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PRONAC 230366Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

JOSÉ ROBERTO AGUILAR - VIDA

RELACIONARTE MARKETING E PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,21 mi
Aprovado
R$ 2,21 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
III.Exposições de Artes
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-03-01
Término
2026-01-18
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se de uma exposição de obras do artista JoseÌ? Roberto Aguilar, especialmente criadas para esse projeto, que interpretarão, de forma poético artística, o fenômeno climático ambiental, que nasce na Amazônia e faz com que circule água e umidade em outras regiões do país. Por meio das obras do artista, o projeto se propõe a sensibilizar o público sobre as consequências das mudanças climáticas no nosso planeta, por meio de experiências que provoquem a imersão em um universo mágico de cores, luzes, águas, cheiros, músicas, imagens, instalações e pinturas. O projeto será apresentado na cidade de São Paulo, em espaço ainda não definido, por um período de três meses. Nessa oportunidade, onde o atelier do artista será utilizado como base do projeto, será realizada, como produto secundário, a catalogação do acervo da obra de José Roberto Aguilar.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

OBJETIVOS Objetivo geralO objetivo geral do projeto é a realização de uma grande exposição com obras inéditas do artista José Roberto Aguilar que trazem como tema central a natureza, o meio ambiente e as consequências das intervenções do homem. Tem como inspiração os famosos "RIOS AÉREOS", que se formam na Amazônia e que levam água para grande parte do território brasileiro. A exposição é o resultado das vivências do artista na Amazônia, principalmente no oeste do estado do Pará, nas cercanias de Santarém, em Alter do Chão e em comunidades ribeirinhas dos Rios Tapajós e Arapiuns. Além da apresentação de um conjunto significativo de obras, o projeto se propõe a provocar uma reflexão sobre as consequências da ação do homem sobre o meio ambiente, que tanto mal vem causando ao nosso planeta. Além da exposição de arte, o projeto lança um grito de guerra e convoca soldados para a defesa da Terra. Ao longo dos três meses de duração, a exposição tem a expectativa de atingir um público de 45.000 visitantes.Como produto secundário, será realizada a catalogação da obra de José Roberto Aguilar, aproveitando que o projeto utilizará como base o atelier do artista, onde está armazenada uma quantidade expressiva de obras e de informações sobre seu trabalho.O projeto atende às seguintes finalidades do artigo 2º do Decreto 10.755 de 2001:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;XIV - apoiar as atividades culturais de Belas Artes; Objetivos específicos PRODUTO EXPOSIÇÃO:- Realização da exposição com cerca de 60 obras inéditas de grande formato do artista plástico José Roberto Aguilar, com tamanhos variados, na cidade de São Paulo, em espaço ainda indefinido, por um período mínimo de três meses, cinco dias por semana, com entrada gratuita;- Promover uma experiência única com temas relacionados à preservação do meio ambiente, proporcionando um ambiente de educação inovador para estudantes;- Garantir a acessibilidade de diferentes públicos conforme descrito no item acessibilidade;- Garantir a democratização do acesso a diferentes públicos conforme no item "democratização do acesso";- Garantir agendamento para estudantes e professores da rede pública de ensino;- Promover o Ministério do Turismo com a aplicação da marca nos materiais de divulgação e promoção da exposição;- Fazer um registro fotográfico e/ou videográfico da Exposição, com a finalidade de promover e difundir a proposta cultural. PRODUTO CATALOGAÇÃO DA OBRA O ARTISTA:- Realização de trabalho de pesquisa e levantamento da obra do artista;- Fotografar, digitalizar e catalogar todo o acervo;- Disponibilizar a catalogação em site especialmente criado para essa finalidade.

Justificativa

O projeto é o resultado da pesquisa realizada pelo artista José Roberto Aguilar na Amazônia, no oeste do Pará, cercanias de Santarém, Alter do Chão e em comunidades ribeirinhas, e culminou na criação das obras que compõe a exposição. É a representação artística do fenômeno da evaporação das águas Amazônicas, que formam imensas nuvens que batem na cordilheira dos Andes e retornam irrigando as regiões do Mato Grosso e São Paulo.Sem este fenômeno, chamado Rios Voadores, essas regiões seriam desérticas. Uma poética visual e criativa permeia a exposição: os rios perenes são pintados com tinta acrílica sobre tela e os rios perecíveis com látex ou são mergulhados em aquários. Nas palavras do artista "É nossa a responsabilidade de transformar os rios perecíveis em seus opostos. Esta exposição é um convite à responsabilidade. A natureza é um convite à responsabilidade. A mutação climática não nos deixa ilusão, não nos dá alternativa. A ideia de preservação é hoje muito mais importante do que o conceito mecanicista de progresso do século XIX." A exposição é a interpretação poético artística do fenômeno RIOS VOADORES, que nascem na Amazônia e distribuem água e umidade para outras regiões do país. A exposição pretende divulgar informações sobre o clima, o meio ambiente e principalmente sensibilizar o público através da imersão num universo mágico de cores, luzes, águas, cheiros, músicas, imagens, instalações e pinturas. Duas vertentes se manifestam na criação e execução das obras:A primeira, relativa aos recursos materiais: levar equipamentos de pintura para a região seria uma tentativa exógena de interpretação da realidade local. Era preciso descobrir materiais regionais. O artista encontrou no látex extraído das seringueiras e achatado em prensa a sua matéria prima.A segunda vertente foi a de criar uma poética de preservação sem redundância de conceitos, onde a imagem fosse o elemento mais significativo. Maravilhado pelo material, Aguilar pintou sobre lâminas de látex, misturando pigmentos e trouxe o resultado para São Paulo, quando se deparou com um problema insolúvel: a pintura em látex eÌ? perecível.Mas por que temer a perecibilidade? O impasse se resolveu através do casamento do perecível com o perene: os rios perenes foram pintados com tinta acrílica, os rios perecíveis com látex ou mergulhados em aquários com água.E todas as pinturas se transformaram em artérias, e todas as pinturas se transformaram em rios. Por todo o acima exposto, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91, in verbis: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;_____________________________________________________ Os seguintes objetivos do art. 3º da Lei 8.313/91 serão alcançados: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FIÌ?SICA: A exposição será realizada em espaço com acessibilidade universal, com acesso para cadeirantes, banheiros adaptados e barras de segurança.Item da planilha orçamentaÌ?ria: não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - Criação e produção de mapa tátil da exposição a ser colocado na entrada do espaço expositivo;Item da planilha orçamentária: inserir - Áudio descrição para as 10 obras mais relevantes da exposição.Item da planilha orçamentaÌ?ria: 9 - Áudiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - A exposição não possui elementos sonoros. Caso venham a ser inseridos, serão disponibilizadas interpretação em LIBRASItem da planilha orçamentaÌ?ria: 15 - Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SIÌ?NDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEUÌ?DOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEUÌ?DOS- Será disponibilizado monitor capacitado para acompanhar portadores de espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações ao conteúdo apresentado ou pessoas com desconhecimento de linguagens ou idiomas dos conteúdos. Item da planilha orçamentaÌ?ria: 22 - Monitores PRODUTO CATALOGAÇÃO DA OBRA DO ARTISTA ACESSIBILIDADE FIÌ?SICA: Não se aplica. O trabalho será realizado em local sem acesso do público. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - O site a ser desenvolvido contará com recurso para ampliação das letras; ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS - Interpretação em libras para todos os elementos sonoros que venham a ser inseridos no site do projetoItem da planilha orçamentaÌ?ria: 15 - Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS- As obras do artista se conectam ao público por meio de elementos sensitivos, sendo, portanto, acessíveis às pessoas portadoras das síndromes acima relacionadas.

Democratização do acesso

O projeto tem a expectativa de atingir um público de 45.000 pessoas ao longo dos três meses de apresentação da exposição. Tanto o acesso à exposição, quando o acesso ao site do projeto, serão disponibilizados gratuitamente a todo o público. Nenhum produto será comercializado. Serão beneficiados o público em geral, pessoas de todas as faixas etárias, nível social, amantes das artes e, em especial estudantes em geral. Os seguintes incisos do art. 24 da IN nº 01/2022 serão adotadas como ação de ampliação de acesso: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.

Ficha técnica

SANDRA RODRIGUES | RELACIONARTEAdvogada e atriz com formação executiva em Estratégias para Arte e Cultura, pela Universidade da Pensilvânia, Sandra Rodrigues vem atuando como consultora para gestão e desenvolvimento de projetos culturais, tendo se especializado no planejamento estratégico e definição de modelos de negócio, para instituições culturais e projetos independentes, inclusive com a utilização de leis de incentivo.Desde 2006 atuando no terceiro setor, acompanhando a formulação de projetos para captação de recursos públicos e privados, a fim de viabilizar o desenvolvimento de produtos culturais, bem como eventos ligados à arte e à cultura em geral. Atuando no mercado de entretenimento, através da prestação de assessoria jurídica à produção de filmes, programas de TV, exposições, espetáculos teatrais, gravação de CDs, entre outros, que vai desde a apresentação de hipóteses contratuais e fiscais, até o pensamento da obra como um todo, buscando a resolução de questões legais e, principalmente, a otimização e viabilidade do processo de produção propriamente dito.De 2008 a 2012 atuou como gestora do projeto Complexo Cultural Luz, de autoria do escritório de arquitetura Herzog & de Meuron (Basiléia, Suíça), iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Dentre suas funções, destacavam-se o gerenciamento de contratos e seu respectivo controle orçamentário, acompanhamento da elaboração e aprovação dos projetos legais, solicitação de financiamento junto a órgãos como BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), elaboração de plano de negócios visando a manutenção e sustentabilidade do empreendimento, entre outras ações para a implantação do projeto.Desde 2014 é responsável pela gestão do projeto de reconstrução do Teatro Cultura Artística e de reforma do Theatro São Pedro, na cidade de São Paulo, entre outros.Sandra Rodrigues é sócia da Relacionarte, empresa associada a International Society for the Performing Arts (ISPA) e a Association of British Theatre Technicians (ABTT). A Relacionarte também é uma empresa participante do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais.A RELACIONARTE é proponente do projeto e será remunerada com a rubrica COORDENAÇÃO GERAL e por meio de outra rubrica, caso venha a prestar outro serviço para o projeto. JOSÉ ROBERTO AGUILARJosé Roberto Aguilar é pintor, videomaker, performer, escritor, compositor. Revelou, ao longo de sua carreira, a facilidade de transitar de um suporte a outro com grande desenvoltura. Aparece na cena artística brasileira no início dos agitados anos sessenta, quando é selecionado para participar da VII Bienal de São Paulo. A partir daí integra as mais importantes manifestações artísticas do país. Seus trabalhos e intervenções ao longo de cinco décadas vão desde a pintura – passando por vídeo arte, videoinstalações, performances – à liderança da Banda Performática, que aliava pintura, música, teatro e circo em shows reunindo grande público em praça pública. A atração pela literatura e mitologia é constante na produção do artista, que se apropria da escrita e dos signos, fazendo-os elementos integrantes em suas telas. É autor de cinco livros de ficção: A divina comédia brasileira, A canção de Blue Brother, Hercules Pastiche, A Revolução Francesa de Aguilar e Tantra coisa, além de algumas composições musicais. É também um dos pioneiros da vídeo-arte no Brasil. Tornou-se diretor da Casa das Rosas, dinamizando aquele espaço cultural com grandes exposições sobre cultura brasileira (1996-2002). Trabalhou como representante do Ministério da Cultura em São Paulo (2004-2007). Com mais de cinquenta anos de presença no panorama cultural, consolidou uma posição ímpar, sempre caracterizada pela coerência e diversidade. FERNANDA SARMENTODesigner visual, pesquisadora, curadora e professora nos cursos de Design e de Arquitetura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade de São Paulo (USP). Possui Doutorado em Design (FAU/USP, 2014) e pós-doutorado (FAAC/UNESP, 2019).Tem acompanhado de perto a trajetória de Aguilar desde 1994, colaborando com vários de seus projetos.Coordenou e foi responsável pela edição e projeto gráfico do livro sobre o artista José Roberto Aguilar (2013). Trata-se de um livro reunindo as principais obras da carreira do artista, inseridas em seu contexto de origem, traçando um panorama da cena cultural brasileira desde a década de 1960 até 2010. Edição bilíngue, composta por dois volumes distribuídos em 520 páginas. Em 2014 o livro foi premiado como melhor publicação na categoria Artes Visuais/Obra Gráfica pela Associação Paulista de Críticos de Arte.Iniciou sua carreira como designer na revista Domus, em Milão/Itália e possui grande experiência com design gráfico e editorial. Seu estúdio, fundado em 1994, se dedica a projetos gráficos e editoriais de livros, catálogos e revistas, sites e identidade visual.Foi co-fundadora e diretora de arte da Revista Arc Design e responsável pelo projeto gráfico e direção de design da revista experimental de cultura A REVISTA, do Instituto Takano.Em 2018, foi curadora da exposição Design Brasil SeÌ?culo XX e do Ciclo de palestras sobre design e sustentabilidade no Brasil no Centro Cultural do Liceu de Artes e OfiÌ?cios de São Paulo.Seus projetos como designer gráfica estão presentes em livros sobre o design brasileiro, como as publicações: “Linha do tempo do Design Gráfico” (Cosac Naify, 2011), “Design brasileiro hoje: Fronteiras” (MAM-SP, 2009), entre outros. Mais informações: www.fernandasarmento.com | http://lattes.cnpq.br/7619366238009927 Participação no projeto: elaboração de todo o projeto de comunicação e layout de material gráfico TALITA DESSERIE SANTOSÉ pós graduanda no curso de Museologia, Curadoria e Colecionismo (Belas Artes), cursou Bacharelado em História (Fundação Santos André), Assistente de Conservação Preventiva e Restauro de Papel e Fotografia (Senai Theobaldo de Nigris) e Oficina de Conservação e Restauro de Fotografia com Luis Pavão (Lupa-Lisboa).É gestora e conservadora responsável pela conservação preventiva, catalogação e restauro do Acervo Artístico Ivald Granato desde 2017 e do Projeto Fernando Zarifdesde 2015. Trabalhou como restauradora de fotografia e papel no Ateliê Margot Crescenti de 2013 a 2016.Atuou como técnica de Conservação no Projeto Fotografias do Jornal Última Hora - Arquivo do Estado (2013-2015) e no Projeto de higienização e catalogação deacervo do conservatório dramático e musical de São Paulo (2012-2013).Coordenou o Projeto de Preservação e Higienização de Hemeroteca da Biblioteca Mário de Andrade (2012-2013) e foi assistente de acervo na Casa do Olhar Luiz Sacilotto - Prefeitura Municipal de Santo André (2011). Participação no projeto: Coordenadora de Conservação e Catalogação GERSON HUANG KAE TUNGCursou Bacharelado em Artes Plásticas (UNESP) e Bacharelado em Fotografia (SENAC). Desde 2000 atua em produção editorial e iconográfica para livros e catálogos expositivos. Foi responsável pelos projetos gráficos das publicações Arquitetura do Vale do Paraíba (Editora Unesp/SESC edições - 2014), Catálogo Museus do CAIS (Proac 14/2012), Lá do Leste (LISA-USP/2013), Manual do Ecocidadão (Sec. de Estado do Meio Ambiente – SP/2012), Oratórios barrocos (MAS – SP/2011), Vestes Sagradas (MAS – SP/2011), Caderno de Recursos hídricos (Coordenadoria de Educação Ambiental - Sec. de Estado do Meio Ambiente/2010), Hydros IV (Mexichem – México/2010), Aqua Vitae (Satori-Mexichem – México/Brasil. 2010~2012. Prêmio Aberje 2010 - melhor mídia impressa), Anais do IV Encontro Brasileiro de Palácios, Casas-Museu e Casas Históricas (Casa Civil do Estado de São Paulo/2010), Machado de Assis: Relíquias Culinárias (Editora da Unesp/2010. Prêmio Jabuti 2011 - categoria de gastronomia), Arte Sacra: Gênese da Fé do Novo Mundo (Imprensa Oficial/Casa Civil do Estado de São Paulo/2007), Artes e Etnias (Editora da Unesp/Imprensa Oficial/2006) e Noivas da Seca (Editora da Unesp/2006). E projetos interativos: Sexta Feira.www.revistasextafeira.com.br (LISA-USP/2013), Lá do Leste. www.ladoleste.org (LISA-USP/2013), Project Hydros. www.projetohydros.com (Mexichem – América Latina – 2011-2012), Bienal 50 anos – Homenagem a Ciccillo Matarazzo - CD ROM (Fundação Bienal de São Paulo – 2001). Colaborou em projetos editoriais com: o Instituto de Arte Contemporânea-SP, CPC-USP, LISA-USP, MAM-SP, SESC-SP, CEUMA-USP, Editora da Unesp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, Museu de Arte Sacra, Casa Civil do Estado de São Paulo e CCBB-SP.Atuou nas digitalizações dos acervos de: Verticalização da Cidade de São Paulo – FAU-USP. São Paulo. 2022; Acervo documental de Iole de Freitas – IAC. São Paulo. 2022; Panorama da Arte Brasileira – MAM/SP. São Paulo. 2020; Acervo documental Ivan Serpa – IAC. São Paulo. 2020; Acervo fotográfico de Klaus Werner – Prêmio edital da Prefeitura de São Paulo, 2019; Acervo Gianni Ratto – SESC/SP, São Paulo. 2016; Acervo documental de Hermelindo Fiaminghi – IAC. São Paulo. 2018; Acervo documental parcial de Wesley Duke Lee – Instituto Wesley Duke Lee, São Paulo. 2016; Acervo documental parcial de Sebastiana Melo Freire – CPC/USP, São Paulo. 2016; Acervo documental parcial de Luiz Sacilotto – IAC. São Paulo. 2016; Acervo documental de Lothar Charoux – IAC. São Paulo. 2015; Acervo documental parcial de Judith Lauand – IAC. São Paulo. 2015; Acervo documental de Décio Pignatari – CCSP. São Paulo. 2015; Revista de Antropologia – Departamento de Antropologia - FFLCH/USP, São Paulo. 2015; Acervo documental parcial de Pietro Maria Bardi – Instituto Lina Bo e P M Bardi, São Paulo. 2015; Acervo documental de Sérvulo Esmeraldo – Instituto de Arte Contemporânea (IAC), São Paulo. 2015; Acervo fotográfico parcial do Laboratório de Imagem e Som em Antropologia – FFLCH/USP, São Paulo. 2014; Acervo parcial de Sergio Camargo - Instituto de Arte Contemporânea (IAC), São Paulo. 2014; Acervo parcial de Willysde Castro – Instituto de Arte Contemporânea (IAC), São Paulo. 2014; Acervo parcial de Lina Bo Bardi – Instituto Lina Bo e P M Bardi/SESC Pompéia, São Paulo. 2014 e Acervo Revistas USP – CPC/USP, São Paulo. 2014. Funções no projeto: Digitalização e Implementação do banco de dados. PATRÍCIA GALVÃOAdvogada com especialização em propriedade intelectual e produtora cultural, atua profissionalmente na área da cultura haÌ? mais de 40 anos: como bailarina – de 1981 a 1987 no BaleÌ? da Cidade de São Paulo – e como produtora cultural, a partir de 1996.Como produtora executiva, esteve à frente de importantes projetos culturais como a Mostra do Redescobrimento, em comemoração ao aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e da implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, na cidade de Belo Horizonte. Com vasta experiência em diversas áreas do setor cultural, produziu inúmeras exposições, shows musicais, trilhas sonoras, peças teatrais, espetáculos de dança, em trabalhos envolvendo artistas como Lenine, Caetano Veloso, Tom Zé, Marco Nanini, Zeca Baleiro, Naum Alves de Souza, Paulo Pederneiras, dentre tantos outros, e instituições como o Centre Georges Pompidou e a Universcience, ambas ligadas ao Ministério da Cultura da França. Responsável pela produção executiva do Grupo Corpo de 2005 a 2014 e pela itinerância no Brasil da exposição GENESIS, do fotógrafo Sebastião Salgado.Participação no projeto: Direção de produção

Providência

PROJETO ARQUIVADO.