surpreendem a jovem Amina recostada no sofá. O desconcerto é geral. Elvino, revoltado, rompe o noivado, enquanto a donzela, estarrecida, inconsciente do que aconteceu, não consegue encontrar palavras para justificar-se. Ato II: Primeira cena: Pequena floresta entre a aldeia e o castelo. Enquanto um grupo de aldeões se reúne com o Conde para convencê-lo a tomar sua defesa, Amina busca consolo no afeto de sua mãe. Amina enfrenta Elvino que, perturbado pelos eventos, recorda a ela como o havia tornado o mais infeliz dos homens e lhe toma o anel de compromisso. Segunda cena: na aldeia, como no Ato I, no fundo do cenário eleva-se o moinho de Teresa: um caudal d'água faz girar a roda. Em vão tenta o Conde Rodolfo explicar aos aldeões do que se trata o sonambulismo e fazer Elvino recuar de sua posição. O jovem, por vingança, já decidiu de tomar compromisso com a dona da hospedaria, Lisa. A aldeia está, portanto, novamente em festa diante da perspectiva de outra possível cerimônia nupcial, mas quando Lisa e Elvino passam diante do moinho de Teresa, esta acusa Lisa de haver cometido o mesmo crime de Amina, e apresenta como prova o lenço pertencente a Lisa e encontrado no quarto do Conde Rodolfo. Elvino sente-se pela segunda vez traído, quando — para surpresa geral — vê-se Amina a caminhar em estado de sonambulismo sobre armação do telhado da casa. É a prova de que o Conde Rodolfo tinha razão. Contemplando a flor murcha que Elvino lhe havia dado apenas no dia anterior, a sonâmbula canta seu amor infeliz ("Ah! non credea mirarti"), escutada por todos, e é quando ela pode finalmente reabraçar seu amado Elvino. A aldeia, novamente em festa, prepara-se para as tão esperadas bodas. PIEDADE, de João Guilherme Ripper Cena 1 – Euclides escreve “Os sertões”: Euclides escreve “Os sertões” em uma cabana em S. José do Rio Pardo, São Paulo. Anna entra oferecendo um prato de comida que Euclides recusa. Segue-se um longo relato de episódios da Guerra de Canudos e a morte de Antônio Conselheiro, que Euclides, delirante, revê em detalhes experimentando uma grande emoção (“Sanninha, eu vi”). Apoplético, Euclides tem um forte acesso de tosse. Anna o ampara e procura lembrar ao escritor que ele tem uma esposa, família e sum lar para cuidar (“Euclides, olha para mim”). Euclides responde angustiado, dizendo sentir-se convocado a desbravar e a escrever sobre o Brasil (“Larga-me, deixa-me, este fogo me consome”). Anna tenta acalmá-lo. Euclides parece ceder, mas acaba saindo e deixando Anna sozinha. Cena 2 – Anna e Dilermando: Anna, acompanhada de seu filho Manoel Afonso, está na recepção da pensão Monat, no bairro do Flamengo, Rio de Janeiro. O jovem cadete do exército Dilermando de Assis se oferece para carregar as malas e ambos começam um diálogo que transpira simpatia mútua, mas onde Anna deixa inicialmente marcada a diferença de idade que os separa. Dilermando quer saber o que faz Anna numa modesta pensão. Ela responde vagamente (“É temporário, é necessário”), demonstrando alguma tristeza, o que provoca a curiosidade de Dilermando. Anna recusa-se a dizer o motivo e Dilermando livra-se do constrangimento com humor contando o orgulho de seguir a carreira militar (“Sempre a buscar disciplina, coragem, vigor”). Entusiasmado, pega as malas de Anna deixando cair um exemplar de “Os sertões”. Anna não consegue disfarçar a tristeza ao revelar que Euclides da Cunha é seu marido. Dilermando pergunta porquê Anna está tão triste e, sedutor, elogia sua beleza. Anna responde rispidamente, lembrando que Dilermando é só um rapaz e que a vida nem sempre é feita de felicidade e encontros (“É preciso morrer”). Dilermando, perdidamente apaixonado, num entusiasmo juvenil abraça Anna que livra-se e o acusa, lembrando sua condição de casada (“Vil! Afaste-se de mim!”). Dilermando, arrependido, pede perdão pela impulsividade e diz que vai afastar-se para sempre (“Tem razão! Foi um impulso torpe”). Quando Dilermando chega à porta, Anna chama-o e pede que fique deflagrando uma cena de amor e desejo (“Rasga os meus véus”). Entra um mensageiro trazendo uma carta para Anna. A notícia: depois de longo tempo, Euclides retorna. Cena 3 – O encontro de Euclides e Dilermando no porto: Anna envia Dilermando ao cais Faroux para encontrar Euclides, tentando aplacar as suspeitas do escritor, que já teria recebido notícias do romance antes mesmo de sua volta. Euclides chega à noite, trazendo sentimentos contraditórios: o entusiasmo com a grandeza do Brasil e a aflição pelas informações sobre o caso de Anna e Dilermando (“Voltei, tantas coisas vi”). Dilermando, que espera Euclides, lembra das grandes mudanças ocorridas em sua vida a partir da paixão por Anna (“Pouco eu vivi, tantas coisas eu já passei”). Dilermando avista Euclides e se oferece para carregar suas malas, dizendo que Anna pediu que viesse buscá-lo. Euclides surpreende-o perguntando se ele se chama Dilermando de Assis, (“Seu nome chegou aos meus ouvidos envolto em infâmia”) e mandando-o embora. Dilermando, nervoso, tenta explicar-se, deixando escapar o apelido afetivo de Anna: “Sanninha”. Euclides, numa explosão de raiva quer saber como Dilermando conhece este nome. Dilermando retoma o controle da situação, responde somente “Adeus, Doutor Euclides” e deixa o angustiado Euclides sozinho na escuridão do cais. Cena 4 – A tragédia: Anna e Dilermando, agora capitão do exército, acabam de tomar café da manhã na casa dele, no bairro da Piedade. Anna refugiara-se lá na noite anterior, temendo as reações cada vez mais descontroladas de Euclides. Dilermando canta a canção que fez para Anna, em que fala do bairro da Piedade e de sua paixão por ela (“Quando a manhã me desperta falando de amor”). Envolvidos, trocam juras de amor e Anna revela sua angústia por viver uma vida dupla e conflituosa. Dilermando propõe que Anna venha morar com ele e pergunta se ela já pediu a Euclides a separação (“Acabemos logo com isso”). Anna responde que a cada tentativa, Euclides torna-se mais violento. Dilermando acalma-a dizendo que é uma questão de tempo, pois o Euclides não tem escolha. Ouve-se a voz de Euclides de fora a casa chamando Dilermando. Ele tenta agir naturalmente pedindo a seu irmão Dinorah, no quintal, que atenda Euclides. Ouve-se um tiro e Dilermando vê pela janela seu irmão ferido. Anna, em pânico, quer falar com marido, mas Dilermando não deixa, argumentando que Euclides está fora si. Dilermando pede que ela se esconda e corre em seguida para o quarto a fim de pegar sua arma. Euclides entra na sala, encontra Dilermando e o acusa de ser o causador de seu infortúnio (“Sou Euclides da Cunha, a quem, mesmo desconhecendo, as costas apunhalou”). Dilermando tenta em vão acalmá-lo. Euclides está decidido a lavar sua honra com sangue e desfere o primeiro tiro na virilha de Dilermando, que cambaleia, mas consegue manter-se em pé. Anna suplica. Dilermando, ferido, argumenta (“Não me obrigue, Doutor Euclides”). Euclides permanece inabalável em seu propósito (“Já que destruir eu não posso a mãe infiel de meus filhos”) e desfere o segundo tiro, acertando o peito de Dilermando, que cai com uma dor lancinante. Anna corre para socorre-lo. Euclides prepara o tiro fatal, quando Dilermando acerta seu braço direito, tentando desarmá-lo. Ferido, Euclides passa a arma para a mão esquerda apontando-a ora para Anna, ora para Dilermando. Aproveitando-se da hesitação, Dilermando faz o disparo que mata Euclides. Após um momento de perplexidade (“Dilermando, o que fizeste?”), Anna da Cunha, ajoelhada entre o marido morto e o amante ferido, desaba sob o peso da tragédia (“Piedade, Senhor, que nos criaste humanos demais”). FEDORA, de Umberto Giordano Ato I: St. Petersburg, 1881. Numa noite de inverno, no palácio do Conde Vladimir Andreievich. Sua noiva, Princesa Fedora, com quem haveria de se casar em poucos dias, surge e canta seu amor por ele, enquanto o dissoluto Conde está traindo-a com outra mulher. O som de sinos de um trenó são ouvidos, surgindo o Conde trazido mortalmente ferido. Médicos e um pároco são chamados, e os serviçais são interrogados. É levantada a suspeita de que o Conde Loris Ipanov, um provável simpatizante do movimento niilista, é o provável assassino. De Siriex, um diplomata, e Grech (inspetor de polícia), conduzem a investigação. Fedora jura pela cruz bizantina, que traz em seu peito, que a morte do Conde Andreievich será vingada. Ato II: Paris. Fedora seguiu Loris Ipanov até a capital francesa, com o objetivo de vingar-se da morte de seu noivo. Um virtuose toca ao piano num dos saraus parisienses. Ipanov surge e declara seu amor por Fedora. Esta lhe diz que está retornando à Rússia no dia seguinte. Loris se desespera, pois não pode voltar ao país, de onde se exilara por causa do crime. Confessa, então, a Fedora, ter sido ele o assassino do Conde Vladimir. Fedora pede-lhe para que fique depois de encerrada a recepção, para contar-lhe toda a história. Quando se vê só, ela escreve uma carta ao Chefe da Polícia Imperial, acusando o Conde Ipanov pelo homicídio de Vladimir. Loris retorna, como tinha combinado, e revela que o matara porque descobrira que o Conde falecido e sua esposa eram amantes. Na noite do crime, Ipanov os flagrara juntos: Vladimir atirara contra ele, ferindo-o; quando revidou feriu mortalmente o rival. Fedora percebe estar apaixonada por Ipanov, e que a morte não havia sido por fins políticos - mas para a defesa da própria honra. Abraçam-se e ela o convence a passarem a noite juntos. Ato III: Bernese Oberland (Suíça). Loris e Fedora são agora amantes e vivem numa vila de propriedade dela. Ali também está sua amiga, a Condessa Olga Sukarev. De Siriex surge para convidar Olga para um passeio de bicicleta, contando então a Fedora o resultado da carta que esta tinha enviado ao chefe de polícia e informando que Valeriano, irmão de Loris, encontrava-se detido, acusado de participar da conspiração para o assassínio do Conde Andreievich, e que este tinha sido levado para uma fortaleza situada junto ao rio Neva. Certa noite o rio provocara uma inundação, e o jovem fora levado pelas águas. Quando a mãe de Loris soube da trágica notícia, tivera um colapso e morrera. Fedora sente-se angustiada: ela foi a causadora das duas mortes. Loris recebe uma carta de um amigo da Rússia, que lhe informa não somente dos dois óbitos familiares, como ainda de que os mesmos tinham sido causados por uma carta-denúncia, enviada por uma mulher que morava em Paris. Fedora confessa ao amante ter sido ela a autora da carta, e implora-lhe o perdão. Tomado pela emoção, ele inicialmente o recusa, amaldiçoando-a. Fedora, então, toma o veneno que secretamente trazia oculto em sua cruz bizantina, que trazia sempre ao pescoço. Loris implora ao médico para que a salve, mas é muito tarde: Fedora morre em seus braços. NAVIO FANTASMA, de Richard Wagner, ópera com Teatro de Marionetes, apresentada pelo grupo O Pequeno Teatro do Mundo (essas apresentações serão gratuitas) Ambientada em uma aldeia pesqueira da Noruega, conta a história de um navegador holandês que é punido por Deus por blasfemar contra seu nome, perdendo-se de sua pátria para sempre, a menos que surja em sua vida uma mulher que lhe seja plenamente fiel. Ao atracar no porto, o holandês ancora sua nau ao lado da de Daland, outro navegador. O holandês oferece a enorme riqueza em ouro e jóias que carrega em sua nau a Daland em troca da mão de Senta, sua filha. Senta já conhecera previamente a história do "Holandês Voador", mas é cortejada pelo caçador Erik, que se enciuma todas as vezes em que ela faz qualquer referência ao "Holandês Voador", seja observando insistentemente seu retrato, seja cantando a "Balada do Holandês" - esta, uma das árias mais célebres da ópera. Daland apresenta o holandês a Senta, e ela lhe jura eterna fidelidade, mas Erik ainda tenta persuadir Senta a voltar para ele. A certa altura, o holandês encontra Erik abraçando Senta e julga que esta rompeu com seu voto de fidelidade eterna, e parte novamente para o mar. À medida que a nau do holandês se afasta, Senta olha cada vez mais longe e se atira ao mar, na direção onde está a nau do holandês, tentando unir sua alma à dele. Sobre O Pequeno Teatro do Mundo: O Pequeno Teatro do Mundo foi fundado em 2015, quando Fábio Retti e Fabiana Vasconcelos Barbosa iniciaram as pesquisas sobre o teatro de marionetes. Resgatando a tradição do teatro mambembe, o Pequeno Teatro do Mundo propõe não apenas um espetáculo, mas uma vivência. Através da técnica milenar de marionetes de fio, desperta o sabor de uma nostalgia repleta de alegria e memórias afetivas. Unindo sua expertise no teatro animação à sua paixão pela ópera, encanta e diverte os espectadores ao mesmo tempo em promover uma experiência educativa e de iniciação artística, ao trazer o universo da música erudita em uma linguagem popular. Com um trabalho artesanal, cuidando de cada detalhe desde a construção da carroça-teatro e do teatro de bambu até a confecção das marionetes, dos cenários e de cada elemento da encenação, os artistas dos Pequeno Teatro do Mundo levam aos mais diversos públicos uma vivência de excelência estética que toca de forma potente e delicada pessoas de todas as idades. Produto Secundário: APRESENTAÇÃO MUSICAL Recitais À definir CONTRAPARTIDA SOCIAL Oficina “O nascimento do dragão”, com o grupo O Pequeno Teatro do Mundo. Inspirada no livro homônimo, de Marie Sallier, que conta a lenda de como as crianças da China estabeleceram a paz entre os povos ao inventar este mítico animal. A partir da leitura coletiva do livro, cada participante poderá criar o seu dragão-marionete e experimentar as diversas formas de dar vida à sua criação. Palestra “Como se encantar pela ópera” O gênero operístico muitas vezes é encarado como algo elitista e longe da realidade da maioria das pessoas, mas desejamos provar com esta palestra que este gênero, nascido há quase 500 anos, é atualíssimo e pode emocionar e interessar a todas e todos.
Decreto nº 10.7555/21 Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura Pois o Festival gera emprego e renda, estimula a cadeia produtiva local e nacional. Objetivo geral: Realizar a 25ª edição do Festival Amazonas de Ópera Objetivos específicos: Contribuir com o mercado artístico local; Impulsionar a economia criativa; Proporcionar o intercâmbio; Gerar emprego e renda; Viabilizar a produção de obras clássicas nacionais e internacionais; Fomentar o turismo cultural no estado do Amazonas. Produto FESTIVAL/MOSTRA Realizar 12 apresentações de 04 óperas Realizar 05 apresentações do Pequeno Teatro do Mundo com a obra "Navio Fantasma", de Richard Wagner. Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL Realizar 04 apresentações de recitais Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Realizar 05 oficinas, "O nascimento do Dragão", com Fábio Retti e Fabiana Vasconcelos (O Pequeno Teatro do Mundo). Realizar 15 palestras "Como se encantar pela ópera", com Ligiana Costa.
Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois o Festival além de realizar apresentações gratuitas, terá comercialização de ingressos com preços bem acessíveis e populares. Anualmente o festival tem atraído público que circula pelo evento, mergulhados no universo das apresentações no Teatro Amazonas, no Largo de São Sebastião, no Teatro da Instalação com espetáculos gratuitos, possibilidade garantida pelas parcerias estabelecidas. Podemos afirmar que o FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA se transformou num evento fundamental para a cultura amazonense, envolvendo-se significativamente em todos os temas relacionados a esta atividade no Estado. Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; A primeira edição do Festival Amazonas de Ópera foi realizada em 1997, desde então diversos foram os desafios para realizar as edições seguintes e transformar o evento em um dos mais importantes do país. Uma diversidade de artistas, técnicos, obras, músicos, cantores, bailarinos, atores, diretores, produtores entre tantos outros, construíram este festival que hoje em sua 25ª edição, reafirma sua importância e relevância para a economia criativa, pois vem contribuindo sobremaneira com o desenvolvimento de vários setores do mercado cultural. Ao longo de suas edições o festival sempre buscou democratizar seu acesso e desenvolver estratégias de acessibilidade pensando na construção de caminhos possíveis para a fruição dos espetáculos e participação ativa da sociedade. Hoje, referência para a cultura amazonense, o festival é um projeto consolidado com números relevantes sobre empregos diretos e indiretos na área da cultura e turismo e tem afirmado que a cultura é um dos caminhos certos e seguros para o desenvolvimento sustentável. O sucesso da realização do projeto, aliado ao crescimento da cultura local e a contribuição de diversas ações em prol da estruturação permanente na área, avalia e dá credibilidade para sua continuidade, que tanto retorno oferece aos investidores, à cultura, ao turismo e à sociedade de uma forma geral, com geração de emprego e renda, sendo ainda, uma excelente opção de lazer cultural. IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Enfatizamos que o evento disponibiliza a sociedade uma programação gratuita, em consonância com o artigo 27, do decreto 10.755 de 26 de julho de 2021, onde está definido que os projetos realizados com recursos incentivados, total ou parcialmente, deverão incluir formas para a democratização do acesso à população. Sem contar o público que assiste algumas apresentações transmitidas ao vivo pelas redes de televisão. Os eventos são liberados para qualquer tipo de cobertura artística e jornalística, bastando apenas à comunicação com a produção do festival, para entrosamento e parceria na produção audiovisual e televisiva. Buscamos o apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura na aprovação deste projeto para que se possa captar recursos que viabilizem a realização da 25ª edição do FAO, possibilitando a produção das apresentações, o pagamento dos artistas e técnicos envolvidos e a contratação dos serviços necessários. Por todas as razões já citadas acreditamos que manter anualmente o Festival ativo e com uma programação de qualidade é de fundamental importância para a cultura, o turismo, a educação, a economia e para a imagem do Brasil dentro e fora do país. Ressaltamos que a cultura é uma das práticas de desenvolvimento sustentável mais ecologicamente corretas e, portanto, mais ajustadas a Região Amazônica.
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Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL OFICINA “O nascimento do dragão” Carga horária: 2 horas Público alvo: alunos e professores de escola pública Vagas: 50, para cada oficina, estimando-se atender 250 pessoas, com as 05 oficinas Ministrantes: Fábio Retti e Fabiana Vasconcelos Barbosa Conteúdos: * Leitura coletiva e análise do conteúdo, com foco na composição de um personagem; * Conhecimento da estrutura das marionetes de fio e da cruzeta de controle, * Aprendizado das técnicas de construção, confecção e afinação das marionetes de fio; * Aprendizado das técnicas de manipulação de marionetes de fio; * Jogos e brincadeiras com marionetes e música. Objetivos Apresentar técnicas de confecção de marionetes; Aprender a manipular as marionetes através de jogos cênicos com trechos de músicas clássicas. Metodologia Momento 1: Leitura coletiva do livro “O Nascimento do dragão”, de Marie Sallier. Inspirados pelo livro, cada participante é orientado a imaginar as características físicas e comportamentais de seu dragão e a desenhar o projeto de sua marionete; Momento 2: Orientadores apresentam as marionetes e sua estrutura e as formas de criação e confecção dos bonecos. Momento 3: Partindo de um molde comum, cada participante é orientado na confecção da sua marionete a partir do projeto desenhado anteriormente. Nesta etapa é ensinada a estrutura das articulações dos bonecos e da cruzeta de controle, assim como o processo de montagem e afinação dos fios. Momento 4: Participantes dão vida às marionetes, brincando e descobrindo de forma lúdica as possibilidades de movimento dos bonecos com exercícios de foco, triangulação e deslocamento no espaço. Ministrantes: Fábio Retti e Fabiana Vasconcelos Barbosa Fábio Retti é Iluminador e Marionetista. Já concebeu a luz de mais de 80 óperas no Brasil e no exterior. Em teatro destaca-se por trabalhos junto a nomes expressivos das artes cênicas, como Cacá Carvalho, Roberto Bacci, Tadashi Endo, Morena Nascimento, Raul Cortez, Thiago Lacerda, Giulia Gam, Débora Falabella, Maria Thaís, Eliane Giardine, entre outros. Recebeu o Prêmio Carlos Gomes de Ópera na categoria Iluminação por Andrea Chenier e Rigoletto. Venceu a 20° edição do Prêmio Shell de Teatro com o espetáculo O Homem Provisório, entre outros prêmios e várias indicações. Como marionetista é fundador do Pequeno Teatro do Mundo. Tem formação em confecção e manipulação de bonecos de fio junto a Cia. Pigmalião de Belo Horizonte e de escultura em madeira e autômato com o Grupo Sobrevento. Fabiana Vasconcelos Barbosa é atriz e educadora, formada em Interpretação pela ECA/USP. Fundou o PEQUENO TEATRO DO MUNDO onde criou o espetáculo "Rossini por um fio" e a ópera “O Menino e os Sortilégios”. Integra a Cia. do Tijolo, atuando nos espetáculos "Cantata Para um Bastidor de Utopias" e “Concerto de Ispinho e Fulô”. Integrou a Casa Laboratório para as Artes do Teatro, dirigida por Cacá Carvalho. Participou como atriz/manipuladora de bonecos do espetáculo “Ramom e Maraó” do grupo Palavra Cantada com bonecos do Grupo Giramundo. Integrou o grupo de teatro de bonecos Cia. Articularte. Foi professora de teatro na Educação Infantil e no Fundamental I na Escola Viverde. É artista-educadora do projeto Rota das Artes, onde coordena o grupo de teatro. Realiza a curadoria das oficinas para crianças do Festival Arte Serrinha. Palestra “Como se encantar pela ópera” Carga horária: 2 horas Público alvo: alunos e professores de escola pública Vagas: 50, para cada palestra, totalizando 750 pessoas com as 15 palestras Ministrante: Ligiana Costa Objetivos Aproximar crianças e adolescentes do gênero operístico de forma lúdica e leve, trazendo a linguagem do drama cantado para perto deste público através de jogos, referências a séries, filmes e jogos. Justificativa O gênero operístico muitas vezes é encarado como algo elitista e longe da realidade da maioria das pessoas, mas desejamos provar com esta palestra que este gênero, nascido há quase 500 anos, é atualíssimo e pode emocionar e interessar a todas e todos. Metodologia Num primeiro momento falaremos sobre o surgimento da ópera no século 17 e como ela se tornou popular. Num segundo momento, traremos noções básicas do gênero e contextualizaremos a ópera na atualidade. Um game pode ser ópera? Uma série televisiva pode conter ópera? Para finalizar faremos um rápido jogo no qual os alunos poderão cantarolar um coro de ópera e experimentar a sensação de cantar em conjunto. Material didático a ser utilizado Vídeos projetados e powerpoint. Ministrante: Ligiana Costa Graduada em canto lírico pela Universidade de Brasília, fez especialidade em canto barroco no Conservatório Real de Haia (Holanda), mestrado em Filologia Musical na Faculdade de Musicologia de Cremona e doutorado em musicologia na Universidade de Tours (França) e na Universidade de Milão com tese sobre oÌ?pera barroca italiana. Publicou livros de musicologia pela Editora da Unesp. Encerrou em 2017 um poÌ?s doutorado na USP, o resultado desta pesquisa foi lançado pela Edusp e premiado pelo PreÌ‚mio Flaiano (ItaÌ?lia) em 2018. Ligiana é colaboradora da Rádio Cultura FM, ela também dirige o podcast do Theatro Municipal de São Paulo com o qual venceu o Prêmio Profissionais da Música de melhor apresentadora de podcast de 2021. Foi uma das curadoras da temporada de 2022 do Theatro Municipal de São Paulo e atua como dramaturgista no Festival Amazonas de Ópera e no Theatro Municipal de São Paulo.
Considerando o Art. 22 e os ANEXOS I e VII, da IN 01/2022, destacamos abaixo as medidas que serão tomadas para garantir o acesso das pessoas com deficiência às atividades: Produto FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevador) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não existe item referente a acessibilidade física na planilha orçamentária porque o Teatro Amazonas já está adaptado a pessoas com deficiência, além disso, disponibiliza pessoal especializado para atendimento. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: PcD AUDITIVOS – todas as apresentações de ópera terão legendas e intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de libras 2. Locação de equipamento de legendagem eletrônica PcD VISUAL – todas as apresentações de ópera terão audiodescrição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Todas as apresentações de ópera terão monitoria especializada inclusiva Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Monitores Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais onde serão realizadas as apresentações possuem os recursos necessários para receber pessoas com deficiência (rampas, piso tátil, banheiros adaptados, elevador) Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não existe item referente a acessibilidade física na planilha orçamentária porque o Teatro Amazonas já está adaptado a pessoas com deficiência, além disso, disponibiliza pessoal especializado para atendimento. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: PcD AUDITIVOS – todas as apresentações dos recitais terão legendas e intérprete de libras. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de libras 2. Locação de equipamento de legendagem eletrônica PcD VISUAL – todas as apresentações dos recitais terão audiodescrição. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Narrador de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Todas as apresentações dos recitais terão monitoria especializada inclusiva Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Monitores Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Em relação às CONTRAPARTIDAS SOCIAIS, a acessibilidade ficará assim garantida: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – não haverá custo, pois, as escolas que serão selecionadas possuem adaptação do espaço para receber pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: PcD AUDITIVOS – as oficinas e as palestras serão acompanhadas de intérprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Intérprete de libras PcD VISUAL – as oficinas e as palestras serão acompanhadas de audiodescrição Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Serviço de Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Todas as oficinas, as palestras e as apresentações terão monitoria especializada inclusiva Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA 1. Monitores
De acordo com o Art. 23 da IN 01/2022, O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Buscaremos parcerias para conseguirmos distribuir gratuitamente 20% de ingressos com caráter social, educativo e formação artística. b) Será distribuído 5% da quantidade total de ingressos de forma gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores; d) Será distribuído 10% da quantidade total de ingressos de forma gratuita promocional; e) Será comercializado a R$ 20,00 (Vinte Reais), preço popular; g) 50% da quantidade total de ingressos serão comercializados entre o Preço Popular de R$ 20,00 (Vinte Reais) e o Preço Normal de R$ 100,00 (Cem Reais), atendendo aos outros incisos e as exigências da legislação e com meia entrada em todas as precificações. Ampliação de Acesso De acordo com o Art. 24 da IN 01/2022 Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I), serão adotadas as seguintes medidas: III - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Será permitida a captação de imagens das ações do festival/mostra, das apresentações musicais e das contrapartidas sociais para que redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas possam veicular e atingir um maior número de pessoas.
EDVAL MACHADO JÚNIOR – COORDENAÇÃO GERAL DO PROJETO Presidente da Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural - AADC, graduado em Comunicação Social e Direito, atuando há mais de 15 anos, tem experiência na área empresarial e trabalhista. Como dirigente da instituição nomeado em 04 de junho de 2020, por meio de Decreto do Governo do Estado do Amazonas, o presidente da AADC, atuará por meio de serviço voluntário, sendo o mesmo responsável por todo processo decisório do projeto, realizando análise e direcionamento dos trabalhos desde sua pré-produção até a prestação de contas final. A ata de nomeação do atual diretor da AADC encontra-se anexada aos documentos. LUIZ FERNANDO MALHEIRO – DIRETOR ARTÍSTICO DO FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Reconhecido pela crítica como um dos principais nomes da ópera no Brasil, Malheiro tem em seu repertório mais de 60 títulos regidos. É o atual Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Amazonas Filarmônica, diretor artístico do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Foi diretor artístico do Teatro São Pedro de São Paulo e regente titular de sua orquestra e foi diretor de Ópera no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Vencedor do Prêmio Carlos Gomes: Regente de Ópera (2012, 2011 e 2009) e Universo da ópera/2000, dirigiu no FAO/2005 a primeira montagem brasileira do Anel do Nibelungo de Wagner, recebendo ainda mais dois prêmios: Universo da Ópera e Espetáculo do Ano. Regeu diversas vezes no Festival de Ópera de La Coruña na Espanha e dirigiu concertos e espetáculos frente a Orquestra Sinfônica de Roma, Orquestra Sinfônica de Miami, Orquestra do Teatro Olímpico de Vicenza, Sinfônica de Bari, Orchestra Filarmônica Marchigiana, Orquestra da Ópera Nacional de Sófia, Orquestra Sinfônica de Porto Rico, Orquestra Sinfônica da Galícia e a Orquestra Sinfônica Castilha e Leon, Orquestra do Teatro de Bellas Artes de Bogotá, Orquestra do Teatro de Bellas Artes do México, Filarmônica do México, Teatro Del Libertador de Córdoba na Argentina, Orquestra da Rádio de Bucarest, Orquestra Filarmonica de Malaga, Orquestra da Opera de Atenas, dentre outras. No Brasil regeu a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, a Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sinfônica Brasileira, a OSESP, a Sinfônica de Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica do Paraná, a Orquestra Sinfônica da Bahia dentre outras. Gravou Fosca e Maria Tudor de Carlos Gomes em vídeo e CD. Estudou composição com J. Targosz na Polônia e com R. Dionisi na Itália. Estudou regência com T. Colacioppo no Brasil, K. Missona na Polônia e na Itália estudou com Leonard Bernstein em Roma, F. Leitner em Siena e Carlo Maria Giulini em Milão. FLÁVIA FURTADO – DIRETORA GERAL DO FESTIVAL AMAZONAS DE ÓPERA Gestora Cultural Diretora de palco (stage manager) Sócia Majoritária da VLAANDEREN PRODUÇÕES CULTURAIS Natural de Volta Redonda-RJ, iniciou seus estudos musicais aos oito anos, com Ana Maria Loureiro e, mais tarde, com Linda Bustani. Foi professora do Conservatório Brasileiro de Música, em Petrópolis-RJ, e em 1995 ingressou no curso de Música da UNIRIO. De 1997 até final de 2000, transferiu-se para Antuérpia (Bélgica) onde é aceita na classe de Heidi Hendrickx. Durante dois anos, foi professora de piano da Muziek School Waarde Beer e apresentou-se em Antuérpia e em Maaseik. Trabalhou durante dois anos no Teatro Municipal do Rio de Janeiro como Assessora Artística e Musical. Em 2003, graduou-se em Comércio Exterior na Universidade Estácio de Sá e, desde então, vem desenvolvendo diversos projetos, unindo experiências em ambas as áreas. Desde 2003 é Produtora Executiva do Festival Amazonas de Ópera, além de participar ativamente dos espetáculos como Diretora de Palco (stage manager). Realizou direção de palco em óperas como a tetralogia de O Anel do Nibelungo; O Barbeiro de Sevilha; Fosca; Condor; Otello; La Gioconda; Sansão e Dalila; Les Troyens; O Diálogo das Carmelitas; Lulu; Parsifal; A Raposa Astuta; Manon Lescaut, entre muitas outras. Como Assistente de Direção Cênica, trabalhou em óperas como Norma; Lady Macbeth de Mtsensk; Condor; Fosca, entre outras. No Theatro Municipal de São Paulo e no Theatro São Pedro (SP), trabalhou nas produções de La Gioconda; Condor; A Tempestade; Olga; A Voz Humana; O Telefone; O Morcego; A Menina das Nuvens; A Valquíria; O Crepúsculo dos Deuses; Orfeu e Eurídice; Werther, entre outras. Em 2006, criou a Vlaanderen Produções Culturais, empresa dedicada a produzir espetáculos profissionais com experiência tanto no aspecto artístico, quanto na execução de cenários e de figurinos, além de toda a logística necessária à produção de grandes espetáculos e festivais. MARCELO DE JESUS – MAESTRO É o diretor dos Corpos Artísticos do Amazonas, maestro titular da Orquestra de Câmara do Amazonas (OCA), maestro adjunto da Amazonas Filarmônica, maestro adjunto da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica e diretor artístico adjunto do Festival Amazonas de Ópera (FAO). Atuou como pianista na série Vesperais Líricas e como maestro interno nas produções do Theatro Municipal de São Paulo. Trabalhou como pianista e maestro assistente de Luiz Fernando Malheiro, Isaac Karabtchevsky, Karl Martin, Siegfried Köhler, Silvio Barbato, Jamil Maluf, Abel Rocha e Luis Gustavo Petri. No SESC Ipiranga-SP, desenvolveu vários trabalhos da série Pocket-ópera como pianista, maestro assistente e diretor musical, entre eles o NxW com direção de Gerald Thomas. No Theatro Municipal do Rio de Janeiro desenvolveu os seguintes trabalhos como diretor musical assistente: La traviata com regência de Sílvio Barbato; Candide com regência de Luís Gustavo Petri; escreveu as variações e cadências de La Sonnambula com regência de Luiz Fernando Malheiro e Turandot sob regência de Malheiro. Fez sua estreia com a OCA em 2003 no VII Festival Amazonas de Ópera com a ópera La Cenerentola de Rossini e com essa orquestra participou do II Festival de Inverno do Rio de Janeiro (2004) e da Série Memorial Sinfônico, em São Paulo (2007). Em 2002 foi eleito maestro-revelação pela Revista Bravo! por sua direção musical em Don Giovanni (Mozart). Ainda no FAO regeu La Cenerentola (Rossini), Norma, Stabat Mater, Pierrot Lunaire, Gianni Schicchi, Otello, Zap (Marcelo Tas), Pedro Malazarte, O Barbeiro de Sevilha, A Noite Transfigurada, Canto de Amor e Paz, O Diálogo das Carmelitas, a estreia brasileira de Otello (Rossini), a estreia mundial da ópera Poranduba (Edmundo Villani), a estreia mundial da ópera completa "Yerma" de H. Villa-Lobos. Regeu também a ópera Maroquinhas Fru-Fru, de Ernst Mahle, no concerto inaugural dentro do XII FAO, o concerto Barroca e a ópera Turandot de Puccini no Largo São Sebastião, ao lado do Teatro Amazonas, para um público estimado em trinta mil pessoas. Na ópera da Colômbia regeu O Barbeiro de Sevilha (2005) no Teatro Colon de Bogotá, e Don Giovanni (2006). Marcelo foi premiado pela APCA 2010 – "Melhor Gravação de Música Brasileira" com o cd "Velhas e Novas Cirandas" – Música brasileira para fagote e orquestra, com Fabio Cury, Luiz Fernando Malheiro e Amazonas Filarmônica, regendo o Concerto para Fagote e Orquestra de André Mehmari. Participações recentes como regente convidado incluem concertos com a Orquestra Milano Clássica, Sinfônica de Rosário, Sinfônica de Sergipe, Orquestra do Teatro Nacional Claudio Santoro, Orquestra Filarmônica do Espírito Santo, Ópera de Colômbia (Don Pasquale) e Amazonas Filarmônica (integral dos Choros de Villa-Lobos). Graduou-se em piano, composição e regência pela UNESP. Estudou regência com Juan Serrano, Lutero Rodrigues, Ronaldo Bologna, e posteriormente com Karl Martin, composição com H. J. Kollrëuter e Edmundo Villani, piano com Pietro Maranca, Homero Magalhães e na Itália com Carmella Pistillo (Academia Santa Cecília-Roma). OTÁVIO SIMÕES – MAESTRO Natural de São Paulo é Bacharel em Música com habilitação em Regência pela Universidade de São Paulo (USP). Iniciou seus estudos de piano e teoria musical em 1995. Em 1998 ingressou no Coral USP tornando-se, no mesmo ano, regente assistente de Marcia Hentschel. Estudou regência desde 1997 sob orientação do maestro Roberto Tibiriçá. Foi participante do Festival de Inverno de Campos do Jordão/SP nas edições de 1999 e 2003. Na graduação em Música pela USP, estudou com Aylton Escobar, Gilberto Tinetti, Eduardo Monteiro, Mario Ficarelli entre outros. Nos anos de 2004 e 2005 foi regente assistente da Orquestra de Câmara da USP (OCAM), ao lado do maestro Gil Jardim. Em 2008, a convite da Prefeitura do Município de São Bernardo do Campo/SP, ministrou o curso Entendendo a Música Erudita. No universo da ópera, acumula mais de 20 títulos realizados como regente, maestro assistente e diretor de palco. Pelo Theatro Municipal de São Paulo, trabalhou nas óperas Andrea Chénier; A Filha do Regimento; O Chapéu de Palha de Florença; Il Tabarro (série especial das Vesperais Líricas); Ariadne auf Naxos; Dido & Eneas; Colombo; Amelia al Ballo; Le Villi; Sansão & Dalila; Rigoletto; L’Enfant et les Sortilèges; A Valquíria; La Traviata; Idomeneo; Crepúsculo dos Deuses; Pelléas et Mélisande; Violanta e Uma Tragédia Florentina. Pelo Theatro São Pedro da capital paulista, fez a direção musical e regência na adaptação de câmara da ópera Pagliacci, além de trabalhar nas óperas Rigoletto; Norma e Werther. Faz parte do conselho da Associação para Iniciação Musical (AIM) em São Paulo e é diretor musical de seu principal projeto beneficente, Quem Canta Ajuda Criança, já realizado em três edições (2010-2012). Pelo Festival Amazonas de Ópera, regeu as óperas Ballo in Maschera, O Morcego, Manon Lescaut e Onheama. Dentro da série Guaraná X (2013-2014) no Teatro Amazonas, dirigiu mais de 30 obras sinfônicas, entre elas: The Planets; A Sagração da Primavera; Young Person’s Guide to the Orchestra; Sinfonia n.5 (Shostakovich); Gloria (Poulenc); Te Deum (Dvoák); Concerto Grosso n.1 (Schnittke). É autor de mais de 200 arranjos, transcrições, orquestrações e adaptações musicais diversas – entre elas, a orquestração do Hino Municipal de Manaus, de Nicolino Milano. Desde fevereiro de 2013, Otávio Simões é maestro assistente da Amazonas Filarmônica e da Orquestra Experimental da Amazonas Filarmônica.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.