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PRONAC 230360Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Quilombo Groove

ASSOCIACAO ARTISTICA CULTURAL OI NOIZ AKI
Solicitado
R$ 270,8 mil
Aprovado
R$ 270,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação Música Popular Cantada
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
AP
Município
Macapá
Início
2023-01-01
Término
2025-01-01
Locais de realização (1)
Macapá Amapá

Resumo

Projeto cultural de mostra de conteúdos artísticos e culturais poulares com foco em música negra quilombola, atividades formativas e exposições na cidade de Macapá - AP.

Sinopse

QUILOMBO GROOVE_Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú é um projeto de difusão da cultura quilombola, com enfoque na música produzida dentro e, com influência do quilombo. Opera na perspectiva de contribuição ao enriquecimento sociocultural da população brasileira, quando através da sonoridade ancestral do Batuque e do Marabaixo, legítimas manifestações culturais do povo negro, adotada enquanto referências culturais do Amapá, difundimos sua produção artística e cultural, evidenciamos a importância das culturas populares, tradicionais e identitárias no desenvolvimento social da comunidade onde se insere.O projeto consiste na realização de uma mostra de conteúdos artísticos e culturais com duração de 07 (sete) dias, tendo por palco o Quilombo do Curiaú. Neste período serão realizadas vivências sobre o Batuque e o Marabaixo, oficina de percussão e de confecção de instrumentos, contações de histórias, cortejo artístico, shows musicais, rodas de conversas, degustação de gengibirra e intercâmbio com músicos e pesquisadores locais. Na condição de embaixador da cultura negra amapaense, o Grupo Raízes do Bolão, legítimo representante do Quilombo do Curiaú, capitaneará o projeto em tela, e afim de engrandece-lo, trará na condição de convidados para shows gratuitos, a cantora Brenda Melo, o cantor Paulo Bastos e, a também quilombola, Banda Afro Brasil. O projeto busca evidenciar através da música, a fé de um povo que pela grande repressão e assédio que sofreram e ainda sofrem, até bem pouco tempo atrás não se assumia enquanto quilombola, ou negra (o), e/ou adepta (o) de religiões de matrizes africanas. Paulo Rocha, cenógrafo e artísta visual, integra o projeto com uma exposição de fotografias, coletadas ao longo dos últimos 05 (cinco) anos, em festas religiosas e profanas, onde o Batuque e o Marabaixo, através de suas preces, louvores e batuques, evidenciam o jeito de ser do povo daqui!

Objetivos

GERALPromover uma ampla mostra de conteúdos artísticos e culturais, enfatizando a importância das culturas populares, tradicionais e identitárias, no desenvolvimento social de cidades, com enfoque na música negra, produzida por e/ ou com influência de remanescentes quilombolas, nascidos e residentes no Quilombo do Curiaú, na Cidade de Macapá, Capital do Estado do Amapá. Fazendo referência ao art 02 do decreto 10.755, de 2021 este projeto atende aos seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional ESPECÍFICOS - Apresentação Musical Realização de 01 (uma) apresentação do GRUPO RAÍZES DO BOLÃO, com duração de 80 (oitenta) minutos. O show contará com a participação de alunos das vivências e oficina de percussão ministradas por artistas integrantes do projeto. A abertura deste show será feita por Pretogonista (breve currículo em anexo); Realização de 01 (um) show da cantora BRENDA MELO, com duração de 80 (oitenta) minutos. A abertura deste show será feita por MC Deeh (breve currículo em anexo). A comprovação será realizada por meio de registros audiovisuais; Realização de 01 (um) show do cantor PAULINHO BASTOS, com duração de 80 (oitenta) minutos. A abertura deste show será feita por Capitão Pupunha (breve currículo em anexo). A comprovação será realizada por meio de registros audiovisuais; Realização de 01 (um) show da banda AFROBRASIL, com duração de 80 (oitenta) minutos. A abertura deste show será feita por Sabrina Zahara (breve currículo em anexo) A comprovação será realizada por meio de registros audiovisuais; - Curso / Oficina / Estágio Realização de 01 (uma) VIVÊNCIA _ PERCURSOS SONORO COREÓGRAFICOS ACERCA DO MARABAIXO, com duração de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes, ministrada pelo Mestre Adelson Preto, A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico e lista de presença; Realização de 01 (uma) VIVÊNCIA _ PERCURSOS SONORO COREÓGRAFICOS ACERCA DO BATUQUE, com duração de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes, ministrada pelo Mestre Pedro Bolão. A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico e lista de presença; Realização de 01 (uma) OFICINA DE PERCUSSÃO, com carga horária de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes, ministrada por Nena Silva, Ismael Biluca e Diego Bolão, A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico e lista de presença; Realização de 01 (uma) OFICINA DE CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS COM MATERIAIS RECICLÁVEIS, com carga horária de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes, ministrada pelo Mestre Pedro Bolão, A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico e lista de presença; Realização de 01 (um) üCORTEJO AFRO, composto pelos participantes das vivências e oficinas, e artístas integrantes do projeto. O mesmo terá duração de 40 (minutos), e percorrerá os arredores da sede do Centro Cultural Raízes do Bolão | Maloca da Tia Chiquinha, onde o mesmo se encerrará e anunciará o inicio do show do Grupo Raízes do Bolão, A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico e lista de presença; Realização de 01 (uma) RODA DE CONVERSA: INTERFERÊNCIAS ÉTNICO-RACIAIS NA MÚSICA AMAPAENSE, com duração de 02 (duas) horas, sem limite de público, mediada por Alan Gomes, Hian Moreira e Edson Costa, A comprovação será realizada por meio de registros audiocisual; - Exposição de Artes Realização de 01 (uma) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: PRECES LOUVORES E BATUQUES, do fotografo e artísta visual Paulo Rocha, A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico; - Festival/Mostra Realização CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS, pela escritora e contadora de história Esmeraldina dos Santos, todos os dias de programação, A comprovação será realizada por meio de registros fotográfico e lista de presença; Realização de 01 (uma) RODA DE MARABAIXO E BATUQUE, ocasião em que o Grupo Raízes do Bolão e seus convidados promoverão 12 (doze) horas de cultura, de forma ininterrupta. A comprovação será realizada por meio de registros audiovisual.

Justificativa

O Curiaú foi o primeiro quilombo reconhecido no Estado do Amapá e o segundo do país. Sua titulação se deu em 3 de novembro de 1999, pela Fundação cultural Palmares, órgão ligado ao Ministério da Cultura. Lá, há apenas oito quilômetros da cidade de Macapá, a Capital do Estado do Amapá, famílias remanescentes de quilombolas lutam para manter viva a história dos seus antepassados, seja por meio da oralidade de mestres griots, por suas festas religiosas e profanas ou pela sonoridade do marabaixo, ritmo usado pelos escravos para amenizar o sofrimento nos porões dos navios negreiros e considerada a maior expressão cultural amapaense. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgada em 24 de novembro de 2017 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontava que apenas 8,2% dos brasileiros se reconhecem enquanto pretos. Número no mínimo contraditório, diante de um país onde 54% de sua população brasileira é negra. Números que podem ser constatados diante de sua influência nos processos educacionais e na tão diversa cultura brasileira, a exemplo da Lei Nº 10.639/ 2003, que versa sobre a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana em escolas públicas e privadas, Lei Nº 12.990/ 2014, que reserva aos negros 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos e, a Lei nº 13.018/ 2014, que institui a Política Nacional de Cultura Viva. Fundamentado pelos números e legislações ora apresentados, propomos um projeto onde o negro/ preto se visualize protagonista de sua própria história, a qual deve ser contada, sem a necessidade de atravessador, sem que a bacharelização dos processos de transmissão de conhecimentos, interfira no conhecimento ancestral, repassados de geração à geração, mantendo o referido processocada vez mais vivo, a cada vez que é contado ou cantado. Queremos apresentar não o negro que lamenta e clama por cota, ainda que estas sejam um direito constitucional, queremos apresentar a beleza e adiversidade advindas da negritude que miscigenou este país, oprimida pelas culturas de massa com o passar dos anos. Trata-se de um processo de afirmação, de um povo que até bem pouco se envergonhava de suas origens, por desconhecer seu valor simbólico, cidadão e econômico no desenvolvimento da sociedade brasileira. Neste projeto, a cultura negra permanece em festa, e para tanto, contaremos com o que temos de melhor, nossa musicalidade, nossa fé, nosso respeito aos saberes e fazeres ancestrais. Serão 07 (sete) dias de uma vivência intensa, onde legítimos quilombolas e artistas por eles influenciados, disponibilizarão conhecimentos ancestrais e outros descobertos ao longo de suas pesquisas sobre as culturais populares, tradicionais e identitárias. Sendo a Lei Rouanet uma importante ferramenta para o fomento à cultura nacional, este projeto pleiteia recursos de incentivo fiscal para a produção do projeto, que está de acordo, especialmente, com os incisos I, II, III e IV do Art. 1º da lei 8313/91 (contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;) e é contemplado pelo Art. 3° da Lei 8313/91 inciso II e IV que fomenta à produção cultural e artística, mediante realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante, à distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

✓ SHOW GRUPO RAÍZES DO BOLÃORealização de 01 (show) show musical com duração de 80 (oitenta) minutos, onde o grupo, com seus tocadores, cantadores/ cantadeiras e dançadeiras,apresentam ao público presente a cultura do Batuque e do Marabaixo, em um show que por ora confunde-se com uma aula aberta sobre a ultura negra amapaense. O show contará com a participação de alunos das vivências e oficina de percussão ministradas por artistas integrantes do projeto. Com vistas à integração entre as gerações, impactadas e/ ou influênciadas pelo Marabaixo e pelo Batuque, a abertura deste show será feita por Pretogonista (breve currículo em anexo). ✓ SHOW CANTORA BRENDA MELORealização de 01 (show) show musical com duração de 80 (oitenta) minutos, onde a cantora Brenda Melo, acompanhada de 06 (seis) músicos (contrabaixo, guitarras, teclados, sax, bateria e percussão) apresenta uma fusão do Batuque e do Marabaixo com diversos estilos musicais universais, atribuindo um tempero moderno e diferenciado. A cantora traz em seu cantar toda brasilidade que pulsa em suas veias, tendo como essência sua terra, sua cultura localizada no extremo norte do país. Com vistas à integração entre as gerações, impactadas e/ ou influênciadas pelo Marabaixo e pelo Batuque, a abertura deste show será feita por MC Deeh (breve currículo em anexo). ✓ SHOW CANTOR PAULINHO BASTOSRealização de 01 (show) show musical com duração de 80 (oitenta) minutos, onde o multi-instrumentista Paulinho Bastos, acompanhado de 06 (seis) músicos (contrabaixo, guitarras, bateria e percussão), presenteia o público com a socialização de sua pesquisa sobre a sonoridade dos tambores do Batuque e do Marabaixo, apresentando canções autorais, onde reverbera o respeito à ancestralidade que permeia toda sua obra. Com vistas à integração entre as gerações, impactadas e/ ou influênciadas pelo Marabaixo e pelo Batuque, a abertura deste show será feita por Capitão Pupunha. ✓ SHOW BANDA AFRO BRASILRealização de 01 (show) show musical com duração de 80 (oitenta) minutos, onde a banda quilombola Afro Brasil, capitaneada por Adelson Preto, acompanhado de outros 09 (nove) músicos (backing vocal, teclado, contrabaixo, guitarras, bateria e percussão), apresenta sua proposta musical cuja sonoridade exalta a riqueza e diversidade da cultura do Extremo Norte do Brasil. Nela, a rusticidade das caixas de marabaixos, macacos(amassador e dobrador) e pandeirões, fundem-se com teclados, guitarras e contrabaixos elétricos, propiciando aos ouvintes uma experiência sensorial única, que evoca a força ancestral contido no tambor, em canções que flertam com o cacicó, zouk e o reggae. Com vistas à integraçãoentre as gerações, impactadas e/ ou influênciadas pelo Marabaixo e pelo Batuque, a abertura deste show será feita por Sabrina Zahara. ✓ VIVÊNCIA – PERCURSOS SONORO COREÓGRAFICOS ACERCA DO MARABAIXOEm uma vivência de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes, o Mestre Adelson Preto, pautado pela informalidade de um Mestre Griot, versará sobre a origem do Marabaixo, o instrumento utilizado na manifestação (caixa), vestimentas, os ladrões (versos cantados que “roubam” histórias da realidade, misturando referências religiosas, fatos reais e inventados, críticas bem humoradas e poesia), a receita e os segredos da tradicional gengibirra produzida no Quilombo do Curiaú. Interessados nesta vivência poderão realizar inscrição através do email: oinoizaquitraveiz@gmnail.com. ✓ VIVÊNCIA - PERCURSOS SONORO COREÓGRAFICOS ACERCA DO BATUQUEEm uma vivência de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes, o Mestre Pedro Bolão, pautado pela informalidade de um Mestre Griot, versará sobre a origem do Batuque, os instrumentos utilizado na manifestação (macacos/ amassador - dobrador e pandeirões), vestimentas, as bandaias/ bandaios (Cantigas entoadas em forma de pergunta e resposta por puxador e coro, respectivamente. Suas rimas são tiradas de improviso com os fatos ocorridos dentro da comunidade), a receita e os segredos da tradicional gengibirra produzida no Quilombo do Curiaú. Interessados nesta vivência poderão realizar inscrição através do email: oinoizaquitraveiz@gmnail.com. ✓ OFICINA DE PERCUSSÃORealização de 01 (uma) oficina com carga horária de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes. A mesma será ministrada por Nena Silva, Ismael Biluca e Diego Bolão, e trará em seu conteúdo programático conhecimentos sobre os instrumentos típicos do Batuque e do Marabaixo, modos de afinação, percepção sonora, coordenação rítmica, pulso e compasso e construção de instrumentos a partir de materiais recicláveis. Os concluintes da oficina farão participação especial no show do Grupo Raízes do Bolão e do cantor Paulo Bastos. Interessados nesta vivência poderão realizar inscrição através do email: oinoizaquitraveiz@gmnail.com. ✓ OFICINA DE CONFECÇÃO DE INSTRUMENTOS COM MATERIAIS RECICLÁVEISRealização de 01 (uma) oficina com carga horária de 08 (oito) horas, destinada a 30 (trinta) participantes. Na ocasião, o luthier e artesão Mestre Pedro Bolão, ensinará técnicas de produção de instrumentos musicais utilizados no Marabaixo e no Batuque, a partir de materiais descartados incorretamente na natureza. Esta atividade visa ampliar o quantitativo de profissionais com tal habilidade, ao mesmo tempo em que foca na geração de renda aos jovens do Quilombo do Curiaú. Interessados nesta vivência poderão realizar inscrição através do email: oinoizaquitraveiz@gmnail.com. ✓ RODA DE CONVERSA: INTERFERÊNCIAS ÉTNICO-RACIAIS NA MÚSICA AMAPAENSERealização de 01 (uma) roda de conversas, com duração de 02 (duas) horas, sem limite de público, onde Alan Gomes, Hian Moreira e Edson Costa, farão exposições acerca das influências étnico-raciais na sonoridade de bandas e cantores com os quais atuam na condição de sideman. A roda tem por objetivo pôr em contato direto: apreciadores, músicos, estudantes e pesquisadores da música brasileira, fundamento experimentos futuros a partir da troca de ideias e referenciais. ✓ DEGUSTAÇÃO DE GENGIBIRRAA gengibirra é uma bebida tradicional do Amapá, servida nas tradicionais rodas de Batuque e Marabaixo. Feita à base de aguardente e gengibre, ela embala tocadores, cantadores e dançadeiras nestas manifestações culturais genuinamente amapaenses. Após contemplarem Nega Biluca, do pátio de sua casa, produzindo a Tradicional Gengibirra da Nêga, desvendando e desmistificando todo o seu processo de produção, será possível degustala, antes de seguir para as próximas ações propostas. ✓ CONTAÇÃO DE HISTÓRIASDurante todos os dias de programação, ao cair do dia, na boca da noite, embaixo de uma árvore, Mestra Esmeraldina dos Santos, contará histórias do seu quilombo. Histórias ouvida de seus passados, outras coletadas em suas pesquisas e outras por ela mesma vivenciada. A ideia é conectar ouvintes à ancestralidade contida na oralidade da autora, que coletou histórias ao longo de uma vida, e as transcreveu em suas obras literárias. Faz um resgate de nossa identidade cultural, despertando em quem as ouve, o sentimento de pertencimento, respeito e valorização,tão necessários ao desenvolvimento de nossa cultura. ✓ EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA: PRECES LOUVORES E BATUQUESExposição fotográfica do fotografo e cenógrafo Paulo Rocha, com curadoria do ator, diretor teatral e artista visual Claudio Silva. A mesma é composta por 20 (vinte) obras, impressas em papel fotográfico, no tamanho 33 X 48, com moldura artesanal. A exposição terá duração de 07 (sete) dias. ✓ CORTEJO AFROCortejo artístico com temática afro, composta pelos participantes das vivências e oficinas, e artístas integrantes do projeto. O mesmo terá duração de 40 (minutos), e percorrerá os arredores da sede do Centro Cultural Raízes do Bolão | Maloca da Tia Chiquinha, onde o mesmo se encerrará e anunciará o inicio do show do Grupo Raízes do Bolão. ✓ RODA DE MARABAIXO E BATUQUEA exemplo das festas tradicionais de Marabaixo e Batuque, cuja festividade inicia-se à boca da noite, e se estende até o raiar do dia, Quilombo Groove terá como ápice seu último dia, ocasião em que o Grupo Raízes do Bolão e seus convidados promoverão 12 (doze) horas de cultura, de forma ininterrupta. Em sua sede, cercada por uma feira de produtos do quilombo (roupas, artesanatos, instrumentos, frutas, farinhas e etc), praça de alimentação, evidenciando a gastronomia local, o público poderá vivenciar o Curiaú, e a importância de sua sonoridade para as demais manifestações culturais do Estado do Amapá.

Acessibilidade

O Projeto visa atender às normas de acessibilidade e para tanto a realização dos espetáculos deverá ocorrer em espaços que atendam às normas e Leis vigentes no país no sentido de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida, nos termos da Lei n° 13.146, de 6 de julho 2015 segundo a qual é instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania e ainda conforme o disposto no art. 46 do Decreto n° 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Neste sentido, é previsto o completo acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida aos espaços expositivos. O projeto também prevê: FESTIVAL / Apresentação Musical / Oficina / Exposição de Artes ACESSIBILIDADE FÍSICA: o espaço a ser montado contará com acessibilidade estrutural (banheiros especiais, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida); idosos terão acesso preferencial aos locais de realização das atividades propostas, em conformidade com o art. 23 da Lei 10.741/ 2003. DEFICIENTES AUDITIVOS: todas as atividades formativas contarão com interpretação em libras (para pessoas surdas, não usuárias da língua portuguesa); (planilha orçamentária: intérprete de libras) (planilha: intérprete de libras) DEFICIENTES VISUAIS: a partir da entrada de acesso ao Centro Cultural Raízes do Bolão | Maloca da Tia Chiquinha, disponibilizaremos nos dias de atividades: guias para pessoa cega ou de baixa visão; audiodescrição na abertura e decorrer das atividades formativas; audiodescrição nas contações de histórias; o documentário “Preces, Louvores e Batuques”, contará com recursos de legendagem (planilha: audiodescrição) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: apoio de orientador de conteúdos (planilha: estagiário)

Democratização do acesso

Como medida de democratização de acesso, 100% dos ingressos serão distribuidos gratuitamentes para a população. O projeto atende ainda aos seguintes incisos no que se refere à democratização de acesso junto ao art. 24 da IN nº 01/2022 II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

OI NOIZ AKI Produção Administrativa: OI NOIZ AKI Produção Executiva e Curadoria: Claudio SilvaPesquisa e Assistente de Produção: Sandro ConceiçãoCoordenação Geral: Adriana RodriguesDireção Artística: Ói Nóiz AkíCenografia: J. Márcio (Galeria de Rua)Assessoria de Comunicação e Artísta Expositor: Paulo Rocha GRUPO RAÍZES DO BOLÃOMestre Pedro: Percussionista e CantadorAdelson Preto: Percussionista e CantadorIsmael Biluca: PercussionistaHian Moreira: PercussionistaNena Silva: PercussionistaPaulo Bastos: PercussionistaAdriane Patrícia: Cantadeira e DançadeiraCarliane Sousa: Cantadeira e DançadeiraJaci Freitas: Cantadeira e Dançadeira BANDA BRENDA MELOBrenda Melo: VozAlan Gomes: ContrabaixoFabinho Costa: GuitarrasJefrey Redig: TecladosMiguel Neto: SaxHian Moreira: BateriaNena Silva: Percussão BANDA AFROBRASILAdelson Preto: VozNonato Soledade: Backing VocalAureliano Neck: Backing VocalPaulo Bastos: TecladosAlan Gomes: ContrabaixoFabinho Costa: GuitarrasMiguel Neto: SaxHian Moreira: BateriaNena Silva: PercussãoIsmael Biluca: PercussãoMestre Pedro: Percussão BANDA PAULO BASTOSPaulo Bastos: Teclados, Violão e VozAlan Gomes: ContrabaixoFabinho Costa: GuitarrasHian Moreira: BateriaNena Silva: PercussãoIsmael Biluca: PercussãoAdelson Preto: PercussãoMestre Pedro: PercussãoElaboração e Agenciamento: Central de Produção Colaborativa OI NOIZ AKI Com 23 anos de atuação no mercado, muitos foram os projetos executados, tendo por linguagem a cultura e as artes. Dentre os segmentos com maior atuação destacamos: o teatro, as artes circenses, a dança, a literatura, a música e o cinema. Nosso trabalho não está focado apenas no público que nos prestigia, pois agregar valor às marcas dos patrocinadores e parceiros que chancelam seus nomes em nossos projetos, os fideliza e nos oportuniza pensar a sustentabilidade de nossas ações. Responsabilidade na elaboração, gestão e agenciamento de nossos projetos artísticos e culturais são nossas marcas, o que nos permitiu aprovação em editais nacionais como: Prêmio Funarte de Arte na Rua, Prêmio Funarte Klauss Vianna de Estímulo à Dança, Prêmio Funarte Myriam Muniz de Estímulo ao Teatro, Prêmio Agente Jovem de Cultura –MinC, Prêmio Leitura para Todos – Projetos Sociais de Leitura DLLLB/ MinC; Edital de Ocupação do CEU DAS ARTES, CRIANÇA ESPERANÇA 2013/ UNESCO e REDE GLOBO, Prêmio de Culturas Populares - Edição Leandro Gomes de Barros/ MinC, Edital Funarte de Doação de Equipamentos de Iluminação Cênica 2017, Edital de Patrocínio do Banco da Amazônia – BASA 2018, Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural 2019-2020, Natura Musical 2020, dentre outros não menos importantes. GRUPO RAÍZES DO BOLÃO Formado em sua essência por agricultores quilombolas, o grupo Raízes do Bolão vive no Quilombo do Curiaú, área rural da Cidade de Macapá, onde mantém viva as tradições do Batuque e do Marabaixo, entoando “ladrões” e “bandaias” que falam de situações diversas do cotidiano e de temas religiosos. Tia Chiquinha, matriarca da família Bolão, foi e é sua principal referência, detentora de conhecimentos que ajudaram o grupo a recuperar histórias e cânticos do passado. Seu objetivo principal, é preservar seus legados históricos e a partir deles, iniciar um processo de auto sustentabilidade do grupo, aumento da autoestima de seus membros e o mais importante, abrir postos de trabalho para o artista negro e quilombola. O protagonismo do grupo o levou a percorrer 56 cidades das regiões norte, nordeste e centro-oeste, e por 49 cidades das regiões sul e sudeste, levando a sonoridade do Batuque e do Marabaixo aos mais longínquos torrões, através do Projeto Sonora Brasil, iniciativa do Serviço Social do Comércio – SESC/ DN. BRENDA MELO Os tambores do Amapá em fusão com diversos estilos musicais universais, dão ao trabalho de Brenda Melo um tempero diferenciado. A cantora traz em seu cantar toda brasilidade que pulsa em suas veias, tendo como essência sua Terra, sua cultura localizada no norte do país. O ano de 2014, trabalho autoral, intitulado marcou o lançamento do primeiro álbum ‘Tática’, que possibilitou uma circulação da Cantora, em turnê por diversos estados brasileiros como Acre, Tocantins, Rondônia, Maranhão, Mato Grosso, Roraima, Pará, Amazonas, Piauí, bem como a expansão deste trabalho para demais centros como: São Paulo, Paraná e Distrito Federal. Paralelamente, o talento e sensibilidade da artista também pode ser conferido nos projetos: “Quatro Cantos da Floresta”, ao lado de Marcelo Dias, Amadeu Cavalcante e Cléverson Baía; “Vozes do Amapá” ao lado de Patrícia Bastos; “Eu sou Daqui”, ao lado de Amadeu Cavalcante e “Nossa Mayara Brenda Tribo” ao lado de Nani Rodrigues, Loren Cavalcante e Braga. PAULO BASTOS Paulo Bastos cursou arranjo e regência na Escola de Música da Universidade Federal do Pará e canto coral no Centro de Educação Profissional de Música Walkíria Lima. Cursa Teatro na Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Foi tecladista das bandas Placa e Warilou. Com Kzan Nery fez shows em circuito nacional. Produtor e arranjador dos CDs de Oneide Bastos (Quando Bate o Tambor) e Jason( de Belém a Rio), este todo cantado em francês mas produzido no Brasil em Macapá-AP. Participou como arranjador dos CDs Pólvora e Fogo e Eu Sou Caboca de Patrícia Bastos. Como compositor possui músicas registradas nos CDs Zuluza e Batom Bacaba de Patrícia Bastos. Batuqueiros, seu primeiro CD solo, foi lançado em 2019 e aparece em 5º Lugar na listagem dos 100 Melhores Discos Nacional de 2019 (ver lista completa). A música Pêndulo, aparece entre as 35 Melhores Músicas de 2019 (ver lista completa). Ainda em 2019, foi o artista homenageado da 16ª Edição do SESCANTA AMAPÁ, mostra de música promovida pelo SESC-AP. Atualmente é tecladista e arranjador do Grupo Afro-Brasil-AP, arranjador, regente e um dos coordenadores do projeto popular Banzeiro do Brilho de Fogo. Clique nos íconesabaixo, e saiba mais sobre Paulo Bastos. BANDA AFROBRASIL Fundada em novembro de 2004 por ocasião do Encontro dos Tambores, manifestação cultural afrodescendente que promove o intercâmbio das comunidades quilombolas do Estado do Amapá, a Banda Afro Brasil é composta por músicos afrodescendentes e quilombolas, oriundos do Quilombo do Curiaú. A banda vem alicerçando uma proposta musical que exalta a riqueza e diversidade da cultura do De lá pra cá cuja sonoridade vem do Extremo Norte do Brasil. Nela, a rusticidade das caixas de marabaixos, macacos (amassador e dobrador) e pandeirões, guitarras e contrabaixos elétricos, uma experiência sensorial única, que fundem-se com teclados, propiciando aos ouvintes evoca a força ancestral contido no tambor, em canções que flertam com o cacicó, zouk e o reggae. A banda possui um CD/ DVD intitulado “Uma Canção Para o Amapá”, gravado ao vivo por ocasião do I Festival de Ladrão de Marabaixo no ano de 2011, e está em estúdio gravando seu próximo álbum. Clique nos ícones abaixo, e saiba mais sobre a Banda AfroBrasil.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.