Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 230991Apresentou prestação de contasMecenato

Dragão Floresta Abundante

INSTITUTO DE PESQUISA E PROMOCAO A ARTE E CULTURA - IPAC
Solicitado
R$ 794,4 mil
Aprovado
R$ 794,4 mil
Captado
R$ 600,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 600,0 mil

Eficiência de captação

75.5%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-03-04
Término

Resumo

Este projeto constitui-se de uma exposição multimídia do artista paraibano, radicado em Brasília, Christus Nóbrega, compreendendo a sua produção artística realizada durante o período em que o artista participou do programa de residências artísticas do Ministério das Relações Exteriores, em parceria com a Central Academy of Fine Arts _ CAFA, em Pequim, entre outubro e dezembro de 2015. As obras que pertencem à mostra consistem de oito séries que transitam entre as linguagens de fotografia, performance e desenhos feitos com GPS. O projeto preve a realização de catálogo digital.

Sinopse

A EXPOSIÇÃO Conceito Curatorial e Expográfico A ideia que norteia o conceito curatorial está vinculada ao tipo de experiência que surge quando o artista se encontra em estado de trânsito, condicionada, de alguma maneira, às circunstâncias postas pela residência e que são somadas ao background que o artista carrega, estabelecendo ao final do processo, um universo visual pleno de camadas discursivas. A construção de sua produção artística se inicia antes da ida para a China. Algumas fontes literárias e culturais instigaram o artista a refletir poeticamente sobre o país. As referências escolhidas são enigmáticas e, por isso, estimulam a invenção artística. São elas: a enciclopédia chinesa chamada de Empório Celestial de Conhecimentos Benévolos, citada em livro de Jorge Luis Borges, e cuja existência é duvidosa, tornando-se alvo de investigação do artista em bibliotecas de Pequim; o I-Ching, também conhecido como Livro das Mutações, um livro-oráculo, que tem suas origens na antiguidade; os escritos Diário de um louco, de 1918 e A pipa, de 1925, ambos de autoria de Lu Xun, poeta, escritor, editor, tradutor e crítico literário, reconhecido como o mais proeminente escritor chinês do início do século XX, e ainda, publicações diversas sobre caligrafia. A consciência de que o ser estrangeiro estaria constantemente sendo habitado pelo ser brasileiro sobrevoou a visão do artista, influenciando as suas escolhas e impactando a curadoria, como se segue: 1. PAISAGEM/CIDADE: A ideia de aproximação do artista com o território estrangeiro, visando a construção poética para fins da residência, foi formulada em torno da ideia da constituição de um espaço para que ele se torne um lugar. Para isso, há que se resignificar o espaço a fim de que ele ganhe presença, corpo e de vazio, para aquele que o vê, torne-se pleno de sentidos. Para isso, Nóbrega propõe dois eixos de pesquisa que norteiam seu trabalho poético e que foram incorporados ao conceito de curadoria e ao plano expográfico, e que foram nomeados como Ver-paisagem e Ser-cidade. No primeiro caso, o artista postou-se ainda distante, em situação de reconhecimento de área, atuando como observador enquanto, na segunda situação, o artista passa a se aproximar, de forma mais ativa, entranhando-se no cotidiano da cidade. Ambos contextos são focos férteis para o se conhecer. 2. INOVAÇÃO/MANUTENÇÃO: A percepção do estado de ser estrangeiro também se deu por meio da constatação de diferenças entre a cultura brasileira e a cultura chinesa e que estão muito vivas nas invenções dos artistas e em seus meios de produção, e que Nóbrega definiu como estando entre o desejo de inovação, típico da sociedade ocidental e a busca pela manutenção da tradição, correntes na cultura oriental. 3. SIMBOLOGIAS: O símbolo é uma forma de apresentação visualmente sintética e de rápida percepção, mas essencialmente complexa, porque carrega uma série de atributos que só se mostram após um entendimento de seus aspectos constituintes. No caso da China, em especial, descortinar esses aspectos demanda muita observação, o que Nóbrega fez durante todo o processo. A simbologia que advém da cor também propicia mais uma camada significativa para que o artista estabeleça pontes entre o ser estrangeiro e o estar chinês: o verde e amarelo vão dando lugar, paulatinamente, à cor vermelha, que toma sentidos distintos daqueles que compõem a memória social e afetiva do artista, à medida que ele passa a conhecer melhor o estatuto do vermelho naquela sociedade. A curadoria propõe integrar todos esses eixos ao construir espaços que serão distintos uns dos outros, balizados pela noção pela noção do estranhamento e reconhecimento de Christus Nóbrega em território estrangeiro.

Objetivos

01. Objetivo Geral Realização da exposição "Dragão Floresta Abundante" na cidade do Rio de Janeiro, apresentando 8 séries de obras do artista Christus Nóbrega com textos criticos de Evandro Salles, Marilia Panitz e Renata Azambuja. A mostra tem entrada franca. 02. Objetivos Específicos O projeto "Dragão Floresta Abundante" tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar exposição das obras do artista Chirstus Nóbrega (90 dias em cartaz); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro). O projeto comtempla o Art 2 do Decreto 10.755/2021 nos seguintes incisos: V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; X - Apoiar a inovação em atividades artisticas e culturais, inclusive arte digital e em novas tecnologias;

Justificativa

Além de almejar difundir a atividade artística na área de Artes Visuais, favorecendo o acesso ao conhecimento sobre o que está sendo apresentado, há fatores específicos envolvidos neste projeto e que nos incentivam a propor a realização de uma mostra e ações relacionadas. São eles: trabalho do artista em residência, a sua produção voltada para o entrelaçamento entre a tecnologia e sua pesquisa em torno da cultura brasileira e chinesa na contemporaneidade; a possibilidade de diálogo com outros campos, como o cinema e a literatura, e a possibilidade de contribuição pedagógica que, no caso desta exposição, particularmente, que trata da poética artística resultante do encontro do artista com a China, a complexidade discursiva é parte essencial para compor um panorama complexo e vibrante, sobre um país com 1.3 bilhões de habitantes e que é recheado de mitologias para o público ocidental, muito em decorrência do idioma, pouco acessível a outras culturas, mas também em razão da censura aplicada à mídia. Esta conjuntura hermética, que bloqueia o nosso conhecimento e percepção sobre o que seja a sociedade chinesa, abre, por outro lado, portas para a imaginação do artista, que inventa mundos a partir do que vê, sente, procurando traduzir essa sensação de estranhamento em poética visual possibilitando, para o expectador, a conhecer facetas da sociedade chinesa e de Pequim, em especial. Para que se pudesse constituir um conceito curatorial junto a um desenho expográfico que revelasse a riqueza dessa experiência, foi necessário levar em consideração uma série de argumentos que estiveram presentes durante os dois meses de residência. Estes argumentos giram em torno das seguintes questões: paisagem/cidade; inovação e manutenção; simbologias. E, por fim, a temporalidade que permeia todo o conceito visa auxiliar o processo de aprendizado artístico dos estudantes e do público visitante. A experiência do artista em residência na China é uma ocorrência extraordinária porque, além do ineditismo da ação propriamente dita, como foi apontado na apresentação do projeto, envolve duas outras questões que suscitam interesse, como o trabalho do artista em residência - fenômeno que surgiu mundialmente a partir da década de 1990 e que tomou um impulso formidável dentro do campo artístico, como forma de trabalho que instiga o deslocamento e a troca em rede _ e a possibilidade de se estudar a cultura e arte chinesas, cujos meandros e complexidades ainda são desconhecidos do público brasileiro, que tem acesso apenas a algumas facetas que são trazidas pela comunidade chinesa radicada no Brasil permitindo, somente, o acesso a uma reduzida parcela sobre o que se realiza, pensa-se e produz-se no país mais populoso do mundo. O projeto "Dragão Floresta Abundante" se enquadra nos incisos abaixo descritos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Nesse sentido, no âmbito do Art. 3º da Lei *313/91 o projeto alcançará os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e)realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO O projeto “Tudo é música: Amilcar + Véio”- foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto “Dragão Floresta Abundante”realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE DO PRODUTO 01. Catálogo das obras Capa flexivel - 15x21 cm no tamanho fechado 15,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 34,9x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Democratização do acesso

O projeto “Dragão Floresta Abundante” realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Daiana Castilho Dias Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. Foi Coordenadora Geral da Rede de Centros de Estudos Brasileiros e Institutos Culturais do Brasil no exterior e em seguida assume a Coordenação Geral do Comissariado Brasileiro para o Ano do Brasil na França junto ao Ministério da Cultura. Foi membro do Comissariado Internacional para Cultura. Em 2006 a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de artes visuais que culminaram na realização de uma série de exposições de artes visuais pelo país. Em 2008 cria e dirige a 4 ART PRODUÇÕES CULTURAIS empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposição no Brasil e no exterior. CHRISTUS NÓBREGA - ARTISTA Artista e Professor do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos curso de Pós-Graduação em Artes da mesma instituição. Vem participando regularmente de exposições nacionais e internacionais – destacando individuais no CCBB Brasília, Belo Horizonte e Bienal de Curitiba. Sua exposição Labirinto foi eleita pelo ArtGuide Australiano como uma das cinco melhores exposições do pais em março de 2020. Tem obras em acervos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier - Paris, no Museu de Arte do Rio (MAR) - Rio de Janeiro e Museu Nacional - Brasília. Autor de livros e artigos cientí_cos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Indicado ao Prêmio Pipa (2017 e 2019). Em 2015, representou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, na universidade chinesa Central Academy of Fine Arts (CAFA). Em 2018, a convite do Canberra Contemporary Art Space (CCAS) e Itamaraty fez residência na Austrália. RENATA AZAMBUJA – CURADORA Curadora independente, pesquisadora e arte-educadora. Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College / City University of New York e doutoranda em Teoria e História da Arte e Licenciada em Artes Plásticas pela UnB. Atua em conselhos curatoriais e comissões de seleção como Espaço Cultural Marcantônio Villaça/ TCU, Comissão de Seleção Casa de Cultura da América Latina/UnB, 2014; Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (nacional); Comitê de Indicação do Prêmio Investidor Profissional de Arte (PIPA) e Núcleo de Arte Centro-Oeste (NACO), entre outros. EVANDRO SALLES – CURADOR Vive e trabalha no Rio de Janeiro. Evandro Salles é curador de artes visuais, artista plástico, designer gráfico, produtor cultural, professor e realizador de vídeos e desenhos animados. Estudou arte entre 1975 e 78 na Escola de Artes Visuais, Parque Lage, no Rio de Janeiro. Título de Notório Saber em Artes Visuais conferido em 1998 pela UnB, Universidade de Brasília. Mestre em Arte e Tecnologia – Instituto de Artes, UnB, 2002. Atual curador do Centro Cultural Justiça Federal • CCJF – Rio de Janeiro. Foi Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio• MAR (2016/2019), fundador e diretor executivo da Fundação Athos Bulcão (1992/96); Secretário Adjunto de Cultura do Distrito Federal (1997/98); Fundador e diretor do Instituto CASA • Convergências da Arte Sociedade e Arquitetura (2014/2018) Como curador e organizador de exposições de arte, realizou entre outras as exposições Mestres Espanhóis e a Gravura; Gráfica Utópica: Arte Gráfica Russa 1904-1942; Fluxus; Amilcar de Castro; Cildo Meireles; Ernesto Neto; Yoko Ono. ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro