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PRONAC 2310071Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DISCO DANCE

CENICA 8 PRODUTORA LTDA
Solicitado
R$ 1,11 mi
Aprovado
R$ 1,11 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
São Paulo
Início
2024-11-20
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto DISCO DANCE, AGORA EU SEI! inclui a montagem do espetáculo musical e uma temporada de apresentações na cidade de São Paulo, cidade de origem da equipe criativa e técnica do projeto. Inclui ainda, cinco (5) Oficinas de seleção de elenco, com aulas de dança, canto e atuação para atores, dançarinos, performers, e cantores recém formados residentes nas periferias de São Paulo, de onde sairá parte do elenco do espetáculo; duas (2) oficinas abertas ao público de "Cultura e arte preta, diversidade e inclusão" ao longo da temporada; dois (2) bate papos com o público com o os atores/performers ao final do espetáculo; percentual de distribuição de ingressos gratuitos em todas as sessões, e (1) um Encontro nacional da artes preta , reunindo em um (1) dia de evento artistas e pensadores pretos das linguagens de teatro, música, dança e artes plásticas e visuais. Todas as contrapartidas serão gratuitas. O projeto totaliza vinte e quatro (36) apresentações, garantindo a distribuição gratuita de 25% dos seus ingressos a cada sessão para escolas públicas, Organizações não Governamentais (ONGs), moradores de regiões periféricas de São Paulo, instituições ligadas à promocão da diversidade e inclusão social de grupos "minoritários" como LGBTQIA+, negros, indígenas, neurodiversos, mulhereres e idosos; e a venda de ingressos à preços populares R$25,00 a meia-entrada, e R$50,00 a entrada inteira. A temporada acontecerá às sextas-feiras e sábados, prioritariamente em um espaço não convencional, como um galpão de eventos ou uma discoteca da cidade de São Paulo, de acordo com a proposta conceitual do projeto de imersão no universo da Disco Music Brasileira, desde que, esse local escolhido apresente as devidas condições técnicas necessárias e de acessibilidade para a realização do projeto.

Sinopse

Em um ambiente de pouca luz, as sombras de personagens-performers são vistas em estado de cansaço e ao lado de materiais de reforma e de limpeza: rolos de pintura, baldes, vassouras, fiação elétrica, canos hidráulicos. Parecem ter passado o dia trabalhando naquele espaço escuro que ocupam. Com a chegada das marmitas do dia, o ânimo e a atitude do grupo muda. Enquanto comem, um deles limpa a aparelhagem de som que estava coberta, o que parece ser a pickup de um DJ. Outro retira um disco de dentro de uma das muitas caixas espalhadas pelo espaço e coloca para tocar. Um outro personagem vai até um quadro de força e acende as luzes de serviço, todos se entreolham. Globos espelhados são vistos no chão. Um camarim improvisado é montado, com uma porta solta no chão e um espelho ainda embalado com plástico bolha. Na pickup, o DJ solta uma base musical, parte do grupo ensaia uma coreografia, outro, dança livremente. O grupo no espelho, agora como artistas, se maquiam no camarim improvisado, e retiram de dentro das caixas, os figurinos. O restante do grupo começa a içar os globos espelhados no teto que estavam no chão, a luz muda, os globos no teto giram. Estamos em 1979, no auge da Era Disco Music Brasileira. A primeira música começa a tocar, “A noite vai chegar” de Lady Zu, que surge representada por uma das performers, agora com figurinos de show. Ela canta para a plateia, acompanhada pela banda ao vivo, enquanto estrelas cenográficas de espelhos descem do teto. O restante do elenco movimenta o restante do cenário, como os biombos espelhados de onde saem de trás, com diferentes figurinos. Uma placa luminosa é colocada no alto: A DISCO DANCE BRASILEIRA apresenta: e os nomes das atrações da noite são revelados : Lady Zu, As Frenéticas, Elisângela, Grechten, Brenda, Miss Lene, Sarah, Sidney Magal, Dudu França, Tim Maia, Ronaldo Resedá, Painel de controle, Mary Jo, Harmony Cats, Elisângela, Sônia Burnier, e muitos mais. Na sequência, ao final da música, uma pequena cena é montada, é Lady Zu, acompanhada de sua mãe e filha. Ela conta para sua mãe, o seu desejo de tornar-se cantora, e para a sua filha, o que a partir daquele dia, daquela tomada de decisão, tudo o que aconteceu: gravação de álbuns, programas de televisão, viagens, celebridades da época que conheceu, e como uma garota aos 18 anos estourou como estrela da música tornando-se uma referência para garotas negras que não tinham representatividade, até então, na mídia da época. Juntas, as três: mãe, Lady Zu e sua filha, cantam: “Disco Dance”, se entreolhando, enquanto o cenário vai mudando definitivamente e se transformando em uma pista de dança, e os performers, cada um assume o figurino de um dos artistas da placa luminosa. Quando cantam, o trecho da música: “Um amigo me convidou para dançar”, o perfomer que assume Ronaldo Resedá, é iluminado, veste-se com um terno branco e chapéu e apresenta-se para a plateia em um número de dança acompanhado de todos os meninos do elenco, o restante do elenco feminino colocam perucas: todas são Lady Zu. Em uma sequência coreográfica, várias Lady Zus e Resedás, dançam e cantam juntos a música título da peça, formando ao final da música duplas-casais que brincam e dançam juntos. Ao final de “Disco Dance”, em um mashup musical, a música transformasse na música “Marron Glacê” de Ronaldo Resedá, que assume o centro do palco acompanhado pelos meninos que carregam bandejas de garçom. Juntos enquanto cantam, montam o bar da Discoteca: garrafas e copos são retirados das caixas, e um balcão de bar é montado pela metade do grupo, enquanto o outro serve a plateia com bebidas. Quando parte da plateia tiver sido servida, Resedá convida à todas, todes e todos para um brinde: ao brindarem, Resedá cai ao chão, a luz baixa, e uma nova cena é montada: ele está doente, e acompanhado de sua mãe deita-se em uma cama, montada em cena. Ela que insiste para que ele não viaje para fazer aquele show, ele diz precisar daquele dinheiro, que investiu tudo em um novo álbum e que está triste por não estar mais sendo chamado para os programas de televisão, e que não se reconhece mais. A música “Quem é ele”, de Miss Lene, surge lenta ao fundo, ela o levanta da cama, eles dançam. Em tom de conversa, Miss Lene canta para uma nova performer que se arruma no camarim, é Mary Joe, sua irmã. Ao final da canção, Miss Lene abraça a irmã, e diz que sentiu saudades dela, desde que voltou para uma temporada no Ceará, e perguntam sobre seues pais cearenses. Na sequência, canta é “Tempo de sorrir”, enquanto ela e sua irmã são fotografadas. Ao final, em mashup, encerram juntas a música “Tempo de sorrir”, de mãos dadas agora, escutam ao fundo a voz de Tim Maia, em “A fim de voltar”, enquanto isso, arrumam suas malas, e partem em direção à um placa que ascende escrita: Estado do Ceará. Se abraçam felizes, e pedem para os fotógrafos pararem de as fotografarem, arrumam uma a outra para a viagem: penteiam os cabelos, escolhem a roupa de praia, e colocam chapéus de praia. Com Tim Maia, que ocupa agora o centro da cena, fazem suas backing vocal em sua música, antes de darem adeus a plateia e saírem com suas malas. Antes de saírem, entregam uma água de coco e chapéu de praia para Tim, que canta “Sossego”, acompanhado pelos garçons da Disco, que bebem a bebida dos clientes de suas bandejas. O espetáculo assim, desenvolve sua narrativa, intercalando passagens reais dos artistas, com enfoque no fenômeno coletivo da época, em um retrato fotográfico da Disco Dance Brasileira. Para isso, enfatizando os temas propostos pelo projeto: fama e anonimato, centro e periferia, pretitude e branquitude, e diversidade e inclusão de todas, todes e todos na pista de dança, um espaço democrático que une todas as diferenças.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realizar a montagem e temporada na cidade de São Paulo do espetáculo musical DISCO DANCE - AGORA EU SEI! OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1- Valorizar a história da música e arte brasileira, através do resgate dos principais expoentes da Disco Music no país e de seus sucessos musicais;2 - Incentivar o desenvolvimento dos talentos brasileiros periféricos, por meio de uma narrativa que retrata as experiências de artistas que emergiram da periferia para o centro da indústria musical;3 - Discutir poeticamente os espaços que os talentos periféricos tem tido na sociedade, desde o acesso aos espaços de formação artística, até os meios de vinculação de sua produção artística;4 - Trazer à luz os conceitos de diversidade e inclusão, através do entendimento da pista de dança como um espaço inclusivo e diverso, para a ampliação do olhar do espectador para criação de uma sociedade mais integrada, que discuta equidade racial e justiça social; 5 - Refletir sobre a autoria e autenticidade da produção preta, fazendo jus à sua contribuição original de criação da música disco, em paralelo à discussão da apropriação pela indústria branca de vertentes e movimentos surgidos nas periferias pretas, sejam elas brasileiras ou americanas;

Justificativa

Em meados do início década de 70 despontava no mundo as primeiras manifestações da Era da Disco Music, um estilo musical que misturava o soul, o jazz e o funk. Com suas raízes fincadas nos clubes de dança dos negros, LGBTs e latinos, em cidades como Nova York, Chicago e Filadélfia, o estilo tornou-se estandarte não apenas do feminismo, onde as mulheres passaram a assumir o postos de "divas", mas também como o de outras "minorias", como o público LGBTQIA+, negros e latinos. Porém, a popularidade do gênero, com artistas como Donna Summer, deslocaria da periferia para o centro da indústria musical um estilo e comportamento das pistas que se tornaria presente até os dias de hoje em festas, ou nas então denominadas "discotecas", um atitude de liberdade, hedonismo e brilho. Sobre esse deslocamento da periferia pelas minorias negras para o centro da indústria musical branca que o projeto se constrói, em uma narrativa que discute inclusão e exclusão, pela diversidade dos corpos à luz dos globos giratórios e espelhados das pistas de dança. No Brasil, desde seus primórdios, a pista uniu pessoas diversas, recebeu todos os tipos de classes sociais, raças, gêneros e comportamentos. A quem fosse de paletós e gravatas, com ou sem camisa, famosos ou anônimos, corpos magros e gordos, foi tema de estudos sociológicos que vêem o potencial da pista de dança em liberar as tensões da convivência diária entre diferentes. Fato é, que a Era Disco criou através da pista de dança, um espaço social democrático, de integração, inclusão e diversidade, conceitos que o projeto aborda através da história da própria experiência brasileira. Enquanto nos Estados Unidos o templo da Disco Music foi o célebre Studio 54, que chegou a ser considerada a maior boate do mundo, que marcou gerações e teve frequentadores assíduos como a cantora Liza Minnelli e o artista plástico Andy Warhol, entre muitos outros; no Brasil, em 20 de maio de 1976, a New York City Discotheque abria as suas portas, para uma história de pioneirismo, que envolveu episódios de tragédia, sexo e humor como retratado no livro "A primeira e única: New York City" escrito pelos jornalistas Mario Abbade e Celso Rodrigues Ferreira Junior, uma das fontes inspiradoras do projeto. Também em São Paulo, surgiram templos espelhados como a Banana Power e a Papagaio Disco Club, que disputavam a atenção do público. Mas se nas primeiras discotecas brasileiras ainda tocavam artistas estrangeiros, simultaneamente, eram forjadas as estrelas e astros legitimamente tupiniquins. Com graça, talento e pioneirismo, despontavam: As Frenéticas, Lady Zu, Gretchen, Ronaldo Resedá, e muitos outros personagens que são retratados no espetáculo, que abriram as portas para muitas gerações e para a era de brilho em verde e amarelo. Assim, em uma atmosfera festiva e democrática o espetáculo DISCO DANCE _ AGORA EU SEI!, quer levar à cena os pioneiros das pistas do país, seus sucessos e suas histórias de ascensão ao estrelato, para assim, valorizar as suas trajetórias e resgatar parte significativa da memória musical nacional, acreditando que dessa maneira possamos fortalecer a cultura do país e apontar para novas potencialidades e talentos, um olhar para o passado para fomentar o futuro. Como aqueles jovens talentosos e desconhecidos dos anos 70 tornaram-se produtos da Era Disco? Quais eram os seus sonhos e desafios? Qual foi o poder de suas visibilidades? Quais foram as ciladas encontradas pelo meio do caminho? Ao mesmo tempo, o projeto pretende convergir pautas contemporâneas necessárias, e discutir poeticamente como o espaço da pista pode fornecer elementos significativos para a melhoria de nossas relações humanas e sociais, sendo a pista de dança alheia à ditadura de corpos padronizados e de discriminações, sejam elas de sexo, credos, orientações sexuais ou classes sociais. Ao ter o título "DISCO DANCE _ AGORA EU SEI!", homônimo à música de Lady Zu, a cantora que é considerada a pioneira e rainha da Disco Music brasileira, com canções como "A noite vai chegar", "Hora de União" e "Dança louca" e por fim "Disco Dance", o projeto quer colocar em pauta a discussão do pioneirismo, autoria e autenticidade da Disco Music à todas as peles pretas. Refletindo sobre a apropriação pela indústria branca do talento daquilo que surge nas periferias, sejam elas americanas ou brasileiras. Acreditando estar mais do que na hora de darmos os devidos créditos, não apenas à Lady Zu, para que novas gerações conheçam a sua relevância, como para todas as pretas e pretos expoentes do fenômeno das músicas das pistas, e das artes pretas brasileiras do teatro, dança, música, artes plásticas e artes visuais. Por que agora sabemos a origem de tudo. Agora eu sei! Por isso a inclusão no projeto de um Encontro nacional da arte preta, e um ciclo de oficinas de seleção de elenco, com jovens das periferias de São Paulo, que passarão por oficinas de canto, dança e atuação, ministradas pela direção criativa do espetáculo. Assim, atores e performers profissionais dividem o palco com jovens talentos periféricos recém-formados, uma justaposição da narrativa da peça sobre a relação entre o centro e a periferia, a fama e o anonimato, e as raízes da Disco Music. Narrando a história de um movimento musical que originalmente reuniu negres, branques e latines pela primeira vez em um mesmo ambiente e que sofreu os preconceitos da elite norte-americana de sua época, o projeto quer falar sobre o Brasil, diverso e multifacetado de hoje. Falar da nossa relação coletiva com os espaços que compartilhamos, os que temos acessado e os que têm nos sido negligenciados. Abra suas asas, solte suas feras, e a sua voz, para reivindicar o seu espaço, para que as peles e os corpos de hoje, sejam eles branques, pardes ou negres sejam vistos e aplaudidos. Em DISCO DANCE _ AGORA EU SEI!, visibilidade e representatividade, é discutido poeticamente, regados à típica sensualidade dos trópicos, que revelam em cena uma alegria e carisma brasileiro próprio, sem medo de brilhos e das diferenças.

Estratégia de execução

ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA A partir do entendimento de que a pista de dança é um espaço inclusivo, democrático e diverso, com corpos que se expressam de maneiras distintas, sem padronizações e que expressam suas autenticidades; a encenação propõe o espetáculo como uma experiência imersiva. Em um jogo de dentro e fora, nessa experiência, público e plateia serão confundidos, já que o espectador será convidado durante o espetáculo para dançar e interagir com os artistas na pista de dança, o palco do espetáculo, em cada número musical apresentado. Estrelas e astros retratados, passam de famosos a anônimos, já que suas vidas sem a fama são recriadas em uma dramaturgia multifacetada, construídas em quadros isolados, que em um primeiro momento não se articulam entre si. A cenografia reproduz parte da cenografia das grandes discotecas da época, como as famosas cortinas de fumaça da New York City Discoteque, que soltava fumaça ininterruptamente sob o público, criando um céu sob os pés do frequentadores; e o teto geométrico e futurista da casa Toco de São Paulo, além dos clássicos espelhos que serão colocados nas apenas nos cenários mas nas costas do espectador, criando um caleidoscópio cenográfico, como quem olha a mesma história por diferentes facetas, uma metáfora cenográfica, da abordagem do anonimato e da fama proposta pela dramaturgia do espetáculo. Em um palco em formato arena, o caleidoscópio é formado nas costas e na frente do espectador com placas altas espelhadas e móveis, de onde surgem corpos dançantes, insinuantes e irreverentes. A iluminação trabalhará com o que mais evitamos em teatro, com os reflexos nos espelhos espalhados ao redor da plateia e nos elementos de cena. Propositalmente causando reflexo no espectador, sendo uma narrativa que espera dele a sua participação crítica. Em um mistura de iluminação cênica e iluminação das Discotecas, com globos e movings giratórios centrais, a encenação é uma representação caleidoscópica dramatúrgica das histórias multifacetadas das estrelas e dos astros narrados. As cenas transitam entre momentos decisivos da carreira desses artistas, como a chegada a fama e os percalços do anonimato ou o ostracismo que muitos viveram após o fim do fenômeno musical. A não aparente ligação das cenas e a ausência de uma ordem cronológica entre elas, esperam evidenciar a protagonista principal do espetáculo, a pista de dança. Por isso, a dramaturgia não pretende um aprofundamento nas histórias dos artistas da Disco Music representados, mas sim, cortes descontínuos de um passado de brilho, que ao final do espetáculo revelam as armadilhas da indústria do entretenimento, que visibiliza ao mesmo tempo que desvaloriza suas estrelas pioneiras; e o enaltecimento da experiência brasileira na Disco Music, através do jeito próprio de ser do povo brasilerio, onde carisma, talento e generosidade são características inerentes da identidade coletiva nacional, sendo ela o nosso maior bem cultural. A dramaturgia, assim como a encenação, é um emergir do brilho de todos nós, em contraponto às passagens individuais e pessoais da vida de cada estrela retratada.

Especificação técnica

PLANO PEDAGÓGICO - OFICINAS DE SELEÇÃO DE ELENCO: DISCO DANCE, DIVERSIDADE E INCLUSÃO, DANÇA DAS PISTAS. OFICINA 1 : DANÇA MINISTRANTE: CAROLINA GOMES Dia 1 Abertura e roda de conversaHistória do Jazz Dance: Uma dança afro-americanaFundamentos da técnicaDia 2 Dança Jazz: Musicalidade e estilosTrabalho de experimentação: Apoios e deslocamentosCriação em grupoDia 3 Apresentação teórica sobre a História do Waacking e precursores com Bate-Papo Sensibilização em duplas (Cintura escapular)Criação individualDia 4 Fundamentos do Waacking (rolls, tinker toy e linhas)Improvisação estimulando a Musicalidade e expressividadeDia 5 Intersecções entre as técnicasBaile Disco com exercícios de improvisaçãoRoda de conversa e encerramento OFICINA 2 : CANTO MINISTRANTE: RAFAEL VILLAR Dia 1 Abertura e roda de conversaHistória do musical americanoFundamentos da técnica vocalDia 2 Musical brasileiro: mostra de espetáculos em vídeo Treinamento de percepção musical e estilos de técnicasExercícios vocais Dia 3 Apresentação de músicas do espetáculoExercícios vocais Concepção de cenas cantandoDia 4 Fundamentos da técnica BeltingExercícios vocais e divisão de grupos vocaisCriação e mostra de cenas Dia 5 Relações entre técnicas da dança e cantoConcepção e mostra de cenasRoda de conversa e encerramento OFICINA 3 : ATUACÃO MINISTRANTE: JOSAFÁ FILHO Dia 1 Abertura e roda de conversaFundamentos da Técnica Ivanna ChubbuckDivisão de grupos e temáticas de cenaCriação de cenas improvisacionaisDia 2 Aquecimento corporal e gestualidade expressivaJogos improvisacionais de movimento e vozEnsaio e exibição de cenas levantadasDia 3 Apresentação e leitura de cenas do espetáculoDivisão de grupo e levantamento de cenas do espetáculoMostra de cenasDia 4 Fundamentos e exercícios da Técnica Ivana ChubbuckAplicação da técnica em cena do espetáculoMostra de cenasDia 5 Aquecimento corporal e vocalIntegração de coreografias e músicas às cena levantadasMostra de cenasRoda de conversa e encerramento PLANO PEDAGÓGICO DE OFICINAS ABERTAS AO PÚBLICO: CULTURA E ARTE PRETA, DIVERSIDADE E INCLUSÃO Duas (2) oficinas abertas ao público gratuitas de "Cultura e arte preta, diversidade e inclusão" serão ministradas pela equipe criativa do espetaculo. As incrições serão preenchidas por ordem de inscrição e prioritariamente por residentes de regiões perifericas de São Paulo, e PCDs, LGBTs, negros, idosos, amarelos e estrangeiros; Vagas: 40 por oficina. Serão abordados os temas: 1. Definições e conceitos-chave de diversidade e inclusão, mostrando sua importância e impacto na sociedade e nas organizações. 2. Benefícios da diversidade e inclusão, os benefícios que a diversidade traz, como aumento da criatividade, melhor tomada de decisão, maior inovação. 3. Identidade e respectivas formas de diversidade: diferentes aspectos da diversidade, como gênero, etnia, orientação sexual, idade, habilidades físicas e mentais, religião, etc, e a importância de valorizar cada identidade e evitar a discriminação. 4. Viés e estereótipos: o conceito de viés inconsciente e como ele pode afetar nossas interações e decisões, também os estereótipos e seu impacto na forma como percebemos os outros. 5. Políticas e legislações relacionadas: leis e políticas que promovem a igualdade e a inclusão, como a Lei de cotas para pessoas com deficiência e leis antidiscriminatórias, ccomo essas medidas podem apoiar a diversidade nas empresas. 6. Criação de ambientes inclusivos: estratégias para criar ambientes inclusivos, como educação e treinamento, ações afirmativas, programas de apoio e políticas de não discriminação. A valorização da diversidade como um valor fundamental dentro de organização. 7. Resolução de conflitos: Práticas de gestão de conflitos e resolução de questões relacionadas à diversidade, criando um ambiente de diálogo aberto e respeitoso para lidar com diferenças de opinião e resolver conflitos de maneira construtiva. 8. Sensibilização e conscientização: sensibilização sobre a importância da diversidade e inclusão, estimulando a empatia e o respeito mútuo. Destaque a necessidade de desenvolver uma cultura organizacional inclusiva e o papel de cada um nesse processo. 9. Boas práticas e estudos de caso: exemplos de organizações que implementaram políticas e práticas bem-sucedidas de diversidade e inclusão. Mostre como essas experiências podem servir de inspiração e aprendizado para empresas e indivíduos. 10. Avaliação e monitoramento: mecanismos de avaliação e monitoramento da diversidade nas organizações, como pesquisas de clima e indicadores de inclusão, como essas práticas podem medir o progresso e possibilitar ajustes nas estratégias. ENCONTRO NACIONAL DA ARTE PRETA Em 1 dia inteiro de evento, serão convidados (10) personalidades das áreas da dança, teatro, canto e artes plasticas e visuais, para falarem de suas vivências artísticas a partir da produção e visibilização de seus trabalhos como artistas negros. O objetivo do encontro em consonância com o tema do espetáculo é enaltecer e discutir a produção preta em paralelo à indústria branca, e seus espaços de visibilidade artística. Ao final o evento contará com o show d aprimeira cantora da Disco Dance Brasileira, Lady Zu. Vagas: 500 lugares. Debaterá ainda os seguintes temas ao longo do dia: 1. A contribuição da cultura e arte negra para a formação da identidade brasileira2. A presença da cultura e arte negra na literatura brasileira3. A representatividade negra na música brasileira4. A importância da cultura e arte negra nas expressões corporais (dança, capoeira, afrobeat)5. A influência das religiões de matriz africana na cultura e arte negra brasileira6. A contribuição dos artistas negros na pintura, escultura e outras formas de expressão artística7. A representação da cultura e arte negra nas artes visuais e no cinema brasileiro8. O papel da cultura e arte negra na resistência e luta por igualdade9. A valorização e promoção da cultura e arte negra na sociedade brasileira10. A visibilidade da cultura e arte negra nos meios de comunicação e nas redes sociais

Acessibilidade

O Plano de acessibilidade do espetáculo contempla as adequações necessárias para o melhor atender o público PCD. Será considerada para a aescolha do local de apresentaçõs, estrtutura que priorizare o conforto e segurança de PCDs, para sua acessibilidade fisica e atendimento de neurodivergentes. Contamos em nossa equipe de produção e oficineiros, com ampla experiência e preparada para atender esse público em suas necessidades. Profissionais tradutores em Libras estarao disponíveis em tempo integral, durante apresentações e todas ações de contrapartida: oficinas e encontros com o público. Em amabas as ações uma sala de regulação sensorial será preparada e reservada próxima, para o atendimento de pessoas autistas, e com qualquer outra deficiência neurodivergente, ou deficiência física, para pessoas com deficiência auditiva, pessoas com deficiência visual, pessoas obesas, pessoas com deficiência intelectual, pessoas com síndromes variadas, pessoas com comorbidade, pessoas com mobilidade reduzida, gestantes, idosos e lactantes. O local vai concentrar o atendimento e suporte ao público PCD, com a devida atenção e atendimento da produção a cada visitante, alem das seguintes medidas: 1. Sensibilização e conscientização: Antes mesmo de iniciar o projeto, toda equipe de apoio e producao responsável pela realizacao do projeto passará por um workshop para que esteja consciente da importância da acessibilidade e de seu impacto na sociedade. Sensibilizaremos os membros da equipe, também o elenco, e promoveremos treinamentos para a produção sobre inclusão e acessibilidade para garantir que as ações sejam efetivas no dia do evento. 2. Planejamento de acessibilidade: Avaliaremos as necessidades e barreiras existentes no local das apresentações, oficinas e encontros com o publico, a para identificar possíveis soluções e estabelecer metas claras para promover a inclusão de pessoas PCDs com a prefeitura parceira local, considerando tais alteracoes, indispensaveis para nossa estadia na cidade. 3. Infraestrutura acessível: Banheiros e outras areas de visitacao contarao todas com rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização tátil, vagas reservadas para pessoas com deficiência. 4. Comunicação acessível: Profissionais tradutores em libras estarao disponiveis durante todo o periodo de realizacao do evento Ofereceremos ainda, audiodescrição para pessoas com deficiência visual, e disponibilizaremos materiais em formatos acessíveis (como braille ou digital). 5. Elenco inclusivo: Selecionaremos por meio das 5 oficinas gratuitas previstas no projeto, nao apenas artistas moradores de regioes perifericas da cidade de Sao Paulo, como PCDs, LGBts, indígenas, amarelos, negros, estrangeiros, idosos, considerando suas presenças no espetáculo prioritários para completar o elenco. Incorporando assim uma ação inclusiva que dialogo e se integra com a proposta principal do projeto. 6. Verificação contínua: Durante a execução do projeto, realizaremos avaliações frequentes para verificar se as medidas de acessibilidade estão sendo efetivamente tomadas e se novas necessidades surgiram. Essas verificações devem envolver a participação das pessoas com deficiência, ouvindo suas opiniões e sugestões para aprimorar as ações. 7. Divulgação inclusiva: Para garantir que todas as pessoas tenham acesso à informação sobre o projeto, faremos uma divulgação inclusiva. Vamos Utilizar mídias acessíveis, disponibilizar informações em diferentes formatos e canais de comunicação, além de adotar uma linguagem inclusiva. As palestras do Encontro Nacional de Arte Preta serão transmitidas ao vivo pelas redes sociais do projeto gratuitamente, com legendas em portugues e inglês. 8. Gestão da acessibilidade: Faremos no decorrer do projeto, uma oficina de capactacao em inclusao para toda equipe do projeto e aberta para a participacao do publico em geral, com isso esperamos criar uma uma cultura da inclusão, para promover a acessibilidade em muitos outros contextos. É importante ressaltar que o plano de acessibilidade pode variar de acordo com as características e necessidades específicas do local de realização das oficinas, apresnetações e encontros com o publico mas o importante é que todas as ações estejam voltadas para a promoção da inclusão e garantia do direito de participação de todas as pessoas.

Democratização do acesso

A democratizacao de acesso ao espetáculo ocorrerá por meio das acoes abaixo: 1. Ações gratuitas: Serão gratuitas (5) Oficinas de seleção de elenco, com aulas de dança, canto e atuação para atores, dançarinos, performers, e cantores recém formados residentes nas periferias de São Paulo, de onde sairá 50% do elenco do espetáculo; duas (2) oficinas abertas ao público de "Teatro musical brasileiro, cultura preta, diversidade e inclusão" ao longo da temporada com a equipe criativa do espetáculo; dois (2) bate papos com o público com o os atores/performers ao final do espetáculo; e o Encontro Nacional da artes preta , reunindo em um (1) dia de evento artistas e pensadores pretos das linguagens de teatro, música, dança e artes plásticas e visuais. O espetáculo terá 25% dos seus ingresssos a cada sessão distribuídos gratuitamente, e terá (2) sessões gratuitas para instituições públicas de educação, como escolas públicas e ONGs, para que tambem e principalmente pessoas de baixa renda possam participar das atividades. 2. Programas educacionais: Faremos parcerias com instituicoes de educacao local, próximas ao local de apresentação, como escolas publicas, ongs e universidades, convidando a todos a desenvolverem programas educacionais que levem os estudantes a assistirem o espetaculo com obejtivos de pesquisa, ampliando o acesso de estudantes as experiências do festival. 3. Ações em localizacao central: priorizaremos realizar o projeto em região central de cada cidade e de facil acesso de transporte para possibilitar pessoas de bairros periféricos o acesso ao local do evento, e as oficinas de seleç~aod e elenco nos CEUS da cidade de São Paulo, descentralizando o local de cada uma das (5) oficinas de seleção de elenco. 4. Acessibilidade: Garantiremos, como descrito em acessibilidade, que as atividades sejam acessíveis a pessoas com deficiência, oferecendo serviços de audiodescrição, intérpretes de Libras e outras adaptações necessárias. 5. Divulgação ampla: Realizaremos ações de divulgação que atinjam diferentes públicos, utilizando mídias diversas e estratégias de engajamento nas redes sociais, como apresentamos abaixo. O Plano de Divulgação e Marketing contempla a contratação de uma assessoria de imprensa especializada para a divulgação do espetáculo e suas açõoes, e contrapartidas aos patrocinadores, com ações nas principais plataformas de comunicação: televisão, mídia digital e escrita; e a contratação de um Social Media para ações de divulgação das apresentações, oficinas e do Encontro Nacional de arte Preta, em ambiente digital ambas com a menção das marcas dos apoiadores, patrocinadores e realizadores do projeto. Dessa maneira o Plano inclui uma ampla visibilidade: 1 - Divulgacao do espetaculo com menção da marca dos realizadores, em programas de televisão, anúncios de jornal e spots de rádio e mídia digital: facebook, instagram, twitter, youtube.2 - Convites enviados para todo osecretariado e autoridades locais, com assentos exclusivos reservados, e tambem aos patrocinadores e seus clientes;3 - Distribuição e cartazes e filipetas nos principais centros culturais e instituições públicas e privadas da cidade de São Paulo, além da area de realizacao do evento, indicando os locais das palestras, oficinas e apresentações artísticas;4 - Criação de canais de mídia exclusivos do espetáculo (Canal de youtube, perfil do facebook e instagran) com a exibição de conteúdo online exclusivo como cenas de bastidores e entrevistas com convidados do Encontro Nacional de arte Preta, para livre acesso e acompanhamento das atividades;5 - Inserção da logomarca dos realizadores em todo o material gráfico do espetáculo, físico e digital: banners, cartazes, filipetas e convites;6 - Ações de Marketing das empresas patrocinadoras no hall de entrada do espetaculo e nos intervalos; 7 - Distribuição do programa do espetaculo gratuitamente com página destinada aos Patrocinadores;8 - Exibição de vídeo institucional do Patrocinador antes do espetáculo;9 - Conteúdo online exclusivo produzidos para as mídias das empresas patrocinadoras;10 - Agradecimento e citação da marca patrocinadora pelos artistas e palestrantes convidados em entrevistas exclusivas para vinculação online; 11 - Disponibilizacao de links das redes do projeto e de material em PDF exclusivo produzido para o Encontro Nacional de Arte Preta, e criado para as oficinas, para as instituicoes de educacao local para uso com fins educacionais e compartilhamento das acoes e conteudos do projeto em sala de aula12 - Envio após o término da temporada de conteúdo de mídia exclusivo, de fotos e vídeo, com destaque para as marcas dos patrocinadores;

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Idealização: Josafá Filho e Carolina Gomes Direção geral: Josafá Filho Dramaturgia: Alessandro Toller Assistência de direção: Letycia Martins Direção e produção musical: Ricardo Severo Consultora musical: Lady Zu (Zuleide Santos) Direção de movimento: Carolina Gomes Preparador vocal: Rafael Villar Elenco: Carolina Gomes, Felipe Gomes, Josafá Filho, Letycia Martins, Maia Caos (Pablo Sakai), Renata Jambeiro, e selecionados pelas oficinas do projeto Coreografias: Carolina Gomes e Flávia Pereira Cenografia e arte visual: Heron Medeiros Figurinos e visagismo: Gil Oliveira (Gilvan Oliveira) Produção e realização: Carolina Gomes e Casa Cênica Produtora Artística CURRÍCULOS Josafá Filho - Direção geral, produtor e performer Ator, bailarino, educador, produtor e diretor cênico. Pós-graduado em Direção e Atuação pelo Cêlia Helena Centro de Artes e Educação, Bacharel e Licenciado em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi, e ator pela Escola Livre de Teatro, desde de 2003 atua profissionalmente em companhias de teatro e dança, integrou por 4 anos a companhia Pia Fraus, nos espetáculos premiados 100 Shakespeare, As aventuras de Bambolina e Bichos do Brasil, onde participou de festivais nacionais e internacionais como Festival de Almagro (Espanha) e Spetaculo Insteresse. Atuou na peça A dama de negro, versão brasileira da montagem londrina em cartaz há 25 anos na West End, no musical Muito ruído por Shakespeare, e nos espetáculos de teatro e dança dos Estúdios Anacã, Travessia, e Ecos e Reflexos de 22, também em campanhas publicitárias e nas novelas de televisão Tititi e Sangue Bom da Rede Globo, sendo indicado como Ator revelação pelo Prêmio Extra de televisão e Melhor ator coadjuvante pelo Prêmio Revista Quem. Educador e diretor artístico, percorre o Brasil há 10 anos e parceria com o Unicef, Canal ESPN, Disney, integrando o Instituto Mpumalanga, elaborando e ministrando cursos de teatro e dança para crianças e jovens, roteirizando, dirigindo e apresentando o Show da Caravana, que recebe em suas edições artistas de notoriedade nacional em prol da arte e do esporte. Dirigiu e produziu os espetáculos Spanda, inspirado nas teorias do psicanalista Jorge Forbes, e o espetáculo infantojuvenil Escola de Formigas, em parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo. Há 10 anos trabalha na elaboração e produção de projetos culturais pela sua própria produtora, a Casa Cênica. Trabalhos: 2022/ Ecos e reflexos de 22 Direção geral: Helô Gouveia/ Atuação: Luiza Braga e Josafá Filho/ Direção de ator: Thiago Amaral/ Sonoplastia: Alencar Martins/ Design de projeções: Lina Lopes/ Ilustrações: Adão Iturrusgarai/ Cenografia: Heron Medeiros/ Iluminação: Paulo Denizot/ Produção: casa Cênica/ realização: Estúdio Anacã/ 2021 Muito ruído por Shakespeare Dramaturgia: André Martins e Cia. Núcleo (livremente inspirado nas obras de William Shakespeare) | Elenco: André Martins, Josafá Filho e Ronaldo Liano | Dramaturgismo: Bete Dorgam | Produção: Adryela Rodrigues | Direção e Concepção Musical: Caio Merseguel e Ronaldo Liano. 2017/ 2018: Escola de Formigas: Produção cultural: Clareia Produtora/ Texto: Alessandra Rodrigues/ Direção e produção executiva: Josafá Filho/ Elenco: Alessandra Rodrigues, Tertulina Alves, Rosana Araújo e Leandro Dias. 2016: Spanda: Realização: Devas- núcleo performático/ Dramaturgia corporal/Performers: Josafá filho e Márcia Ylana/ Recortes textos poéticos: Carlos Dalla, Josafá Filho, Márcia Ylana./ Músicos/Paisagem sonora: Carlos Dalla, Júlio Dreads. Direção: Roberto Audio e Josafá Filho. 2016: Motel Rashômon: Realização Cia Santa Cacilda/ Dramaturgia: Marcos Gomes, Cenário/Figurinos: Telumi Helen/ Elenco: Alessandro Hernandez, Ernandes Araújo, Josafá Filho, Raquel Anastásia, Tertulina Lima./ Assistente de direção: Josafá Filho/ Direção: Roberto Audio/ Projeto comtemplado pelo Prêmio Proac Edital da Secretaria Estadual de cultura. 2014: A Dama de Negro Texto: Stephen Mallatratt/ Obra Original: Susan Hill/ Tradução: Mariana Arouxa e Rodrigo Paz/ Direção geral: Roberto Lage/ Temporada: Teatro Nair Belo/ Produção: Ben Hur Prado Produções artísticas. 2012: Menir: Direção geral: Ana Terra/ Direção de arte: Tânia Marcondes, Trilha Sonora: Felipe Julian/ Preparação Corporal: Henrique Schuller, Luz: André Boll/ Fotos: Adriano Miranda e Silvia Machado/ Turma 2009 Dança Bacharelado e Licenciatura Universidade Anhembi Morumbi. 2011-2012: O Baile ou entre imagens e não lugares/ Direção geral: Marcos sobrinho. Direção coreográfica: Marcos sobrinho/ Assistente de direção: Pin Nogueira/ Dramaturgia de movimento: Neide neves/ Performers: Josafá Filho, Marcos sobrinho, Renato Fagundes e Priscila Maia/ PROJETO CONTEMPLADO COM A 10° EDIÇÃO DO PROGRAMA MUNICIPAL DE FOMENTO Á DANÇA PARA A CIDADE DE SÃO PAULO. 2008-10: As Aventuras de Bambolina: Autor: Michele Iacocca/ Direção: Beto Andretta e Sidnei Caria/ Criação e elenco: Camila Ivo, Josafá Filho e Sidnei Caria/ Trilha Sonora Original: Gustavo Bernardo e Marcos Boaventura/ Produção: Cia. Pia Fraus/ Prêmio Coca-cola Melhor Direção/ Prêmio APCA melhor ator/ Festival SESI Bonecos do Brasil/ Região Nordeste/ Temporada: Teatro Alfa, Sesc Pinheiros, Sesc Paulista/ Espetáculo Contemplado pelo Prêmio Miriam Muniz. 2007: Bichos do Brasil: Autores: Beto Andretta e Beto Lima/ Direção: Beto Andretta, Beto Lima e Hugo Possolo/ Assistência de Direção: Key Sawao e Ricardo Iazzetta/ Trilha Sonora Original: Gustavo Bernardo e Marcos Boaventura/ Temporada: Teatro Tuca Arena/ Apresentação: Sesc Bauru. 2007: Ir, mas aonde ir? Teatro-dança/ Concepção, coreografia e direção: Dinah Perry/ Apresentação: Teatro Fábrica São Paulo/ Realização: Cia. Artista do Corpo. 2006: 100 Shakespeare/ Direção: Wanderley Piras Supervisão: Beto Andretta/ Produção: Cia. Pia Fraus. Prêmios e Festivais: 2008 Edital Caixa Cultural – Rio de Janeiro e Salvador; mar./abr. 2007CEU Meninos/ CEU Paz – São Paulo – nov. Festival de Ostrava – REPÚBLICA TCHECA –/ out. Espaço Parlapatões – Temporada em São Paulo – set. Festival de Teatro de Animação –/ Ribeirão Preto (SP) – jul. Festival de Inverno de Ouro Preto (MG) – jul./ • Festival de Almagro – ESPANHA – jul. Festival de Teatro de Bonecos de Curitiba (PR) – jul. 21ª Mostra de Teatro de Sertãozinho – abr. Porto Alegre em Cena. Viagem Teatral Sesi – fev./ mai. Caravana Funarte de Circulação Regional (Temporada no/ Nordeste SE/AL/RN/PB)/ • Edital PAC Nº 21 - Concurso de Apoio à Circulação de Espetáculos de Teatro no Estado de São Paulo (2006/07)/ • Prêmio Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo (2006/2007) – março de 2006/ 2007. Acunteceu o Acuntecido – A comédia do fim do mundo. Direção e preparação de atores: Georgete Fadel, Gustavo Kurlat e Newton Moreno/ Direção Geral: Edgar Castro/ Texto e realização: Cia. Sete de Teatro. Temporadas: Teatro Conchita de Moraes, Teatro Municipal de Santo Sndré, TUSP – Teatro da USP/ Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente, 10° Festival Nacional de Teatro de Americana. 2005: Antes da Chuva Cair: Teatro-Dança/ Direção: Juliana Monteiro/ Realização: Núcleo de Experimentação Corporal (ELT). 2005: O Ciclope: Musical infanto-juvenil/ Texto: Eurípedes/ Adaptação: Eduardo Bakr Direção geral: Zeca Bittencout/ Assistente de direção: Josafá Filho. Realização: Cia. Cênica do Outro Milênio/Projeto Residência O.C. Oswald de Andrade. 2004. O casamento da D. Baratinha. Musical infantil/ Grupo Trapiche. Direção: Fernando Lyra/ Temporadas: Teatro União Cultural, Teatro Santo Agostinho. 2004: Acabar é.../ Musical Brechtiano/ Texto: Formação 7/ Direção Geral: Renata Zhaneta/ Direção: Alexandre Mate,Juliana Monteiro, Juliana Monteiro, Gustavo Kurlat e Marcelo Milan/ Realização: Formação 7/ Escola Livre de Teatro: 2003, Olho-Beco-Cidade. Inspirado no texto “Juízo final”, de Antônio Rogêrio Toscano/ Texto e direção: Rogério Toscano/ Realização: Formação 7/ Escola Livre de Teatro. Carolina Gomes - Coreógrafa, performer e produtora Carolina Gomes é dançarina, coreógrafa, produtora cultural e arte educadora, integrante dos coletivos de Hip Hop: Back Spin Crew (Prêmio Hip Hop 2014 - Ministério da Cultura/Funarte) e Grupo Gurias (Contemplado pelo 29° Fomento à Dança da Cidade de São Paulo com o espetáculo Espelhos Delas). Pesquisadora da Cultura Hip Hop e Danças Urbanas há 17 anos e pesquisadora das danças dos Orixás e música afro-brasileira, sendo integrante do Bloco afro Ilú Obá de Min. Graduada em Dança pela Universidade Anhembi Morumbi e Formada em Dança Contemporânea pela Escola Livre de Dança de Santo André. Idealizadora do Festival SOU LOCKER - Encontro Paulista de Locking com 10 anos de existência. Diretora e intérprete do Videodança TOQUE que recebeu o Prêmio Funarte Respirarte 2020, Prêmio Festival DançaCine 2021, teve exibição no Sarau Urbano – SJ Rio Preto 2021 e no 10° Circuito Vozes do Corpo - Cia. Sansacroma 2021. Ministrou o Curso de Preparação corporal - Corpo de Luta no Centro de Referência da Dança - CRDSP (2022). Participou da ESQUIVA INTERVENÇÃO URBANA como convidada da Cia 8 Nova Dança em pesquisa corporal e musical com os Guarani M'Bya e Direção Lu favoreto (2016). Atuou como Preparadora Corporal do Projeto Espetáculo da Fábrica de Cultura de Sapopemba realizando os trabalhos “O futuro é ancestral - Um ensaio audiovisual” (2020), “FIMTURO - Registros dos fins de mim” (2021) e “Sapó - Cantos de romper terra” (2022). Participou de diversos eventos e Workshops com principais nomes das cenas do Locking e Waacking, como Darlita Albino, Nathalia Glitz, Cris Ramos, Jimmy “Scoo B Doo” Foster, Alpha Omega Anderson, Tony Gogo, Gemini, Loose Caboose, Princess Lookeroo, Lollypop Sanchez, Archie Burnett entre outros. Foi orientadora nos Cursos de Extensão: Corpo, memória e ancestralidade (2022) e Danças Urbanas: Linguagens Múltiplas (2023) na SP Escola de Dança. Atualmente é Educadora Cultural de Street Dance na Fábrica de Cultura do Itaim Paulista. Maia Caos - (Pablo Sakai) - performer Multiartista, arteira de guerrilha entre pajus e ekês.Iniciou sua busca e aprimoramento artístico ainda na infância por conta da igreja que frequentava, lá começou suas pesquisas com dança, performance, música e canto. Aos treze anos cursou “Jogos Teatrais” no Sesi e aos quatorze começou a tocar numa rádio na escola, aos quinze se tornou diretora cultural do grêmio de sua escola no ensino médio onde desenvolveu diversos eventos culturais dentre eles saraus, peças e shows de talento. Ao compreender que a arte estava vinculada a seus processos de autoconhecimento e autopercepção, começou a fazer da mesma combustível de VIDA TRAVESTI. Quando atingiu a maioridade seguiu expandindo seus estudos em diversas artes, tendo participações em festivais, festas, shows, peças e tudo quanto couber possibilidades. DJ Oficialmente desde 2018, Maia Caos traz uma experiência dançante e com referências da música pop, hard bass, funk, hip hop, house e vogue music. Seus sets trazem uma experiência genuinamente caótica, com tudo que possa perturbar ou libertar sua mente. 2018: "Paracetalok@" - República Paracetamal (São Carlos, SP); "Bixa Preta" - Vale Bar, Crespa Produções (São Carlos, SP); 2019: "TRAVADA de 1 anus" (Araraquara, SP); "Hasta la Brisa" - Vale Bar (São Carlos, SP); "Cervejada da Bio" - AAABio UFSCar São Carlos (São Carlos, SP); 'Palquinho CAASO" (São Carlos, SP); "Fim de Tarde CABio" (São Carlos, SP); "TRAVADA Debaixo d’agua" (Araraquara, SP); "Festa Kancelladah Patê de Nena" (São Carlos, SP); "Festa Kancelladah Motocrossdresser" (São Carlos, SP); 2020: "Rolê PREP1521 SP" - online; "Festival TR4V4D4" - online; 2021: "Leptosparty Halloween das ratas" - online; "Sonzera na Mesa" - online; "Festa Trophy" - online; "Sonzera na Mesa com Casa Arara" - online; 2022: "Evehive Jam" (São Paulo, SP); "Cervejada da IES - O Retorno" (São Carlos, SP); "Festival MILL" com House of Avalanx (São Paulo, SP); "West Night" por Vogue for Life e House of West Brasil (São Paulo, SP). "Halloween da Ies no Mundo Invertido" (São Carlos, SP); "Safari Ball" pela Pioneer Kiki House of Avalanx (São Paulo, SP); "Um Natal Diferente Kiki Ball" por Vogue for Life (São Paulo, SP); "After Bailixtranha" por Casixtranha (Araraquara, SP). "AVA Jam" comandada por mim, toda quarta feira no Vale do Anhangabaú, produção do Novo Vale (São Paulo, SP); 2023: "AVA Jam", dez/22 - presente, Novo Vale, (São Paulo, SP); "Expectadivas Mini Ball" Casa de Cultura Chico Science; "Like a Toy Mini Ball" Vogue for Life (São Paulo, SP); "Bloco Nem Tenta Sem Tempo Ball" por House of Dengo (São Paulo, SP); Festa Trophy SP; GlobalKunt SP; Ball Isso é Baile por Festa Amem; Produção "Festa Kancelladah Patê de Nena" (2019) - Produção Geral; "Festa Kancelladah Motocrossdresser" (2019) - Produção Geral; “Brasil o País Campeão Mundial de Travestis” de Vicenta Perrotta para 46ª Casa de Criadores (2019) - Assistente de Produção; "Festival ARTI" (2021) - Assistência de Arte; "Show Anelis Assumpção convida Curumim" no Palácio de Francisca (2022) - Assistência de Arte. "Porn Ball", Vogue for Life & Brazilian Kunty (2022) - Assistência de Produção. "Salem Ball", Ballroom Festival CCSP por Vogue for Life (2022) - Assistência de Produção. Performances; Cervejada da IES, 2019; Festival Contato, 2019; Festa TRAVADA, 2019; Vogue for Life SESC São Carlos, 2021; Festival MILL, 2022; Teatro, Como Atriz: Universidade Antropófaga - Teat(r)o Oficina "Cacilda Cósmica" - Teat(r)o de Encruzilhada (2022); "Distrito T. Capítulo 1" - CIA Sacana - presente no Festival MIX Brasil (2022), premiado com Coelho de Ouro na categoria Dramatika no 30º Festival Mix Brasil; "Temporada Contra a Tirania" na Livraria Megafauna por Teat(r)o de Encruzilhada (2022); Ensaio aberto de "Mutação de Apoteose pela democracia", direção de Camila Mota, Universidade Antropofaga, Teat(r)o Oficina (2022); Ensaio aberto de "Mutação de Apoteose cantam o Amor", direção de Camila Mota, Teat(r)o Oficina (2022). Sonoplastia: Amores Que___ - Nuclea Tranzborde; Pindaúna - Cia Sacana. Uma - Cia Sacana. Audiovisual "Necroxorume" (2019) - atuação, figurino e produção. Filme premiado no Festival Superoff 2019; "Vogue e Cultura Ballroom em Araraquara" (2021) pelo Circuito SESC -Roteiro e direção."Baile do Shorts", Youtube Brasil (2022) - figuração; "Guapetona" - Luísa e os Alquimistas (2022) - figuração. "AS COTAS" - Chico César, UNE, vários artistas (2022) - dançarina; Trilhas Sonoras Curtas "Cartas ao Cerrado - Um Corpo Fechado" (2021); "A Categoria é Não Binárie" (2021); "Bilhete do Fim" (2021); "Afetação - Sons Terranos para Travas Plutônicas" (2021); "Derotzi Podcast Abertura" (2021); Minissérie "Vogue e Cultura Ballroom em Araraquara" (2021) - Circuito SESC. Desfile "Vicenta Perrotta - 50ª Casa de Criadores" - Trilha Sonora; "Visagem Urbana" por Xyboia na 51ª Casa de Criadores - Modelo. Teatro "Uma" - Cia Sacana 2023 Ballroom Estuda e compõe a cena desde 2019 onde frequentava algumas balls (bailes) em São Paulo e treinava em São Carlos SP. Atualmente é Princess da Internacional Pioneer Kiki House of Avalanx, casa pioneira na cena brasileira e que tem capítulos em SP, MG, CE, SC e em Lisboa, Portugal, México e Argentina. Letycia Martins - atriz e cantora Letycia Martins é atriz, cantora, compositora, radialista, publicitária e produtora. Possui experiência em palcos (shows) e em estúdios de gravação, rádio e tv (entretenimento). Participou de programas como Raul Gil - A grande Final em 2003 ; Fama 4 no Projac em 2005 e do Quadro Iluminados do Faustão em 2016, além de fazer parte de inúmeros programas de tv no entretenimento em bandas de apoio e, gravações para marcas importantes na publicidade. Em sua formação como cantora e locutora: Universidade Livre de Música em São Paulo (canto) e FEPLAN - Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho (radialista apresentadora-locutora) e formada em Comunicação Social pela FAMECOS PUC. Estudou um breve período Letras na UFRGS. Atualmente, dedica-se aos estudos de atuação, passando pela Braapa Escola de Atores, Casa Aguinaldo Silva de Artes e concluindo a pós em Atuação e Direção no Célia Helena, além de workshops para atores. Letycia Martins, recentemente em 2018, esteve em cartaz na peça profissional “Luz Del Fuego”, com personagem antagonista de Luz, a Luzia, durante 3 meses em temporada, elogiada pela crítica, no Teatro Jaraguá, em São Paulo. No teatro amador, fez “Megera Domada” e “Medéia” nos Teatros Maria Della Costa e Teatro Santo Agostinho em São Paulo. Na Casa Aguinaldo Silva de Artes em 2018, participou de esquetes de textos de Nelson Rodrigues no Teatro da C.A.S.A Renata Jambeiro - performer Brasiliense radicada em São Paulo, a cantora, atriz, dançarina, compositora, ensaiateur e pesquisadora, Renata Jambeiro nascida em 1981, é formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília-UnB e atualmente reside em São Paulo. Atuou, dirigiu, co-dirigiu e coreografou mais de 20 espetáculos teatrais, musicais e de dança. Finalista do Prêmio da Música Brasileira-2016 como melhor cantora de samba, premiada com o álbum “Fogaréu” na coletânea Prêmio Grão de Música-2016, teve sua música “Levanta” (em parceria com João Martins) na trilha sonora da novela global "A Lei do Amor". Faz parte do corpo docente do Instituto Mpumalanga e é presidente do Instituto Caminhos Abertos. Artista de perfil dinâmico e itinerante, realizou diversas turnês pela África e Europa em cidades como Lisboa, Porto, Paris, Berlim, Cannes, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Moçambique e outros) e liga o conhecimento adquirido à história do samba e intérpretes de cada localidade. Há mais de 15 anos viaja pelo Brasil com projetos culturais e turnês, e em suas caminhadas reuniu informações que já se transformaram em documentários, álbuns e cursos visando contribuir para o patrimônio imaterial. Dona de múltiplas habilidades, já fez parte de grupos de dança com destaque à contemporânea e ao salão, transita entre rodas de samba em todo o país e shows de grande porte, shows intimistas e temáticos. Vai do teatro-musical ao ensino de arte-educação, produções e direções artísticas e acompanhamento de elencos como ensaiateur. Acumula 4 álbuns, 2 Dvds, 1 documentário sobre o samba e cultura afro brasileira, direção e apresentação de diversos festivais online, entre tantos, "Afrodisia Em Pauta”, fruto de seu recente trabalho, Afrodisia, que femenageia, potencializa e desenvolve mulheres. Atualmente se debruça na produção do podcast Caminhos Abertos, no Blog Revista do Samba e ainda no seu novo disco, "Forasteira", com previsão de estreia para final de 2023. Aos 16 anos de idade lançou–se aos palcos com o curso de teatro da Oficina dos Menestréis – direção de Deto Montenegro (de 1997 a 2001), tendo participado de mais de 20 encenações de espetáculos teatrais, em sua maioria musicais como: Noturno de Oswaldo Montenegro – 1999 e 2002; Lendas e Tribos de Candé Brandão – 2000; A Dança dos Signos de Oswaldo Montenegro - 2001 e 2002; Pluft o Fantasminha de Maria Clara Machado – 2001, 2002 e 2003; Marrat Sade – direção de Túlio Guimarães e Cláudio Schnaski – 2002; O Homem Maior que o Mundo de Lívio Araújo – 2003; Salve o Prazer de Zeno Wilde, com direção de Hugo Rodas, 2004 e 2005; Histórias Inesperadas da Vida – HIV – Musical da Oficina Circo Íntimo com direção de Abaetê Queiroz –2004; Gota D`Água – Chico Buarque de Holanda – 2004; Faces da Terra – Musical da Oficina Circo Íntimo com direção de Abaetê Queiroz e Edson Duavy - participação no elenco e como coreógrafa – 2004; De Touros e Homens – Espetáculo de Dança Contemporânea, com direção da Profª Márcia Duarte – 2004; Cidade Partida - direção de Abaetê Queiroz e Edson Duavy – 2005; Participou do curso de teatro da Oficina Armazém no Rio de Janeiro – (jan-fev/2005); Ópera do Malandro – Chico Buarque – participação como atriz e cantora – 2006; A Aurora da Minha Vida de Naum Alves de Souza, com direção de Fernando Villar – 2006; No Rítmo das Fábulas – musical infantil com direção dos Irmãos Guimarães – 2006; em fevereiro/2007, apresentação em Itajaí/SC e em outubro/2007 apresentação em Belém/PA. Coração Partido, adaptação do texto Blue Kettle de Caryl Churchill, direção de Fernando Villar – 2008; Participou, como assistente de direção, dos espetáculos de dança acrobática em aparelho de bambu: “O Uirapuru-Bambu” - 2008/2009 e “Ultrapassa!” – 2010; Hair – participou como atriz, cantora e assistente de produção, Teatro Nacional Sala Martins Pena - novembro de 2012; Clarice – direção Delson Antunes – Casa da Leitura/Laranjeiras/Rio - julho/2013; Participação na novela Em Família – junho/2014. Diretora de Movimento e Preparadora Corporal na montagem da peça “Contra o Vento” – Rio - fevereiro e março de 2015.Formada em Artes Cênicas, pela UnB, é cantora, compositora e atriz. Principais atividades na música: Centro Cultural São Paulo – Roda de Samba – 10/mar/2022/ 12º Aniversário Jambeiro Solidário – Clube do Choro 22/dez/2021/ 4º Encontro Nacional e Internacional de Mulheres na Roda de Samba – 11/dez/2021/ Vencedora do Prêmio QUALICULT de Música - dez/2021/ São Batuque 2021 on Line – 21/nov/2021/ Lançamento do Clipe Jambeira Flor com a cantora/atriz Jessica Ellen – 20/out/2021/ Brasil por Dentro – Prêmio Grão de Música - live com Socorro Lira e Geraldo Maia- 19/set/2021/ 1ª Tertúlia Caminhos Abertos – Instituto Caminhos Abertos – 02/set/2021/ 1º Festival Divinas Brasileiras – Instituto Mpumalanga – 23/mai/2021/ Entrevistada da Revista Traços – 45ª Edição – Live de lançamento em 08/abr/2021/ Homenageada no Festival Frente Feminina – Mostra Imperatrizes – Brasília – 27/mar/2021/ Live Festival Afrodisia em Pauta – 2ª Edição – 19, 20 e 21/mar/2021/ Live 3ª Edição do Festival Tardezinha do Samba – Brasília – 13/dez/2020/ Música FOGARÉU do CD Fogaréu como trilha no documentário SANKOFA - A África Que Te Habita - out/2020/ Virada Cultural/SP - 3º Encontro Mulheres na Roda de Samba – Teatro Municipal São Paulo - 12/dez/2020 / Live Instituto Mpumalanga com Renata Jambeiro convidando Altay Veloso – 26/nov/2020/ Live do Bonfim – entrevistada - 30/out/2020/ Live Circuito Cultural das Cidades – Brasília – 02/out/2020/ Festival Afrodisia Em Pauta – dias 06, 13, 20 e 27/set/2020/ Lives semanais no Instagram de abril a junho/2020/ Carnaval no SESC Interlagos/SP – 25/fev/2020/ Carnaval no Primeiro Bar – Brasília – 23/fev/2020. Felipe Gomes - Performer Ator Fundador do Grupo Teatro de Asfalto, formado pela Escola de Arte Dramática/ECA/USP – Técnico de Ator (2006-2011) ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André – Formação do Ator (2000-2003). Espetáculos 2022: Quando Eu Morrer, Vou Contar Tudo a Deus (Coletivo O Bonde) Direção: Ícaro Rodrigues Substituição Temporada Sesc Belenzinho / Circuito Sesc de Artes/ Festival Campão Cultural- Campo Grande (MS). 2018/2019: Musical Dona Ivone Lara Um Sorriso Negro ( Fato Produções Artísticas e Correia Cultural) Direção: Elisio Lopes Jr. 2017: Histórias de Alexandre (Grupo 59 de Teatro). Direção: Cristiane Paoli Quito (Contemplado com a 3ª edição do Premio Zé Renato e Vencedor da 4ª Edição do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem em três categorias : direção, trilha adaptada e prêmio especial). 2016 1,2,3 – Quando Acaba Começa Tudo Outra Vez (Nucleo Bartolomeu de Depoimentos) Direção : Claudia Schapira. 2015 Terra a Vista ( Grupo 59 de Teatro) Direção: Fabiano Lodi. 2014. O Fantasma do Som (Banda Mirim) Substituição/Temporada SESC SANTO AMARO 2014 Direção: Marcelo Romagno. 2011 A Última História (Grupo 59 de Teatro) Direção: Tiche Vianna Teaser do espetáculo: https://www.youtube.com/watch?v=3PILG4VqMRM. 2010: Estrelas de Belém – Auto de Natal Brasileiro (Pró Reitoria de Cultura e Extensão Universitária/ Governo do Estado de São Paulo / Diorama Produções) Direção: Abílio Tavares. Reportagem do diário do Grande ABC: http://www.dgabc.com.br/Noticia/257700/valores-do- natal. Mockimpó – Estudo sobre um homem comum ( Escola de Arte Dramática/Grupo 59) Direção: Claudia Schapira. Em 2013 o espetáculo fez parte da programação da Viagem Teatral do Sesi Bielski (Cia Levante). Direção: Antônio Rogério Toscano 2009: O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá (Escola de Arte Dramática/ Grupo 59) Direção: Cristiane Paoli Quito. Vencedor do 18º Programa Nascente da USP, 2 indicações no Premio Cooperativa Paulista de Teatro em 2011, Em 2012 o espetáculo fez parte da programação da Viagem Teatral do Sesi, 2008, Love 'n' Blembers (SESC Avenida Paulista). Direção: Georgette Fadel. 2006: Eles não sabem o que é o Brasil (Grupo Teatro de Asfalto) Direção: Antônio Rogério Toscano. 2003/2004: Osvaldo Raspado no Asfalto (Grupo Teatro de Asfalto). Direção: Antônio Rogério Toscano, Claudia Schapira, Georgette Fadel, Gustavo Kurlat e Juliana Monteiro. 2002: Leo não pode mudar o mundo (Teatro de Asfalto) Direção: Georgette Fadel e Antônio Rogério Toscano. Ricardo Severo - Diretor e produtor musical Compositor, diretor e produtor musical, cancionista e dramaturgo, há mais de 35 anos compõe e produz música original para cinema, TV, teatro e dança. Trabalhou em teatro com diretores consagrados, como Jô Soares, Cacá Rosset, Otávio Martins, Kleber Montanheiro, Neyde Veneziano e Marco Antônio Pâmio. Suas canções já foram interpretadas por artistas como Cida Moreira, Vânia Bastos, Adriana Calcanhotto, Branco Mello (Titãs), e no teatro, por Amanda Acosta, Fafy Siqueira, Nany People e Gabriela Alves. Fez música e canções originais para mais de cem montagens teatrais e filmes. Criou trilhas instrumentais para as novelas “Jóia Rara”, “Além do Horizonte” e “Órfãos da Terra”, da TV Globo. Já ganhou mais de vinte prêmios em todas as áreas com suas trilhas musicais, incluindo o Prêmio SHELL de Melhor Música para Teatro (com a peça “Caros Ouvintes”, de Otavio Martins) e um kikito no Festival de Cinema de Gramado (com o filme “Deus Ex-Machina”, de Carlos Gerbase). Com as canções e trilhas do musical "Um Dez Cem Mil Inimigos do Povo", direção de Kleber Montanheiro, foi indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de 2016. Com as letras das canções do musical “Aparecida”, texto de Walcyr Carrasco e melodias de Carlos Bauzys, foi indicado ao Prêmio Bibi Ferreira de 2019. Com a Direção Musical de “Carmen – A Grande Pequena Notável”, direção de Kleber Montanheiro, foi indicado ao Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem de 2018. Foi indicado em 2021 ao Prêmio Profissionais da Música com as trilhas para a série documental "Work in Progress - por dentro da OSESP" e para o documentário "50 Anos do Balé da Cidade de São Paulo", ambos dirigidos por Diego de Godoy para a Prodigo Films. Está em cartaz com as peças teatrais “Gaslight” (dir. Jô Soares), “Frida – Viva La Vida!” (dir. Cacá Rosset), “Caros Ouvintes” (dir. Otavio Martins), “Teatro Para Quem Não Gosta” (dir. Marcelo Médici e Ricardo Rathsam), “Pundonor” (dir. Bernardo Bibancos), “O Homem E Sua Próstata” (dir. Fernando Cardodo), os musicais “Carmen – A Grande Pequena Notável” (dir. Kleber Montanheiro) e “Nany É Pop (com Nany People), e prepara-se para estrear “Escombros” (dir. Clara Carvalho) e “Acordei Cantando” (dir. Jarbas Homem de Mello). Foi professor na graduação e pós-graduação na Faculdade dos Meios de Comunicação Social da PUCRS por doze anos, onde ministrou “Produção em Rádio” e “Som para Cinema”; e foi um dos artistas-formadores do Curso de Sonoplastia na SP Escola de Teatro por quase dez anos, onde ministrou Dramaturgia Sonora, Técnicas de Composição de Trilhas e Repertório. É Mestre em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo com sua pesquisa sobre o discurso das letras das canções no teatro musical brasileiro contemporâneo. Alessandro Toller – Dramaturgia Dramaturgo e professor de dramaturgia, é graduado em Comunicação Social com Bacharelado em Rádio/TV, pela Universidade Metodista de Ensino Superior (1995-1998), foi artista - Docente do Curso de Dramaturgia da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco (2011-2019). Dramaturgo e Artista-educador no Projeto Espetáculo das Fábricas de Cultura Capão Redondo, Jardim São Luís, Jaçanã (2015-2020). Professor convidado do Curso de Dramaturgia da MT Escola de Teatro (2017-2019) e do curso Playwriting/Dramaturgy for the Dramatic Arts da SADA – Stockholm Academy of Dramatic Arts (2015). Orientou oficina de dramaturgia no projeto Letra em Cena – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo (2017) e Oficinas Tragédia Grega e Tragédia Moderna - Dramaturgia Norte-Americana Sec. XX, no SESC Belenzinho (2012). Foi dramaturgista junto aos Núcleos de Artes Cênicas – NAC – SESI/SP (2013-2015) e Assistente de coordenação do Núcleo De Dramaturgia SESI/SP – BRITISH COUNCIL (2012). Tem as peças encenadas, entre outras: REFLEXO GUIMARÃES (dir.: Gonzaga Pedrosa – 2019); VIDA DE CÃO – CORAÇÃO DE HEROI! (com a Cia. Mundu Rodá – 2019 - infantil), prêmio 5º FestKaos Melhor Texto; O GRANDE CIRCO MÍSTICO – O MUSICAL (co-autoria com Newton Moreno e dir.: João Fonseca – 2015), prêmio APCA 2015 e prêmio BIBI FERREIRA 2015; TAUROMAQUIA (dir.: Maria Thaís - 2005), vencedor Caravana FUNARTE de Teatro; FRONTEIRAS (co-autoria com Newton Moreno, com Núcleo Experimental do Teatro Popular do SESI/SP – 2007); ZÁPAD – A TRAGÉDIA DO PODER (dir.: Maria Thaís – 2007), contemplada pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo. Rafael Villar - Preparador vocal Rafael Villar nasceu em Brasília e foi lá, por intermédio do Instituto de Música do DF, que ele teve seu primeiro contato com os musicais. Ainda com 14 anos já produzia suas próprias montagens de musicais e um pouco depois disso começou a estudar canto com Ester Elias, Alírio Netto e Marconi Araújo. Em 2005 fundou a ALEBRA – Associação de Livres Espetáculos de Brasília, cujo objetivo era realizar espetáculos musicais na capital do país. No ano de 2007, Rafael se mudou para São Paulo e nos primeiros anos no maior Centro Cultural do País atuou no espetáculo profissional José e seu Manto Technicolor, e em várias outras peças, além de continuar trabalhando como professor de Canto. Em 2009 ele vai a NY pela primeira vez e consegue mergulhar no mundo dos musicais, assistindo 18 espetáculos em 12 dias. Quando retorna ao Brasil, com a forte influência que recebeu ao beber na fonte dos musicais, Rafael decide otimizar seu processo de ensino de canto, para que seus alunos possam alcançar a excelência técnica que se observava nos EUA. Nessa época ele conheceu o médico Otorrinolaringologista, Dr. Reinaldo Yasaki e a Fonoaudióloga Adriana Bezerra e iniciaram, juntos, uma pesquisa extensa para a masterização da voz do cantor brasileiro. O resultado dessa união foi o Professional Voice Institute, uma organização que busca integrar de maneira multidisciplinar os profissionais ligados à voz cantada, de maneira a otimizar a performance de artistas profissionais e aprimorar o aprendizado de estudantes, além de estabelecer parcerias com médicos, terapeutas e professores do mundo todo. A partir daí, o desenvolvimento do trabalho de otimização técnica não parou mais e Rafael passou a receber alunos de diversos estilos, incluindo Rock, Pop e Sertanejo, além de vários atores de Teatro Musical. Em 2012 fez seu primeiro trabalho de Preparação Vocal em Fame – O musical e, em seguida, In The Heights – Nas Alturas pela 4Act Produções Artísticas. Em 2015 trabalhou com Miguel Falabella e Fernanda Chamma no espetáculo Memórias de um Gigolô, pela Chaim Produções Artísticas. Em 2016 foi convidado para fazer seu primeiro trabalho de Direção Vocal, com o espetáculo Meu Amigo, Charlie Brown – Um musical da Broadway e em 2017 fez seu debut em Direção no Rio de Janeiro, com [Nome do Espetáculo] conquistando, inclusive, o Prêmio do Humor de Melhor Espetáculo. Esse mesmo espetáculo foi dirigido por ele em 2019, em São Paulo, com temporada no Nucleo Experimental.Rafael é Professor de Técnica Vocal na Pós-Graduação da Escola Superior de Artes Celia Helena e também o Diretor Musical do Prêmio Reverência de Teatro Musical. Também faz parte da MTEA (Musical Theatre Educators Alliance) e em 2018 foi aceito no IVTOM (International Voice Teachers of Mix), organizações mundiais reconhecidas por sua atuação na pedagogia da Voz e do Teatro Musical. Além disso é o Diretor Musical do Premio Reverencia, que premia espetáculos do gênero de Teatro Musical do eixo Rio-SP. Em 2018, iniciou a Casa Motivo – um Hub de Artes que gera processos e conteúdos de alto impacto e conecta o mundo das artes com o “resto do mundo” e o “resto do mundo” com o mundo das artes, que curiosamente fazem parte do mesmo mundo, mas que pouco se complementam entre si. Em 2022 será o Diretor Musical do Espetáculo Hairspray. Além disso, Rafael integrou, como ator, os elencos de Evita (2011) e My Fair Lady (2016), ambos dirigidos por Jorge Takla e Tania Nardini. Heron Medeiros - Cenografia Designer e artista plástico, graduado pela UFSM – Sta. Maria,RS. Projeta e produz cenografia e design gráfico para teatro e eventos. Ministrou cursos, workshops e oficinas em instituições públicas e privadas no estado de São Paulo. Entre os projetos recentes (cenografia e/ou projeto gráfico) para teatro cito: “Terapia Sexual”, dir. Beneh Mendes; “Pagu”, dir. Roberto Lage; ”Chapeuzinho Vermelho” e “Verão”, Grupo Gattu; “Guerra de Papel”, Grupo Tô Em Outra; “Os Três Mosqueteiros”, dir. Pamela Duncan; “Carmem A Pequena Notável”, dir. Kleber Montanheiro; “Zazou, Um Amor de Bruxa”, dir. Ailton Guedes; “Rapteme Agora”, dir. Cynthia Falabella; “A Pena de Wilde”, dir. Ailton Guedes; “Pegadas de Quixote”, Promenade Est. de Dança; “Tem Gaiato no Navio”, dir. Christina Trevisan; “Glória”, “A Falecida”, “Graça” e “A Bela e a Fera”, dir. Eloisa Vitz; “O Ovo da Serpente”, dir. André Grecco; “Os Dois e Aquele Muro” e “Do Amor”, dir. Francisco Medeiros. Atualmente cria e produz ambientações temáticas para Cia. Luarnoar em projetos como: “Amados da Bahia”, “Mosaico de Histórias” e “Tão Longe, Tão Perto”. Entre outros trabalhos cito: “Pinocchio”, dir. Pamela Duncan; “Enlace, a Loja do Ourives”, “Dos Escombros de Pagú” e “Coração Bandoleiro”, dir. Roberto Lage; “Por Um Mundo Melhor”, dir. Christina Trevisan. @heron.pmedeiros Gil Oliveira - Figurinista e visagista Profissional da área da beleza desde 1987 atua como artista, visagista e docente tendo como referência a obra de Arthur Bispo do Rosário tem sua pesquisa baseada na construção social da beleza e estéticas decoloniais. Bacharel em Artes Cênicas, Faculdade Paulista de Artes (2003), Pós-graduação em Historia da arte e Critica, Faculdade Paulista de Artes ( 2016). Cursos de especialização: Técnica para maquiagem teatral e caracterização Senac Lapa Scpião (2006), Maquiagem cinematográfica Academia Internacional de Cinema(2010), Direção de arte no Cinema, Academia Internacional de Cinema (2016), Visagismo com Philip Hallaawel (2016), Chave da cor e Contornos com Beto França (2017), Moda Afro Laboratório Carioca de Moda ( 2020), Teoria Decolonial: alternativa de análise para os Estudos de Gênero latino-americanos, Universidade Federal do Paraná (2020), Direção de arte na moda, Laboratório Carioca de Moda (2020), Vestimentas e Representações Negras nas Historias das artes Masp (2021), Missões de Pesquisas Folclóricas: Memória da Cultura AfroBrasileira, Casa Mário de Andrade (2021). Principais experiências como docente: Maquiador Profissional SENAC Aclimação, Maquiador Cênico, SENAC – Lapa Scipião, Maquiagem e figurino para teatro SENAC - Santana, Maquiagem e figurino para teatro Escola Recriarte - SP, Maquiagem Afro Futurista e Drag Queen, Fabrica de Cultura Capão Redondo, Moda Pelo Olhar LGBTQIA+, Fabrica de Cultura Capão Redondo, Movimento III- Celebrações, Espumas pós-Tsunami- Afrotranstopia (Direção de Arte) 2021, Okó: Maskulinidades Transatlânticas, Flip Couto (Figurino) 2021, AMEM - Bienal Sesc de Dança, (Figurino) 2019, Reclusa, Cia. Zona Agbara, (Visagismo, Adereçagem e Figurino) 2019, Rituais de Suspeição, Cia. Sansacroma (Figurino) 2019, Esquina, Cia. Fragmentos Urbanos (Figurino) em 2019, Ialodes - Um manifesto da cura ao gozo, Cia Teatral Capulas, (Maquiagem) 2018, Projeto Shuga, de Gal Opido (Visagismo) 2019, A tempestade, de Gabriel Vilela, (Maquiagem) 2014 - Teatro de Arena da PUC, Ópera Ça Ira, de Roger Waters, (Maquiagem) 2013 - Teatro Municipal de São Paulo, Monólogos da Vagina, de Miguel Falabela, (Maquiagem) 2012 - Teatro Brigadeiro - Ópera Carmem, de Roberto Lage (Maquiagem) 2011 - Teatro São Pedro. Flávia Pereira - Coreógrafa e preparadora Artista da dança especializada em Jazz. Pesquisadora, escreveu a apostila "Uma introdução ao Jazz Dance". Trabalha principalmente como professora e bailarina. Residente do Centro de Referência da Dança de São Paulo, ministrando aulas de Jazz Dance (2022), Bailarina e intérprete do curta "Aquilo que Qua(se) Toco" de Marilia Curtulo (2022), Bailarina e intérprete no espetáculo "Manual de Instruções ara Alguma Dança" em Curitibaa. PR (2022), Bailarina do clipe “FÉ” da cantora IZA (2022), Professora de Jazz no Le Rêve Dança em São Paulo (2021-atualmente), Ministrante do curso teórico-prático “Uma introdução ao Jazz Dance” (online), Coreógrafa videoclipe “Passei de Fase” de Marina Gold (2021), Aula teórica para Cia Jazz e Cia Base Jazz da Millennium Dance Complex (2021), Bailarina no espetáculo Ìfè do Coletivo Malê no Teatro, Alfredo Mesquita contemplado pelo VAI, São Paulo (2021), Palestrante na II Mostra JazzcomJazz de Poéticas, Negras da Universidade Federal de Goiás (2021), Bailarina do Coletivo Malê, dirigido por Carolina Martins em São Paulo/SP (2021). Artista da dança especializada em Jazz. Pesquisadora, escreveu a apostila "Uma introdução ao Jazz Dance". Trabalha principalmente como professora e bailarina. Ministrante de “Bases do Jazz Dance” produzido pelo Coletivo Malê na Le Rêve Dança em São Paulo/SP (2021) Aula (online) Jazz Theater para Attitude Academia de Arte de Porto – Portugal (2021) Bailarina de Jazz e professora de Ballet do Sashas, dirigido por Jo Cardoso em Curitiba/PR (2018 – 2020), Bailarina e atriz no curta “A Vida Nunca Cansa” do Coletivo Artístico Córtex (2020), Bailarina e figurante no clipe “TOMA ESSA” da Duda Brack (2020), Aula (online) de Theater Jazz para Workshop de Jazz do Lilac Studio de Dança de São Luís/MA (2020) Protagonista do clipe “Eu sou dragão” da banda Tuyo (2020), Bailarina do clipe “Espia Escuta – Remix” da banda Mulamba (2020), Bailarina na campanha institucional d’O Boticário (2020), Participação no clipe “Invisible Woman” da cantora Re Gugli (2019), Protagonista do clipe “Blow Thy Horns” da banda Dinamite Combo (2019), Coreógrafa Maratona Musical Cena Hum, “Amor, meu grande amor!” em Curitiba/PR (2019). Ensaiadora do flashmob “Dance With Me” de Cristian Duarte para a Fundação Cultural de Curitiba (2018), Ministrante de Oficina de Dança no Festival Melissa Makers: Tramas Urbanas – Curitiba/PR (2018) Bailarina do vídeo clipe “Amadurece e Apodrece” da banda Tuyo (2017), Pesquisa de improvisação em jazz, pelo Promenade Grupo de Dança, com apoio da Casa Hoffmann em Curitiba/PR (2017), Ministrante do SESC Dramaturgias em Concórdia/SC com a oficina “Improvisação em Jazz” (2017). Lady Zu - Consultora musical Lady Zu, surgiu no cenário musical em 1977, com o compacto simples "A Noite Vai Chegar", que vendeu 1 milhão de cópias, e entrou para a trilha da novela Sem Lenço, Sem Documento, elevando-a ao título de "Rainha das Discotecas Brasileiras". Emplacou diversos sucessos nas paradas, antes de se afastar da indústria fonográfica por uma década. Com 5 discos lançados, continua ativa com shows por todo o país. Discografia: Álbuns1978 - "A Noite Vai Chegar" - (Philips/Universal)1979 - "Fêmea Brasileira" - (Philips/Universal)1989 - "Louco Amor" - (Continental)2002 - "Number One" - (Abril)Compactos1977 - "A Noite Vai Chegar/Eu Prefiro Dançar"1979 - "Só Você/Hora de União"1979 - "Disco Dance / Valeu A Pena / Dança Louca / Boneca de Pixe"1979 - "Disco Dance / Dança Louca"Projeto Especial"Alma Negra" (Continental) (com Carlinhos Trumpete/Tony Bizarro / Tony Tornado / Luís Vagner) Participações Especiais"Me Leve" (dueto com Carlos Navas)CD "Pouco Pra Mim" (Dabliú, 1997)"Está Chovendo Homem" (dueto com Márcia Freire)CD "Timbalayê" (Abril, 1999)"Isso Não vai Ficar Assim" (dueto com Carlos Navas)CD "Tecido" (Lua Music, 2010)"A Crazy Night At Papagaio" CD "Papagaio's Fever" do DJ Che (Alexandre Caparroz) Trilhas SonorasNovelas"A Noite Vai Chegar" ......... "Sem Lenço Sem Documento" (Som Livre, 1977)"Só Você (Por Você, Sem Você" .......... "Te Contei" (Som Livre, 1978)"Esqueça-me" .......... "Roda de Fogo" (Elenco, 1978)"Eu Prefiro Dançar" .......... "João Brasileiro, o Bom Baiano" (Elenco, 1978)"Dança Louca" .......... "Marron Glacê" (Som Livre, 1979)"Hora de União (com Totó Mugabe) .......... "Dancin' Days" (Som Livre, 1979)"A Noite Vai Chegar (Versão Number One)" ......... "Pequena Travessa" (SBT, 2002)"A Noite Vai Chegar' ........ "Boogie Oogie" (Rede Globo, 2014)Filmes"A Noite Vai Chegar" .......... "A Partilha" (Som Livre, 2001)Coletâneas"Samba-Rock" (Série "Sem Limite") .......... (Universal, 2001)"Hora de União" (com Totó Mugabe) .......... "Soul Brasil" (Som Livre, 2005)"A Noite Vai Chegar" .......... "Discoteca do Chacrinha" (Universal, 2005) CASA CÊNICA - CRIAÇÃO, ENSINO E PRODUÇÃO ARTÍSTICA Criada pelo artista, educador, diretor e produtor cultural Josafá Filho, a produtora que celebra em 2023, 10 anos, construiu a sua trajetória por meio de uma rede colaborativa que integra artistas, produtores, investidores, técnicos e o público, a partir da premissa de uma metodologia própria e dinâmica na viabilização de seus projetos. Além de criar e executar projetos artísticos nas áreas de teatro, dança, cinema, ambiente digital, música e artes plásticas, presta consultoria para instituições públicas, privadas e do terceiro setor nas áreas de investimento sociocultural e na gestão de políticas públicas, difundindo iniciativas que desenvolvem novos olhares para a arte, sempre a partir de uma visão ética e sistêmica de seu processo de trabalho A missão da CaSa é potencializar o encontro entre os seus parceiros e o público, contribuindo para a criação de experiências estéticas transformadoras, capazes de um efetivo fortalecimento e despertar do capital sensível humano em diferentes palcos do país 2023/ RESEDÁ – A FESTA NUNCA VAI ACABAR No drama musicado, o ator e bailarino Josafá Filho, vive o pioneiro astro dos anos 70 Ronaldo Resedá, que morreu precocemente aos 38 anos de idade. O projeto discute visibilidade e representatividade LGBTQIA+ através das passagens da vida de Resedá, seus sucessos musicais nas novelas, seus amigos e o seu amor pela arte. 2023/DISCOTECA BRAZIL Projeto criado em parceria com a bailarina e corógrafa de danças urbanas Carolina Gomes, resgata os astros e estrelas do auge da era da discoteca brasileira, para falara da pista de dança como espaço de inclusão e diversidade. No elenco atores profissionais, e jovens das periferias de São Paulo selecionados em oficinas, dançam, cantam e atuam. 2023/PINDORAMA Espetáculo infanto-juvenil transmídia, que conta a história de Cauê e seus amigos que viajam no tempo para o Brasil pré-descobrimento, inclui viagens por doze cidades do Estado de São Paulo. Com elaboração do projeto e direção artística de Josafá Filho, tem a criação de personagens em quadrinhos para plataformas digitais criados pelo Estúdio 45 JJ. 2023/FESTIVAL LGBTQIA+ UNIVERSO DIVERSO Projeto idealizado conjuntamente com a atriz, advogada e nomeada presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da subseção de Cotia da OAB/SP, leva arte, cultura, empreendedorismo e conhecimento LGBTQIA+ para cidades do Estado de São Paulo, em consonância com as ações da CIOESTE (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo). Com apresentações artísticas, oficinas e palestras, tem entre seus convidados o advogado e ativista Renan Quinalha. 2022/ECOS E REFLEXOS DE 22 Dirigido pela coreógrafa e personalidade da dança Helô Gouveia, o espetáculo apresenta mais de 200 alunos frequentadores dos Estúdios Anacã, celebrando o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922. Em cena, números de dança são entremeados por dois Jornalistas de pensamentos e ideologias políticas contrastantes. Com bom humor e certa tensão no ar, eles discutem nos bastidores da apresentação da Semana de Ate de 2022, temas como liberdade, arte e identidade brasileira. Coordenação geral do projeto, equipe criativa e produção executiva. 2022/TARSILÍQUIDA Adaptação do filme “Tarsilinha” de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, o espetáculo de dança infantil com 100 crianças participantes se inspirou também na obra “A Cuca” 1924 de Tarsila do Amaral para contar a história do menino Heitor que parte em busca das memórias perdidas de sua mãe. O espetáculo teve direção geral da coreógrafa e personalidade da dança Helô Gouveia e direção artística de Rafaely Lino. Produção executiva e coordenação de equipe de criação. 2022/SEMANA DE ARTE DE 1922, 100 ANOS DEPOIS Revista eletrônica, o programa recebeu em duas semanas de exibições uma série de painéis de reflexão sobre os impactos e acontecimentos da Semana de Arte Moderna de 1922. Dentre os convidados estão o diretor teatral José Martinez Corrêa, a cantora Mariene de Castro e o líder indígena Ailton Krenak, e muitos outros. Com elaboração do projeto, produção de conteúdo, e apresentação de Josafá Filho. 2022/ARTE E NEURODIVERSIDADE Curso de teatro e movimento criado pelo educador e ator Josafá Filho para o Instituto Mpumalanga, incluiu viagens pelo Brasil dentro do Projeto Caravana das Artes. Além das aulas, o curso recebeu especialistas em neurodiversidade que falaram sobre especificidades de atendimento à crianças e adolescentes com autismo, síndrome de down, e outras condições diversas. Ao final, foi criado o espetáculo “Ice Dog – Um cão diferente”, com o jovem autista, animador e desenhista, Pedro Saldanha. 2021/AMÊNDOA Espetáculo de teatro e dança da pesquisadora e bailarina Márcia Ylana a partir de conceitos de inteligência emocional do psicólogo e jornalista científico Daniel Goleman. Elaboração do projeto para os Editais de cultura da cidade de São Paulo, sob a criação de conteúdo e direção de Josafá Filho. 2020/JÚLIA E JEAN Espetáculo inspirado na obra “Senhorita Júlia” do dramaturgo sueco August Strindberg, o projeto foi criado pelo ator e diretor Josafá Alves em parceria com a atriz e jornalista Renata Vianello. Tem direção de Eric Lenate e Érica Monteiro, que também assina a dramaturgia. O projeto, foi inscrito em parceria com a produtora Movicena na Lei de Incentivo PROAC - ICMS e outras leis de incentivo, cumprirá a temporada em 2021 na cidade de São Paulo, discutindo feminismo, papel de gênero e construção da masculinidade. 2019/LÁ DENTRO TEM COISA Elaboração e execução da turnê mineira do espetáculo carioca de teatro infanto juvenil “Lá dentro tem coisa”, inspirado na obra da cantora brasileira Adriana Calcanhoto, sob direção de Renato Linhares. O projeto percorreu três cidades de Minas Gerais: Juiz de Fora, Uberaba e Belo Horizonte; narrando a história da menina de nove anos Izabel, e a primeira vez que sai sozinha de casa. 2018/DOGVILLE Prestação da assistência de produção em São Paulo, da versão brasileira para teatro do filme Dogville, de Lars von Trier, dirigido por Zé Henrique de Palma, que narra a chegada à uma pequena cidade de uma misteriosa mulher chamada Grace. 2018/CORPO SONORO Projeto premiado pelo “Edital de espetáculos de artes cênicas e música/2018 da Fundação Nacional de Artes – Funarte” que realizou a temporada em São Paulo da trilogia de espetáculos “Corpo Sonoro”: Chromatismos, O tornoleiro e o tempo, e Contrabanda; comemorando 30 anos de trajetória do bailarino e coreógrafo Henrique Shuller. 2018/CASA BRASILERIA – CENTRO DE ARTE, CULTURA E GASTRONOMIA Produção de oficinas literárias, artes plásticas, teatro e dança, além de shows musicais e debates para a sede do Instituto Mpumalanga, dirigido pela documentarista e jornalista Adriana Saldanha. 2018/EMAEMAEMA – CADA UM COM SEUS POEMAS Elaboração do projeto de venda, consultoria de imagem, criação do teaser e identidade visual do Grupo Mithos e do espetáculo Emaemaema – cada um com seus poemas, inspirado no conto “O menino que escrevia versos”, escrito pelo autor moçambicano, ganhador do Neustadt, Mia Couto. 2017/DIVAS Espetáculo criado em parceria com o Hospital Santa Cruz, de São Paulo, em homenagem ao dia internacional da mulher, interpretado por Tertulina Alves. Narra a história de uma mulher que transforma-se a cada dia em cada uma de suas personalidades femininas mais admiradas. 2017/ESCOLA DE FORMIGAS Criação e circulação pelo interior paulista do espetáculo infanto-juvenil escrito por Alessandra Rodrigues, e dirigido por Josafá Alves , em parceria com o SESCOOP (Serviço Nacional de aprendizagem do cooperativismo do Estado de São Paulo), que conta a história de união de quarto formigas adolescentes divertidas na tentativa de se salvarem da enchente do formigueiro. 2016/NÃO SE TRADUZEM OS FEITIÇOS. Produção da temporada paulista do experimento musical-audiovisual criado pelo cantor e compositor baiano Tiganá Santana e a artista visual Clara Domingas, contemplado pelo programa Natura Musical 2016. Produção local para a realização do show no “Memorial da América Latina”, em São Paulo. 2016/MOTEL RASHOMÔN Elaboração do projeto de venda e prestação da assistência de produção do espetáculo teatral contemplado pelo prêmio Proac edital 01/2015, Motel Rashomon, inspirado no conto japonês Dentro do Bosque, do escritor Ryûnosuke Akutagawa, sob direção de Roberto Audio. 2015/ANAHÍ Criação e aprovação em Lei de Incentivo do espetáculo infanto-juvenil, que narra a história da destemida indiazinha Anahí para salvar o seu povo e as águas do rio sagrado. Elaboração e aprovação do projeto para captação de recursos pela Lei de incentivo fiscal Proac-ICMS do Governo do Estado de São Paulo. 2014 a 2021/CARAVANA DAS ARTES Prestação de produção artística, elaboração de cursos e oficinas, e direção de espetáculos para o projeto Caravana das Artes, criado pela jornalista e documentarista Adriana Saldanha, fundadora do Instituto Mpumalanga. O projeto viaja o Brasil em parceira com UNICEF, DISNEY, CANAL ES

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.