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PRONAC 230935Expirado o prazo de captação totalMecenato

ORQUESTRA SINFÔNICA DE CURITIBA

ERUDITU/BATUTA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,39 mi
Aprovado
R$ 2,39 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
I.Conservação, construção e implantação de equipamentos culturais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2023-03-06
Término
2026-03-09
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

É um projeto pensado para incentivar a cultura da música, a formação de plateia é também uma maneira de oportunizar o acesso a variados públicos. Nosso objetivo atraves do trabalho realizado pela Orquestra Sinfônica Municipal de Curitiba, que é uma instituição disseminadora de cultura. É manter nossas atividades e assim poder oportunizar a participação de jovens estudantes de Música em grupos de prática coletiva musical, realizando concertos periódicos mensais pelo período de 12(doze) meses. E também democratizar o acesso a escola de musica paracrianças e jovens de baixa renda e situações de exclusão social. Com a criação daEscola Comunitária de Música, onde os integrantes da Orquestra Sinfônica Municipal serão responsáveis pela instrução musical de maneira lúdica e didática pelo periodo de 12 (doze) meses.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Objetivo Geral: Criar e manter as atividades, oportunizar a participação de jovens estudantes de Música em grupos de prática coletiva musical, pelo período de 12(doze) meses. Objetivos Específicos: a) Oportunizar a prática musical orquestral; b) Realizar concertos periódicos (mensais); c) Criar uma escola de Música comunitária; d)Oportunizar aos alunos da rede de ensino, a iniciação e aprendizagem sobre os instrumentos musicais; e) Oferecer aos alunos do projeto ferramentas para o desenvolvimento de suas práticas musicais, 1 oficina semanal, cada oficina com duração média e (2:00 horas); f) Oferecer encontros didáticos de qualidade, apresentando histórias da músicas e de artistas de diferentes épocas, valorizando sempre suas expressões musicais; g) Desenvolver os valores culturais e proporcionar visibilidade ao projeto, aos resultados socioculturais e parceiros por meio de apresentação pública, contribuindo para a divulgação de nossos artistas. h) atender 150 crianças em vulnerabilidade social; i) Divulgar a Cultura Local; j) Incentivo e fomento à novas plateias; k) Atender os anseios da população específica por Arte e Cultura; l) Dar visibilidade a músicos, produtores e técnicos; m) Levar através das ferramentas de comunicação o conhecimento para os públicos alvos dirigidos, com isto o conhecimento da cultura estara presente nas salas de espetáculo e em todos os meios de comunicação de acesso ao público; n) Realizar intercâmbio de informações; o) Elevar o nível cultural musical e dos temas em pauta de gestão e cultura, da população e comunidades locais; p) Gerar trabalho e renda para todos os envolvidos no projeto, fomentando as atividades culturais.

Justificativa

O que nos move a propor este projeto é a necessidade de incentivo à música e cultura específica e também a difusão desta em espaços alternativos antes não acessíveis ao público alvo e demais públicos relacionados, alcançando um público ávido por oportunidades. Infelizmente, as instituições culturais dispõem de poucos recursos para fomentar projetos nesta área e há muitos artistas e poucas ofertas de trabalho. Ao nosso ver, a Lei De incentivo à cultura é um mecanismo que nos possibilita viabilizar projeto que preencham estas lacunas. Levar concertos até o público é cumprir uma função social, através da qual se oportuniza lazer, arte, entretenimento e informação numa celebração em grande estilo, usando diversos atrativos culturais. "Todo Artista tem que ir onde o povo está..." Justifica-se este projeto pelo motivo de não haver grupos musicais em número sufiente que contemplem a demanda de músicos e estudantes de música à prática orquestral e também, além disto, também oportunizaremos ensino gratuito de música para comunidades carentes. Por último, o conceito central que sedimenta todo este trabalho é que as manifestações artísticas são instrumentos que contribuem para a transformação e aperfeiçoamento dos indivíduos e, portanto, de nossa sociedade. Neste sentido ainda, a proposta se enquadra de forma adequada a maioria dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91, quais sejam: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Da mesma forma, a proposta contempla as seguintes finalidades do Art. 3°. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Da escola de Musica social: Facilitar à comunidade o acesso aos bens e espaços artísticos e culturais, assim como às atividades desenvolvidas na área da cultura; As atividades com música para crianças estão previstas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), a Lei nº. 9.364/1996 e na Lei 11.769/2008, podem contribuir com a construção do conhecimento do educando e colaborar com o seu desenvolvimento humano. A música pode contribuir para a formação social do aluno, desenvolvendo a capacidade de se expressar através de uma linguagem não-verbal e os sentimentos e emoções, a sensibilidade, o intelecto, o corpo e a personalidade, a música se presta para favorecer uma série de áreas. Essas áreas incluem a "sensibilidade" e o "raciocínio", além da transmissão e do resgate de uma série de elementos da cultura.

Estratégia de execução

VALORES Para a viabilização deste grupo musical se faz necessário a previsão orçamentária visando o pagamento dos salários de maestros, equipe técnica e professores, bem como bolsa auxilio para os estudantes integrantes da ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE CURITIBA e previsão de vales transporte e alimentação. Seguindo os seguintes valores: Maestros - 03 (três) Salários mínimos regionais/Mês Professores - 02(dois) Salários mínimos regionais/Mês Técnicos - 1 (um) Salário mínimo regionais/Mês Músicos - 1,5 (um e meio) Salários mínimos regionais/Mês - Cachê do Coordenador Administrativo será pago através dos recursos da rubrica Custos Vinculados - Custos de Administração METODOLOGIA Serão realizados ensaios práticos e teóricos, individuais e em grupos, visando o desenvolvimento rápido e eficiente, dentro da forma utilizada nos mais renomados e conceituados conservatórios musicais. Nos ensaios práticos será enfocada a execução dos vários instrumentos essenciais para a formação do grupo em evidência além do contato com conceitos e a linguagem da escrita musical. REPERTÓRIO Criar um repertório eclético com obras da literatura musical mundial, constituído por diversos gêneros e estilos de música, procurando sempre manter notoriedade com música brasileira, hinos, cantos cívicos e folclóricos. CONTRAPARTIDA A ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE CURITIBA além de realizar concertos periódicos dentro de uma agenda previamente elaborada, poderá realizar Turnês, apresentar-se em ocasiões onde a qualidade e o requinte estejam em voga, como: Posses, homenagens, gravações, ser utilizada como veículo de sociabilização através a criação de projetos que levem por intermédio dos integrantes do grupo o ensino musical à comunidade CURITIBANA, aproximando das carências dos MUNÍCIPES. CONTRAPARTIDA SOCIAL Alguns dos Músicos selecionados para a formação da ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE CURITIBA serão responsáveis pela formação desta, onde atuarão, como instrutores de uma grande escola de música que abrirá espaço para a inclusão de crianças e jovens na profissão de músicos, criando assim a integração com a comunidade CURITIBANA. SELEÇÃO Será realizada audição pública para a formação da ORQUESTRA SINFÔNICA MUNICIPAL DE CURITIBA, através de teste seletivo especialmente elaborado a fim de avaliar a qualificação dos músicos munícipes de CURITIBA, dentro das disponibilidades de vagas e da formação exigida pelos diretores artísticos dos grupos. AGENDA DE ENSAIOS Serão diários com critérios previamente definidos, considerando as condições apresentadas. RECURSOS Manutenção dos Músicos, Manutenção do Staff Administrativo, Sala de ensaio, métodos, livros, partituras, material de escritório, instrumentos musicais característicos de Orquestra Sinfônica, computador com impressora, estantes metálicas, luminárias, cadeiras, estante para regência, pastas, metrônomo, diapasão eletrônico, material de reposição, manutenção e acessórios. ORÇAMENTOS DE PESSOAL Necessidade da manutenção de vagas específicas para músicos e de vagas para o Staff Administrativo. ORÇAMENTO DE MATERIAL Os músicos que concorrerem a vagas deverão possuir instrumentos próprios, excluído àqueles que executam a percussão de grande porte (Tímpanos, Bombo Sinfônico, Xylofone e similares) e Piano. A ORQUESTRA SINFÔNICA JOVEM DE CURITIBA será constituída conforme as formacao musical abaixo: 02 (dois) Maestros 01(um) Coordenador 01(um) Arquivista 03 (três) Montadores 08 (oito) Primeiros Violinos 07 (sete) Segundos Violinos 06 (seis) Violas 05 (cinco) Violoncelos 03 (três) Contrabaixos 03(três) Flautas 03(três) Oboés 03 (três) Clarinetes 03 (três) Fagotes 03 (Três) Trompetes, 03 (Três) Trombones, sendo um Trombone Baixo 04 (quatro) Trompas, 02(duas) Tubas, 04 (quatro) Percussões, 01(um) Pianista

Especificação técnica

Aulas de Musica - O projeto tem o objetivo de desenvolver habiliades musicais de 1200 crianças e jovens, através de aulas praticas e teóricas; - As oficinas serão oferecidas para crianças e jovens matriculados na rede publica de ensino, crianças e jovens de baixa renda e crianças e jovens em situação de vulnerabiliade; - Serão oferecidos 16 (dezesseis) cursos, cada curso será voltado a capacitação sobre um instrumento; - Serão formadas turmas compostas por 10(dez) a 30(trinta) alunos cada, dependendo da especificiade do instrumento ofertado. - O cronograma de capacitação tem duração de 12 meses, composto por uma aula semanal, com duração de 1h (uma hora) cada aula. - De modo didatico o corpo docente é formado por 16 profissionais do staff da Osc e coordenadores pedagógicos; - Cada aula será ministrada por um músico instrumentista, onde o profissional apresentara um instrumento e ensinará tecnicas de execução. historia da música, teoria músical, individual e coletiva para a composição de uma grande Orquestra sinfônica; - A metodologia é de grande impacto, tem o formato simples e adaptável, para fácil entendimento dos alunos, temos como premissa incluir todos, sempre respeitando as diversidades e promovendo a inclusão. - O objetivo é apresentar a música instrumental e música popular Brasileira de maneira lúdica e didática, realizar palestra sobre o tema, responder perguntas, abrir roda de conversa, apresentar os instrumentos de maneira teórica e prática, desenvolver formação de grupos e inovar sempre as ações. E assim promover a valorização e a difusão da cultura, o apoio à educação, a inclusão social e o desenvolvimento de valores como espírito de equipe, respeito, disciplina, compromisso, confiança e sensibilidade. - Certificação com carga horaria de 40h (quarenta)

Acessibilidade

Temos como premissa incluir todos, respeitando sempre a diversidade e promovendo a inclusão. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015 , e o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018 . I- Todas as pessoas com deficiência terão atendimento prioritário; II- dois por cento de espaços para pessoas em cadeira de rodas, com a garantia de, no mínimo, um espaço; III- Não havera custo adicional; IV- Os locais de realização do evento terão estrutura para receber PcD. APRESENTAÇÃO MUSICAL Todos os locais de realização de apresentações musicais contarão com espaços e assentos distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, tais como cadeiras confortáveis para diferentes tipos físicos, lugares para cadeirantes, rampas de acesso, banheiros adaptados e demais equipamentos que possibilitem a inclusão.Todo o pessoal responsável pela recepção do público será instruído a reconhecer o espaço e indicar ou conduzir as pessoas comdificuldades de locomoção ao destino desejado pelo melhor caminho.Todas as Apresentações serão anunciadas por linguagem simples, de forma clara e objetiva.Em 12 espetáculos estará à disposição dos deficientes auditivos a programação e informações sobre os espetáculos em formatoimpresso, de forma clara e objetiva.ENSAIO DIDÁTICOOs ensaios didáticos - atividade de contrapartida, serão realizados em local com completa infra estrutura para atendimento de pessoas com deficiência.com medidas de acessibilidade, tais como: rampas de acesso e/ou elevadores para cadeirantes e lugares na plateia paraacomodação de cadeirantes.Todo o pessoal responsável pela recepção do público será instruído a reconhecer o espaço e indicar ou conduzir as pessoas comdificuldades de locomoção ao destino desejado pelo melhor caminho. Aulas de Musica - atividade de contrapartida, serão realizados em local com completa infra estrutura para atendimento de pessoas com deficiência.com medidas de acessibilidade, tais como: rampas de acesso e/ou elevadores para cadeirantes e lugares na plateia paraacomodação de cadeirantes.Todos os professores, atendentes e monitores serão capacitados e instruidos para os cuidados e inclusão de crianças com deficiencia. Não havera custos adicionais para acessibilidade.

Democratização do acesso

Da apresentação musical: Serão realizadas 6 Apresentaçãoes musicais em teatro- Ingressos a R$60,00 (sessenta reais) inteira, R$30,00 (trinta reais) meia e R$25,00 (vinte e cinco reais) ingresso poular - Estima-se atender 2.000 pesooas por Apresentação Conforme o Artigo 23 da Instrução Normativa no 01/2022 do Ministério da Cidadania, o projeto propõe: a)_no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; I- tornar os preços de comercialização de obras ou de ingressos mais acessíveis à população em geral. II- proporcionará acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741,de 1o deoutubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999 (INGRESSOS A PREÇOS POPULARES). COTA DE INGRESSOS GRATUITOS: Disponibilizar ingressos gratuitos a população, da forma descrita abaixo: Serão distribuídos gratuitamente, sendo em média 25% por espetáculo para deficientes físicos, idosos (a partir de 65 anos comprovados) e estudantes, com documentos comprobatórios (carteira de identidade, carteira de estudante e SID). Nos termos do §2º do Art. 57 da IN nº 01/2017 do MinC, os espetáculos serão gravados em vídeo e disponibilizados através do canal YouTube. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV- Realização de concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias; Concertos didaticos- Serão realizadas 6 Apresentaçãoes em locais Publicos como: parques.praças,igrejas, centro da cidade etc... - Ingressos gratuitos - Estima-se atender em media 2.000 pessoas por apresentação Nos termos do §2º do Art. 57 da IN nº 01/2017 do MinC, os espetáculos serão gravados em vídeo e disponibilizados através do canal YouTube. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV- Realização de concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias; Aulas de Musica- Serão realizadas aulas didaticas de forma gratuita - Destinada a crianças e jovens de baixa renda - Estima-se atender em media 160 crianças durante todo projeto Nos termos do §2º do Art. 57 da IN nº 01/2017 do MinC, os espetáculos serão gravados em vídeo e disponibilizados através do canal YouTube. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; IV- Realização de concertos sinfônicos abertos ou sessões de cinema abertas em zonas periféricas com ação educativa para a formação de plateias; Também sobre Aulas de Musica - O projeto tem o objetivo de desenvolver habiliades musicais de 160 crianças e jovens, através de aulas praticas e teóricas; - As oficinas serão oferecidas para crianças e jovens matriculados na rede publica de ensino, crianças e jovens de baixa renda e crianças e jovens em situação de vulnerabiliade; - Serão oferecidos 16 (dezesseis) cursos, cada curso será voltado a capacitação sobre um instrumento; - Serão formadas 16 (dezesseis) turmas composta por 10(dez) alunos cada, - O cronograma de capacitação tem duração de 12 meses, composto por uma aula semanal, com duração de 1h (uma hora) cada aula. - De modo didatico o corpo docente é formado por 16 profissionais do staff da Osc e coordenadores pedagógicos; - Cada aula será ministrada por um músico instrumentista, onde o profissional apresentara um instrumento e ensinara tecnicas de execução. historia da música, teoria músical, individual e coletiva para a composição de uma grande Orquestra sinfônica; - A metodologia é de grande impacto, tem o formato simples e adaptável, para fácil entendimento dos alunos, temos como premissa incluir todos, sempre respeitando as diversidades e promovendo a inclusão. - O objetivo é apresentar a música instrumental e música popular Brasileira de maneira lúdica e didática, realizar palestra sobre o tema, responder perguntas, abrir roda de conversa, apresentar os instrumentos de maneira teórica e prática, desenvolver formação de grupos e inovar sempre as ações. E assim promover a valorização e a difusão da cultura, o apoio à educação, a inclusão social e o desenvolvimento de valores como espírito de equipe, respeito, disciplina, compromisso, confiança e sensibilidade. - Certificação com carga horaria de 48h

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA: Diretor Geral: Maestro Carlos Domingues Direção Artística: Felipe Guerra Maestros: Maestro Carlos Domingues e Maestro Marcio Ferreira Rodrigues Produtor Executivo: Paulo Ricardo Berlitz Coordenação Administrativa: Mayara Jaqueline Faria Músicos: a serem arregimentados e contratados Professores: a serem arregimentados e contratados Técnicos e demais prestadores de serviços: a serem selecionados e contratados de acordo com a oferta de mercado. CURRÍCULOS Maestro Roberto Tibiriçá (Consultor e Maestro Convidado): começou sua carreira como pianista e camerista recebendo fortes influências de Guiomar Novaes, Madalena Tagliaferro, Dinorah de Carvalho, Nelson Freire, Gilberto Tinetti e Peter Feuchtwanger. Porém, seus conhecimentos musicais não bastavam apenas para tocar piano. Resolveu então, procurar o Maestro Eleazar de Carvalho e começou a participar dos Festivais de Campos do Jordão, em São Paulo, como pianista e assistente do Maestro Dr. Hugh Ross, diretor da Schoola Cantorum, de Nova York. Iniciou seus estudos de regência com o Maestro Eleazar de Carvalho e venceu por duas vezes o Concurso para Jovens Regentes da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, passando a ser o Principal Regente-Convidado, trabalhando com o Maestro Eleazar por quase 18 anos até sua vinda para a cidade do Rio de Janeiro em 1994 para a Orquestra Sinfônica Brasileira, onde foi Diretor-Adjunto e, posteriormente seu Diretor Artístico. Esteve em Lisboa, Portugal, entre 1984-1985, como Regente Assistente do Teatro Nacional de S.Carlos onde, até hoje mantém relações muito afetivas com este País, sendo convidado permanente do júri do Concurso Internacional para Jovens Chefes de Orquestra, promovido pela Fundação Oriente e pela Orquestra Metropolitana de Lisboa, com a qual também já trabalhou. Convidado para participar da Semana Guiomar Novaes em Miami, regeu um concerto com a Orquestra Filarmônica da Flórida e o pianista Arnaldo Cohen no dia 28 de Setembro de 1996[3]. Como Diretor Artístico da RGE/FERMATA foi o responsável pelo início das gravações de música clássica em gravadoras brasileiras, tendo entre elas o último e único LP gravado no Brasil pela grande pianista Guiomar Novaes interpretando somente músicas brasileiras. Participou ainda de um DVD sobre esta grande artista, dando depoimentos importantes para a realização deste documentário a convite da diretora Norma Bengel. Foi também Diretor da gravadora COPACABANA onde realizou o último disco de outra grande pianista brasileira: Magda Tagliaferro. Ambos gravados no MASP – Museu de Arte de São Paulo. Recebeu o prêmio de Melhor Regente Orquestral, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte e o Prêmio Lei Sarney como revelação na área de Regência Orquestral. Fundou em São Paulo a Orquestra Nova Filarmonia, que entre outros artistas acompanhou Luciano Pavarotti, a Orquestra Nova Sinfonieta e a Orquestra de Câmera Da Capo (conjuntos formados pelos melhores músicos da cidade) e onde realizou a primeira audição da Petite Messe Solennelle, de Rossini. Constantemente convidado a reger todas as orquestras brasileiras tem recebido excelentes críticas sobre suas apresentações. Em 1995 foi eleito pela crítica especializada do Rio de Janeiro como o Músico do Ano e recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro o Prêmio Estácio de Sá pelo seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Trouxe várias primeiras audições nesta cidade em seus concertos com a OSB como a 2a. Sinfonia e as Danças Sinfônicas de Rachmaninoff e a ópera The Rape of Lucretia, de Benjamin Britten além de várias obras de autores brasileiros inclusive a gravação do CD em Homenagem ao Papa João Paulo II com 5 obras inéditas dos compositores Ricardo Tacuchian, Ronaldo Miranda, Edino Krieger, Almeida Prado e David Korenchendler. Ainda com esta orquestra participou de diversas edições do Projeto Aquárius entre as quais se destacam a 2a Sinfonia (”Ressurreição”) de Gustav Mahler, na Enseada de Botafogo em 1996, para um público estimado em 150 mil pessoas e a Missa Campal celebrada por Sua Santidade o Papa João Paulo II, para cerca de 2 milhões de pessoas no Aterro do Flamengo, em 1997! Convidado pela Direção Artística do Theatro Municipal do Rio de Janeiro realizou, em 1998, o Ciclo Beethoven, onde foram executadas as 9 Sinfonias, os 5 Concertos para Piano, o Concerto Tríplice e o Concerto para Violino com o teatro completamente lotado. De 2000 a 2003 passou a ser o Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró Música, sendo o responsável pelo alto nível artístico que este conjunto alcançou nesses 4 anos levando o mesmo a receber o Prêmio Carlos Gomes, em sua primeira edição Nacional, como o Melhor Conjunto Orquestral em 2001 e novamente em 2002. Seus concertos lotavam tanto o Theatro Municipal como na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. As viagens com a OPPM alcançaram enorme sucesso de público obrigando a colocação de cadeiras extras no palco, junto à orquestra. Sua criatividade na programação e o resgate dos famosos Concertos Matinais aos domingos pela manhã, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, atraíram um público novo composto a maioria por jovens, formando assim novas platéias. Gravou com esta orquestra ao vivo neste Theatro Municipal 2 CDs dedicados à música brasileira: com Wagner Tiso interpretando ao piano suas “Cenas Brasileiras” e o outro com duas das obras mais cobiçadas e esquecidas em gravações: O Concerto para piano em Formas Brasileiras de HEKEL TAVARES, com o pianista Arnaldo Cohen e o Choro nº 6 de VILLA-LOBOS (considerado um dos melhores CDs de 2003). Criou a série “O Artista Brasileiro”, realizada na Sala Cecília Meireles, onde só se apresentam os artistas nacionais e que tem sido recebida até hoje com muito carinho pelo público desde sua idealização quando assumiu a OPPM. Os 3 Concursos também idealizados por Roberto Tibiriçá (o Concurso para Jovens Solistas “Armando Prazeres”, o Concurso para Jovens Regentes “Eleazar de Carvalho” e o Concurso para Jovens Compositores “Cláudio Santoro”, este em parceria com a Academia Brasileira de Música) têm recebido grandes elogios por sua iniciativa e apoio à juventude. Juntamente à música clássica, desenvolve intensa atividade com os clássicos populares brasileiros. Já atuou com Wagner Tiso, Rita Lee, Gilberto Gil, Daniela Mercury, Zizi Possi, Sivuca, Frejat, Simone, Ivan Lins, Francis Hime, Paulo Moura, Nana Caymmi, João Bosco entre outros. É convidado para realizar eventos dos mais diferentes motivos como a Árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro desde sua primeira edição, em 1996 até 2002. Por sugestão do pianista Nelson Freire, foi convidado por Martha Argerich para reger o Concerto de Abertura do FESTIVAL MARTHA ARGERICH, em Buenos Aires, fazendo sua estréia no Teatro Colón, em Novembro de 2001, onde a grande pianista tocou sob sua regência o Concerto em Sol, de Ravel. Voltou a este mesmo Festival em Outubro de 2004 onde atuou frente à Orquestra Filarmônica de Buenos Aires com Nelson Freire tocando Villa-Lobos, no Teatro Colón completamente lotado. Teve a oportunidade de trabalhar com artistas como Martha Argerich, Nelson Freire, Arnaldo Cohen, Barry Douglas, Lílian Zilbersntein, Sergio Tiempo, Joshua Bell, Shlomo Mintz, Stefan Jackiw, Erik Schumann, Gautier Capuçon, Frederieke Saeijs, David Aaron Carpenter, Gabriela Montero, Antonio Meneses, Mikhail Rudy, Jean Louis Steuerman, Boris Belkin, Dmitry Sitkovetsky, Geza Hosszu-Legocky, Pavel Sporcl, Eugene Fodor, Wolfgang Meyer, Romain Guyot, Cristina Ortiz, Bernard Greenhouse, Antonio Barbosa, Bela Davidovich, Yevgeny Sudbin, Pascal Roge, Nelson Goerner, Jean-Philippe Collard, Jon Nakamatsu, Evgeni Mikhailov, Frank Braley e Ana Botafogo. Já há alguns anos é convidado para o Festival Villa-Lobos, Venezuela, regendo concertos com a Orquestra Simón Bolívar. Roberto Tibiriçá é considerado um dos melhores regentes da atualidade pela crítica especializada trazendo sempre em seu repertório obras de interesse artístico e público preservando assim seu objetivo de formação de novas plateias. Por este motivo recebeu em 28 de Novembro de 2002 o título de CIDADÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, concedido pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro por seus serviços prestados à Cultura do Estado desde sua vinda, em 1994. No dia 26 de Março de 2003 foi eleito para ocupar a Cadeira de No. 05 (cujo Patrono é o Pe. José Maurício Nunes Garcia) da Academia Brasileira de Música. De 2005 a 2011 foi Diretor Artístico da Sinfônica Heliópolis, do INSTITUTO BACCARELLI, cujo Patrono é o Maestro Zubin Mehta. Foi ainda Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (SP), da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo (SP) e Principal Regente da OSSODRE, Montevidéu/Uruguai. Recebeu em 2010 e 2011 o XIII e XIV Prêmio Carlos Gomes como Melhor Regente Sinfônico (por seu trabalho com a Sinfônica Heliópolis do Instituto Baccarelli e a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais). Recebeu ainda em 2011 a Ordem do Ipiranga (a mais alta honraria do Estado de São Paulo), a Grande Medalha Presidente Juscelino Kubitschek (outorgada pelo Governo de Minas Gerais) e o Prêmio APCA (Associação dos Críticos Musicais de São Paulo) como Melhor Regente (por seu trabalho com a Sinfônica Heliópolis e com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais). Maestro Carlos Domingues (Diretor Geral e Maestro do Projeto): Trompetista, Maestro, Compositor, Arranjador, Empresário e Produtor Musical, natural de Curitiba, iniciou seus estudos musicais na antiga Escola Técnica Federal do Paraná com os professores Victor Edmundo Kamisieki e Roraí Pereira Martins. Graduado com Licenciatura Plena em Música e Bacharelado em Trompete e pós-graduado com o curso de especialização em Música de Câmara com performance em trompete pela EMBAP – Escola de Música e Belas Artes do Paraná, onde esteve sob a orientação de ilustres professores, dentre eles: Antônio Aparício Guimarães, Marco César Xavier, Lutero Rodrigues, Luiz Henrique Senise, Osvaldo Colarusso, Fernando Dissenha, Marcelo Verzoni, Marta Herr, Heitor Alimonda, Joel Sachs e Noel Devos. Em cursos de regência esteve sobre a orientação dos maestros João Batista Gonçalves (RJ), Roberto Farias (SP), Gerardo Gorosito (Argentina), Osvaldo Ferreira (Portugal) e Marcus Amgwerd (Suiça). Vencedor como melhor regente de Orquestra do Primeiro Concurso Nacional de Jovens Talentos do Centro Cultural Teatro Guaíra e Orquestra Sinfônica do Paraná no ano de 1999, melhor regente de grupo de Metais e Percussão em concursos realizados nas cidades de Barra do Piraí-RJ (1996), Itaquaquecetuba – SP (1997), e Curitiba-PR (1998). Atua constantemente ministrando cursos de regência e formação de Bandas e Fanfarras em cursos promovidos pelas Secretarias de Estado da Educação e Cultura do Paraná, além de cursos promovidos pela Universidade Federal do Paraná e Federação Paranaense de Fanfarras e Bandas do qual foi presidente por 05 (cinco) anos. Integrou a Banda da Policia Militar do Paraná por 10 (dez) anos. Foi regente das Orquestras de Metais e Percussão dos Colégios Novo Ateneu de Curitiba, Sagrada Família de Ponta Grossa – PR, e Grupo de Câmara de Metais do CEFET-PR. Atualmente integra como trompetista a Orquestra Sinfônica do Paraná, Orquestra de Câmara Brasileira, CWBrass – Quinteto de Câmara de Metais de Curitiba. É coordenador administrativo da Eruditu Philharmonic Orchestra e Grupo vocal Tessitura Plena Singers e o idealizador, fundador, regente titular e diretor artístico da Orquestra Filarmônica de Metais e Percussão – Paraná Brass, proprietário da empresa Eruditu / Batuta - Produções Artísticas LTDA - ME, Diretor Musical e regente dos espetáculos QUEEN Symphonic Tribute, ABBA Musical Dance, Las Óperas, Movies Classic Show, Games Classic Show, MJ Tribute e Alice no Natal das Maravilhas. Maestro Marcio Rodrigues (Maestro no Projeto): iniciou seus estudos musicais na cidade de Cascavel/PR. Seu primeiro instrumento foi o clarinete que alguns anos depois foi substituído pelo violino, tendo estudado sob a orientação de Nelsi Rodrigues e posteriormente de Simone Savitzky. No ano de 1996, em Curitiba, ingressou na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, estudando viola com o professor Aldo Villani, além de ter aulas particulares com a professora Hildegard Sobbol Martins. Em 1998, mudou-se para São Paulo onde cursou Graduação em Música (Bacharelado em Instrumento) na UNESP, onde foi aluno dos Professores Dr. Emerson di Biaggi e Dr. Ayrton Pinto. Em 2005 foi aceito como aluno do curso de Mestrado da University of New Mexico - Estados Unidos, sendo aluno da professora Kimberly Fredenburgh (viola) e do Prof. Dr. Jorge Perez Gomez, na área de Regência Orquestral. Marcio foi agraciado em 2008, com Distinção e Honra dada pela banca examinadora em sua prova final. Ainda na University of New Mexico, Marcio teve a honra de estudar com uma das maiores pedagogas do violino dos EUA, a professora Susan Kempter, com quem se formou especialista em pedagogia de cordas pela UNM. Foi músico da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo por seis anos e, durante este tempo, teve a oportunidade de trabalhar com alguns dos mais importantes maestros e solistas da atualidade, tanto brasileiros como estrangeiros. Apontado como destaque musical do ano de 1995 pela Secretaria de Cultura do município de Cascavel, em 2001 foi um dos ganhadores do concurso “Jovens Solistas”, realizado na cidade de Piracicaba/SP. Como solista, atuou com diversas orquestras no Brasil, Estados Unidos e na Itália: orquestras dos festivais de Campos/RJ e Brasília/DF, Orquestra Antunes Câmara nas cidades de São Paulo, Salvador e Campos/RJ. Na Itália, durante o Tuscia Opera Festival (Roma e Viterbo), foi primeira viola da orquestra do festival e solista junto da mesma orquestra, em 2007. Nos Estados Unidos, foi vencedor por três anos consecutivos do Viola Competition da University of New Mexico e, no ano de 2006, foi o vencedor do UNM Concerto Competition, tendo como premiação um concerto solo frente à orquestra da universidade e, em 2007, atuou como solista com a San Juan College Symphony, em Farmigton/NM. No ano de 2008, foi convidado a ministrar aulas de viola e musica de câmara e para atuar como solista frente à orquestra do Saltnote Stageworks Summer Music Festival em Washington D.C. Participou de inúmeros cursos e master-classes com alguns dos maiores instrumentistas do nosso tempo, como Joseph de Pasquale (Curtis institute of Music/ Philadelphia Orquestra), Wilfred Strehle (Berlim Philharmonic), Lawrence Dutton (Emerson String Quartet), Ida Kavafiam (Solista Internacional), John Graham (Eastman School of Music), William Magers (Arizona State University), Allegra Askew (Santa Fé Opera), Paulo Bosisio (Universidade Federal Fluminense), Laura Wilcox (Florida State University) e Pamela Ryan (Florida State University), dentre outros. Foi primeira viola da UNM Symphony Orchestra entre 2005 e 2008. Como músico convidado, atuou junto a diversas orquestras americanas, como Santa Fe Symphony Orchestra, San Juan Symphony (Co-principal viola), Albuquerque Chamber Soloists, Santa Fé Pro-Musica (Co-principal viola), Canticum Novum (Principal Viola), Rowan Symphony Orchestra (Co-principal viola) e Saltnote Symphony Orchestra (Principal viola). Durante os anos de 2007/2008, Marcio foi musico da New Mexico Symphony Orchestra, por conta da “Kurt Frederick Fellowship” da University of New Mexico, e, entre 2005 e 2006, foi violista do Abe Franck Graduate String Quartet. No período em que voltou dos EUA atuou como musico convidado da Orquestra Sinfônica do Paraná e da Camerata Antiqua de Curitiba e foi professor de viola no Festival de Musica de Cascavel – PR. Marcio foi artista residente do MIMU – Movimento Internacional de Musica de Uberlândia e violinista convidado da Orquestra Sinfônica Brasileira para a realização da integral das sinfonias de Beethoven com o maestro Lorin Maazel em 2011. Destacou-se como solista, camerista e professor de violino, viola e musica de câmara em Aracaju e região com alguns alunos se destacando no cenário musical brasileiro. Em março de 2011, Marcio foi para os EUA onde ministrou master classes para os alunos de graduação e mestrado da New Mexico University e participou de um workshop com o violinista e professor John Kendall em Ann Arbor no estado de Michigan. Dirigiu a Orquestra de Câmara de Aracaju na série “Concertos Empresariais” onde ministrou palestras/concertos em empresas e órgãos governamentais. De 2009 a 2015 foi violinista spalla e regente convidado da Orquestra Sinfônica de Sergipe. Marcio foi professor de violino e viola no Projeto Sergipano de Orquestras Jovens, um projeto de extensão da Universidade Federal de Sergipe em Aracaju e professor do Conservatório Estadual de Música de Sergipe. Coordenador Pedagógico e Maestro da Orquestra Jovem do Estado de Sergipe. Foi aluno de regência orquestral dos Maestros Luiz Szaran, Miguel Angel Gilardi, Nelsi Rodrigues e Jorge Perez Gomez. De junho de 2015 a dezembro 2016 atuou como professor no Projeto Cordas do Paraná e membro do Quarteto Iguaçu. Desde 2017 atua como músico violista da Orquestra Sinfônica do Paraná. Felipe Guerra (Direção Artística): Formado em Arquitetura pela Universidade Positivo - Pr, é associado do escritório Jaime Lerner Arquitetos Associados de Curitiba, assinou projetos cenográficos dos seguintes projetos: Convenção Chilli Beans – Florianópolis, Festival/Show Estação Pedreira, Festival/ Show Warung – Curitiba, Festival/Show Tribal tech - Curitiba; espetáculo Carmina Burana - Cia Jair Moraes, Peça de Teatro Tchekov - Cia Ave Lola, Novela da Globo Amor à Vida – Cena Casamento 1° capítulo, Festival/Show Tribal tech - Curitiba, Urbana Natal Praça Espanha – Curitiba, Show/DVD RaissaFayet, também atuando na direção artística de projetos como Queen Symphonic Tribute - Curitiba, ABBA Symphonic Musical Dance - Curitiba, dentre outros Trabalhos assinados 2016 Cenografia do espetáculo Games Classic Show. 2015 Cenografia do espetáculo ABBA Symphonic Musical Dance - Cenografia do espetáculo Queen Symphonic Tribute - Cenografia do espetáculo Las Óperas - Árias de Óperas Famosas - Cenografia do concerto de Natal HÔ HÔ HÔ, Um Concerto de Natal Diferente. 2014 Carnavalesco vice-campeão do Carnaval de Curitiba - Escola de Samba Acadêmicos da Realeza Cenografia Convenção Chilli Beans – Florianópolis Cenografia Festival/Show Estação Pedreira - Curitiba Cenografia Festival/ Show Warung – Curitiba Projeto Expográfico Amazônia- Andes, Bienal de Fotografia de Lima, Perú Projeto Expográfico Amazônia- Andes, Ave Lola, Curitiba Cenografia do Festival/Show Tribal tech - Curitiba 2013 Carnavalesco bi-campeão do Carnaval de Curitiba - Escola de Samba Acadêmicos da Realeza Cenografia do Espetáculo Carmina Burana - Cia Jair Moraes Cenografia da Peça de Teatro Tchekov - Cia Ave Lola Cenografia Novela da Globo Amor à Vida – Cena Casamento 1° capítulo 2012 Carnavalesco campeão do Carnaval de Curitiba - Escola de Samba Acadêmicos da Realeza Cenografia do Festival/Show Tribal tech - Curitiba Cenografia Urbana Natal Praça Espanha – Curitiba Cenografia Show/DVD Raissa FayetDaniel Liviski - Direção Executiva Paulo Ricardo Berlitz (Produtor Executivo): Formado em Direito pela Fundação de Estudos Sociais do Paraná, possui experiência na elaboração, coordenação e direção de projetos como Jazz Central - Curitiba, 3 Clipes e 1 Curta - Curitiba, Queen Symphonic Tribute - Curitiba, ABBA Symphinic Musical Dance - Curitiba, Las Óperas - Árias de Óperas - Curitiba, HÔ HÔ HÔ Um Concerto de Natal Diferente, Games Classic Show, dentre outros. Atiuou por mais de 15 anos na coordenação e realização de eventos corporativos. Mayara Jaqueline Faria (Produtora admistrativa): Formada em serviço social pela faculdade Estacio de Sá, Empreendedorismo social pelo Instituto Legado, Elaboração de Projetos e Mobilização de Recursos pela FIEP, MBA em Gerenciamento de projetos pela FGV/ISAE e Capacitação em Avaliação de Impacto e Avaliação de Sroi pelo Instituto IDIS , Possui experiencia em elaboração e execução de Projetos de impacto social como Projeto LIA, Ação Solidaria Colombo, Viva inclusão, Arte de Rua, Lazer inclusivo na pratica entre outros, atua tambem em projetos de desenvolviemento economico e geração de renda em comunidades. Premios e reconhecimentos: Viva inclusão - concedido pela Prefeitura Municipal de Curitiba- 2019 Ala inclusiva - concedido pelo Governo Estadual do Parana - 2019 Arte de Rua - concedido pelo FEMOTIBA/ FESTPAR - 2018

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.