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Edição e publicação de um livro que apresenta o patrimônio arqueológico pré-colonial, com especial destaque para a arquitetura monumental do Planalto Serrano e os sítios e materiais do Vale do Rio Uruguai, em Santa Catarina. Para difusão do livro o projeto prevê a impressão e distribuição gratuita de 1.000 exemplares e a disponibilização de versão digital como medidas de acessibilidade, ampliação e democratização do acesso.
Produto: LIVRO TEMÁTICA CULTURAL: Ciências Humanas: Arqueologia TÍTULO: “Povos Originários - Arquitetura monumental e arte indígena pré-colonial no Planalto Serrano e no Vale do Rio Uruguai, em Santa Catarina” DESCRIÇÃO DOS CAPÍTULOS: 1. Desenvolvimento Neste capítulo será descrito com textos, imagens e ilustrações, as ações realizadas para a identificação e preservação das estruturas monumentais e do registro arqueológico do Planalto Serrano e do Vale do rio Uruguai e seus resultados. 2. Histórico da ocupação indígena pré-colonial no Planalto Serrano e no Vale do rio Uruguai, em Santa Catarina. Neste capítulo será descrito brevemente a história indígena pré-colonial do interior catarinense. 3. A arquitetura monumental pré-colonial do Planalto Serrano Neste capítulo serão apresentadas as estruturas arquitetônicas pré-coloniais mais notáveis do Planalto Serrano de Santa Catarina. Serão descritas informações relevantes sobre as estruturas, os dados de localização, as idades, imagens entre outras informações. 4. Os sítios arqueológicos e a arte indígena pré-colonial do Vale do rio Uruguai Neste capítulo serão apresentados os sítios arqueológicos, a partir de dados de localização, imagens fotográficas, cronologia e dados das peças mais notáveis. 5. A preservação do registro arqueológico catarinense Neste capítulo será descrito com imagens e dados os resultados de processos de conservação conduzidos por gestores públicos e privados, comunidades e entidades acadêmicas. 6. Conclusão. 7. Referências. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA • Livre
Objetivo Geral Decreto nº 10.7555/21 Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais O objetivo do projeto é promover a difusão da cultura e do patrimônio arquitetônico das populações indígenas pré-coloniais que habitaram as regiões do Planalto Serrano e Vale do Rio Uruguai, em Santa Catarina, por meio da edição e publicação de um livro, reunindo pela primeira vez os monumentos pré-coloniais mais notáveis e o rico acervo arqueológico, que testemunham a evolução dos povos indígenas, além de suas estruturas arquitetônicas e manifestações artísticas mais importantes e conhecidas até o momento presente, permitindo que seja apreciado e utilizado pela comunidade em geral, comunidade escolar, docentes e discentes de graduação e pós-graduação, gestores culturais, de turismo e pesquisadores. Objetivos específicos Produto LIVRO - Produzir, publicar e distribuir gratuitamente 1000 exemplares do livro "Povos Originários - Arquitetura monumental e arte indígena pré-colonial no Planalto Serrano e no Vale do rio Uruguai, em Santa Catarina"; - Disponibilizar de forma gratuita em websites de entidades parceiras a versão digitalo livro, como medidas de acessibilidade, ampliação e democratização do acesso; - Promover 02 palestras, com duração de uma hora cada, sobre o tema do livro, com gravação em vídeo para difusão gratuita por meio de redes sociais.
Lei 8.313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Pois os grupos humanos abordados neste livro correspondem as diversas sociedades indígenas que habitaram o Planalto Serrano e o Vale do rio Uruguai antes da chegada dos colonizadores europeus. Estes grupos tinham diversas formas de vida. As mais antigas entre 12.000 e 3.000 anos antes do presente viviam da caça e da pesca principalmente, poderiam ter desenvolvimento algum tipo de produção agrícola de pequena escala a partir de 8.000 anos antes do presente. Essas populações confeccionaram pontas de flecha de rochas diversas para caçar animais e outros instrumentos com os que trabalhavam as peles, madeiras e vegetais para fabricar suas casas e objetos necessários para o desenvolvimento humano. Seu registro arqueológico se encontra desde o Planalto e ao longo de todo o Vale do rio Uruguai. Ao redor de 3.000 anos atrás, novos grupos procedentes do Brasil Central se assentaram na região, e com o tempo desenvolveram a arte da cerâmica e a produção de certos cultivos tais como o milho, feijão e abóboras. Para parcelas dessa população que fixou-se no Planalto Serrano, o pinhão das araucárias passou a ter importância fundamental dentro da economia, que era complementada pela caça e a horticultura. Estes novos grupos seriam os antepassados dos Xokleng e Kaingang históricos e atuais, e teriam construído as estruturas monumentais que são os sítios arqueológicos registrados no Planalto Serrano. O último grupo a se fixar antes da chegada dos europeus são antepassados dos Guarani históricos. Chegaram por volta de uns 1.300 anos e ocuparam a região pelo oeste subindo o rio Uruguai. Estes grupos migraram do sudoeste da Amazônia e trouxeram consigo um novo estilo de vida, onde a horticultura era uma atividade fundamental. Dentro de sua cultura material destacam-se as vasilhas de cerâmica (algumas eram pintadas com motivos geométricos, utilizadas para servir e armazenar alimentos e bebidas, algumas serviam também como urnas funerárias) e os machados com que derrubavam a floresta para fazer seus roçados. Desse longo processo de ocupação, a história desses povos ficou, em partes preservada nos sítios arqueológicos que motivam a produção dessa obra. Ela será resultado do conhecimento acumulado, tanto no Vale do rio Uruguai como no Planalto Serrano. _____________________________________________________________________________________________________________________________________________ Lei 8.313/91 Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; Pois até o momento não existe uma obra elaborada por arqueólogos que reúna os monumentos mais notáveis da arquitetura pré-colonial do interior do Estado de Santa Catarina e o importante acervo cultural e artístico gerado pelos povos indígenas do Vale do rio Uruguai desde pelo menos 12 mil anos atrás, portanto esta publicação é planejada para preencher esta lacuna no sentido de envolver um grande público, a partir de textos, de ilustrações, fotografias, croquis, imagens aéreas dos monumentos e de peças arqueológicas de alto valor cultural e artístico que são desconhecidas pelo público em geral, dos gestores culturais e grande parte das comunidades acadêmicas. Esta obra também permitirá observar como as boas práticas de conservação permitem que algumas estruturas monumentais do passado que tem dezenas de séculos, ainda estejam preservadas, demostrando com exemplos como os gestores públicos dos municípios podem identificar e preservar monumentos e sítios ainda desconhecidos. Desta maneira, o livro também contribuirá para a identificação e preservação do patrimônio arquitetônico e do registro arqueológico pré-colonial em geral. Para além de uma ferramenta didática e de gestão patrimonial, difusão cultural, poderá ser utilizado para incentivar o turismo e micro empreendimentos sustentáveis.
Em Editorial (Livros) Declaramos que o projeto cultural é uma produção independente pois o proponente NÃO exerçe, cumulativamente ao menos duas das seguintes funções: • Fabricação de livros ou de qualquer insumo necessário à sua fabricação;• Distribuição de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais; e• Comercialização de livros ou conteúdos editoriais, inclusive em formatos digitais
Produto: LIVRO Editoração · Quantidade 1.000 unidades · Capa dura papelão 2,2 mm de espessura / 4 x 0 cores / verniz total · Formato aberto 420x260 mm + (25 mm lombada) · Formato fechado 210x260 mm · Guarda papel couche fosco 170g / 4 x 4 cores · Miolo 240 páginas (20 cadernos), papel couche fosco 150g / 4 x 4 cores (com verniz BD) · Acabamento costurado
Produto: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA A medida adotada para promover o acesso ao conteúdo será a disponibilização gratuita da publicação em formato digital (e-book) no website da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (link do CEOM https://www.unochapeco.edu.br/ceom); e em sites de difusão acadêmica-científica, a exemplo do site do Programa de Pesquisa Archaeology of Southeastern South America (https://www.assaprogram.com/). A publicação digital é uma medida à acessibilidade física, pois o livro pode ser acessado no espaço e no dispositivo eletrônico mais adequado à pessoa com deficiência. Item da planilha orçamentária: editoração eletrônica, etapa que envolve a produção da versão digital do livro para posterior impressão. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: A medida adotada para promover o acesso ao conteúdo será a disponibilização gratuita da publicação em formato digital (E-book) para que possa ser acessado por softwares leitores de telas e ou tecnologia assistiva, conforme o §2º do Art. 68 da Lei 13.146 de 06 de julho de 2015. Item da planilha orçamentária: editoração eletrônica, etapa que envolve a produção da versão digital do livro para posterior impressão. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: A medida adotada para promover o acesso ao conteúdo será a disponibilização gratuita da publicação em formato digital (E-book) para que possa ser acessado por softwares leitores de telas e ou tecnologia assistiva, conforme o §2º do Art. 68 da Lei 13.146 de 06 de julho de 2015. Item da planilha orçamentária: editoração eletrônica, etapa que envolve a produção da versão digital do livro para posterior impressão. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Além dos textos, a obra contará com fotografias e ilustrações como forma de apresentação do conteúdo. Tanto as fotografias como as ilustrações são formas de apresentação que permite a compreensão do conteúdo de formas diversas. Itens da planilha orçamentária: Fotografia e Ilustrações são os itens inserido na planilha orçamentária referente às medidas que serão adotadas.
Art. 23, IN nº 1/2022- Democratização de Acesso: O Plano de Distribuição do projeto visa assegurar a ampliação do acesso aos produtos, atendendo a alínea A, conforme segue: - 800 exemplares - 80% (oitenta por cento) - exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social e educativo às bibliotecas públicas, educandários das regiões objeto da pesquisa, universidades do Brasil e outras entidades de cunho cultural como museus e centros culturais; - 100 exemplares - 10 % (dez por cento) - para distribuição gratuita por entre incentivadores, patrocinadores e doadores, respeitando o que determina o Art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; - 100 exemplares - 10 % (dez por cento) - para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Art. 24, IN nº 1/2022-- Ampliação de acesso: Em complemento, prevemos a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso I - doação de 60% dos exemplares, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, que é de no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; II - disponibilizar na internet e outras mídias gratuitas o livro em formato digital (e-book) e registro audiovisual das palestras, acompanhado com libras e legendas;
Nome:Mirian Carbonera Fundação: autora e editora da publicação Currículo: Doutora em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Mestre em História pela Unisinos. Especialista em Arqueologia – Processos Interdisciplinares pela URI/Campus de Erechim. Graduada em História pela Unochapecó. É professora titular do Mestrado e Doutorado em Ciências Ambientais da Unochapecó desde 2015, nesta instituição também é responsável pelo Centro de Memória do Oeste de Santa Catarina (CEOM) desde 2011, onde coordena diferentes atividades de pesquisa, preservação e de difusão científica e cultural, também é Editora da Revista Cadernos do CEOM desde 2015. É professora colaboradora do Mestrado em História da UFFS Campus Chapecó. É líder do grupo de pesquisa “Sociedade, cultura e ambiente”. Coordena e integra diferentes projetos dentre os quais destacam-se: de pesquisa arqueológica desenvolvidos em parceria com instituições brasileiras e internacionais, como o Museu de História Natural de Paris e o Ministério da Cultura da Argentina. Coordena e participa de projetos aprovados em editais municipais, estaduais e nacionais, de fomento à cultura e a pesquisa brasileira. Publicou livros como o ‘Antes do oeste: arqueologia e povos indígenas’ em 2011, em parceria com Pedro Ignácio Schmitz; ‘Revelando o Contestado: as fotografias na história da guerra’, em 2015, parceria com Delmir José Valentini, Gerson Witte, Ademir Miguel Salini, André Luiz Onghero; ‘Chapecó 100 anos: histórias plurais’ de 2017, em parceria com Arlene Renk, Ademir Miguel Salini, André Luiz Onghero; ‘A Fundeste e o Ensino Superior: 50 anos de História’, em 2020, em parceria com André L. Onghero, entre outros. Nome: Daniel Loponte Função: autor e editor da publicação Currículo: Graduado em Antropologia com orientação em Arqueologia pela Universidade de Buenos Aires, doutor em Ciências Naturais com orientação para Arqueologia pela Universidade de La Plata. É arqueólogo/antropólogo do Conselho Nacional de Pesquisa Técnica e Científica da Argentina, com local de trabalho no Instituto Nacional de Antropologia e Pensamento Latino-Americano, vinculado ao Ministério de Cultura da Argentina. Coordena e desenvolve atividades de pesquisa e difusão em arqueologia. É editor de revistas científicas (Revista de Antropología del Museo de Entre Ríos; Cuadernos del Instituto Nacional de Antropología), já organizou diferentes eventos com destaque para o Congresso Internacional de Arqueologia da Bacia do Prata. Participa e coordena diferentes projetos de pesquisa. É autor de livros e de dezenas de artigos científicos e de difusão, orienta dissertações de mestrado e teses de doutorado. Publicou os seguintes livros ‘Atlas osteológico de Blastocerus dichotomus (Ciervo de los pantanos)’ em 2004; ‘Entre la Tierra y el Agua’ em 2008, em parceria com Alejandro Acosta; ‘Arqueología del Humedal del Paraná inferior’ em 2008; ‘Arqueología Tupiguarani’ em 2011, em parceria com Alejandro Acosta. Nome: Sérgio Gregório Sartori (dirigente da instiutição proponente) Função: Coordenação Geral Currículo; Possui graduação em Administração pela Universidade do Planalto Catarinense (2014). Sócio administrador e gerente de projetos da produtora Fazer Gestão Cultural Ltda (2013 - atual). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Gerenciamento de Projetos Culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: patrimônio cultural, economia criativa e leis de incentivo. Trabalhou como gerente de projetos culturais na produtora Super Nova Comunicação e Cultura (2004 a 2012) e como ator e dançarino (1995 a 2003). Atualmente é Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação - PROFNIT/UnB. Nome: Públio Sartori Função: Coordenação editorial Currículo: Publicitário e produtor cultural, participou do desenvolvimento e da execução de diversos projetos culturais, dentre os quais a criação do Museu Hering, Blumenau/SC, do Museu dos Clubes de Caça e Tiro de Blumenau/SC, do Museu Tijucas/SC e da exposição cultural de longa duração ‘Lages 250 anos de vila tropeira a cidade polo da Serra Catarinense’, Lages/SC. Possui experiência em produção editorial e de comunicação tendo coordenado diversos trabalhos como as publicações 1ª e 2ª edições do livro ‘A Casa do Planalto Catarinense. Arquitetura rural e urbana nos Campos de Lages, séculos XVIII e XIX’, ‘Fazendas históricas da Coxilha Rica: guia de arquitetura’, ‘Memórias – Associação Rural de Lages’ e ‘Casarão Gallotti – Memória Restaurada’.
Periodo para captação de recursos encerrado.