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PRONAC 230566Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Alegre Choro do Paraná

William Eugênio Versori
Solicitado
R$ 171,0 mil
Aprovado
R$ 171,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Campo Mourão
Início
2023-04-03
Término
2024-04-30
Locais de realização (5)
Campo Mourão ParanáGoioerê ParanáMandaguari ParanáMarialva ParanáPeabiru Paraná

Resumo

O projeto consiste na difusão do chorinho pelo interior do Paraná, por meio da circulação do espetáculo "O Alegre Choro do Paraná", destacando um estilo tipicamente brasileiro o choro, com ênfase em choros oriundos do Paraná. O projeto levará aos municipios oficinas de percussão brasileira e apresentações musicais de aproximadamente 50 minutos. As composições, em sua maioria, são resultantes do projeto de pesquisa do músico Tiago Portella em seu livro "Songbook do choro curitibano", obra que faz um resgate histórico de composições dos principais chorões paranaenses. A apresentação será composta por obras inéditas, além da interpretação de clássicos dos choros brasileiros.

Sinopse

“O ALEGRE CHORO DO PARANÁ” - REPERTÓRIO BASE CHOROS PARANAENSES Carinhos (Nilo dos santos) Crepúsculo (Wilson Moreira) Caboclo velho (José da Cruz) Um adeus para Waldir (Janguito do Rosário) Afinando meu bandolim (Waldir Teixeira) Korderando (Ernesto Cordeiro) Cheira pescoço (Luiz Eulógio Zilli) Mágoa de canário (Pedrinho da viola) Só de leve (Walter Scheibel) Casa Nova (william Versori) Tudo outra vez (Felipe Cogo) Choro pro Tonho (Antônio de Oliveira) Férias no Campo (William Versori) CHOROS TRADICIONAIS Doce-de-coco (Jacob do Bandolin) Cochichando (Pixinguinha) Grande Família (Dudu nobre e Zeca Pagadinho) Frevinho Carioca (Altamiro Carrilho) Santa Morena (Jacob do Bandolin) Odeon (Ernesto Nazaré) Atraente (Chiquinha Gonzaga) Tico-Tico no Fuba (Zequinha de Abreo)

Objetivos

Objetivo geral:Realização de apresentações musicais do espetáculo "O Alegre Choro do Paraná" com repertório de chorinho com compositores paranaenses que dedicaram sua produção ao choro (tradicional gênero musical brasileiro) e oficinas de Percussão Brasileira aplicada ao Pandeiro. Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, pois o espetáculo esta pautado no estilo musical tipicamente brasileiro o Chorinho produzido em Curitiba/PR e Campo Mourão, além de abordar as clássicas composições de chorões conhecidos nacionalmente;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, pois o projeto esta estruturado em levar o chorinho a pequenas cidades do interior do Paraná;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, pois com a realização do projeto a população, interessada, poderá ter acesso e apreciar a música instrumental diversificada em 03 pilares: choro mourãonse, paranaense e os clássicos nacionais;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura, pois com a realização do projeto movimentaremos a cadeia produtiva contratando e aproximando músicos, técnicos, logistica, locações e outros. Objetivos específicos: A) Produto ESPETÁCULO MUSICAL: * Realizar o espetáculo "O Alegre Choro do Paraná" em 05 municípios;* Atender 1.200 pessoas com as apresentações;* Promover o chorinho brasileiro no interior do Paraná com espetáculo de 50 minutos;* Formar plateia viabilizando o acesso da população com garantia de gratuidade à música instrumental;* Homenagear chorões Paranaenses;* Incentiva a produção musical autoral; B) Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: oficinas *Oferecer 05 oficinas de Percussão Brasileira aplicada ao Pandeiro com duração e certificado de 2h/aulas; *Ministrar oficinas para 100 alunos acima de 12 de instituição pública de ensino; * Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais.

Justificativa

A história nos diz que o choro surgiu no Rio de Janeiro, século XIX no período colonial (nos subúrbios da capital do Brasil imperial), com o abrasileiramento de ritmos africanos (lundu, batuque) e danças de salão europeias (valsa, polca). A origem do nome choro é desconhecida, podendo ser por causa da maneira chorosa de se interpretar musicas estrangeiras ou pode ser uma menção aos bailes de escravizados chamado de cholo ou ainda uma referencia aos grupos musicais conhecidos por choromeleiros que tocavam o instrumento musical denominado charamela. A muita discussão sobre surgimento, influencias e nomes, mas o consenso é que o choro é considerado a primeira musica popular urbana típica do Brasil. Em 1867, Joaquim Callado, oficializa o gênero musical em sua composição "flor amorosa", no entanto o choro tem uma longa caminhada para se consolidar no cenário musical brasileiro. Já no século XX, tivemos grandes embaixadores, como: Sátiro Bilhar, Dino; João Pernambuco; Lula Cavaquinho; Nelson Alves; Patápio, Pixinguinha, Altamiro Carrilho e Jacó do Bandolim. Ainda hoje, grandes músicos como Paulinho da Viola; Paulo Moura; Isaías; Hamilton de Holanda; Hélio Delmiro e Turíbio Santos, que mantém a tradição e qualidade deste genial estilo musical brasileiro. O choro, com predominância instrumental, exigindo muita técnica e improviso dos interpretes, se espalhou por todo o país e destacou importantes compositores, principalmente no nordeste brasileiro. Entretanto outras regiões, como o Paraná, também tiveram e continuam tendo sua parcela de contribuição neste singular gênero musical. Neste universo da música paranaense também tivemos aqueles que dedicaram parte de sua obra ao gênero choro. E estas composições, apesar da pouca divulgação e execução, são de qualidade excepcional e que foram consagradas pela crítica como legítimas representantes do choro nacional, como destaca Thiago Portella Otto em seu Songbook do Choro curitibano. E é nesse contexto que o projeto "O Alegre Choro do Paraná" se apresenta, para difundir, preservar, valorizar e democratizar o acesso ao gênero musical que transborda o Brasil. A proposta se alinha com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a atender os incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91, abaixo:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IX. priorizar o produto cultural originário do País. O projeto esta em consonância com as respectivas alíneas do artigo 3º da Lei 8.313/91 transcritas abaixo, cumprindo os seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

OFICINA DE PERCUSSÃO BRASILEIRA APLICADA AO PANDEIRO INFORMAÇÕES TÉCNICASMinistrantes: William Eugenio Versori e Saulo GiovanePúblico: alunos rede pública de ensino, acima de 12 anosVagas: 20Duração: 2h APRESENTAÇÃO DA PROPOSTAA proposta é desenvolver princípios básicos dos movimentos elementares do pandeiro, aplicando-os aos ritmos brasileiros, como baião, samba, maracatu, frevo e choro, trabalhando a consciência musical dos alunos através de movimentos corporais e repetições rítmicas. A oficina terá a duração de duas horas, podendo o público levar ou não seu instrumento, uma vez que o projeto possui pandeiros e outros instrumentos de percussão para os alunos usarem durante a oficina. OBJETIVOS- Difundir os estilos musicais tipicamente brasileiros, com ênfase no chorinho,- Sensibilizar a percepção acústica por meios de ritmos,- Desenvolver uma aula com ensino pautado na batucada em grupo, - Trabalhar a consciência musical através de movimentos corporais e repetições rítmicas. METODOLOGIAA aula se inicia com uma fase rápida e teórica, contextualizando os estilos musicais brasileiros com ênfase no chorinho.Com a metodologia de ensino da batucada em grupo, o aluno, mesmo nunca tendo tocado um instrumento, se integrará ao grupo iniciando a percepção básica de ritmos, intensidades e andamentos, tendo uma evolução natural, tanto a nível individual quanto no "tocar em grupo".

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade física, auditiva, visual e acessibilidade serão: *Acessibilidade física: oferecer atendimento conforme o disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que estabelece proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003 e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999. Os espaços escolhidos para as apresentações e oficinas terão acesso físico adequado para receber o projeto. ESPETÁCULO MUSICAL (serão realizadas 05 apresentações) * Acessibilidade auditivo: - disponibilização de interprete de libras para as apresentações e tradução das falas do cerimonial e diretor musical; - disponibilização de cadeiras na primeira fileira em todos os espaços de apresentações para pessoas com deficiência auditiva ofertando, dessa forma, condições que facilitem os espectadores fazerem a leitura das falas. *Acessibilidade visual: - Disponibilização de cadeiras na primeira fileira em todos os espaços de apresentações para pessoas com deficiência visual ofertando, dessa forma, condições para espectadores que possuem baixa visão. - Programa do espetáculo com tradução em braile. OFICINAS (serão realizadas 05 oficinas) * Acessibilidade auditivo: - disponibilização de interprete de libras para as as 05 oficinas de 2h cada; - disponibilização de cadeiras na primeira fileira para alunos com deficiência auditiva ofertando, dessa forma, condições que facilitem fazerem a leitura das falas. *Acessibilidade visual: - Disponibilização de cadeiras na primeira fileira para alunos com deficiência visual ofertando, dessa forma, condições para alunos que possuem baixa visão. - Disponibilização de programa de autodescrição para deficientes visuais.

Democratização do acesso

As ações para o público serão ofertadas de forma gratuitas, sendo 05 apresentações e 05 oficinas. Serão divulgadas amplamente e a distribuição será por meio de ingressos para controle de público permitido em cada local e para as oficinas as inscrições serão gratuitas até o preenchimento das vagas.

Ficha técnica

WILLIAM VERSORI - (Diretor musical, arranjador e músico - cavaquinho) Residente na cidade de Campo Mourão Paraná, é cavaquinista e compositor de choro, nascido em 1985, formado em Licenciatura Plena em Música na Universidade Estadual de Maringá (2013), participando do projeto (Roda de Choro ? música brasileira na comunidade) desenvolvido na Universidade Estadual de Maringá nos anos de 2012 e 2013. William é atuante em projetos de Lei de Incentivo à Cultura da prefeitura de Campo Mourão Paraná, na área do Choro, (2013, 2014 e 2015). Proponente do Projeto O Alegre Choro do Paraná, aprovado pela Lei Rouanet em 2015, contemplado no edital da VIAPAR/CULTURAL, com espetáculos nas cidades de Campo Mourão, Cascavel, Maringá e Goioerê no Estado do Paraná. Aprovado no edital Aldir Blanc Campo Mourão e Mostra Campo Mourão Cidade Natal. Participou com o grupo de Choro ACORDES e ENCONTROS no XI Encontro de Escritores do Mercosul realizado em PUERTO IGUAZÚ - (Argentina, nos dias 10 e 11 de outubro no Hotel Cataratas e no Complexo La Aripuca. ANTÔNIO PAULINO DE OLIVEIRA JUNIOR - (Músico - violão 8 cordas) Músico violonista e compositor, nascido em Campo Mourão no ano de 1987. Iniciou seus estudos em música em 2004 no Conservatório Leoni Di Biaggio. Ligado a este conservatório, integrou a orquestra de violões "Violões em Harmonia" de 2004 a 2007. Entre 2007 e 2010 realizou apresentações de Samba e Bossa Nova pela Fundação Cultural de Campo Mourão. A partir de 2010 colaborou com a elaboração e execução do projeto "Acordes e Encontros", financiado pela lei municipal de incentivo à cultura n.º 1103/1998 , atuando como coordenador nos anos de 2012, 2013 e 2015. Suas atividades musicais ao longo dessa trajetória sempre estiveram ligadas à música brasileira como o Choro, o samba, o baião e a Bossa Nova. Dentre seus últimos trabalhos realizados, destacam-se sua participação no XI Encontro de Escritores do Mercosul realizado em PUERTO IGUAZÚ tocando violão sete cordas com o grupo musical de choro Acordes e Encontros e o projeto "O Alegre Choro do Paraná", fomentado pela lei federal Rouanet. PEDRO DOS SANTOS (Músico - Flauta Transversal) Residente em Campo Mourão/PR, nascido no ano de 1976, iniciou seus estudos em teoria musical com o Maestro Lincoln em 1986, ingressando na Banda Municipal de Campo Mourão em 1988, da qual faz parte até os dias atuais. Possui o curso avançado de Flauta transversal na Escola de música e Belas artes do Paraná na cidade de Curitiba, sendo músico profissional atuante em diversos grupos musicais por 12 (doze) anos com carteira assinada. Atualmente atua como professor efetivo de música do Conservatório Municipal de Campo Mourão, tendo como instrumentos principais trompete e flauta transversal. Dentre seus últimos trabalhos realizados, destaca-se a participação no XI Encontro de Escritores do Mercosul realizado em PUERTO IGUAZÚ tocando flauta transversal com o grupo musical de choro Acordes e Encontros. Também participa do projeto "O Alegre Choro do Paraná", fomentado pela lei federal Rouanet, que leva às cidades do interior do Paraná apresentações de choro com obras de compositores paranaenses do século XIX e XX. MAYCO ANDRÉ ERNST ( Músico - bandolim) Natural de Curitiba - Paraná, nascido em 22 de julho de 1981, iniciou os estudos musicais ainda na infância, no conservatório Municipal de Música Prof. Leoni de Biaggio em Campo Mourão. A partir de então começou a estudar de forma autodidata vários instrumentos, como piano, violão, baixo, guitarra e bandolin. Participou do grupo Mewdhan Band, projeto financiado pelo governo do Estado do Paraná, com repertório de Jazz, blues e mpb instrumental, participou de quatro edições do Festival de Música de Ourinhos - São Paulo. Atuou em inúmeras gravações e produções em estúdios, tocando saxofone, violão, guitarra, bandolim, baixo, teclado e violino. No ano de 2015 participou do Projeto MPB/JAZZ Instrumental e do Projeto Acordes e Encontros, patrocinados pela Lei de Incentivo à Cultura do Município de Campo Mourão tocando, respectivamente, teclado e bandolim. SAULO GIOVANE - Violão 7 cordas Formação: Iniciou seus estudos musicais aos nove anos de idade (1996) com o pastor e maestro Walter Collebrusco Cardoso e estudou no Conservatório Musical de Prof. Leone Di Biaggio Experiência profissional: Iniciou seus estudos musicais em 1996 e, em 2003, passou a estudar Baixo Elétrico, Harmonia e Improvisação com o músico Mayco André Ernest. De 2003 a 2015 atuoi como baixista das bandas Sudytos e Project (que posteriormente se chamou Oito Quatro), tocando em eventos religiosos nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Em 2006, começa sua jornada tocando Baixo Elétrico com variados artistas regionais. Fundou a banda Lostâ€?57, acompanhou o cantor João Neto e gravou o disco "João Neto Ao Vivo", turnê com a dupla João Paulo e Dyego, turnê com a banda Origem Grega onde gravou o DVD "Origem Grega". Produziu e tocou o show "Tributo a Charlie Brown JR" que passou por várias cidades dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo. Acompanhou o grupo de música brasileira Influência. Produziu e tocou dois shows com a cantora Yara Rosa no Teatro Municipal de Campo Mourão "Especial Cassia Eller e Tributo e Elis Regina". Tocou no grupo de jazz e música instrumental brasileira Circo Marimbondo e também no Grupo Gatumia onde gravou o disco "Se o circo não toca", com esses grupos foi incentivador do projeto Noite da Canja realizado pelo Sesc de Campo Mourão que reunia músicos locais. Participou da turnê do cantor Marquinhos Teixeira (participante do programa FAMA pela rede Globo de Televisão). Tocou com a dupla sertaneja Cleber e Fernando por dois anos em diversos shows pelo país, nesse período passou a trabalhar como músico de estúdio e produtor musical onde produziu os artistas Frei André e Lucas Neto & Diego Filho. Passou os dois anos seguintes em turnê pelo país com o cantor João Elias o "Raulzito Cover", participante do quadro se vira nos 30 do programa do Faustão pela rede globo de televisão. Toca como músico acompanhante da banda de apoio do Festival de Música da Unesparâ€?Fecilcam a cinco anos consecutivos. Fundou o trio Fungo Vinil, grupo baseado no rock inglês dos anos 60 e 70 onde tocava guitarra e harmônica. Acompanhou o cantor e guitarrista de Blues Elvin Vicente em vários shows regionais. Tocou no projeto "Choro vai aos bairros" com o grupo Regional Pé de Pano, que levava a alegria do chorinho a crianças de bairros carentes da cidade de Campo Mourão. Com o trio Coronel Magenta participou do projeto "Por Essas Bandas" que levava música a locais públicos da cidade. Participou do 13º Festival de Música de Ourinhos onde estudou Baixo Elétrico com o renomado músico e pesquisador brasileiro Adriano Giffoni, também estudou Harmonia e Improvisação com o músico Nelson Faria. Participou também da 15ª edição do Festival de Música de Ourinhos onde estudo Baixo Elétrico com o músico Carlinhos Noronha, Prática de Repertório Jazz com o músico Djalma Lima e Música do Mundo com o músico e pesquisador Gabriel Levy. Atualmente toca com a banda alternativa Errorama onde gravou o EP Romance, muito bem aceito pela crítica musical independente. Também muito bem aceito na mídia Rockinpress pela MTV o Clipe da canção "Bitter" produzido pelo carioca Fernando Nunes, uma participação no programa "Estúdio Tenda" com a canção "Choro pra dormir todo dia", uma turnê abrindo os shows do grupo Curitibano Charme Chulo. Atualmente a banda está em estúdio gravando um novo disco com a produção de Leandro Dalmoniaco e Virgílio Miléo. No segundo semestre de 2015 conhece o músico Italiano Diego Salvetti e começa a tocar música flamenca no Baixo Elétrico e também com o Baixo Acústico. Toca contrabaixo acústico na Big Band Lincon Brass Band, e com a cantora de samba Gysele Rezende. LUCAS NERY - Clarinete Formação:- Formação Curso de Teclado - Conservatório Municipal Leone di Biággio - 2013 à 2018 - Formação teoria musical, solfejo, linguagem rítmica e saxofone na igreja Congregação Cristã no Brasil - 2013 à 2018- Formação teoria musical, solfejo, linguagem rítmica no Conservatório Municipal Leone di Biággio - 2015 à 2018- Prática em conjunto no Colégio Vicentino Santa Cruz - 2015 e 2016 Experiêcia profissional: Grupo de flauta doce - 2012; Grupo Igreja Congregação Cristã no Brasil - 2017; Prática de conjunto – Femuc – 2019; Grupo Biággio – 2019; Grupo de choro Acordes e Encontros – 2021 e 2022; Grupo Biággio – 2019; Grupo de choro Acordes e Encontros – 2021 e 2022 WESLEY RIBEIRO - Percussão Formação: Conservatório Musical Prof. Leone Di Biággio, autodidata pesquisa. Experiência profissional: Inicia, em 1997, cantando em um coro infantil do Ministério de Louvor da Igreja Metodista de Campo Mourão (Paraná). Em 1999, começa a estudar bateria com o mestre Izaías S. Berbet. No ano de 2003, inicia suas práticas de improvisação coletiva em meio a um repertório de rock and roll dos anos 60 e 70. Em 2005, começa a estudar improvisação no jazz em conjunto com outros músicos mourãoenses. Em 2009, é convidado a participar do projeto Impermanente (um projeto de live art), da Companhia Verve de Dança. No mesmo ano, participa também da gravação do disco e livro Rori - A book of the boundaries (publicado em 2011). Com a Companhia Verve, no ano de 2010, como músico e performer do espetáculo Impermanente, apresenta-se no Teatro Municipal de Campo Mourão, no Teatro Municipal Elza Munerato, em Jaú (São Paulo), durante o 19º Julho Cultural, e no Festival Diagnóstico da Dança, em Goiânia (Goiás). Participa também da realização da mostra de música instrumental e artes Curta Som (Maringá, Paraná), em 2009, 2010 e 2011. De 2013 a meados de 2014, participa, como voluntário, do projeto Choro Vai aos Bairros (projeto financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Campo Mourão), tocando bateria e pandeiro. De 2013 a 2014, ministra aulas de percussão brasileira para alunos do projeto Acordes e Encontros, projeto também financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Campo Mourão. Em 2014, apresenta-se junto ao músico Chris Vine no Festival de Música de Campo Mourão (FEMUC), realizando o espetáculo de música que abriu o festival. Em 2015, apresenta-se junto ao projeto O Alegre Choro do Paraná, realizado por meio da Lei Rouanet, tocando pandeiro, em Campo Mourão e em Cascavel (Paraná). Como proponente e músico, desenvolve, durante o ano de 2015, o projeto de música de improvisação Barsa e Briggy. Em 2016, participa do projeto Por Uma Orquestra Mourãoense de Improvisação. Estes dois últimos projetos envolveram, em suas ações, espetáculos, bate-papos e oficinas de improvisação e foram realizados com o apoio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura da cidade de Campo Mourão (Paraná). Em 2016, lança o disco A Flor do Dia com a banda Assis e a Flor de Lótus . Em 2017, lança, com o duo de improvisação Barsa e Briggy, o disco Strangelly Shattered e, com o trio do guitarrista e compositor Marcelo Zarske, o disco instrumental Aditum. Em 2018, grava o álbum AMSh com o grupo de mesmo nome, neste trabalhandocom músicos e amigos mourãoenses, onde o principal objetivo é a improvisação livre. Ainda neste mesmo ano, lança mais um álbum, Vivifica em duo que mantém com o guitarrista Marcelo Zarske. Em 2018, grava o álbum AMSh com o grupo de mesmo nome, neste trabalhando com músicos e amigos mourãoenses, onde o principal objetivo é a improvisação livre. Ainda neste mesmo ano, lança mais um álbum, Vivifica em duo que mantém com o guitarrista Marcelo Zarske. DÉBORA SOARES - Gestão de Projeto Cultural Formação: Pós-graduada em Gestão Cultural pela Faculdade de Santo Amaro/SP Sesc, MBA em Gestão de Pessoas e Inteligência Competitiva pela Faculdade Integrado de Campo Mourão, Tecnóloga em Gestão Pública pelo Instituto Federal do Paraná e Licenciatura em Geografia pela Faculdade de Ciências e Letras de Campo Mourão. Diretora de Produção DRT nº 0019641/PR. Atuação Profissional: Envolvida com gestão cultural desde 2004, ocupou o cargo de Diretora e Coordenadora Administrativa da Fundação Cultural de Campo Mourão por 9 anos; Gestora de projetos culturais da Casa do Verbo e da Cult ProArt; Parecerista da Lei de Incentivo à Cultura do Município por 06 anos; Parecerista do PROFICE em 2014; Coordenadora a Casa da Musica de Campo Mourão em 2018 e 2019; Coordenadora da Coordenação de Ação Teatral/CAT de 2014 a 2016; Gestora de Projetos Culturais desde 2013, tendo participação em projetos apresentados no SICONV, Lei ROUANET, PROFICE, EDITAL SICOOB, EDITAL Viapar Cultural, entre outros. Membro do Conselho de Políticas Culturais de Campo Mourão representando os produtores culturais (2019 a 2021); Coordenadora da Lei Aldir Blanc de Campo Mourão em 2020. Produções Culturais: De 2005 a 2019 desenvolveu a função de gestora de projetos culturais como: Bienal do Livro e Leitura de Campo Mourão, Conferência e Fórum Municipal de Cultura de Campo Mourão, Festival de Música de Campo Mourão, Espetáculo "A Paixão de Cristo” de Campo Mourão", Espetáculo "A Guardiã do Fogo de Campo Mourão", Festival de Teatro de Campo Mourão/Fetacam. Através de Leis de Incentivo à Cultura foi gestora cultural nos projetos: RUART – Rota Urbana de Artes de Rua, O Alegre Choro do Paraná, Ponte Latina: Unindo Flamenco e Samba, Circo Social de Sarandi, Mostra Nacional de Contadores de Histórias, Viola Viva, Viva Viola, Fábula do Dejavú Infinito, Lincoln Brass Band, Mosaico Unindo Diferenças, criou o Grupo Biaggio da Casa da Música, Colmeia das Artes, Filmes Clássicos Composições Contemporâneas, Coordenadora da Lei Aldir Blanc em Campo Mourão em 2020, além de prestar consultoria para municípios em gestão cultural e aplicabilidade de mecanismos de incentivo à Cultura. MILTON LIMA - Direção de Luz e Sonorização Formação: Ensino médio em Campo Mourão - Colégio Estadual Antônio Teodoro de Oliveira Formação artística - curso de Teatro de 1988 a 1995 na Coordenação de Ação Teatral/Fundação Cultural de Campo Mourão - ParanáServidor efetivo do Teatro Municipal do município de Campo Mourão como iluminador de 1991 a 2000. Experiência profissional: 1997 – iluminação e sonoplastia do espetáculo “Folia de Feijão” (integrante da Coordenação de Ação Teatral/CAT); 2003 a 2008 – Técnico em iluminação e sonoplastia da V8 PRODUÇÃO LTDA; 2003 – Ator (Jesus Cristo) na Paixão de Cristo, espetáculo exibido na Praça São José.; 2004 – Iluminador da Cia Verve em turnê internacional – Festival Internacional de Teatro Manizales/Colombia; 2005 a 2014 - foi técnico de som e luz do Teatro Municipal de Campo Mourão; 2005 Atuou no espetáculo “Quem Casa Quer Casa” de Martins Pena (Grupo Trapos) e “Sapo vira rei vira sapo” de Ruth Rocha em 2004/2005 (Núcleo de Teatro/CAT); 2006 foi Iluminador da Cia Verve em turnê internacional – Festival Internacional de Teatro Manizales/Colombia e fez a 2ª Montagem do espetáculo “Viagem do Um Barquinho” (2006/2007/2008); 2007 Deu fandango na Ciranda de Ed Anderson (Núcleo de Teatro/CAT) – Iluminador; 2008 fez a luz cênica de Piquenique no Front de Fernando Arrabal (Grupo Trapos), Espetáculo “O Guardião do Fogo”, Espetáculo “A Paixão de Cristo”, Festival de Teatro de Campo Mourão e Eu chovo, tu choves, ele chove de Silvia Ortoff (Núcleo de Teatro/CAT) – 2008 a 2016. Em 2009 trabalhou em O Princípio de Arquimedes de Guilherme Figueiredo (Núcleo de Teatro/CAT) – 2009/2011/2015 e Vamos Falar Francamente; 2010 Atou (Jesus Cristo) no espetáculo da Paixão de Cristo, Iluminador da Dupla Cleber e Fernando - Lançamento do DVD (turnê) – desde 2002; 2011 fez luz cênica para a peça Adorável Avarento de Charles Dickens (Grupo Educare de Teatro), Blasted (Devastado) de Sarah Kane (SESC Dramaturgia) e O Caixeiro da Taverna de Martins Pena (Grupo Trapos) – 2011 a 2015, no ano de 2013 trabalhou na peça Essa Rita me irrita de Cyrano Rosalem (Núcleo de Teatro/CAT), Hamelt Machine de Heine Muller (SESC Dramaturgia) e O Fantasmas de Sonia (Arlete Delesporte). No ano de 2014 foi o iluminador da peça Amor por anexins de Artur Azevedo (Núcleo de Teatro/CAT); 2015 fez a luz de Contos de Amor e morte de Nelson Rodrigues (Núcleo de Teatro/CAT), Lugar Nenhum (SESI Dramaturgia) e Esses Caras São de Matar (Chico Pinheiro); 2016 Deu fandango na Ciranda de Ed Anderson (Núcleo de Teatro/CAT) e O Alegre Choro do Paraná (Willian Versori); 2017 Contos de Amor e morte de Nelson Rodrigues (Núcleo de Teatro/CAT) e Amor por anexins de Artur Azevedo (Núcleo de Teatro/CAT); 2018 Deu fandango na Ciranda de Ed Anderson (Núcleo de Teatro/CAT); 2019 A Fábula do Dejavú Infinito (Vanuza Eloiza) e O Alegre Choro do Paraná (Feira Criativa); 2020 Roupa Suja se Lava em Casa: da outra (Francisco Hernandes); 2021 Te Dou um Cascudo, de Luiz Câmara Cascudo (Arlete Delesporte), Desmiséria (Geovane Rodrigues) e A Fabula do Dejavú Infinito e em 2022 II Mostra Nacional de Contadores de Histórias – Enquanto Conto Encanto (criação de iluminação e sonoplastia); Filmes Clássicos, Composições contemporâneas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.