| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 89674782000158 | JOHN DEERE BRASIL LTDA | 1900-01-01 | R$ 434,0 mil |
| 61186888000193 | SPAL INDUSTRIA BRASILEIRA DE BEBIDAS S/A | 1900-01-01 | R$ 330,3 mil |
| ***950360** | THAIS BUENO SEGANFREDO | 1900-01-01 | R$ 0,10 |
O projeto em questão pretende realizar oficinas formativas presenciais na área da comunicação cultural voltada para líderes comunitários de regiões em situação de vulnerabilidade social. A partir das oficinas, o projeto pretende realizar um curta-metragem e uma revista cultural criada em conjunto com os participantes. O projeto também pretende disponibilizar uma oficina em formato online, a fim de introduzir conceitos da produção e divulgação de cultura. Todas as atividades do projeto se dão de forma gratuita.
PRODUTO: Curso / Oficina / Estágio Conceitos básicos de comunicação e jornalismo cultural Temática Educativa 4. Práticas Culturais - b. Empreendedorismo e Produção Cultural Resumo: A oficina vai abordar fundamentos teóricos da comunicação e do conteúdo cultural. O conteúdo vai focar em temas como a diferença entre reportagem e opinião, a importância de métodos científicos para trabalhar com comunicação e ainda um panorama geral do que é o jornalismo cultural e um histórico do conteúdo de cultura no Brasil Escrita criativa: história de vida Temática Educativa 2. Ciências Humanas - f. Educação e Pedagogia voltada ao incentivo da leitura e escrita criativa cultural Resumo: A partir de apontamentos sobre os elementos básicos da ficção, vamos trabalhar exercícios criativos focando nas narrativas curtas e na memória. Com isso, transformando as próprias lembranças em textos literários. A memória como um gênero criativo e literário. Mapa afetivo: identificando pautas culturais na comunidade Temática Educativa 1. Ciências aplicadas a Economia da Cultura e Gestão Cultural - d. Cinema, Rádio e Televisão, Editorial de livros de valor artístico, humanístico ou literário e novas mídias criativas culturais. Resumo: Como ajudar a cultura local a ganhar visibilidade? Esta oficina vai apresentar o conceito de mapa afetivo, com foco na criação de um inventário informal de artistas, iniciativas e bens culturais locais, bem como na identificação de pautas que podem ser inseridas no conteúdo cultural comunitário Diversidade cultural e direitos humanos Temática Educativa 4. Práticas Culturais - b. Empreendedorismo e Produção Cultural Resumo: Segundo a Declaração Universal sobre Diversidade Cultural da Unesco (2002), “a cultura adquire formas diversas através do tempo e do espaço. Essa diversidade se manifesta na originalidade e na pluralidade de identidades que caracterizam os grupos e as sociedades que compõem a humanidade.” Esta oficina pretende contribuir para apresentar os conceitos relativos à diversidade cultura, bem como aplicações práticas do tema em produções artísticas Produção Cultural Temática Educativa 4. Práticas Culturais - b. Empreendedorismo e Produção Cultural Resumo: Qual o cenário nas Leis de Incentivo no Brasil? Como criar e apresentar projetos de forma potencial? Como criar e apresentar projetos e apresentações culturais de forma eficiente? Essas e outras perguntas serão respondidas durante a execução da oficina. Cultura digital acessível Temática Educativa 1. Ciências aplicadas a Economia da Cultura e Gestão Cultural - d. Cinema, Rádio e Televisão, Editorial de livros de valor artístico, humanístico ou literário e novas mídias criativas culturais. Resumo: A cultura digital pode ser definida como o conjunto de práticas, costumes e formas de interação social as quais são realizadas a partir dos recursos da tecnologia digital. Essa oficina visa orientar os estudantes nesse sentido, oferecendo os mais diversos exemplos de programas e tecnologias livres. Saindo da caixa: formas criativas de distribuição Temática Educativa 1. Ciências aplicadas a Economia da Cultura e Gestão Cultural - d. Cinema, Rádio e Televisão, Editorial de livros de valor artístico, humanístico ou literário e novas mídias criativas culturais. Resumo: Lambe-lambe, carro de som, fanzine, rádio-poste… são muitos os meios possíveis de distribuir conteúdo de qualidade na comunidade com custo acessível e sem uso da internet. Essa oficina vai apresentar algumas dessas ferramentas Oralidade e expressão Temática Educativa 1. Ciências aplicadas a Economia da Cultura e Gestão Cultural - d. Cinema, Rádio e Televisão, Editorial de livros de valor artístico, humanístico ou literário e novas mídias criativas culturais. Resumo: Compreender os elementos que compõem a linguagem oral, como a fala, os gestos e a entonação podem auxiliar na rotina de trabalho. A ideia é também apresentar práticas para desenvolver a percepção da atual performance de cada um e a partir disso possibilitar que as pessoas conheçam e entendam o que é necessário para uma boa comunicação frente a qualquer público. Oficina introdutória ao audiovisual Temática Educativa 1. Ciências aplicadas a Economia da Cultura e Gestão Cultural - d. Cinema, Rádio e Televisão, Editorial de livros de valor artístico, humanístico ou literário e novas mídias criativas culturais. Resumo: Como ampliar a capacidade de criação e desenvolvimento de uma narrativa? Como realizar a organização e montagem dos trabalhos na prática, pensando na importância de cada cena, suas demandas e se relacionando com as demais áreas da equipe? OFICINA ONLINE Temática Educativa 4. Práticas Culturais - b. Empreendedorismo e Produção Cultural Resumo: Oficina compacta abordando de forma breve temas tratados nas oficinas presenciais
Objetivo GeralRealizar oficinas formativas, em formato presencial e online, na área de comunicação cultural, possibilitando a criação e entrega de material artístico por líderes comunitários de regiões em situação de vulnerabilidade social. Todas as atividades do projeto se dão de forma gratuita. Alinhado ao artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, o projeto tem como finalidade ainda: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos específicosOFICINAS: - Alcançar 01 cidade brasileira através das ações do projeto; - Realizar durante 10 dias, 09 oficinas presenciais para líderes comunitários, além de 01 oficina online realizada em 2 encontros. Os assuntos das oficinas são: Conceitos básicos de comunicação e jornalismo cultural, Escrita criativa: história de vida, Mapa afetivo: identificando pautas culturais na comunidade, Diversidade cultural e direitos humanos, Produção Cultural, Cultura digital acessível, Saindo da caixa: formas criativas de distribuição, Oralidade e expressão e Introdutória ao audiovisual. Serão 4 horas para cada uma das 9 oficinas realizadas, totalizando 36h, e outras 16h de atividades práticas para a criação da revista e do curta-metragem, totalizando 52h de trabalho na cidade. A partir das oficinas: - Disponibilizar 1 documentário realizado em conjunto com os alunos beneficiados pelo projeto, em formato online; - Disponibilizar 1 revista cultural, que será realizada em conjunto com os alunos beneficiados das oficinas e possuirá diversas matérias, reportagens e entrevistas que versam entre o jornalismo e a cultura.
A cultura é ferramenta essencial na construção da história e da identidade de um país. É através dela que descobrimos quem fomos, somos e podemos prever quem seremos como nação. E diversas são as formas com as quais a cultura se manifesta, por meio da observação, da escuta, entre muitos outros meios de comunicação possíveis dentro de uma sociedade. Comunicação essa que é primordial nas comunidades. Ao mesmo tempo em que levanta questionamentos e incita a reflexão sobre os papéis que ocupamos perante nosso grupo, é necessário fazer isso com coragem e motivação, inspirando ao próximo para que o faça também. Nos dias atuais, o papel do líder comunitário torna esse ciclo possível. É ele quem possibilita multiplicar formas, caminhos. É ele a pessoa capaz de unir um grupo de pessoas por um objetivo comum. E é através dele que gostaríamos de desenvolver este projeto. Pensando na importância da comunicação através da cultura, esse projeto pretende levar oficinas formativas culturais para líderes comunitários, mediadores de leitura, artistas de pontos de cultura e assistentes sociais residentes em comunidades em situação de vulnerabilidade social. Serão oficinas relacionadas a cultura e comunicação, que envolvam temáticas como criação, mercado cultural, tecnologias, criação e distribuição de produtos da cultura, entre outras atividades que possam contribuir com a possibilidade desses líderes criarem e inspirarem a cultura dentro das suas comunidades. A partir das abordagens trabalhadas nas oficinas, pretende-se não só possibilitar o aprendizado de atividades geradoras de renda, como a escrita, seja ela criativa, informativa e/ou técnica, tecnologia, uso de equipamentos audiovisuais, uso de redes sociais, meios de distribuição de conteúdo, entre outros - é primordial para plenitude dos objetivos desse projeto, que ele possa contribuir para o desenvolvimento do ser humano, seja através da melhora nos modos de comunicação e expressão da opinião, seja pelo entendimento do que é ser e fazer cultura em nosso país. Serão 36 horas de oficinas, ao todo, que serão compostas por encontros teóricos e práticos, para que posteriormente possa ser possível realizar, em conjunto com os beneficiados pelo projeto, a entrega de um curta-metragem sobre o protagonismo desses líderes em suas comunidades, além de uma revista com reportagens culturais e artigos escritos pelos próprios participantes. Essa segunda etapa, será realizada em outras 16 horas de trabalho. Ou seja, além do entendimento teórico dos conteúdos abordados, os alunos poderão aplicar na prático o aprendido, realizando trabalhos que reflitam e discutam sobre si mesmos, o seu papel em suas comunidades e o impacto da cultura produzida para além do seu próprio espaço de convívio. Pretende-se realizar um evento de lançamento deste material criado, que será também visto como uma possibilidade de experiência dos alunos junto ao público. A ideia é que o evento seja preparado e conduzido pelos próprios alunos em conjunto com a equipe principal do projeto, fazendo-os utilizar-se de ferramentas conhecidas durante a realização das oficinas, como apresentação ao público, a produção executiva envolvida na entrega de um produto cultural, entre outros. Neste dia, haverá uma sessão aberta para que se assista ao documentário realizado, bem como para disponibilização de impressos da revista criada. Ainda, pensando em ampliar a abrangência de atuação do projeto aqui proposto, e como forma de democratizar a comunicação cultural como um todo, será disponibilizada, em formato online, uma oficina que introduza os conceitos da produção e divulgação de cultura, direcionada ao público em geral, a nível nacional. Essa será uma forma de levar parte do conteúdo abordado nas comunidades alcançadas pelo projeto, aumentando ainda mais o número de beneficiários deste trabalho. Acreditamos que a partir do projeto será possível trabalhar a cultura de forma plena. Entendemos que a partilha de opiniões, escutas e falas dentro das regiões a serem beneficiadas pelo projeto, possibilita o envolvimento como um todo das pessoas dela pertencentes, e pode se tornar um espaço de esperança, protagonismo e entendimento de quem se é. A possibilidade de se construir uma sociedade com mais cultura se torna possível através da soma de diversos agentes da sociedade: o povo, o governo e o empresariado. Entendemos que esse projeto se torna possível através da união dessas instituições, seja através da elaboração desse trabalho, através do recebimento das oficinas, através da disponibilização de uma lei que permite a renúncia fiscal para empresas, e destas últimas, que optam por direcionar parte de seus impostos à cultura. O projeto reflete a importância de uma comunicação clara e objetiva, mas que acalente. Por isso utilizaremos a melhor das ferramentas: as pessoas envolvidas em cada comunidade. Assim, a construção da história se torna mais colaborativa, mais real, e pode tornar o resultado consideravelmente maior e mais bonito. Buscando alinhar o projeto aos preceitos que regem a Lei 8.313/91, acreditamos que o projeto se enquadra ao Art. 1º, através dos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; e II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Da mesma forma, entendemos que o projeto tem como finalidade, conforme exposto no Art. 3º, o inciso: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.
Passagens aéreas RAFAEL GLORIA – Proponente e gestor geral do projeto, tanto da parte decisória de todo o processo, quanto das atividades técnico-financeiras THAIS SEGANFREDO - Coordenação Geral Ambos deverão viajar no início do projeto, durante a pré-produção, para a seleção e contato com profissionais restantes do projeto, bem como durante a realização das aulas e atividades práticas e, por fim, para o evento de lançamento dos materiais criados através das oficinas.
PLANO PEDAGÓGICO CAPACITAÇÕES Conceitos básicos de comunicação e jornalismo cultural Objetivo: apresentar conceitos básicos da comunicação e da divulgação de cultura, bem como o cenário atual das novas mídias no Brasil Resumo: A oficina vai abordar fundamentos teóricos da comunicação e do conteúdo cultural. O conteúdo vai focar em temas como a diferença entre reportagem e opinião, a importância de métodos científicos para trabalhar com comunicação e ainda um panorama geral do que é o jornalismo cultural e um histórico do conteúdo de cultura no Brasil Metodologia: aula expositiva com explicação de conceitos teóricos e demonstração de exemplos práticos que ilustram o conteúdo Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Escrita criativa: história de vidaObjetivo: Apresentar conceitos básicos de escrita criativa e a intersecção com a memória, possibilitando que os alunos possam exercer o ato de produzir um texto Resumo: A partir de apontamentos sobre os elementos básicos da ficção, vamos trabalhar exercícios criativos focando nas narrativas curtas e na memória. Com isso, transformando as próprias lembranças em textos literários. A memória como um gênero criativo e literário. Metodologia: Explicação de conceitos e exemplos. Exercícios práticos de escrita. Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Mapa afetivo: identificando pautas culturais na comunidade Objetivo: capacitar os alunos na identificação de ações culturais locais e como divulgá-las a um público amplo Resumo: Como ajudar a cultura local a ganhar visibilidade? Esta oficina vai apresentar o conceito de mapa afetivo, com foco na criação de um inventário informal de artistas, iniciativas e bens culturais locais, bem como na identificação de pautas que podem ser inseridas no conteúdo cultural comunitário Metodologia: aula expositiva envolvendo fundamentos básicos do inventário cultural, o conceito de pauta no jornalismo e realização de atividade prática em grupo Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Diversidade cultural e direitos humanos Objetivo: introduzir conceitos relativos à diversidade cultural segundo a definição da Unesco, e abordar aspectos das culturas indígenas, periféricas e populares dentro da produção e do conteúdo cultural Resumo: Segundo a Declaração Universal sobre Diversidade Cultural da Unesco (2002), “a cultura adquire formas diversas através do tempo e do espaço. Essa diversidade se manifesta na originalidade e na pluralidade de identidades que caracterizam os grupos e as sociedades que compõem a humanidade.” Esta oficina pretende contribuir para apresentar os conceitos relativos à diversidade cultura, bem como aplicações práticas do tema em produções artísticas Metodologia: aula expositiva com estudos de caso e relatos de vida de palestrante indígena Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Produção CulturalObjetivo: abordar os principais passos de uma produção cultural, desde a elaboração até a aprovação do projeto, finalizando com o perfil de investimento em projetos culturais. Resumo: Qual o cenário nas Leis de Incentivo no Brasil? Como criar e apresentar projetos de forma potencial? Como criar e apresentar projetos e apresentações culturais de forma eficiente? Essas e outras perguntas serão respondidas durante a execução da oficina. Metodologia: aula expositiva, apresentando modelos e relatórios reais já utilizados pelo professor. Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Cultura digital acessívelObjetivo: Apresentar a possibilidade de trabalho na cultura digital a partir de softwares livres, e orientações básicas de programas de criação online e de redes sociais Resumo: A cultura digital pode ser definida como o conjunto de práticas, costumes e formas de interação social as quais são realizadas a partir dos recursos da tecnologia digital. Essa oficina visa orientar os estudantes nesse sentido, oferecendo os mais diversos exemplos de programas e tecnologias livres. Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Metodologia: Exposição de conceitos e exemplos. Elaboração teórica. Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Saindo da caixa: formas criativas de distribuição Objetivo: facilitar a distribuição de conteúdo cultural fora dos espaços virtuais Resumo: Lambe-lambe, carro de som, fanzine, rádio-poste… são muitos os meios possíveis de distribuir conteúdo de qualidade na comunidade com custo acessível e sem uso da internet. Essa oficina vai apresentar algumas dessas ferramentas Metodologia: aula expositiva e exercícios práticos de criação de novas formas de distribuição de conteúdo offline Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Oralidade e expressão Objetivo: Refletir sobre a importância da linguagem oral, conhecendo ferramentas para melhorar a comunicação interpessoal. Resumo: Compreender os elementos que compõem a linguagem oral, como a fala, os gestos e a entonação podem auxiliar na rotina de trabalho. A ideia é também apresentar práticas para desenvolver a percepção da atual performance de cada um e a partir disso possibilitar que as pessoas conheçam e entendam o que é necessário para uma boa comunicação frente a qualquer público. Metodologia: exercícios e conceitos de expressão oral. Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades. Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. Oficina introdutória ao audiovisualObjetivo: Experimentar a linguagem audiovisual, gerando produtos como formas de comunicação: foto e vídeo, tratamento, formas de exibição e divulgação. Resumo: Como ampliar a capacidade de criação e desenvolvimento de uma narrativa? Como realizar a organização e montagem dos trabalhos na prática, pensando na importância de cada cena, suas demandas e se relacionando com as demais áreas da equipe? Metodologia: aula expositiva e exercícios práticos Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 30 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: durante o desenvolvimento das aulas e aplicação posterior, serão reservados momentos para avaliação conjunta entre todos os participantes. OFICINA ONLINEObjetivo: introduzir conceitos da produção e divulgação de cultura Resumo: Oficina compacta abordando de forma breve temas tratados nas oficinas presenciais Metodologia: aula expositiva. Gravação e disponibilização online. Público-alvo: agentes culturais, mediadoras de leitura, artistas de pontos de cultura, assistentes sociais e líderes comunitários residentes em comunidades Carga horária: 4 horas Vagas: 300 Critérios e meios de avaliação das atividades e dos participantes: não será necessário.
OFICINAS Acessibilidade para pessoas com deficiência física:Os espaços previstos para a realização de atividades do projeto, inclusive o evento de encerramento, deverão ser dotados com rampas e banheiros adaptados, a fim de possibilitar a participação de pessoas com deficiência motora ou com mobilidade reduzida. Quanto à disponibilização dos materiais desenvolvidos a partir das oficinas, bem como a oficina online realizada, não se faz necessária a previsão de acessibilidade física para a ação, uma vez que o público poderá usufruir do material de suas próprias residências, de forma online, e/ou através da leitura. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais:Caso haja alguma pessoa cega ou com visão reduzida presente nas ações do projeto, inclusive no evento de encerramento, serão disponibilizados profissionais capacitados para atendimento da linguagem necessária para possibilitar sua participação nas atividades. O documentário, contará com o recurso de audiodescrição. Para a revista, serão impressos 5% do produto criado, em braille. Item da planilha orçamentária: 15, 34, 37, 56, 59, 79 Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas:Durante toda a realização das atividades, caso haja algum participante surdo ou com audição reduzida, serão disponibilizados intérpretes de libras para possibilitar sua participação nas atividades. O documentário e o evento de encerramento do projeto, contarão com o recurso de libras. Item da planilha orçamentária: 19, 41, 63 Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Caso haja necessidade, será contratada monitoria especializada inclusiva em casos de Pessoa com TEA e PcD intelectual para todas as ações previstas no projeto. Item da planilha orçamentária: 24, 46, 69
Em relação ao art. 24 da IN nº 01/2022, contempla-se: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas.
RAFAEL GLORIA – Proponente e gestor geral do projeto, tanto da parte decisória de todo o processo, quanto das atividades técnico-financeiras Jornalista formado na Ufrgs, especialista em Jornalismo Digital pela Pucrs e Mestre em Comunicação pela Ufrgs. Tem vasta experiência na cobertura e pesquisa cultural, sendo editor-fundador do Nonada Jornalismo. Também foi o responsável pelas reportagens e textos da publicação Rua Sete, do Santander Cultural, assim como um dos idealizadores do projeto editorial. Trabalhou em eventos como a Feira do Livro de Porto Alegre e CineEsquema Novo. Tem interesse na cultura, no jornalismo cultural, escrita criativa, direitos humanos na comunicação e história do jornalismo. Também ministra oficinas e cursos na área do jornalismo cultural, do jornalismo independente e da escrita criativa. Foi prêmio Agente Jovem do Ministério da Cultura, em 2012. Participou, como mediador, de mesas de debate sobre fanzines, na Festipoa Literária (2015), sobre a vida e a obra de Edgar Vasques, na galeria Hipotética (2018), além de mediar o Sarau dos Não Lidos, na Feira do Livro de Porto Alegre (2017). Foi menção honrosa no Prêmio Ari 2016 na categoria Reportagem Cultural. Produziu e coordenou eventos culturais como o sarau dos Não Lidos na Feira do Livro de Porto Alegre (2016 e 2016) e as sessões dos filmes Elena na sala Redenção (2016) e Twin Peaks na cinemateca Capitólio (2018). Em 2017, foi finalista do Prêmio Parceiros da Escrita, da AGES, com o projeto Nonada. Em 2020, foi selecionado para projeto no Fac Digital, com o projeto de podcast sobre o Largo do Zumbi. Também em 2020, foi selecionado pelo edital Lab Poa na categoria Livro e Literatura, que premiou diversas trajetórias em diferentes áreas da cultura. Também foi selecionado no Edital Criação e Formação – Fundação Marcopolo e Sedac/RS – projeto Revista Nonada, sobre viver de cultura (2021). THAIS SEGANFREDO - Coordenação Geral É jornalista e pesquisadora cultural em Porto Alegre. Atua na área do jornalismo cultural há 12 anos. É idealizadora do projeto Sons do Sul - Uma cartografia linguística, que mapeia a diversidade linguística do Rio Grande do Sul. Atuou também no projeto Arquitetura Rara - Intercâmbio Cultural, da empresa Escaiola, financiado pelo Pró-Cultura RS, e do projeto Revista Nonada - Sobre Viver de Cultura, com recursos da Lei Aldir Blanc. Com financiamento do Fac Digital RS, produziu o livreto digital Pioneiras da Arte no RS, sobre as primeiras artistas visuais do estado. Foi uma das selecionadas do edital Lab Poa 2020 - categoria Memória e Patrimônio, que premiou trajetórias de profissionais da cultura residentes em Porto Alegre. Já ministrou cursos sobre jornalismo e cultura em espaços como o Santander Cultural e o centro cultural Fora da Asa, em Porto Alegre. LAURA GALLI - Coordenação Pedagógica Historiadora e mestra em História pela UFRGS, com a dissertação “Um longo caminho até o Porto Seco: lutas e disputas por espaço no carnaval de Porto Alegre (1994-2004)”. Já trabalhou como professora de Ensino Fundamental e desde 2014 colabora na produção cultural do Programa de Alfabetização Audiovisual, que promove ações de aproximação entre cinema e escola e é sediado na Cinemateca Capitólio. Participou como pesquisadora do projeto Sons do Sul - uma cartografia linguística (2021). Interessada em entrelaçar a cultura, a história e a educação, especialmente nas temáticas do cinema, da memória/história da cidade, das políticas públicas para a cultura e do carnaval. Também integra o coletivo de carnaval Não Mexe Comigo Que Eu Não Ando Só e já participou como percussionista em outros blocos de carnaval de Porto Alegre, como Turucutá e Bloco da Laje.
ABERTO O PRAZO PARA APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.