Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 230375Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

WALDIR AZEVEDO -100 ANOS DE CHORO

CLUBE DO CHORO DE BRASILIA
Solicitado
R$ 499,9 mil
Aprovado
R$ 499,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 6,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2023-02-22
Término
2026-01-18
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O projeto temático WALDIR AZEVEDO _ 100 ANOS DE CHORO celebra o centenário de nascimento do cavaquinista e compositor carioca, considerado o instrumentista mais popular do Brasil no século passado e autor de "Brasileirinho", "Delicado" e "Pedacinhos do Céu", conhecidas no mundo inteiro. Shows de grandes instrumentistas brasileiros vão relembrar e atualizar parte do legado de 150 composições deixadas por Waldir Azevedo. O palco das apresentações será o Clube do Choro de Brasília, onde músicos locais e nacionais também farão choro-talks com o público, além de contemplar curso de aprofundamento musical.

Sinopse

A) Apresentações Musicais WALDIR AZEVEDO — 100 ANOS DE CHORO se propõe a fazer um resgate da obra imortal de Waldir Azevedo, não apenas dentro da concepção original do mestre do cavaquinho, mas também apresentando-a às novas gerações com arranjos e intepretações capazes de sensibilizar um público que não era nascido quando o artista estava em atividade. No século passado, o instrumentista foi o maior responsável pela popularização do Choro não apenas no Brasil, mas também na Europa, América do Norte e até no Oriente Médio, garantindo a perenidade deste gênero seminal da Música Popular Brasileira. Teve suas composições interpretadas por grandes músicos nacionais e internacionais, como Carmem Miranda, Bill Halley e Seus Cometas e as orquestras de Ray Coniff e Percy Faith, além da Filarmônica de Boston. Nos anos 50, sua gravação de “Delicado” vendeu 500 mil cópias somente no Brasil, um feito inédito até então. Sua carreira perpassou diferentes momentos da história recente do país. Ele assistiu o samba tradicional carioca dar lugar à bossa nova. Esteve presente na retomada do poder por Getúlio Vargas, no início da década de 50, e presenciou um segundo momento de valorização da cultura nacional. Ele mesmo participou da Caravana da Música Brasileira, que tinha o objetivo de divulgar os ritmos brasileiros no exterior. O projeto que rememora a obra de Waldir, tirando o cavaquinho do papel de coadjuvante para ganhar a importância de instrumento solo terá a duração de 02 meses, contando com 18 apresentações musicais, 02 vezes por semana, nas quintas e sábados. Será a oportunidade de mergulhar num Brasil repleto de melodias extraordinárias e na riqueza de possibilidades que o talento humano pode produzir musicalmente. Classificação indicativa: Livre B) Choro-talks (palestras musicais) As palestras musicais acontecerão em formato de choro-talks no qual o artista abordará temas históricos sobre a formação da música brasileira, contextualizando por meio de interpretação de obras de expoentes da música popular. Serão 10 palestras ministradas por artistas que se apresentarão no Clube do Choro tendo como público-alvo alunos de música e pessoas com deficiência para um bate-papo enriquecedor. Classificação indicativa: Livre C) Curso O TEMPO E O SOM DO BRASIL DO SÉC. XX (Contrapartida Social) Curso com 40 horas/ aula ministradas em 12 encontros por turma, nos quais os cursistas (professores ou estudantes de licenciatura ou EJA) terão a oportunidade de analisar e se aprofundar na relação conexa existente entre a música popular e a sociedade brasileira do século XX, sendo multiplicadores para alunos de escolas da rede pública de ensino. Passando por diferentes momentos do último século, serão trabalhados conceitos chave para a transformação da sociedade brasileira bem como a expressão social de tal momento histórico a partir da música. Nesse ponto, a representação cultural deixa de ocupar papel secundário e passa ao centro da análise, como um elemento chave para se entender o Brasil do século XX em diversos âmbitos. Ao colocar a música em tal posição, serão trazidos elementos importantes para uma formação complementar dos alunos e docentes, trazendo a tona um repertório cultural fundamental para a identidade e memória nacional e suprindo uma lacuna importante. Configura-se, portanto, um problema solucionável a partir da qualificação dos professores/ alunos em relação ao objeto musical e suas relações com a sociedade. A elaboração de um curso que permita ampliar às habilidades do corpo docente e seu conhecimento a respeito do objeto musical permitirá que tal representação cultural, tão importante para a compreensão e análise da sociedade, seja trabalhada em um momento inicial com um corpo de professores para depois chegar até os estudantes do ensino público do Distrito Federal. Tal proposta permitirá na prática a elaboração de conteúdos interdisciplinares entre os professores, contemplando as propostas educacionais hoje em voga e as diretrizes adotadas pelo Ministério da Educação. Especialmente em uma época na qual as possibilidades de acesso à informação e cultura se tornaram tão amplas, compreender o papel de tais elementos como ferramentas de análise social torna-se uma ferramenta importante para entender nossa sociedade. Classificação indicativa: Indivíduos adultos (18 anos)

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Visando atender o disposto no Art. 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, na execução do PRONAC, serão realizadas ações culturais destinadas às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; O proponente está fortemente comprometido com a valorização da cultura nacional, em especial da linguagem do CHORO, gênero seminal da formação da MPB. O Clube do Choro de Brasília, fundado em1977, é referência internacional e se orgulha de ser uma instituição exclusivamente voltada para a cultura. Não apenas cria novas plateias para o gênero, como desenvolve o projeto de música instrumental brasileira mais duradouro e bem sucedido da história da MPB, alcançando a marca histórica de 3.500 shows realizados e assistidos por uma plateia de 900 mil pessoas. II - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; Com a realização do projeto pretendemos selecionar, por meio de curadoria especializada, artistas que representam expressões culturais e singularidades de distintas regiões do país. O objetivo, além de divulgar seus trabalhos, é mostrar a diversidade e a riqueza da música brasileira. Queremos traçar um amplo panorama da arte nacional e gerar intercâmbios entre músicos de diferentes lugares e estilos musicais, trazendo inovação e possibilitando a troca de aprendizados dentro da música instrumental, como ocorre em uma autêntica roda de choro. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Por meio do projeto temático WALDIR AZEVEDO — 100 ANOS DE CHORO, ampliaremos o acesso da população aos espetáculos por meio da doação de ingressos para pessoas em situação de vulnerabilidade sociocultural. E também para pessoas com deficiência visual e auditiva, através da mobilização de instituições inclusivas. A comercialização de ingressos a preços populares vai permitir ampliar o público-alvo possibilitando que mais pessoas possam desfrutar da programação, despertando interesse crescente para a música instrumental. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A seguir, destacamos os objetivos específicos do projeto, quanto aos produtos gerados: A) Produto: Apresentações Musicais - Realizar 18 apresentações musicais no primeiro semestre de 2023, durante 02 meses, com a participação de alguns dos melhores instrumentistas do país, selecionados pela curadoria do projeto. O propósito do tributo a Waldir Azevedo é apresentar suas composições com arranjos originais e também em roupagem contemporânea, capaz de sensibilizar plateias de diferentes faixas etárias; - Os curadores Reco do Bandolim (presidente do Clube do Choro) e Henrique Neto (diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello) escolheram uma linha de trabalho que valoriza tanto as características tradicionais da obra de Waldir, que dão ao cavaquinho um protagonismo que o instrumento não tinha antes dele, como os aspectos modernos e renovadores de seu trabalho musical. Para tanto, selecionou cavaquinhistas do porte de Henrique Cazes, Luciana Rabello, Marcio Marinho e Leo Benon, e ainda Armandinho Macedo (bandolim), Leo Gandelman (sax), Mestrinho (acordeom), Spock (sax), Davi Moraes (Guitarra), Nilze Carvalho (bandolim), dentre outros músicos, para mostrar ao público todo o talento e versatilidade de Waldir Azevedo; - Os ingressos serão comercializados a preços populares de R$ 50,00 a meia-entrada; - As apresentações terão a duração de 2h, contando com intervalo de 30m. Na etapa de produção do projeto, serão realizados 02 shows por semana, durante o período de 02 meses (09 semanas), totalizando 18 sessões no Clube do Choro de Brasília; - A expectativa de público é de 2.600 pessoas; - Destes, 25% dos ingressos serão doados para população de baixa renda por meio do encaminhamento à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social do Distrito Federal e à Associação Brasiliense de Deficientes Visuais com caráter social, educativo e de formação artística; - 10% serão destinados para distribuição gratuita ao patrocinador e outros 10% para promoção e divulgação junto aos veículos de comunicação; - A comprovação da execução se dará na fase de pós-produção por meio da apresentação de registro fotográfico, videográfico, borderôs e recibos de doação dos ingressos da ação social. B) Produto: Choro-talks - Produto cultural secundário Realizar 10 choro-talks (palestras musicais) de 1 hora cada, totalizando 10 horas de ação formativa cultural, com os artistas selecionados pela curadoria, visando ampliar o conhecimento e a capacidade de compreensão musical do público sobre temas diversos envolvendo a história da música popular brasileira, suas raízes e formação. O evento gratuito vai difundir informações sobre a origem e o desenvolvimento da música produzida no Brasil, para que o público se aprofunde na trajetória dos nossos maiores compositores, contada pelos músicos que se apresentarão no projeto. Tradicionalmente, os choro-talks recebem alunos de escolas de música interessados em aprofundar seus conhecimentos musicais. A atividade ocorrerá no Clube do Choro de Brasília, projetando receber 50 pessoas por encontro, perfazendo um público total de 500 pessoas. Não haverá cobrança de ingressos. C) Contrapartida social - Curso: O TEMPO E O SOM DO BRASIL DO SÉC. XX Realizar curso com carga horária de 40 horas-aula, duração de 12 semanas, voltado a estudantes e professores de licenciatura de instituições públicas ou projetos sociais sediados em Brasília, com ementa voltada a análise e aprofundamento na relação conexa existente entre a música popular e a sociedade brasileira do século XX, objetivando utilizar os fundamentos trabalhados para uma prática pedagógica transformadora em sala de aula. Será fornecido certificado de conclusão de curso, mediante critérios específicos constantes do plano de trabalho. Serão atendidos 260 cursistas. Os resultados do projeto serão avaliados ao longo da execução e apresentados por meio de relatório de cumprimento do objeto/ objetivos, inserido no Salic ao final da realização das atividades propostas. Serão compilados os seguintes documentos/ registros comprobatórios: borderôs para comprovação de público, recibos de doação de ingressos referentes a contrapartida, registro fotográfico das ações culturais e contrapartida social, registro videográfico, plano de mídia e divulgação, relatório de impulsionamento de mídias sociais, clipagem e valoração de mídia espontânea, arte do folder aprovado pela Secretaria Especial de Cultura e lista de presença do curso ofertado como contrapartida social do projeto. Quanto aos registros financeiros, está prevista a elaboração de uma planilha de prestação de contas, na qual vão constar todos os lançamentos/ pagamentos executados ao longo dos meses e registrados via Salic. Serão apresentados extratos e notas fiscais. Além da comprovação de resultados, com a execução do projeto pretendemos ainda: - Divulgar importante equipamento cultural da capital brasileira, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer que o concebeu como forma de homenagear o trabalho realizado pelo Clube do Choro de Brasília; - Difundir a cultura do CHORO, projetando novos talentos e estabelecendo intercâmbios importantes entre músicos consagrados e os que agora estão despontando no cenário musical, como forma de fortalecer nossas conexões musicais; - Promover o destino Brasília como capital mundial do CHORO, gerando fluxo turístico e de artistas para a cidade e incrementando o interesse pelo gênero musical; - Divulgar os instrumentistas brasilienses para atuação profissional.

Justificativa

No século 20, Waldir Azevedo foi o maior responsável pela popularização do Choro não apenas no Brasil, mas também na Europa, América do Norte e Oriente Médio, garantindo a perenidade deste gênero seminal da Música Popular Brasileira. Teve suas composições interpretadas por grandes músicos e orquestras nacionais e internacionais, como Carmem Miranda, Bill Halley e Seus Cometas, Ray Coniff, Percy Faith e Orquestra Filarmônica de Boston. Nos anos 50, sua gravação de "Delicado" vendeu 500 mil cópias somente no Brasil, um feito inédito até então. O projeto pretende fazer um resgate da obra imortal de Waldir e divulgá-la sobretudo para as novas gerações, renovando o público e formando plateias diversificadas para o Choro. Paralelamente, quer realizar ações sociais que alcancem pessoas com deficiência e parte da população que normalmente não tem acesso a essa modalidade de bem cultural. O projeto WALDIR AZEVEDO — 100 ANOS DE CHORO, atendendo ao Artigo 1º da Lei 8.313/91, onde fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor, pretende: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O objetivo do projeto e da curadoria de artistas é fazer chegar à população toda a riqueza da nossa música popular, aqui representada pelo trabalho de um dos seus gênios e legítimo representante da melhor tradição instrumental brasileira. O público poderá ter acesso a espetáculos de grandes artistas por meio de doação de ingressos, comercialização de entradas a preços populares e estímulo à presença de pessoas com deficiência, visando proporcionar a plena fruição do exercício cultural a todos os cidadãos. O projeto é livre para todos os públicos. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O Clube do Choro de Brasília promove e estimula a produção local dando espaço a artistas do Distrito Federal e projetando novos trabalhos em um grande palco conhecido internacionalmente. E estimula o intercâmbio entre novos artistas e artistas consagrados, valorizando e gerando profissionalização e renda, fomentando a economia local e revertendo aproximadamente 70% dos recursos captados para o projeto na contratação de equipe, serviços e artistas locais. VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; O projeto contribui para preservar e perpetuar o CHORO como patrimônio cultural do Brasil, conforme registro já encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) pelo Clube do Choro de Brasília e pela Casa do Choro do Rio de Janeiro. A solicitação foi considerada pertinente pela Câmara do Patrimônio Imaterial, dando assim início à instrução técnica do processo, atestando sua continuidade histórica, além de salvaguardar essa rica expressão cultural do povo brasileiro. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A iniciativa tem o cunho de preservação e difusão da cultura e da memória de um dos maiores compositores brasileiros por meio da divulgação da música instrumental e na obra do mestre Waldir Azevedo. Esse legado inestimável merece ser reconhecido e apreciado pelas atuais gerações, como já foi pelas de outrora, preservando bens culturais de valor universal, que fazem parte da formação cultural do Brasil. IX. priorizar o produto cultural originário do País. A proposta adequa-se perfeitamente aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, por priorizar, atualizar e valorizar um patrimônio da cultura brasileira, um produto cultural originário do país: a herança musical do consagrado compositor e intérprete Waldir Azevedo, considerado um gênio do cavaquinho, com composições como DELICADO, que se tornaram fenômenos musicais únicos. Waldir se tornou um marco na indústria fonográfica brasileira, tanto pelo seu enorme sucesso de vendagens, quanto pelas novidades dos recursos trazidos em seus fonogramas, principalmente os apresentados durante a década de 1950. Ele é o principal responsável pela consolidação do cavaquinho solista no Brasil, elevando o status do instrumento de mero acompanhante à categoria de concertista. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Os recursos provenientes da Lei de Incentivo são fundamentais para a realização dos projetos do Clube do Choro de Brasília, pois possibilitam promover o fomento à cena musical do Distrito Federal e do Brasil e a realização de projetos temáticos (tributos) capazes de difundir a linguagem musical do CHORO e seus principais representantes. IV _ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Os projetos realizados pelo proponente têm amplo enfoque cultural e de formação de plateias. São realizados em área central de Brasília, próxima à rodoviária do Plano Piloto e acessível a pessoas de todas as Regiões Administrativas do Entorno. A política de preços populares e cotas gratuitas denota a importância dada à democratização do acesso a manifestações culturais e ao acolhimento de todas as situações econômicas e sociais. As prerrogativas elencadas garantem a consonância do projeto com o proposto pela Lei de Incentivo à Cultura e com o objetivo maior de promoção do destino Brasil, valorização e projeção da nossa cultura e incentivo à formação de público para a música instrumental.

Estratégia de execução

PRODUTO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS Passagens Aéreas • Informamos que as 10 passagens aéreas emitidas serão destinadas aos músicos que virão de fora de Brasília, sendo que a projeção é de que 05 artistas saiam de São Paulo e 05 do Rio de Janeiro. Passagens aéreas: 10 passagens de ida e volta nos trechos RIO/BSB/RIO E SAO/BSB/SAO para artistas de fora de Brasília. Dentre os músicos que já estão selecionados mencionamos: Armandinho Macedo Leo Gandelman Mestrinho Spock Davi Moraes Nilze Carvalho Os demais serão definidos pelos curadores do projeto, de acordo com criteriosa seleção visando homenagear o mestre do cavawquinho Waldir Azevedo. OUTRAS INFORMAÇÕES Comunicação e Divulgação A equipe de Comunicação e Divulgação do projeto será composta de assessor de imprensa, social media e coordenador de comunicação. Atuará de maneira massiva por meio das redes sociais e divulgação em mídia espontânea em jornais, revistas de bordo e sites/ blogs especializados em música e arte. Ao propor a execução do projeto pretendemos alcançar a população do Distyrito Federal, abrangendo todas as faixas etárias e situações socioeconômicas. O Clube do Choro tem a experiência de quem já viveu muito. De quem já fez, contribuiu e difundiu muita cultura. Ele é a própria cultura em expressão. Ele tem propriedade para falar de cultura de um jeito autêntico. De um jeito próprio. Pretendemos trabalhar a estratégia de comunicação do projeto com conteúdos de forma informativa e intuitiva. Dentre as atividades que serão desenvolvidas pela equipe de Comunicação e Divulgação estão a cobertura jornalística dos eventos, disponibilizando textose imagens nas redes sociais, além de gravações, stories, informações e entrevistas com os artistas. Outra novidade será a disponibilização de álbuns de fotos no site do Clube do Choro, facilitando a divulgação das imagens das apresentações. A divulgação se dará massivamente por meio das mídias sociais, preservando o modelo de comunicação sustentável (slow paper ou paperless), como forma de divulgação limpa, imprimindo material gráfico estritamente necessário. As redes sociais do Clube do Choro e da Escola de Choro juntas, contemplam mais de 70.000 mil choronautas. Pretendemos chegar ao nosso público e conquistar novos seguidores, mantendo o público sempre bem informado e contemplando conteúdos históricos sobre o gênero, vídeos de artistas, lançamento de novos trabalhos, tornando-se uma plataforma de promoção e fomento da música brasileira. INFORMAMOS QUE ANEXAMOS A DECLARAÇÃO DE EXCLUSIVIDADE DE MÚSICA INSTRUMENTAL NOS ANEXOS DO PROJETO EM TELA. COMO NÃO HAVIA CAMPO PRÓPRIO PARA TAL, INSERIMOS COMO ANEXO DA PROPOSTA, COMO CONTRATO OU ACORDO DE COOPERA��O TECNICA, CASO DE EXECU��O COMPARTILHADA.

Especificação técnica

O projeto terá duração de 02 meses, contando com 09 semanas de intensa programação com 02 shows por semana, totalizando 18 shows. Além disso, apresentará 10 choro-talks com os artistas selecionados pela curadoria. A) Apresentações Musicais - 18 apresentações musicais - Tempo de palco 1h30 - Cachê por artista: Músico convidado: R$ 2.800,00 Músico Intérprete: R$ 3.000,00 - Linha curatorial: artistas vinculados ao gênero musica CHORO e/ ou à música instrumental. - Acessível por meio de audiodescrição. B) Choro-talks (palestras musicais) - 10 choro-talks - Duração 1h - Cachê por palestra: R$ 1.200,00 - Acessível por meio de interpretação em libras. C) Curso (Contrapartida Social) - 01 curso de capacitação de 40 h/a - Duração 40h por turma, atendendo 260 pessoas - Cachê: R$ 6.000,00 - Projeto Pedagógico: Os conteúdos trabalhados em cada um dos encontros seguirão tal sequência durante o curso: 1o – Abordagens Didáticas Para O Trabalho De Música E Sociedade Em Sala De Aula, Pedagogia Histórico-Crítica.2o – Maxixe, Preconceito Racial E Rotação Cultural No Rio De Janeiro Das Décadas De 1910/20.3o – Choro, Era Do Rádio, Regionais E O Projeto Unificador De Getúlio Vargas.4o – Baião, Melancolia Sertaneja E Identidade Nacional No Início Do Séc. XX.5o – Bossa Nova, Novas Tecnologias E Novos Horizontes No Contexto Da Guerra Fria.6o – Mpb, Decadência Da Música Instrumental E Politização No Pós-1964.7o – Do Pop Ao Disco: Industria Da Música E Globalização Cultural, Social E Política Na Década De 19708o – Rock, O Abrasileiramento De Um Gênero E O Contexto Brasiliense Da Década De 19809o – Música E Mercado: O CD, A Obsolescência Programada A Industria Da Música E O Esquecimento10o – Música Do Séc. XXI: Tecnologia E Sociedade De Mercado Do Arrocha Ao Funk11o – Identidades Musicais Brasilienses: Institucionalizações, Regionalismo E Construção De Identidades12o – Elaboração de Projetos Pedagógicos e Aplicação em sala de aula.- Conceitos: Rotação cultural, Preconceito, Identidade nacional, Politização, Obsolescência programada, Regionalismo, Institucionalização, Ressignificação, Temporalidade- Recortes Temporais : Era do Rádio, Guerra Fria, Sociedade de Mercado METODOLOGIA: Em um âmbito pedagógico a sustentação teórica do presente curso se dá por promover uma abordagem fundamentada na interação entre indivíduos e meio social, conforme elaborado pela teoria construtivista, especialmente em um caráter Vygotskyano. Além disso, a disciplina também segue a proposta da citada linha teórica quando se propõe a provocar a autonomia discente, promovendo através de seus estudos tanto uma análise própria das ciências humanas como os fundamentos para a elaboração das próprias reflexões sociais tendo como motivador elementos musicais. Vale destacar também o uso da interdisciplinaridade como elemento norteador do curso, encarado como uma maneira de se superar a tendência positivista de fragmentação e especialização exacerbada do conhecimento, percepção largamente defendida nos estudos de Freire e nas linhas pedagógicos progressistas. Já no que tange especificamente os temas abordados na disciplina, todas as reflexões e análises realizadas se encontram respaldadas por pesquisas acadêmicas recentes, apresentadas regularmente no decorrer do curso com as leituras dos textos (listados a seguir no item relativo às referências bibliográficas). Tal produção acadêmica, oriunda de diferentes áreas do saber, são analisadas em uma perspectiva historicizada em um tempo e espaço específicos e entendidos como motivadores para análise da música como expressão cultural de uma sociedade ou grupo social. Tendo sempre em mente a citada fundamentação, os encontros traçarão a seguinte sequência didático-pedagógica: primeiramente uma prática social inicial, com apresentação da proposta e compreensão das necessidades e conhecimentos específicos dos cursistas, e partir de então uma problematização e instrumentalização dos conteúdos, nas quais se buscará a apresentação das temáticas especificas aos encontros e o adensamento da análise. O objetivo é a transformação da percepção do cursista visando a autonomia para que a partir das bases citadas possa desenvolver uma nova prática e fundamentar a maneira agirá pedagogicamente em suas funções discentes. INFORMAMOS QUE O CURRÍCULO DO PROFESSOR E O PROGRAMA DO CURSO ESTÃO ANEXOS AO PROJETO EM TELA. Os materiais gráficos concebidos para a divulgação do projeto seguirão prerrogativa do § 2º - O material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto deverá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade, em todos os produtos, sejam bens ou serviços culturais, além de divulgar o Vale-cultura. - Declaro que o projeto não há evento de um único dia, mas que a realização das contrapartidas sociais será junto com a execução do projeto para que o beneficiário possa além de despertar o interesse pela arte proporcionado pelas Contrapartidas Sociais, consumir também o produto artístico ofertado por meio do projeto cultural.

Acessibilidade

Produto: Apresentações musicais Acessibilidade física: Com relação à Acessibilidade física e arquitetônica, o Espaço Cultural do Choro é um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, construído pelo Governo do Distrito Federal no Setor de Divulgação Cultural do Eixo Monumental, em Brasília. Na obra foram cumpridas as determinações constantes da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida, regulamentada pelo Decreto-Lei 5.296, de 02 de dezembro de 2004. O local dispõe de rampa de acesso, amplas portas para cadeira de rodas e banheiro exclusivo para pessoas com deficiência. Serão reservadas mesas prioritárias com adesivação própria, conforme regulamentado na Lei nº 13.146/2015. Não há necessidade de item próprio na planilha orçamentária, visto que o local já está preparado para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade de conteúdo: O projeto prevê como Ação de Promoção do Acesso ao Conteúdo Cultural a destinação de uma cota de ingressos gratuitos, destinados à Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV), com sede em Brasília (DF), entidade representativa das pessoas com deficiência voltada para a promoção e defesa dos direitos dos cidadãos. Será impresso folder em braile, contemplando a descrição do local onde serão realizadas as apresentações e um relato narrativo de como a ação cultural foi desenvolvida, assim como discorrerá sobre a programação musical do projeto. Os convidados são acompanhados de audiodescritores que realizam visita sensorial antes dos shows, relatando aos mesmos sobre a ação, tendo contato com o palco e artistas previamente e sendo acomodados em lugares preferenciais. Os profissionais destacados estão contemplados na planilha orçamentária, item 22. Antes de cada apresentação, o apresentador do projeto contextualizará o show narrando um breve resumo da carreira e história do artista que se apresentará e do compositor homenageado. Produto: Choro-talks (palestra musical) Acessibilidade física: Com relação à Acessibilidade física e arquitetônica, o Espaço Cultural do Choro é um projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, construído pelo Governo do Distrito Federal no Setor de Divulgação Cultural do Eixo Monumental, em Brasília. Na obra foram cumpridas as determinações constantes da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida, regulamentada pelo Decreto-Lei 5.296, de 02 de dezembro de 2004. O local dispõe de rampa de acesso, amplas portas para cadeira de rodas e banheiro exclusivo para pessoas com deficiência. Serão reservadas mesas prioritárias com adesivação própria, conforme regulamentado na Lei nº 13.146/2015. Não há necessidade de item próprio na planilha orçamentária, visto que o local já está preparado para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade de conteúdo: Para os choro-talks, será mobilizado público junto a instituições voltadas para o atendimento de pessoas com deficiência auditiva. Elas serão atendidas por meio da interpretação em libras, visando proporcionar a plena fruição do conteúdo. O item referido está numerado na planilha orçamentária do projeto sob o nº 1. Contrapartida social: Curso: O TEMPO E O SOM DO BRASIL DO SÉC. XX Acessibilidade física: O curso gratuito será realizado presencialmente na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, espaço construído pelo Governo do Distrito Federal no Setor de Divulgação Cultural do Eixo Monumental, em Brasília, com acessibilidade física e arquitetônica adequadas. Na obra foram cumpridas as determinações constantes da Lei 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida, regulamentada pelo Decreto-Lei 5.296, de 02 de dezembro de 2004. O local dispõe de rampa de acesso, amplas portas para cadeira de rodas e banheiro exclusivo para pessoas com deficiência. Serão reservadas mesas prioritárias para as pessoas com deficiência. Não há necessidade de item próprio na planilha orçamentária, visto que o local já está preparado para receber pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Acessibilidade de conteúdo: Será mobilizado junto a instituições públicas alunos e professores com deficiência que terão suas necessidades específicas atendidas plenamente por meio de recursos especiais constantes na planilha orçamentária e citados nos itens anteriores. As ações do projeto serão filmadas e compiladas para geração de registro audiovisual com recursos de acessibilidade que atendam a fruição do conteúdo do projeto a pessoas com diferentes tipos de limitações, por meio de janela de libras e legendas descritivas. O material será disponibilizado no site do Clube do Choro de Brasília e fornecido gratuitamente para associações que atendam pessoas com deficiência, assim como para Bibliotecas com acervo voltado ao atendimento de necessidades específicas, visando a fruição do produto cultural gerado. O vídeo registro terá conteúdo de 2 horas. Os itens da planilha que subsidiarão o material são 15 e 16 (recursos de acessibilidade) além do registro videográfico que será compilado. Cabe salientar que tradicionalmente o Clube do Choro de Brasília acolhe pessoas com deficiência de toda natureza, sendo um trabalho que vem sendo desenvolvido há mais de 40 anos.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso Os produtos culturais resultantes do projeto, serão distribuídos da seguinte forma, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos: A) APRESENTAÇÕES MUSICAIS Expectativa de público: 2.600 pessoas - Destes, 25% (650 ingressos) serão destinados à população de baixa renda por meio do encaminhamento à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (450 ingressos) e à Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (200 ingressos), entidade representativa das pessoas com deficiência visual, no Distrito Federal. A ação tem caráter social, educativo e de formação artística. O critério de seleção utilizado priorizará o acesso para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, assim como músicos em processo de formação musical; - 10% (260 ingressos) serão destinados para distribuição gratuita ao patrocinador, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; - 10% (260 ingressos) serão destinados à divulgação do projeto por meio de distribuição entre meios de comunicação (mídias impressa, radiofônica, televisiva e sorteios através das mídias sociais); - 55% dos ingressos, ou seja, 1.170 acessos serão comercializados por R$ 50,00 a meia, valor inferior ao valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; A cessão dos ingressos será efetuada junto às duas instituições escolhidas e mencionadas acima, mediante recibo de doação. Ambas instituições tem transporte próprio para o público que será acolhido. Os ingressos para os espetáculos serão vendidos na bilheteria do Clube do Choro de Brasília, no Setor de Divulgação Cultural, Lote 3, que estará aberta ao público de segunda a sexta feira, assim como em plataforma de venda de ingressos via web. B) CHORO-TALKS (PALESTRAS MUSICAIS) Produto cultural secundário 10 Choro-talks x 50 pessoas (expectativa de público) Expectativa de público: 500 pessoas - Todos os acessos para as palestras musicais serão gratuitos e acessíveis para todos os públicos. Faremos reserva de 25% das vagas para alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, importante instituição para a educação musical de jovens, adultos e pessoas de terceira idade, e também na formação de instrumentistas profissionais para o mercado da música. Outro segmento atendido será o das pessoas com deficiência auditiva, que serão mobilizadas junto a instituições especializadas e receberão o conteúdo por meio da interpretação em libras. A condição de gratuidade dos choro-talks torna-os acessíveis ao público em geral, oportunizando o contato com artistas de destaque no cenário nacional. Além de ouvir histórias que trazem a origem da música popular brasileira, os participantes têm espaço para fazer perguntas e interagir com os músicos. As estratégias adotadas visam alcançar público diversificado por meio do processo de distribuição de ingressos, chegando à pessoas em situação de vulnerabilidade e a pessoas com deficiência, objetivando ampliar a possibilidade de fruição das ações culturais às camadas da população menos assistidas ou excluídas do exercício de seus direitos culturais por sua condição socioeconômica ou por quaisquer outras circunstâncias. C) CURSO (Contrapartida Social) 01 Curso de capacitação de 40 horas-aula intitulado O TEMPO E O SOM DO BRASIL DO SÉC. XX Expectativa de público: 260 cursistas - Os acessos para o curso serão distribuídos plenamente de forma gratuita para Professores e estudantes de Institutos Federais, Universidades ou Projetos Sociais sediados em Brasília de diversas áreas e formações, dispostos a se aprofundar na compreensão da música popular no Brasil do século XX, independente de gênero ou raça. A prioridade é para estudantes ou professores de licenciatura que possam utilizar os fundamentos trabalhados para uma prática pedagógica transformadora em sala de aula. Ampliação de Acesso Para cada produto cadastrado no plano de distribuição citar explicitamente qual inciso/ medida do art. 24 da IN nº 01/2022 da Secult a proposta irá adotar como ação de AMPLIAÇÃO DE ACESSO. Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Como medida suplementar para ampliar o acesso, atenderemos ao Artigo 24 da IN Secult/ Mtur nº 1, de 04 de fevereiro de 2022, inciso II, disponibilizando no site do Clube do Choro de Brasília - https://clubedochoro.com.br/ - registro audiovisual das apresentações musicais, além do inciso III, permitindo a captação das imagens para veiculação em redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas, aos quais concederemos direitos de uso de imagem do projeto/ artistas. VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; VII - comercializar além do previsto na alínea "e", inciso I do artigo 22 desta Instrução Normativa, no mínimo dez por cento em valores que não ultrapassem o preço do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012; fazendo o uso deste mecanismo; A comercialização dos ingressos terá valor inferior ao Vale-Cultura e a informação será amplamente divulgada no plano de mídia e divulgação do projeto, em redes sociais próprias e no material gráfico do projeto, visando a promoção e difusão deste benefício.

Ficha técnica

Clube do Choro de Brasília - Proponente O Clube do Choro de Brasília é uma entidade cultural sem fins lucrativos que funciona há 44 anos na Capital Federal. Responde pelo mais duradouro e bem-sucedido projeto de música instrumental da história da MPB, que todos os anos homenageia, divulga e atualiza a obra de um grande compositor brasileiro. Já realizou mais de três mil e quinhentos shows para um público de mais de 900 mil pessoas. Tradicionalmente, os espetáculos são gravados e apresentados por televisões públicas para o país inteiro. Em suas ações, trabalha com preços populares primando pela democratização de acesso do público e formação de plateia. Coordenação Geral - Henrique Lima Santos Filho Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é jornalista, músico e produtor cultural. Desde 1993 preside o Clube do Choro de Brasília. É responsável pelo projeto de música instrumental mais duradouro e bem-sucedido da história da MPB, em cartaz há 25 anos no Clube do Choro de Brasília. Recebeu das mãos do arquiteto Oscar Niemeyer o projeto do Espaço Cultural do Choro, inaugurado em 2011, no Setor Cultural de Brasília e que abriga as sedes definitivas do Clube e da Escola. Coordena a implantação de um Centro Nacional de Memória e Referência do Choro através de Acordo de Cooperação Científico e Tecnológico com a Universidade de Brasília. Foi eleito cidadão honorário de Brasília por unanimidade da Câmara Distrital. Na sua gestão, o Clube do Choro recebeu a Medalha de Honra ao Mérito Cultural da Presidência da República, a mais alta comenda do gênero no país. Em 2011 recebeu a Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho. Em sua gestão como Presidente, o Clube do Choro recebeu do Governo do Distrito Federal o título de Patrimônio Imaterial de Brasília. Em dezembro de 2017, Reco do Bandolim foi condecorado pelo Governo do DF com a Medalha Brasília, pelos relevantes serviços culturais prestados à coletividade. Nos últimos 20 anos representou o Brasil em festivais e eventos nos cinco continentes, realizando apresentações musicais e palestras sobre a história do Choro em universidades, escolas, instituições culturais e na ONU, a convite do Itamaraty. Em reconhecimento a esse trabalho, seu grupo, CHORO LIVRE, foi condecorado pelo Ministério da Relações Exteriores com a Medalha Rio Branco, a mais alta comenda daquela instituição. Gravou cinco discos com seu grupo “Choro Livre”, o mais antigo conjunto regional em atividade na Capital. Durante 30 anos, apresentou e produziu o programa “Choro Livre”, na Rádio Nacional AM e FM. Realizou centenas de entrevistas com artistas do primeiro time da MPB, gerando um acervo de grande importância histórica e cultural. Atuará em todas as fases do projeto, desde sua conceção até curadoria e coordenação de ações. Direção Artística e Musical - Henrique Neto Violonista, diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, co-autor do Livro Manual do Choro (2017), graduado em licenciatura em música pela Universidade de Brasília (Brasil). Em 2019 foi condecorado com o Prêmio da Insígnia da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty, ao lado do Grupo Choro Livre, pelos serviços prestados à cultura brasileira no exterior. É idealizador e coordenador do ENCONTRO INTERNACIONAL DE CHORO (EICHO), promovido pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em Brasília. Palestrante convidado pela HARVARD UNIVERSITY (Boston, EUA) em 2019, onde apresentou seu livro Manual do Choro. Vencedor do prêmio nacional de música “Furnas – Geração Musical”. Sua formação acadêmica se deu por meio da Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília (UnB), entre 2006 e 2012 e Mestrado em Jazz Performance na Universidade de Aveiro (Portugal), em 2017. Tem um CD solo lançado intitulado Caminhos Abertos. Com o grupo Choro Livre gravou dois álbuns, o "Na Caçapa do Meio" (2013) o CD "Choro Livre" (2015). Em 2016, com o Trio Cai Dentro, lançou o CD patrocinado pela empresa Furnas, além de ter participado de dezenas de gravações com artistas do Brasil e do Mundo. Como violonista, o estilo de Henrique Neto se caracteriza pela forte influência da música tradicional brasileira, principalmente o choro e o samba, mas também por trazer elementos jazzísticos em seus arranjos e composições. O violonista já se apresentou em mais de 20 países e atuou com artistas consagrados da MPB como Dominguinhos, Sivuca, Hamilton de Holanda, Sebastião Tapajós, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal, Danilo Caymmi, Paulo Moura, Sivuca, Armandinho Macedo, Manassés, Guinga, entre outros. Atuará em todas as fases do projeto, desde sua conceção até curadoria de artistas e curso referente a contrapartida social, avaliando na fase de pós o resultado do curso e emissão de certificados. Produção Executiva - Michele Milani Com 24 anos de experiência na área de Produção e Gestão Cultural, exercendo as funções de coordenadora de produção, produtora executiva, coordenadora de logística, de oficinas e de mídia/ institucional, coordenação e direção geral em diversos projetos Brasil afora. Atualmente é produtora executiva do Clube do Choro de Brasília. De 2015 a 2020 exerceu a função de Coordenadora Geral do Cena Contemporânea. Também atuou como produtora executiva do Porão do Rock, participou de festivais representando o Cena Contemporânea e levando a nossa produção cultural para conhecimento de curadores nacionais e estrangeiros. Em 2013 e 2014, atuou nas funções de Coordenação Institucional e de Mídias e de Produção do Cena Contemporânea. Esteve por três anos na produção do Prêmio da Música Brasileira. Trabalhou na produção de três edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, além de compor por 06 anos o quadro da Alecrim Produções Artísticas, integrando equipes de importantes projetos para a cultura brasileira, podendo-se destacar entre eles o Festival do Teatro Brasileiro, Movimento D, MPB Petrobras, Simpósio de Arquitetura e Museus, e projetos contemplados no edital do CCBB para realização no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Profissional acompanhará as 3 fases do projeto, participando do levantamento de preços, definições de equipe e fornecedores, contratações e na fase de pós, elaboração de relatórios. Coordenação Administrativo-financeira - Raimundo Luiz Barreto de Sá Teles A responsabilidade pela gestão administrativa/ técnico-financeira do projeto estará a cargo da Diretoria Administrativa e Financeira do proponente, conforme estabelece o Artigo 20, § 2º - O proponente deve ser responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e possuir capacidade técnico-financeira para garantir a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros. Raimundo Teles consta nos Artigos 16 e 17, Inciso II do Estatuto Social do Clube do Choro de Brasília (documento anexado ao SALIC), eleito em 22 de abril de 2016, pelo Conselho de Administração, para o cargo de Diretor Administrativo e Financeiro, conforme ata também anexada aos documentos do proponente. Atua na área cultural, sendo responsável por execuções administrativas, financeiras, acompanhamento e Prestação de Contas junto aos órgãos de controle de vários projetos culturais executados pelo Clube do Choro de Brasília, tais como Centenário de Pixinguinha (1977); JACOB DO BANDOLIM 80 anos (1998); 50 ANOS DE BRASILEIRINHO â€? (2000) â€? ERNESTO NAZARETH â€? Pai do Choro Moderno (2001) CAINDO NO CHORO (2002), TRIBUTO A GAROTO (2003) e O BRASIL BRASILEIRO DE ARY BARROSO (2004); além do Projeto Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Atua nas 3 fases do projeto, sendo de vital importância desde a fase de pré, onde são levantados e negociados custos, na produção com os pagamemtos e na pós, com conciliação bancária e fechamento do projeto, garantido a execução responsável e plena do que foi proposto em conformidade com a planilha aprovada pela Sefic.

Providência

PROJETO ENCERRADO E ARQUIVADO SEM CAPTAÇÃO DE RECURSOS.