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Realizar oficinas de danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas, musicalização instrumental e canto para pessoas com deficiência, de forma democratizar o acesso à cultura num processo de inclusão social, contribuindo para promover transformações positivas na sociedade brasileira.
NÃO SE APLICA.
Objetivo Geral Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Pois: Busca realizar oficinas de danças rítmicas (cultura nacional) e tradicionais gaúchas (uma forma de expressão cultural do povo gaúcho) e canto coral, cujo público beneficiário são pessoas com deficiência, promovendo a inclusão e a diversidade, assim como a ampliação do acesso à cultura e suas formas de expressão. Objetivos Específicos PRODUTO OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL: - Realizar oficina de danças rítmicas, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses; - Realizar oficina de danças tradicionais gaúchas, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses; PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar em média 05 espetáculos (AO TOTAL) com os participantes das oficinas, podendo ser dentro e fora do município de Montenegro/RS, de forma presencial; - Atingir em média 800 pessoas nos espetáculos de artes cênicas e canto coral; - Possibilitar o acesso virtual às apresentações realizadas, como forma de ampliação do acesso; PRODUTO CURSO/OFICINA/ESTÁGIO: - Realizar oficina de canto, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses; - Realizar oficina de música instrumental, 01 vez por semana, com uma turma de 16 alunos com deficiência, durante 13 meses;
Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Pois: Na base do direito, encontrada na Constituição Federal brasileira, evidencia os princípios, dentre eles o da igualdade de condição para todos. Visa-se também a proteção do maior bem jurídico, a vida, e complementos para que esse bem se torne cada vez mais produtivo e agradável, dessa forma uma sociedade democrática de direito, leva-se em conta uma vida digna e sustentável. Com base em dados disponibilizados pelo IBGE, através do censo 2010, o Brasil possui cerca de 45,6 milhões de pessoas com alguma deficiência, o que representa 23,91% da população. Para uma pessoa com deficiência, uma vida digna e sustentável não se tem bases fixas apenas em saúde e educação de qualidade, precisam ser complementadas com outros elementos fundamentais, tais como a cultura e lazer, que são importantíssimos para a vida não só de deficientes, mas para a sociedade em geral. A dança propõe a abrangência de várias áreas do indivíduo, propiciando então o desenvolvimento global, quando ele participa frequentemente de atividades com ela relacionada. Por ser de rico potencial à qualidade de vida dos sujeitos que a praticam, a dança foi denominada como uma forte ferramenta para o desenvolvimento do pensamento artístico, da percepção estética, da sensibilidade, da imaginação, tanto para realizar outras formas artísticas quanto para apreciar sua produção e a dos colegas. O aluno que pratica a dança estará propício a desenvolver sua competência estética e artística nas diversas modalidades da área de Arte (Artes visuais, Dança, Teatro), tanto para produzir trabalhos pessoais e grupais quanto para que possa, progressivamente, apreciar, desfrutar, valorizar e julgar os bens artísticos de distintos povos e culturas produzidos ao longo da história e na contemporaneidade. A música também tem seu destaque na vida das pessoas, seja no tocante à saúde, autoestima, conhecimento, entre outros e o canto coral, em seus diversos aspectos e manifestações, está presente na grande maioria das culturas mundiais, o que mostra que esta atividade é um tipo de ação especificamente social, cultural e humana. As atividades musicais visam através da vivência e compreensão da linguagem musical, propiciar a abertura de canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções, ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser. Além disso, o trabalho com canto coral é um poderoso instrumento que desenvolve, além da sensibilidade à música, fatores como: concentração, memória, coordenação motora, socialização, acuidade auditiva e disciplina. A atividade do coral visa, dentre outros objetivos, estimular os seres humanos a desenvolverem talentos ou habilidades além do seu ambiente de convivência diária. Também desperta a liderança, comunicação (respiração e expressões verbais corretas) e apresentação em público. Pode-se assim dizer que participar de um coral pode ser fonte de riqueza e uma troca constante de informações, elevando assim a autoestima das pessoas, principalmente quando se trata de pessoas com deficiência. Sendo assim, o projeto está de acordo com os incisos do art. 1º, pois visa a contribuição para o exercício dos exercícios culturais dos indivíduos, assim como atuar como facilitador do acesso à cultura. Bem como, promover e estimular a regionalização, valorizando recursos humanos locais e conteúdos locais, com as oficinas de danças tradicionalistas, canto e ritmos diversos de dança _ Conforme § I e II do art. 1º. Da mesma forma, o projeto visa apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores e proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira através das oficinas propostas, o que vai de encontro com os § III e IV. Isso também contribui de forma significativa com o § V, que prevê a salvaguarda da sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Pois: o § I (letra c) do art. 3º se encaixa no projeto, pois o mesmo prevê oficinas com foco em danças tradicionalistas, danças em ritmos diversos e de canto, incentivando a formação cultural e artística, em estabelecimento de ensino sem fins lucrativos _ Que é o caso da instituição proponente. Já o § II (letra c) desse mesmo artigo trata do fomento à produção cultural e artística, o que vai de encontro com as atividades previstas no projeto que conta com a realização de espetáculos de artes cênicas (DANÇAS) e de música (CANTO). O projeto também vai de encontro com o § III (letra d), pois procura a preservação e difusão do patrimônio histórico, cultural e artístico nacional a partir da proteção de tradições populares, como a dança tradicionalista gaúcha, as músicas aprendidas na oficina de canto e as danças em ritmos diversos. Além disso, o projeto também está de acordo com o § IV do art. 3º pois conta com a distribuição gratuita e pública de ingressos para os espetáculos que serão realizados, sendo assim tendo 100% de sua distribuição gratuita.Destacamos que o Incentivo Fiscal é importantíssimo para possibilitar a execução deste projeto, tendo em vista a confiabilidade do Programa e por ser um grande facilitador na captação dos recursos junto às empresas. As atividades planejadas correspondem ao segmento cultural das ARTES CÊNICAS, na categoria DANÇA, e no segmento da MÚSICA, na categoria Canto Coral (art. 18, § 3º, alínea "a" e "c" da Lei nº 8.313/ 1991).
ESSE PROJETO SÓ INICIARÁ AO FINAL DO PROJETO COM PRONAC nº 191969
PLANO PEDAGÓGICO DAS OFICINASOFICINA DE DANÇA - RITMOS DIVERSOS: PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: Maria Leonor Ritter MATERIAL PEDAGÓGICO: NSA CARGA HORÁRIA: 08h mensais, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs METODOLOGIA: A oficina de dança será realizada 01 vez por semana, com duração de 02 horas cada aula, onde serão beneficiadas 16 pessoas com deficiência. A oficina de dança será dividida em tempos, considerando as particularidades de cada aluno, onde serão realizadas aulas expositivas, exercícios de montagem de pequenos passos sobre a música escolhida algumas pelos alunos e outras pelo Instrutor, explorando a criatividade e enfatizando o processo coletivo, serão realizados exercícios práticos e ensaios. Durante os 15 anos de atividades, haverá alguns espetáculos, para demonstração do desenvolvido durante as oficinas e também para inclusão social e interação do grupo com outras pessoas, diminuindo o preconceito e a indiferença. OBJETIVOS: Despertar a prática de atividades culturais e sua valorização; Melhorar a autoestima, linguagem corporal (movimentos ritmados, coreografias improvisadas), despertar a criatividade, diminuição de agressividade e redução dos níveis de ansiedade, desenvolver habilidades, proporcionando a inserção social e abrindo concretamente oportunidades de inclusão; fortalecer a identidade cultural; melhorar na qualidade das relações interpessoais; promover acesso aos bens culturais e desenvolver aspectos cognitivos, sensoriais e motores, ampliando inclusive a visão de mundo. JUSTIFICATIVA: O ensino da arte nas APAEs tem sido um instrumento de extrema eficiência. Através do canto, da dança e da criação de passos coreográficos, o sujeito encontra-se, liberta-se e dirige suas energias para um fim socialmente valorizado. Dentro da oficina de dança, o participante vai aprender a exercer seus direitos de cidadão, tendo a possibilidade de se perceber como agente em constante transformação de si e do mundo. OFICINA DE DANÇA TRADICIONAL GAÚCHA INSTRUTOR DA OFICINA DE DANÇAS TRADICIONAIS: JOÃO VITOR DE MELLO MATERIAL PEDAGÓGICO: NSA CARGA HORÁRIA COMPLETA: 08h mensais, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs METODOLOGIA DAS OFICINAS DE DANÇAS TRADICIONAIS: serão realizados ensaios das coreografias das danças tradicionais gaúchas, inclusive será realizado um breve relato das noções básicas dessa cultura e das indumentárias. Serão ensaiadas, além das danças tradicionais gaúchas, coreografias de entrada e saída.As aulas serão ministradas pelo INSTRUTOR, que utilizará nos ensaios danças reconhecidas pelo MTG – Movimento Tradicionalista Gaúcho, tais como: Caranguejo, Chimarrita, Xote Quatro Passi, Maçanico, Pezinho, Balaio, Quero Mana, Rancheira de Carreirinha e Tatu de Volta no Meio. OBJETIVOS: proporcionar a pessoas de deficiência o acesso à cultura, fomentar a valorização da cultura regional e contribuir para a preservação da cultura, através das oficinas de DANÇAS TRADICIONAIS GAÚCHAS. JUSTIFICATIVA: A dança possibilita trabalhar aspectos como a criatividade, musicalidade, socialização e o conhecimento da atividade em si. Contribuindo na consciência corporal, comunicação, bem-estar e na inclusão social, promovendo a socialização, o respeito, o direito à individualidade, limites etc.As oficinas de dança para pessoas com deficiência são muito importante para despertar e orientar o indivíduo para o movimento, deixando-o livre para desenvolver do seu jeito o gesto adequado para expressar o que ele percebe do que foi proposto. E, não aquele ensino, que vem do comando do que deve ser feito, que imprime um modelo, que se antecipa autoritariamente, definindo qual gesto é harmonioso, para a justeza do movimento.A proposta da dança para PCDs é utilizar a cultura de forma recreativa, sendo uma excelente forma de estabelecer a saúde, aptidão física, autoconfiança, equilíbrio emocional, integração social, entre outros benefícios, por ser um método que não se preocupa com a técnica, mas sim, propõe que as pessoas adaptem os exercícios ao seu dia-a-dia, seu meio, proporcionando liberdade de movimentos.A dança é uma maneira prazerosa de utilizar o corpo para conhecer sentimentos, sensações e emoções, expressar e transmitir o estado de espírito dos sujeitos. Pode ser de grande importância para o desenvolvimento motor da pessoa com deficiência, pois o contato com a dança possibilita os mais variados estímulos para a experimentação de movimentos, enriquecendo e auxiliando o desenvolvimento corporal dos alunos. OFICINA DE CANTO CORAL PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA MATERIAL PEDAGÓGICO: NSA CARGA HORÁRIA: 08H MENSAIS, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs METODOLOGIA: Serão abordados os seguintes elementos e procedimentos: canto; exercício rítmico, marchas, dança e coordenação motora; exercício de relaxamento e respiração; exercício para desenvolver a atenção, concentração e memória; exercício de improvisação e criatividade; expressão corporal e interpretação; leitura musical (solfejo).Esses elementos não aparecem isolados nas aulas, mas, são agrupados ao máximo numa única atividade. Desse modo, ao ensinar uma canção, ela será aproveitada para desenvolver noções de pulsação, acentos, subdivisão de tempos, ritmo, intervalos, interpretação, dinâmica, fraseado, expressão corporal e outros. As canções são acompanhadas de palmas, passos, instrumentos de percussão ou utilizando o próprio corpo como recurso sonoro. Conteúdo Programático:Sensibilidade;Criatividade;Senso rítmico; Ouvido musical;Prazer de ouvir música;Expressão corporal;Imaginação Memória ;Atenção; Concentração; Autodisciplina; Respeito ao próximo. OBJETIVOS: Realizar oficinas de Canto Coral para viabilizar a inclusão da pessoa com deficiência em atividades culturais, fomentando sua prática e valorização, além de promover benefícios para o desenvolvimento pessoal e social dos participantes. JUSTIFICATIVA: Cantar em coro é uma experiência afetiva marcante que oportuniza o desenvolvimento individual e coletivo, ampliando a musicalidade e a capacidade de se expressar através da voz e a possibilidade de vir a executar obras que tocam o cognitivo, ensejando o crescimento intelectual e afetivo do cantor e de outros agentes envolvidos. Permite também o desenvolvimento da sociabilidade e da capacidade de exercer uma atividade em conjunto, onde existem os momentos certos para se projetar e se recolher, para dar e receber.Esta prática é exercida e difundida nas mais diferentes etnias e culturas. Por apresentar-se como um grupo de aprendizagem musical, desenvolvimento vocal, integração e inclusão social, o coro é um espaço constituído por diferentes relações interpessoais e de ensino-aprendizagem, exigindo do instrutor uma série de habilidades e competências referentes não somente ao preparo técnico musical, mas também à gestão e condução de um conjunto de pessoas que buscam motivação, aprendizagem e convivência em um grupo social.Sendo assim, esta arte é uma extraordinária ferramenta para estabelecer uma densa rede de configurações socioculturais com os elos da valorização da subjetividade dos individuos e do respeito das relações interpessoais. Todas essas interfaces inerentes ao desenvolvimento educacional e musical em corais contribuem para a inclusão e integração social. E para o público alvo deste projeto é indispensável os seus benefícios, sendo que trabalha e estimula sentidos que são importantes para uma melhor qualidade de vida e bem-estar às pessoas com deficiência. OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO PROFISSIONAL RESPONSÁVEL: VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA MATERIAL PEDAGÓGICO: INSTRUMENTOS MUSICAIS CARGA HORÁRIA: 08H MENSAIS, durante 13 meses. PÚBLICO ALVO: PCDs JUSTIFICATIVA: As oficinas de música têm por objetivo contribuir para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, ampliando suas perspectivas educacionais e sociais, A musicalização possibilitará o desenvolvimento musical e estético do integrante, através da construção de aprendizagens no universo da linguagem e da música, promovendo a independência, autoconfiança e a autoestima dos participantes. OBJETIVOS: Desenvolver competências e habilidades, exercício da cidadania, através da musicalização. METODOLOGIA: Sondagem das habilidades, dos movimentos, das possibilidades e das adaptações necessárias; Formação do grupo com base em interesses, respeitando as vivências individuais referentes à música, nas possibilidades e nas limitações de cada aluno, para que as habilidades aprendidas estejam ao alcance de cada um em relação a idade e conhecimento musical Utilização de músicas de acordo com o gosto do grupo envolvido na aula; Adaptação às necessidades singulares e especiais de cada um dos participantes; Organização do tempo de trabalho de forma sistemática: em tempo livre, em tempo dirigido e em registro de atividades; Avaliação e readaptação dos processos à realidade e às necessidades individuais. Observação: cada oficina terá 16 alunos, mas poderão ser os mesmos 16 alunos participando das três oficinas (danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas e canto coral), caso houver interesse dos mesmos.
PRODUTO OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência visual durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Visuais. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência AUDITIVA durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem algum tipo de limitação aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem alguma linguagem ou idiomas dos conteúdos durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As apresentações ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: As apresentações contarão com AUDIODESCRIÇÃO para interpretação de todas as ações durante a apresentação. Item da planilha orçamentária: ITEM 8 - SERVIÇO DE AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As apresentações contarão com INTÉRPRETE DE LIBRAS para interpretação de todas as ações durante a apresentação. Item da planilha orçamentária: item 8 - SERVIÇO DE AUDIODESCRIÇÃO (INCLUI INTERPRETE DE LIBRAS) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: haverá a presença de monitoria especializada para pessoas com deficiência, para acompanhar e explicar detalhes do espetáculo cultural, bem como auxiliar em possíveis dificuldades ou dúvidas que o público com deficiência vir a ter. Item da planilha orçamentária: não há necessidade de prever este custo. O proponente possui quadro de funcionários especializado que atende essa necessidade. PRODUTO CURSO/OFICINA/ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas ocorrerão em locais que já possuam os requisitos de acessibilidade física para pessoas com mobilidade reduzida (rampas de acesso - espaço livre de barreiras que impeçam o acesso ou tornem o caminho inseguro ou perigoso, construído e sinalizado, conforme especificado na ABNT 9050) - não necessitando previsão de custos na planilha orçamentária para a promoção de acesso físico. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência visual durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Visuais. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público com deficiência AUDITIVA durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: a instituição proponente possui profissionais capacitados para atender ao público que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem algum tipo de limitação aos conteúdos, assim como pessoas que desconhecem alguma linguagem ou idiomas dos conteúdos durante a ocorrência das oficinas, não sendo necessário prever custos na planilha orçamentária para promoção da acessibilidade para PCDs Auditivos. Item da planilha orçamentária: NÃO SE APLICA Destacamos que as medidas de acessibilidade propostas são compatíveis com as características do objeto e tecnicamente possíveis conforme a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO: 100% da estimativa da quantidade total de ingressos (público previsto) para o produto cultural previsto são GRATUITAS. Não haverá cobrança de ingressos para o acesso às oficinas e aos espetáculos previstos no projeto. São previstos 800 pessoas para as apresentações. Para cada oficina foi previsto 16 alunos. Observação: cada oficina terá 16 alunos, mas poderão ser os mesmos 16 alunos participando das três oficinas (danças rítmicas, danças tradicionais gaúchas e canto coral), caso houver interesse dos mesmos. AMPLIAÇÃO DO ACESSO: Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acessoVIII – ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em concursos de prêmios no campo das artes, cultura e das letras; Pois: as oficinas culturais do projeto são voltadas exclusivamente para pessoas com deficiência.
FUNÇÃO DO PROPONENTE: Atuará na coordenação geral do projeto sem remuneração, ficando responsável pela gestão do processo decisório, responsável pela gestão financeira (pagamentos), contratação da equipe necessária para execução do projeto, acompanhamento da confecção dos materiais de divulgação e das oficinas e pelo controle da aquisição dos materiais e elaboração dos relatórios das atividades realizadas, coletando informações para a prestação de contas. OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL - INSTRUTORES DE DANÇA: NOME: Maria Leonor Ritter FUNÇÃO NO PROJETO: Instrutor - Ritmos Diversos BREVE CURRÍCULO: - Cursos de jazz em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, com grandes mestres como: Lennie Dale, JoJo Smith (coreografo de John Travolta), Betsy Haug, Alvin Ailey, Frank Hatchett (coreógrafo do Broadway American Center of Dance em New York), Joel Borges, Roberto Guarabira, Suzete Otto, Caio Nunes ... - Participou de vários shows em Porto Alegre com o grupo de Suzete Otto, que em 1982 estreou no Teatro Presidente o espetáculo “E é por isto que nós vamos dançar“ patrocinado pela Coca Cola e com uma apresentação no programa Fantástico da TV Globo. - Cursos de teatro com os atores Zé Vítor Castiel, Oscar Simch, Zé Adão Barbosa, Marcos Barreto. Curso de atores para TV com Márcio Augusto Fonseca no Rio de Janeiro, curso de atuação em vídeo publicidade da produtora Zero512, curso de biodança, curso de nado sincronizado no IPA, curso de técnica vocal com Antonio Villeroy, curso de informações técnicas e científicas sobre equoterapia em Porto Alegre. Como modelo entre os anos de 1982 e 1989 fiz vários comerciais para TV como: lojas Tumelero, lojas Grazziotin, Confecções Três Passos, Banrisul, Calçados New Face, Goldsztein Empreendimentos Imobiliários, Lindóia Shopping Center, CRT, Nacional Supermercados. - No Rio de Janeiro, estreou no musical “Sonho“ onde além de dançar, cantava e atuava. - Coreografou o show do grupo musical infantil Big Pig e sua Turma, patrocinada pela churrascaria Porcão. Também fez solo de jazz no Teatro Benjamin Constant, na praia Vermelha. - Primeira locutora da rádio Cultura do Vale FM 90.5. - Participou da peça teatral “Canção Sem Palavras“ no teatro de Câmera em Porto Alegre e, diretora artística do espetáculo de música “Show em Si“ .Paralelo a tudo isso, deu sua primeira aula de dança em 1979 em Montenegro, assinou a direção, produção e coreografia dos shows: “Uma Carona para as Nuvens“, “Dançar Assim.Viver “,“ Um Sonho Real“, “Sem Mandamentos“, “Dança da Tribo“ , Gangue da Paz“, “África, América e Alma“, “A Vida Explode“, “Alma Perfumada“, “Instinto”, “Uma Rosa no Deserto”, “Como Assim ...?!” - Participou como atriz na peça “Três Mares” - Atualmente continua seu trabalho como professora de jazz e também como coreógrafa de desfiles de moda. NOME: JOÃO VITOR DE MELLO FUNÇÃO NO PROJETO: Instrutor - Danças tradicionais Gaúchas BREVE CURRÍCULO: Objetivo do Profissional: Realizar sonhos de nós adultos, que lidamos com estas crianças especiais, de mostrar o quão são capazes se tiverem força de vontade e determinação, além de fazer com que a APAE Montenegro seja referência em ações voltadas à cultura gaúcha. Formação: Ensino médio completo, finalizado em 2009 na Escola São João Batista. Suas Experiências Culturais - Instrutor de danças tradicionais gaúchas, na categoria mirim, desde 2013, no CTG Reminiscências; Na categoria mirim, juvenil e adulta, desde 2014 e atualmente, pelo segundo mandato, como patrão do CTG Reminiscências. NOME: VANDRÉ ALEXANDRE DA ROSA FUNÇÃO NO PROJETO: INSTRUTOR DE MUSICALIZAÇÃO e de CANTO BREVE CURRÍCULO: Instrumentista (violão base) e cantor, exerce atualmente a função de músico (instrumentista e canto) no Departamento de Tradições Gaúchas Acácia Negra, da empresa Tanac, na cidade de Montenegro/RS, desde ano de 2000. Já foi músico de outras entidades tradicionalistas, bem como, no CTG Porteira Velha - Novo Hamburgo/RS, DTG Camboatá - Novo Hamburgo/RS, Grupo Tarca - Montenegro/RS, CTG Rancho Feliz - Feliz/RS e no CTG Os Lanceiros - Montenegro/RS. Participou de vários festivais nativistas, como o da Vertente da Canção Nativa - Piratini/RS e Escaramuça da Canção Gaudéria - Triunfo/RS (com premiações e gravação no CD). Possui músicas gravadas por cantores/grupos gaúchos, bem como, Eracy Rocha, João Chagas Leite, Grupo Timbre Gaúcho, Luiz Américo Aldana (Paraguai) e Nadir Pereira. Vandré também realiza trabalho voluntário na APAE em Montenegro, há 18 anos, com oficinas com grupo de canto da escola
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.