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O presente projeto consiste em viabilizar a produção do filme Kamaleoa, ficção que se passa no litoral de Alagoas. Com duração de 25 minutos, o média-metragem é uma versão moderna do mito da Medusa e problematiza as dinâmicas relacionais autointeressadas. Além de evidenciar atrativos turísticos locais e difundir a cultura alagoana e nordestina para o restante do país, beneficiando a cadeia do turismo e da hotelaria, a proposta pretende utilizar a arte como auxiliar na reformulação de cenários traumáticos, abrindo possibilidades para escolhas mais éticas e uma maior qualidade nos laços afetivos. Será exibido no Youtube, em resolução 4K.
Uma motorista de aplicativo busca no aeroporto diferentes perfis de passageiros para serem seus parceiros afetivos. Eles acham que a escolheram aleatoriamente - e ainda não sabem que se relacionarão com ela por obra do “destino” - mas foi a kamaleoa que previamente os colocou naquela van rumo às hospedagens de cada um. Desenvolveu um instinto de leitura paranormal que secretamente identifica qual o perfil da “mulher dos sonhos” deles e modifica sua identidade para corresponder às idealizações nunca antes satisfeitas, atraindo suas vítimas para a suposta realização amorosa. Em poucas semanas, os apaixonados intencionam terem um compromisso sério e no momento em que cada um à sua maneira externa isso - um zumbido intenso de abelhas interrompe as declarações e os alvos recebem uma ferroada no coração. O ataque é invisível, somente perceptível a nível físico e sentimental. Sentem uma dor insuportável no peito, são seus corações tornando-se pedra e, com isso, perdem o ânimo, a auto-estima e a esperança. Morrem em vida enquanto ela sai da cena do crime na surdina, esvoaçante, inflada, saliva escorrendo como veneno. O esquema, no entanto, falha quando a motorista descobre um passageiro que gostaria de alguém…do jeito dela. Mas quem é ela? A Kamaleoa não sabe como se portar na própria pele. Nesse caso seria ao se satisfazer que acabaria satisfazendo o outro e, portanto, para conquistá-lo, haverá antes que descobrir-se. Quando as abelhas anunciam o ataque usual, ela desvia a atenção das cúmplices, correndo para um esconderijo. Lá, adentra um portal que a leva para revisitar as situações que subverteram seu poder e, por essa razão, agora tentava recuperá-lo a todo custo, inclusive, do amor verdadeiro. Classificação indicativa etária: 12 anos. Em anexo, documentos pedidos para o audiovisual.
Produto: Média-metragemObjetivo geral O objetivo principal deste projeto é produzir o média-metragem Kamaleoa, um suspense-romântico que se passa em uma atmosfera tropical. A finalidade da presente iniciativa está em consonância com o inciso V do artigo 2 do decreto 10.755/2021, que se propõe a incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais e no inciso VII do artigo 2 do decreto 10.755/2021, com a finalidade de fomentar a cadeia produtiva envolvida na produção cultural. Além de gerar emprego e renda para a comunidade local, pretende-se contribuir para a formação ou consolidação do público consumidor de arte e cultura no Brasil. A exibição será online, por meio da plataforma Youtube. Objetivos Específicos 1. Produzir o média-metragem Kamaleoa. 2. Divulgar para que seja contemplado por um público estimado de 1000 pessoas. Produto: Contrapartida Social Uma vez que acesso será inteiramente gratuito, a contrapartida social será dispensada, conforme permite o inciso 5 do artigo 25 da Instrução Normativa nº1 de 2022 § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
Kamaleoa problematiza as dinâmicas relacionais autointeressadas, istoé, o fato de se adentrar em relacionamentos afetivos com o fim último de sentir o prazer do próprio poder de conquista, desconsiderando as consequências sentimentais para a outra parte. Metaforicamente, objetiva-se investigar os efeitos e as origens desse padrão destrutivo. Tendo em vista que a Psicoterapia faz uso de visualizações para atribuir um novo significado ao que foi vivido e, assim, contribui para a cura de feridas psicoemocionais, a proposta pretende utilizar a arte como auxiliar na reformulação de cenários traumáticos, abrindo possibilidades para novas escolhas, atitudes e maior qualidade nos laços afetivos. Em termos de contribuição filosófica, pode-se considerar que esta é uma versão moderna do mito da Medusa, com um novo final, onde a algoz capaz de transformar tudo em pedra não precisa ser decapitada e seu coração duro dá lugar a um amolecido pela ação da água dos sentimentos, que lava a mágoa, limpa e renova. As reflexões geradas cultivam valores humanos universais como o respeito ao próximo, a empatia e a ética. Pensando no impacto socioeconômico, a proposta tem o cuidado de evidenciar atrativos turísticos locais e, assim, beneficiar a cadeia do turismo e da hotelaria de Alagoas, bastante relevante para a geração de emprego e para o PIB do estado. Trata-se de uma produção independente, sendo fundamental contar com o respaldo da Lei Federal de Incentivo à Cultura para obter o patrocínio necessário à concretização deste projeto, permitindo, assim, que a artista possa emergir na cena cultural, alcançando maior visibilidade e solidez em seus empreendimentos.Produto: Média-metragem A proposta é uma iniciativa artística que contempla a finalidade VIII do artigo primeiro da Lei 8.313/1991 - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Tendo em vista que se trata da produção de uma obra que prima pelo caráter cultural e artístico e contribui para a formação de valores universais como o respeito à pessoa humana, a empatia e a ética. Também contempla a finalidade II do artigo primeiro da Lei 8.313/1991 - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Pois os profissionais contratados serão predominantemente alagoanos e haverão cenas que retratarão a paisagem natural de Alagoas. —------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Nesse sentido, a proposta serve aos seguintes objetivos expressos no artigo terceiro da Lei Rouanet (Lei 8.313/1991): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográfica de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; Uma vez que consiste na produção de uma obra cinematográfica de média metragem de caráter cultural. Produto: Contrapartida Social Uma vez que acesso será inteiramente gratuito, a contrapartida social será dispensada, conforme permite o inciso 5 do artigo 25 da Instrução Normativa nº1 de 2022. § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
Duração estimada: 25 minutos.Não haverá animação. Câmera: Sony a7SII.Finalização em 4K.Classificação indicativa etária: 12 anos.
Produto: Média-metragem Acessibilidade física: Vídeo acessível online, logo, já é detentor de acessibilidade física. Acessibilidade para deficientes visuais: Narrador de audiodescrição. - Item da planilha orçamentária: Audiodescrição. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras e legenda descritiva. - Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Legenda descritiva. Produto: Contrapartida Social Uma vez que acesso será inteiramente gratuito, a contrapartida social será dispensada, conforme permite o inciso 5 do artigo 25 da Instrução Normativa nº1 de 2022: § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
Produto: Média-metragem Democratização do Acesso: Estimativa de beneficiários: 1000. O acesso será gratuito para todos.O média-metragem será disponibilizado online na plataforma Youtube. Ampliação do acesso: Em complemento, adotamos ainda o que propõe o inciso II do artigo 24 da Instrução Normativa nº1/2022 do Ministério do Turismo, a saber: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Pois o produto será disponibilizado gratuitamente na Internet, através do Youtube, acompanhado com libras e audiodescrição. Produto: Contrapartida Social Uma vez que acesso será inteiramente gratuito, a contrapartida social será dispensada, conforme permite o inciso 5 do artigo 25 da Instrução Normativa nº1 de 2022: § 5º Fica dispensada a obrigatoriedade estabelecida no caput para projetos de acesso inteiramente gratuitos.
Educani Produções (representante legal: Daylhane Michely Aguiar Cunha Lemanski) - Proponente do Projeto, Roteirista, Diretora, Artista, Captadora de Recursos e Coordenadora Geral. Educani reúne teatro, dança, literatura e audiovisual em produções artístico-culturais, oficinas e capacitações em prol da geração de negócios criativos, do desenvolvimento das capacidades humanas e da formação de uma sociedade mais inclusiva. Com o patrocínio do Sebrae-AL, realizou a CONFERÊNCIA-ESPETÁCULO “Amor à Marca em Patrocínios Culturais no Nordeste”. Contemplada no edital da Diretoria de Teatro de Alagoas (DITEAL) realizou o espetáculo “TECNICIDAS - Relatos Futurísticos de um Planeta Retrógrado” e de produção independente, o espetáculo “RENASCIMENTO - Poesia, Teatro e Dança para Semear Novos Ciclos” - sendo em ambos responsável pelo roteiro, direção, performance, atuação, coreografia e produção. Também foi responsável pela coreografia e dança no TRIBUTO À ROUPA NOVA “Um sonho a mais”, produzido pelo Coro Ângelus com recursos da Lei Aldir Blanc. Suas incursões audiovisuais iniciaram-se através da realização da websérie “EXPERIMENTO" e do desenvolvimento do média-metragem “MOÇA NOVA - Poemas Corajosos para Mulheres em Transformação”, aprovado na Lei Federal de Incentivo à Cultura”. Além disso, já realizou treinamentos de dançaterapia e workshops presenciais e online, bem como a criação de peças literárias e discursos para homenagens em ocasiões memoráveis. Bruna Monteiro - Produção e direção de fotografia. Jornalista formada pela UFPE, com cursos em cinema no Canal Futura (RJ), na Academia Internacional de Cinema(SP) e na School of Cinema and Performing Arts em Nova York, seus trabalhos tiveram alcance em festivais nacionais e internacionais como o Janela Internacional de Cinema de Recife (PE) e a Mostra Geração do Festival Rio. "Somos Todos"(2013) foi vencedor dos prêmios Fronteiras Imaginárias e do Júri do Porta Curta no Festival Visões Periféricas (RJ), melhor direção e melhor fotografia no Festival Cinema no Chão (PE), menção honrosa no Festival Sercine (SE). Produziu e dirigiu para o Canal Futura um episódio para a série Primeiros Anos, também disponível na Globo Play. A websérie “Espelhos d’água – as diferentes percepções delas”, com recursos da Lei Aldir Blanc atingiu mais de 600 mil pessoas. Vídeo ficcional “Meu Ciclo, Minhas Regras”, para a Intimus e a Plan International Brasil. Além dos outros curtas, 'A praça é pra quem?'(2011), “New eye” (2009), exibido em festival nos Estados Unidos e vencedor do concurso. “Além da Cura -Europa”, este último foi piloto de um longa que está sendo desenvolvido.Tamires Cassela - Direção de arte Tamires é arquiteta e urbanista, formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). É mestra e atualmente doutoranda pela mesma instituição. Cursou um ano de graduação sanduíche em Londres, Inglaterra, onde realizou cursos e adquiriu experiência entre fotografia, arte e cidade. Trabalha principalmente em projetos de arquitetura e interiores, atuando no StudioCê, seu escritório, desde 2017. Leonardo Amorim - Edição e montagem Formado em Jornalismo pela UFAL, realizou 3 curtas de forma independente como diretor, roteirista, montador e produtor: Porno (2016), A Noite Estava Fria (2017) e Vamos Ficar Sozinhas (2019). Em 2019 foi contemplado pelo edital municipal da FMAC/ANCINE com o curta Queima Minha Pele e com o Mirante Cineclube. Em 2021, participou como roteirista e diretor do BR Lab Arapiraca. Produziu e montou o curta Park Slope de Felipe André Silva. É diretor criativo e curador da Mostra Que Desejo do Mirante Cineclube. Atualmente está na pós-produção do seu novo curta, Queima Minha Pele, e desenvolve seu primeiro longa-metragem: Ainda Te Vejo Caindo.
PROJETO ARQUIVADO.