Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto "Galeria Social Vulica Paratodos" busca, por meio de residências artísticas, atividades formativas e exposições gratuitas, contribuir para a pluralização da arte contemporânea nacional, com o propósito de evidenciar artistas marginalizados, valorizar a diversidade artística e promover inclusão.
Exposição de Artes - Exibição de 1 mês e meio dos resultados alcançados pelos artistas participantes nas residências artísticas e de obras contemporâneas compatíveis com a proposta curatorial selecionada para tal período de estudo. Residências Artísticas - Residências de 2 semanas direcionadas a artistas negros, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+, PCDs e periféricos de todo o Brasil, com mentoria, ateliê aberto, estudo, produção e exposição ao público dos resultados alcançados no final do período. Atividades formativas - Oficinas de curta duração (12 horas) com as seguintes temáticas: Serigrafia, Spray e desenho, Parangolés e Arte e cidade. Não exigem conhecimentos prévios em arte ou em quaisquer outras áreas, sendo acessíveis ao público geral. Haverá reserva de vagas nas turmas e turmas direcionadas exclusivamente ao público infantojuvenil e PCDs.
Objetivos Gerais - Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão, ao estimular a participação de artistas dos diferentes grupos, comunidades e regiões que compõem a sociedade brasileira; - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais, ao buscar a garantia de seus direitos culturais e emancipação social a partir de iniciativas de arte e cultura; - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, ao irradiar cultura para todos os cantos do país e expandir o escopo dos visitantes e dos artistas participantes nos circuitos de arte; - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura, ao incentivar a formação artística e possibilitar o crescimento profissional de artistas periféricos em ascensão. De acordo com o art. 2º do Decreto 10.755, de 2021, o projeto tem as seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos Específicos Produto: Exposição de Arte - Realizar 4 residências artísticas e 4 exposições de artes visuais de 2 meses de duração cada, temporárias, abertas à visitação de segunda a sexta, de modo a alcançar 10.000 pessoas. Produto: Curso / Oficina / Estágio - Realizar 8 oficinas artísticas com as seguintes temáticas: Serigrafia, Spray e desenho, Parangolés e Arte e cidade. Cada oficina terá duas turmas com 50 vagas e carga horária de 12h, divididas em 4 encontros de 3h/a, um por semana. Ao final do projeto, pretende-se alcançar 400 pessoas.
O projeto "Galeria Social Vulica Paratodos" prevê a execução de residências artísticas, atividades formativas e exposições gratuitas. Trata-se de uma proposta que busca viabilizar espaço para a formação e disseminação de obras e artistas das mais diferentes regiões do Brasil, bem como propõe-se a ser uma plataforma de intercâmbio artístico, de modo a ampliar a diversidade e a riqueza de produção, garantindo que os mais variados grupos formadores da sociedade brasileira tenham espaço no cenário cultural. Além disso, prevê atividades voltadas ao público no intuito de ampliar o acesso e contato com as artes, bem como intensificar o impacto gerado pelo projeto. A proposta destaca-se, ainda, por sua posição geográfica, no centro da capital federal - determinante para o sucesso da proposta de (des)centralização, acessibilidade e fruição de arte e cultura por e para todos. A iniciativa tem a intenção de concentrar-se no centro de Brasília, no Conic, localizado no de Setor de Diversões Sul, local estratégico e que carrega parte importante da história da cidade. Desse modo, o projeto pretende, também, contribuir diretamente com a construção do cenário de economia criativa local. Os proponentes são os organizadores do Festival Vulica Brasil (pronuncia-se "Vúlitsa Brasil", "rua" em belarusso), realizado cinco vezes em Minsk, Belarus, nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017 e 2019. Nesse período, mais de 50 murais de grande proporções foram legados à cidade, além de pinturas em bondes, vagões de metrô, chaminés de fábricas e pontes, esculturas, instalações, exposições e plano urbanístico para a Rua KastryÄ?nickaja/Oktyabrskaya, agora também conhecida como "Rua Brasil". Participaram da iniciativa renomados artistas brasileiros como OSGEMEOS, Rimon Guimarães, Ramon Martins, Speto, Bruno Big, Zéh Palito, Hyper e L7MATRIX; além dos belarussos Bazinato, Cowek, Grino, Izum, Kontra, Marat RGB, Mitya Pislyak, MUTUS, Poliakowa, Raman Yanotau, Sergey Kiriuschenko, Vadik Fin e Zahar Kudin. Com a Galeria Social Vulica Paratodos, busca-se contribuir para a pluralização da arte contemporânea nacional, ao irradiar cultura para todos os cantos do país e expandir o escopo dos visitantes e dos artistas participantes nos circuitos de arte. O foco social da curadoria tem direcionamento a artistas negros, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+, PCDs e periféricos de todo o Brasil, usualmente invisibilizados e esquecidos por entidades culturais de grande porte. Esta ação é uma colaboração com a ONG Paratodos, formada por mulheres com o propósito de transformar a vida de pessoas em vulnerabilidade social, especialmente crianças e adolescentes, por meio da educação, arte, cultura e esporte. Exemplo de sua atuação foi a organização da exposição coletiva "Veneza Teimosa", em Recife, que reuniu obras de artistas periféricos em ascensão da capital pernambucana, depois de um período de residência e mentoria artística. Ambos os projetos se apoiam na capacitação artística para evidenciar a diversidade, a riqueza e o potencial cultural da sociedade brasileira. Para que esta proposta seja executada, é necessária a sua aprovação no Programa Nacional de Apoio à Cultura e a captação de recursos junto a empresas alinhadas aos propósitos de garantia de direitos culturais de toda a população e emancipação social a partir de iniciativas de arte e cultura. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
Produto: Exposição de Artes Acessibilidade física: O espaço das exposições será adaptado para receber pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, contará com banheiros PNE, rampas de acesso, corrimões e pisos táteis. Item da planilha orçamentária: Locação de Espaço para Exposição. Acessibilidade para deficientes visuais: Nas exposições, serão disponibilizadas audiodescrições detalhadas das obras e do material expositivo na plataforma da galeria e em QR codes. Além disso, dentre as quatro residências artísticas, haverá reserva de vagas para PCDs. Item da planilha orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas exposições, haverá atendimento especializado em Libras pelos circuitos das exposições. Item da planilha orçamentária: Monitores. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Nas exposições, haverá atendimento especializado pelos circuitos das exposições. Item da planilha orçamentária: Monitores. Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade física: O espaço das atividades formativas será adaptado para receber pessoas com deficiência física e/ou mobilidade reduzida, contará com banheiros PNE, rampas de acesso, corrimões e pisos táteis. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: Nas atividades formativas, haverá presença de intérprete de libras para tradução simultânea dos conteúdos propostos no plano pedagógico. Para alcançar tal público, será feita divulgação direcionada à Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Auditivos - APADA-DF, entidade parceira também sediada no Conic. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Acessibilidade para deficientes visuais: Nas atividades formativas, haverá monitoria especializada em leitura e narração de conteúdos de forma descritiva sem dependência de suportes visuais. Item da planilha orçamentária: Monitores. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: Nas atividades formativas, haverá monitoria especializada inclusiva. Item da planilha orçamentária: Monitores.
A programação será inteiramente gratuita, visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, como prevê o exposto no Art. 23 da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº1/2022. Além disso, em atendimento à política de ampliação do acesso, adotaremos as medidas previstas nos incisos II e V do Art. 24 da Instrução Normativa SECULT/MTUR nº1/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários.
Vulica Brasil - Proponente e Coordenador Geral O Festival Vulica Brasil (pronuncia-se “Vúlitsa Brasil”, “rua” em belarusso) ocorreu cinco vezes em Minsk, Belarus, nos anos de 2014, 2015, 2016, 2017 e 2019. Nesse período, mais de 50 murais de grande proporções foram legados à cidade, além de pinturas em bondes, vagões de metrô, chaminés de fábricas e pontes, esculturas, instalações, exposições e plano urbanístico para a Rua KastryÄ?nickaja/Oktyabrskaya, agora também conhecida como “Rua Brasil”. Participaram da iniciativa renomados artistas brasileiros como OSGEMEOS, Rimon Guimarães, Ramon Martins, Speto, Bruno Big, Zéh Palito, Hyper e L7MATRIX; além dos belarussos Bazinato, Cowek, Grino, Izum, Kontra, Marat RGB, Mitya Pislyak, MUTUS, Poliakowa, Raman Yanotau, Sergey Kiriuschenko, Vadik Fin e Zahar Kudin. A consolidação do Festival no Brasil começou em Brasília, em 21 de abril de 2021, no aniversário da capital, quando se inaugurou o Instituto de Arte e Sustentabilidade Vulica Brasil (iVB), com atuação em arte urbana, graffiti, muralismo, arquitetura, urbanismo e projetos socioeducacionais. Na ocasião, foram promovidas as primeiras ações em solo brasileiro, com os artistas Andrei Busel, Doctor Oy, Zuzu, Iryna Lukashenka, Hyper, Gurulino, MR Soneka, Siren, Torquatto, Mákina de Rabisco, Breu e MÃO - algumas realizadas em exposição na Galeria do Teatro Dulcina de Moraes, no Conic, e outras em murais na Asa Norte e em Ceilândia. Posteriormente, foi lançado o projeto “Acorda, Conic!”, em parceria com Raruti Design, FGMF e Bloco Arquitetos, com apoio do FAC-DF. A iniciativa engajou cidadãos interessados no futuro da cidade onde vivem e reuniu artistas, designers, urbanistas, arquitetos, ambientalistas, pesquisadores, performers, voluntários de diferentes formações acadêmicas, frequentadores e empreendedores do Conic - no propósito de repensar o Setor de Diversões Sul e contribuir com iniciativas que possam deixá-lo mais aconchegante, vibrante, inclusivo, sustentável e multicultural. A entidade proponente será responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico-financeira, para tal, receberá pela rubrica de Coordenação Geral. ONG Paratodos - Produtora A Paratodos é uma ONG formada por mulheres nordestinas que atuam com ações de caráter social há mais de 20 anos, com o propósito de transformar a vida de pessoas em vulnerabilidade social, especialmente crianças e adolescentes, por meio da educação, esportes e cultura. Realiza leilões sociais de arte, já tendo arrecadado mais de R$ 1,3 milhão. Atua no setor de Arte, Educação, Cultura, Esporte, Igualdade, dentre outros. Tem uma série de projetos que apoia com regularidade, como o Instituto Dom de Deus, Lar de Maria, Associação de Apoio à pessoas com deficiência, Centro de Integração Social e Cultural José Cantarelli - Projeto reviver, e outros. Sai da Caixola - Assistente de Produção A SAI DA CAIXOLA! FÁBRICA DE CRIAÇÃO atua em todos os setores artísticos auxiliando coletivos e artistas na solução de problemas. Atua na redação e concepção de projetos, estratégia de carreira e produção geral, gestão administrativa e prestação de contas. Participou e coordenou uma série de ações da banda brasiliense O Tarot entre 2016 e 2020, exercendo distintas funções: a produção e coordenação geral do Webclipe de “Cabeceira” (2016); a direção e produção executiva do clipe de “Meridiana” (2017); a coordenação geral do clipe de “Em Construção” (2018); a preparação cênica e coordenação geral no clipe de “Fogo!” (2019). Ainda, a Sai da Caixola! atuou como produtora artística e realizou a produção executiva de diversas gravações ao vivo da banda O Tarot - dentre elas as gravações de “Nove Caixas – ao vivo no Clube do Choro” (2018); “Caravanero – ao vivo no Cervejaria Criolina” (2019), e “Chaleira – ao vivo no Eye Patch Panda” (2019). Em 2019, a SAI DA CAIXOLA! FÁBRICA DE CRIAÇÃO passou a produzir eventos, expandindo sua atuação para além da produção relacionada à banda O Tarot. Em 2019, realizou a 1a edição do “Festival Sai da Garagem!”, evento que promove as cadeias de economia criativa locais por meio de ações de mobilidade urbana e ocupação de espaços públicos e privados por meio de música, artes integradas e feiras sustentáveis. Ainda em 2019, foi responsável pela concepção e produção executiva do “Festival Folia Fulêra”, evento de música carnavalesca realizado no Cervejaria Criolina, em Brasília/DF. Em 2022 coordenou e realizou o Festival Mova.
PROJETO ARQUIVADO.