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Um livro que explora a arquitetura brasileira, moderna e contemporânea com novas perspectivas através do olhar experiente do fotógrafo de arquitetura - e especialista em arquitetura moderna - Leonardo Finotti. Finotti sabe, como poucos, reconhecer as ideias propostas pelos arquitetos em suas obras, e jamais faz de suas fotos um mero exercício formal de exploração da arquitetura. São fotos que revelam detalhes pouco ou jamais percebidos pela maioria do público e que, ao mesmo tempo reforçam os conceitos sugeridos pelos arquitetos nestas obras. Como contrapartida social, será realizadoum curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado.
Desde a antiguidade, templos, palácios e castelos, são construídos em escala monumental. É a escala monumental que dá a medida de distância entre o poder e a sociedade. No passado, essa arquitetura exaltava alguma fé ou um poder absoluto. No começo do século XX, a imponência dos prédios públicos misturava estilos de um passado considerado clássico e grandioso. Grandes escadarias, colunas, cúpulas e esculturas, eram utilizadas tanto em Prédios da Alemanha nazista, da Itália fascista, da União Soviética e dos Estados Unidos. A arquitetura clássica estava para os palácios assim como os desenhos de Hugo Boss estavam para os uniformes dos soldados alemães. Naquele momento, um dos dilemas dos arquitetos modernos era conseguir conciliar funcionalidade, leveza, a escala do homem e pureza de formas com monumentalidade e impacto. Encurralados pela herança dos grandes edifícios clássicos, os arquitetos modernos ainda não sabiam exatamente como fazer um prédio público que fosse imponente, monumental e... moderno. Algumas casas modernas já tinham sido construídas por Warchavchik em São Paulo, e o Rio, a capital federal que iria ser renovada, estava por ganhar dezenas de edifícios públicos. Para o mais importante deles, Lucio Costa conseguiu convencer o governo a trazer da Europa o mentor da arquitetura moderna: Le Corbusier. O que é interessante é que a equipe brasileira, aceita muito bem as ideias do Le Corbusier, mas as transformam, segundo os nossos próprios parâmetros. Porque era evidente, o modernismo chegaria ao Brasil de um modo ou de outro. Era inexorável, chegou em todos os países da América do Sul, chegou aos Estados Unidos através de ex-professores da Bauhaus. O que é notável é o modo como ele chega no Brasil. Porque ele chega com um Le Corbusier que é submetido a uma antropofagia do Lúcio Costa, do Oscar Niemeyer, do Burle Marx e do Affonso Reidy. Eles em momento algum são vassalos das teorias do Le Corbusier, sem críticas ou sem dar a sua contribuição. O edifício sede do ministério da educação marca, junto com a sede da Associação Brasileira da Imprensa, o início da supremacia moderna na arquitetura moderna. Uma supremacia que vai nos legar obras primas como a Pampulha, o Ibirapuera e vai culminar em Brasília. Uma supremacia que vai envolver centenas de arquitetos, de pensadores da arquitetura, que iriam fazer com que um país de terceiro mundo tivesse destaque em uma área normalmente reservada aos países mais desenvolvidos. Uma escola que ainda permitiu que, mesmo com o esgotamento de alternativas e modelos estéticos, permitisse um prédio como a FAU em São Paulo, ou o surgimento de uma arquitetura contemporânea que agora, na segunda década do século 21, começa a despontar internacionalmente.
Objetivo Geral Mostrar a importância e a riqueza da arquitetura moderna e contemporânea brasileira.Mostrar com novos ângulos obras consagradas de mestres como Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Affonso Reidy, Lina Bo Bardi e Rino Levi, entre outros.Contar como os arquitetos modernos brasileiros tiveram um papel decisivo na formação de um projeto moderno para o país, nos campos sociais através da habitação social e do urbanismo moderno e no campo cultural, com a incorporação de elementos típicos de nossa natureza e de nossas matrizes culturais, portuguesas, indígenas e africanas.Por sua natureza didática e cultural, o projeto também pretende "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", conforme preceitos da Lei nº 8.313/91.Além disso, por se tratar de livro com conteúdo informativo, pretende contribuir "para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" visto que o tema será abordado por meio de diferentes narrativas (textual e visual) com a finalidade de atingir diversos níveis da sociedade brasileira e internacional. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2º do Decreto 10.755 de 2021:IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; eVIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural. Objetivos específicos a) Produzir, publicar e distribuir 3000 exemplares do livro "Arquitetura brasileira". b) Contrapartida social: realizar um curso de "Produção de Livro" com carga horária total de 40 horas com emissão de certificado. O curso será realizado em 10 dias (2 semanas, de segunda a sexta) e tem como tema o conteúdo que será abordado no projeto em tela. c) Realizar lançamento do livro em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população.
Em seu depoimento para o documentário "A vida é um sopro", Oscar Niemeyer é categórico: Naquele tempo havia duas tendências na arquitetura no Brasil. Uma tendência era fazer uma arquitetura moderna, utilizando a técnica em toda a sua plenitude, sem nenhuma reserva. A outra era procurar uma solução intermediária, não tinha o menor sentido, era fazer um prédio que colocava assim como um enfeite, uma janelinha colonial, uma coisinha, fazer uma arquitetura intermediária. E essa tendência era a que o José Marianno defendia, até o Gilberto Freyre que não entendia nada de arquitetura às vezes se manifestava, uma arquitetura mais brasileira. Isto era uma babaquice total. Então isto é que não pegou. Nestas poucas linhas, ele resume quase duas décadas de disputa por um mercado e por um por um projeto estético que iria predominar no Brasil. Pouco tempo depois, com o final da grande guerra, os franceses vão descobrir, pelas páginas da L'Architecture d'aujourd'hui que era o principal veículo da arquitetura moderna, que enquanto eles sofriam com os alemães em Paris, jovens arquitetos de um inesperado país tropical tratavam de propor novas formas no front. Estas armas são as curvas, a combinação de elementos da arquitetura portuguesa, a exploração da paisagem, a invenção do jardim tropical _ e do paisagismo moderno, a exploração do concreto até os limites máximos permitidos pelos calculistas. A arquitetura moderna brasileira é um patrimônio do Brasil, assim como sua arquitetura barroca. Preservá-la é missão dos brasileiros. A publicação se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. E nos seguintes incisos e alíneas do Art. 3º da Lei 8.313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
Características técnicas Edição bilíngue: português e inglês Tiragem: 3000 (três mil) exemplares Formato fechado: 16,5 x 23,5 cm Formato aberto: 16,5 x 47 cm Quantidade de páginas: 212 páginas Formato do livro Capa: brochura, impressa 4x0 cores Miolo: papel couché 150 gramas, impresso a 4x4 cores
LIVRO Acessibilidade físicaO lançamento do livro será realizado em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Além disso, o livro também estará disponível nas livrarias. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível;II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; eIII - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.§ 1º É vedada a recusa de oferta de obra intelectual em formato acessível à pessoa com deficiência, sob qualquer argumento, inclusive sob a alegação de proteção dos direitos de propriedade intelectual.§ 2º O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo patrimônio cultural, observadas as normas de acessibilidade, ambientais e de proteção do patrimônio histórico e artístico nacional. Acessibilidade para deficientes visuaisO livro será disponibilizado em audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022), onde o leitor portador de necessidades especiais poderá utilizar o conteúdo para seu conhecimento ou entretenimento. O audiolivro é referente ao item orçamentário "Transcrição”. Acessibilidade para deficientes auditivosNão se aplica, visto que o produto principal é um livro. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade físicaA contrapartida social será realizada em local que possua todas as condições de acessibilidade exigidas conforme a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, Nº 13.146 Art. 42, com entrada gratuita a toda população. Acessibilidade para deficientes visuaisOs portadores de deficiência visual terão a sua disposição a explicação do Arte Educador, de alguns profissionais que participaram do projeto e do Intérprete de Libras, possibilitando que participem do curso com carga horária total de 40 horas. Também estará disponível, gratuitamente, o audiolivro (conforme ANEXO VII da INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022). Acessibilidade para deficientes auditivosOs portadores de deficiência auditiva terão auxílio do Intérprete de Libras a fim de repassar todo o conteúdo do Arte Educador e ampliar o acesso à cultura no país.
Referente à distribuição, adotaremos os expostos nas seguintes alíneas do Inciso I, Art. 23, Seção II, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para as camadas da população menos assistidas ou excluídas. b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;Serão destinados até 10% (dez por cento) do total dos exemplares (até 300 exemplares) para os patrocinadores da obra. e) mínimo de dez por cento para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Lei nº 12.761, de 2012, fazendo o uso desse mecanismo quando possível;Serão destinados 10% (dez por cento) do total dos exemplares (300 exemplares), no valor de R$ 49,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais).Serão destinados 40% (quarenta por cento) do total dos exemplares (1200 exemplares), no valor de R$ 89,00 cada, para comercialização com distribuidoras e livrarias. Adotaremos também, o exposto no Inciso I, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados;Serão destinados 20% (vinte por cento) do total dos exemplares (600 exemplares) para bibliotecas e escolas públicas. E também a alínea d do Inciso IV, Art. 24, Seção III, Capítulo V, INSTRUÇÃO NORMATIVA SECULT/MTUR Nº 1, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2022, a saber:d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre.Iremos realizar uma oficina de produção de livro para alunos da rede pública de ensino.
Leonardo FinottiArtista visual e tem sua trajetória estruturada sobre dois pilares complementares, empreendendo, pela fotografia, tanto uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna quanto uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais. Após graduar-se em Arquitetura (UFU) e concluir uma pós-graduação na Bauhaus Foundation (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil. Contribui internacionalmente com diferentes arquitetos e publicações, ao mesmo tempo em que desenvolve diversos projetos pessoais (exposições e publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixo principal de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio Enquadrado (2016), Brutiful (2017), para citar apenas alguns. Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), Buendner Kunstmuseum (Suíça), Cité de L'Architecture & du Patrimoine (França), MAR (Brasil), entre outras. Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na Bienal de Shenzhen, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiada na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires. Em 2008, Finotti foi convidado por Barry Bergdoll, então curador-chefe do MoMA-NY, a fazer parte da exposição “Latin America in Construction: Architecture 1955-1980”. O projeto, desenvolvido ao longo de sete anos, reinterpreta visualmente o legado da arquitetura moderna na América Latina. O trabalho além de integrar a exposição, teve 15 obras adquiridas para sua coleção permanente e recebeu um capítulo no catálogo, sob a forma de portfólio. Andrey SchleeGraduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo. Professor Titular da Universidade de Brasília e Líder do Grupo de Pesquisa CNPq “Estudos de arquitetura latino-americana e arquitetura comparada”. Michelle CastroArquiteta e curadora baseada em São Paulo e seu texto foi originalmente publicado em 2007 no catálogo e exposição homônima 100 fotos, 100 anos, 100 obras: Oscar Niemeyer por Leonardo Finotti no Museu da Electricidade em Lisboa em homenagem ao centenário do arquiteto. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015), e editor (junto com João Kulcsar) da coletânea de ensaios sobre as culturas americana e brasileira, A herança compartilhada (Edições Sesc, 2013). Formou-se em Estudos Latinoamericanos pela Universidade de Califórnia em Berkeley. Estudou, ainda, letras e história como aluno de intercâmbio na Universidade de São Paulo e foi aluno de pós-graduação com especialização em história em Stanford. Julio MariuttiArquiteto e designer formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Desde 2016, é professor na Escola Britânica de Artes Criativas. Foi sócio da Nu de 2006 a 2011 e em 2012 fundou o Estúdio Lógos para se dedicar a projetos editoriais e de identidade visual ligados a arte e arquitetura. Assinou o design gráfico da revista Bamboo da primeira à última edição (2011–2017). Além de projetos de design gráfico, recentemente assinou o desenho de um relógio para a marca suíça Pierre Junod e publicou L de Livro (Companhia das Letrinhas, 2017) e Espaço em Obra (Sesc, 2018, em coautoria com Guilherme Wisnik). Equipe TécnicaFotografias: Leonardo FinottiCoordenação: Andrey Schlee e Michelle CastroTradução para o inglês: Matthew ShirtsPesquisa: Andrey SchleeDesign gráfico: Julio Mariutti O proponente será responsável pelas fotografias, coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.
PROJETO ARQUIVADO.