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PRONAC 230986Arquivado a pedido proponenteMecenato

Programa de Exposições do MUJ

ASSOCIACAO DOS AMIGOS DO MUSEU JUDAICO NO ESTADO DE SAO PAULO
Solicitado
R$ 5,00 mi
Aprovado
R$ 5,00 mi
Captado
R$ 852,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
43644285000106ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
07469933000171GERA AMAZONAS GERADORA DE ENERGIA DO AMAZONAS S/A.1900-01-01R$ 250,0 mil
61353199001289INDUSTRIA E COMERCIO LEAL LTDA1900-01-01R$ 102,9 mil

Eficiência de captação

17.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
V.Museus e Memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-03-01
Término

Resumo

O Programa de Exposições do MUJ para 2023 é composto por exposições temporárias, a partir de acervo próprio e em parceria, a fim de atender a público diverso, em visitas mediadas e outras ações apoiadas por equipe educativa. Estão previstos os seguintes produtos: 1)Exposições de Arte - Realização de 4 exposições temporárias inéditas. Cada exposição irá se desdobrar em uma série de programas públicos com atividades como oficinas, ciclos de conversas, cursos, mostras de vídeo, ciclos de leitura etc; 2)Preservação de Acervo Cultural - Programa de higienização, catalogação, digitalização e salvaguarda de objetos e documentos que preservam a memória judaica. Nosso acervo atende nossas exposições; 3)Curso - Programa Educativo para atendimento do público visitante, seja por meio da mediação nas exposições, seja com atividades lúdicas e diversas; 4) Contrapartida social - curso formativo com certificação para professores e alunos.

Sinopse

Sinopse por produto : 1. Exposições de Arte 1.1. Boris Lurie. Exposição temporária que irá mostrar pela primeira vez ao público brasileiro a obra do artista russo americano Boris Lurie, importante nome da arte americana nos anos 1960/70 e criador do movimento NO!art. Curada por Felipe Chaimovich, a mostra irá apresentar cerca de 40 trabalhos do artista de origem judaica que passou por três campos de concentração durante o nazismo e imigrou para Nova York em 1946, quando começou sua carreira de artista. Abrindo com seus desenhos que retratam os campos de concentração e passando por trabalhos dos anos 1960 que se opõem à pop art americana, a exposição irá reunir obras das nos mais diferentes formatos, como pinturas, desenhos, colagens e esculturas. 1.2. Marcelo Brodsky: exílios, escombros, resistências. Diante do vasto universo que hoje compõe a obra do artista Marcelo Brodsky, propomos uma exposição que ao mesmo tempo em que apresenta momentos importantes de sua carreira, enfatiza tanto sua relação com a memória judaica e suas metamorfoses, como também com as atuais políticas da memória e do esquecimento. A obra de Brodsky nasce de sua história de exilado político e da condição de filho de descendentes de exilados judeus, que vieram para a Argentina fugindo do antissemitismo mortal da Rússia de então. Seu trabalho realiza um colecionismo crítico de imagens dos séculos XX e XXI que são por ele resgatadas, curadas e ressignificadas por meio de suas intervenções com cores e legendas, e deve ser contemplado tanto na sua face artística, criativa e original, como também como meio político de produzir imagens resistentes. Na proposta curatorial, a obra é apresentada em três núcleos: exílios, com ênfase em seus trabalhos judaicos; escombros, com ênfase em sua produção que remete ao período das ditaduras latino-americanas; e resistências, com ênfase nas obras atuais que exploram o momento político que vivemos. 1.3 e 1.4. Exposições temporárias do Mezanino: As exposições explorarão o acervo do Museu, tanto em sua parte documental como na de obras de arte recentemente adquiridas. Será ressaltada a representatividade de artistas mulheres na composição do acervo de obras de arte, linha que está singularizando a coleção do Museu Judaico de São Paulo. A biblioteca presente no espaço acolherá uma seleção de livros conexos às mostras, ampliando as possibilidae de fruição cultural pelo público visitante. 2. Preservação do Acervo Serão continuadas as seguintes ações para o Centro de Memória e Reserva Técnica - áreas responsáveis pelo acervo que servirá de base a parte das exposições temporárias: - Conservação preventiva, a ação mais eficaz para preservar o acervo de danos e minimizar a ação dos fatores de deterioração ambiental, humano e inerente de forma sustentável de forma a evitar danos ao acervo. - Elaboração e revisão de procedimentos orientados por parâmetros internacionais e locais, visando à estruturação de métodos que garantam a otimização de recursos institucionais e a sistematização das rotinas técnicas; - Análises estruturais e de processos, possibilitando a elaboração periódica do Diagnóstico de Conservação, para a construção/revisão do Plano de Conservação. - Avaliação e planejamento de ações de conservação das coleções museológicas a partir da utilização de ferramentas de gerenciamento, gerando dados que possibilitam o planejamento e a priorização de melhorias das práticas de preservação e conservação das coleções. - Acondicionamento do acervo de objetos. - Catalogação de doações/acervo de objetos e inserção no sistema de dados. - Restauro de obras de arte em papel e livros. 3. Curso/Oficina Programa Educativo que visa fomentar a reflexão por meio da fruição estética, artística e cultural das exposições e do patrimônio cultural do Museu Judaico de São Paulo. Através de visitas mediadas, atividades, oficinas e vivências, tendo a mediação cultural como metodologia, busca-se ampliar a experiência do museu a todos os públicos. METAS - Realizar 120 visitas mediadas: Realizar 40 visitas teatralizadas, 30 oficinas de atividades práticas, 30 sessões de contação de histórias, 30 sessões de mediação leitura e livro, 8 ações pontuais em datas comemorativas. Impactando um público presencial de cerca de 3.300 mil pessoas nas atividades e alcançando 3.000 acessos online nos conteúdos disponibilizados nos canais virtuais do museu.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O Museu Judaico de São Paulo(MUJ) foi inaugurado em dezembro de 2021. Apresentamos este projeto para garantir a continuidade de seu Programa de Exposições em 2023. O MUJ ocupa o Templo Beth-El, tombado em âmbito municipal, e o moderno prédio anexo, construído especialmente para abrigar as exposições, o centro de memória e a reserva técnica, possibilitando pesquisas, atividades educativas e outras ações culturais. O projeto contempla programação cultural e participativa que entrelaça a experiência judaica à cultura brasileira e à arte contemporânea. O Museu é comprometido com a coexistência entre os variados grupos sociais e identidades, com o combate à intolerância e ao preconceito, com a educação e a transmissão intergeracional, valores a um só tempo universais e judaicos. Nosso maior objetivo é sermos uma entidade geradora e difusora de conhecimento e cultura sobre o judaísmo, ampliando o diálogo entre pessoas de diferentes culturas para uma convivência harmônica na sociedade brasileira. Com este Projeto de Exposições do MUJ objetivamos realizar exposições temporárias, a partir de nosso acervo e de instituições parceiras, e ofertar ações de mediação às exposições e outras educativas e culturais, em sinergia com os trabalhos de curadoria do museu. Assim, o MUJ visa contribuir para ampliar o acesso à cultura e à educação não formal, promover a formação cultural do público e estreitar laços da cultura judaica com a cultura brasileira. O projeto proposto atende aos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755/2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; XII - apoiar as atividades culturais de caráter sacro, clássico e de preservação e restauro de patrimônio histórico material, tombados ou não; OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) EXPOSIÇÕES DE ARTE: As exposições temporárias tem público previsto de 20 mil visitantes e têm desdobramentos como: a publicação de catálogos, ciclo de conversas, oficinas, visitas guiadas e rodas de leituras utilizando o espaço da biblioteca e intervenção no muro da escadaria da Av. 9 de julho que fica em frente ao museu. 1.1) Boris Lurie. Exposição que traz pela primeira vez ao público brasileiro a obra do artista russo-americano, importante nome da arte americana nos anos 1960/70 e criador do movimento NO!art. A mostra irá apresentar cerca de 40 trabalhos do artista de origem judaica que passou por três campos de concentração durante o nazismo e imigrou para Nova York em 1946. 1.2) Marcelo Brodsky: exílios, escombros, resistências. Diante do vasto universo que compõe a obra do artista, a exposição apresenta momentos importantes de sua carreira, enfatiza sua relação com a memória judaica e suas metamorfoses, e também as atuais políticas da memória e do esquecimento. A obra de Brodsky nasce de sua história de exilado político e da condição de filho de descendentes de exilados judeus, que vieram para a Argentina fugindo do antissemitismo mortal da Rússia de então. Seu trabalho realiza um colecionismo crítico de imagens dos séculos XX e XXI, ressignificadas por meio de intervenções com cores e legendas. 1.3 e 1.4) Exposições temporárias no espaço do mezanino, onde está localizada a biblioteca do museu: Proposta de diálogo com o acervo da instituição e a biblioteca. Artistas que pesquisam questões como arquivo, narrativas históricas, conservação e apagamento da memória, serão convidados a intervir no espaço a partir de uma imersão nesse acervo, propondo uma ponte entre uma perspectiva histórica oferecida por esses objetos museológicos e questões contemporâneas. 1.5) Pré-produção das exposições Judeus na Amazônia e Charlotte Salomon. Sobre Judeus na Amazônia a pesquisa iniciada em 2022 pretende dar conta da imigração de judeus vindos das regiões de Marrocos, Açores e Cabo-Verde para a Amazônia, processo que teve início no século XIX e que atingiu seu auge no ciclo da borracha. Esse projeto surgiu da vontade de aprofundar o conhecimento acerca da história dessa corrente migratória e de entender suas influências e ramificações nos dias de hoje. A exposição está programada para o primeiro semestre de 2024. A exposição Charlotte Salomon: Life? Ou teatro? conta a história de vida de Charlotte Salomon por meio de uma seleção cuidadosamente selecionada de mais de 200 guaches. O visitante ficará submerso na obra de arte elaborada e será guiado pelas muitas camadas da história presentes nessas peças 2) PRESERVAÇÃO DE ACERVO: Programa de Acervo do MUJ, mantém uma Reserva Técnica em que se preservam mais de dois mil objetos catalogados, trazidos nas malas dos imigrantes. Entre eles um talit (xale de rezas) com mais de 150 anos, talheres vindos de um campo de concentração, objetos de culto religioso e uso cotidiano. Cada uma dessas peças recebe o tratamento de acordo com os quesitos museológicos e contam suas histórias ao público. O acervo fomenta a pesquisa e divulga a trajetória do povo judeu no Brasil, e em especial, em São Paulo. Além disso, o Centro de Memória (CDM), fruto do patrimônio do antigo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, coleciona documentos, publicações e raridades sobre a comunidade judaica no Brasil. São mais de 20 mil livros, 100 mil fotografias, 500 depoimentos de História Oral, um milhão de páginas de documentos. As atividades incluem restauro de 10 livros e 10 objetos e a continuidade da preservação museológica dos objetos e documentos salvaguardados. Parte do público visitante das exposições também visitará a Reserva Técnica e o Centro de Memória. 3) CURSO/OFICINA: O Programa educativo visa fomentar a reflexão por meio da fruição estética, artística e cultural das exposições e do patrimônio cultural do Museu Judaico de São Paulo por todos os públicos, por meio de: 120 visitas mediadas; 40 visitas teatralizadas; 30 oficinas de atividades práticas (50 minutos cada); 60 sessões de contação de histórias; 30 sessões de mediação leitura e livro; 8 ações pontuais em datas comemorativas. 4) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Uma vez que há cobrança de ingresso, o MUJ se compromente a realizar um curso. Será ofertado ao longo de 2023 o curso Diversidade Cultural, Direitos Humanos e Combate a Intolerância com 40 horas/aula, presencial para 1000 beneficiários, com certificado. No mínimo, 50% das vagas serão destinadas a professores de instituições públicas, seguindo o Plano Educativo anexo. O produto epserado é o próprio curso e a avaliação do resultado poderá ser feita por lista de prestença e emissão de certificado. Os produtos serão realizados primordialmente em 4 espaços expositivos: Térreo e 1º subsolo destinados às exposições de longa duração, Mezanino e 2º subsolo destinados às exposições temporárias. No 3º subsolo fica a Reserva Técnica Visitável e parte do Centro de Memória (CDM). As áreas administrativas, a Biblioteca expandida e parte do CDM ocupam 3 salas e um auditório no prédio contíguo. As ações ocorrem de terça a domingo das 10h às 19h.

Justificativa

A Associação dos Amigos do Museu Judaico no Estado de São Paulo, instituição sem fins lucrativos, qualificada como OSCIP, com o selo de certificação de ICFO (International Committee on Fundraising Organizations), tem utilizado a Lei Rouanet desde o início de sua criação jurídica. Essa legislação foi e é de fundamental importância para a concretização das atividades culturais do Museu. O Museu tem conseguido captar os recursos necessários para cada uma das diferentes fases, desde o desenvolvimento de projetos em 2007, restauro e construção a partir de 2012, a implantação e finalização de construção a partir de 2017 e seu primeiro projeto da fase inaugural que se encerrará neste ano de 2022. Todos os projetos tiveram captações que, com lisura e a gestão responsável dos recursos, possibilitaram concretizar a criação do Museu Judaico de São Paulo, e entregá-lo à população em dezembro de 2021 como um dos grandes equipamentos de cultura e pesquisa, referência no Brasil e no exterior. Nestes primeiros primeiro ano de existência já recebeu mais de 40.000 visitantes, sendo atendidas predominantemente crianças e jovens. Graças à Lei Rouanet foram desenvolvidas atividades educativas de amplo espectro bem como realizada a manutenção do MUJ. O Projeto de Exposições do MUJ, ora apresentado, se enquadra na Lei no. 8.313 de 23/12/1991 no artigo 1° por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Para o cumprimento dessas finalidades, este projeto atende aos objetivos dos seguintes incisos do artigo 3° da lei 8313: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, fomação, organização, manutenção de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Ainda referente à Instrução Normativa No. 1 de 04/02/2022, o MUJSP atende ao artigo 3º. visto que: - possui caráter cultural e relevante para a cultura nacional, tendo registro com o Certificado de Reconhecimento de Instituição Cultural pelo Governo do Estado de São Paulo. - está qualificado como OSCIP - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, pelo Ministério da Justiça e Cidadania, conforme publicação no D.O.U. de 03 de abril de 2014, de acordo com a Lei nº9.790, de 23 de março de1999. - é instalado no Templo Beth-El, imóvel tombado na esfera municipal, e está em processo de tombamento na esfera estadual, portanto considerado patrimônio cultural da sociedade brasileira. Com base nesses itens justificados, apresenta este projeto para realização das atividades culturais do ano de 2023. Por fim, acrescenta-se ainda que as atividades propostas neste projeto contribuem com a competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios de proteger os documentos, as obras, bem como impedir sua evasão, destruição e descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico, artístico ou cultural, além de proporcionar meios de acesso à cultura, à educação e à pesquisa, à medida que promove a democratização do exercício dos direitos culturais e a difusão das manifestações culturais.

Estratégia de execução

Passagens aéreas: Trecho Rio de Janeiro - São Paulo - 10 passagens de ida e volta - Pesquisa, curadoria e trocas com o Museu Judaico do Rio de Janeiro Trecho Chile - São Paulo - 2 passagens de ida e volta - Pesquisa, curadoria e trocas relativas a exposição Boris Lurie Trecho Brasília - São Paulo - 2 passagenst de ida e volta - Pesquisa, curadoria e participação em encontros com IPHAN e comitês de Museus

Especificação técnica

1. Produto Exposições de Arte O projeto curatorial dos catálogos segue as especificações já trazidas no item Sinopse da obra para o produto Exposições de Arte. Especificação técnica dos catálogos de cada exposição: Catálogos de exposições do Mezanino - No de páginas aproximado: 60 páginas - Formato: Fechado 21 x 15 cm / Aberto 21 x 30 cm - Capa mole, com orelhas e sem sobrecapa - Cor: Miolo 4x4 / Capa 4x4 - Papel Capa: papel: triplex 250g invertido / Papel Miolo: offset 120g - Acabamento: Encadernação lombada canoa com costura singer Capa com verniz de máquina Catálogos de exposições do 2o. subsolo - No de páginas aproximado: 90 páginas - Formato: Fechado 26,5 x 22 cm / Aberto 26,5 x 44 cm - Capa Dura - Cor: Miolo 4x4 / Capa 4x4 - Papel Capa: papel: couchê 250g / Papel Miolo: couchê fosco 120g e Pólen 90g - Acabamento: Capa com verniz de máquina

Acessibilidade

AS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE ABAIXO ATENDEM A TODOS OS PRODUTOS DO PROJETO. · Os espaços do MUJ têm as condições necessárias para o ingresso de idosos, nos termos dispostos no artigo 23 da Lei nº 10.741/03 e portadores de necessidades especiais, nos termos dispostos no artigo 46 do decreto nº 3.298/99. . As atividades pretendidas consideram a NBR - 9050 e demais legislações para permitir a acessibilidade de pessoas com deficiência. ACESSIBILIDADE FÍSICA . Os corredores têm largura mínima de 120 cm, e os espaços possuem adequação à rotação de cadeira de rodas, contendo largura de 150 cm. Obedecemos ainda a altura máxima para a manipulação de dispositivos, de 135 cm; . Há banheiros acessíveis em todos os andares; · Os locais destinados a cadeiras de rodas oferecem boas condições de visibilidade e locomoção; ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL . O MUJ tem mapas táteis em todos andares, uma maquete tátil do edifício e uma maquete do altar, bem como objetos rituais que também são táteis; · Os sistemas de alarme de incêndio possuem dispositivos de sinalização sonoro-luminosos adequadamente localizados no edifício e o mecanismo de alarme é de fácil ativação e está a até 135 cm do piso; · A calçada no entorno do MUJ conta com piso tátil; . Os equipamentos para a projeção audiovisual têm fones de ouvido com audiodescrição; · Os produtos audiovisuais são e têm previsão de continuarem a ser produzidos com legendagem; ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E ATITUDINAL: O MUJ trabalha a formação de seus colaboradores para que cada público que acessa o Museu seja atendido com linguagem adequada, clara e acessível no que se refere a fala, gesto e atitudes, assim garantindo a autonomia do visitante para fruir as experiências que o MUJ oferece. NA CONTRAPARTIDA SOCIAL - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA Serão contratados intérpretes de libras para ações presenciais e virtuais. FONTES ORÇAMENTÁRIAS PARA ACESSIBILIDADE: - Intérpretes de libras, de acordo com as atividades - previsão de 5 CONTRATAÇÕES MENSAIS. - Formação em libras para colaboradores.

Democratização do acesso

O Museu Judaico de São Paulo oferece várias atividades gratuitas ou com preços módicos, para atender seu objetivo de ser um espaço cultural acessível a toda a população. Com isso respeita os limites do artigo 23 da IN 01/2022, pois há gratuidade em todos os produtos culturais previstos com índices acima de 20%, aplicando-se estar conforme a alínea: a) no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados; Também distribui a patrocinadores e apoiadores percentual abaixo de 10%, atendendo a alínea: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; O MUJ atende o inciso abaixo do art. 24 da IN nº 01/2022: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; Por fim, o MUJ realizará ações em observância ao art. 24 da IN nº 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; Para mais informações, abaixo a política de preços de ingressos para 2023. Entrada integral: R$: 20,00 Meia-entrada: R$: 10,00 Gratuidade: Sábados Meia-entrada - Maiores de 60 anos - Estudantes com comprovante - Professores aposentados - Aposentados em acordo às Leis Municipais nº 12.325/1997 e nº 12.975/2000 que asseguram esse direito aos aposentados residentes na cidade de São Paulo Gratuidade - A entrada é gratuita aos sábados para todas as pessoas. Nos demais dias, possuem gratuidade: - Menores de 5 anos - Pessoas com deficiência e um acompanhante - Jovens de baixa renda - Membros do ICOM e IBRAM - Guias de Turismo - Professores e grupos de escolas públicas, mediante agendamento prévio (Professores não acompanhados de grupos escolares terão gratuidade ). - Grupos de instituições sociais sem fins lucrativos que atuem com pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade social, mediante agendamento prévio - Funcionários do Hospital Israelita Albert Einstein Frisamos que o MUJ trabalha com a noção de público no plural para compreender a ampla gama de origens, repertórios e interesses dos visitantes. Ele produz experiências em que os visitantes constroem conhecimento sobre a história e a cultura judaica. A partir do projeto, o Museu reafirma o seu compromisso com a Educação como um caminho possível para a transformação e a integração social. O projeto propõe a realização de atividades de mediação cultural - "metodologia que une processos artísticos e pedagógicos para mediar o público na relação com a obra cultural". Atividades como visitas, oficinas, mediação de leitura, contação de histórias, encontros e palestras, buscam aproximar os conteúdos do museu dos visitantes. Nas atividades, por meio da troca e do diálogo, visitantes e mediadores constroem conhecimento juntos sobre o museu e as exposições. Nessa ótica, o projeto se justifica por democratizar o acesso aos bens culturais e por contribuir para facilitar o pleno exercício dos direitos culturais dos públicos.

Ficha técnica

A Associação dos Amigos do Museu Judaico é a proponente e a representante legal do Museu Mudaico de São Paulo - MUJ, não recebendo qualquer remuneração por sua representação. A gestão é executada por profissionais remunerados, com contratação estatutária, comercial ou através da CLT. Abaixo as informações curriculares dos principais gestores. Christopher Mossey - Ph.D. – Diretor de Desenvolvimento Institucional, adora encontrar formas criativas de apoiar artistas e instituições culturais. Por quase 20 anos, trabalhou como Vice-presidente e Managing Director na Juilliard School, em New York, onde desenvolve endowment, criou programas acadêmicos, atuou no lançando do campus filial da escola,em Tianjin, China, e entre 2010 e 2018 liderou a gestão de uma parceria profícua entre Juilliard e Santa Marcelina Cultura. Mudou-se, m fevereiro de 2022, para São Paulo após atuar por cerca de três anos como Vice-Presidente no Instituto Curtis de Música na Filadélfia. Felipe Arruda de Toledo Pereria- Gestor cultural com atuação multidisciplinar em diversas organizações, é Diretor Executivo do Museu Judaico de São Paulo. Foi Diretor de Cultura e Participação do Instituto Tomie Ohtake, responsável pelo programa cultural, educativo e social da instituição. Atuou como Gerente de Artes do British Council, tendo concebido e gerido o programa de literatura com autores, tradutores, editores e festivais literários no Brasil e no Reino Unido. Fundou e dirigiu a agência de cultura Faina Moz, gerindo programas de patrocínio privado para grandes empresas brasileiras. Atuou como Gerente de planejamento da Base7 Projetos Culturais, coordenando por três edições o Edital da Caixa Cultural em todo o país. Foi Consultor cultural da Brant Associados, gerindo projetos socioculturais e prestando consultoria na área de patrocínio cultural. Atuou como Coordenador de produção do selo musical Núcleo Contemporâneo, responsável pela realização de concertos e lançamentos de álbuns importantes da música instrumental brasileira e latino-americana. Sua atuação inclui a pesquisa, desenvolvimento e gestão de instituições, programas e equipes nas áreas das artes, da cultura e da educação. É pós-graduado em Gestão e Políticas Culturais pelo Itaú Cultural e Universidade de Girona, membro do Conselho Administrativo do Fórum Permanente e integrante da U-40 UNESCO, rede de líderes culturais voltada à Convenção da UNESCO pela Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais. Felipe Soeiro Chaimovich - Diretor de Curadoria e Participação do Museu Judaico de São Paulo, professor titular pleno da Fundação Armando Álvares Penteado, professor temporário do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e professor da Faculdade Santa Marcelina. Possui graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1989), mestrado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1993), doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1998) e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo e FAPESP (2000). Foi crítico de arte da Folha de São Paulo entre 2000 e 2006 e curador chefe do Museu de Arte Moderna de São Paulo entre 2007 e 2019. É autor de Iran do Espírito Santo (Cosac & Naify, 2000) e de “Die brasilianischen Instituitionen der Kunst und das Bild der Natur als etwas, das es zu bewahren gilt”, em Diversity of development(s)? - New Concepts of Sustainability in Latin America (Berlin: Matthes & Seitz, 2013). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em História da Arte, atuando principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, arte brasileira, crítica de arte, curadoria e história da arte. Mariana Lorenzi - Coordenadora de Projetos do Museu Judaico de São Paulo. Possui graduação em Comunicação Social pela FAAP (São Paulo) e Mestrado em Artes Políticas pela NYU (Nova York). Atua como curadora, editora e gestora cultural. Trabalhou por 4 anos na Casa do Povo como coordenadora de programação, onde também co editou o Jornal Nossa Voz e outras publicações. Foi coordenadora do projeto LabGestão no Ateliê397. Realizou curadorias para a SP-Arte, Oficina Cultural Oswald de Andrade, .Aurora, Independent Curators International e Galeria Marilia Razuk. Colaborou em projetos com a Central Saint Martins (Londres), NYU (NY), SESC 24 de Maio, Hermes Artes Visuais, Ateliê 397, Pinacoteca e Itaú Cultural. Em 2016 recebeu o Critical Collaboration Fellowship do departamento de Art&Public Policy da NYU. Marianna Percinio Moreira Bomfim - Diretora administrativa e financeira do MUJ. Graduada em Filosofia e Ciências Econômicas, e mestre em Economia Política pela PUC/SP. Possui pós-graduação em Gestão Cultural pela Universidade de Girona em parceria com o Itaú Cultural. Doutoranda em Política Pública, com foco em Cultura, pela UFABC. Tem experiência em auditoria contábil pela PriceWaterhouseCoopers. Desenvolveu carreira no setor público cultural, trabalhando como diretora de avaliação e coordenadora da Unidade de Monitoramento da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo entre 2014 e 2021. Marilia Neustein - Diretora de Comunicação do MUJ. É formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). Foi repórter do jornal “O Estado de S.Paulo”, assessora de comunicação e curadoria cultural do Instituto Brasil-Israel, diretora de comunicação Djamila Ribeiro Produção Cultural e da Galeria Kogan Amaro. Roberta Alexandr Sundfeld - Bacharel e licenciada em História pela PUC/SP, também possui pós-graduação por esta Universidade. Em 2014, concluiu o MBA em Curadoria de Arte Contemporânea pelo SENAC/SP. Em 2021, concluiu o MBA em Gestão de Museus ABGC - Universidade Cândido Mendes. Em sua experiência profissional destaca-se o posto de coordenadora do projeto de atualização do Banco de Dados currículos e imagens da Enciclopédia Virtual de 3.000 artistas plásticos brasileiros, em 2020. De 1997 a 2020 atuou por meio do Gabinete Cultural Sundfeld, onde foi Sócia Fundadora. A empresa dedicou-se à pesquisa, publicações e mídias sobre biografias, memória empresarial e de produtos. Desde 2000, Roberta se dedica à construção do Museu Judaico de São Paulo e hoje atua como Diretora de Acervo e Memória, até 2021 atuou na curadoria de exposições e no júri para seleção dos projetos arquitetônico, museológico e educativo; bem como demais aprovações junto aos órgãos públicos.

Providência

Projeto arquivado definitivamente a pedido do proponente. Salienta-se acerca de ausência de Movimentação Financeira e que os recursos foram transferidos para o PRONAC 235054, cujo o projeto trata-se do mesmo proponente.

2024-02-29
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo