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PRONAC 230276Apresentou prestação de contasMecenato

Xingu: Presente!

M. PORTO LTDA
Solicitado
R$ 495,6 mil
Aprovado
R$ 495,6 mil
Captado
R$ 110,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

22.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Livros ou obras de referência - valor Artístico
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-15
Término
2025-02-27
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto compreende a produção de uma publicação editorial trilíngue (inglês e francês) contendo imagens fotográficas feitas pelo jornalista Valdir Zwetsch no Território Indígena do Xingu, no início dos anos 1970, como repórter das revistas brasileiras "O Cruzeiro" e "Realidade". Parte da renda arrecadada com a venda dos exemplares será destinada para as comunidades xinguanas. A proposta objetiva a doação de livros para bibliotecas públicas e em atendimento ao disposto no art. 22 IN 02/2019, como contrapartida social, será realizado um curso livre, com 40h de duração para estudantes e educadores de escolas públicas.

Sinopse

A presente proposta objetiva a realização de um livro trilíngue contendo fotografias feitas pelo jornalista Valdir Zwetsch durante a década de 1970 no Parque Indígena de Xingu. Naquela época, em que ninguém poderia sonhar com chips e máquinas digitais, Valdir produziu esta série com sua máquina Pentax de 35 mm. No início dos anos 1970, ainda existiam grandes áreas praticamente inexploradas no Brasil, um país que ainda descobria o seu próprio interior. Foi quando Valdir acompanhou os irmãos Villas Boas, no contato inicial com os índios kreñakãrore, que ainda viviam isolados na selva. Em 1971, quando trabalhava na revista O Cruzeiro, Valdir acompanhou, ao lado do fotógrafo Antonio Carlos Piccino, o trabalho dos indigenistas da FUNAI, que tentaram atrair os índios kreñakãrore. Eles viviam isolados na selva amazônica e eram chamados de gigantes pelas tribos do Xingu. O título da matéria publicada na revista O Cruzeiro foi "Os índios gigantes da Amazônia", motivado pelo apelido que os nativos tinham na região. A reportagem pode ser acessada através deste link: (Ano 1971, edição 12 - http://memoria.bn.br/docreader/003581/179556) A repercussão da reportagem foi enorme, não apenas no Brasil, chegando a inspirar o ex-Beatle Paul McCartney a criar a música “Kreen-Akrore". Sempre com a missão de redigir textos que vieram a ser publicados com grande destaque pelas revistas da época, Valdir retornou ao Parque nos dois anos subsequentes e com a sua Pentax 35 passou a registrar os índios em seu cotidiano e durante rituais coletivos, fato que resultou em uma coleção formada por 700 negativos. Era o começo dos ano 1970, o desmatamento no entorno do Parque ainda era incipiente. Portanto, toda a área era de floresta exuberante, com pequenas clareiras onde as tribos instalavam suas aldeias e roças. Entre elas, trilhas e alguns raros campos de pouso, abertos a machado e facão. O mais interessante, além da própria mata e seus habitantes, era o rio: o Xingu é um rio imponente, caudaloso, de águas escuras, com uma rede de afluentes considerável, que sempre funcionou como provedor e via de transporte para os povos da floresta... E o espetáculo mais bonito acontecia nas margens, todas as manhãs e finais de tarde, quando a criançada das aldeias se jogava na água para o banho e brincadeiras ... Era bonito ver indiozinhos de quatro, cinco anos mergulhando e nadando no Xingu sem nunca terem tido uma “aula de natação”... Raramente havia algum adulto junto. Eram as crianças maiores que tomavam conta dos pequenininhos na alegre farra... Durante sua estada na área de reserva, Valdir acompanhou a rotina dos índios de algumas aldeias — especialmente a Kamayurá, às margens da Lagoa do Ipavu. Teve a oportunidade de testemunhar rituais importantes – como um Kuarup (festa em homenagem aos mortos), um Yamurikumá (festa das mulheres), a pesca com timbó (cipó que entorpece os peixes e facilita sua captura) e um Mani (rito de passagem em que são furadas as orelhas dos adolescentes do sexo masculino). O Parque Nacional do Xingu, posteriormente, denominado Parque Indígena do Xingu, foi criado em 14 de abril de 1961, e é considerado o maior e uma das reservas mais famosas do gênero, no mundo. Seus principais idealizadores foram os irmãos Villas Bôas, e coube ao antropólogo Darcy Ribeiro, então funcionário do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), a redação do projeto de criação do Parque. Atualmente, o Xingu abriga 16 etnias com cinco troncos linguísticos. Algumas habitam a região há quase dois milênios, outras foram incorporadas ao longo dos séculos. Centros de estudo, inclusive a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), consideram essa área como sendo o mais belo mosaico linguístico puro do Brasil.O Parque Indígena do Xingu é hoje uma mancha de preservação ambiental e cultural cercada por fazendas, estradas, madeireiras, aglomerações urbanas… vários interesses econômicos em desordenada expansão. Lá dentro, as aldeias — permeáveis, com sua gente vivendo o paradoxo entre a preservação da cultura ancestral e a invasão de tecnologias e modelos do mundo dito “civilizado”.

Objetivos

O objetivo desta proposta é a realização de um livro, com tiragem de 2.000 exemplares, contendo 120 páginas, coloridas. O livro será ilustrado por imagens fotográficas feitas por Valdir Zwetsch na década de 1970 como repórter das revistas brasileiras "O Cruzeiro" e "Realidade" — ambas já extintas, além de fotografias atuais que ilustrarão as mudanças que ocorreram nas aldeias ao longo desse período. Parte da renda arrecadada com a venda dos exemplares será destinada às comunidades xinguanas. A proposta fundamenta-se nos seguintes incisos do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, transcritos abaixo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; O projeto trata sobre uma publicação com imagens feitas no território indígena do Xingu há quase 50 anos pelo jornalista Valdir Zwetsch sendo esta uma oportunidade de valorizar a cultura nacional e revelar ao grande público o trabalho de um fotógrafo brasileiro, além da importância de revelar aspectos sobre as comunidades indígenas e sobre a nossa história.A proposta prevê a publicação de um livro, de cunho autoral, que não se fecha em si só, trazendo para seu processode distribuição, palestras que possibilitarão a interação da artista com o público. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; O livro trará imagens das aldeias indígenas xinguanas, entre elas, o registro de uma festividade denominada Kuarup na aldeia Uyaipiuku, do povo Mehinako, entre outras fotografias. São imagens que estimulam a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;O projeto viabiliza a difusão da expressão cultural em escala nacional porque o livro será enviado para instituições culturais e entidades sem fins lucrativos localizadas em diferentes regiões do Brasil. Ressaltamos que parte da renda arrecadada com a comercialização dos exemplares será destinada para as aldeias xinguanas. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;O projeto amplia o acesso do produto cultural para a população uma vez que o livro sempre é uma forma de eternizar um trabalho artístico e sua publicação favorece a fruição do conhecimento. Para que mais pessoas tenham contato com a cultura xinguana, exemplares serão enviados para diferentes regiões do país e, também, será realizado um curso, de acesso gratuito, como forma de expandir o interesse pela obra, ampliando o acesso da população à produção cultural. Ressalta-se que o conteúdo da obra estará disponível através do serviço de audiodescrição modalidade que amplia ainda mais o acesso ao produto cultural para grupos com algum tipo de deficiência visual. IX - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; Por ser trilíngue - português, inglês e francês - a dimensão internacional do produto cultural se potencializa e valoriza a expressão cultural brasileira e sua história no exterior. XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira;O conteúdo da publicação trata sobre um importante recorte de nossa história ao revelar em imagens fotográficas ritos e costumes de populações indígenas tão relevantes na construção da cultura brasileira. __________________________________________________________ Objetivos específicos Produto LIVROPublicar 2.000 exemplares do livro "Xingu: Presente!" com as seguintes características gráficas:N.Páginas: 120 Guardas + capa dura + sobrecapaFormato fechado: 304x230 Formato aberto: 608 x 230 cm Capa: 4x0 papel couchê brilho 150g laminação fosca frente. Papelão 15 Miolo: 7 cadernos de 16 páginas + 1 caderno 8 páginas 4 x 4 cores Formato fechado: 304 x 230 cmFormato aberto: 608 x 230 cm Papel couchê fosco 150g Com verniz fosco frente e verso Guardas: Papel color plus escuro 180g Sobrecapa francesa: 4x 0 Couchê brilho 170gFormato fechado: 304x230 Formato aberto: 896x230Acabamento Geral:Cadernos costuradosSHIRINK INDIVIDUAL Distribuir gratuitamente 500 exemplares do livro. Para contabilizarmos as entregas protocolos serão assinados pelos beneficiários. Os resultados do projeto serão avaliados através da comercialização do livro pelo público. Destacamos que parte da renda arrecadada com esta comercialização será destinada às aldeias xinguanas. Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL A atividade prevista nesta proposta tem como objetivo a realização de um curso e prevê a formação de público na área cultural sendo que 50% dos beneficiários será formada por estudantes e professores de instituições públicas. O público interessado será ativado através de reuniões de alinhamento e apresentação da atividade para organizações não governamentais (ONG) localizadas na periferia da cidade de São Paulo. Após a manifestação de interesse por parte da instituição será enviada uma carta de intenção para o recebimento do curso em sua sede, confirmando a realização da atividade através de emissão de um documento assinado pela entidade interessada.Nesta fase, faremos a apresentação detalhada para o representante da ONG do conteúdo programático da formação. O representante, por sua vez, já deverá ter ativado a rede pública de educação que existe no entorno de sua sede, de forma que estes representantes também possam participar deste encontro. Após a apresentação, será enviado formulários de inscrição para as participantes do curso.Com projeto pedagógico desenvolvido especialmente para a realização deste projeto, destacamos que a atividade será realizada de forma presencial, com acesso gratuito, duração de 40h e cada participante receberá um certificado de participação ao término da atividade. Ao final do projeto, na fase de prestação de contas, será entregue um relatório de avaliação da atividade contendo também a relação com o nome dos participantes.

Justificativa

Incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Contribuiremos para facilitar os meios para o livre acesso às fontes de cultura através da distribuição gratuita do produto cultural, da comercialização do produto cultural à preço popular e através do oferecimento do serviço de audiodescrição trazendo o conteúdo da publicação para público com algum tipo de deficiência visual. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Os recursos humanos serão valorizados no que for possível durante a execução do projeto. Contrataremos um estagiário, estudante da rede pública de ensino, para atuar em toda a execução desta proposta. A produção cultural e artística brasileira será valorizada e sua promoção ocorrerá de forma bastante positiva porque o conteúdo desta proposta trata sobre algumas comunidades indígenas que vivem na região do Xingu. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;O conteúdo editorial desta proposta trata sobre o dia a dia de algumas comunidades indígenas existentes no Xingu fato que por si só, apoia, valoriza e difunde as manifestações culturais brasileiras e no caso, de seu autor, o jornalista Valdir Zwetsch. IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O conteúdo registrado na publicação resultante desta proposta através de fotografias feitas pelo jornalista Valdir Zwetsch protege a expressão cultural indígena responsável pelo pluralismo da cultura nacional. VII. desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O conteúdo da publicação contribuirá para o engrandecimento da consciência internacional sobre os valores culturais dos povos indígenas xinguanos porque as imagens, além dos textos, contribuirão para ressignificar essa nação. IX. priorizar o produto cultural originário do País; O conteúdo editorial desta proposta é prioritariamente originário de nosso país, não apenas pelas imagens fotográficas que serão apresentadas, muitas delas feitas durante a década de 1970, numa época, em que ninguém poderia sonhar com chips e máquinas digitais, quando o jornalista Valdir Zwetsch produziu esta série com sua máquina Pentax de 35 mm e que hoje soma mais de 700 negativos fotográficos.

Estratégia de execução

Declaração que o projeto cultural é uma produção independente pois proponente NÃO exerçe, cumulativamente ao menos duas das seguintes funções: Declaro que o projeto cultural é uma produção independente e que não exerço as funções de fabricação de livros ou de qualquer insumo necessário à sua fabricação e de distribuição de livros.

Especificação técnica

Especificações gráficas: 120 PÁGS+GUARDAS+CAPA (CAPA DURA)+SOBRECAPA Capa: 4x0COUCHE BRILHO 150grs304x257/ 608x257LAMINAÇÃO FOSCAFRENTE; PAPELÃO 15304x257/ 608x257 10-CADERNOS 12pg/ 4x4Papel GARDA PAT KIARA_LD 135grsFormato fechado: 304x257Formato aberto: 608x257DOBRADOS; VERNIZ À BASED´ÁGUA FOSCO frente e verso; GUARDASCOLOR PLUS ESCURO 180g304x257/ 608x2571-SOBRECAPA FRANCESA8pg5x0VEGETAL 180grs304x257/ 900x357CORTE E VINCO ;REFILADOS; DOBRADOS Acabamento Geral:CADERNOS COSTURADOS;LIVRO CAPA DURA SHIRINK INDIVIDUAL ________________________________________ Direitos autorais: O autor, Valdir Zwetsch, receberá um valor pelos direitos autorais da imagens. ______________________________________________

Acessibilidade

As medidas presentes na proposta cultural tem por objetivo oferecer à pessoa com deficiência, idosa ou com mobilidade reduzida espaços, atividades e bens culturais acessíveis, favorecendo sua fruição de maneira autônoma, por meio da adaptação de espaços, assistência pessoal, mediação ou utilização de tecnologias assistivas, cumprindo as exigências que lhe forem aplicáveis contidas na Lei nº 13.146, de 2015, e Decreto nº 9.404, de 2018. PRODUTO LIVROAcessibilidade para deficientes físicos, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: Não se aplica Acessibilidade visual: O projeto prevê a contratação de serviço de audiodescrição. Item de orçamento: estúdio de gravação e audiodescrição. Acessibilidade para deficientes Auditivos: Não se aplica Acessibilidade ao conteúdo às pessoas portadoras de defi ciência(s), pessoas surdas, cegas ou combaixa visão, que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdosassim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Item de orçamento: estúdio de gravação e audiodescrição. __________________________________________________________________________________________________ PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL A atividade será apresentada para professores e estudantes com pelo menos 50% das vagas disponibilizadas a instituições públicas de ensino. A ação formativa será presencial e totalmente gratuita. Acessibilidade para deficientes físicos, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: Para a realização da atividade será escolhido um local que tenha facilitadores para a locomoção, banheiros adaptados, rampas ou piso tátil. Os lugares na frente e de melhor visibilidade serão destinados às pessoas com necessidades especiais. Será observado também se o local onde a atividade acontecerá possui rampa, a fim de possibilitar à pessoa com deficiência se movimentar de forma independente e participar plenamente de todos os aspectos da vida. Serão observados os seguintes aspectos na escolha do local: -Rampas de acesso/acesso plano; -Lugares reservados; -Banheiros adaptados; -Transporte público próximo ao local; -Monitores para auxiliar na locomoção/movimentação; Itens do orçamento: Monitor Acessibilidade visual: Os monitores estarão aptos a auxiliar na locomoção e movimentação dos deficientes visuais. Itens do orçamento: Narrador de audiodescrição (treinamento) e monitores. Acessibilidade para deficientes Auditivos: Para que os deficientes auditivos possam aproveitar a apresentação feita durante a palestra, contrataremos intérprete de libras. Itens do orçamento: intérprete de libras.

Democratização do acesso

Para assegurar a democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, de acordo com o artigo 23 da IN 01/2022, o produto resultante do projeto será distribuído da seguinte forma: 10% da tiragem (200 exemplares) será distribuída entre incentivadores, patrocinadores e doadores; 25% da tiragem (500 exemplares) será distribuída gratuitamente levando em consideração aspectos sociais, educativos e/ou de formação artística; 5% da tiragem (200 exemplares) terá distribuição promocional gratuita; 20% da tiragem (400 exemplares) será comercializada à preço popular, R$39,60; O restante da tiragem total (700 exemplares) será comercializado pelo valor de R$120,00. E parte da renda arrecadada será destinada às comunidades xinguanas. A distribuição gratuita será ofertada às bibliotecas públicas da cidade e do Estado de São Paulo e direcionada às entidades sociais que atuam nas periferias da cidade de São Paulo como Centro Cultural Monte Azul (zona sul), Ocupação Koragem (zona leste), Centro Cultural Ermelindo Matarazzo (zona leste), para citar algumas. E estando em acordo com o art. 24 da IN nº 01/2022, adota-se a seguinte medida de ampliação de acesso, conforme o inciso: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; Faremos a doação de 25% do total da tiragem para escolas públicas, para o Programa Pracinhas da Cultura, para equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, em especial para aqueles que atendem pessoas com mobilidade reduzida. Ressaltamos que parte da renda arrecadada com a comercialização dos livros será revertida para comunidades xinguanas. A doação do valor será para entidades que atuam na região indicadas por uma das lideranças da comunidade. A idoneidade da entidade será avaliada por nossa equipe e os comprovantes dos valores doados ficarão guardados para nosso controle. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; As atividades realizadas durante a execuação do projeto ficarão disponibilizadas em nosso canal do youtube. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Permitiremos a gravação das atividades bem como sua veiculação em redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. IV- além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividadesparalelas aos projetos, tais como:g) bolsas de estudo, estágio ou trainee a estudantes da rede pública de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. Um estagiário, estudante da rede pública, será contratado para atuar durante todo o processo de produção do projeto.

Ficha técnica

Marly Terezinha Castro Porto - proponente - coordenação geral e responsável por toda gestão do processo, incluindo atividade técnico financeira.Mestre em Estética e História da Arte (USP) e Bacharel em "Arte: História, crítica e curadoria" (PUC-SP).Responsável pela criação do Festival Photothings e pela publicação de 15 fotolivros que integram a ColeçãoPhotothings, Marly Porto faz parte da comissão de fotografia brasileira contemporânea da Bibliotèque nationale deFrance.Autora do livro "Eduardo Salvatore e seu papel como articulador do fotoclubismo paulista" (2018), foi uma daspalestrantes na conferência organizada pelo Museum of Modern Art (New York 2017) "In black and white: photography,race and the modern impulse in brazil at midcentury" apresentando o painel "The Salons of Foto Cine ClubeBandeirante (1942 60): A Venue for the Promotion, Sharing and Update of Photography by National and InternationalPhoto Clubs".Convidada pelo Institut d’ Education et des Pratiques Cittoyennes – IEPC (Paris), instituição que reúne 13 creches paracrianças de 0 a 3 anos, localizadas em Aubervilliers (Paris, França), foi responsável pela área de projetos artísticos eculturais desta instituição entre 2018 e 2020.Atua no mercado cultural há 20 anos, através da sua empresa, Porto de Cultura, sendo responsável pela curadoria eorganização de exposições, publicações editoriais, eventos e seminários sobre artes visuais, tendo realizado inúmerosprojetos culturais para empresas (Itaú, Embratel, Caixa, Petrobras, Brookfield, Wurth do Brasil, AC Nielsen, entreoutros), instituições culturais (Bibliotèque nationale de France, Embaixada do Brasil na Croácia, Unibes Cultural,Instituto Votorantim, Instituto C&A, Fundação Memorial da América Latina, Galeria Vermelho, Instituto BrasilSolidário, entre outros) e fotógrafos como Bob Wolfenson, Eduardo Salvatore (1914-2006), Fotoklub Zagreb (Croácia),Francisco Amêndola (1924-2007), Léu Britto, Marcos Prado, Mario Cravo Neto (1947-2009), Ricardo de Vicq, RogérioVieira, Valdir Zwestch, Yan Boechat , entre outros. Valdir Zwetsch, gaúcho de Santa Maria (1947) Jornalista, começou em 1968 como estagiário do jornal Folha da Tarde, de Porto Alegre. No ano seguinte veio para São Paulo e passou por vários órgãos de imprensa (O Cruzeiro, Jornal da Tarde, Zero Hora, Realidade, Pop, Veja, Playboy, entre outros). Na virada dos anos 1970 para os 1980, bandeou-se para o telejornalismo: Rede Globo, TV Cultura, Rede Bandeirantes, Rede Record. Atualmente é, pela segunda vez, editor-chefe do Jornal da Band.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.