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O presente projeto visa manter a escola de danças Rancho da Saudade. Buscando atender crianças e adolescentes da rede pública de ensino, municipal e estadual; grupos da Melhor Idade e população que não tem acesso a este tipo de aulas sem estes projetos pois terá que ter professores especializados, os quais tem remuneração prevista neste projeto. Também serão atendidos jovens e adultos que quiserem participar destes grupos de danças
Músicas das invernadas iniciantes e mirim, seguindo músicas nestes estilos, o contéudo será incluso na prestação de contas: PEZINHO:O Pezinho é a única dança popular rio-grandense em que todos os dançarinos cantam obrigatoriamente. Possui duas figuras fundamentais: a marcação de pés - feita com uma das mãos dadas, a mão que corresponde ao pé em movimento, ou com ambas as mãos soltas - e o giro de braço dado, acompanhado de cumprimentos. Os pares são independentes, e se organizam em fileiras opostas ou opostas em círculo. Durante toda a dança, sempre estarão com uma das mãos ocupadas. Com a mão desocupada, a moça segura a saia, e o homem dobra o braço nas costas, à altura da cintura. Na primeira parte, levam o pé direito à frente, as pontas quase se tocam. O peso fica sobre a perna esquerda. Com o calcanhar apoiado, a meia-planta se ergue para um movimento pendular, começando pela direita. O pêndulo faz 45º e bate a meia-planta com força. A perna que sustenta o corpo faz ligeira flexão, seguida de tensão, cada vez que a batida acontece. Depois, recomeça-se pelo pé esquerdo. Na segunda parte acontecem giros, com os pares enlaçados, e cumprimentos. CHIMARRITA: Foi no final do século XIX que pares enlaçados começaram a dançar Chimarrita, no Rio Grande do Sul, como valsa ou “scottish”. Faz parte do Fandango e foi introduzida no Sul por colonos procedentes de Açores. O solista toca e não canta, enquanto os pares são formados buscando um círculo. Com os corpos um tanto afastados, se dão os dois braços, a mão do homem dando apoio ao cotovelo da moça, e a mão da moça na junta do braço do companheiro. Quando o canto começa, os pares dão oito saltos de Polca, girando pela esquerda e avançando por uma linha circular imaginária. Nos últimos oito compassos, cada par, face à face, se dá a mão direita, erguendo-se acima dos ombros. O rapaz coloca a mão esquerda às costas, a moça segura a saia com a mão esquerda. Ela sarandeia, ele faz um bata-pé em giro, com duas voltas completas, uma em cada sentido. Ao fim de cada volta, se ajoelha, sempre seguro pela mão direita da companheira. No último compasso, realiza uma tesoura: de um joelho passa para o outro, em um tempo, que corresponde à pausa da melodia, erguendo o que antes estava no chão. ROSEIRA:Uma das danças regionais sul-rio-grandenses onde se percebe maior parentesco com danças regionais de Portugal, numa confirmação de tese do foco de origem comum. Coreografia muito rica onde os pares dançam soltos, outras de mãos dadas em ritmo rápido, outras há a execução de um namoro com gestos lentos e delicados e uma última onde, através de evoluções os homens e mulheres trocam com todos os outros pares da roda até reencontrar seu par original. CARANGUEJO: Diz OneydaAlveranga que o “caranguejo foi popular no país todo e sobre ele há referência desde o século XIX. É dança grave, de pares dependentes, lembrando uma muito possível origem no minueto. No Rio Grande do Sul o primeiro registro musical foi feito por Alcides Cruz, para o “Anuário do Rio Grande do Sul”, de 1903. Músicas de invernada Juvenil e Adulta: ANU: Dança típica do fandango gaúcho, o "Anu" divide-se em duas partes totalmente distintas: uma para ser cantada, e outra para ser sapateada. Aproxima-se bastante da "Quero-Mana", principalmente pelo passeio cerimonioso que os pares realizam. O período que o "Anu" gozou de maior popularidade, no Rio Grande do Sul, foi em meados do século passado. PAU DE FITAS: Nenhuma dança, como o “Pau-de-fitas”, pode merecer, com tamanha propriedade, o nome “dança universal” e é de todo infrutífero, ao pesquisador, tentar buscar lhe o ponto geográfico de origem, pois a “dança das fitas” parece surgir de todos os lados e em todos os povos. A tese mais acertada é a do folclore argentino Carlos Veja que vê na “dança das fitas” uma sobrevivência das solenidades de cultura às árvores, tão disseminada entre os povos primitivos. O Nome da música que é dançada chama-se “Meu Cabelo”. RANCHEIRA DE CARREIRINHA: A rancheira é uma versão da mazurca argentina e uruguaia. No Brasil, sua difusão se dá após o aparecimento do rádio. É importante notar que a rancheira é uma "valsa abagualada", com ritmo mais animado e dançante que a própria valsa. A primeira rancheira de sucesso no Rio Grande foi a argentina Mate Amargo. É interessante notar que poucos conjuntos musicais têm em seu repertório rancheiras. O ritmo musical é mais difundido nas regiões missioneiras do que no lado centro-sul do Estado. TATU: O "Tatu" era uma das cantigas do fandango gaúcho (entremeadas de sapateado). Mesmo após o desaparecimento das danças sapateadas, continuou o "Tatu" a existir, sob a forma de uma "décima" popular em todo o Rio Grande do Sul (chama-se "décima", neste estado, a uma história contada em versos com dez frases). Devido à popularidade com que se cantou a história do Tatu, observou-se, nessa dança do fandango, algo bastante curioso: chegou uma época em que o sapateado passou a se executar simultaneamente com a execução do canto - numa exceção à regra geral de que o canto interrompe a dança no fandango. TIRANA: A “tirana” foi uma das danças espanholas mais difundida na América Latina. Afirma-se que a “tirana” nasceu em Madri, em 1773, lançada pela cantora Maria Rosário Fernandez, esposa de um ator cognominado “El Tirano”. Dança de pares soltos e com sapateios. Nos primeiros tempos a Tirana era exclusivamente de pares soltos, mas com o tempo, foi se transformando em contradança, com momentos de pares soltos e outros de pares enlaçados. Algumas formas da Tirana: Tirana do Ombro (peões e prendas tocam-se no ombro) e Tirana do Lenço (peões e prendas acenam lenços, em manifestações amorosas). Danças da invernadas adultas e veterana: MAÇANICO: Essa dança, por suas características coreográficas, parece ser portuguesa (apesar da música adquirir, quando executada por violinistas autênticos do Rio Grande do Sul, um estilo sincopado muito próprio, alheio à música portuguesa). Com o nome de “Maçanico” surgiu no Estado de Santa Catarina e daí passou ao nordeste e litoral do Rio Grande do Sul. CANA VERDE:A “Cana-verde” chegou de Portugal e se tornou popular em vários estados brasileiros. Naturalmente foi adquirida cores locais, em cada região e dessa forma produzindo variantes da dança-origem. A coreografia foi a mais difundida no nordeste e litoral do Rio Grande do Sul. BALAIO:O balaio é brasileiro da gema e procede do Nordeste. O balaio guarda nitidamente a feição de nossos velhos lundus que criaram, no Nordeste do Brasil, o baião ou baiano. O nome “balaio” origina-se do aspecto de cesto que moças dão as suas saias, quando o cantador diz: “moça que não tem balaio, bota a costura no chão”. Teve suas raízes na chula. Inicialmente dançada de pares soltos, com cantigas e danças. Com a evolução surgiu o balaio híbrido, com momentos de pares soltos e outros enlaçados, sempre com sapateios de peões e giros das prendas. O balaio, como o próprio nome diz, sugere uma dança de círculo. CHOTE: Tal como acontecera com as danças de anteriores ciclos coreográficos, a “schottisch” vi-o a se amoldar, no Rio Grande do Sul, a instrumentação típica, e deu margem a uma nova criação musical, bastante viva e que hoje constitui verdadeira manifestação folclórica do gaúcho, é o chotes.Coreográficamente o chotes herdou os mesmos passos da dança-origem, mas se enriqueceu de uma série de variantes: Chote de Duas Damas / Chote Inglês / Chote Carreirinha.
Objetivo GERAL: 1)Serão valorizadas as formas de expressão através das danças e coreografias apresentadas neste projeto. 2) Oportunizar manifestações artístico culturais na área da dança e cultura gaúcha; Objetivos específicos: PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL A)REALIZAR 1 APRESENTAÇÃO DE ENCERRAMENTO DE ANO PARA DEMONSTRAR OS CONHECIMENTOS ADQUIRIDOS. B) Capacitar os agentes culturais do município e região através do público estimado de 2.000 pessoas; PRODUTO: WORKSHOP/ OFICINA: 1) Incentivar o surgimento de novos talentos e valores na dança e na música, com a participação de 160 alunos; 2) Capacitar os agentes culturais do município e região através do público estimado de 160 ALUNOS; 3)REALIZAR 40 WORKSHOPS DE FORMA SEMANAL DA INVERNADA ADULTA, COM 35 integrantes COM DURAÇÃO DE 1 HORA SEMANAL; COM DURAÇÃO TOTAL DE 40 HORAS 4)REALIZAR 40 WORKSHOPS DE FORMA SEMANAL DA INVERNADA JUVENIL = 35 integrantes COM DURAÇÃO DE 1 HORA SEMANAL; COM DURAÇÃO TOTAL DE 40 HORAS 5) REALIZAR 40 WORKSHOPS DE FORMA SEMANAL DA INVERNADA MIRIM =30 integrantes COM DURAÇÃO DE 1 HORA SEMANAL; COM DURAÇÃO TOTAL DE 40 HORAS 6) REALIZAR 40 WORKSHOPS DE FORMA SEMANAL DA INVERNADA INICIANTES = 25 integrantes COM DURAÇÃO DE 1 HORA SEMANAL; COM DURAÇÃO TOTAL DE 40 HORAS 7) REALIZAR 40 WORKSHOPS DE FORMA SEMANAL DA INVERNADA VETERANA = 35 INTEGRANTES COM DURAÇÃO DE 1 HORA SEMANAL;COM DURAÇÃO TOTAL DE 40 HORAS
art 1º- III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto buscar difundir a cultura, principalmente gaúcha, através da dança e coreografias. art 3ª -III- d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; - Protegendo o folclore e as tradições através da dança e cultura, trazendo assim as novas gerações para a conservação desta cutura. O presente projeto visa auxiliar na manutenção da Escola de Danças Rancho da Saudade, buscará atender a 150 alunos, não importando a classe social ou idade, sendo que a idade mínima para ingressar nesta escola é de 4 anos de idade. As aulas são ministradas semanalmente, com instrutores mantidos pelo CTG. O ingresso na escola é gratuito, bem como a permanência ao longo do ano. Além dos alunos, buscamos a integração com a comunidade, participantes da população em geral.O presente projeto valoriza a cultura gaucha e estimula a integração de crianças, jovens e adultos, a partir da dança do folclore gaucho. A dança é uma linguagem social que permite a transmissão de sentimentos, emoções da afetividade vivida nas esferas: do trabalho, dos costumes, hábitos etc.O CTG é um local que preserva e mantém viva a cultura a gaucha. As aulas são um dos instrumentos para fomentar edisseminar valores culturais, que são passados de geração em geração.Neste contexto, a cultura é o elemento transformador da realidade, que molda o caráter e forma cidadãos plenos, capazes de construir um processo coletivo. Este projeto busca manter professores para diversos grupos de danças com idades variadas como: INVERNADA VETERANA,ADULTA, JUVENIL, MIRIM, e INVERNADAS DE INICIANTES O folclore gaucho é o retrato da cultura do povo riograndense. É uma das formas de representar a cultura regional, pois retrata seus valores, crenças, trabalho e significados. Através da música e da dança pudesse conhecer melhor a cultura gaucha, e de alguma forma se apropriar dela e enriquecê-la.
O proponente salienta que está em fase de alteração do CNPJ para inclusão de CNAE correspondente, se possível, pedimos mais 10 dias para atualizar o cnae, visto que houve um problema de atualização no site da prefeitura, visto que teve quer ser alterado o estatuto para que se realiza-se esta alteração de CNAE.
INVERNADA ADULTA = 35 integrantes INVERNADA JUVENIL = 35 integrantes INVERNADA MIRIM =30 integrantes INVERNADA INICIANTES = 25 integrantes INVERNADA VETERANA = 35 INTEGRANTES Total - 160 integrantes --> projeto pedagógico das oficinas foi anexado em anexar documentos.
CONTRA PARTIDA SOCIALACESSIBILIDADE FÍSICA - local possui a adaptação necessária.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - será exibido no telão, o vídeo de libras com AÚDIO, LEGENDAS E LIBRAS; sendo acessível para pessoas com deficiência auditiva e visual. APRESENTAÇÃO MUSICAL:ACESSIBILIDADE FÍSICA - local possuí adaptação;ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - será exibido no telão, o vídeo de libras com AÚDIO, LEGENDAS E LIBRAS; sendo acessível para pessoas com deficiência auditiva e visual. Explicativo com libras em boneco eletrônico e legendas, no vídeo da apresentação PLANO ANUAL:ACESSIBILIDADE FÍSICA - local possuí adaptação;ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO - para deficientes auditivos, o professor se utilizará de várias técnicas de didáticas, como por exemplo: será escrito em papel, explicando os passos, desenhos marcando os espaços no chão e também poderá participar contando os passos nas danças;e para deficientes visuais serão integrados pela música, durante a aula com atenção do professor. a música integrará os mesmos com os outros alunos.
Serão adotadas as seguintes medidas: art. 21 Apresentação musical - inciso II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos. Nos casos das apresentações, solicitaremos ao poder público a disponibilidade do transporte gratuito. Plano Anual - inciso VII, realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;justificativa: pois é o público alvo do projeto.Contrapartida social - IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
CTG – Centro de tradicoes gauchas- Rancho da saudade - proponente - custos administrativos – atua na area da cultura desde sua fundacao, trazendo acesso a cultura para pessoas de todas as idades e difundindo-a assim em suas mais diversas manifestacoes. Entre elas a musica e a danca.O proponente, presidente atuará em todo o processo decisório, contratando os profissionais, organizando as aulas com os professores. Atuando assim em todo o processo decisório, e de gestao do projeto, inclusive realizando cada um dos pagamentos. - Lisete Friske - LUCANO CULTURA -remuneracao de captacao de recursos - graduada em historia Atua na area de projetos culturais, desde o ano de 2004, atuando com captadora de recursos para este projeto. Andressa Betina Friske Bar -produtora executiva = graduada em Direito, atuou como Secretaria do Instituto Iguassu Misiones, atua na area cultural desde o ano de 2011, com assessoria em projetos. Nome: Vanessa de Oliveira Gomes - PROFESSOR -Natural de Porto Alegre, tradicionalista , atua como instrutora de dancas tradicionais gauchas a mais de 20 anos na invernada adulta do CTG Rancho da Saudade. -Responsavel pelas pesquisas e confeccao dos trajes femininos , penteados e maquiagens em todos os espetaculos. -Hexacampeo do ENART como instrutora e dancarina. -Participou da tour em 2010 com a invernada adulta em espetaculos durante 27 dias em varias cidades da Franca. -Participou de diversos programas de tv como, JA, Galpao Crioulo, alem dos shows de abertura da expointer nos anos de 2017, 2018 e 2019. iniciou como Instrutor de Dancas Tradicionais no CTG Rancho da Saudade no ano de 1997, desde ent�o � respons�vel tecnicamente e artisticamente pela Invernada Adulta da entidade. Nesses 21 anos dirige o grupo em todas as suas atividades; rodeios, festivais dentro e fora do pa�s, apresenta��es art�sticas, participa��es em eventos e etc. Traz na bagagem uma trajet�ria de sucesso na Invernada, que hoje � refer�ncia em nosso estado. Nome: NYCOLLAS DIAS OURIQUE -- oficineiro Come�ou sua trajet�ria com dan�as tradicionais aos 4 anos de idade, passando pelos grupos mirim e juvenil, sendo que integra o grupo adulto � 10 anos, conquistando o titulo de campe�o estadual de dan�as tradicionais ( ENART ) em 2018. Em 2014 iniciou o trabalho como instrutor de invernadas mirim, juvenil e adulta e atualmente � instrutor da invernada Xiru do CTG Rancho da Saudade. Nome: MARCUS VINICIUS HYP�LITO ALVES - preparação técnica Desde 2003 participa de grupos de dan�a, iniciando sua trajet�ria na cidade de Uruguaiana, na invernada mirim do CTG La�adores Esteios de Japeju. Em 2009, ap�s a fam�lia mudar-se para Porto Alegre, passa a fazer parte da invernada juvenil do CTG Rancho da Saudade. Em 2011, j� como integrante da invernada adulta, conquistou seu primeiro t�tulo estadual no ENART, repetindo a conquista nos anos 2012 e 2014, permanecendo no grupo at� o ano de 2015. Nos anos de 2016 e 2019 tamb�m participou do Enart, como convidado da invernada adulta. Em 2013 iniciou o trabalho como professor de dan�as no projeto ?mais educa��o? na escola Danilo Zaffari, em Porto Alegre. Desde 2018 atua como instrutor da ?Escolinha? do CTG Rancho da Saudade.
PROJETO ARQUIVADO.