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PRONAC 230676Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

IV Circuito instrumental de musica

DANNA CONSULTORIA, EVENTOS, E PRODUCOES CULTURAIS LIMITADA
Solicitado
R$ 1,55 mi
Aprovado
R$ 1,55 mi
Captado
R$ 536,1 mil
Outras fontes
R$ 112,8 mil

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (6)
CNPJ/CPFNomeDataValor
93015006000113COMPANHIA ZAFFARI COMERCIO E INDUSTRIA1900-01-01R$ 150,0 mil
08304706000159CASTERTECH FUNDICAO E TECNOLOGIA LTDA1900-01-01R$ 115,0 mil
11476673000139BANCO RANDON SA1900-01-01R$ 100,0 mil
90852914000173MASTER SISTEMAS AUTOMATIVOS1900-01-01R$ 100,0 mil
00843966000190JOST BRASIL SISTEMAS AUTOMOTIVOS LTDA1900-01-01R$ 62,1 mil
90492695000169Freios Controil Ltda1900-01-01R$ 9,0 mil

Eficiência de captação

34.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
I.Desfiles festivos
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2023-08-01
Término

Resumo

Realizar o IV Circuito instrumental de musicas instrumentais intinerante. No evento ainda teremos mostras que contemplarão, principalmente, artistas dançarinos, musicos instrumentais, entre outros que são deste meio. O Objetivo é aproximar a música instrumental para a população urbana, para isso todas as atividades relacionadas, serão oferecidas gratuitamente ao público.

Sinopse

Não consta

Objetivos

O Objetivo Geral é aproximar e fomentar a musica instrumental para a população que não tem acesso a esta cultura, fomentando atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade, incentivando os artistas em inicio de carreria a participar destas manifestações em sua região. Objetivos especificos:Formar plateia para apreciar a música instrumental.Proporcionar espaço para musicos instrumentais em fase amador.Contribuir para a formação global e qualificada dos participantes. Incentivar a carreira profissional.Valorizar o processo de aprendizado musical coletivo, com ênfase na oralidade e no trabalho de sensibilização da escuta através da prática do instrumento.Popularizar o acesso a espetáculos de qualidade desenvolvendo assim a consciência crítica dos cidadãos. Realizar 60 apresentações musicais instrumental com artistas renomados com duração de 1h para cada apresentação com entrada gratuita, sendo que são 15 x 4 apresentações por cidade.Realizar 40 apresentações musicais instrumental com artistas amadores nas regiões locais, com duração de 30m para cada apresentação com entrada gratuita, sendo que são 10 x 4 apresentações por cidade. Atrair 130.000.00 pessoas nos locais das apresentações para assistir os espetaculos atraves das redes sociais, radios, jornais e escolas.

Justificativa

Contexto historico.Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal.A expressão música instrumental distingue toda música produzida exclusivamente por instrumentos musicais. Porém, ao contrário do que parece, a música instrumental não é necessariamente desprovida da voz e do canto. Em alguns casos, como "Taiane", do brasileiro Hermeto Pascoal, ou "The Great Gig in the Sky", da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd, a voz é usada como instrumento musical.Até o início do século XVI, os instrumentos musicais eram usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar o compasso das músicas. A partir disso, as composições instrumentais foram ficando cada vez mais frequentes até que, durante o período barroco, a música instrumental passou a ter importância igual à vocal. Foi durante o período clássico (da música), porém, compreendido entre os anos de 1750 e 1810, que a música instrumental passou a ter importância maior do que a vocal, devido ao aperfeiçoamento dos instrumentos e ao surgimento das orquestras.Como não podia deixar de ser, a música popular brasileira moldou-se a partir de todas estas fontes, bem como das influências vindas da música africana, trazida por negros de vários lugares, e também da música indígena de diversas regiões. Historiadores da música afirmam que a modinha (da Europa) e o lundu (da África) são as grandes influências da música popular brasileira e, juntamente com o schottish, a valsa, o tango e a polca, são grandes influências também para o choro, que é essencialmente instrumental, e considerado primeiro gênero popular urbano do Brasil. Os principais instrumentos utilizados no choro são o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro, embora diversos outros instrumentos tenham sido utilizados. No BrasilSegundo Kiefer (1986), é ponto pacífico entre os musicólogos que a modinha e o lundu são as raízes principais da música popular brasileira. Seguindo este pensamento, apresentaremos algumasconsiderações sobre estes dois gêneros musicais.Segundo Mozart de Araújo (1963, apud Kiefer, 19 86) a modinha brasileira teria uma característica rítmica acentuada que lhe é vital, característica compartilhada pela maior parte da música popular urbana do Brasil. É claro que a modinha não é música instrumental, porém seu lirismo melancólico constitui uma importante faceta da musicalidade brasileira que se faz presente no choro e na MI, aparecendo ali claramente em temas e improvisos.Para Oneyd a Alvarenga (1950), o lundu deu à música brasileira características musicológicas importantes, como a sistematização da síncope e o emprego da "sétima abaixada", ou seja, acordes de sétima menor. O lundu-dança foi desembocar, juntamente com elementos de outras danças, no maxixe, gênero que foi expoente máximo da dança urbana brasileira. Vindo das gafieiras, o maxixe era uma dança marcada pela corporalidade africana. O ápice do maxixe se deu na segunda década do século XIX, continuando depois com menos peso até ficar praticamente desaparecido a partir da chegada do fox-trot no Brasil e, depois, com o surgimento do XVI Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música (ANPPOM) Brasília _ 2006 Trabalho aceito pela Comissão Científica do XVI Congresso da ANPPOM - 933 - samba. O conceito de maxixe chegou a se confundir com o de samba, aparecendo em composições como "Pelo telefone" (Moura 1983), de Donga e Mauro de Almeida. O choro, que constitui um gênero instrumental da música brasileira que se prolonga até o presente momento. Segundo Oliveira, a origem do choro está na nova classe formada no Rio de Janeiro a partir da segunda metade do século XIX, que ele chama de "pequenos burgueses". Nesta época eram comuns, principalmente na capital do império, os chamados grupos de "pau e corda", constituídos por violão, cavaquinho e flauta. No final do século XIX, o trio mais conhecido era "O Choro Carioca", do qual Antônio da Silva Callado fazia parte. Callado foi um dos muitos flautistas virtuoses da sua época (Diniz, 2002) e contribuiu com o seu grupo no abrasileiramento da polca e na afirmação do choro como gênero musical (Oliveira, 2000). Em termos formais, o choro tem normalmente três partes e se caracteriza por ser necessariamente modulante. Um tipo de forma rondó, sendo característica a competição e a improvisação. Um aspecto comum entre o jazz e o choro é, sem dúvida, a improvisação generalizada e o caráter de interação entre os músicos na performance. Na música instrumental, a forma do improviso está diretamente ligada à do jazz. O improviso no choro deve ser entendido como uma variação da melodia do tema principal. No jazz, o improviso é muito mais a criação de novas melodias em cima de uma harmonia fixa (cf. Oliveira, 2000). De fato, no choro o solista improvisador toca a melodia com liberdade para interpretá-la, floreá-la, variá-la, mantendo seus traços temáticos sempre claros. Pode-se dizer que o solista, assim como o acompanhamento de base, especialmente as linhas de baixo, estão improvisando (variando) durante a música inteira. Atualmente, temos notado choros com improvisos em seções do tipo chorus, ou seja, o foco no improviso de um músico solista sobre a base harmônico-polifônica do tema. Este tipo de improviso com chorus é provavelmente uma influência do jazz no choro. Um exemplo de grande improvisador de choro é Pixinguinha, que ainda adolescente era conhecido como grande improvisador. Pixinguinha foi um grandeinstrumentista, arranjador e compositor. Segundo Cabral (1978), houve um momento em que Pixinguinha trocou a flauta pelo sax: foi aí que, tocando com o flautista Benedito Lacerda e desprovido da condição de solista, passou a compor e improvisar contracantos.Entre as décadas de 50 e 70, ocorreu um momento de obscurecimento do choro: foi uma época em que praticamente não havia jovens tocando este gênero. A bossa nova surgiu nos anos 50, na zona sul do Rio de Janeiro. Ali, cantores, instrumentistas e compositores amantes do jazz americano, da música brasileira e da música erudita se reuniram e criaram este gênero que viria a influenciar a música mundial (Castro, 1990). Esta triangulação está expressa por Scarabelot (2004) na divisão da bossa nova em três pilares: João Gilberto com seus sambas peculiares, Tom Jobim com sua experiência erudita e jazzistas de Copacabana. Nos anos 60, com Laurindo de Almeida, Charlie Byrd e Stan Getz, a bossa nova é apresentada ao público norte americano. Foi nesta época que o jazz começou a incorporar elementos da bossa nova, assim como nos anos 40 incorporou elementos da música cubana. Se o samba e a música de Carmem Miranda representavam para os americanos a criatividade "exótica", a bossa nova penetrou intensamente na cultura americana, mas pela inovação na mescla de refinadas harmonias, espírito cool e batida rítmica típica (Scarabelot, 2004). Embora a influência do cool jazz na bossa novaseja reconhecida pelos próprios bossa-novistas, as raízes da bossa nova podem estar muito mais fortemente estabelecidas na própria música brasileira, na dimensão dos arranjos (ver Pinheiro, 1992) e mesmo na melódica das modinhas (Bastos, 1996).A partir dos anos 80, o jazz brasileiro entra no circuito internacional de festivais de jazz (por exemplo, o de Montreux). A partir deste momento, as obras de Hermeto Pascoal e Egberto Gismonti têm sido muito importantes para a formação da MI como um gênero pleno, com termos temáticos, estruturais e estilísticos relativamente estáveis. Com a maturidade do jazz brasileiro nos anos 80, os anos 90 representaram um período de impressionante crescimento e vigor. Atualmente, a produção da MI gira em torno de gravadoras que são, na maioria das vezes, administradas pelos próprios músicos (por ex. Núcleo Contemporâneo, Maritaca, entre outras). Ou seja, a MI continua inscrita em um circuito alternativo, havendo um mercado restrito para o gênero no Brasil.No Rio Grande do Sul a história da música instrumental é muito recente, os artistas mais conhecidos são Yamandú Costa e Renato Borghetti. Os artistas que estão começando não tem muito espaço, por esta música não ser comercial, entendemos que precisamos abrir espaços para valorizar esta musica e formar plateias.A musica instrumental não atende a demanda de grande público, as pessoas tem dificuldades em curtir essa musicalidade, e normalmente quem vai a estes espetáculos são pessoas de opinião ou musicistas, por isso, nós pensamos alencar ao projeto apresentações circenses com teatro, a ideia é fazer dos espetáculos partes do diálogo entre a dança e a musica, queremos fazer com que o público aprecie o circo musicado e dançado, técnica que o Grupo Tholl executa muito bem, em suas performances as temáticas são lúdicas, atraindo a mágica, imaginação, despertando nos expectadores, um universo de sonoridades e encantos. Os espetáculos preservarão a magia do circo, a dança e a musica instrumental, além de contarmos com a interação da plateia, tornando os espetáculos algo agradável e memorável.O projeto versará para uma música tocada exclusivamente por instrumentos, os artistas apresentaram temas latinos, eruditos e folclóricos. Também esta previsto palestras durante o evento. Estamos solicitando este mecanismo por que as localidades de realização do evento são em regiões que este tipo de projeto quase não acontece no caso apresentação de circo, e os recursos para executar este projeto so poderão ser oriundos de empresas que aportam recursos pela lei federal, a realização deste evento impactará cada região de forma positiva, alem do evento todo ser de forma gratuita para a população da região. Para tanto, devido as dificuldades de encontrar parceiros e patrocínios diretos, é que buscamos este Sistema de apoio, para que este projeto consiga ser realizado na sua integra e a cultura musical e cênica do Brasil seja valorizada. O projeto se enquadra no art. 1º da lei 8313/91 no Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores einformadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto se enquadra no Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas aqui nos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

A programação ainda não foi definida devido a aprovação do projeto e captação. A realização na cidade de Canoas será em espaço publico, nas outras cidades os espaços ainda não estão definidos.

Especificação técnica

Folder explicativo do projeto no formato 42,5 x 21,5 4 cores. Material este que será distribuido nas escolas do municipio de realização do projeto para que formação de palteia e para os alunos assistir os ensaios. Flyer 15 x 10, 4 x cores Divulgação com carro de som Divulgação nas radios- Spot de radio Cards nas redes sociais Transmissão online do evento.

Acessibilidade

O evento acontecerá em 4 cidades, nos locais da realização do evento a organização disponibilizará para a ACESSIBILIDADE FÍSICA banheiros químicos F e M, P.N.E., espaço reservado para todo portador de necessidades especiais, cadeiras reservadas para idosos e pessoas portadoras de necessidades especiais. Teremos monitores orientadores na entrada do evento e placas indicativas.Em espaços publicos estaremos disponibilizando rampa de acessos para cadeiras de rodas em lugares em que não houver acesso e aos banheiros adaptados para cadeirantes. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS - nos espaços com circulação de pessoas, será instalado piso tátil, formando rotas que direcionem as pessoas a diferentes áreas do evento, com saídas e outros setores; fala dos apresentadores. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: disponibilizaremos serviço de audiodescrição e libras, legendagem nas filmagens. Na visitação as escolas teremos interprete de libras. Na planilha incluimos o item de interprete de libras para apresentação do evento, mostra dos ensaios e fala com os jovens nas escolas municipais e estaduais. Na planilha incluimos legendagem para o evento e Banheiro quimico - P.N.E. (Portadores de Necessidades Especiais)

Democratização do acesso

O evento será todo gratuito com reserva de espaços para alunos(senhas), idosos e pessoas com necessidades especiais. Não distribuiremos produtos resultantes do projeto. Conforme IN 01/22 Art. 24 Incisos: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Os registros do evento será disponibilizados no Youtube, site do evento e redes sociais.

Ficha técnica

Suzana Pereira Schuwchow - Coordenadora do projeto, gestora financeira, e proponente Proprietaria da Danna Produções (nome fantasia da empresa Suzana Pereira Schuwchow-ME) fundada em 12 de maio de 2003, sua diretora é Suzana Pereira Schuwchow. Atividades realizadas no projeto pela proponente Suzana Pereira Schuwchow. Administração e coordenação de orçamento e administração geral de equipe. Contratação, controle e supervisão de fornecedores, de recursos humanos e de artistas.Supervisão de montagem de palco, iluminação, sonoplastia. Captação de recursos e patrocínios para projetos. Prestação de contas(planilhamento) dos projetos culturais Vini Tonello – Diretor de Palco Músico, produtor e engenheiro de som Vini Tonello, nasceu em Soledade/RS aonde comecou sua carreira musical formando bandas de rock na regiao. Em Porto Alegre a partir de 1996 entrou para o selo Antidoto/Acit e ao lado de feras como Edison Campagna, Raul Albornoz, Aguinaldo Paz. Francisco Anele entre outros iniciou profissionalmente sua carreira na indústria fonográfica gaúcha e nacional. Possui no currículo mais de 10 discos de ouro, como engenheiro de som e produtor musical, tendo produzido Cds de bandas como Reação em Cadeia , Rosa Tattooada , Bidê ou Balde ,Armandinho, Solon Fishbone, Maria do Relento e artistas nacionais em duas edições do CD Planeta Atlântida ao vivo. Também foi o engenheiro de som em inúmeros discos como da Tequila Baby, Papas na Língua, Bebeto Alves, Yamandú Costa, Luiz Carlos Borges, Borguetinho tendo atuado em praticamente todos os lançamentos do selo Antídoto, desde 1996. Pôde compartilhar idéias e aprendizados trabalhando com produtores extrangeiros como Daniel Rey (Tequila Baby/Ramones), Ron Levy (Fernando Noronha/Bud guy) e gravado músicos como o baterista dos Ramones , Marky Ramone, Dominguinhos, Renato Borguetti, Sergio Reis, entre outros. A partir de 2004 abriu seu próprio estúdio chamado Cafofo do gringo aonde faz suas produções musicais, gravacões, mixagens e masterizações de inúmeros artistas da cena gaúcha como Pata de Elefante, Alemão Ronaldo, Rosa Tattooada, Nei Van sória, Luiz Henrique “Tchê” Gomes, Egisto dal Santo, Luiz Nenung, Luciana Pestano e muitos outros. Após o sucesso do estúdio se fez necessário abrir um selo musical e uma produtora fonográfica chamada VTONELLO aonde foram lançados vários álbuns de bandas gaúchas como a banda Pondera Rock, Rosa Tattooada, Maio 23, Inkognita, Balbúrdia Livre. Willyam Claiton Alves Soares - Diretor de Produção Possui experiência em gestão de projetos e processos. Neste tempo atuou em mais de 6 empresas trazendo assim a vivencia em multi-cenários empresariais. Possui graduação em Administração de Empresas com Gestão de TI e certificação complementar em Marketing pela PUCRS (Pontifícia Universidade Católica do RS), e diversos cursos de extensão no segmento de administração e finanças. Atualmente é proprietário da Chronos Empreendimentos que, através dela, assessoria a Danna Produções na Gerência de Negócios. Planejamento, contratação, controle e supervisão de fornecedores, de recursos humanos e de artistas. Coordenação de equipe e plano de trabalho. Eventos realizados na Danna Produções Festa do Peixe em Tramandaí II Circuito Instrumental de Musica e DançaSemana Farroupilha de Canos e Porto AlegreCanoas jJzz 2018 em Canoas Patricia Castro- Assessora de Imprensa e jornalista Graduada em jornalismo pela Unisinos em 2006 e pós-graduada em Jornalismo Empresarial pela Esade - Laureate International Universities em 2012, teve passagens pela Assessoria de Imprensa do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae), Martha Becker Comunicação Coorporativa, como gerente de conta da Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) e pelo portal Coletiva.Net. Foi Assessora de Imprensa do Projeto A Viagem do Violão Gaúcho, com o músico Marcello Caminha, em 2012, 2013, 2014 e 2015. Atua como jornalista-editora da Agência de Pautas Pauta Social e do Portal Porto Alegre.travel, de Porto Alegre. Artistas que farão parte do projeto Adriana de Los Santos é natural da cidade de Guaíba-RS, Adriana de Los Santos, em 1992, iniciou sua carreira como instrumentista de gaita ponto em rodeios e festivais amadores e, ao se tornar campeã do 8º Acampamento da Arte Gaúcha de Tapes, em 2000, iniciou sua carreira profissional, se destacando como uma das poucas mulheres neste instrumento. Seu talento já a levou à tocar ao lado de grandes nomes da música gaúcha como: Os Mirins, Volmir Martins, Hique Gomez (no DVD especial Teixeirinha) e Programa Galpão Crioulo com Porca Véia e Airton Pimentel, o seu grande padrinho. Do ano de 2005 a 2012 a gaiteira Adriana de Los Santos participou das bandas As Gurias, Só Gurias e As Bahgualadas, que fizeram parte da história da música gaúcha se tornando a primeira banda formada exclusivamente por mulheres. Após ter percorrido Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Brasília, Roraima e Argentina e encerrar suas atividades com As Bahgualadas no final de 2012, Adriana criou a Banda Gurias Gaúchas. No ano de 2014 lançou seu 2º CD e entrou para o time da marca Roland, representando oficialmente a gaita FR-18 pelo Brasil e pelo mundo. Em janeiro de 2014 Adriana iniciou sua trajetória internacional onde fez parte da Fiesta Nacional del Chamamé em Corrientes - Argentina e também foi convidada para participar do festival internacional de acordeon, intitulado Akkordeonale, que acontece todo ano na Europa e somente quatro gaiteiros do mundo são convidados por edição. De abril a maio realizou 32 concertos na Europa e foi a primeira mulher na história da música a levar a cultura gaúcha como bandeira para tantas cidades Européias. Em dezembro de 2014 recebeu o prêmio Vitor Mateus Teixeira (Teixeirinha) do Estado do RS como melhor instrumentista do ano.. Desde 2014, Adriana ministra aulas de gaita ponto na Fábrica de Gaiteiros, projeto do Instituto Renato Borghetti de Música. Em 2016 Adriana participou do 4º Festival do Rio Grande do Sul em Paris – França. Em 2018 iniciou o projeto ‘De-lheFole’, onde ministra aulas de gaita ponto em projetos sociais pelas cidades de Rio Grande do Sul. Iniciou a carreira em 1992. De 2005 a 2012 participou da banda Só Gurias. Em 2013 criou o projeto Gurias Gaúchas. Em 2014 tocou na Fiesta Nacional del Chamame em Corrientes/Argentina e no Festival internacional do acordeon, Akkordeonale, na Europa. Em 2014 recebeu o prêmio Teixeirinha de melhor instrumentista do ano. Em 2016 participou do 4º Festival do Rio Grande do Sul em Paris/França. Desde 2014 até os dias de hoje dá aulas de gaita ponto nos projetos Fábrica de Gaiteiros, de Renato Borghetti, e Dê-lhe Fole. A gaita de Adriana de Los Santos faz uma viagem musical à cultura regional do sul do Brasil, como a vaneira, milonga e chamamé, e também passeia por temas tradicionais da Argentina e do Nordeste brasileiro fazendo o público experimentar uma sensação de encantamento com a força da mulher gaúcha. Aluisio Rockembach em 2006, Aluisio foi o músico mais premiado como instrumentista nos Festivais do Rio Grande do Sul. No mesmo ano passa a integrar o grupo que acompanha o cantor Luiz Marenco. Em 2009 grava seu primeiro disco autoral intitulado Santa Flor. Em janeiro de 2012 representou o Brasil lançando seu primeiro disco, Santa Flor na 22ª Fiesta Nacional Del Chamamé e 8ª Fiesta Del Chamamé Del Mercosul, na cidade de Corrientes Argentina. Em 2014, com seu repertório regional, tocou no 3º Pelotas Jazz Festival, onde também teve a oportunidade de dividir o palco com Richard Galliano, acordeonista Francês considerado pela crítica um dos maiores do mundo. No ano de 2016 recebe como instrumentista do ano o prêmio Vitor Matheus Teixeira, “O Teixeirinha. Em março de 2018 lança seu segundo disco autoral intitulado “Dona Maria”, com participações muito especiais como: Vitor Ramil, Duca Leindecker, Thedy Correa e Luiz Marenco. Em 2019, “Dona Maria” recebeu os prêmios Açorianos de melhor Disco regional, melhor intérprete e melhor álbum do ano. Recentemente iniciou as gravações do seu terceiro disco. Egbert Parada é nascido em Pelotas, RS, onde atua desde 1987. É violonista, compositor e arranjador. Transita pelos mais diversos ritmos, desde os tradicionais do Rio Grande do Sul até flamenco, MPB, chorinho e latino-americanos. É fluente em cordas das mais variadas como charango, cuatro venezolano, dentre outros, sendo o seu instrumento mais usual, o violão sete cordas. Acompanhou Luiz Carlos Borges e João de Almeida Neto no festival de Cosquin na Argentina. Durante sua caminhada pelos festivais nativistas, foi premiado várias vezes como melhor instrumentista e melhor arranjador. Possui dois discos gravados como integrante do grupo Alma Musiqueira. Em 1997 iniciou seu trabalho como violonista integrante da banda de Luiz Marenco, onde permaneceu até 2017. Nesta função, se apresentou nos mais variados palcos brasileiros, dentre eles Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Brasília, entre outros, além de palcos uruguaios e argentinos. Participa de vários projetos acompanhando músicos pelotenses como Fabiano Baccheiri e Ana Mascarenhas, além de artistas de outras localidades atuantes na cidade de Pelotas como Marquinho Brasil e Rodrigo Jacques. É integrante do Sonora Madeira Trio, Sond'Alma Trio e do Grupo Alma Musiqueira. Atua também como produtor artístico, tendo produzido discos de vários artistas rio-grandenses. Dentre os projetos produzidos, pode-se citar o disco “Flor Palavra”, de Ana Mascarenhas, projeto aprovado no Edital Procultura, da Prefeitura de Pelotas, no ano de 2015 e o próprio trabalho autoral, o disco Delayerhoy, aprovado no Edital Procultura, da Prefeitura de Pelotas, em 2018. Participou da gravação do DVD ao vivo Alma Brasileira, do artista Marquinho Brasil, lançado em 2019 na cidade de Pelotas. Ao longo de sua trajetória, participou de vários projetos como Sete ao Entardecer, Dia do Patrimônio, Dia do Choro, Verão cultural, Procultura, Circuito Instrumental, dentro outros. Edilberto Bérgamo é natural de São Gabriel , músico, arranjador,compositor, intérprete e produtor musical, considerado uma virtuose em seu Instrumento, começou seus estudos na Gaita Ponto aos 6 anos de idade e aos quatorze já atuava como músico profissional. Aos 16 anos passou a acompanhar o Grupo Minuano no Estado do Paraná e depois integrou outros grupos de baile, Grupo Bailanta e Grupo Santo Chão no Mato Grosso do Sul, de volta ao Rio Grande do Sul, começa sua trajetória nos Festivais Nativistas, onde é nome consagrado, tendo conquistado várias premiações, como compositor, instrumentista, arranjador e intérprete. Como acordeonista, já acompanhou vários cantores em shows e em CDs, Luiz Marenco, Zé Cláudio Machado, César Oliveira e Rogério Melo, João de Almeida Neto, Jari Terres, Joca Martins, Roberto Luçardo, André Texeira, entre outros. Percorreu o Brasil e América Latina com sua Cordeona. Junto do Grupo de danças folclóricas “Os Chimangos”, de Caçapava do Sul, participou do IX Festival Mundial do Folclore , com espetáculos na Hungria, França, Romênia, Eslováquia e Suíça. Em sua discografia estão os trabalhos Instrumentais : Fronteiro, Alma Guarani, Chamamérica, Oito Baixos de Botão, Primeiro, e Moendy com o Trio “MasQueTrio”. Com Grupo Alma Musiqueira: Coplas de Terra Morena e Pampiana Fé. Como intérprete, Edilberto também lançou os trabalhos “Coração de Cordeona” álbum em comemoração aos seus 30 anos de gaiteiro e Recuerdo , junto do parceiro Guilherme Collares, com quem também lançou seu mais recente CD “Chamamé”, álbum em espanhol que foi indicado ao prêmio Açorianos de Música de 2021, nas categorias de melhor álbum regional, melhor instrumentista e melhor compositor. Atualmente, está em turnê com o projeto instrumental Oito Baixos de Botão, buscando perpetuar seu Instrumento e dividir seu conhecimento através dos shows e oficinas, também dedica-se ao ensino da Gaita Ponto através das plataformas digitais, cursos on-line e aulas particulares, além de trabalhar na preparação de seu sexto álbum Instrumental e do álbum Tempo Antigo. João Vicenti, nascido em São Gabriel, filho de Lidio Vieira e Celmita Rodrigues, começou os estudos de música no conservatório municipal onde depois foi professor. Músico com inúmeras participações e premiações em diversos festivais do estado, vem desde 1990, colocando o acordeon no rock nacional com a banda Nenhum de Nós, com inúmeros shows no Brasil e outros países como Argentina, Uruguai, EUA, Korea e China. Como músico instrumentista tem participações em gravações e shows com Skang, JQuest, Lenine, Paralamas do sucesso, MTV Bandas Gaúchas, Bebeto Alves, Ney Lisboa, Kleiton e Kledir. Atualmente dedica-se ao estudo do Acordeon Cromático, para reproduzir o disco Los Caminantes, gravado por Bartolome Palermo e Raul Barboza, disco icônico na música instrumental latino americana. Uiliam Michelon é músico (Acordeonista), Arranjador, Compositor e Professor de Acordeon Vacaria/RS , autodidata, estuda Teoria Musical e Acordeon desde 1993, sendo os principais professores os senhores João Maria Pinheiro da Rosa (Vacaria/RS – 1997 a 2005) e o renomado mestre Oscar dos Reis (Caxias do Sul/RS – 2006 a 2011); Cursou a Cátedra Libre Astor Piazzolla (Elementos Técnicos da música de Astor Piazzolla), no Instituto Universitario Patagónico de las Artes (Argentina); Participou da classe de Composição e Arranjo do Festival Internacional de Música em Casa – FIMUCA, da EMUFRN (Natal/RN - 2020); Participou de master class de Criação e Filosofia musical com o reconhecido músico Alegre Corrêa; Participou de masters class com o espanhol Gorka Hermosa, o francês Richard Galliano, e o argentino Pablo Bentos, estando estes dentre os maiores acordeonistas da atualidade; Premiado em concursos de Acordeon Diatônico (gaita ponto) e Acordeon Piano em diversos rodeios dos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina; Como compositor, tem participado de importantes festivais no sul do Brasil e em 2019, seu primeiro álbum autoral foi lançado; tal álbum, intitulado Uiliam Michelon Quarteto, tem apresentado ótima aceitação tanto pelo público quanto pela crítica; Como músico, grava com diversos artistas de sua região desde 2008 e apresentou-se em diversos palcos do Brasil. Dentre os principais estão a participação no concerto realizado pela Camerata de Florianópolis na Casa do povo, em Vacaria/RS, no FEMUCIC, em Maringá/PR, no Circuito Instrumental de Porto Alegre/RS, no FEJACAN em Jacarezinho/PR, no Festival Tum Tum Instrumental em Caxias do Sul/RS, no Festival Vale da Música em Curitiba/PR, no FEMUP em Paranavaí/PR, no Festival Nacional de Sanfoneiros de Feira de Santana/BA, no SESC em Lages/SC, no SESC em Passo Fundo/RS, no Encontro Internacional de Acordeons do Rio de de Janeiro/RJ, no Rodeio Internacional de Vacaria, no Festival Brasileiro de Música de Rua e no Festival Movimento Urbano em Caxias do Sul/RS; Desenvolve desde o ano de 2011 trabalho solo voltado para a música instrumental, mesclando influencias do folclore latino-americano, tango, jazz, música popular brasileira e música clássica. Pirisca Grecco y la Comparsa Eelétrica - O cantor y compositor Pirisca Grecco nasceu em 1971, junto com a Califórnia da Canção Nativa, na Cidade de Uruguaiana, fronteira com Argentina y Uruguai. Professor y aprendiz da ciência da Música, há 30 anos dedica-se a fazer arte, contribuindo com o cancioneiro gaúcho através do seu trabalho autoral. Tem destacada participação nos Festivais de Música y Cinema do Sul do Brasil. Em 8 Álbuns lançados, conquistou 8 prêmios açorianos, incluindo DVD do Ano 2016. Com carteira de identidade Gaúcha y Passaporte para rodar o mundo, seu canto atravessou 2 oceanos y ecoou por 4 continentes. Em 2017 foi agraciado com o Troféu Vítor Matheus Teixeira como Compositor do Ano.m 2022 lançou seu mais novo álbum “ILEXLÂNDIA” com participações especiais de Humberto Gessinger, Thedy Corrêa, Luiz Marenco, Mauro Moraes, Victor Hugo, Tonho Crocco, Serginho Moah, Esteban Tavares, entre outros expoentes da música feita no rio Grande do Sul. Há 15 atua em turnês y festivais ao lado da Comparsa Elétrica integrada por: Duca Duarte no contrabaixo elétrico, Rafa Bisogno na bateria, Paulinho Goulart no acordeon y Texo Cabral na flauta transversal. YANGOS é um dos grupos referência da música instrumental sul-brasileira. Formado pelos músicos César Casara, Cristiano Klein, Rafael Scopel e Tomás Savaris, YANGOS faz da união do piano, percussão, acordeon e violão um encontro potente, adicionando pitadas jazzísticas a milongas, chamamés e chacareras. Formada em 2005, na Serra Gaúcha, YANGOS segue com a mesma formação e atuação ininterrupta nesses 15 anos de carreira. Nesse período a banda soma 7 discos e um dvd. Em 2009, nasceu o primeiro álbum, TANGOS Y MILONGAS. Mais tarde, com o lançamento de ÀS PAMPAS (2013), a banda afirmou seu lugar de diálogo entre o tradicional e contemporâneo, com um disco que é um verdadeiro passeio musical pelo sul latino-americano. PAMPA: PÁTRIA DE TODOS, cd e dvd, gravado em 2013, e lançado em 2016 em parceria com o cantor argentino Dante Ramon Ledesma, foi aclamado pelo público gaúcho, e recebeu uma premiação e três indicações ao do Prêmio Açorianos de Música (Rio Grande do Sul). O quarto álbum da banda, lançado em 2017, CHAMAMÉ, foi indicado ao mais importante prêmio da música latina, o Grammy Latino. O disco contou com a produção musical do grande maestro do violão pampeano, o argentino Lúcio Yanel. Outro nome de peso que participou na produção é o lendário estúdio Abbey Road (Londres), parceiro na masterização, com o trabalho do engenheiro de som Ian Jones. Gravado na Serra Gaúcha, sul do Brasil, “Chamamé” foi realizado de maneira independente e contou com o apoio de fãs através de financiamento coletivo. A indicação ao Grammy Latino representa um novo passo na carreira do quarteto, que vem consolidando seu trabalho como referência da música instrumental feita no sul do Brasil. Em 2018, a banda lançou seu quinto álbum com o apoio do Natura Musical: “Brasil, Sim Senhor!” Este disco inseriu o grupo no mapa da música brasileira, levando YANGOS ser uma das bandas representantes da cultura brasileira na Copa do Mundo 2018, na Rússia. Sua formação inusitada e sonoridade orgânica, levou o crítico da Rolling Stone Argentina, Claudio Kleiman, a propor uma nova definição para a estética da banda: power folclore. A partir dessa denominação, em 2019, YANGOS gravou seu sexto álbum: Power Folklore. Este trabalho foi gravado com o intuito de registrar o show estruturado naturalmente com a circulação da banda pelos mais diversos palcos do mundo. Power Folklore é o resultado oriundo de apresentações que passaram por grande parte dos estados brasileiros, bem como em diversos países do mundo. Marmota Jazz é uma banda em constante metamorfose. Fundada em 2011, adequa seu trabalho aos mais diversos ambientes. Além de dois álbuns autorais com um estilo bastante próprio, realizou shows nas casas mais conhecidas de Porto Alegre; turnês pelo Brasil e Europa; além de direção musical, criação de trilhas sonoras e execução destas em diversos contextos. Seu primeiro disco, Prospecto, foi lançado em 2015 e recebeu cinco indicações ao PrêmioAçorianos. A Margem, seu segundo álbum, não segue tendências: antes constitui, com suas influências, caminhos a serem margeados. Lançado em 2017 em parceria com estúdio Áudio Porto, conta com sete composições autorais da banda, e é coroado por um sofisticado trabalho gráfico de Alice Oliveira e André Bergamin. Em 2018 o álbum foi finalista do Prêmio Profissionais da Música, na categoria Artista Instrumental, ao lado de grandes nomes como Yamandu Costa, Gabriel Grossi e Quarteto Radamés Gnatalli. Prestes a lançar o terceiro álbum - programado para fins de 2022 - a Marmota apresenta sua música com novos e instigantes discursos, novas óticas e interpretações, porém sempre revisitando os dois álbuns lançados, Prospecto (2015) e A Margem (2017). Luiz Carlos Borges é compositor e instrumentista gaúcho. São mais de 55 anos dedicados à música e 35 discos lançados. Durante 20 anos animou bailes ao lado do grupo familiar "Irmãos Borges" e sua trajetória solo iniciou a partir da composição Tropa de Osso, premiada na 9º edição da Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana em 1979. A partir daí, começou a tocar por diversas regiões brasileiras, por alguns países da América do Sul, Europa, Ásia e América do Norte, levando na bagagem mais de uma centena de prêmios conquistados em festivais como compositor,intérprete, instrumentista e arranjador. Hoje é considerado por muitos Embaixador Cultural do Rio Grande do Sul e segue fortalecendo a renovação da música regional do Sul do país. Instrumental Picumã em outubro de 2013, cinco músicos reconhecidos no cenário musical do Rio Grande do Sul reúnem-se, para compartilhar suas ideias e experiências musicais, adquiridas em longo tempo acompanhando e produzindo artistas e grupos musicais, em espetáculos, gravações e festivais da região sul do Brasil. Paulinho Goulart no acordeom, Matheus Alves no violão e guitarra, Texo Cabral na flauta, Miguel Tejera nos contrabaixo acústico e elétrico e Bruno Coelho na percussão formam então o “Instrumental Picumã”, cuja proposta consiste em retratar a música feita no sul do Brasil com influências latino-americanas, buscando uma linguagem universal. Em suas composições e arranjos, ritmos como milonga, chacarera, candombe, tango, se fundem ao choro, salsa e o jazz, criando uma identidade própria para o grupo. No ano de 2018 o disco recebeu 4 indicações ao “Prêmio Açorianos de Música” referente a produções de 2016/17. Matheus Alves indicado como melhor instrumentista e compositor; Bruno Coelho como instrumentista; e melhor disco instrumental, sendo vencedor nesta categoria. Recebeu também o prêmio de revelação do ano. Renato Borghetti começou na música aos dez anos de idade, tocando uma gaita-ponto que ganhou do pai em Barra do Ribeiro. Em pouco tempo já era atração no Centro de Tradições Gaúchas comandado por seu pai e, aos 16 anos, se apresentou pela primeira vez. Seu primeiro disco, o Gaita-Ponto tornou-se o primeiro álbum de música instrumental brasileira a ganhar um disco de ouro, vendendo cem mil cópias. Excursionou por todo o Brasil, e por diversos países da Europa, e fez uma temporada no S.O.B.’s, em Nova Iorque. Em 1991 ganhou o prêmio disco do ano, na categoria regional, da Associação Paulista de Críticos de Arte. Renato mescla folclore e modernidade em suas composições, tendo um estilo inconfundível. Tem mais de uma quinzena de discos gravados e dezenas de participações em gravações. A Orquestra de Brinquedo é um projeto do premiado músico Yanto Laitano, é um espetáculo com músicas inteiramente tocadas por instrumentos de brinquedo. Vestidos como soldadinhos de brinquedo, cinco talentosos músicos apresentam O Trenzinho do Caipira (Villa-Lobos), Felicidade (Lupicínio Rodrigues), Pezinho (folclore gaúcho), Marcha Soldado, o tema da Nona Sinfonia (Beethoven), Imagine (John Lennon) e outras composições conhecidas do público de todas as idades, em divertidos e criativos arranjos. O espetáculo inicia como um cortejo, com os soldadinhos marchando pelo meio do público enquanto tocam sinos musicais. Em seguida, a orquestra sobe ao palco e toca, de verdade, com instrumentos de brinquedo como guitarra, baixo, piano, trompete, teclado, acordeon e sinos musicais. Na formação, além de Yanto, os musicos Fábio ‘Musklinho’ Ly, Filipe Narcizo, Beto Chedid e Marina Mendo. O Sovaco de Cobra Trio, formado pelo violonista Silvério Barcellos, o percussionista Jucá De Leon e o flautista Gil Soares, dedica-se à música instrumental brasileira, com ênfase no choro e no samba. Com um repertório que contempla desde os grandes mestres fundadores e consolidadores do choro, como Callado, Nazareth, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e o obrigatório Pixinguinha, até a contemporaneidade de Chico Buarque e Hermeto Paschoal, com referências estéticas que vão do samba-canção de Lupicínio Rodrigues à brasilidade erudita de Villa Lobos e Tom Jobim, o trio tem desenvolvido uma linguagem particular, calcada em arranjos diretos e na sonoridade enxuta, característica da formação pandeiro/flauta/violão-de-sete-cordas. Com quinze anos de histórias, o Trio tem feito amigos e compartilhado sua música por toda Região Sul, com frequentes aparições na capital dos gaúchos e uma relação muito próxima com o Uruguai, onde mantém agenda frequente desde 2010, com apresentações em vários palcos da capital Montevidéu e cidades como Colonia e Melo. A realização do cedê Sovaco de Cobra Trio Visita Avendano Jr, em 2015, com financiamento pelo ProCultura Pelotas, colocou o trio em um novo patamar de importância para o Choro, por se tratar de um documento inédito de resgate e valorização de uma obra única, de um compositor de extrema importância e influência para várias gerações de músicos e apreciadores do gênero. Em 2019, novamente com o apoio do Procultura, foi a vez de gravar outros compositores da cena local do Choro, como Egbert Parada, Paulinho Martins, Eduardo Varela e o falecido Toinha, no cedê NOSSA ALMA, lançado em abril de 2020. O trabalho consolidou a imagem do trio como divulgadores e formadores de público da produção local de choro. Leandro Cachoeira, é cantor e acordeonista, iniciou na estrada musical ainda criança. Aos 8 (oito) anos de idade, com seu avô, aprendeu a tocar sua primeira “marca” numa gaita de oito baixos. Depois veio a forte influência do CTG onde, durante boa parte de sua adolescência, fortaleceu sua relação com a música gaúcha tornando-se esta, a base da sua carreira musical. Sendo premiado em diversos rodeios artísticos, como acordeonista, era inevitável que com o passar do tempo surgissem as participações em festivais nativistas onde então, consolidou definitivamente sua profissionalização como cantor e instrumentista. Como acordeonista de gaita de botão, Leandro Cachoeira busca difundir este instrumento mostrando ao público a sua versatilidade e universalidade, independente de estilo musical, ritmo, etc. Em seu show instrumental, Leandro Cachoeira faz um apanhado de grandes clássicos instrumentais que vão do regionalismo gaúcho, passando pela música brasileira, folklore latino-americano até o jazz.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (4)
Canoas Rio Grande do SulCaxias do Sul Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulTriunfo Rio Grande do Sul