| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 52815131000120 | ITAU-BBA TRADING S/A | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
| 62418140000131 | Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda | 1900-01-01 | R$ 400,0 mil |
O presente projeto trata das Atividades do Museu de Imagens do Inconsciente através das seguintes ações: realização de exposição (produto principal) a catalogação e fotografação de 30.000 obras do acervo de seu acervo; a restauração de 400 obras; aperfeiçoamento de profissionais e as oficinas nos ateliês de atividades expressivas. Produtos: Exposição de artes, Oficinas e preservação de acervo cultural
O projeto pretende executar as Atividades do Museu de Imagens do Inconsciente / MII, maior coleção do mundo em seu gênero, valorizando assim a cultura nacional. Fundado pela Dra. Nise da Silveira em 1952, reúne atualmente mais de 400 mil obras, das quais 128 mil são tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Sua origem está nos ateliês de pintura e modelagem concebidos pela Dra. Nise como oposição aos tratamentos desumanos e agressivos da psiquiatria tradicional – isolamento, eletrochoque, lobotomia. A humanização do tratamento de pessoas com transtornos mentais e a demonstração da capacidade criativa dessas pessoas é um trabalho pioneiro na psiquiatria mundial que inspirou a Reforma Psiquiátrica brasileira, dotando o país de uma das legislações mais avançadas no mundo nessa área. Desde 2018 a Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente / SAMII, que tem como objetivo principal fomentar projetos que permitam o MII desenvolver suas atividades, passou a buscar requalificar as instalações e as atividades do museu. Pouco tempo depois, a Prefeitura do Rio de Janeiro, criou o Parque Nise da Silveira, onde o Museu está inserido, o que fará com que a atuação do MII seja muito amplificada para a comunidade do entorno que conta com cerca de 180 mil habitantes. Nessa mesma época, o Museu recebeu um edifício contíguo à sua atual sede para que possa aumentar seu espaço exposições e de guarda de acervo. Já foi feito um projeto de arquitetura, prevendo a ligação entre os dois prédios, dando acessibilidade aos visitantes, o que até hoje o Museu não tem. Está em curso a montagem de um projeto, para o BNDES, para a realização da obra civil, mas, enquanto isso não acontece, projetos vêm sendo desenvolvidos (através de emendas parlamentares), sobretudo na área da museologia: catalogação, fotografação, restauração e conservação das obras do acervo, assim como o tratamento técnico do Arquivo Nise da Silveira com mais de 8.000 documentos, inscrito como Memória do Mundo pela UNESCO. Os ateliês também estão desenvolvendo projetos com seus frequentadores. O projeto se compõe de: Exposições presencial e virtual a partir do acervo preservado do museu.Preservação de acervo cultural com catalogação, fotografação e reacondicionamento do acervo e restauração de obras. Das 128 mil obras que compõem o acervo do MII tombado pelo IPHAN, 49 mil já se encontram registradas e catalogadas. O processamento museológico das obras é baseado na documentação museológica - registro, catalogação e pesquisa, sem o qual é impossível referenciar a obra - seja em sua localização física ou simbólica no acervo. Esse processo inclui o registro digital da obra e sua inclusão em um banco de dados, permitindo assim a melhor salvaguarda do acervo (diminuição do manuseio), segurança (identificação e localização permanente) e democratização de acesso (digitalização e disponibilização na internet). O projeto, portanto, prevê promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial através da catalogação, fotografação e reacondicionamento de 30 mil obras, o que implica na aquisição de equipamentos e mobiliário adequados e na reestruturação de espaços, em especial de sua Reserva Técnica. O Art. 39 do Estatuto dos Museus, dispõe sobre a obrigatoriedade dessa ação e a classificação de seu resultado como patrimônio arquivístico de interesse nacional. O Arquivo Pessoal Nise da Silveira / APNS está intrinsecamente ligado à história e à constituição do acervo do MII. Seus documentos revelam a trajetória de constituição e desenvolvimento da coleção, acompanha a ressonância social das ações do Museu desde sua fundação, documenta e fundamenta os principais feitos - exposições, publicações, documentários. Será concluída a digitalização, catalogação e inserção em base de dados do APNS. Devido ao grande volume do acervo (400 mil obras) e sua característica - muitas das obras criadas sobre suportes não convencionais para produtos artísticos tais como papéis de má qualidade ou tintas obtidas com misturas inusitadas, utilização de embalagens recicladas ou tecidos usados, aplicação de técnicas não convencionais, provocaram como resultado um grande número de obras passíveis de restauração. Mais recentemente os frequentadores dos ateliês de atividades expressivas do MII têm utilizado suportes e técnicas mais duráveis e de mais fácil conservação. O Museu tem como política sempre solicitar a restauração de obras como contrapartida para seus empréstimos ou cessão de imagens, o que tem resultado em um volume considerável de obras recuperadas. O projeto prevê contemplar 400 obras que necessitam de cuidados específicos nessa área. Oficinas - Ateliês de atividades expressivas - A coleção do Museu nasceu e deve seu crescimento ao funcionamento de seus ateliês de atividades expressivas, oferecidas para pessoas que necessitam de cuidados na área da saúde mental, estimulando a expressão cultural de diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. O destaque do MII nessa área levou-o a um reconhecimento social sobre sua importância na pesquisa e divulgação de assuntos relativos à essa área, tornando-o uma referência. Isso tem contribuído para que o MII seja um importante ator na política de inclusão social e na promoção da diversidade, aliando ao cuidado terapêutico e emprego de formas humanitárias e pioneiras de tratamento à divulgação das potencialidades e talentos das pessoas que sofrem de transtornos mentais. Essas pesquisas têm trazido contribuição social, mas também científica no que diz respeito ao conhecimento da psique humana e suas necessidades, apontando para o equilíbrio emocional e o bem estar social. A requalificação dos ateliês, com a aquisição de mobiliário e material adequados, impulsiona a produção e a difusão cultural e científica bem como o treinamento e aperfeiçoamento de profissionais e o diálogo com artistas residentes são focos dessa seção do Projeto, que vai cuidar da parte imaterial desse patrimônio complexo e multidimensional que é o Museu de Imagens do Inconsciente.
Objetivo GeralO presente projeto tem por objetivo de executar Atividades do Museu de Imagens do Inconsciente / MII, maior coleção do mundo em seu gênero, valorizando assim a cultura nacional. A proposta do presente projeto é dar, além das atividades fins do museu, um passo a mais no sentido da governança e sustentabilidade do Museu, preparando-o para o novo patamar inserindo-o no rol dos Museus adaptados ao século XXI em termos dos princípios da moderna museologia, guardião que é da maior coleção no mundo desse tipo de produção. Incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, de maneira integral, transcritos abaixo:Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial;V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos específicos:PRODUTO PRESERVAÇÃO DE ACERVO - Receber cerca de 400 pessoas para visitação ao acervo restaurado;PRODUTO OFICINAS - Atender 20 pessoas nas oficinas semanais como ateliers permanentes;PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES - Realizar 01 exposição virtual (com obras catalogadas e restauradas) e uma exposição presencial com os trabalhos resultantes das oficinas, com cerca de 03 meses de duração;PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES - Receber um público de cerca de 7.000 pessoas em 01 exposição presencial;PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES - Obter cerca de 20.000 visualizações em 01 exposição virtual;PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES - Realizar 01 palestra em plataforma digital voltadas para cerca de 100 professores, a partir dos conteúdos das exposições virtuais.
O acervo do Museu de Imagens do Inconsciente, maior coleção do mundo em seu gênero, possui obras de artistas consagrados nas artes visuais brasileiras. O reconhecimento da qualidade dessas obras tem feito do MII um ator importante na redução de estigmas das pessoas portadoras de transtornos mentais, contribuindo fortemente para a inclusão social de uma comunidade extremamente rejeitada. O MII oferece um método onde o afeto, o respeito à individualidade, a criatividade e a liberdade são utilizadas como meios para o tratamento de transtornos e para a superação de problemas ligados à saúde mental. O resultado desse processo e os conhecimentos gerados pelas pesquisas aí desenvolvidas estão ao alcance de toda a sociedade, já que se baseiam em conceitos que repousam sobre valores profundamente humanos, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Com a criação da Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente / SAMII em 1974, o Museu passou a contar com um mecanismo de apoio que resultou na celebração de importantes projetos. Ao longo de sua trajetória de mais de 45 anos, a SAMII realizou diversos convênios com entidades públicas e privadas, cujos resultados alavancaram o Museu e permitiram a realização de inúmeras iniciativas tais como: mais de 200 exposições no Brasil e no exterior; cerca de 50 publicações, além de documentários, vídeos e filmes, seminários,conferência, cursos. A partir daí, a equipe ocupou-se em identificar, tratar e organizar o acervo existente, consolidando as informações, produzindo e reunindo documentos dos diversos setores de atividade, produzindo material de divulgação e de comunicação. Esse tratamento do acervo histórico transformou-se em um programa perene do Museu, estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais. Durante esse período os ateliês de pintura e modelagem continuaram seu funcionamento e mesmo ampliaram suas atividades, envolvendo terapeutas, pesquisadores, estudantes e artistas que geraram grande volume de pesquisas _ e de novas obras. Novos criadores se consolidaram, e hoje, alguns com mais de 20 anos de frequência no ateliê já são reconhecidos, participando inclusive de Bienais e mostras importantes de arte, fomento dessa maneira a produção cultural e artística. O Museu de Imagens do Inconsciente é a maior e mais diferenciada coleção do mundo em seu gênero. As peculiaridades de sua coleção fazem desse patrimônio uma joia especial do universo museológico brasileiro. Ao implantar um tratamento humanitário baseado na expressão artística do ser humano, a Dra. Nise da Silveira nos legou uma instituição que não para de crescer e que, como resultado das pesquisas desenvolvidas nesse acervo, lançam luzes sobre assuntos ainda pouco conhecidos da ciência e aponta para a necessidade de usar a liberdade e a criatividade como caminhos para alcançar o bem estar social. Esses valores são universais, o que imprime ao MII uma dupla característica: patrimônio local e patrimônio da humanidade. Dando voz a um grupo social que experimentou a extrema exclusão, as exposições do Museu apontam para a redução de estigmas e para a mudança de paradigmas da sociedade em relação aos transtornos psíquicos e seus portadores.Não tem sido fácil cuidar de um patrimônio tão rico. O Museu, ao longo de sua trajetória, tem enfrentado grandes dificuldades pela própria característica do local onde se originou - o hospício, situado em um subúrbio, longe da concentração cultural da cidade, um museu modesto, com um acervo riquíssimo criado por pessoas modestas. Cercado pelos muros do asilo durante 50 anos, não é difícil perceber as dificuldades geradas por esse estigma de reclusão, um museu solidário com sua comunidade. Com o advento da Reforma Psiquiátrica, as mudanças no tratamento trouxeram novos ares para o museu e sua clientela, que hoje são pessoas no exercício de sua cidadania. Apesar dos esforços da SAMII em seus 46 anos de existência, chegou-se agora a um patamar onde torna-se necessário um salto de qualidade nos eixos de atuação do Museu:â—? Salvaguarda do acervo de obras, com a execução de projetos arquitetônicos, de gerenciamento de riscos, de acondicionamento adequado incluindo climatização e gestão informatizada. Nesse item, é fundamental o registro e catalogação das obras, cujo inventário é, segundo o Estatuto dos Museus, "patrimônio de interesse nacional".â—? Garantia do desenvolvimento das pesquisas e do funcionamento dos ateliês terapêuticos, que atendem a uma comunidade específica com um método específico ainda não disponível na rede pública. Um dos pontos do Projeto é alcançar o patamar que permita ao Museu constituir-se como um centro de formação e capacitação de técnicos para atuação na saúde mental.â—? Comunicação - Ampliação e democratização do acesso público ao acervo e aos conteúdos gerados a partir dele, fruição das obras de arte e interlocução junto à sociedade para transmissão dos conhecimentos sobre o bem estar social baseado em princípios de inclusão, diversidade cultural, meio ambiente, ecologia e sustentabilidade. Nas palavras da museóloga, Profa. Dra. Teresa Scheiner, "o Museu de Imagens do Inconsciente é um museu especial, "um museu da paixão, que toca o homem profundamente, elevando-o às alturas ou fazendo-o enfrentar o abismo [...]. Que apresenta as entranhas do homem, e não apenas a superfície, que fala da luta e do medo, da dor e da coragem, do sangue e das lágrimas, da angústia e do riso [...] que não suporta o meio termo, a conciliação, a mediocridade travestida em virtude [...]. Um museu vinculado à estética da criação como ontológica, cuja beleza é intensiva e se dá na relação, povoada de afetos". Contribuindo para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. O projeto se coaduna com os seguintes incisos do Art. 1° da Lei 8313/91:I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;VI _ preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O projeto atinge aos seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91:II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.
PLANO DE DIVULGAÇÃOAssessoria de imprensaPostagens nas redes sociais da instituiçãoPublicações no site da instituição
Produto principal – exposição de artesPresencial - 01 exposição presencial com os trabalhos resultantes das oficinas com duração de 06 mesesVirtual – 02 exposições virtuais com cerca de 150 obras (cada) do acervo do MII. As exposições serão acompanhadas de 01 conversa (cada) virtual voltada para professores. Produto secundário– Preservação de acervo culturalDuração de 01 ano com catalogação e reacondicionamento do acervo (30.000 0bras) e restauração de obras (400 peças) Produto secundário– oficinasOficinas / ateliês de atividades expressivas, oferecidas para 40 pessoas que necessitam de cuidados na área da saúde mental, acompanhados pelo MII, 02 vezes por semana, com duração de cerca e 2 horas/dia
Produto principal – exposição de artesExposição presencial –Acessibilidade deficientes físicos – o MII é acessível para deficientes físicosRubrica: não se aplica pelo espaço já ser acessível Acessibilidade deficientes visuais – a visitação ao espaço será mediada por monitoresRubrica: monitores R$ 6.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos – a visitação ao espaço contará com intérpretes de LibrasRubrica: intérprete de Libras – R$ 6.000,00 Exposição virtualAcessibilidade deficientes físicos – não se aplica Rubrica: não se aplica por ser de acesso virtualAcessibilidade deficientes visuais – contaremos com serviços de audiodescrição Rubrica: audiodescrição R$ 4.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos – serviços de legendagemRubrica: legendagem – R$ 4.000,00 Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos – as ações nas exposições já contam com equipe capacitada para atender este públicoRubrica:consultor de acessibilidade R$6.000,00 - rubrica inserida no produto Exposição de Artes. Produto secundário– Preservação de acervo culturalAcessibilidade deficientes físicos – o MII é acessível para deficientes físicos Rubrica: não se aplica pelo espaço já ser acessível Acessibilidade deficientes visuais – a visitação ao espaço será mediada por monitoresRubrica: monitores R$ 12.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos – a visitação ao espaço contará com intérpretes de LibrasRubrica: consultores– R$ 6.000,00 Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos – as ações nas visitações já contam com equipe capacitada para atender este públicoRubrica:consultor de acessibilidade R$6.000,00 - rubrica inserida no produto Exposição de Artes, mas que vai atender a todos os produtos . Produto secundário – oficinasAcessibilidade deficientes físicos – o MII é acessível para deficientes físicos Rubrica: não se aplica pelo espaço já ser acessível Acessibilidade deficientes visuais – as oficinas com monitoresRubrica: monitores R$ 6.000,00 Acessibilidade deficientes auditivos – oficinas com intérpretes de LibrasRubrica: intérprete de Libras – R$ 6.000,00 Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos – grande parte do público das oficinas já se encontra neste grupo e as ações são elaboradas para atendê-los com toda a equipeRubrica:consultor de acessibilidade R$6.000,00 - rubrica inserida no produto Exposição de Artes, mas que vai atender a todos os produtos
Produto principal – exposição de artesO produto é totalmente gratuitoInciso /medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas Produto secundário– Preservação de acervo cultural O produto é totalmente gratuitoInciso /medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas Produto secundário – oficinasO produto é totalmente gratuitoInciso /medida do art. 24 da IN nº 01/2022 abaixo será adotada no projeto:III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas
EURÍPEDES JUNIOR – coordenador geral e administrativo-financeiroVice-presidente da Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente. Trabalhou com Nise da Silveira no Museu de Imagens do Inconsciente a partir de 1975, onde ao lado de uma equipe produziu documentários, publicações, cursos e exposições. Com bacharelado em Música (Universidade Federal do Rio de Janeiro), é Doutor em Museologia e Patrimônio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/Museu de Astronomia), defendeu atese “Do asilo ao Museu: ciência e arte nas coleções da loucura”. Atualmente é curador da coleção de esculturas do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram. LUIZ CARLOS MELLO - curadorDiretor do Museu de Imagens do Inconsciente há 25 anos, foi o principal colaborador da Dra. Nise da Silveira, com quem trabalhou de 1974 até seu falecimento. Ao lado da mestra realizou exposições nacionais e internacionais, dirigiu 15 documentários científicos. Publicou o livro Nise da Silveira caminhos de uma psiquiatra rebelde, a maior e mais completa biografia sobre a criadora do Museu. Atualmente desenvolve pesquisas para exposições e publicações, e um projeto de expansão para a instituição em conjunto com a Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente. CHRISTINA GABAGLIA PENNA – coordenadora técnicaFormada em História da Arte [UERJ] e mestre em Museologia e Patrimônio (UNIRIO). Responsável pela catalogação da obra de Oswaldo Goeldi e de Belmiro de Almeida. De 1979 a 2005, trabalhou no Projeto Portinari, como responsável pela catalogação das 5.000 obras de Candido Portinari [1903-1962] e 30.000 documentos, e pela organização da publicação “Candido Portinari - Catálogo Raisonné, primeira no gênero na América Latina. Como curadora, idealizou e produziu diversas exposições, no Brasil e no exterior, além de publicações sobre o artista. Desde 2006, é sócia da Hólos Consultoria e Assessoria, que desenvolve projetos nas áreas de conservação bens culturais: restauro do Theatro Municipal do Rio, Palácio Guanabara e Laranjeiras, painéis Guerra e Paz, Sítio Burle Marx, Museu Nacional de Belas Artes, Estações Ferroviárias de Barra do Piraí e de Paulo de Frontin; exposições - Eliseu Visconti, Facchinetti, Amador Perez; catalogação de acervos: Eliseu Visconti, Arthur Bispo do Rosario, Roberto Burle Marx, Tunga. publicações - Nise da Silveira: caminhos de psiquiatra rebelde, Aves do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, As Flores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Eliseu Visconti, Cartas a Spinoza, de Nise da Silveira e programas educativos - Igreja da Sé, Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Tom Jobim – Música e Natureza; etc. Produziu por 10 anos a PULSAR – Cia de Dança. Desde 2012. Colabora com o Museu de Imagens do Inconsciente, sendo hoje Secretária Geral da Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente. Desde 2017, colabora também com o Museu Bispo do Rosario Arte Contemporânea. PRISCILLA ARAUJO ALMEIDA MORET – coordenadora da catalogaçãoMestre em Museologia e Patrimônio pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO (em curso).Especialização em preservação e Gestão do Patrimônio Cultural das Ciências e da Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (2014); Graduação em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO (2011); Museóloga no Museu de Imagens do Inconsciente/Instituto Municipal Nise da Silveira (2011 - atual). Perita de Obras de Arte e Antiguidades credenciada pelo Ministério da Fazenda (2015-2017). Consultoria e Coordenação do Processo de Catalogação no Projeto de Preservação e Divulgação do Acervo do Museu de Imagens do Inconsciente (2020 - atual). JADDY PAROVSZKY - produçãoGraduada (2020) em Museologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Membro do Grupo de Estudos e Pesquisa do CNPq em Museologia, Conhecimentos Tradicionais e Ação Social (GEMCTAS) e do Núcleo Multidimensional de Gestão do Patrimônio e de Documentação em Museus (NUGEP), ambos vinculados a UNIRIO.Assessora da Sociedade Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.