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O projeto consiste na itinerância da exposição "O Corpo na linha de borda" a 3 cidades brasileiras. A exposição original foi realizada em Curitiba, durante o período de 23 de novembro de 2021 a 22 de fevereiro de 2022, sendo que a produção das obras aconteceu em um espaço compartilhado de criação no MuMA _ Museu Municipal de Arte durante 10 dias. Dentro desse espaço compartilhado cada artista teve sua área de produção com mobiliários e acessórios necessários e sob sua responsabilidade. Prevemos a produção de catálogo físico e versão para ebook (acesso gratuito), palestras e oficinas.
A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 3 exposições, em 3 cidades/espaços expositivos já citados, com a participação de 12 artistas paranaenses. Serão 60 dias em cada cidade. Os 3 espaços escolhidos e confirmados por cartas de interesse anexadas estão abertos para visitação 6 dias por semana. B) Produto CATÁLOGO: Produzir, publicar e distribuir gratuitamente 4.500 catálogos com o resultado da exposição e registro em fotos e textos, sendo 1.500 unidades para cada cidade. Haverá também a versão em ebook, para acesso gratuito. C) Produto OFICINAS/CONTRAPARTIDA SOCIAL: Ministrar 5 oficinas em cada cidade, sendo 1 por dia em espaço de 7 dias entre uma e outra, sobre o desenvolvimento do potencial e capacidades dos participantes através do bordado, recorte, costura, amarrações, incentivando assim um novo olhar para materiais tão conhecidos e para experimentar novas soluções com os mesmos. Cada oficina terá duração de 3 horas (20 minutos de intervalo), para 20 participantes que receberão um pequeno kit individual (agulhas, tesoura, linhas e lãs) e material coletivo contendo: retalhos em vários formatos de tecidos variados. As oficinas serão direcionadas para cidadãos de comunidades de baixa renda, em situação de risco e/ou grupo de trabalhadores. D) Produto PALESTRAS/CONVERSAS COM ARTISTAS 5 Palestras em cada cidade, destacando uma abordagem histórica sobre: 1) as relações entre arte, têxtil, artesania, artesanal como fazeres sempre inacabados e com suas fronteiras semoventes, o que é e o que não é arte; 2) as especificidades conceituais, formais, processuais e tecnológicas que diferenciam e determinam a identidade da(s) linguagem(ns) visual(ais) e da produção manual na atualidade. 3) As relações que se estabeleceram na dinâmica de trabalho em espaço compartilhado; problemas, interferências, as visitas do público e seus questionamentos, ser observado, os prazos e a relação do espaço físico na execução da obra. As palestras terão a duração aproximada de 90 minutos, nas salas de convívio dos espaços expositivos, e terão como público alvo estudantes, artistas, artesãos e educadores.
OBJETIVOS GERAIS O Objetivo Geral é realizar uma exposição em 3 espaços públicos (Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba; Museu Bispo do Rosário, no Rio de Janeiro e Instituto Juarez Machado, em Joinville). Participarão12 artistas parananenses _ sendo 1 convidada. O projeto original foi realizado no Museu Municipal de Arte em Curitiba, durante o período de 23 de novembro de 2021 a 22 de fevereiro de 2022, ocasião em que percebemos concretamente os resultados atingidos. Em sua primeira edição, o projeto consistiu em um espaço compartilhado de criação durante 10 dias, e a exposição com o resultado das obras produzidas durante 3 meses. Portanto, com total segurança, listamos os seguintes incisos do Art. 2 Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; - A visibilidade dada à Arte Contemporânea Têxtil como linguagem artística, apresentando trabalhos de artistas que, ao explorarem distintos materiais e procedimentos encontram na trama uma possibilidade para suas poéticas. - A reflexão promovida sobre o estado da arte da pesquisa, os novos procedimentos e matérias na arte contemporânea e suas relações conceituais, metodológicas e mercadológicas, assim contribuindo para a formação de uma sensibilidade e pensamento crítico do público em relação à produção, circulação e acesso à arte-têxtil contemporânea. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; - A possibilidade de investigar o têxtil tanto no território nacional, os diversos ofícios e saberes ligados à produção da matéria-prima, léxicos relacionados, crenças e interpretações locais das narrativas culturais até as relações assimétricas e pouco harmoniosas da cultura mais vernácula com a obra têxtil, de modo a borrar as fronteiras entre as memórias de ontem, de hoje e projeções futuras - A oportunidade de problematizar conceitos e classificações históricas da arte e da artesania e entendimentos construídos historicamente que hierarquizam as artes: em maiores e menores, popular, erudita etc., contribuindo assim para a criação de uma base de dados que contemple a produção nacional voltada à valorização do sistema de arte com base no têxtil. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; A promoção de pesquisas do campo da arte com o propósito de estruturar e promover rotas e rodas artísticas e tecnológicas ou parcerias, que ressignifiquem a história da arte através dos ofícios e a arte têxtil por meio das pesquisas de novos e velhos materiais. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - A possibilidade de tornar público, nas ações que englobam as oficinas e rodas de conversa/palestras, aspectos que relacionam arte têxtil, história, registro, comunicação e sustentabilidade, ampliando as reflexões sobre o fazer, ser, estar no mundo, assim como a abrangência ontológica da própria produção. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 3 exposições, em 3 cidades/espaços expositivos já citados, com a participação de 12 artistas paranaenses. Serão 60 dias em cada cidade. Os 3 espaços escolhidos e confirmados por cartas de interesse anexadas estão abertos para visitação 6 dias por semana. B) Produto CATÁLOGO: Produzir, publicar e distribuir gratuitamente 4.500 catálogos com o resultado das exposições e registro em fotos e textos, sendo 1.500 unidades para cada cidade. O catálogo terá versão em Ebook com acesso gratuito. C) Produto OFICINAS/CONTRAPARTIDA SOCIAL: Ministrar 5 oficinas em cada cidade, sendo 1 por dia em espaço de 7 dias entre uma e outra, sobre o desenvolvimento do potencial e capacidades dos participantes através do bordado, recorte, costura, amarrações, incentivando assim um novo olhar para materiais tão conhecidos e para experimentar novas soluções com os mesmos. Cada oficina terá duração de 3 horas (20 minutos de intervalo), para 20 participantes que receberão um pequeno kit individual (agulhas, tesoura, linhas e lãs) e material coletivo contendo: retalhos em vários formatos de tecidos variados. As oficinas serão direcionadas para cidadãos de comunidades de baixa renda, em situação de risco e/ou grupo de trabalhadores D) Produto PALESTRAS/CONVERSAS COM ARTISTAS 5 Palestras em cada cidade, destacando uma abordagem histórica sobre: 1) as relações entre arte, têxtil, artesania, artesanal como fazeres sempre inacabados e com suas fronteiras semoventes, o que é e o que não é arte; 2) as especificidades conceituais, formais, processuais e tecnológicas que diferenciam e determinam a identidade da(s) linguagem(ns) visual(ais) e da produção manual na atualidade. 3) As relações que se estabeleceram na dinâmica de trabalho em espaço compartilhado; problemas, interferências, as visitas do público e seus questionamentos, ser observado, os prazos e a relação do espaço físico na execução da obra. As palestras terão a duração aproximada de 90 minutos, nas salas de convívio dos espaços expositivos, e terão como público alvo estudantes, artistas, artesãos e educadores, podendo abrigar 100 participantes em cada uma.
Este grupo tem um considerável caminho percorrido no âmbito do estudo sobre a arte nas suas diversas possibilidades expressivas, assim, dando continuidade às investigações no que concerne a valorização da matéria têxtil, tem como fonte a poética de artistas brasileiros como: Arthur Bispo do Rosário, Leonilson, Noberto Nicola, Lia Menna Barreto, Leda Catunda, Edith Derdyk, Rosana Paulino, entre outros. Propor um espaço compartilhado para convívio e criação artística dentro de uma instituição de arte como o museu, se configurou em uma ação, para os artistas envolvidos neste projeto de grande valia, como foi constatado na primeira edição no Museu Municipal de Arte em Curitiba. Normalmente frequentamos o museu, sozinhos ou em grupo, para visitar e permanecer determinado espaço de tempo, por muitas vezes sem que o outro partilhe das reflexões desse momento. A experiência coletiva de criar fora de seu ateliê individual e em proximidade com o outro é se colocar em relação ao outro, desafio contemporâneo amplamente discutido na sociedade. É da prática do artista viver novas experiências na sua criação. O surgimento das residências artísticas, que se torna mais evidente a partir do iniÌ?cio da deÌ?cada de 1990, trouxe a possibilidade de se criar em um espaço novo com a interação de outros criadores. As constantes conversas, leituras coletivas e visitas programadas de outros artistas e estudantes para visitas guiadas ou palestras, certamente trarão um upgrade na produção criativa que o artista em seu espaço isolado teria outro tempo de apreensão de conhecimento. Não se trata de experiência comportamental, mas sim de um viver na contemporaneidade. Se trata de romper fronteiras físicas para que as novas conexões não estejam somente no ambiente virtual. Ao se criar esse espaço especificamente para a produção artística, a experiência da proximidade, da complexidade e da diversidade potencializa e ressignifica o valor das relações entre arte e vida. O têxtil é uma evocação constante para o pintor. A Pintura, ao expandir-se, leva consigo essa inscrição. Do pelo dos pincéis, seja de origem animal ou vegetal, ao suporte da pintura, a natureza dos materiais é têxtil. É frequente falar-se em tela quando nos referimos a uma obra de pintura. A palavra tela, vinda do latim refere-se a fio, tecido, teia, teia de aranha, etc. Quanto à utilização do termo tela, mesmo para o caso de televisor, também leva ao sentido de tecer, fazer tecido, entrelaçar. Na área do vestuário refere-se a peça de vestuário; roupa, traje, vestido. Em anatomia geral significa membrana fina; rede, tecelagem. Na indústria do papel refere-se a mesa de fabricação da máquina de papel, constituída por uma tira sem-fim de malha metálica fina e delicada. Em pintura, por fim, trata-se de tecido especialmente preparado e preso a um chassi, sobre o qual se pintam quadros. Baseando-nos nas experiências pessoais das artistas que costuram este projeto, a materialidade têxtil é o fio condutor para a realização de experiência de trabalho e uma exposição coletiva. Por isso, é importante compreender claramente essa concepção sobre a matéria dita têxtil: a princípio, algo que pode ser dividido em fibras para dar origem a um tecido; fios, lãs, barbantes, tecelagens; de origem natural (animal e vegetal), os sintéticos (fibras petroquímicas), mineral (fios de amianto), artificiais (fibras celulósicas e protéicas). E a partir do fio, a urdidura e trama. Depois, na troca de ideias e organização dos argumentos do projeto estabeleceu-se que a trama é o termo que melhor contempla a análise das produções artísticas que encontram consonância neste projeto. Pesquisar a matéria têxtil em processos artísticos tornou-se prática comum para muitos artistas visuais, por exemplo, os tecidos, como vestimentas, que acompanham a humanidade desde sempre. Evidentemente, hoje, há grande liberdade de técnicas e uso de materiais pelos artistas. E, como se destacou anteriormente, desde os anos 70, os artistas brasileiros vêm percebendo o quanto as práticas e materiais de uma tradição cultural popular são ricas. Essa situação só se intensificou nos anos 80 e 90 e isso, aliado à busca da "lei interna" da matéria, trouxe para o circuito artístico brasileiro erudito a tradição dessas práticas e materiais. Ou seja, junto com o conjunto tecido-linha-agulha incorporou-se à tradição doméstica da costura; com o vime e a corda trançados, a tradição da cestaria; com a madeira semi-bruta, a tradição da marcenaria, principalmente dos santeiros. Os trabalhos de artistas como Leonilson e Lia Menna Barreto explicitam isso, pois eles não se apoiaram descomprometidamente na técnica da costura, suas obras manifestam a necessidade deles entrarem na lógica interna de tal prática: de um modo de fazer repetitivo, quase compulsivo, que exige paciência, e com um acabamento próprio da "boa costureira". Agindo mais no mundo e com o mundo do que propriamente sobre o mundo, esses artistas igualmente estão se apropriando de uma inteligência ou de uma racionalidade que é anterior a eles, e da qual não apenas se apropriam, mas a ela se integram. Suas produções incorporam à arte brasileira contemporânea justamente uma tradição artesanal não-erudita existente no país, uma tradição ainda não extinta, apesar (ou por causa) do processo de industrialização descontínuo e cheio de vácuos pelo qual o Brasil vem passando há décadas. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível para a realização deste projeto, que se enquadra em todos os critérios exigidos pela legislação atual, propiciando a produção, discussão, a exposição e compartilhamento com o público de iniciativa inovadora e consistente dentro do panorama das artes visuais no Brasil. Os recursos oriundos do incentivo permitirão a produção responsável, a geração de oportunidades profissionais e o impulsionamento de novos agentes culturais. Isto posto, atingiremos os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 transcritos abaixo: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Ao ofertar, em cada cidade, 5 oficinas, 5 palestras - com o intuito de tornar acessível o conhecimento da arte têxtil, seu processo produtivo e sua conceituação enquanto arte _ além de oferecer 60 dias de exposição em cada espaço expositivo. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Levar o público a conhecer o processo produtivo e mostrar a realização das obras de 12 artistas paranaenses, exibindo-as em espaços expositivos de grande visibilidade nas cidades de Joinville, Rio de Janeiro e na própria capital paranaense. IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Trazendo ao circuito artístico brasileiro a Arte Contemporânea Têxtil como linguagem artística, apresentando trabalhos de artistas que, ao explorarem distintos materiais e procedimentos encontram na trama uma possibilidade para suas poéticas, relacionando arte têxtil, história, registro, comunicação e sustentabilidade. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; na medida em que demonstra a tradição artesanal não-erudita existente no país, uma tradição ainda não extinta, apesar (ou por causa) do processo de industrialização atual. Ao mesmo tempo, atingiremos o seguinte objetivo do Art. 3° da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Proporcionando ao público 3 exposições em espaços expositivos conhecidos do grande público.
O grupo de artistas decidiu apresentar este projeto novamente na cidade de Curitiba/PR em função do belo resultado interativo entre artistas e público através das ações, exposição e contrapartidas. O direcionamento para a reapresentação, desta vez, no Museu Oscar Niemeyer vem do grande público que esta instituição recebe mensalmente e pela abrangência positiva que será gerada. Anexamos, em Informações Adicionais, mostra das obras produzidas pelas artista neste primeiro coworking, bem como link gratuito para a leitura do Primeiro catálogo/caderno.
A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: As exposições, em cada uma das cidades, conta com a participação de 12 artistas paranaenses. Serão 60 dias em cada cidade. Os 3 espaços escolhidos e confirmados por cartas de interesse anexadas estão abertos para visitação 6 dias por semana. B) Produto CATÁLOGO: 4.500 catálogos com o resultado da exposição e registro em fotos e textos, sendo 1.500 unidades para cada cidade, com as seguintes especificações: CAPA: 31,2x21cm, 4x0 cores em TRIPLEX 300g. GUARDAS: 4 pgs, 30x21cm, 4 cores em OFFSET 150g. MIOLO: 144 pgs, 15x21cm, 4 cores em OFFSET 120g. Lombada:12mm, Refile, Laminação Fosca, Nº Lado(s) 1(CAPA), Capa Dura, Dobrado(MIOLO), INTERCALAÇÃO AUTOMÁTICA(MIOLO), Costurado(MIOLO) C) Produto OFICINAS/CONTRAPARTIDA SOCIAL: Serão 5 oficinas em cada cidade, sendo 1 por dia em espaço de 7 dias entre uma e outra, sobre o desenvolvimento do potencial e capacidades dos participantes através do bordado, recorte, costura, amarrações, incentivando assim um novo olhar para materiais tão conhecidos e para experimentar novas soluções com os mesmos. Cada oficina terá duração de 3 horas (20 minutos de intervalo), para 20 participantes que receberão um pequeno kit individual (agulhas, tesoura, linhas e lãs) e material coletivo contendo: retalhos em vários formatos de tecidos variados. As oficinas serão direcionadas para cidadãos de comunidades de baixa renda, em situação de risco e/ou grupo de trabalhadores D) Produto PALESTRAS/CONVERSAS COM ARTISTAS Serão 5 Palestras em cada cidade, destacando uma abordagem histórica sobre: 1) as relações entre arte, têxtil, artesania, artesanal como fazeres sempre inacabados e com suas fronteiras semoventes, o que é e o que não é arte; 2) as especificidades conceituais, formais, processuais e tecnológicas que diferenciam e determinam a identidade da(s) linguagem(ns) visual(ais) e da produção manual na atualidade. 3) As relações que se estabeleceram na dinâmica de trabalho em espaço compartilhado; problemas, interferências, as visitas do público e seus questionamentos, ser observado, os prazos e a relação do espaço físico na execução da obra. As palestras terão a duração aproximada de 90 minutos, nas salas de convívio dos espaços expositivos, e terão como público alvo estudantes, artistas, artesãos e educadores.
A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As exposições acontecem em 3 espaços já consagrados por suas medidas de acessibilidade física, de padrões internacionais. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Nas obras, haverá etiquetas em braile e QR Codes que levarão a audiodescrição. Itens Etiquetas: Curitiba - 28; Rio de Janeiro - 42; Joinville - 57 | Item Audiodescrição: Curitiba - 24; Rio de Janeiro e Joinville terão a mesma audiodescrição. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Não se aplica. As obras poderão ser normalmente observadas por PcD Auditivos. B) Produto CATÁLOGO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Não se aplica ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Nas imagens das obras haverá QR Codes que levarão a audiodescrição. Itens: as audiodescrições já foram computadas no Produto Exposição de Artes, utilização os mesmos itens: Curitiba - 24; Rio de Janeiro e Joinville terão a mesma audiodescrição. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Não se aplica. As imagens e textos poderão ser normalmente compreendidas por PcD Auditivos. C) Produto OFICINAS/CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: As oficinas acontecerão nos próprios espaços expositivos, já devidamente adaptados para portadores de necessidades especiais. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: A participação de deficientes visuais poderá acontecer normalmente na parte teórica, para entendimento através da fala. Não é aconselhável a participação de deficientes visuais na parte prática, pela utilização de tesouras, agulhas, estiletes e utensílios similares. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: As oficinas contarão com a presença de um intérprete de libras. Uma oficina será gravada e seu link será divulgado gratuitamente para as instituições interessadas e público em geral. Item Intérprte de Libras: Curitiba - 73; Rio de Janeiro - 77; Joinville - 81. Item Registro Videográfico: Curitiba - 76; Rio de Janeiro - 80; Joinville - 84 D) Produto PALESTRAS/CONVERSAS COM ARTISTAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As palestras acontecerão nos próprios espaços expositivos, já devidamente adaptados para portadores de necessidades especiais. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Deficientes visuais poderão absorver normalmente o conteúdo das palestras. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Todas as oficinas contarão com intérprete de libras, serão gravadas e seus links serão divulgados gratuitamente para as instituições interessadas e público em geral. Item Intérprete de Libras: Curitiba - 1; Rio de Janeiro - 4; Joinville - 7. Item Registro Videográfico: Curitiba - 3; Rio de Janeiro - 6; Joinville - 9
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: Os 3 espaços expositivos selecionados, poderão cobrar ingressos dentro de suas especificidades. O projeto, por outro lado, não receberá nem um tipo de receita pelas visitações. Prevemos, para cada cidade, uma média de 3.000 visitantes. B) Produto CATÁLOGO: Serão produzidos 1.500 exemplares para cada cidade, totalizando 4.500 exemplares. Toda a distribuição será gratuita. Apenas 10% da tiragem será doada aos patrocinadores e 5% da tiragem será doada aos artistas participantes e equipe técnica do projeto. 85% da tiragem será doada aos visitantes das exposições. O catáologo terá sua versão em Ebook, podendo também ser acessado gratuitamente nas plataformas virtuais. 4.500 leitores terão acesso aos catálogos. No entanto, a versão em Ebook não nos permite mensurar a quantidade de leitores atingidos, por seu acesso gratuito. C) Produto OFICINAS/CONTRAPARTIDA SOCIAL: As oficinas serão totalmente gratuitas, e direcionadas para cidadãos de comunidades de baixa renda, em situação de risco e/ou grupo de trabalhadores. A seleção dos participantes será feita em conjunto com cada espaço expositivo – que mantém suas ações educativas constantes, e, portanto, são conhecedores de potenciais participantes. Serão 20 participantes por oficina, totalizando 100 beneficiários por cada cidade. D) Produto PALESTRAS/CONVERSAS COM ARTISTAS As palestras/conversas com artistas, serão totalmente gratuitas e terão como público alvo estudantes, artistas, artesãos e educadores. As palestras poderão conter, em média, 100 participantes em cada sessão, totalizando aproximadamente 500 beneficiários por cada cidade. AMPLIAÇÃO DE ACESSO A) Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES: III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas. Durante todo o período expositivo será permitido o registro videográfico ou fotográfico do processo. B) Produto CATÁLOGO: X - produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas. O conteúdo dos 3 catálogos estará disponível, gratuitamente, em seu formato Ebook. C) Produto OFICINAS/CONTRAPARTIDA SOCIAL: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição. 1 das oficinas será gravada com intérprete de libras, e seu conteúdo disponibilizado gratuitamente através de link específico. D) Produto PALESTRAS/CONVERSAS COM ARTISTAS II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição. As 5 palestras serão gravadas com intérprete de libras, e seus conteúdos disponibilizados gratuitamente através de link específico
Proponente - Coordenadora do Projeto e Pesquisadora ANA ELIZA CANIATTI RODRIGUES (Ana Caniatti) Formação/Titulação: - Graduação em Museologia, 2020 - em andamento > conclusão em 2022. Centro Universitário Claretiano, Curitiba, PR. - Especialização (lato sensu) História da Arte Sacra, 2012-2013 | Faculdade Arquidiocesana de Mariana, MG. - Técnico em Conservação e Restauração em Bens Móveis e Integrados, 2008-2010 | Faculdade de Arte de Ouro Preto, MG. - Graduação em Artes Plásticas – Gravura, 2004-2007 | Escolha de Música e Belas Artes do Paraná, PR. Atuação Profissional: - Conservadora-restauradora de bens móveis, especializada em história da arte sacra. ∙ Conservação e restauração de obras de arte e imaginária. - Desenvolve projetos de pesquisa para documentação, musealização e tombamento de bens culturais e religiosos. Informe Sobre Produções Culturais: - 2022 Pesquisa para curadoria e conservação de acervo para a exposição “Significadores do Insignificante – Efigênia Rolim e Hélio Leites – Museu de Arte Contemporânea do Paraná – MAC.(10/12/2022 – 26/02/2023). - 2022 Proponente, coordenadora pedagógica, ministrante e conservadora-restauradora do Projeto “Curso de Introdução à imaginária Sacra”, realizado pelo edital 031/2020 pelo programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundo Municipal da Cultura de Curitiba. Realizado na Escola de Patrimônio - Liceu das Artes, Fundação Cultural de Curitiba. - Produção e gestão dos cursos realizados pela Associação de Restauradores do Paraná – ARCO.it: 2019 – “Técnicas de Reentelamento”, com Raul Carvalho; 2019 – “As Escolhas de Sofia – Acervo Bibliográficos Raros”, com Virginia Pinheiro; 2018 – “Conservação e restauração de Acervos Têxteis”, com Claudia Nunes; 2016 – “Técnicas de Douramento e Policromia para imaginária”, com Bethânia Villalba; - 2018 - Proponente do projeto vencedor do prêmio de Mestra da Cultura Popular para artista Efigênia Rolim no Prêmio Mestres da Cultura Popular – Edição Selma do Coco. Mencione os dois últimos trabalhos realizados: 2022 - Proponente, conservadora-restauradora e ministrante de mini curso. Projeto “Conservação e Restauração da imagem Setecentista de Bom Jesus dos Pinhais”, realizado pelo edital 011/2021 pelo Edital de Fomento à Produção e Difusão Digital – Multiáreas, publicado pela Fundação Cultural de Curitiba em 2021. 2021 - Proponente, coordenadora pedagógica, ministrante e conservadora-restauradora do Projeto “Curso de Introdução à imaginária Sacra”, realizado pelo edital 031/2020 pelo programa de Apoio e Incentivo à Cultura – Fundo Municipal da Cultura de Curitiba. Realizado na Escola de Patrimônio - Liceu das Artes, Fundação Cultural de Curitiba. Mencione as duas principais participações em eventos culturais: - Ministrante da Oficina “Conservação de Imaginária - Imagem Sacra x Imagem Musealizada”. (setembro/2019 – Primavera de Museus – Museu Paranaense) - Palestrante no Evento de Lançamento do Livro “Politopos Irregulares” da artista Didonet Thomaz. (novembro/2019 – Museu Oscar Niemeyer) Destaque as principais realizações: - Pesquisa, arrolamento, curadoria, indicação para tombamento do acervo móvel e integrado de Igrejas Ucranianas e Polonesas do Paraná – IPHAN-PR. 2019/2020. - Desde 2010 realiza a conservação e restauração de imaginária em madeira policromada dos séculos XVIII, XIX e XX. - Desde 2013 realiza a conservação e restauração de imaginária em gesso policromado dos séculos XX e XIX. - Realizou a conservação e restauração das pinturas de cavalete da família Lange de Morretes. (2019 e 2020) - Courier e Conservadora das obras do artista Joan Miró durante a exposição “Um gênio no engenho” Ilhabela, 2020 (em andamento). - Conservação e restauração da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe do Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe de Curitiba, PR. 2019. - Monitora do Curso de Conservação e Restauração de Pintura de Cavalete. Museu de Arte Sacra de São Paulo MAS_SP, 2017 e 2018. - Conservadora e restauradora no projeto de preservação do Memorial da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS, 2016. - Coordenadora do “Setor Tridimensional” durante o projeto de inventariação, catalogação, indexação, higienização e acondicionamento do acervo da Associação Médica do Paraná – AMP. (45 mil itens tratados), 2014 e 2015. (Pronac 128546) - Conservadora e laudista das exposições: - Exposição: Raio-que-o-parta Ficções do Moderno no Brasil Autor: Diversos Local: SESC Boa Vista – São Paulo Período: fevereiro/2022 – em andamento - Exposição: Abraham Palatnik – A Reinvenção da Pintura Autor: Abraham Palatnik Local: Centro Cultura do Banco do Brasil – Belo Horizonte - MG Período: Fevereiro/2021 - agosto/2021 - Exposição: Vêxoa: Nós sabemos Autor: diversos Local: Pinacoteca Luz Período: agosto/2020 – março/2021 - Exposição: OSGEMEOS: Segredos Autor: Os Gêmeos Local: MON – Museu Oscar Niemeyer Período: setembro/2020 – em andamento - Exposição: 14ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba Autor: Diversos Local: MON – Museu Oscar Niemeyer Período: 21 de setembro de 2019 – 1º de março de 2019 - Exposição: Alfredo Andersen, Traços e Cores do Paraná” Autor: Alfredo Andersen Local: Ecomuseu – Itaipu Binacional, Foz do Iguaçu Período: 17 de maio de 2018 – 02 de setembro de 2018 - Exposição: “Politopos Irregulares” Autor: Didonet Thomaz Local: MON – Museu Oscar Niemeyer Período: 13 de dezembro de 2018 – 17 de março de 2019 - Exposição: 13ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba Autor: Diversos Local: MON – Museu Oscar Niemeyer Período: 30 de setembro de 2017 – 25 de fevereiro de 2018 - Exposição: QUEERMUSEU – CARTOGRAFIAS DA ARTE BRASILEIRA Autor: Diversos Local: Parque Lage – Rio de Janeiro - RJ Período: 18 de agosto de 2018 - 16 de setembro de 2018. - Exposição: “Arqueologia Existencial” Autor: Farnese de Andrade Local: CAIXA Cultural Curitiba Período: 19 de setembro de 2017 – 19 de novembro de 2017 - Exposição: QUEERMUSEU – CARTOGRAFIAS DA ARTE BRASILEIRA Autor: Diversos Local: Santander Cultural – Porto Alegre – RS Período: 15 de agosto de 2017 - 08 de outubro de 2017 - Exposição: “Colapso” Autor: Diversos Local: MON – Museu Oscar Niemeyer Período: 26 de novembro de 2015 – 27 de março de 2016 - Exposição: “A Viagem Pitoresca” Autor: Bruno Miguel Local: CAIXA Cultural Curitiba Período: 12 de janeiro de 2016 – 28 de fevereiro de 2016 - Exposição: “A União Soviética Através das Câmaras” Autor: Diversos Local: MON – Museu Oscar Niemeyer Período: 16 de junho de 2015 - 13 de dezembro de 2015. - Artigo Publicado na revista científica “Revista Imagem n.07”, 2013. “Maria Bueno – uma santa não canonizada”. - Restauradora no projeto de restauro das pinturas murais e de forro da Igreja Matriz de São Domingos, Araxá, MG, 2012. - Restauradora no projeto de restauro das pinturas parietais e de forro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, Videira, SC, 2011. - Restauradora do projeto de restauro das pinturas de forro de caixotão da Igreja de Nossa Senhora D´Ajuda, Alto Maranhão, Congonha, MG, 2010. Outras informações complementares e relevantes: - Presidente da Associação de Restauradores e Conservadores de Bens Culturais PR – ARCO.it. Biênio 2018 – 2019. - Suplente integrante da área “Patrimônio Cultural Material e Imaterial” da Comissão de Projetos do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (Cprofice) 2013 - 2015. Artistas participantes da primeira edição, que estarão também neste projeto tem seus curriculuns completos no anexo, com as amostras das obras. Efigênia Ramos Rolim (Minas Gerais, 1931) artista naif, contadora de história, poeta, performer e design de moda. Conhecida como Rainha do Papel de Bala, seus trabalhos são confeccionados unicamente com material reciclado. Nascida no interior de Minas Gerais em setembro de 1931, vive em Curitiba desde a década de 1970. É personagem do livro A Viagem de Efigênia Rolim nas Asas do Peixe Voador, lançado em 2012 , autoria da jornalista Dinah Ribas Pinheiro documentários: * Rainha do Papel. Vídeo dirigido por Estevan Silveira e Tionkin. Prêmio especial do júri e melhor filme nacional no Festival Guarnicê de Cine e Vídeo do Maranhão. 1998, *O filme da Rainha. Documentário. Direção do argentino Sergio Mercúrio. Premiado no Festival de Cinema do México. 2006 Exposições Individuais: * Palacete dos Leões - Curitiba- 2008, *Teatro Guaíra – 2011 *Sala especial na III BIenal de Curitiba- Museu Oscar Niemeyer, Seleção e participação em coletivas; *Salão Paranaense- Museu Oscar Niemeyer - 2017, * Exposição Queer Museu em Porto Alegre Espaço Cultural Santander -2017, *Exposição + 3. Com Arthur Bispo do Rosário, José Rufino, Raimundo Camilo e Efigênia Rolim - Museu Oscar Niemeyer. Curitiba/PR. 2005. Homenagens: *Sala especial na Bienal de Curitiba -- Museu Oscar Niemeyer- 2013 *Comenda do Mérito Cultural - Homenageada pelo Ministério da Cultura - Rio de Janeiro - 2009 - Aquisições:*Aquisição de obras de Efigênia para o acervo do Museu Oscar Niemeyer - Curitiba -2017/2018, *Aquisição de obra para o acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná -MAC - 2017,* Aquisição de diversas obras para o acervo da ONG Brinquedo VIvo - São Paulo- de 2010 a 2017 Bernadete Amorim nasceu em 1955, em Belo Horizonte, Minas Gerais e veio para Curitiba em 1966. Entre 1967 a 1969, frequentou, na Escolinha de Artes da Biblioteca Pública do Paraná, as atividades de pintura e cerâmica. Licenciada em Educação Artística, pela Universidade Federal do Paraná em 1978, foi arte-educadora até 1998. A partir dessa data, dedica-se a aprimorar seus conhecimentos dentro das artes plásticas e, frequenta cursos livres, oficinas e palestras oferecidos no Museu Alfredo Andersen, Museu Guido Viaro, Museu da Gravura e na Universidade Federal do Paraná. O desenvolvimento de seu trabalho a levou a participar de Salões e Mostras oficiais do circuito paranaense de arte e de outros estados, tendo sido premiada em Salões do Paraná, São Paulo e Santa Catarina. Em 2004, realiza uma pós-graduação com especialização em história da arte do século XX, na Escola de Belas Artes do Paraná. Marília Diaz nasceu em Curitiba em 02 de agosto de 1955 onde vive e trabalha. Marília abre seus sonhos, caixa iluminada como flor de cetim, que cobre de perfume nossos olhares. Contos dispersos, retrato vivo, amiga, menina, irmã, noiva, mulher. Então, todos os céus se cobrem de estrelas. Retrato de menina, boneca carcomida pelo tempo, sonhos de criança que se esvaem, vestido roto, antes suntuoso. Pedaços de sorriso, coroa de rainha, anda descalça pelo luar. Coração cortado em incisão cirúrgica, arrancado da carne os mais recônditos segredos. Mendiga pela estrada, Marília distribui generosidade a todos os que bem no fundo do seu olhar, puderem enxergar a alma de uma mulher. Dos seus dedos escorrem sonhos. Nela, Arte e Vida são uma coisa só. Adquirem substância as palavras de Bachelard: “Os sonhos que viveram em uma alma continuam a viver em suas obras”. Que este retrato de alma, revelação íntima, grandiosa, sofrida e trágica, carregada da ânsia de viver, que há em Marília e que nada acalma, possa nos trazer a doçura e a tranquilidade das palavras de Florbela Spanca: ”E se um dia hei de ser pó, cinza e nada, que seja minha noite uma alvorada, que me saiba perder…para me encontrar.” Além de uma dedicação intensa à cerâmica, Marília abre um espaço especial em suas criações para os bordados ricos em memórias femininas. Rafael Codognoto iniciou seus trabalhos artísticos no Centro de Artes Guido Viaro em Curitiba, sob a orientação de Maria Portiolli, Lizete Toscani e André Luiz Pinto Santos. É Bacharel em Pintura formado em 2009 pela EMBAP, e mantém seu ateliê no bairro São Francisco, em parceria com Luce Scettro. Seus trabalhos com desenho de estampas em importantes indústrias brasileiras, ilustrou a Revista Trip e implantou o curso de Graduação em Moda da Unerj, em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, que coordenou de 2003 a 2006. Transita entre a arte e o design têxtil. Tomou a liderança em várias oportunidades em favor da ampliação do conhecimento e da capacidade criadora relacionada a design têxtil, moda e arte. Gustavo Malucelli (Curitiba) Gustavo é caboco, vive e produz em Curitiba. Graduado em comunicação social e pós-graduado em direção de arte interativa pela Hyper Island l, em Estocolmo. O caminho indígena acontece em 2001, quando realizou seu primeiro retorno a etnia Wapichana (Roraima); terra onde a mãe nasceu e cresceu. Em 2012, Gustavo realizou uma residência artística na “ideas island” em Coron (Filipinas), 2013 o projeto “Gangnam Art District” na galeria Platoon Kunsthalle em Seul (Coréia do Sul), 2015 participou da “4th Ghetto Biennale - Vodou, Lakou & Kreyol” em Port-au-Prince (Haiti). É também co-fundador do estúdio de ilustração Pedro, Pastel & Besouro.website: www.caboco.tv Sua Raiz indígena sempre foi uma grande chave dentro do seu desenvolvimento como Artista Humano’. Hoje, a pesquisa de Gustavo é focada em ritos, seres, sons e símbolos sagrados. Faz paralelos entre diferentes mitologias como parte do seu processo de criação; do Tambor de Mina Maranhense aos terreiros de Umbanda, do Zen Budismo aos Tibetanos, civilizações Pré-Incas ao Vodou Haitiano. Ana Beatriz Artigas - (1992) Formação Acadêmica 2015 - 2018 Bacharelado em Pintura; Universidade Estadual do Paraná - Campus Curitiba I - Escola de Música e Belas Artes do Paraná 2017 - 2018 Oficina Permanente de Arte; Universidade Federal do Paraná - DeArtes 2017 Projeto Permanente de Pesquisa e Experimentação em Artes Visuais;SESC Paço da Liberdade 2016 - 2018 Atelier de Pintura do Museu Casa Alfredo Andersen 2009 - 2012 Bacharelado em Design; Universidade Tecnológica Federal do Paraná Experiência profissional 2018 Ministrante da oficina Experimentando Costuras; SESC Paço da Liberdade e Caixa Cultural de Curitiba 2018 Ministrante da oficina Laboratório de Experimentação em Artes Visuais;Caixa Cultural de Curitiba Exposições 2019 Circuito de Arte Contemporânea de Curitiba; Museu Municipal de Arte;Curitiba/PR 2018 Livro de artista; Biblioteca Mário Lobo; Paranaguá/PR 2018 E isso explica o resto; Galeria da Escola de Música e Belas Artes do Paraná;Curitiba/PR. 2018 XXV Salão Curitibano de Artes Visuais; Clube Curitibano; Curitiba/PR 2018 I Bienal de Artes Visuais de Taubaté; Taubaté/SP 2018 2º Salão de Artes Visuais de Pinhais; PR201814º Salão Nacional de Artes de Itajaí; Itajaí/SC 2018 Vestígios: teorias, práticas e poéticas; Galeria da Escola de Música e Belas Artes do Paraná; Curitiba/PR20181ª Nossa Mostra; Galeria da Escola de Música e Belas Artes do Paraná;Curitiba/PR2017Em caso de soluço:; SESC Paço da Liberdade; Curitiba/PR 2017 Projeto Afetivo; Museu Alfredo Andersen; Curitiba/PR 2017 Projeto Manus; Centro de Eventos Sistema FIEP; Curitiba/PR2017Casa Cor Paraná; Jockey Club do Paraná; Curitiba/PR Luciá Consalter (1956) Formação Superior:1979 –Licenciatura Plena em Artes Plásticas – FAAP 1979 –Piano –Conservatório de Música Alberto Nepomuceno Pós graduação“A Prática social da Arte” –Educação e sociedade USP Univille 03 –Cursos e Formação Plástica 1977 –Pintura (01 ano) –Profº Lirdi Muller Jorge –Casa Alfredo Andersen 1978 –Artes, Suprimento em cerâmica Modelagem–Supletivo de Atualização de Conhecimentos em Artes –Suprimentos em Cerâmica II –Pintura em Cerâmica –Casa Alfredo Andersen 1993 –Curso de Escultura –Elvo Damo –Parque São Lourenço –Curitiba/PR –Processo de criação Maria Cecília Salles –III Festival de Inverno Antonina. Exposições➢1983 –Banco do Estado do PR –Tapeçaria➢1984 –Fundação Cultural de Curitiba (Individual) –Tapeçaria➢1985 –Centro Comercial Itália –Trinta anos da Acarpa –Tapeçaria➢1986 –Fundação Cultural de Curitiba (Individual) –Tapeçaria➢1987 –Universidade Estadual de Londrina (Individual)-Tapeçaria (Galeria de Arte Cocaco –Lina Iara e Luciá Consalter➢1988 –Galeria de Arte Gilda Cunha –Ponta Grossa/PR –Lina Iara e Luciá Consalter➢I Mostra Nacional de Tapeçaria Artística –Ribeirão Preto, Bebedouro e Barretos (SP)➢Museu de Arte Contemporânea (MAC) –Novos Talentos do PR➢Exposição Coletiva –Tapeçaria, Foz do Iguaçu/PR➢Caixa Econômica Federal –Individual –Tapeçaria➢Caixa Econômica Federal –Coletiva –Tapeçaria➢1989 –APAP –G. Nini Barontini –Coletiva➢FURJ –Fundação Educacional da Região de Joinville (Individual) -Tapeçaria➢Jurema Tapetes –Joinville/SC (Individual) –Tapeçaria➢1990 –Museu de Arte Contemporânea de Curitiba –Sala Theodoro de Bona –Individual –Tapeçaria➢1992 –Caixa Econômica Federal de Maringá –Coletiva –Lápis Aquarela –Salão Nobre da Prefeitura de Paranavaí –Individual –Lápis Aquarela➢2004 –Centro de Artes Rosa Bruinjé➢2014–Museu Oscar Niemeyer (MON) –Instalação exposição “Cadeiras em Cerâmica”➢2015-Museu Oscar Niemeyer (MON) –Instalação exposição “Pássaros em Cerâmica”➢2016 –Casa Tangente (Curitiba/PR) –Tapeçaria/Desenhos Verônica Filipak (1973, Brasil).Vive e trabalha em Curitiba. Tem pós graduação em Poéticas Visuais pela EMBAP – Belas Artes em Curitiba (2018), graduação em Desenho Industrial pela UFPR - Universidade Federal do Paraná (1997). Em seu trabalho, Verônica discute a estética através de campos de cor produzidos pela linha e pelo tecido. Com conhecimento vasto desde o bordado manual até costura em máquinas mecânicas e eletrônicas, a artista foca no processo e na transformação das fibras. Os ricos detalhes evidenciam sua obsessão com a técnica que resulta em pinturas, muitas vezes paisagens, táteis. A experimentação também é bem vinda em seu repertório usando desde gravura e tinta nas obras finais, até fazendo parcerias com peças de design como roupas e objetos. No fim, a mescla (talvez subversiva) de campos das artes acompanha a ideia da interação e transgressão que a artista busca no seu processo. Entre exposições, alguns destaques: "Dizem mais do que nos falam", Museu Campos Gerais, Ponta Grossa - PR, 2018, "Caldeamento", Museu Guido Viaro, Curitiba - PR, 2017, e "Beaches", International Quilt Show, Houston - Texas, 2017. Possui obras em coleções privadas nacionais e internacionais. Claudia Lara (Curitiba, PR, 1964) Graduada em Educação Artística pela Faculdade de Artes do Paraná (1984) e pós graduada em História da Arte Moderna e Contemporânea pela EMBAP, Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2006). Em 2011 ganhou o primeiro lugar na “Exposition Biennale d’Art Contemporain Brésilien Et Latino American”, Premiere edition – Paris, França. Em 2012, fez parte do Livro Catálogo “O Percurso do Olhar”, Galeria Solar do Rosário (Lei Rouanet). Em 2013 sua obra foi tema do curta-metragem “Retalhos que Pertencem”, dirigido por Thereza Oliveira, Fundação Cultural de Curitiba. Em 2014 e 2017 participou com obras coletivas no 65. E 66. Salão Paranaense, MAC – Paraná. Em sua série mais recente, denominada “Ninhos” (2015), Claudia retoma temas que lhe são caros: o aconchego, o feminino e uma estética do conforto que propõe um olhar para dentro de suas memórias, uma busca pelo pertencimento. Leila Alberti (Quilombo, SC 1965) é graduada em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná – EMBAP (1987), Graduação em Letras (bacharelado) – Universidade Católica do Paraná – Curitiba (1988) e pós-graduada em Poéticas Contemporâneas no Ensino da Arte – Universidade Tuiuti do Paraná (2005). Paralelamente à pintura e ao projeto coletivo Bordaduras dedica-se à pesquisa artística em Objetos/assemblages. Atua na ação artística em coletivo desde 2012. Entre 2008 a 2012 foi professora de Arte na Rede Estadual de Ensino e responsável pela coluna mensal “Arte Ítalo-Brasileira” da revista Insieme. Fez a curadoria das Mostras Fotográficas no Memorial de Curitiba no evento Mia Cara Curitiba do Consulado Italiano de Curitiba: “Imigração Italiana” e “Insieme, a Revista Italiana Daqui”em 2011/2012. Em 2013 ilustrou o livro infantil “Marquinhos e o Chapa Chapéu” da escritora Juliana Tavares Alberti - Lei do Mecenato/Fundação Cultural de Curitiba e Grupo Positivo. Entre suas principais exposições individuais destacam-se as realizadas no Espaço CEF Curitiba (1994), na Casa da Cultura de Quilombo/SC (2000) e no Espaço Krissart em Miami (2001), Irreversíveis – Museu de Arte de Blumenau, MAB – SC (2021), A Casa de Todos – Rua da Cidadania Matriz de Curitiba-PR (2022). Entre as coletivas de que participou, destacam-se o SP Expressions (New YorK, 2010) Salon des Artistes Indépendants – Grand Palais (2012, Paris), Salão Elke Hering de Arte Contemporânea (Blumenau, SC 2012), Grupo de Cerâmica no MON (Curitiba, 2013 a 2016), Coisas de Alice no Museu Alfredo Andersen (Curitiba, 2013), 66º Salão Paranaense MAC (Curitiba, 2017) e Segredos que Habito MAB (Blumenau,2017). 1ª Bienal Fibra - Galeria DMAE - Porto Alegre – RS (2019), O Corpo na Linha de Borda, Museu Municipal de Arte em Curitiba/PR (2021), As Arvores em Nós, Espaço Camargo Artes em Curitiba/PR (2021), Quarentinas – MusA Virtual – Curitiba/PR (2021), Reencontros em 22 – Museu Municipal de Arte – Curitiba/PR (2022), Maria Bueno e Tantas Outras – Museu Casa Alfredo Andersen – Curitiba/PR (2022). Leila vive e trabalha em Curitiba - www.leilaalberti.com.br Giovana Casagrande (Realeza – PR) vive e trabalha em Curitiba – Paraná. Graduada pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná(EMBAP), em 2007, e pós-graduada em História da Arte Moderna e Contemporânea , em 2011, também pela EMBAP. Atuou com o Coletivo ARTIXX 2009/2011, participou da Bienal Vento Sul 2011 (Coletivo ARTIXX). Desde 2007 pesquisa e trabalha com cerâmica e no projeto Bordaduras. Em 2013 exposição “Coisas de Alice” no Museu Alfredo Andersen Participou do Grupo de Cerâmica no MON (Curitiba, 2013 a 2016), o 66º Salão Paranaense MAC (Curitiba, 2017) e Segredos que Habito (MAB - Blumenau, 2017). 1ª Bienal Fibra - Galeria DMAE - Porto Alegre – RS (2019), O Corpo na Linha de Borda, Museu Municipal de Arte em Curitiba/PR (2021), As Arvores em Nós, Espaço Camargo Artes em Curitiba/PR (2021), Quarentinas – MusA Virtual – Curitiba/PR (2021), Reencontros em 22 – Museu Municipal de Arte – Curitiba/PR (2022), Maria Bueno e Tantas Outras – Museu Casa Alfredo Andersen – Curitiba/PR (2022).
PROJETO ARQUIVADO.