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Produção de filme gênero documental, média-metragem, com a duração de 52 minutos, formato de finalização/resolução do vídeo em 4k conta a história de pessoas extraordinárias empenhadas em encontrar soluções para resolver ou reduzir o problema do saneamento básico no Brasil, a partir de inovações e inventos de impacto comunitário e local. O trabalho será disponibilizado ao público por meio de plataformas e redes sociais com trailer, trechos do filme e debates realizados para promovê-lo.
Classificação indicativa: livre para todas as idades.
Objetivo Geral Documentário de impacto, com caráter inspiracional, ajudando as pessoas a compreender e buscar soluções para o saneamento básico localmente e em todo o Brasil. Art. 2º Na execução do PRONAC serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. Objetivos Específicos - Realizar documentário de média metragem de 52 minutos de duração; - Alcançar um público total de 50 mil espectadores por meio de plataformas e redes sociais com trailer, trechos do filme na internet; - Disponibilizar em plataformas digitais gratuitas e de fácil acesso, como Youtube ou Vimeo; - Realizar debates virtuais para promover o filme.
A Lei do Saneamento Básico, de 2007, prevê a universalização do abastecimento de água e do tratamento de esgoto no país. Porém, ainda estamos muito distantes disso. Cerca de 100 milhões de pessoas, ou 47% dos brasileiros, utilizam medidas alternativas para lidar com os dejetos, seja através de fossas ou jogando diretamente nos rios. A propósito, apenas 46% do esgoto gerado no país passa por algum tipo de tratamento. Além disso, mais de 16% da população, ou seja, quase 35 milhões de pessoas não têm acesso à água tratada. Os dados são do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS). O projeto CICLO DAS ÁGUAS pretende gerar uma consciência coletiva para a importância do saneamento, além de contribuir para o enfrentamento desse gravíssimo problema social a partir de histórias inspiradoras e positivas, de gente que se dedica a buscar soluções inovadoras e locais para essa questão, que exige a atenção e o compromisso de todos na sociedade. Ao buscar caminhos para a resolução de um dos problemas mais graves do país, o documentário apresenta a teia complexa que revela a dicotomia entre termos as maiores reservas de água potável do mundo e, ao mesmo tempo, uma das piores ofertas de serviços de saneamento básico à população. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural.
Argumento cinematográfico: A estrutura narrativa do documentário estará baseada na figura de um pesquisador (o diretor do filme) que viajará por diferentes regiões do Brasil em busca de personagens que possibilitem compreender as contradições inerentes ao tema -- como um país com tamanha riqueza de recursos naturais é obrigado, paradoxalmente, a enfrentar problemas graves em relação ao acesso de parte da população a tais recursos? Para obter respostas à pergunta-chave acima, os deslocamentos do pesquisador pelo país serão feitos prioritariamente por via fluvial. No lugar de um "filme de estrada", será um "filme de águas", de modo a favorecer a imersão do espectador no tema. Ao mesmo tempo, esses deslocamentos possibilitarão também compreender a lógica ambiental dos aquíferos: como são formados, como preservá-los e como utilizá-los sem prejuízo de suas características essenciais -- e sem que seja comprometida a sua própria existência. Em sua jornada, o pesquisador conversará com especialistas em saneamento básico, que fornecerão as coordenadas para a compreensão da importância do tema na atualidade e nas próximas décadas, e também com pessoas envolvidas em projetos e ações -- de pequena, média e longa escala -- que representem o melhor aproveitamento possível das águas, e que fazem parte de um movimento global reunindo pessoas dispostas a lutar pela "justiça das águas" -- pessoas comuns empenhadas na conquista e na recuperação do direito público à água limpa. Será uma aventura inspiradora, que apresentará ao espectador soluções ao alcance de todas as comunidades. Plano de direção: Os procedimentos estilísticos de "Ciclo das Águas" guardam semelhança com aqueles do documentário anterior realizado pelo diretor, "Descarte" (2021, sobre o drama social do lixo, apresentado a partir de histórias inspiradoras de artistas, designers, artesãos e ativistas que reutilizam resíduos de forma criativa e sensível). Nos deslocamentos do pesquisador-diretor pelo país, a câmera será posicionada inicialmente em "overshoulder" para caracterizar a imersão do diretor (e, portanto do filme) no universo a ser explorado. A partir do encontro com os personagens a serem apresentados ao público, a câmera os acompanhará em seu cotidiano, sempre que possível em movimento, e já sem a presença do diretor no quadro, para que as relações de cada um com o meio em que vivem e atuam ganhem o primeiro plano. Não será, em absoluto, um documentário no modelo "talking heads"; as entrevistas conduzidas nesse formato terão apenas o seu áudio utilizado, sobre imagens que correspondam aos assuntos em discussão. Pela associação ao tema, a cor predominante na paleta será o azul. Seus tons serão trabalhados pela direção de fotografia em contraste com as cores acres (as cores da terra) que traduzem a secura dos ambientes em que a água não está presente -- as "manchas quentes", como os ambientalistas chamam as partes do nosso planeta que estão ficando sem água potável limpa. Serão utilizados como referência para a textura visual do documentário outros filmes, de ficção e não-ficção, que também elegeram a água como seu principal elemento dramático, como o brasileiro "No Rio das Amazonas" (1995, direção de Ricardo Dias, com a participação do naturalista Paulo Vanzolini no papel de guia por uma viagem fluvial de Belém a Manaus), o francês "Imensidão Azul" (1988, direção de Luc Besson, drama sobre mergulhadores) e o japonês "O Segredo das Águas" (2014, direção de Naomi Kawase, todo ambientado na ilha de Amami Oshima). Plano de produção: Fase 1: Pré-produção e preparação do projeto todo e da produção audiovisual: 3 meses. Duração: março a maio 2023 · Pesquisa de personagem e pesquisa temática; · Argumento; · Primeiro tratamento de roteiro · Contratação de equipe; · Definição de equipamentos e locações; · Liberação de uso de imagem; · Desenvolvimento de conceitos visuais e sonoros (direção de arte e direção de áudio); · Criação do roteiro para letreiros e animações. Fase 2: Produção e Execução: 6 meses. Duração: junho a novembro 2023 · Realização das filmagens Fase 3: Pós-produção: 3 meses. Duração: dezembro a fevereiro 2024 · Roteiro; · Montagem; · Finalização de áudio; · Audiodescrição (medida de acessibilidade); · Legendas descritivas (medida de acessibilidade); · Intérprete de LIBRAS (medida de acessibilidade); · Colorização; · Animação; · Distribuição (exibição).
Produto principal: média-metragem Acessibilidade física: Por tratar-se de um projeto audiovisual, com plano de difusão totalmente virtual, a acessibilidade para pessoas com deficiência física não é necessária. Acessibilidade de conteúdo: Legendagem em inglês e espanhol, Legenda descritiva e intérprete de libras para pessoas com deficiência auditiva e narração de audiodescrição para pessoas com eficiência visual. Todas as medidas serão pagas pelo projeto, de acordo com a planilha orçamentária.
É importante frisar que o mercado de distribuição é muito dinâmico, o que impede de conseguirmos realizar negociações de licenciamento, ainda que gratuitos, para canais de TV educativos com uma antecedência muito grande. Sendo assim, o foco da distribuição da obra, após sua finalização, será as plataformas gratuitas e de fácil acesso, como Youtube, Vimeo ou similar. O filme será inscrito em festivais internacionais de documentário e sustentabilidade de forma digital. Dessa forma, o plano de distribuição da proposta está de acordo com o art. 23 da Instrução Normativa 01/2022, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos. Ainda, adotaremos como medida de ampliação de acesso, o exposto no inciso XIV do artigo 24 da IN nº 01/2022 do MinC, a saber: XIV – outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente: - Ofertar o filme documentário para operadores de streaming para potencializar o acesso às realizações.
Leonardo Brant Direção Documentarista, diretor-associado da Deusdará Filmes, produtora independente dedicada a realizar documentários de impacto. Autor dos filmes CTRL-V, COMER O QUÊ? e PSIQUÊ, dirigiu o programa IDADE MÍDIA para o Canal Futura e co-dirigiu a série UTOPIA BRASIL, para o CineBrasilTV. Atuou durante duas décadas como pesquisador cultural, consultor, palestrantes e autor de livros sobre políticas e mercado cultural. Ao longo de sua carreira criou e desenvolveu inúmeros projetos, empresas e organizações sociais de grande impacto. Sérgio Rizzo Roteiro Jornalista, mestre e doutor em Audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Dirigiu e escreveu o documentário de curtametragem "Passo" (2018) e o segmento brasileiro do longa-metragem colaborativo "A Living Tree, Means a Living Planet" (2019), e foi roteirista do documentário de média-metragem "Descarte" (2021). É diretor associado da produtora Deusdará Filmes, especializada em documentários de impacto. Jornalista com 39 anos de experiência em veículos impressos (Editora Abril, "Folha de S. Paulo"), emissoras de rádio (Band News), TV (canal Arte 1) e portais de internet (UOL, Yahoo!), é atualmente crítico do jornal "O Globo" e membro do comitê de seleção do É Tudo Verdade - Festival Internacional de Documentários. Autor dos livros "Cinema e Educação - 200 Filmes sobre a Escola e a Vida" (Editora Segmento), "Família e Educação - Quatro Olhares" (Editora Papirus) e "Vitória - Ayrton Senna" (Editora Melhoramentos), além de diversas participações em coletâneas -- como "Cinema e Psicanálise" (Editora nVersos), "Os Filmes que Sonhamos" (Lume) ,"Futebol, Comunicação e Cultura" (Unesp/Intercom), "Coleção Folha Clássicos do Cinema" (Editora Moderna/Folha de S. Paulo), "100 Melhores Filmes Brasileiros", "Documentário Brasileiro – 100 Filmes Essenciais", "Animação Brasileira - 100 Filmes Essenciais" e "Curta Brasileiro - 100 Filmes Essenciais" (os quatro pela Letramento/Abraccine/Canal Brasil) -- e em catálogos de mostras e retrospectivas dedicadas a cineastas como Ingmar Bergman, Woody Allen, Stanley Kubrick, Quentin Tarantino, Luchino Visconti e irmãos Dardenne. Graziela Mantoanelli Produção Diretora e produtora executiva pela Deusdará Filmes. Realizou a produção executiva da séria Idade Mídia para o Canal Futura 2020. Dirigiu o documentário de longa metragem sobre aleitamento materno DE PEITO ABERTO, lançado nos cinemas de todo o Brasil em 2019 e o filme sobre desenvolvimento infantil APURANDO O OLHAR para o Ministério da Saúde em 2018. Co-criou e atuou no documentário de longa metragem sobre alimentação COMER O QUÊ? lançado em 2015 e licenciado para GNT em 2017 e no média IGUAL em 2016. Como produtora executiva em 2020, realizou a série IDADE MÍDIA para o Canal Futura, em 2015 o filme À DISTÂNCIA e 2013 os mini documentários PRAZERES & PECADOS e ÓDIO. Trabalhou durante 10 anos com teatro documental e intervenções urbanas, como criadora-intérprete do grupo OPOVOEMPÉ, conquistando importantes prêmios e atuando internacionalmente. É mestre em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de S. Paulo. Vinicius Bopprê Direção de fotografia É jornalista, documentarista, escritor e diretor associado na Deusdará Filmes. Dirigiu e foi roteirista do podcast "DESCARTE" (2021), parte do documentário de longa-metragem homônimo. Dirigiu e produziu a websérie "Entre Céu e Mar" (2016), sobre o navegador Amyr Klink. Foi diretor, roteirista e produtor da série independente de documentários "Rua Comprida" (2017-18), que conta a história de moradores da zona norte de São Paulo, além de ter dirigido as imagens da instalação "Por nós", organizada e idealizada pelo coletivo "Nós, mulheres da Periferia", contemplado com o programa VAI de incentivo. Foi diretor e roteirista da websérie "Perfezionisti (2018)", com arquitetos brasileiros. Em 2018, publicou "Pela primeira vez em muito tempo", romance finalista do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Atuou por 6 anos como diretor de conteúdo e audiovisual em uma agência de São Paulo, onde dirigiu trabalhos diversos trabalhos ligados à arquitetura e à criatividade. Trabalhou como repórter de educação do Portal Porvir. Lucas Melo Montagem Lucas Martins de Andrade Melo é formado em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac. Trabalhou como montador no curta-metragem independente ACRÔNICO (2018), GRAU SÓ NA VOLTA (2018), documentário curta-metragem pelo curso Nóis Na Fita, DESCARTE (2020), documentário longa-metragem de produção da Deusdará Filmes e é atualmente o montador da série televisiva IDADE MÍDIA (2020-2021), do Canal Futura e de produção da Deusdará Filmes.
Periodo para captação de recursos encerrado.