Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar oficinas de artes circenses para estudantes e professores de Escolas Públicas e espetáculos circenses gratuitos.
O projeto será desenvolvimento em 10 meses, com a participação de escolas da rede pública de ensino municipal e estadual. As inscrições das escolas serão através da manifestação de interesse, sendo contemplas as 10 primeiras inscritas. A seleção dos estudantes (turmas) com idade entre 8 e 17 anos, serão realizadas pelas escolas inscritas, considerando que as mesmas tem conhecimento para avaliar o interesse de seus estudantes. Objetiva atender 200 estudantes e professores com as oficinas e até 800 pessoas com os dois espetáculos circenses. Serão turmas de até 20 estudantes por oficina de 20h/aulas com os 5 módulos, ou seja: 1º Módulo: Acrobacia aérea e de Solo. Nas aulas de acrobacia, desenvolvem a potência corporal, equilíbrio, confiança, parceria e espírito de equipe, através de aquecimentos, jogos corpóreos e desenvolvimento de técnicas acrobáticas. Dentro das técnicas serão trabalhadas portagens de equilíbrio e acrobacias de solo (rolamento, cambalhota, saltos, estrelas flipadas e carpadas, flip flap), além de desenvolver também paradas de cabeça e paradas de mão. A aula será de noções básicas para os atendidos 2º Módulo: Malabarismo As técnicas a serem desenvolvidas no malabarismo são todas vinculadas coordenação motora e psicomotricidade corporal. Trabalhado a manipulação de objetos presos ao corpo e soltos também. São oferecidas manipulações com tipos diversos de objetos de malabarismo (flags, swing poi, bastes, diabol, bolas, claves, argolas e devil stick), com o intuito também de mostrar a diversidade de possibilidades de desenvolvimento da coordenação motora, através de técnicas clássicas e de modalidades do circo contemporâneo. A aula será de noções básicas da técnica para os atendidos 3º Módulo: Equilíbrio Neste módulo são desenvolvidas técnicas de relaxamento corporal e domínio sobre os eixos que coordenam os movimentos do corpo. Para isso, são utilizadas técnicas de portagens em grupos e aprendizagem em perna-de-pau. 4º Módulo: Palhaçaria. Neste módulo tem como objetivo, através de exercícios específicos, tornar conscientes as individuais características que promovem o riso. Leva também como característica exercícios práticos e específicos para adaptar o artista às linguagens da comida. Serve para performances individuais ou coletivas, reconhecimento de espaço e análise de possibilidades trabalhado o corpo do palhaço, relação, jogo, tempo mimico, improviso, texto, musicalidade, entre outros atributos inerentes ao arquétipo do palhaço. Uma conscientização das gag’s usadas pelo palhaço, através de: fracasso, cumplicidade, prazer, vulnerabilidade, impulso, máscara neutra, reversão de flop, improviso, neutralidade, medo, entre outros. A aula será de noções básicas da técnica ministrada. 5º Módulo: Pintura artística em rosto infantil e adulto. A arte na pele é como denominamos a pintura facial profissional ou maquiagem artística feita de maneira diferenciada para eventos infantis, em comemorações de aniversários, datas comemorativas, apresentações escolares e teatrais, promoções comerciais, convenções, programações de lazer hoteleiro, colônias de férias, encontros corporativos, empresariais e muitas outras ocasiões. São pinturas feitas no rosto, braço ou mão com tintas atóxicas, hipoalergênicas, portanto, próprias para a pele sensível dos pequenos, principalmente. Desenhos de personagens infantis, super-heróis, bichos, flores, caveiras, dragões, símbolos de time e borboletas são algumas das pinturas mais pedidas pelas crianças. A caracterização e a maravilha das cores são detalhes que tornam essa atividade tão querida e tão amada pelos pequenos e pelos adultos também. A arte na pele é desenvolvida dia-a-dia com dedicação, estudos e práticas intensivas que nos levam ao aperfeiçoamento para encantar as pessoas em eventos. Os dois espetáculos serão com apresentações de artes circenses.
No atendimento a incisos do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21, estaremos atendendo os seguintes incisos: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; O projeto valoriza a cultura nacional, pois seu foco é nas artes circenses. II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Atende este inciso por valorizar a expressão artistica circense local. III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; O projeto atende este inciso por viabilizar a expressão artistica circense local e promover sua difusão. V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Pois possibilita o acesso gratuito às oficinas e espetáculos, tando de alunos como professores e comunidade. VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; O projeto também atende o disposto neste inciso, por desenvolver atividades que fortalecem a cadeia produtiva do Circo e arranjos produtivos locais que forma a economia e cultura. VIII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; Impulsiona a preparação e ao aprefeiçoamento de estudantes e profesores para a prdoção e difusão das artes circences. XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; Também valoriza e estimula ações dos artistas envolvidos e profissionais da área. XVI - apoiar atividades com outras finalidades compatíveis com os princípios constitucionais e os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, de 1991, assim consideradas em ato do Secretário Especial de Cultura do Ministério do Turismo. O projeto Também atende este inciso. Objetivos Geral O presente projeto tem objetivo geral a realização de oficinas de artes circenses e pinturas artísticas para estudantes e professores da Rede Pública de ensino, considerando que as artes circenses contribuem para o desenvolvimento criativo das pessoas. E espetáculos circenses. Objetivos específicos a) Realizar 10 oficinas de artes circenses, composta pelas modalidades: (Acrobacia Aérea e de solo; b) Manipulação de Objetos; c) Equilibrismo; Pinturas de rosto infantil e adulto _ maquiagem artística; e) Palhaçaria). c) Cada oficina será de 20h/aulas de 60 minutos. Sendo 4h/aulas para cada modalidade. d) Serão turmas de até 20 estudantes entre 8 a 17 anos. e) Serão 200h/aulas no total f) Realizar 10 Espetáculos abertos para 1000 a mais pessoas. em cada apresentação. g) Entrega de Certificado de participação aos particiantes das oficinas. E ainda, a) Proporcionar aos alunos maior consciência corporal e equilíbrio, estimulando criatividade, concentração e trabalho em grupo aos alunos. b) Desenvolver metodologias de arte circense apropriando o processo de ensino aprendizagem de artes como ferramenta pedagógica alternativa para crianças e adolescentes. c) Contribuir para preservação e fortalecimento das artes circenses e valorização como patrimônio cultural brasileiro para crianças e jovens em idade escolar. d) Proporcionar novas situações que favoreçam o desenvolvimento motor infanto-juvenil. e) Incentivar o convívio harmônico entre os alunos e professores. f) Democratizar o acesso aso produtos e bens culturais
JUSTIFICATIVA FINAL Lei 8.313/91 Em atendimento aos incisos do artigo 1º da Lei 8.313/91. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; O presente projeto atende o art. 1º, em seu inciso I, pois contribui de forma efetiva para o acesso das pessoas ao bens e produtos culturais, atendendo o exercício pleno dos direitos culturais. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Neste inciso II, o projeto promove e estimula a produção local cultural artística, valorizando os recursos e conteúdos locais. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O presente projeto atende de forma ampla e abrangente os incisos: I, II, III, e ainda os incisos, IV, V e VIII, da Lei 8.313/91, em seu artigo 1º. considerando o atendimento de forma gratuita e democrática o acesso das pessoas ao produto proposto, valorizando e estimulando a produção artística local e valorizando as manifestações culturais. _____________________________________________________________________________________________________________________ No atendimento ao Art. 3º da Lei 8.313/91, para cumprimento das finalidades expressas no art. 1º desta lei, o projeto em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac, atende os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: O projeto atende este inciso com a realização de oficinas e espetáculo de artes cênicas(circenses). IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: O projeto também atende este inciso com a distribuição gratuita e publica do total dos ingressos para as oficinas e espetáculos culturais e artísticos. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: O projeto atende e apoia este inciso, na contratação de serviços para elaboração de projetos culturais e ações não prevista nos incisos anteriores, e consideradas importantes pelo Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura do Governo Federal. A realização do projeto contribui para o cumprimento das finalidades do Pronac, conforme o Art. 1º da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei nº 8.313/91. A referida proposta está enquadrada no segmento Espetáculo de Artes Cênicas, Art. 18 da Lei nº 8313/91. Conforme incisos I, II e III, além de outros incisos do Art. 1º. E no Art. 3º da Lei 8313/91, atende os incisos II, IV e V. A aprovação e financiamento deste projeto na Lei Federal de Incentivo à Cultura é imprescindível à sua realização, pois proporcionará aos estudantes uma oportunidade de aprendizagem nas oficinas e ao público dois espetáculos de artes cênicas circenses gratuitos, de nível artístico e o acesso aos de bens culturais. O presente projeto contribui para o pleno exercício do direito à cultura, protegendo as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. O projeto tem como local de realização a cidade de Santo Ângelo, região noroeste do estado do Rio Grande do Sul, sendo a 7ª Redução Jesuítica dos Sete Povos das Missões. Emancipou-se em 1873 _ sendo que no ano de 2023 comemora o "Sesquicentenário". Município vizinho de São Miguel das Missões onde está o Sítio Arqueológico Patrimônio Cultura Mundial. Fazendo um recorte para área das artes cênicas e o segmento circo, a oferta desta atividade ainda que modesta, contribui para o acesso democrático aos bens e produtos culturais. Neste sentido, justifica-se um projeto neste formato, ao mesmo tempo que cumpre uma função sócioeducativa, e traz em seu fazer um estímulo a prática das artes circenses, sendo esta uma ferramenta em potencial para a formação de crianças, adolescentes e jovens. É salutar que este projeto reacenderá o desejo dos estudantes e professores em investir em projetos que integram os estudantes, que reconstrói laços e dialoga com uma política voltada para transformações sociais, a partir da realização de atividades culturais. Frente ao exposto, enfatizamos que o presente projeto figura-se como uma proposta que dialoga com os objetivos da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, tal qual encontra-se em seu artigo primeiro: 'promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais em sua política de patrocínio'. Este projeto vai de encontro as demandas de estudantes da rede pública de ensino, os quais praticamente não tem acesso as atividades educacionais artísticas. Por essa razão a aprovação pela Lei de Incentivo Fiscal Federal é determinante para sua execução. Diante ao exposto justificamos a importância da aprovação do referido projeto junto aos Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, para seu financiamento e execução. O Município de Santo Ângelo "A Capital das Missões do RS" Santo Ângelo faz parte dos chamados Sete Povos das Missões e suas origens remontam ao período espanhol, sendo parte dos povoados criados nos séculos XVII e XVIII por padres jesuítas espanhóis nos atuais territórios do Brasil, Argentina e Paraguai. A redução de Santo Ângelo Custódio (ou Sant'Angel Custódio) foi fundada em 1706 pelo padre belga Diogo de Haze, da Companhia de Jesus. Acredita-se que primeiramente a redução foi instalada nas proximidades da forqueta dos rios Ijuí e Ijuizinho. Em 1707, teria sido transferida para o atual centro histórico da cidade. A redução de Santo Ângelo Custódio foi consagrada em homenagem ao Anjo Custódio das Missões, o protetor de todos os povos missioneiros, portanto era chamada também de Sant'Angel de la Guardia, como consta em alguns documentos espanhóis da época. Obteve grande desenvolvimento econômico e cultural, beirando os 8 mil habitantes no seu apogeu. Destruída a partir de 1756 com a chamada Guerra Guaranítica, a região ficou abandonada por quase cem anos. Por volta de 1830 começaram a ser distribuídas sesmarias para paulistas, iniciando-se assim um repovoamento da região. Emancipada de Cruz Alta em 22 de março de 1873, Santo Ângelo possuía um vasto território, ultrapassando os 10 mil km² de área. No final do século XIX grandes levas de imigrantes chegaram à Santo Ângelo. Entre eles alemães, italianos, poloneses, russos, holandeses, letões, entre outros grupos vindos da Europa. A região também foi o ponto de partida da Coluna Prestes, movimento que atravessou o país lutando por melhores condições sociais. Durante o século XX, especialmente no período entre os anos de 1930 a 1979, a cidade apresentou um grande desenvolvimento econômico e industrial, vindo a possuir mais de 90 mil habitantes. Nos anos 80, diversas emancipações ocorreram, retalhando o território de Santo Ângelo e reduzindo-o a menos de 10% do território original. Além das emancipações de seus distritos uma quebra geral nas indústrias locais acabou estimulando e provocando uma grande corrente de emigração. No final da década de 1990 a cidade começa um processo de 'ressurreição'. A população local chegou a 90.000 habitantes e voltou a aumentar, devido a reabertura de indústrias e à atração de novos investimentos. Um pouco de História da Terra Missioneira. Voltando há alguns séculos atrás, por volta dos anos 1600 a 1800, o mundo estava passando por profundas transformações. O sistema de organização das cidades e povoados estava mudando e isso causou muitas confusões na época. A Igreja Católica também estava passando por um momento de crise e aliado a ela, alguns países, como Portugal e Espanha, comprometiam-se a defender o cristianismo instaurando o catolicismo nos seus domínios coloniais em troca de poder. Na fase de colonização, Portugal e Espanha usaram o trabalho dos padres jesuítas da Companhia de Jesus, com o objetivo de converter os índios Guarani à fé cristã, bem como garantir a navegação pelos rios da Bacia do Prata, até então dificultada pelos indígenas. O sistema de reduções criado pelos jesuítas foi implantado na América do Sul pela primeira vez em 1609. No Brasil, no noroeste do Rio Grande do Sul, os jesuítas chegaram em 1626, liderados pelo Padre Roque Gonzáles de Santa Cruz, e iniciou o processo de evangelização dos índios Guarani, na margem oriental do Rio Uruguai atendendo aos objetivos da Companhia de Jesus. As reduções jesuítico-guarani, no Rio Grande do Sul, tiveram dois momentos de organização. Um chamado de Primeira Fase, que vai aproximadamente de 1626 a 1634, e outro chamado de Segunda Fase, que se estabeleceu em torno dos anos de 1682 a 1706. 1º Ciclo Missioneiro - Na primeira fase, surgiram 18 reduções, onde jesuítas e índios conviviam no mesmo local. Dessa primeira fase não restaram vestígios arquitetônicos, devido ao material usado nas construções. Esses povoados não conseguiram estruturar-se devido à invasão dos bandeirantes paulistas, que vinham para o Sul em busca de mão de obra escrava. 2º Ciclo Missioneiro - Em 1680, os portugueses fundaram a Colônia do Sacramento, tendo como objetivo participar do comércio. Na tentativa de evitar o ataque dos portugueses e índios charrua nas terras e no rebanho que os espanhóis, jesuítas e índios Guarani consideravam propriedades suas, os jesuítas iniciaram seu retorno para o território que hoje é RS e fundaram sete reduções jesuítico-guarani, conhecidas por Sete Povos das Missões. São elas: São Francisco de Borja, fundada em 1682; São Nicolau, fundada em 1687. São Luiz Gonzaga, fundada em 1687. São Miguel Arcanjo, fundada em 1687. São Lourenço Mártir, fundada em 1690. São João Batista, fundada em 1697. Santo Ângelo Custódio, fundada em 1706. Os Sete Povos das Missões, localizados no espaço geográfico que hoje compreende o Rio Grande do Sul, integravam o conjunto dos Trinta Povos. Tratado de Madri. No ano de 1750, Portugal e Espanha assinam um importante tratado que redefine as fronteiras de seus domínios coloniais na América. Portugal perdia sua posição no Rio do Prata, a Colônia do Sacramento e em troca ganhava os Sete Povos das Missões, no atual RS. Também, fica estabelecido que os habitantes dos Sete Povos (índios Guarani) seriam levados para o lado argentino e paraguaio do território missioneiro, do outro lado do rio Uruguai, deixando para os portugueses tudo o que tinham nas reduções (estâncias, ranchos, invernadas, rebanhos, plantações de erva mate, etc. Guerra Guaranítica. Foi uma consequência do Tratado de Madri. Pelas imposições deste acordo, os índios seriam obrigados a abandonar suas terras, moradias, plantações e rebanhos. Os índios reagiram conscientemente às pressões e ameaças, planejaram seus movimentos e definiram as estratégias mais convenientes para defender seu espaço e seus direitos, mas foram combatidos e derrotados pela união das duas Coroas. Algum tempo depois os jesuítas foram expulsos também por Portugal e Espanha. A guerra deixou feridas profundas e a rica experiência das missões caminhou para a extinção. Foi o declínio e a dispersão das comunidades Guaranis. O fim das Reduções-Com o abandono dos Sete Povos pelos índios Guarani e a expulsão dos jesuítas, em 1767, do território espanhol, a região entrou em decadência e em 1801 foi ocupada definitivamente pela Coroa portuguesa. Suas belas construções, plantações de erva-mate e algodão ficaram abandonadas e o gado passou a ser disputado por aventureiros portugueses e espanhóis, que também saquearam o resto das construções. Os povos foram se dispersando e aos poucos começaram a perder os modos e costumes de sua cultura. Hoje, das antigas reduções, restam apenas ruínas, ou melhor, restam as raízes de uma civilização guaranítica que se organizou a partir de um planejamento jesuítico, mas que, pela ganância dos colonizadores, foi totalmente destruída. É possível visitar, no Rio Grande do Sul, as ruínas de quatro Reduções dentro dos sítios arqueológicos sob responsabilidade do IPHAN."(fonte Rota Missões/Sebrae). Dados Geográficos-Santo Ângelo situa-se na encosta ocidental do Planalto Médio Rio-Grandense, na Mesorregião do Noroeste Rio-Grandense, zona fisiográfica das Missões. Está localizada na bacia do rio Ijuí e, na interseção das coordenadas, 28°17'56" de latitude Sul e 54°15’46" de longitude Oeste, do meridiano de Greenwich, distante 459 km da capital gaúcha, Porto Alegre. Limita-se ao Norte, com Giruá; ao Sul, com Entre-Ijuís e Vitória das Missões; a Leste e Nordeste, Catuípe; a Oeste, com Guarani das Missões; e a Noroeste, com Sete de Setembro. Está próxima das Fronteiras dos países do Mercosul, Argentina, Paraguai e Uruguai. O principal curso d'água urbano é o Arroio Itaquarinchim. O município de Santo Ângelo é o quarto mais populoso do Noroeste Rio-Grandense e o 27º mais populoso do Rio Grande do Sul. Segundo o IBGE, em julho de 2006, a população estimada de Santo Ângelo era de 80.117 habitantes. Em 2007, porém, a estimativa da população era de 73.800 habitantes. Em 2010, voltou a registrar aumento, com 76.304 habitantes, conforme dados do censo do IBGE. O censo realizado em 2000 apontou uma população de 76.745 habitantes, sendo 64.900 residentes na zona urbana e 11.845 na zona rural. Naquele ano, 39.718 habitantes eram mulheres e 37.027 eram homens. Atualmente estima-se uma população de aproximadamente 77 mil habitantes, formado por uma miscigenação de raças (índios, italianos, alemães, poloneses, portugueses, africanos, suíços, entre outras). A "Capital das Missões", como é chamado, destaca-se como um centro de serviços públicos, por sediar vários órgãos das esferas estadual e federal. Terra com história riquíssima e belezas naturais e arquitetônicas, Santo Ângelo desponta novamente como um dos polos do Noroeste do Rio Grande do Sul, mostrando sua beleza e potencial. O prédio da antiga estação ferroviária, onde Luís Carlos Prestes planejou a Coluna Prestes, atualmente abriga valiosos materiais históricos. A chegada da ferrovia representou forte impulso para o desenvolvimento do município e da região. Centro administrativo da Prefeitura Municipal de Santo Ângelo. Câmara Municipal de Santo Ângelo, órgão legislativo. A administração municipal é feita pelo prefeito com a ajuda dos secretários municipais e comunidade. Para facilitar a comunicação do poder público com a população, existem os representantes dos núcleos comunitários da cidade e os sub-prefeitos do interior. A cidade de Santo Ângelo possui cerca de 80 bairros. O principal, com exceção do Centro, é o Bairro Pippi, que juntamente com os bairros adjacentes, possui a maior aglomeração populacional da cidade. O município está dividido em 14 distritos, além da sede. Os distritos são os seguintes: Buriti, Comandaí, Colônia Municipal, Rincão dos Mendes, Restinga Seca, Lajeado Cerne, Atafona, Ressaca da Buriti, Cristo Rei, Sossego, Rincão dos Roratos, União, Lajeado Micuim e Rincão dos Meotti. Os Centros de Tradições Gaúchas (CTGs) são os principais locais onde os tradicionalistas gaúchos se reúnem para cultivar e divulgar a cultura gaúcha. As etnias do município também mostram as suas tradições através de apresentações artísticas e eventos culturais. Outro evento importante, reativado em 2005, é o carnaval de rua, considerado um dos maiores do estado. As escolas de samba do município são as seguintes: "Acadêmicos do Improvizo", "Mocidade Independente da São Carlos", "União do Alcebíades", "Unidos da Zona Sul" e "Imperadores do Samba". Além das escolas, são tradicionais também os blocos carnavalescos. Também tem destaque com o Natal dos Anjos, Feira do Livro, Semana Cultural, Canto Missioneiro. São tradicionais os desfiles militar e estudantil de 7 de setembro e o desfile tradicionalista de 20 de setembro, que atraem milhares de pessoas para as ruas. O Centro de Cultura de Santo Ângelo é um importante espaço cultural do município, sediando a Academia Santo-Angelense de Letras (ASLE) e o Arquivo Histórico Municipal. Outro local cultural importante é o cinema Cine Cisne, que conta com a maior tela de exibição do estado do RS. O principal museu da cidade é o Museu Municipal Dr. José Olavo Machado, localizado no centro histórico. O prédio onde está instalado o museu foi residência o último intendente e primeiro prefeito municipal, Dr. Ulisses Rodrigues. Há ainda o Museu Marechal Rondon, localizado no 1º Batalhão de Comunicação.
Informamos que todos os profisionais envolvidos na produção/execução do presente projeto são locais, e desta forma formenta a economia do segmento cultural e prestadores de serviços.
Oficinas de Artes Circenses - Projeto Pedagógico Apresentação O projeto pretende realizar oficinas de artes circenses para crianças e jovens, de 8 a 17 anos de idade, alunos da rede pública de ensino público. Serão ao todo 10 escolas. Sendo 6 da rede municipal e 4 estadual. Estima-se atingir 200 estudantes e professores com as oficinas e dois espetáculos com até 400 pessoas cada um. Assim estima-se atingir 800 pessoas. Objetivo Geral O projeto pretende realizar oficinas de artes circenses para crianças e jovens, de 8 a 17 anos de idade. E dois espetáculos abertos. Objetivos Específicos Realizar 10 oficinas de artes circenses, composta pelas modalidades: a) Acrobacia Aérea e de solo; b) Manipulação de Objetos; c) Equilibrismo; d)Pinturas de rosto infantil e adulto – maquiagem artística; e) Palhaçaria. b) Cada oficina será de 20h/aulas de 60 minutos. Sendo 4h/aulas para cada modalidade. c) Serão turmas de até 20 estudantes entre 8 a 17 anos. d) Serão 200h/aulas no total Realizar 2 Espetáculos com artes circenses abertos para 400 a mais pessoas. E ainda, a) Proporcionar aos alunos maior consciência corporal e equilíbrio, estimulando criatividade, concentração e trabalho em grupo aos alunos. b) Desenvolver metodologias de arte circense apropriando o processo de ensino aprendizagem de artes como ferramenta pedagógica alternativa para crianças e adolescentes. c) Contribuir para preservação e fortalecimento das artes circenses e valorização como patrimônio cultural brasileiro para crianças e jovens em idade escolar. d) Proporcionar novas situações que favoreçam o desenvolvimento motor infanto-juvenil. e) Incentivar o convívio harmônico entre os alunos e professores. f) Democratizar o acesso aso produtos e bens culturais. Resumo O projeto visa a realização de oficinas de artes circenses, divididas em 5 módulos: Acrobacia Aérea e de solo; Manipulação de Objetos; Equilibrismo; Pinturas de rosto infantil e adulto (maquiagem artística) e Palhaçaria. Público Alvo e Vagas: a) As oficinas serão a jovens e adolescentes de 8 a 17 anos; b) As oficinas serão realizadas em 10 escolas a serem definidas. Sendo 6 da rede pública municipal e 4 da estadual; c) Estima-se um alcance total de 1.000 pessoas. Sendo 200 estudantes e professores e 800 público em geral dos espetáculos. Carga Horária e divisão a) Serão 10 dias em cada Escola, com 2h/aulas de 60 minutos, para cada encontro. Os encontros serão semanal conforme acordo com as direções das Escolas. Sendo um total de 20h/aulas para cada turma dividido em 4h/aulas para cada modalidade. Seleção e participação a) As escolas serão convidadas e as inscrições serão preenchidas por ordem de chegada. b) Será dada prioridade aos alunos em situação de vulnerabilidade social à partir de parceria alinhada junto a secretaria de educação municipal, e coordenadoria estadual de educação. c) Caso haja necessidade de transporte também será feito em parceria com a secretaria de educação do município e coordenadoria do de educação do estado. Oficinas de artes circenses Como em qualquer atividade que se deseja aprender há estágios. As oficinas de circo no Brasil não tem o objetivo de formar artistas circenses em acrobacias, malabares, equilíbrio, pinturas artísticas e palhaçaria. O objetivo é uma introdução de como é cada uma destas atividades, suas características, suas dificuldades, sua história. A oficina será uma brincadeira executada para o conhecimento e introdução àquela atividade. O aluno da oficina pode sair sem aprender de fato algum exercício que ele repita com facilidade mas com certeza sairá da oficina entendendo que o circo não é só palhaçada, que não é fácil, que existe técnica e que é gostoso de praticar. O objetivo é que cada um na oficina se divirta, conheça a função, fique curioso e até que em alguns casos sejam despertados os talentos e paixões para o circo. 1º Módulo: Acrobacia aérea e de Solo. Nas aulas de acrobacia, desenvolvem a potência corporal, equilíbrio, confiança, parceria e espírito de equipe, através de aquecimentos, jogos corpóreos e desenvolvimento de técnicas acrobáticas. Dentro das técnicas serão trabalhadas portagens de equilíbrio e acrobacias de solo (rolamento, cambalhota, saltos, estrelas flipadas e carpadas, flip flap), além de desenvolver também paradas de cabeça e paradas de mão. A aula será de noções básicas para os atendidos 2º Módulo: Malabarismo As técnicas a serem desenvolvidas no malabarismo são todas vinculadas coordenação motora e psicomotricidade corporal. Trabalhado a manipulação de objetos presos ao corpo e soltos também. São oferecidas manipulações com tipos diversos de objetos de malabarismo (flags, swing poi, bastes, diabol, bolas, claves, argolas e devil stick), com o intuito também de mostrar a diversidade de possibilidades de desenvolvimento da coordenação motora, através de técnicas clássicas e de modalidades do circo contemporâneo. A aula será de noções básicas da técnica para os atendidos 3º Módulo: Equilíbrio Neste módulo são desenvolvidas técnicas de relaxamento corporal e domínio sobre os eixos que coordenam os movimentos do corpo. Para isso, são utilizadas técnicas de portagens em grupos e aprendizagem em perna-de-pau. 4º Módulo: Palhaçaria. Neste módulo tem como objetivo, através de exercícios específicos, tornar conscientes as individuais características que promovem o riso. Leva também como característica exercícios práticos e específicos para adaptar o artista às linguagens da comida. Serve para performances individuais ou coletivas, reconhecimento de espaço e análise de possibilidades trabalhado o corpo do palhaço, relação, jogo, tempo mimico, improviso, texto, musicalidade, entre outros atributos inerentes ao arquétipo do palhaço. Uma conscientização das gag’s usadas pelo palhaço, através de: fracasso, cumplicidade, prazer, vulnerabilidade, impulso, máscara neutra, reversão de flop, improviso, neutralidade, medo, entre outros. A aula será de noções básicas da técnica ministrada. 5º Módulo: Pintura artística em rosto infantil e adulto. A arte na pele é como denominamos a pintura facial profissional ou maquiagem artística feita de maneira diferenciada para eventos infantis, em comemorações de aniversários, datas comemorativas, apresentações escolares e teatrais, promoções comerciais, convenções, programações de lazer hoteleiro, colônias de férias, encontros corporativos, empresariais e muitas outras ocasiões. São pinturas feitas no rosto, braço ou mão com tintas atóxicas, hipoalergênicas, portanto, próprias para a pele sensível dos pequenos, principalmente. Desenhos de personagens infantis, super-heróis, bichos, flores, caveiras, dragões, símbolos de time e borboletas são algumas das pinturas mais pedidas pelas crianças. A caracterização e a maravilha das cores são detalhes que tornam essa atividade tão querida e tão amada pelos pequenos e pelos adultos também. A arte na pele é desenvolvida dia-a-dia com dedicação, estudos e práticas intensivas que nos levam ao aperfeiçoamento para encantar as pessoas em eventos. Metodologia Dal Gallo (2010), aponta ainda que a arte circense pode ser utilizada como uma ferramenta pedagógica, que fomenta a transformação social e a formação para a cidadania, principalmente em contextos de vulnerabilidade social. O método educacional a ser usado durante as oficinas será o construtivista. O construtivismo como método de ensino entende que o aluno deve ter centralidade no processo de aprendizagem. Assim, deve ser estimulado a conquistar a sua independência, resolver problemas, elaborar hipóteses e levantar questões. A partir da vivência, prática e treino Os conteúdos e informações apresentados pelos monitores servirão de suporte e os materiais serão usados para despertar o conhecimento, estimular o aprendizado e a curiosidade, o descobrimento do corpo, o entendimento das dificuldades pessoais. Os alunos serão acompanhados de perto pelos monitores que além de conduzir a entrega de materiais, explicar as atividades e acompanhar, organizar das atividades, auxiliarão também ao final da oficina para os que quiserem continuar praticando por mais 1 hora. Competências adquiridas - Improvisação circense: conceito, tipos e funções. - Componentes da linguagem do circo e do teatro: percepção do trabalho cênico coletivo, desinibição, sensibilização, espacialização, observação, criatividade, visualização, percepção dos cinco canais dos sentidos, equilíbrio. Entendimento do corpo através das atividades de aquecimento e execução dos movimentos circenses. Habilidades – usar a criatividade nas improvisações teatrais do circo. Colaboração no desenvolvimento do trabalho em equipe e o entendimento do conjunto.
Em atendimento ao Capitulo IV - da IN Nº 1, de 04 de FEVEREIRO DE 2022, artigo 22, das Medidas de Acessibilidade - Seção I. DA ACESSIBILIDADE FÍSICA: a) Serão adotadas as medidas para promover a acessibilidade física no local da realização do projeto com acesso a cadeirantes, idosos e gestantes. Tanto nas oficinas como nos espetáculos. Os espaços para as oficinas já estão aquados, por acontecerem nas escolas da rede pública de ensino. E para os espetáculos serão adquados conforme a necessida. ACESSIBILIDADE VISUAIS: Será disponibilizado narrador de audiodescrição e consta rubrica específica na planilha orçamentária. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Será disponibilizado intérpretes de libras em todas as oficinas e espetáculos, a qual consta na planilha orçamentária. As mesmas medidas de Acessibilidade adotadas para as Oficinas serão adotadas para os espetáculos.
Democratização de Acesso A) Informar como serão distribuídos os produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: I - estimativa da quantidade de beneficiários, observados, em caso de geração de receita com a venda dos produtos culturais, os seguintes limites: a) Em atendimento a esse inciso, o projeto oferece seus produtos de forma gratuita aos públicos alvo. Ou seja, tanto para acesso dos estudantes e professores as oficinas, como para o público em geral aos espetáculos. Como as oficinas serão em escolas públicas, o transporte para os estudantes será por conta da Escola, em acordo com a Secretaria Municipal de Educação ou Coordenação Estadual de Educação. A seleção e inscrições dos estudantes e professores nas oficinas serão realizados pelas Escolas participantes. Ou seja 6 escolas da rede municipal e 4 da rede estadual. Critérios que a próprias escolas elegerão por conhecer melhor os anseios de seus estudantes. b) Até 10% por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021. Será destinado aos incentivadores, patrocinadores e doadores até 10% do total de vagas. c) Até 10% por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; Será destinado até 10% do total de ingressos para a divulgação do projeto. As mesmas medidas serão adotadas para os espetáculos. Ampliação de acesso: Para atendimento do art. 24 da IN nº 01/2022 da Secult a proposta irá adotar como ação de AMPLIAÇÃO DE ACESSO. I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; O presente projeto atende esse inciso totalmente, por ser oferecido gratuitamente para todos os públicos. III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; Será permitida a captação de imagens das oficinas e espetáculos, e autorizados para sua veiculação em redes sociais e veículos públicos de comunicação. As mesmas medidas serão adotadas para os espetáculos.
FICHA TÉCNICA Promotor do Evento e proponente do projeto: MK Projetos & Produções Culturais Ltda Produtora Executiva: Odila de Fatima da Motta ODILA DE FÁTIMA DA MOTTA Histórico de Projetos realizados através da empresa - MK Projetos & Produções Culturais Ltda, através de seus sócios: A MK Projetos & Produções Culturais Ltda, foi fundada em 22 de outubro de 2009, como resultado da alteração contratual da empresa Knapp Consultoria e Desenvolvimento Ltda, registrada em 13 de fevereiro de 2008. Surgiu da junção dos sobrenomes dos diretores “Motta & Knapp”, e da vontade em concretizar e dar visibilidade ao trabalho que já vinha sendo feito há muito tempo, através de assessorias, elaboração e estruturação para viabilizar diversos tipos de projetos econômicos e culturais, em várias áreas, entre elas: Econômicos: Feiras, exposições e eventos empresariais; Culturais: Artes cênicas (música, dança, literatura, teatro), artesanato, cursos, palestras. Atualmente a empresa tem como sócios a administradora de empresas Odila de Fátima da Motta e o Bel. Emanoel Francisco Forgiarini Ribeiro. A empresa conta profissionais nas áreas, de administração – contabilidade – advocacia – educação, artes plásticas e especialistas em projetos econômicos e culturais, que por vários anos, atuam no planejamento, desenvolvimento e execução de projetos, assessorias e eventos. Atua no mercado nacional, em especial no Estado do Rio Grande do Sul – Região Noroeste/Missões. A empresa fundamenta sua atuação nos princípios da ética e nos parâmetros de mercado. Primamos pela seriedade e respeito aos nossos clientes e parceiros. Atuação como produtora executiva: Festival Internacional de Teatro Cidade dos Anjos 2015/2019. Entrevero Missioneiro – Interiorização da Semana Farroupilha 2015 Fenamilho Internacional – Edições de 2015/2017/2019 (RS) Feira do Livro de Santo Ângelo 2015(RS) Festival Cidade das Tortas 2015(RS) e 2017 e 2018. Feira do Livro de Santo Ângelo 2013 e 2014(RS) Feaagri Missões 2017/2020(RS) Natal Missioneiro e Reveillon das Missões de São Miguel das Missões (RS), 2017 e 2019. Natal dos Grupos Étnicos de Santo Ângelo(RS) Feiras de Artesanato da Cidade dos Anjos Santo Ângelo(RS) Contatos: Telefones: (55) 8112 7943 ou (55) 3312 6206 www.mkprojetoseproducoes.com..br - odila_motta@brturbo.com.br Pós-Graduação em Desenvolvimento Local e Regional/Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - Santo Ângelo – RS e Especialista em Desenvolvimento de Projetos.(Culturais e Econômicos) Administração de Empresas pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões/URI - Santo Ângelo – RS Produtora Cultural pele LIC RS desde 2010. E Produtora Cultura pelo Ministério da Cultura desde 2014. Atuação em projetos culturais desde 2000. Eventos Culturais - seminários - convenções, dentre outros. Sócia Diretora da Mk Projetos & Produções Culturais Ltda Endereço: Avenida Venâncio Aires, 2224,apto 201 CEP: 98801-660 – Santo Ângelo – RS. CPF: 331.277.430-68 RG: 7023895142 Estado Civil: Solteira Nacionalidade: Brasileira Coordenação Pedagógica Priscila Cardoso Rodrigues - 28 anos - Pedagoga com Pós-graduação em Atendimento Educacional Especializado. Iniciou a carreira em 2013 após se formar no Curso Normal pelo Instituto Estadual de Educação Odão Felippe Pippi. Formação em Pedagogia em 2019, Universidade Regional do Alrto Uruguai e das Missões – URI – Campus de Santo Ângelo (R$S). E a pós graduada em 2022 pela Unintese de Santo Ângelo. São 9 anos de carreira de docência sendo que 3 anos em rede privada e 6 anos em rede pública. ASSISTENTES DE PALCO Emanoel Francisco Forgiarini Ribeiro - Bel em História. Atuou na assistência de Produção na edições da Fenamilho Internacional 2017/2019. Feaagri Missões 2018/2022; Karine Utizg – Psicolóloga. Com atuação na assistência de produção nas edições do Festival Cidade das Tortas de 2015/2017. Fenamilho Internacional 2017/2019. Feaagri Missões nas edições de 2018/2022. Atualmente na NK Produções e Eventos Culturais. Rogério Peppe - Diretor Teatral – ator e produtor de eventos. Coordenação: Coordenador de eventos culturais pelo Instituto Ações Integradas IAI, Oscar da Fonseca Diniz NetO. CIA CIRCENSE BURZUM - INSTRUTORES E OFICINEIROS Criada em 2006, a Instituição é considerada uma companhia de circo que faz uso de técnicas circenses tradicionais com uma linguagem moderna e arrojada. Não usa picadeiros, nem animais ou arquibancadas para montar seus espetáculos, enquadrando-se, assim, na modalidade chamada de “novo circo”, aquele que rompe com o tradicional. A Companhia se mantém através dos espetáculos e da parceria com os pais dos artistas, tendo como, como principal objetivo permitir às crianças e aos jovens integrantes do elenco, vivenciar individualmente ou em grupo a aquisição de habilidades e destreza mediante exercícios, jogos e técnicas. A Companhia tem sede no município de Santo Ângelo. Surgiu através do sonho de um adolescente atleta do vôlei, hoje atual diretor Jairo Junior da Cia Circense Burzum, que almejou ser artista circense e, com muita humildade começou seu circo. No princípio usou-se de sua casa para os ensaios ainda muito amador, posterior a isso, conquistou a confiança de uma escola privada do município para reunir seus amigos que compactuavam com sua ideia para então criarem o primeiro espetáculo. A Cia Circense Burzum atualmente é composta por 15 integrantes que compõem o elenco de apresentação dos espetáculos Kayka e Zoe, incluindo seu diretor Jairo Matte, reconhecido como tal, pelo Sindicato dos Artistas do Rio Grande do Sul, desde o ano de 2013. Além disso, há 35 aprendizes os quais participam de oficinas de circo semanalmente, que tem idades variadas entre 4 e 42 anos. E, 120 aprendizes que participam de oficinas semanas via projeto social. Os espetáculos que ainda estão em cartaz são o Kayka e o ZOE. Além dos espetáculos, a companhia desenvolve trabalhos paralelos: Túnel do terror, que encanta aqueles mais ousados que desejam desafiar seus medos; Túnel da alegria, Colônia de férias circense; Coreografias temáticas para eventos privados; Animação de festas infantis; Feiras; Oficinas de circo permanentes e itinerantes; entre outros projetos. Entre os projetos que a Cia Circense Burzum realiza desde o início de suas atividades, encontram-se as apresentações anuais de comissão de frente de escolas de samba do município que acontecem em uma das principais ruas do município de Santo Ângelo. A Cia Circense Burzum, dirigida por Jairo Junior, produtor e instrutor de oficinas, cursos e produção de espetáculos, realiza desfiles de coreografias temáticas no carnaval santo-angelense desde 2006. Natal Cidade dos Anjos, Fenamilho Internacional desde 2013. Feaagri Missões desde 2015. Além de realizar apresentações em todo o Estado do RS. Curriculos dos Oficineiros serão anexados.
PROJETO ARQUIVADO.