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PRONAC 2310047Autorizada a captação total dos recursosMecenato

CUIABÁ RIBEIRINHA

Claudio Gomes dos Santos
Solicitado
R$ 313,4 mil
Aprovado
R$ 313,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MT
Município
Cuiabá
Início
2025-06-17
Término
2026-12-17
Locais de realização (1)
Cuiabá Mato Grosso

Resumo

O projeto se resume na publicação de um livro de fotografica e texto seguido de uma exposição fotografica sobre os povos das comunidades Ribeirinhas de Cuiabá, destacando sua cultura, sua arte e sua contibuição social. O resultado será distribuido de forma gratuita.

Sinopse

Classificação etária : livre

Objetivos

PRODUTO PRINCIPAL: LIVRO Produto secundário: EXPOSIÇÃO FOTOGRAFICA Objetivo Geral Realizar a publicação de um livro de fotografia com textos sobre as comunidades ribeirinhas de Cuiabá, Mato Grosso, cuja proposta principal é desepertar às pessoas a importância da arte como forma de transformação pessoal através de fotos e textos que desenvolvam momentos de conscientização e que também promovam olhar crítico e assim colaborem com a compreensão da realidade, cidadania e contribuam para a formação de cidadãos éticos e comprometidos com o seu papel social de agentes transformadores de sua realidade. Ainda apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; por meio da publicação de um livro de fotografia. Haverá ainda uma exposição fotografica com o resultado final da pesquisa. De acordo com o Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; PRODUTO PRINCIPAL : LIVRO Produto Secundário:EXPOSIÇÃO FOTOGRAFICA Objetivo Específico Realizar 01 exposição fotográfica itinerante nas comunidades atendidas pelo projeto do livro. Será realizada em local de exposição com com acesso gratuito. Pretende se atingir 2000 beneficiarios. 1 - Publicar 01 livro de fotografia sobre as comunidades ribeirinhas de Cuiabá, 2- Serão publicadas 1.000 cópias; 3- O resultado final será distribuido de forma gratuita

Justificativa

A fotografia é indiscutível à formação inicial e continuada na preservação cutural de um povo. Sem ela milhares de pessoas afetadas pelas expressões da questão social, estariam fadadas a uma invisibilidade ainda maior e deixariam pertencer. Um híbrido entre técnica e arte, a fotografia se tornou um eficaz instrumento para o campo da preservação cultural, devido às suas características de fornecer registros, de servir como fonte histórica e como documento visual, e de ser ela própria um bem cultural, imbuído de memória, identidade e valores individuais. As comunidades ribeirinhas são formadas por povos que habitam as margens dos rios, igarapés, igapós e lagos da Floresta Amazônica e outras regiões naturais do país. Seus modos de vida estão totalmente ligados ao fluxo das águas, adaptando-se aos períodos de seca e cheia dos rios. Atualmente, o povo ribeirinho preserva a cultura tradicional passando histórias orais de geração em geração. Incluindo os conhecimentos nativos sobre a floresta, os mitos e tradições. Os ribeirinhos vivem basicamente de recursos naturais e a sua alimentação depende da dinâmica natural dos rios. De forma resumida, as principais atividades de subsistência dessa população são: a pesca, o cultivo de plantações, como o açaí, o pastoreio de animais, entre outras funções essenciais. O Pará, por exemplo, é o principal produtor de açaí e quem cultiva esse fruto, em sua maioria, são os ribeirinhos. As comunidades ribeirinhas, em Cuiabá (MT), são das mais antigas da Capital do Estado. Localizada no distrito de Coxipó da Ponte, à margem esquerda do Rio Cuiabá, tem seu sustento ligado ao peixe, o artesanato, as danças _ Cururu e Siriri, e ao rio. Para Alcântara e Duarte não tem como falar de cultura cuiabana sem remeter à comunidade de São Gonçalo Beira Rio. Um dos primeiros arraiais, preserva até hoje a sua história. A localidade faz parte do roteiro turístico de Cuiabá, pertencendo ao circuito da Rota Peixe, com 23 peixarias. Apenas duas não tem os moradores como proprietários. A comunidade, com sua arte ceramista, dança, música e gastronomia representa a vitalidade da cultura cuiabana. A localidade tem sua origem no século XVIII, com a chegada dos bandeirantes paulistas. Um dos primeiros povoados de Cuiabá, formou-se no território e possui uma origem indígena, do povo Coxiponé. Sob a influência dos portugueses, surgem as manifestações religiosas da festividade de São Gonçalo, santo português. Conhecida até o início do século XX como São Gonçalo Velho, a ocupação está intimamente ligada aos primeiros anos da história de Mato Grosso. Foi ali que os bandeirantes se estabeleceram para exploração do ouro e o plantio da roça para a manutenção das bandeiras, conforme relatado por cronistas da época, como Barbosa Sá (Neuza Maria E. Kerche). A cidade de Cuiabá tem uma origem mineradora e a sua expansão urbana se deu às margens do córrego da Prainha, para onde os bandeirantes se deslocaram, aponta Maria Auxiliadora de Freitas. A transversalidade da proposta, a abertura para a criatividade e inovação e variedade de artistas participantes proporciona uma experiência diferenciada de consumo e fruição culturais, além de enriquecer a cena local, valorizando artistas, produtores e outros profissionais do segmento da cultura. O contato sistemático da população com as mais diversas expressões artísticas contribui para a conscientização e a formação de senso crítico, favorece a socialização e melhora a qualidade de vida. Pelas dificuldades estruturais da produção cultural brasileira e pelos altos custos relacionados com a execução da proposta, a Lei de Incentivo configura-se como a opção mais viável de financiamento para a iniciativa. O projeto cumpre com as seguintes finalidades descritas no Art. 1° da Lei 8.313/91: Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; - Priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra no Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei e para tal o projeto atenderá o seguinte objetivo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Especificação técnica

Livro Capa Dura Papel Couché 150 mg Costura Lateral Medidas : 30cm x 40cm 20 fotografias Exposição fotográfica composta de vinte (20) imagens) ampliação 50x75cm e paspatur.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL : LIVRO Acessibilidade Física: O fato de ser um livro, por si só já é adequado às pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida, que podem consumir o produto no formato sem a necessidade de adoção de medidas de acessibilidade. Acessibilidade de Conteúdo: não serão adotadas medidas de acessibilidade para deficientes auditivos, visto que o produto final é um livro, portanto acessível à pessoas surdas. Ainda haverá um QR Code na contra capa que levará o leitor à uma versão virtual do livro, com audiodescrição. PRODUTO SECUNDÁRIO: EXPOSIÇÃO FOTOGRAFICA Acessibilidade física: As fotografias serão expostas em totens e /ou paínés em espaços fechados com medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência como espaços para cadeirantes, corredores largos, pisos tactéis, banheiros PNE, rampas de acesso. Acessibilidade deficientes auditivos: o projeto não adotará medidas para deficientes auditivos, pois entende que o objeto principal é de fácil acesso para este tipo de deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: além do espaço contar com piso táctil, as obras terão descrição em braile. Haverá monitores treinados para atendimento para pessoas com deficiência cognitiva

Democratização do acesso

De acordo com a medida do art. 27 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: I- até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto Em cumprimento ao art 28, será adotada a seguinte medida complementar de democratização de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento

Ficha técnica

CLAUDIO GOMES DOS SANTOS / COORDENADOR GERAL PROPONENTE E ARTISTA (É o responsável por todas as tomadas decisórias do projeto) Nasceu em Mineiros (26/01/1971).Autodidata na fotografia há nove anos, quando começou seus trabalhos com fotojornalismo e a partir de 2007 passou a atuar somente com projetos autorais, a partir do projeto “Olhares Guimarães”, que culminou com a publicação do livro no ano seguinte. E partir de então seu olhar expandiu para outros trabalhos de projetos culturais como o curso “Oficina do Olhar”, que levou informação e capacitação de alunos de escola pública na fotografia. Em 2010 participou de uma exposição na Croácia, durante o “Festival Europeu da Fotografia”. Em 2011 levou a exposição “Olhares de Guimarães” para o Rio de Janeiro, e ganhou no mesmo ano o Prêmio Arne Susksdorf, com o tema "Pantanal", oferecido pela Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso. (SEC-MT), viabilizado pelo Programa Mais Cultura - Microprojetos da Amazônia do Ministério da Cultura (MinC). Claudio Gomes tem como influências o fotógrafo francês Eugene Atget, o húngaro André Kertész e claro, Sebastião Salgado. Matogrossense, natural de Alto Garças, Gomes vive em Cuiabá desde 1987. Gomes escreve com a luz das imagens plenas de silêncio, enigmas, cotidianos talvez de seu mundo, fragmentos de vida que se revelam no seu ser graças à intensa doçura de um feixe de luz que o ilumina, nem que seja por um instante: luz instantânea e absoluta.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.