Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 230699Arquivado a pedido proponenteMecenato

MEMORIAL KAINGANG DE TAMARANA

INSTITUTO TAMARANA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL
Solicitado
R$ 7,97 mi
Aprovado
R$ 7,97 mi
Captado
R$ 100,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

1.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Implan. projetos, construção, restauração, reforma
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
I.Conservação, construção e implantação de equipamentos culturais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Tamarana
Início
2023-02-09
Término
2025-05-09
Locais de realização (1)
Tamarana Paraná

Resumo

Construir no município de Tamarana-Pr, o "Memorial Kaingang de Tamarana", como instituição permanente que terá como função promover exposições itinerantes e permanentes, a conservação de coleções, agregando sua função museal a serviço da sociedade, estreitando os meios de acesso e conhecimento entre passado e presente, visando a perpetuação da cultura indígena, notadamente a Kaingang.

Objetivos

Objetivos Gerais: Decreto nº 10.7555/21Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Construindo no município de Tamarana-Pr, o "Memorial Kaingang", com capacidade estimativa de visitação de 40.000 pessoas/ano, visando promover exposições permanentes, a conservação de coleções, a promoção de exposições itinerantes, cursos e eventos destinados à preservação da Cultura Kaingang; Agregando a função Museal ao Memorial Kaingang, como referência significativa de fomentador de conhecimento e seu papel na sociedade enquanto disseminador desta Cultura, permitindo ao visitante associar informações em diferentes contextos: Exposições permanentes de Acervos, Exposições Itinerantes, Mídias Interativas e outras atividades museais voltadas à etnia Kaingang. Buscando uma construção histórica acerca da cultura kaingang alicerçada em acervos museais, tendo como referência a sua função educativa, social, histórica e cultural; Estabelecendo uma conexão efetiva entre Acadêmicos e Docentes das escolas de Tamarana e Região, assim como outros estados da União, com Monitores e Coordenação do Memorial, visando a interação Escola e Memorial, acerca da importância do movimento museal na formação cidadã e nos diversos campos do conhecimento, notadamente a cultura indígena kaingang; Possibilitar a realização de cursos de capacitação nas áreas de Museologia a profissionais da área, educadores, acadêmicos e colaboradores, com foco nas comunidades kaingang locais em mecanismos de sustentabilidade social, ambiental e econômica; Objetivos Específicos: Produto BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO: • Construção de 01 Memorial: "Memorial Kaingang de Tamarana" com capacidade estimativa de visitação de 40.000 pessoas/ano. Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: • Realizar 01 espetáculo de Danças Típicas Kaingangs na ocasião de lançamento da Pedra Fundamental do Memorial da Tradição Kaingang de Tamarana com público estimado de 1.000 pessoas.

Justificativa

Em todo o mundo, os Memoriais e Museus representam um marco significativo no processo de construção e reconstrução da história a partir da narrativa, de objetos, de documentos e informações que contribuem para a perpetuação da história de um povo, de uma nação, de uma crença e de culturas diversas. Seu papel educacional é de fundamental importância para a sociedade e cresce à medida que se converte o interesse por pesquisadores, acadêmicos, historiadores e sociedade em geral acerca dos temas que os Memoriais e Museus se propõem a preservar e a disseminar. O Memorial Kaingang de Tamarana, será um espaço museal a serviço da sociedade e visará desempenhar seu papel educativo em uma sociedade cada vez mais globalizada, em um processo de mudanças e aprendizagem conceitual, tendo como foco a manutenção das origens, a disseminação e os aspectos gerais da cultura kaingang e enquadra-se na Lei 8.313/91 em seus seguintes artigos: Art. 1° Itens IV - ­ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V ­- salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI -­ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII ­ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - ­ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Itens III ­ preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV ­ estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. A necessidade de aportes e incentivos através da Lei Federal 8.313/91, dá-se em função de que o Instituto proponente não possui qualquer outra fonte de financiamento ao Projeto e o acesso a todas as suas ações são inteiramente gratuitas. Cabe ressaltar também, que este é o primeiro projeto do estado que visa a manutenção das tradições da cultura Kaingang. A construção do Memorial, conforme dissertada nos anexos, emerge do conceito de que os Kaingang são um povo que possui uma cultura riquíssima, sua gastronomia, artesanatos, festas, tradições, instrumentos musicais, grafismos, rituais, hábitos e costumes possuem características próprias que marcam profundamente sua forma de vida, sempre buscando na natureza uma conexão perfeita para a subsistência de sua gente. O convívio com os hábitos e costumes do homem moderno alterou em muito a forma de viver dos Kaingang, fato que os levou a deixar de lado suas tradições culturais. A revitalização cultural tem por objetivo despertar nas novas gerações o interesse em manter suas tradições vivas. O Memorial não será somente um local estático, mas sim concebido como um espaço de memória e conhecimento da história e patrimônio cultural do povo kaingang, que contribuirá constantemente para o desenvolvimento cultural da região através da visitação permanente de seu acervo, exposições itinerantes voltadas ao tema, cursos e eventos e para cumprir seu papel enquanto agente de ação social e cultural contará com os seguintes espaços: · Recepção; · Biblioteca; · Sala de Acervos Permanentes; · Sala de Exposições; · Espaço de danças e rituais da cultura kaingang. No contexto de disseminação da Cultura Kaingang a seus visitantes, pesquisadores e acadêmicos, o Memorial desenvolverá sistemas de atendimento que nortearão com clareza seu papel enquanto agente educador, que passará pelos mecanismos de pesquisas em relação a seu acervo, visitas monitoradas às exposições itinerantes, cursos sobre o tradicionalismo e cultura kaingang, assim como a produção de materiais de apoio e didáticos para workshops oferecidos. Desta forma, o Memorial dialogará mais com seu público e mobilizará recursos no sentido de termos um empreendimento a serviço da sociedade onde sua missão principal não será somente a preservação de acervos existentes, mas a busca incessante de se manter viva esta cultura e contribuir na difusão desta memória, na busca de uma prática educativa que se faça compreender que cada cidadão tenha com o patrimônio cultural o comprometimento na construção permanente do conhecimento e na preservação da história. Nesta primeira fase do Projeto, divido em fases modulares, serão pleiteados recursos para contemplarmos as seguintes atividades: 1ª.) Projetos Arquitetônicos, Maquetes, Estudos Ambientais e Serviços Administrativos inerentes à primeira fase; 2ª .) Execução da construção do Memorial de acordo com os Projetos Executivos. Na ocasião do lançamento da Pedra Fundamental do Memorial da Tradição Kaingang de Tamarana, será realizada apresentação de Danças Típicas da Cultura Kaingang, evento aberto à sociedade como um todo, provido de todos os mecanismos de acessibilidade, como forma de estimular a participação efetiva às atividades do Memorial enquanto espaço democrático e de disseminação de cultura e conhecimento.

Estratégia de execução

IMPACTO AMBIENTAL Para a execução do Projeto de construção do Memorial Kaingang de Tamarana, seguiremos rigorosamente as Leis Ambientais que regem o Setor no que diz respeito ao manejo de resíduos. Sabe-se que a Construção Civil é reconhecida como uma das mais importantes atividades para o desenvolvimento econômico e social, e, por outro lado, comporta-se, ainda, como grande geradora de impactos ambientais, quer seja pelo consumo de recursos naturais, pela modificação da paisagem ou pela geração de resíduos. Segundo a Resolução 307 do Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA (2002), os resíduos de construção civil são: “os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos, tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais, resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso, telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc., comumente chamados de entulhos de obras, caliças ou metralha (CONAMA, 2002).” Entende-se que com a implantação de um Sistema de Gestão Ambiental são esperados fatores que venham trazer ganhos importantes para Centro de Tradições Kaingangs Tropeiros de Indaiá quanto para o meio ambiente, tais como: · Redução de desperdícios (economizar em transporte e armazenamento, baixar, em alguns casos, os valores dos prêmios de seguro e diminuir gastos com segurança e proteção à saúde). · Tecnologias novas (instalação para redução ou prevenção da geração de resíduos; modificação de equipamentos, para estimular a recuperação ou a reciclagem; aumento da eficiência operacional de equipamentos e instalações de produção, para a redução no consumo de matérias-primas e de energia). · Garantia de melhor desempenho ambiental; · Boa reputação nos órgãos ambientais, na comunidade e ONGs. · Prevenção de riscos (acidentes ambientais, multas, ações judiciais, danos à imagem, passivos ambientais, paralisações, perda de competitividade etc.). COLETAS SELETIVAS PÓS EVENTOS: · Orientar o público presente que seja responsável pela destinação final do lixo produzido durante sua permanência nos eventos culturais do Projeto; · Destinar materiais recicláveis resultantes do Projeto para os núcleos de catadores organizados (cooperativas e associações autônomas de catadores)

Especificação técnica

Construir no município de Tamarana-Pr, o “Memorial Kaingang”, como instituição permanente que terá como função promover exposições itinerantes e permanentes, a conservação de coleções, cursos e eventos destinados à preservação da Cultura Kaingang, agregando sua função museal a serviço da sociedade e será construído em duas fases: 1ª.) Projetos Arquitetônicos, Maquetes, Estudos Ambientais e Serviços Administrativos inerentes à primeira fase; 2ª .) Execução da construção do Memorial de acordo com os Projetos Executivos.

Acessibilidade

Produto BEM IMÓVEL - REFORMA / AMPLIAÇÃO / CONSTRUÇÃO / AQUISIÇÃO Acessibilidade Física - PcD Visual e Cegos: Piso tátil (incluso na rubrica Projeto Estrutural); - PcD Auditiva e População Surda: Sinais viso-motores (incluso na rubrica Projeto Estrutural); - PcD Físico, Intelectual, TEA, PNE, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: Disponibilização de infraestrutura (rampas, barras laterais, banheiros e espaços adaptados incluídos na rubrica Projeto Estrutural); Acessibilidade Conteúdo - PcD Visual e Cegos: Audiodescrição (rubrica Som) e etiquetas/textos descritivos em braile (rubrica Placas simples/adesivas); - PcD Auditiva e População Surda: Legenda/texto descritivo (rubrica Placas simples/adesivas); - PcD Físico, PNE, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: espaços reservados (sem custo), monitoria especializada (rubrica Monitores); - PcD Intelectual e TEA: espaços reservados (sem custo), monitoria especializada (rubrica Monitores); Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade Física - PcD Visual e Cegos: Piso tátil (já previsto no produto principal), espaço reservado (sem custo); - PcD Auditiva e População Surda: Monitoria especializada (rubrica Monitores), espaço reservado (sem custo); - PcD Físico, PNE, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: Infraestrutura (rampas, barras laterais, banheiros e espaços adaptados previstos no produto principal), espaço reservado (sem custo), monitoria especializada (rubrica Monitores); - PcD Intelectual e TEA: monitoria especializada (rubrica Monitores), espaço reservado (sem custo); Acessibilidade Conteúdo - PcD Visual e Cegos: Audiodescrição, programa em braile (rubrica Folder em Braile); - PcD Auditiva e População Surda: Intérprete de libras; - PcD Físico, PNE, idosos e pessoas com mobilidade reduzida: espaços reservados (sem custo), monitoria especializada (rubrica Monitores); - PcD Intelectual e TEA: espaços reservados (sem custo),monitoria especializada (rubrica Monitores); NORMAS DE ACESSIBILIDADE AO MEMORIAL DA TRADIÇÃO KAINGANG DE TAMARANA As normas de Acessibilidade ao Memorial da Tradição Kaingang de Tamarana, devidamente detalhadas nos Projetos Executivos, estão em conformidade com a NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 9050:2004 que trata de acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, disponível no Portal do Ministério da Justiça, em sua íntegra. 1 Objetivo 1.1 Esta Norma estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. 1.2 No estabelecimento desses critérios e parâmetros técnicos foram consideradas diversas condições de mobilidade e de percepção do ambiente, com ou sem a ajuda de aparelhos específicos, como: próteses, aparelhos de apoio, cadeiras de rodas, bengalas de rastreamento, sistemas assistivos de audição ou qualquer outro que venha a complementar necessidades individuais. 1.3 Esta Norma visa proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos. 1.3.1 Todos os espaços, edificações, mobiliário e equipamentos urbanos que vierem a ser projetados, construídos, montados ou implantados, bem como as reformas e ampliações de edificações e equipamentos urbanos, devem atender ao disposto nesta Norma para serem considerados acessíveis. 1.3.2 Edificações e equipamentos urbanos que venham a ser reformados devem ser tornados acessíveis. Em reformas parciais, a parte reformada deve ser tornada acessível. 1.3.3 As edificações residenciais multifamiliares, condomínios e conjuntos habitacionais devem ser acessíveis em suas áreas de uso comum, sendo facultativa a aplicação do disposto nesta Norma em edificações unifamiliares. As unidades autônomas acessíveis devem ser localizadas em rota acessível. 1.3.4 As entradas e áreas de serviço ou de acesso restrito, tais como casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico etc., não necessitam ser acessíveis. 2 Referências normativas As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. Lei Federal nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, incluindo decretos de regulamentação e resoluções complementares - Código de Trânsito Brasileiro ABNT NBR 9077:2001 – Saídas de emergência em edifícios – Procedimento ABNT NBR 9283:1986 – Mobiliário urbano – Classificação ABNT NBR 9284:1986 – Equipamento urbano – Classificação ABNT NBR 10283:1988 – Revestimentos eletrolíticos de metais e plásticos sanitários - Especificação ABNT NBR 10898:1999 – Sistema de iluminação de emergência ABNT NBR 11003:1990 – Tintas – Determinação da aderência – Método de ensaio ABNT NBR 13994:2000 – Elevadores de passageiros – Elevadores para transporte de pessoa portadora de deficiência. 3 Definições Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 3.1 acessibilidade: Possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos. 3.2 acessível: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que possa ser alcançado, acionado, utilizado e vivenciado por qualquer pessoa, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. O termo acessível implica tanto acessibilidade física como de comunicação. 3.3 adaptável: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características possam ser alteradas para que se torne acessível. 3.4 adaptado: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características originais foram alteradas posteriormente para serem acessíveis. 3.5 adequado: Espaço, edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento cujas características foram originalmente planejadas para serem acessíveis. 3.6 altura: Distância vertical entre dois pontos. 3.7 área de aproximação: Espaço sem obstáculos para que a pessoa que utiliza cadeira de rodas possa manobrar, deslocar-se, aproximar-se e utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança. 3.8 área de resgate: Área com acesso direto para uma saída, destinada a manter em segurança pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, enquanto aguardam socorro em situação de sinistro. 3.9 área de transferência: Espaço necessário para que uma pessoa utilizando cadeira de rodas possa se posicionar próximo ao mobiliário para o qual necessita transferir-se. 3.10 barreira arquitetônica, urbanística ou ambiental: Qualquer elemento natural, instalado ou edificado que impeça a aproximação, transferência ou circulação no espaço, mobiliário ou equipamento urbano. 3.11 calçada: Parte da via, normalmente segregada e em nível diferente, não destinada à circulação de veículos, reservada ao trânsito de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário, sinalização, vegetação e outros fins - Código de Trânsito Brasileiro. 3.12 calçada rebaixada: Rampa construída ou implantada na calçada ou passeio, destinada a promover a concordância de nível entre estes e o leito carroçável. 3.13 circulação externa: Espaço coberto ou descoberto, situado fora dos limites de uma edificação, destinado à circulação de pedestres. As áreas de circulação externa incluem, mas não necessariamente se limitam a, áreas públicas, como passeios, calçadas, vias de pedestres, faixas de travessia de pedestres, passarelas, caminhos, passagens, calçadas verdes e pisos drenantes entre outros, bem como espaços de circulação externa em edificações e conjuntos industriais, comerciais ou residenciais e centros comerciais. 3.14 deficiência: Redução, limitação ou inexistência das condições de percepção das características do ambiente ou de mobilidade e de utilização de edificações, espaço, mobiliário, equipamento urbano e elementos, em caráter temporário ou permanente. 3.15 desenho universal: Aquele que visa atender à maior gama de variações possíveis das características antropométricas e sensoriais da população. 3.16 elemento: Qualquer dispositivo de comando, acionamento, comutação ou comunicação. São exemplos de elementos: telefones, intercomunicadores, interruptores, torneiras, registros, válvulas, botoeiras, painéis de comando, entre outros. 3.17 equipamento urbano: Todos os bens públicos e privados, de utilidade pública, destinados à prestação de serviços necessários ao funcionamento da cidade, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. 3.18 espaço acessível: Espaço que pode ser percebido e utilizado em sua totalidade por todas as pessoas, inclusive aquelas com mobilidade reduzida. 3.19 faixa elevada: Elevação do nível do leito carroçável composto de área plana elevada, sinalizada com faixa de travessia de pedestres e rampa de transposição para veículos, destinada a promover a concordância entre os níveis das calçadas em ambos os lados da via. 3.20 faixa livre: Área do passeio, calçada, via ou rota destinada exclusivamente à circulação de pedestres. 3.21 faixa de travessia de pedestres: Sinalização transversal às pistas de rolamento de veículos, destinada a ordenar e indicar os deslocamentos dos pedestres para a travessia da via - Código de Trânsito Brasileiro. 3.22 fatores de impedância: Elementos ou condições que possam interferir no fluxo de pedestres. São exemplos de fatores de impedância: mobiliário urbano, entradas de edificações junto ao alinhamento, vitrines junto ao alinhamento, vegetação, postes de sinalização, entre outros. 3.23 foco de pedestres: Indicação luminosa de permissão ou impedimento de locomoção na faixa apropriada - Código de Trânsito Brasileiro. 3.24 guia de balizamento: Elemento edificado ou instalado junto aos limites laterais das superfícies de piso, destinado a definir claramente os limites da área de circulação de pedestres, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.25 impraticabilidade: Condição ou conjunto de condições físicas ou legais que possam impedir a adaptação de edificações, mobiliário, equipamentos ou elementos à acessibilidade. 3.26 linha-guia: Qualquer elemento natural ou edificado que possa ser utilizado como guia de balizamento para pessoas com deficiência visual que utilizem bengala de rastreamento. 3.27 local de reunião: Espaço interno ou externo que acomoda grupo de pessoas reunidas para atividade de lazer, cultural, política, social, educacional, religiosa ou para consumo de alimentos e bebidas. 3.28 mobiliário urbano: Todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados mediante autorização do poder público em espaços públicos e privados. 3.29 orla de proteção: Elemento edificado ou instalado, destinado a constituir barreira no piso para proteção de árvores, áreas ajardinadas, espelhos d’água e espaços similares. 3.30 passarela: Obra de arte destinada à transposição de vias, em desnível aéreo, e ao uso de pedestres - Código de Trânsito Brasileiro. 3.31 passeio: Parte da calçada ou da pista de rolamento, neste último caso separada por pintura ou elemento físico, livre de interferências, destinada à circulação exclusiva de pedestres e, excepcionalmente, de ciclistas - Código de Trânsito Brasileiro. 3.32 pessoa com mobilidade reduzida: Aquela que, temporária ou permanentemente, tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo. Entende-se por pessoa com mobilidade reduzida, a pessoa com deficiência, idosa, obesa, gestante entre outros. 3.33 piso cromo-diferenciado: Piso caracterizado pela utilização de cor contrastante em relação ás áreas adjacentes e destinado a constituir guia de balizamento ou complemento de informação visual ou tátil, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.34 piso tátil: Piso caracterizado pela diferenciação de textura em relação ao piso adjacente, destinado a constituir alerta ou linha guia, perceptível por pessoas com deficiência visual. 3.35 rampa: Inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram-se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%. 3.36 reforma: Intervenção física em edificação, mobiliário, equipamento urbano ou elemento que implique a modificação de suas características estruturais e funcionais. 3.37 rota acessível: Trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado, que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência. A rota acessível externa pode incorporar estacionamentos, calçadas rebaixadas, faixas de travessia de pedestres, rampas, etc. A rota acessível interna pode incorporar corredores, pisos, rampas, escadas, elevadores etc. 3.38 rota de fuga: Trajeto contínuo, devidamente protegido proporcionado por portas, corredores, antecâmeras, passagens externas, balcões, vestíbulos, escadas, rampas ou outros dispositivos de saída ou combinações destes, a ser percorrido pelo usuário, em caso de um incêndio de qualquer ponto da edificação até atingir a via pública ou espaço externo, protegido do incêndio. 3.39 superfície de trabalho: Área para melhor manipulação, empunhadura e controle de objetos. 3.40 tecnologia assistiva: Conjunto de técnicas, aparelhos, instrumentos, produtos e procedimentos que visam auxiliar a mobilidade, percepção e utilização do meio ambiente e dos elementos por pessoas com deficiência. 3.41 uso comum: Espaços, salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o uso de um grupo específico de pessoas (por exemplo, salas em edifício de escritórios, ocupadas geralmente por funcionários, colaboradores e eventuais visitantes). 3.42 uso público: Espaços, salas ou elementos externos ou internos que são disponibilizados para o público em geral. O uso público pode ocorrer em edificações ou equipamentos de propriedade pública ou privada. 3.43 uso restrito: Espaços, salas ou elementos internos ou externos que são disponibilizados estritamente para pessoas autorizadas (exemplos: casas de máquinas, barriletes, passagem de uso técnico e espaços similares). 3.44 visitável: Parte de unidade residencial, ou de unidade para prestação de serviços, entretenimento, comércio ou espaço cultural de uso público que contenha pelo menos um local de convívio social acessível e um sanitário unissex acessível.

Democratização do acesso

Democratização de Acesso A) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: Art. 23 O Plano de Distribuição da proposta deve assegurar a democratização do acesso (Anexo I) aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo: · I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: o a)_no mínimo de noventa por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; o b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; AMPLIAÇÃO DE ACESSO Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso (Anexo I): · II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; · III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;

Ficha técnica

COODENAÇÃO GERAL - INSTITUTO TAMARANA - PROPONENTE ATRIBUIÇÕES DO PROPONENTE: • Selecionar e contratar empresas prestadoras de serviços; • Selecionar e contratar profissionais elencados no orçamento previsto; • Orientar a equipe técnica acerca das ações a serem efetuadas no Projeto; • Remunerar os profissionais envolvidos na execução do projeto; • Efetuar pagamentos de serviços prestados ao Projeto; • Coordenar e fiscalizar as ações do Projeto para que seja cumprida a Legislação vigente; • Organizar as documentações de prestação de contas em conformidade com a Lei; • Responsabilizar-se pelo Projeto em todas as ações administrativas, artísticas e pedagógicas que se fizerem necessárias. PRODUTOR EXECUTIVO LEIRTON MARQUES FORMAÇÃO ACADÊMICA CURSO: GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INSTITUIÇÃO: FACULDADE POSITIVO CONCLUSÃO: 2015 CURSO: ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE FILADÉLFIA CONCLUSÃO: 2007 G.B.A. COAHCING COM PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA INSTITUIÇÃO: FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS/LONDRINA CONCLUSÃO: NOVEMBRO/2019 M.B.A. GESTÃO DE PROJETOS INSTITUTIÇÃO: SENAI/FLORIANÓPOLIS CONCLUSÃO: JULHO/2012 PÓS-GRADUAÇÃO: ECONOMIA DO MEIO AMBIENTE INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CONCLUSÃO: JULHO/2010 DISSERTAÇÃO: MARKETING E SUSTENTABILIDADE: OS DESAFIOS DO MERCADO VERDE PÓS-GRADUAÇÃO: ADMINISTRAÇÃO E MARKETING INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CONCLUSÃO: MARÇO DE 2009 DISSERTAÇÃO: ANÁLISE DA GESTÃO DO MARKETING CULTURAL ATRAVÉS DA LEI ROUANET EM EMPRESAS DO ESTADO DO PARANÁ EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL EMPRESA: HEMIZE CONSULTORIA EM PROJETOS LTDA (HEMIZE PROJETOS) CARGO: SÓCIO-GERENTE – DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS PERÍODO: DESDE 19/02/2016 EMPRESA: CULTURA INTERATIVA S/C LTDA CARGO: SÓCIO-GERENTE – DIRETOR DE MARKETING E PROJETOS PERÍODO: 10/05/2001 A 18/02/2016 EMPRESA: PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDRINHAS PAULISTA CARGO INICIAL: MAESTRO CARGO FINAL: SECRETÁRIO MUNICIPAL DE CULTURA PERÍODO: 03/04/1995 A 31/12/1996 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA CARGO INICIAL: AUXILIAR ADMINISTRATIVO CARGO FINAL: TÉCNICO ADMINISTRATIVO PERÍODO: 15/08/1985 A 30/12/2000 PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS CULTURAIS PONTUAIS REALIZADOS NO PERÍODO DE 2000 a 2020 EVENTO: FESTIVAL DE MÚSICA DE LONDRINA PROMOTOR: GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ CARGO: ASSESSOR TÉCNICO PERÍODO: 1 998 A 2 000 PROJETO: PROGRAMA CULTURA INTERATIVA - TV TAROBÁ PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO CULTURA INTERATIVA CO-PROMOTOR: CULTURA INTERATIVA S/C LTDA PERÍODO: MARÇO DE 2000 JUNHO DE 2004 CARGO: APRESENTADOR PROJETO: MARIMBA SOLO PROMOTOR: JOSÉ MARCELLO DIAS CASAGRANDE PERÍODO: 2001 A 2002 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ESPETÁCULOS DE CHORO PROMOTOR: ROBERTO GUERRA NETTO PERÍODO: 2001 A 2004 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FESTIVAL TRANSITANDO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO VIKING PERÍODO: 2001 A 2009 CARGO: PROJETISTA PROJETO: MÚSICA ERUDITA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO VIKING PERÍODO: DE 2002 A 2006 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA INFANTO-JUVENIL DE CURITIBA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO ESCOLA INTERNACIONAL DE CURITIBA PERÍODO: DE 2002 A 2006 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FRASES DE PARACHOQUES DE CAMINHÃO PROMOTOR: EDVAN ANTUNES PERÍODO: 2006 A 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CONSTRUÇÃO MEMORIAL RANDON PROMOTOR: INSTITUTO ELISABETHA RANDON PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO E CO-PROJETISTA PROJETO: CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL DA SEGURANÇA DO TRANSPORTE NO BRASIL – VOLVO DO BRASIL PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO VIKING PERÍODO: DE 2004 A 2016 CARGO: DISSERTAÇÃO E CO-PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA DE CORDAS SOLIDARIEDADE PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO SOLIDARIEDADE SEMPRE PERÍODO: DE 2004 A 2016 E 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO IMIN PERÍODO: 2008 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FEIRA SHOPPING DE TOLEDO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE INDUSTRIAL DE TOLEDO PERÍODO: DE 2009 ATÉ 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CONSTRUÇÃO DO AUDITÓRIO CULTURAL DA ACIV PROMOTOR: ASSOC. COMERCIAL E INDUSTRIAL DE VERA CRUZ DO OESTE PERÍODO: 2014 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CORAL CONSTRUÇÃO PROMOTOR: INSTITUTO ATSUSHI YOSHII DE PROMOÇÃO À CIDADANIA PERÍODO: 2008 a 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: LIVRO “60 ANOS MOINHO GLOBO” PROMOTOR: ASSOC. FUNCIONÁRIOS DO MOINHO GLOBO PERÍODO: 2014/2015 CARGO: PROJETISTA PROJETO: PLANTÃO MUSICAL PROMOTOR: SOCIEDADE MÉDICA DE MARINGÁ PERÍODO: 2009 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CENTRO CULTURAL PROMOTOR: INSTITUTO DE EDUCAÇÃO INFANTO-JUVENIL PERÍODO: 2000 CARGO: PROJETISTA PROJETO: EXPO JAPÃO PROMOTOR: ASSOC. CULTURAL E ESPORTIVA DE LONDRINA - ACEL PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FESTIVAL KYRIOS PROMOTOR: INSTITUTO ESPERANÇA PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FESTIVAL ANUAL DA CULTURA JAPONESA DE SALVADOR PROMOTOR: ASSOC. NIPPO BRASILEIRA DE SALVADOR PERÍODO: DE 2009 A 2015 CARGO: PROJETISTA PROJETO: JAPAN FEST CULTURAL PROMOTOR: ALIANÇA CULTURAL BRASIL JAPÃO DO PARANÁ PERÍODO: DE 2004 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA SINFÔNICA OS MÚSICOS VOLUNTÁRIOS DE LAGES PROMOTOR: ASSOC. MÚSICOS ORQUESTRA DE LAGES PERÍODO: DE 2012 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ARTE EM CURITIBANOS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO TÂNIA GABOARDI PERÍODO: DE 2010 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CORO CÊNICO-MUSICAL PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ PROMOTOR: PEQUENO COTOLENGO DO PARANÁ PERÍODO: DE 2010 A 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CD MATEUS GONSALES TRIO PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: JUNHO DE 2017 A JULHO DE 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: MEMORIAL FAMÍLIA VENTURELLI PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: FEVEREIRO A JUNHO/2019 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: REVITALIZAÇÃO CIRCO PISKA PISKA PROMOTOR: GILSON MARCOS PEREIRA DE OLIVEIRA PERÍODO: 2016 A 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS E GIBITECAS PARANAENSES PROMOTOR: MÁRIO EUSTÁQUIO JÚNIOR PERÍODO: DE 2016 A 2019 CARGO: PROJETISTA PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS CULTURAIS PERMANENTES – DESDE 2001 PROJETO: BANDA MARCIAL MARCELINO CHAMPAGNAT PROMOTOR: ASSOC. DE PAIS, MESTRES E FUNCIONÁRIOS COLÉGIO ESTADUAL MARCELINO CHAMPAGNAT PERÍODO: DESDE 2001 CARGO: PROJETISTA PROJETO: BANDA MARCIAL GUARDA MIRIM DE LONDRINA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO GUARDA MIRIM DE LONDRINA PERÍODO: DESDE 2004 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CIRCUITO CULTURAL TODAS AS ARTES PARA TODAS AS PARTES PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: DESDE 2004 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: CONSTRUÇÃO DO MEMORIAL DA EVOLUÇÃO AGRÍCOLA PROMOTOR: INSTITUTO JOHN DEERE PERÍODO: DESDE 2015 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: FESTIVAL DE CIRCO DE LONDRINA PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO LONDRINENSE DE CIRCO PERÍODO: DESDE DEZEMBRO 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: DERICO MUSIC TRUCK PROMOTOR: DERICO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA PERÍODO: DESDE DEZEMBRO DE 2017 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ORQUESTRA DE METAIS LONDRINA PROMOTOR: INSTITUTO JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO: DESDE NOVEMBRO/2009 CARGO: PROJETISTA e PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: ISHINDAIKO – O SOM DOS SONS PROMOTOR: INSTITUTO CULTURAL E SOCIAL ISHINDAIKO PERÍODO: DESDE 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: LIVRO ACISAP – 86 ANOS PROMOTOR: ASSOC. COMERCIAL, INDUSTRIAL, SERV. E AGROP. DE SANTA ROSA PERÍODO: DESDE 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ENCONTRO ANUAL DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO PARANÁ PROMOTOR: ACADEMIA DE LETRAS DE TOLETO PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA E PRODUTOR EXECUTIVO PROJETO: BANDA DE MÚSICA 2º COLÉGIO MILITAR DO PARANÁ – LONDRINA PROMOTOR: 2º COLÉGIO ESTADUAL DO PARANÁ – LONDRINA PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ESCOLA DE DANÇA FUNDAÇÃO CULTURAL DE IBIPORÃ – II EDIÇÃO PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO DE PAIS, MESTRES E AMIGOS DO BALLET DA F.C.I. PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: TODAS AS DANÇAS PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO MUSICARTE DE ARTE E CULTURA PERÍODO: DESDE 2010 CARGO: PROJETISTA PROJETO: PALHAÇARIA ITINERANTE – ANO I PROMOTOR: CIA ANJOS DA ALEGRIA DE SOROCABA PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: FUTURO E VIDA: O BOM SUCESSO DA JUVENTUDE PROMOTOR: ARAUTOS DO EVANGELHO – MARINGÁ PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: A VIOLA E O TEMPO PROMOTOR: HERON MATOS PERÍODO: DESDE 2019 CARGO: PROJETISTA PROJETO: BATUQUE NA CAIXA – OFICINAS PROMOTOR: INSTITUTO CULTURAL ARTE BRASIL PERÍODO: DESDE 2001 CARGO: PROJETISTA PROJETO: ARTE EM CENA PROMOTOR: INSTITUTO DE ARTE E CULTURA DE MARINGÁ PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PRODUTOR EXECUTIVO E PROJETISTA PROJETO: ESCOLA DE ARTES INSTITUTO EULÁLIA ZANIN PROMOTOR: INSTITUTO EULÁLIA BARBOSA ZANIN PERÍODO: DESDE 2018 CARGO: PROJETISTA PROJETO: OUTRO SUL CONCERTOS DA ORQUESTRA SANFÔNICA DE PATO BRANCO PROMOTOR: ORQUESTRA SANFÔNICA DE PATO BRANCO PERÍODO: DESDE 2016 CARGO: PROJETISTA PROJETO: CORO CÊNICO UNIDEFI PROMOTOR: UNIÃO DOS DEFICIENTES FÍSICOS DE CAMBÉ PERÍODO: DESDE 2017 CARGO: PROJETISTA PROJETO: MUSEU ESTRADA DE FERRO MADEIRA MAMORÉ PROMOTOR: ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DO CONHECIMENTO PERÍODO: DESDE 2020 CARGO: CO-PROJETISTA/PRODUTOR EXECUTIVO CURADORIA PROJETO EXPOSIÇÕES CASA DE CULTURA JOSÉ GONZAGA VIEIRA PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2004 ATÉ A PRESENTE DATA. LOCAL: LONDRINA – PR CARGO: CURADOR PRÊMIOS e MOÇÕES RECEBIDAS MOÇÃO DE APLAUSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE PEDERINHAS PAULITA-SP ANO: 1996 MOÇÃO DE APALUSOS PREFEITURA MUNICIPAL DE CHAPADA DOS GUIMARÃES-MT ANO: 1997 MEDALHA “ANJO DA GUARDA” ASSOCIAÇÃO GUARDA MIRIM DE LONDRINA ANO: 2018

Providência

PROJETO ARQUIVADO.