| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 89637490000145 | KLABIN S.A. | 1900-01-01 | R$ 498,9 mil |
Realizar a montagem de novo espetáculo de dança (artes cênicas) que comporá o repertório da Evelin Baruque Arte e Cultura.
Sinopse preliminar: PARIS, primeiras décadas do século passado. Efervescência artística e cultural, glamour, música, moda, dança, teatro, literatura, artes plásticas. Gabrielle Chanel, linda e Cole Porter, Igor Stravinsky Romola e Vaslaw Nijinsky, Pablo Picasso, Isadora Duncan, Josephine Baker, Marlene Dietrich, Jean Cocteau, Serge Diaghilev, Ana Pavlova, Leonide Massine, Boris Kochno são os personagens desta celebração das artes e da cultura. Observação: Por se tratar de uma concepção nova para um novo espetáculo, a sinopse apresentada para o espetáculo é preliminar, e será concluída durante a pesquisa que ocorrerá na pré-produção. Deste modo, tão logo tenhamos a conclusão da pesquisa relacionada ao espetáculo enviaremos a sinopse final para o PRONAC.
Objetivo Geral: Montagem de nova produção da dança ao repertório nacional, realizadas por uma das maiores produtoras de dança do Estado de São Paulo, acrescentando mais uma importante obra à coletânea de espetáculos que a Evelin Baruque Arte e Cultura, tem disponibilizado ao cenário cultural brasileiro. Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; Pois, Realizar a montagem de novo espetáculo de dança, com o renomado coreógrafo ANSELMO ZOLLA, para o repertório da Evelin Baruque Arte e Cultura, permitirá que a expressão da cultura brasileira, representada pela dança, continue seja valorizada à medida que esse repertório é disponibilizado ao público, e se integra às produções feitas no país, e ofertadas ao público. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Pois, com a diversidade e multiforma cultural presentes na sociedade brasileira, estimular a dança, em seus diversos seguimentos de produção e linguagem, é estimular uma das mais importantes e antigas expressões da cultura no mundo, ou seja, a dança, e com isso, também estimular e proporcionar que grupos e comunidades produtoras da dança, em suas mais diversas formas, permançam vivas e presentes no cenário cultural brasileiro. Alcançar este objetivo é valorizar a produção cultural brasileira, em especial da dança, bem como estimular que a expressão cultural da dança permita a manutenção e desenvolcimento de grupos que trabalham para que as artes cênicas tenham representatividade no seio da sociedade brasileira. Objetivo Específico: Produto 1. Espetáculo de Dança. 1. Ofertar ao público (estimado em 200 pessoas) o espetáculo produzido. 2. Realizar no mínimo 03 (três) apresentações em São Paulo. OBS. Contrapartida Social - Não haverá contrapartida social, uma vez que o projeto é totalmente gratuito, Art. 25, § 5º , da IN nº 1, de 04 de fevereiro de 2022.
Lei 8.313/91, Art. 1° incisos: VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois a Evelin Baruque Arte e Cultura representa a consolidação de um trabalho artístico cuidadosamente preparado pelo seu coreógrafo e diretor artístico Anselmo Zolla, sob a direção geral de Evelyn Baruque. Iniciada em 2005, a companhia hoje conta com 14 intérpretes em seu elenco, provenientes de diversas formações e origens profissionais. Com o intuito de levar a experiência ao público de novas vertentes da dança, e ampliar o acesso desta arte, é que criamos este projeto de uma nova produção de dança. Lembrando que este projeto é decorrente também de exitosa iniciativa junto a Lei Rouanet onde também fizemos projeto similar com grande sucesso de público e mídia. Motivados por essa exitosa experiência anterior é que apresentamos este projeto visando dar continuidade em ações de grande aceitação junto ao público/sociedade. A Evelin Baruque Arte e Cultura mantém uma companhia de dança tradicional em sua composição, mas de vanguarda, pois busca associar trabalhos de bailarinos jovens, com bailarinos de maior idade, e artistas de renome nacional. Nos tornamos um espaço aberto para a expansão de novos trabalhos e possibilidades na dança, buscando integrar mentes, corpos e talentos para um só objetivo, explorar os limites da dança e sua forma de expressão, comunicação e conhecimento. Com integrantes formados em dança clássica, e uma inquietação em descobrir novas linguagens da dança a Evelin Baruque Arte e Cultura está pronta e amadurecida para continuar apresentando sua trajetória na dança com apresentações dos melhores espetáculos por ela produzidos. IX. priorizar o produto cultural originário do País. Pois a Evelin Baruque Arte e Cultura, nasceu com a finalidade de trabalhar com a dança na modalidade escola. Mas a idéia cresceu e veio então a necessidade de criar uma companhia de dança que representasse a Evelin Baruque Arte e Cultura e que também representasse o País em eventos significativos no cenário da dança, no mundo. E isso se concretizou, pois os espetáculos produzidos tiveram a grata e orgulhosa satisfação de serem apresentados em cidades como Milão, na Itália, Paris, Lyon e Biarritz, na França, Regensburg, na Alemanha, Lisboa e Porto, em Portugal. Também nos palcos do Brasil, tem produzido, continuamente, grandes espetáculos, assinados por coreógrafos de renome nacional, bem como se apropriado de profissionais das artes cênicas de reconhecida importância no cenário cultural do país, e assim, tem contribuído para uma sociedade mais criativa, sensível e disciplinada, e a que mais representa o povo brasileiro, e a nossa cultura, criada e produzida em terras brasileiras. Lei 8.313/91 Art. 3° Incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Pois a produção cênica prevista neste projeto fomentará o mercado cultural, tanto na formação de conteúdo, como no fomento da arte em sua diversidade e estímulos decorrentes de contínua pesquisa e estudo da dança por profissionais que dedicam sua vida a este segmento cultural, a dança. Deste modo, todo o conhecimento, experimento, inovação e desafios inerentes à criação cênica, serão estimulados e mantidos mediante a produção do espetáculo de dança que se propõe a fazer neste projeto, o qual se tornará um espetáculo de sucesso junto ao público, e fará parte do acervo e repertório nacional dos produtos culturais produzidos com o fomento da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Produto: ESPETÁCULO DE DANÇA Produção independente • Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois (eu proponente) não detenho a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. Conforme planilha há o item aluguel de teatro para o Teatro MASP CNPJ 60.664.745/0001-87. 1. Não há itens orçamentários que serão objeto de remuneração do proponente. 2. As atividades serão realizadas em espaço privados, COM APRESENTAÇÕES TOTALMENTE GRATUITAS. 3. A referência de preço utilizada para a feitura do orçamento do projeto é do mercado de São Paulo, onde o espetáculo será produzido e se apresentará.
Produto: ESPETÁCULO DE DANÇA Duração: 1 hora Censura livre 1. As atividades serão realizadas em espaços privados.2. Não haverá remuneração do proponente em nenhum item orçamentário. Justificativa dos ingressosOs ingressos somente serão exigidos para acesso ao local da apresentação, devido ao respeito ao limite de púbico permitido no Teatro MASP em São Paulo. NÃO HAVERÁ COBRANÇA DE INGRESSOS, pois as apresentações serão totalmente gratuitas.ABRIMOS MÃO DO PRAZO RECURSAL DE 10 DIAS PARA AGILIZAR A APROVAÇÃO.
Produto: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1. O teatro MASP em São Paulo, onde o espetáculo será realizado, conta com adaptação necessária ao atendimento a PcD físico, e equipes treinada para orientá-los.• Item da planilha orçamentária: Não há necessidade de previsão de despesas com este item. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: 1.Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia). 2. Braile: sistema de escrita e leitura tátil para as pessoas cegas. A tradução do material gráfico, tais como programa e folder, já consta do orçamento.• Item da planilha orçamentária: Estas despesas estão previstas no item divulgação. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: 1. Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia).• Item da planilha orçamentária: Estas despesas estão previstas no item divulgação. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1. Audiodescrição do ambiente onde serão realizadas as apresentações (desde o palco até a plateia).• Item da planilha orçamentária: Estas despesas estão previstas no item divulgação. CONTRAPARTIDA SOCIAL Não haverá contrapartida social tendo em vista que o projeto é totalmente gratuito. § 5º, Art. 25, da IN 01, de 04/02/2022.
Democratização de Acesso IN 01/22 Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; • Beneficiários: Estudantes do ensino médio, de escolas públicas de São Paulo. • Critérios de seleção: A definição das escolas será feita em conjunto com o município e com o estado, de modo a potencializar ações socioeducativas já em execução. Ampliação de Acesso IN 01/22 Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Pois, a disponibilização dos registros audiovisuais do espetáculo permitirá, de forma perene, que o acesso seja ampliado e mais pessoas, em diversos segmento sociais, poderão ter acesso ao produto resultante deste projeto. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Pois, a captação das imagens por redes públicas de televisão, bem como de outras mídias gartuitas, objetiva ampliar o acesso a públicos específicos e singulares, que representam uma audiência que eventualmente as ações do item anterior não consiga alcançar.
Função: BAILARINOS André Neri Paulistano, bailarino e ator profissional é formado em Educação Física e em artes dramáticas no Teatro Escola Macunaíma. Na dança, fez parte da Raça Cia. de Dança de São Paulo, com direção de Roseli Rodrigues. Entre muitos trabalhos, atuou no musical West Side Story com direção de Jorge Takla. Convidado para encenar com a Companhia Ojála, da Argentina, o espetáculo Hombre Vertiente, com criação e direção de Pichón Baldinu. No Balé Teatro Guaíra teve atuações em diversos balés, sendo solista em importantes obras. Atualmente integra o Studio3 Cia de Dança. Artemis Bastos Iniciou seus estudos de dança aos 6 anos em Rio Claro/SP, no ano 2000 formou-se em balé clássico e jazz pela escola Cadência Ballet. Em 2001 retorna à São Paulo, onde segue seus estudos com os mestres Camilla Pupa, André Malosá e Jair Moraes. Em 2004 obtem 1º Lugar no festival ENDA, (São Paulo – SP) no mesmo ano conquista o prêmio de melhor bailarina no Festival de Jundiaí (SP), onde repete o título em 2005, neste período integra elenco temporário da Cia Cisne Negro. Em 2007 conquista o 1º Lugar em 3 categorias no Festival Passo de Arte em Indaiatuba - SP. No ano seguinte é convidada a integrar a São Paulo Companhia de Dança, onde trabalhou de 2008 a 2022. Em 2022 passa a integrar o elenco da Studio3 Cia de Dança. Dilênia Reis Profissional há 26 anos, como bailarina desempenhou papéis importantes e contribuiu como intérprete-criadora em aproximadamente 100 obras de diferentes estilos e linguagens coreográficas junto à importantes companhias de dança contemporânea no Brasil e na Alemanha. Formada pela Royal Academy of Dancing e pelo MEC/Brasil, desenvolveu aulas de dança clássica e moderna voltadas para alunos em formação e profissionais interessados em atuar no cenário da dança contemporânea. Atualmente atua na Studio3 Cia de Dança. Fernando Rocha Ator e bailarino, nasceu em Mogi das Cruzes em 30/09/1981. Iniciou seus estudos de produção teatral no “Núcleo de Produção do Instituto Capobianco” sob coordenação de Alejandra Sampaio em 2014, foi contemplado pela primeira edição do prêmio Zé Renato de Teatro pelo projeto “A Máquina Tchekhov” e indicado ao APCA de Melhor Peça, Melhor elenco e Melhor Direção. A Máquina Tchekhov recebeu o prêmio Shell de Melhor Iluminação. Iniciou sua carreira artística como bailarino e foi integrante do Balé da Cidade de São Paulo com direção de Mônica Mignon entre os anos de 2006 e 2009. Em 2022 passa a integrar o elenco da Studio3 Cia de Dança. Jefferson Damasceno Em 1987 ingressa no Curso de interpretação infantil, curso municipal na cidade de Barra Bonita, ministrado pela atriz, diretora e jornalista Zeze Millane. Desde então passou a integrar o Grupo Municipal de Jovens Atores, onde ficou até 1990 quando passou a integrar o Grupo Teatral BB onde permaneceu até 1998 fazendo várias peças teatrais, esquetes para empresas visando a qualidade de vida dentre outras intervenções artísticas. Trabalhou com diretores como Silnei Siqueira, Carlos Santtile, Luiz Batista, Viviane Granetto, Valtier dos Santos e varios cursos com Wolf Maya, Denis Carvalho e outros. No ano de 1996 iniciou seus estudos em dança, na cidade de Barra Bonita, participando de vários concursos e festivais de dança. Também concluiu o curso superior de Licenciatura Plena em Educação Física, no período de 1999 a 2003 na cidade de Barra Bonita. Em 2004 mudou-se para a cidade de São Paulo e ingressou no Pavilhão D Centro de Artes em busca de aprimoramento técnico em dança contemporânea e clássica, tendo como principais professores Ricardo Sheir e Andrea Pivatto. início do ano de 2005 estagiou na Companhia Sociedade Masculina e neste mesmo ano foi convidado por Ricardo Scheir, então diretor da Cia de Dança de São José dos Campos a atuar como bailarino, professor e ensaiador desta Cia. Em agosto de 2008 passou a integrar o elenco do Balé da Cidade de São Paulo sob a Direção de Mônica Mion. Cia onde participou de inúmeras criações e remontagens, de obras q ainda hoje permanecem no repertório. Nesse período paralelamente também desenvolveu alguns trabalhos, como bailarino, com o Grupo Divina Dança, sob a Direção de Andreia Pivatto. Após seis anos, em junho de 2014, sob a direção de Iracity Cardoso, deixo o elenco do Balé da Cidade de São Paulo para fazer parte do elenco da Studio 3 Companhia de Dança e da Sociedade Masculina Companhia de Dança. Trabalhou com diversos profissionais renomados como Ricardo Scheir, Ivonice Satie, Andreia Pivatto, Anselmo Zolla, Eduardo Bonnis, Valeria Mattos, Maestro Ordoñez, Henrique Talmah, Renato Vieira, Neide Rossi, Ismael Guiser, Liliane Benevento, Luiz Arrieta, Luiz Fernando Bongiovanni, Jorge Pena, José Ricardo Tomaselli, Fábia Vasconcellos, Carlos Santos, Mauro Bigonzetti, Roberto Zamorano, Marc de Graeff, Toshie Kobayash, entre outros. Joaquim Tomé Brasileiro nascido no Rio de Janeiro, coreógrafo, bailarino e videoasta. Possui, em sua formação, um caminho híbrido e multiseletivista. Mergulhando em diversas técnicas cênicas e físicas, faz de seu corpo uma plataforma constante para experimentos. Como intérprete, em 2005, trabalhou em projetos de Ricardo Bandeira (Caosbaré) e Ciro Barcellos (Francisco de Assis O Musical) – 2006 - fez parte da Intrépida Trupe sob a direção de Claudio Baltar, do Grupo DC (Municipal do Rio de Janeiro) sob a direção de João Wlamir e Rodrigo Negri e da Cia Renato Vieira - 2007 - continua na Cia Renato Vieira e trabalha também na Cia Focus, de Alex Neoral- 2008 - vai trabalhar na Cia Deborah Colker – 2009 - retorna par Cia Renato Vieira aonde fica até 2012 – 2013 - ingressa no Balé da Cidade de São Paulo sob a direção de Iracity Cardozo. Como ensaiador/remontador trabalhou na Cia São José dos Campos na obra “Eles&Elas”, 2011, de Renato Vieira, sob a direção do mesmo, “Cronos”, 2012, de Renato Vieira na Cia Mitzi Martucci e no BCSP na criação de “Ter Alado”, 2013, de Renato Vieira, sob a direção de Lara Pinheiros. Coreografando, em 2012 cria para o Rio Cello Encounter o dueto “Nani” ultilizando de Vídeo Mapping ao vivo e com trilha também ao vivo executando composições de Nino Rota, em 2014 cria “Wooland” e “Wooland Oppositus” para a noite de novos coreógrafos do BCSP, Dançographismus, com curadoria de Iracity Cardozo. Ainda em 2014 cria o solo “Limítrofe” para Kênia Genaro. Como realizador fílmico em 2014 finaliza o vídeo dança curta-metragem “Alaska Gallery” em parceria com Gregory Lonrenzutti e realiza a Direção de Fotografia do longa-metragem de Alexander Rudáh “Orlando, ou o impulso de acompanhar os pássaros até o fim do mundo”. Em 2015 finaliza “Nihil Obstat – Somnialis" em parceria com Jorge Garcia, selecionado pra mostra oficial do Festival Dança em Foco 2015. Em 2017 é responsável por todo o projeto de vídeo composição e mapping na obra “Risco” de Sérgio Ferrara e Ismael Ivo no BCSP. Como Diretor de Fotografia, Editor e Videografista vem realizando uma parceria com vários criadores de dança, música e teatro no Brasil e no exterior em pequenas obras, intervenções cênicas e múltiplos registros, ente eles estão: Renato Vieira, João Saldanha, Angel Vianna, Maria Alice Poppe, Ivan Perez, Marina Mascarell, Jorge Garcia, Alexandre Rudáh, Espaço Sesc Rio, Vitto Meirelles, Yamandú Costa, Botika Botkay, Alex Neoral, Cristina Moura, Real Imaginário. Ivan Perez e Marina Mascarell. Jurandir Rodrigues É mineiro de Contagem. Começou a dançar em Belo Horizonte, no Núcleo Artístico de Marjorie Quest, que desenvolvia um repertório de JAZZ e Dança Moderna. Em 1994 ingressa no Ballet Stagium, atuando por pouco mais de Três anos, em 1998 partiu para carreira solo como Solista Clássico se apresentando por várias cidades brasileiras e Festivais de Dança por todo o Brasil. Atualmente integra a Studio3 Cia de Dança. Kauê Ribeiro Ator e bailarino. Iniciou seus estudos em dança na Casa do Hip Hop e desde então têm se especificado em distintas modalidades, do balé clássico às danças populares. Atuou nos musicais "Antes Tarde do que Nunca"; "Priscilla, A Rainha do Deserto"; "New York, New York"; "Emoções Baratas", “O Fino No Samba” e "Sampa, O Musical". Já dançou com Claudia Leitte, Leilah Moreno, Daniela Mercury, Wanessa e outros. Dançou em uma tradicional companhia de cruzeiros pela Europa. Atuou como bailarino no Japão e Argentina. Integrou a Cia de Dança Anderson Couto e o Projeto Mov_Ola. Em 2016, integrou o musical "Wicked", como ensemble, Dance Captain e, posteriormente, Swing Cross Over. Em 2017, integrou o elenco do espetáculo de produção inglesa "Voices Of The Amazon", apresentado no Sadler's Wells em Londres, Moscou e Singapura. Atualmente, integra o elenco da Studio 3 Cia de Dança em São Paulo. Kênia Genaro Iniciou seus estudos de dança em 1974, em Ribeirão Preto, com Eduardo Sucena e Maria do Carmo Poggi.Em 1983 dançou e ministrou aulas de Balé Clássico e Jazz na Escola Dacai sob a direção de Maria do Carmo Poggi.Ingressou na Cia Dançarte de Ribeirão Preto em 1984 trabalhando com Luciana Junqueira e Patty Brown.No mesmo ano integra o corpo docente do Studio de Dança Luciana Junqueira e começa a ministrar aulas de Balé Clássico e Jazz na escola onde permanece até o ano de 1989. Em São Paulo integra a Cia Canvas no ano de 1990, com direção de Mário Nascimento. Integra o elenco da Cia Ballet Stagium entre o ano de 1992 a 1998 com direção de Márika Gidali, Décio Otero e Vera Lafer. Ministrou aulas de Balé Clássico na escola da Cia Ballet Stagium. Em 1999 participa do espetáculo " Muito Romântico ", trabalho criado por Suzana Yamauchi e João Maurício, sob direção de Naum Alves de Souza. Em 2000 integra o elenco do Balé da Cidade de São Paulo onde trabalhou com inúmeros coreógrafos como: Oscar Araiz, Ohad Naharim, Luis Arrieta Angelin Preljocaj, Sandro Borelli, Germaine Acogny, Itzik Galili, Mauro Bigonzetti Henrique Rodovalho, Débora Colker, Gagik Ismailian, Rami Levi, Mário Nascimento, Jorge Garcia, Suzana Yamauchi, João Maurício, Cayetano Soto, Fernando Martins, Luiz Fernando Bongiovanni e Anselmo Zolla. Participou como coreógrafa em um projeto criado dentro da Cia Balé da Cidade de São Paulo “Oficina Coreográfica Pró-Criação” em 2006, quando coreografou " Pálida à Luz". Em 2010 assumiu o cargo de Assistente de Coreografia e Ensaiadora da Cia Balé da Cidade de São Paulo, sob a direção de Lara Pinheiro. Desde então ministra aulas de Dança Contemporânea e Balé Clássico para a Cia BCSP. Criou a obra “Lavandula “para Ama Cia de Dança (Joinville) e ministrou aulas para mesma. Em 2013, com o cargo de Assistente de Coreografia e Ensaiadora da Cia Balé da Cidade de São Paulo, sob a direção de Iracity Cardoso, participa como bailarina em duas obras do coreógrafo, Luis Arrieta, “Sagração da Primavera” e “La valse". Em 2014 dançou o solo “Límitrofe” de Joaquim Tomé e “Copy Left” de Jorge Garcia. Em 2016 participa, a convite do diretor italiano Stefano Poda, da Ópera “Fosca” de Antonio Carlos Gomes como Bailarina Convidada. Em 2017 ministra um worshop de Dança Contemporânea no Estudio Anacã a convite do diretor da Anacã Cia de Dança Edy Wilson. Hoje integra o elenco do Studio 3 e realiza trabalhos autorais na cena independente. Mara Mesquita Natural de Catalão, Go. Formada pela Escola Municipal de Bailado de são Paulo, e pela Royal Academy of Dance de Londres. Foi integrante do Balé Teatro Guaira (PR) e da Cisne Negro Cia de Dança (SP). Em 1993 entra no Balé da Cidade de São Paulo, permanecendo até abril de 2009. Atualmente integra a Studio3 Cia de Dança. Naiane Avelino Natural de Varginha – MG – (cursou Letras, Licenciatura Português/Inglês) iniciou seus estudos em dança na Escola Ballet Marlene Paiva - onde prestou exames para a Royal Academy of Dance- e participou de diversos festivais de dança. Frequentou cursos ministrados por grandes professores da dança clássica e contemporânea. Em 2005, passa a integrar a Cia Sesiminas, em Belo Horizonte, a convite da diretora Cristina Helena. No fim do ano seguinte, integra a 23a edição de “O Quebra Nozes”, da Cisne Negro Cia de Dança, sob direção de Hulda Bittencourt. Posteriormente, em 2007, ingressa-se ao elenco fixo desta Cia por sete anos. Trabalhou com renomados professores de diversos países e dançou importantes obras do repertório desta Cia. Além de ter viajado por diversas cidades do país, participou de tournées pela Alemanha, EUA, China, Tailândia, Uruguai, Argentina, Chile e Colômbia. Em 2014 passa a fazer parte da Cia de Dança Deborah Colker excursionando por todo o Brasil e diversos países como Canadá, Coreia, Japão, França. Atualmente integra o elenco da Studio 3 Cia de Dança. Paula Miessa Atriz e Bailarina com formação em balé clássico, dança contemporânea e jazz, cursou a Escola para atores Wolf Maya e Grupo Tapa. Participou da noleva "Dance Dance Dance" da Tv Bandeirantes como Fanny Lu de 2007 a 2008, atuou nos espetáculos musicais “O Rei e Eu” em 2010, “Evita” em 2011, Jesus Cristo Superstar e Se Eu Fosse Você em 2014. Foi integrante da Cia de dança-teatro” Artista do Corpo” de Dinah Perry de 2005 a 2011. Estagiou na “Houston Metropolitan Dance Company” em Houston,EUA em 2008. Integrante da companhia de dança Balé da Cidade de São Paulo de 2011 a 2013 e da Studio 3 Cia de Dança de 2014 até hoje. Desenvolve seu próprio trabalho autoral em dança-teatro com o espetáculo solo R-Entorno e como cantora e intérprete com o show Miscellaneo. Vera Lafer Bailarina de renome, destaca-se por seu trabalho de apoio à cultura, arte e educação. Foi uma das criadoras do Studio3 Espaço de Dança, para formação e aperfeiçoamento de bailarinos. No Espaço Cultural Vera Lafer, em Telêmaco Borba, no Paraná, o programa Passo Certo, realizado em parceria com o Studio3, ensina dança contemporânea e capoeira a crianças e adolescentes da comunidade e filhos de colaboradores da Klabin, com idades entre 6 e 17 anos. Sua atuação nessa área já lhe rendeu uma série de reconhecimentos públicos, como a homenagem recebida da Câmara de Vereadores de São Paulo. Função: PROFESSORES Liliane Benevento: Bailarina desde 1956 recebeu o prêmio Ana Pavlova em 1967, como melhor bailarina do Brasil. Professora de BaléClássico há 35 anos, dando aulas no Brasil, Inglaterra, Holanda e constantemente convidada para palestras em vários países comoFrança,Suécia, Estados Unidos. Atuou em diversas companhias como Ballet Stagium e London Studio Center, na Inglaterra. Liliane é Diretorado Studio 3 Espaço de Dança desde 1998. Bergson Queiroz: Estudou dança clássica e moderna com diversos professores no Brasil, entre os quais Jane Dick, Jane Blauth, Ivonice Satie,Liliane Benevento, Célida Samico e Sonia Mota. Também estudou dança moderna e coreografia no Cunningham Studio, Limon Institute e noNikolais and Louis Dance Lab, em New York. Certificado em Método Pilates, pelo The Pilates Guild, em Nova York. Fisioterapeuta (CREFITO109699-F), especialista em Fisioterapia Ortopédica e Traumatológica, mestre em Ciências da Reabilitação pela Faculdade de Medicina-USP. Função: FIGURINISTA Fabio Namatame Formado em Comunicações e Artes pela FAAP, Fabio Namatame possui extensa carreira como figurinista de espetáculos. Já desenhou figurinos para peças de teatro, musicais, apresentações de dança e óperas. Recebeu os prêmios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Prêmio Shell de Teatro, Prêmio CulturaInglesa de Teatro, Prêmio Carlos Gomes de Opera, Festival de Cinema de Paulinia e Prêmio SESC de dança de Belo Horizonte, Prêmio Bibi Ferreira em 2022. Função: LIGHT DESIGNER Joyce Drummond Iluminador paulista, com 40 anos, iniciou trabalhos com iluminação aos 14 anos no Grupo de Teatro Rio Branco. Trabalhou como coordenador do departamento de iluminação do Teatro Alfa em São Paulo de 1998 a 2002. Foi encarregado de desenhar a iluminação de diversos espetáculos de dança como “O Grande Circo Místico” de Luis Arrieta, com o Balé do Teatro Guairá de Curitiba, “Piccolo” e “Paradox” de Tíndaro Silvano, com o Balé do Teatro Castro Alves de Salvador, “Além da Pele” de Patrick Delcroix, com a Cisne Negro Cia de Dança, “Martha Graham ...memórias”, “Samba, suor brasileiro”, e “Teu Corpo é meu Texto”, de José Possi Neto e Anselmo Zolla, e “Permeados”de Jomar Mesquita , com a Studio 3 Cia de Dança, “Fishermen of airs” de Carolyn Carlson”, ”Laços” de Deborah Colker, e “Tão” de Jomar Mesquita, com a Cia Sociedade Masculina, “Logos Diálogos, 6 suites de J. S. Bach” do violoncelista Dimos Goudaroulis com os coreógrafos Jorge Garcia, Luis Arrieta, Henrique Rodovalho, Tíndaro Silvano, Ismael Ivo e Deborah Colker; montagens de ópera como “Cavalleria Rusticana” e “Il Pagliacci” com direção de Aidan Lang, “Carmem” com direção de Carla Camurati e Hamilton Vaz Pereira, “L'oca del Cairo“ com direção de André Heller, “El Niño Judio” e “O Menino e a Liberdade” com direção de Mauro Wrona, “A Dinner Engagement” com direção de João Malatian; musicais como “O Abre Alas” de Charles Moeller e Claudio Botelho; além de diversos trabalhos em teatro, música e exposições. Função: COREÓGRAFO Anselmo Zolla: Atuou como bailarino nos teatros alemães de Kaiserslautern e Wiesbaden. No exterior, onde permaneceu por oito anos, lá criou obras para as companhias Azet Dance Company, Teatro de Heidelberg, Teatro de Mannheim e Teatro de Kaiserslautern. Na Alemanha recebe em 1996 o Prêmio Shakspeare por “Romeu e Julieta”. No Brasil, trabalhou ao lado de Deborah Colker, no Balé da Cidade de São Paulo e na Quasar Cia. de Dança. Coreografou os musicais, “Jesus Cristo Super Star” e “New York, New York”, pelo qual recebeu o prêmio de Bibi Ferreira de melhor coreógrafo. Em 2018 coreografa a Ópera “Sonho de Uma Noite de Verão”. Em 2019 coreografa “Rigoletto” para o Teatro Municipal de SP e para o Teatro Solis em Montevideo. Durante a pandemia cria o projeto “DE DENTRO PRA FORA” com artistas da dança relatando seus sentimentos no momento. Faz a direção de movimento de “Cartas Portuguesas” encenada na Sala SP e em Belo Horizonte. A pedido de Jorge Takla coreografou um duo para a Exposição em homenagem ao Maestro João Carlos Martins apresentada no Centro Cultural da Fiesp. Coreografou a Ópera RENARD, sob direção de William Pereira no Theatro São Pedro em junho de 2021. Atualmente é curador da Semana Paulista de Dança/MASP e diretor artístico da Studio3 Cia. de Dança. Função: CENÓGRAFO Renata Pati Carioca Arquiteta, Cenógrafa e Designer formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Em SP concluiu sua pós-graduação em Design de Produto no Instituto Europeo di Design – IED. Além dos projetos de arquitetura e design, desenvolve projetos de Cenografia para espetáculos tais como: Espetáculo “Shiva Quevarum” de Anderson Braz para Cia. Sociedade Masculina de Dança no Teatro Alfa, SP em 2010. Espetáculo “Samba, Suor Brasileiro” de Anselmo Zolla para Cia. de Dança Studio3 no Citibank Hall, SP em 2011. Espetáculo “Tao” de Jomar Mesquita para Cia. Sociedade Masculina apresentações no Teatro Sérgio Cardoso, no Teatro Olido em SP e internaciolmente em Kuopio Finlândia em 2011. “Entre o Corpo e o Azul” de Henrique Rodovalho para Cia. Sociedade Masculina de Dança no Teatro Sérgio Cardoso em SP, 2011. “Permeados” de Jomar Mesquita e Rodrigo de Castro tendo como convidado especial Cauby Peixoto; “O homem que caminha “, direção da coreografa francesa Joëlle Bouvier , espetáculo apresentado em SP e no RJ em 2012. R.Conego Eugenio Leite,218 Pinheiros SP – Brasil +55 11 98101 6665 Av Marechal Gomes da Costa , 1551 – Porto – PT. +351 911 997 511 contato@renatapati.com renatapati.com Com a parceria de Anselmo Zolla e José Possi Neto para criação das obras teatro dança, para a Cia Studio3: Espetáculo “Samba suor brasileiro” de Anselmo Zolla para Cia. Sociedade Masculina de Dança Em 2012 estreia “Teu Corpo é Meu Texto” tendo a participação especial de Christiane Torloni. Realizaram tournée levando “Teu Corpo é Meu Texto” e “Permeados “a Paris no Théâtre de La Porte Sanint- Martin, Lisboa no Coliseu de Lisboa e ao Porto no Coliseu do Porto. Os espetáculos foram apresentados em SP, RJ, Milão e Paris, Finlândia com algumas cenografias. Em 2015, ‘’Orpheus ‘’ direção José Possi Neto, estreia no teatro Alfa e ‘’Sarau’’ de Anselmo Zolla no auditório do Masp. Outros cenários também foram desenvolvidos com o diretor Wilian Pereira, como a opera “Anão” e “Espelho” no teatro São Pedro em 2017. Espetáculos ‘’Sala de ensaio’’, “Depois” e “Pessoas “para a cia de dança Studio3 apresentados no auditório do Masp em SP em 2019 e 2021 e 2022. Função: DIREÇÃO MUSICAL Felipe Venancio DJ, produtor e remixer com 33 anos de atividade profissional, Felipe Venancio é considerado o mais importante e respeitado nome da house music no país. Mais conhecido pelo seu trabalho nas pistas de dança, Venancio tem nove CDs lançados comercialmente e uma lista de remixes de sucesso, como Claudio Zoli “Noites do Prazer”, Seu Jorge “Cidade de Deus” e Roberto Carlos, “O Portão”. Para o Rei, trabalhou dois anos consecutivos e assinou o CD de fim de ano de 2013. Sob sua direção de 22 artistas foram escolhidos para remixar seu vasto repertório. Em sua primeira participação na confecção de um show, assinando arranjos e trilhas incidentais, Venancio, com direção artística de Zé Possi Neto, estreiaram “À Flor da Pele”, de Zizi Possi, em 2017. Assina, por mais de 15 anos, trilhas para o universo da moda. Para Alexandre Herchcovitch misturou o moderno e o clássico, unindo a Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, interpretando Villa-Lobos, com sua música eletrônica. Criou arranjos com Marina Lima e Arnaldo Antunes, respectivamente para Forum e Ellus, e assinou trilhas para top models internacionais como Naomi Campbell, Kate Moss, Alex Wek e Gisele Bündchen. Produzindo a trilha de espetáculos de dança para a companhia Studio 3, sob direção de Anselmo Zolla, seu trabalho pode ser visto em espetáculos nacionais e internacionais. Entre eles, “Callas”, “Martha Graham” e “Ce que la voix ne dit pas”, este último com Christiane Torloni no Théatre de la Porte St-Martin, em Paris. Com a mesma companhia, esteve no palco, ao vivo, com a cantora Alcione e nove percussionistas, no espetáculo “Samba”. Em “Orpheus”, obra de Vinícius de Moraes e Tom Jobim, criou arranjos de cordas com a cantora Zizi Possi, trabalhando com o diretor José Possi Neto e também com os coreógrafos Henrique Rodovalho e Joëlle Bouvier para outros espetáculos. Para o espetáculo Banquete, para o Burlesque do Grupo Chaim, Venancio revisitou o universo dos cabarés e do circo. Fez a curadoria de DJs e artistas para o TIM Festival por dois anos. Idealizou e conceituou a primeira vinda da banda Massive Attack para a Poladian Produções. Considerado por alguns como o DJ que atravessou a barreira da cabine de som e invadiu a mídia, Venancio tem participações em programas de TV como no programa “Estrelas”, onde produziu uma faixa a pedido da apresentadora Angélica com os ruídos de São Paulo. Venancio virou garoto propaganda do Globo Esporte para promover o Brasileirão e ainda inaugurou a participação de DJs no programa Big Brother 7, de 2007. Em 2002, Venancio se apresentou em Cannes, na festa de lançamento do filme Madame Satã e seu remix para “Cidade de Deus”, com Seu Jorge, abre a compilação de remixes, da trilha do filme. Como DJ, o som brasileiro e cheio de referências à disco music de Felipe Venancio pode ser ouvido todas as quarta-feiras no clube Jerome, em São Paulo, na conceituada noite Toilette. Função: DIREÇÃO CÊNICA Jorge Takla Diretor requintado, habilidoso em lidar com elencos numerosos, Jorge Takla é uma das personalidades mais ativas tanto no teatro como na ópera, sempre em grandes produções, ao lado de atores e músicos do primeiro time do panorama cultural brasileiro com espetáculos sempre marcados pela alta qualidade. Formado na Ecole des Beaux-Arts (Paris) e no Conservatoire d´Art Dramatique (Paris), Iniciou profissionalmente ao lado de Robert Wilson em 74. Takla atuou e dirigiu no teatro LaMama em New York de 1974 a 1976. No Brasil, Jorge Takla dirigiu e produziu mais de 100 espetáculos de Teatro e Teatro Musical, entre eles, Hulda, My Fair Lady, Vanya e Sonia e Masha e Spike, Vermelho, Evita, Jesus Cristo Superstar, The King and I, West Side Story, Mademoiselle Chanel, Vitor ou Vitória, Últimas Luas, Medéa, Electra, A Gaivota, O Jardim das Cerejeiras, Cabaret, Pequenos Burgueses, Madame Blavatsky, Lembranças da China, Fedra 1980 e dezenas de outras peças. Em ópera, Takla dirigiu Rigoletto,Tosca, Don Quichotte,The Rake's Progress, Candide, La Traviata, La Boheme e Madama Butterfly, Il Tabarro, As Bodas de Fígaro, Cavalleria Rusticana, I Pagliacci ,Os Contos de Hoffmann, A Viúva Alegre e outras obras. Foi Diretor da Divisão de Teatro da CIE-Brasil de 2002 a 2004 onde coordenou as produções de A Bela e a Fera (Broadway), Chicago (Broadway), A Flor de Meu bem Querer (Juca de Oliveira), Suburbano Coração (Chico Buarque), Marília canta Ary e outras. Foi também dono do Teatro Procópio Ferreira de 1983 a 1992. É Grande Oficial da Ordem do Ipiranga e detentor do título de Cidadão Paulistano Função: PRODUÇÃO/REALIZAÇÃO Evelin Baruque Arte e Cultura
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.