| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 33000167000101 | PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | 1900-01-01 | R$ 499,8 mil |
A partir da perspectiva artística de indígenas, descendentes e pessoas negras o "CIRCUITO ARETÉ - Tempo de Festa", idealizado pelo Aldeia Coletivo, apresenta a cultura Cabocla como forma de salvaguardar a memória dos povos originários brasileiros e incentivar a produção de conhecimento ancestral. Para isso, o projeto propõe um conjunto de ações em diferentes cidades do Brasil, onde cada uma receberá: Apresentações Musicais, Espetáculo de Artes Cênicas e vivências indígenas.
O “Circuito ARETÉ - Tempo de Festa” acontecerá em diferentes cidades do Brasil e cada uma receberá: 02 (duas) vivências indígenas, 03 (três) rodas de conversa e 07 (sete) apresentações teatrais e musicais. Abaixo, segue a sinopse de cada uma das atividades: â—? Vivências indígenas com o Coletivo Wetçãmy: As vivências acontecerão em diferentes escolas públicas de cada cidade e partem da experiência de crianças e jovens em fase estudantil uma imersão multi-étnico-originária, possibilitando o contato com a comunidade indígena do Nordeste através da participação em rodas de cantos e danças, troca de saberes, pintura corporal e feira de artesanato indígena. â—? “Ybytu-Emi” e Bate Papo estudantes de escolas públicas com participação do Cacique Idyarrury: Apresentação pocket do espetáculo cênico-musical Ybytu-Emi (3 indicações ao Prêmio Caimmy de Música 2017 e finalista no Festival Rádio Educadora FM 2021) composto por canções que fazem parte do Álbum “Ybytu-Emi, O tempo e o vento”, permeadas por intervenções cênicas de curta duração, executadas pelos próprios artistas e dividido em três blocos: o bloco Indígena, bloco Nordestino e bloco Afro. Este espetáculo debate a cultura Cabocla como síntese da formação cultural do povo brasileiro seio de uma nação plural e diversa. Cenicamente, a maquiagem e o figurino bebem de influências de estampas africanas, indígenas e o material cenográfico é composto por diversas figuras que compõem o imaginário das manifestações populares (caboclos, benzedeiras, lavadeiras, pescadores), bacias, alguidar, incensos, ramos de folhas, candeeiros, velas, flechas, entre outros elementos que compõem os objetos do imaginário ritualísticos dos diferentes povos que deram substância ao que somos. â—? Espetáculo “Pindorama, Antes de Chamar Brasil”: O espetáculo de contação de histórias musical infanto-juvenil “PINDORAMA – ANTES DE CHAMAR BRASIL” (Indicado como Melhor Espetáculo Infanto Juvenil Prêmio Braskem de Teatro 2017) é um convite a uma reflexão acerca da construção de uma relação harmoniosa entre o ser humano e a natureza, abordando temas como ecologia, degradação ambiental e ameaça de extinção de espécies de animais brasileiras e herança indígena. A peça aborda a formação da identidade do povo brasileiro com base na matriz cultural dos povos indígenas, utilizando lendas e contos que compõem o imaginário mítico dos povos desta terra. Através das ferramentas de teatro de bonecos e formas animadas e banhado de musicalidade, o Aldeia Coletivo reconta os mitos: da Mandioca, do Curupira, do Cacau e da Pipoca. Além da música, o espetáculo provoca a predisposição da afetividade do público ao legado indígena, servindo chocolate, pipoca e bala de mel. Pindorama vem de Pindó-rama que significa terra, lugar ou região das palmeiras. Para algumas etnias do tronco tupy, Pindorama é uma terra encantada, livre dos males. â—? Shows da banda “Cabokaji” - Um com participação do Cacique Idyarrury e Coletivo Wetçãmy e outro com participação de Sérgio Akueran. Os shows de 1h com repertório autoral de 14 músicas do Grupo Cabokaji, pretende contribuir para a ampliação de uma produção musical contemporânea baseada em ritmos eletrônicos e no discurso do “sorriso como ferramenta política e a dança como processo de cura”. Com referências diversas, o Cabokaji faz um convite para o inesperado, para o desígnio da terra, sentir o chão e fazer o corpo estremecer. â—? Espetáculo musical “Ypupyara”: Aquele que mora na água. Magia, encanto e mistério, esses são os elementos que rodeiam o cotidiano de comunidades ribeirinhas, que muitas vezes sustentam a criação dos curumins numa pedagogia do Encantamento, onde os contos embebidos de manifestações da natureza acabam por servir como bula de comportamento. Assim, às margens de um rio, histórias se desenrolam para amimar, entreter, celebrar e educar. Ypupyara é um mergulho nos traços étnicos originários que atravessaram o tempo e se fazem presentes no dia a dia das comunidades ribeirinhas, marisqueiras e pesqueiras, perpassando temas como degradação ambiental e ameaça de extinção de espécies de animais brasileiros.
OBJETIVOS GERAIS Realizar o "CIRCUITO ARETÉ - Tempo de Festa", circuito multiétnico de artes idealizado pelo Aldeia Coletivo, em diferentes cidades brasileiras com uma programação composta por ações de cunho artístico e cultural. É importante dizer que este objetivo está alinhado com as seguintes finalidades do incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira XIII - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - Realizar 15 apresentações, sendo 2 peças teatrais ("Pindorama" e "Ypupyara"), e 3 sessões da obra cênica musical Ybytu-Emi, totalizando cinco apresentações, durante uma semana, em cada cidade; b) APRESENTAÇÃO MUSICAL - Realizar 06 shows da banda Cabokaji, com participações de convidados, sendo 02 shows de 1 hora cada, durante 1 semana, em cada cidade. c) FESTA POPULAR - Promover 02 vivências com o Coletivo Wetçãmy, com contações de histórias, danças, cantos e feira de artesanato indígena, por cidade, durante 1 semana.
O "CIRCUITO ARETÉ - Tempo de Festa" visa contribuir para a salvaguarda da memória de povos originários do Brasil, ao lançar para a sociedade um olhar de reparação social, patrimonial, histórica e ambiental, movimentando a economia criativa ao conectar dois coletivos artísticos (Coletivo Aldeia e Wetçãmy), comunidades tradicionais, artistas, pesquisadores e escolas. Nascido em 1 de julho de 2014, o Coletivo Aldeia durante os seus 10 anos de resistência se mantém como um dos poucos grupos de pesquisa da Bahia a se debruçar sobre o universo ameríndio e caboclo. O coletivo é desdobramento da pesquisa "Kareuóka" iniciada pelo multi artista e pesquisador Luiz Guimarães (Caboclo de Cobre) - com a contribuição da Diretora Onisajé - que inspirado no universo do candomblé de Caboclo, enxerga nesta figura histórica a síntese da formação cultural do povo brasileiro. Já o coletivo Wetçãmy de Palmeira dos Índios- AL, atua desde 2017. Wetyçamy significa em língua portuguesa "parente" ou "alguém da familia". O coletivo é composto por Idyarrury (cacique), Ynwraninho, Shaenny, Eleita, Rawan, Idyarony. Indígenas Xukuru Kariri, que tomam como campo de atuação a área de contos, danças, pintura e artesanato. Elementos que são partes fundamentais para o entendimento do modo de vida dos povos indígenas em suas especificidades. Há 4 anos o grupo tem viajado para várias cidades do Nordeste brasileiro, sob comando do cacique Idyarrury, levando a informação sobre a Real história dos povos indígenas do Brasil e do seu modo de vida nos dias atuais. De cunho artístico, o "CIRCUITO ARETÉ - Tempo de Festa'' estimula a difusão das artes a partir de uma cosmovisão indígena e cabocla. As ações do projeto visam reconhecer a importância do protagonismo indígena no processo educacional cultural como forma de quebrar estereótipos sobre os povos que compõem o Brasil. O circuito apresenta também a simbologia, a cênica e a musicalidade dos povos indígenas e caboclos através da arte como forma de se conectar com diversos públicos o que colabora com a preservação desse legado da cultura brasileira. Além disso, as ações serão gratuitas e mediadas com o intuito de facilitar e promover o acesso do público de forma efetiva. Neste sentido, este projeto justifica-se pelo fato de reconhecer a necessidade de transpassar as agruras do preconceito e da desinformação por parte da sociedade, ao apresentar uma programação que propõe a propagação da história, beleza e riqueza das heranças ancestrais, que ainda hoje encontram dificuldades para serem difundidas e valorizadas. Procurando assim diminuir os efeitos da discriminação sofrida até os dias atuais. Paralelamente a iniciativa propõe a construção de uma teia entre artistas independentes, que buscam se aprimorar, profissionalizar e intercambiar, propondo diálogo e produzindo relação de pertencimento e familiaridade. Neste sentido, o mecanismo de incentivo à cultura é fundamental para viabilizar as ações deste projeto independente. É importante dizer que o "CIRCUITO ARETÉ - Tempo de Festa'' se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 levando em consideração os seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por fim, no que tange o Art. 3º da Lei 8313/91 o projeto visa atingir os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois o proponente não detém a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. Informações de logística do “Circuito ARETÉ - Tempo de Festa” Trechos de viagens aéreas e hospedagem: Trechos: SSA (BA) x BEL (PA) | BEL (PA) x SSA (BA) 1. Mariana Damásio Pinto Silva (Proponente) - Coordenação geral e Atriz 2. Luiz Ailton Andrade Santos Filho - Coordenação artística, Ator, Músico3. Laércio da Cruz Pereira - Ator, Músico4. Ejigbô dos Santos Barbosa - Ator e Músico5. Sérgio Santiago Albuquerque - Ator, Cenotécnico, Músico convidado e Coordenação técnica6. Mayale Pitanga Rebouças - Ator, Músico7. Tamires Almeida dos Santos - Fotógrafa8. Gabriela Rocha - Direção de produção9. Produção executiva - Joana Giron10. Técnico de som11. Técnico de luz12. Técnico de audiovisual Trechos: MCZ (AL) x Belém (PA) | Belém x MCZ (AL) Idyarrury Lima dos Santos - Músico convidadoIdyarony Wezely - Músico convidado Hospedagem em Belém: 14 un. x 7 diárias Trechos: SSA (BA) x VIX (ES) | Vitória x Salvador 1. Mariana Damásio Pinto Silva (Proponente) - Coordenação geral e Atriz 2. Luiz Ailton Andrade Santos Filho - Coordenação artística, Ator, Músico 3. Laércio da Cruz Pereira - Ator, Músico 4. Ejigbô dos Santos Barbosa - Ator e Músico 5. Sérgio Santiago Albuquerque - Ator, Cenotécnico, Músico convidado e Coordenação Técnica 6. Mayale Pitanga Rebouças - Ator, Músico 7. Tamires Almeida dos Santos - Fotógrafa 8. Gabriela Rocha - Direção de produção 9. Produção executiva - Joana Giron 10. Técnico de som 11. Técnico de luz 12. Técnico de audiovisual Trechos: MCZ (AL) x VIX (ES) | VIX (ES) x MCZ (AL) Idyarrury Lima dos Santos - Músico convidadoIdyarony Wezely - Músico convidado Hospedagem em Vitória: 14 un. x 7 diárias Trechos: SSA (BA) x SLZ (MA) | SLZ (MA) x SSA (BA) Mariana Damásio Pinto Silva (Proponente) - Coordenação geral e Atriz Luiz Ailton Andrade Santos Filho - Coordenação artística, Ator, MúsicoLaércio da Cruz Pereira - Ator, Músico Ejigbô dos Santos Barbosa - Ator e MúsicoSérgio Santiago Albuquerque - Ator, Cenotécnico, Músico convidado e Coordenação técnicaMayale Pitanga Rebouças - Ator, Músico Tamires Almeida dos Santos - FotógrafaGabriela Rocha - Direção de produçãoProdução executiva - Joana GironTécnico de somTécnico de luzTécnico de audiovisual Trechos: MCZ (AL) x São Luís (MA) | São Luís x MCZ (AL) Idyarrury Lima dos Santos - Músico convidadoIdyarony Wezely - Músico convidado Hospedagem em São Luís: 14 un. x 7 diárias
a) Vivências indígenas em ambiente escolar com o Coletivo Wetçãmy. Cantos e Danças: Um passeio pelo universo dos Cantos e Danças da comunidade Xukuru-Kariri - Conduzida pelo Cacique Idyarrury, Guerreiro Idyarony e Itupynijú. Uma imersão na expressão corporal e sonora desta etnia, impulsionados por cantos tradicionais. Troca de Saberes: Diálogo com as crianças e os jovens. Partilha do imaginário mítico dos povos indígenas, conduzindo para uma reflexão acerca da construção de uma relação harmoniosa entre o ser humano e a natureza, abordando temas como ecologia, degradação ambiental e ameaça de extinção de espécies de animais nativo-brasileiras. Feira de Artesanato: Exposição de utensílios, adereços e brinquedos entre outros itens do artesanato indígena Xukuru-Kariri, Pankararú e Kariri-Xocó, resultante de práticas milenares comuns entre as diversas etnias indígenas do Brasil, técnicas manuais empregadas na confecção dos produtos. Pré requisitos para participação: Escolas Públicas do ensino fundamental e médio | Facilitadores: Idyarrury Lima dos Santos - (Cacique Idyarrury), Idyarony Wezely Lima Dos Santos - (Idyarony), Indígena Xukuru Kariri da Mata da Cafurna em Palmeiras dos Índios - AL e Itupynijú. b) Espetáculos 1. Ybytu-Emi, Pocket show seguido de bate papo em escolas de ensino médio com participação do Cacique Idyarrury. - Tempo de duração apresentação: 35 a 40 minutos - Tempo de duração bate papo: 30 minutos 2. Espetáculo "Pindorama, Antes de Chamar Brasil" - Tempo de duração: 50 a 60 minutos c) apresentações musicais 1. Cabokaji - Treme Terra - Tempo de duração show: 60 min 2. Espetáculo "Ypupyara" - Tempo de duração 35 minutos
a) PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS - ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão priorizados espaços culturais/teatros que sejam equipados com os devidos acessos, tais como rampas, banheiros adaptados e portas largas | Item da planilha orçamentária: Locação de teatro - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as sessões dos espetáculos contarão com intérpretes de libras | Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As publicações nas redes sociais serão desenvolvidas prevendo a descrição através da #PraCegoVer, que possibilita que o texto seja reproduzido em aplicativos de audiodescrição | Ítem planilha orçamentária: Não se aplica - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICÊNCIA INTELECTUAL: Serão gravados vídeos explicativos sobre os espetáculos e shows abertos ao público. Os vídeos serão postados nas redes sociais do Aldeia Coletivo e funcionarão como guias sobre o evento, trazendo informações sobre o local de realização e apresentações. Será oferecida entrada prioritária para pessoas com deficiência intelectual, evitando esperas longas e ambientes muito movimentados. Será mantido no foyer dos locais que receberão as atividades abertas ao público, espaços tranquilos onde as pessoas possam descansar e se acalmar caso fiquem sobrecarregadas. O volume das apresentações será suave e moderado com o intuito de evitar o incômodos e estímulos sensoriais intensos. As linguagens utilizadas nos espetáculos serão claras e simplificadas. b) PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL - ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão priorizados espaços culturais/teatros que sejam equipados com os devidos acessos, tais como rampas, banheiros adaptados e portas largas | Item da planilha orçamentária: Não se aplica - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Todas as sessões das apresentações musicais contarão com intérpretes de libras | Ítem da planilha orçamentária: Intérprete de libras - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As publicações nas redes sociais serão desenvolvidas prevendo a descrição através da #PraCegoVer, que possibilita que o texto seja reproduzido em aplicativos de audiodescrição | Ítem planilha orçamentária: Não se aplica - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICÊNCIA INTELECTUAL: Serão gravados vídeos explicativos sobre os espetáculos e shows abertos ao público. Os vídeos serão postados nas redes sociais do Aldeia Coletivo e funcionarão como guias sobre o evento, trazendo informações sobre o local de realização e apresentações. Será oferecida entrada prioritária para pessoas com deficiência intelectual, evitando esperas longas e ambientes muito movimentados. Será mantido no foyer dos locais que receberão as atividades abertas ao público, espaços tranquilos onde as pessoas possam descansar e se acalmar caso fiquem sobrecarregadas. O volume das apresentações será suave e moderado com o intuito de evitar o incômodos e estímulos sensoriais intensos. c) PRODUTO: FESTA POPULAR - ACESSIBILIDADE FÍSICA: Serão priorizados espaços que sejam equipados com os devidos acessos, tais como rampas, banheiros adaptados e portas largas | Item da planilha orçamentária: Não se aplica - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Será contratado intérprete de libras para mediação nas atividades do produto| Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: As publicações nas redes sociais serão desenvolvidas prevendo a descrição através da #PraCegoVer, que possibilita que o texto seja reproduzido em aplicativos de audiodescrição. Caso haja a participação de pessoas com deficiência visual no projeto, será contratado (via recursos próprios) serviço de audiodescrição | Item planilha orçamentária: Não se aplica - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICÊNCIA INTELECTUAL: Será oferecida entrada prioritária para pessoas com deficiência intelectual, evitando esperas longas e ambientes muito movimentados. O volume das apresentações será suave e moderado com o intuito de evitar o incômodos e estímulos sensoriais intensos. As linguagens utilizadas nas apresentações serão claras e simplificadas.
Todas as ações desenvolvidas pelo “CIRCUITO ARETÉ - Tempo de Festa” serão gratuitas seguindo assim, o art. 23 da IN 01/2022 e contarão com a atuação de produtores de cada cidade, com o objetivo de mobilizar o público escolar (alunos e professores da rede pública de ensino) e comunidades locais de maneira efetiva. As medidas de democratização atendem os seguintes inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/202: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente, a saber: a) realizar ações culturais em escolas ou espaços culturais, voltadas ao público infantil ou infanto juvenil, sendo: - 02 Vivências artísticas com o Coletivo Wetçãmy, com contações de histórias, danças, cantos e feira de artesanato indígena. As vivências acontecerão em teatro/espaço cultural e o projeto se responsabilizará pelo transporte dos alunos e professores; - 03 apresentações da obra cênica musical Ybytu-Emi, seguidas de roda de conversa
- Proponente: Joana Giron - Produtora executiva. Função: irá atuar junto à coordenação e gerenciar a logística, produtores locais e os worhops. Graduada em Produção Cultural na UFBA e cursou MBA em Marketing na FGV. Em 2014 fundou a Giro Planejamento Cultural, empresa baiana focada em criar, desenvolver e assessorar ações criativas na área da cultura. - Mariana DamaÌ?sio Pinto Silva - Coordenação geral e Atriz. Atriz, Diretora, Arte-Educadora e Produtora. Atuou em diversas montagens teatrais como: “Noite de Reis” (Dir. Hector Briones); “A Paixão de Cristo” (Dir. Paulo Dourado); “Os Prequetés” e “É Meu, é Seu, é Nosso” (Dir. Heraldo Souza), conquistando com estes dois últimos espetáculos diversos prêmios e indicações. Em 2017 recebeu a indicação na categoria Melhor Produção pelo Prêmio Caymmi de Música. Aprovada no edital Arte Todo Dia- Ano V, da Fundação Gregório de Mattos Produtora Executiva do Cabokaji, contemplado no Edital Natura Musical 2019; Coordenadora de produção nos Projetos: Areté- Tempo de Festa, contemplado no Prêmio das Artes Jorge Portugal; e no Projeto Asè Orin-Rede AfroIndígena de Música Soteropolitana, contemplado no Prêmio Anselmo Serrat de Linguagens Artísticas. - Luiz Ailton Andrade Santos Filho (Caboclo de Cobre) - Coordenação artística, Ator, Músico. Artista e pesquisador sobre o universo ameriÌ?ndio e caboclo. Co-gerenciador artiÌ?stico da Casa Preta Espaço de Cultura. Coordenador do Aldeia Coletivo, produtor, diretor, escritor, ator, iluminador, arte-educador, coordenador teÌ?cnico, preparador e coreoÌ?grafo de lutas para cinema. Bacharel em interpretação teatral pela Faculdade Social da Bahia e aluno especial - PPGAC-UFBA. Com mais de 150 obras no curriÌ?culo, construiu o seguinte histoÌ?rico: Ator e iluminador no espetaÌ?culo “Ogum, Deus e Homem”, do grupo NATA - Dir. Fernanda JuÌ?lia. Ator, iluminador, cenoteÌ?cnico e produtor executivo dos espetaÌ?culos: “Os PrequeteÌ?s”, “O Aluguel”, “Quem Conta Faz de Conta”, da Cabriola Cia de Teatro – Dir. Heraldo Souza. Ator, iluminador e preparador corporal do espetaÌ?culo “Pluft, O Fantasminha”, ModupeÌ? Produções - Dir. Susan Kalik. Assistente de direção, Coordenação de montagem e operação de luz no espetaÌ?culo “NamiÌ?bia Não!”, Melanina Acentuada Produções ArtiÌ?sticas - Dir. Lazaro Ramos. Coord. de montagem e operação de luz no espetaÌ?culo “Campo de Batalha” da Melanina Acentuada Produções ArtiÌ?sticas - Dir. Lazaro Ramos e Dir. Marcio Meirelles. Idealizador e coordenador artiÌ?stico do Festival Cururupe de MuÌ?sica, Concurso Antropofagia Drag Queen, Enxurrada Casa Preta, Enxurrada na Aldeia, Biblioteca ComunitaÌ?ria ItajuiÌ?pe e FoÌ?rum de TeÌ?cnicos e Iluminadores da Bahia. Em 2016 e 2017 recebeu indicações e preÌ‚mios estaduais e nacionais: Melhor Iluminador e melhor espetaÌ?culo infanto juvenil (PreÌ‚mio Braskem de Teatro), 3 indicações ao PreÌ‚mio Caymmi de MuÌ?sica e foi finalista por dois anos consecutivos no WebFestValda com a banda Levante. É responsaÌ?vel pela formação em cultura e herança ameriÌ?ndia dos professores da rede municipal de Salvador. - LaeÌ?rcio da Cruz Pereira (I S S A) – Ator e Músico. Nascido em Salvador, Issa eÌ? cantor e compositor multidisciplinar, membro do Aldeia Coletivo, onde foi diretor musical dos espetaÌ?culos ‘YBYTU-EMI’, ‘CandeÌ‚a”, compositor da trilha sonora de Pindorama juntamente com o coletivo e diretor musical de ‘Olorin AxeÌ?’ de Thiago Romero. Em 2015 lançou o EP CaiÌ?da, trabalho que foi finalista no Festival de MuÌ?sica da Educadora FM. Em abril de 2020 lançou o seu primeiro aÌ?lbum de estuÌ?dio, "Ambush Bahia”. EÌ? tambeÌ?m pesquisador mestrando em Estudos EÌ?tnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia / UFBA, onde pesquisa apropriação cultural, racismo e seus desdobramentos no territoÌ?rio das redes sociais online. - EjigboÌ‚ dos Santos Barbosa (Ejigbo) - Ator e Músico. É Contrabaixista, Violonista, Guitarrista, Cantor, Backing Vocal, Compositor, Arranjador, Estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal da Bahia Estudou violão claÌ?ssico e contrabaixo na escola Pracatum. Ao longo de sua trajetoÌ?ria, entre as diversas funções no campo musical, trabalhou com artistas de segmentos diversos: Banda Atriga Miste , Marcia Pinho, Grupo SoÌ? Lamento, AfoxeÌ? Ita Lemi Sinavuru, Edson CatendeÌ‚, Banda Dryad, Banda Hell Label, Banda Agnes, Banda Aparelhos Multiuso, João Victor e Conrado, Banda Os Tião, Jack Samba, Kart Love, Guto Cezar, Felipe Warkentin, Carol Alves, Edu Braga, Grupo Cultural Bahia Brasil, entre outros. Atualmente como Baixista e Selecta do Cabokaji, aleÌ?m de trabalhos com gravação e produção musical. - SeÌ?rgio Santiago Albuquerque (SeÌ?rgio Akueran) - Ator, Cenotécnico, Músico convidado e Coordenação técnica. Concluiu os cursos de percussão no Sesc NazareÌ? (2017), curso Livre de Teatro no Sesc Casa do ComeÌ?rcio (2018), e de Produção Cultural na Pracatum (2018), - Oficina de cordel com AntoÌ‚nio Barreto - FLIPELOÌ‚ (2017). Participou do Festival do CCSP (2014); Bolsa EstuÌ?dio Skol – Banda Dimare (2016); produção musical e composição do aÌ?lbum Soteropolitimbres – Banda Dimare (2015); produção geral e apresentação no evento: Dimare no Galpão Cheio de Assunto (2015- 2016); Produção geral e apresentação no evento: Baile Klandestino; Produção musical e composição do aÌ?lbum Akueran – SeÌ€rgio (2018). - Gabriela Rocha - Direção de produção. Produtora Gestora cultural, graduada em Comunicação - Produção em Comunicação e Cultura pela UFBA, com 13 anos de experiência. Dentre os projetos realizados em parceria estão a produção de espetáculos teatrais (“Holocausto Brasileiro - Prontuário da Razão Degenerada”; “A Bunda de Simone”, “Floresta Debaixo do Mar”, “Obsessiva Dantesca”, “A Mulher do Fundo do Mar”, “Sobretudo Amor”, “Quaseilhas”); realização de mostras e festivais (“Festival Dramaturgias da Melanina Acentuada”; “Mostra Internacional alô alô Mundo” e “Mostra Elas – Filmes Dirigidos Por Mulheres”); produção de séries para a televisão (“Culturama” e “Retrato Íntimo”); projeto de ações formativas na área do design (S+Dobras); projetos de músicais. - Idyarrury Lima dos Santos - Músico convidado. Cacique da comunidade Xukuru-Kariri da Mata da Cafurna em Palmeiras dos Índios - AL, líder político do seu povo, é ele quem faz a mediação entre a população e a tecnologia, buscando benefícios para sua comunidade, seja na luta por terras, educação, saúde ou trabalho. - Idyarony Wezely Lima dos Santos - Músico convidado. Indígena Xukuru Kariri da Mata da Cafurna em Palmeiras dos Índios - AL. Coordenador da (APOINME)- Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo. Membro da Comissão Alagoana da Juventude Indígena. Membro do Grupo Wetçami, participou da Residência Indígena com representantes da Aldeia Xukuru-Kariri e da Aldeia Fulni-ô, realizada em Salvador (BA) resultando na gravação de conteúdos fonográficos e audiovisuais para o projeto Cabokaji, contemplado no Edital Natura Musical 2019. - Mayale Pitanga Rebouças – Ator e Músico. Cantor, compositor, musicista e integrante do Aldeia Coletivo. Ao trazer uma mistura de elementos rítmicos mesclados ao “tambor de língua”, o artista transmuta-dor das suas vivências em composições afroindígenas sintetizadas nas músicas alternativas soteropolitanas e baianas. Em sua carreira o álbum Oré, seu primeiro disco, conta com canções inéditas, compostas pelo próprio artista, com exceção de “Não Há De Falhar” que foi concebida em parceria com Sérgio Akueran, “Sob Pés” que tem letra do escritor e diretor Diego Araúja, “Fique Firme” parceria com Tamires Allmeida e “Quando o Céu Cair” que tem participação e letra em parceria com Trevo. - Tamires Almeida dos Santos - cenografia, fotografia e videografia. Produtora cultural, Slam Master do Slam das Minas – Ba, integrante do Aldeia Coletivo.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.