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O projeto visa tornar a Academia de Letras da Bahia um espaço museal, comunicando o seu rico acervo e história ao público. Desta forma, nesta 1ª etapa, serão realizadas ações estruturantes (Plano Museológico, documentação museológica informatizada do acervo, Projeto museográfico e Recuperação física e ambiental dos edifícios anexos compreendidos para biblioteca, arquivo e galeria) e atividades de educação patrimonial (capacitação de monitores e visitas mediadas), criando estratégias de ações continuadas e dinamização da instituição.
O projeto compreende ações estruturantes: 1. Plano Museológico. Define a missão da instituição e sua função específica na sociedade. Será construído de forma participativa através da realização de 3 encontros com a comunidade, que será ouvida e para a qual o Plano será apresentado quando de sua finalização. Compreende Diagnóstico, Elaboração de programas institucionais 2. Documentação museológica informatizada do acervo – compreende consultoria museológica, licenciamento software, normatização, análise do acervo com preenchimento de dados e captura de imagens. 3. Projeto museográfico – compreende conceituação, construção de roteiro expositivo e narrativa, análise e disposição do acervo, pesquisa, lay-out, elaboração para planilha para montagem. 4. Recuperação física dos anexos da edificação – reforma os espaços da biblioteca, arquivo e galeria. 5. Atividades de educação patrimonial – curso de capacitação de monitores e realização de visitas mediadas.
OBJETIVO GERAL: Qualificar a Academia de Letras da Bahia como um espaço museal, criando infraestrutura institucional museológica para capacitá-la a exercer o seu papel de guardiã da memória e história da Bahia, criando estratégias de ações continuadas e dinamização da instituição. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Elaborar Plano Museológico de forma participativa, visando o fortalecimento institucional. - Realizar a documentação museológica informatizada do acervo - Elaborar o Projeto museográfico institucional - Fomentar ações de educação patrimonial (1 curso de capacitação de monitores e realizar visitas mediadas) - Recuperação física e ambiental dos edifícios anexos compreendidos para biblioteca, arquivo e galeria.
A musealização refere-se ao processo pelo qual objetos, documentos, edifícios ou espaços são transformados em patrimônio museológico. O projeto de musealização da Academia de Letras da Bahia é de suma importância por diversas razões. A Academia de Letras da Bahia, fundada em 1917, é uma das mais antigas e respeitadas instituições culturais do Brasil. Sua história está profundamente entrelaçada com a evolução literária e cultural da Bahia e do Brasil. Desde sua criação, a Academia teve como objetivo o "cultivo da língua e da literatura nacionais, a preservação da memória cultural baiana e o amparo e estímulo às manifestações da mesma natureza". Com o lema "Servir à Pátria honrando as letras", a Academia ressalta a importância da literatura no desenvolvimento cultural da Bahia e do Brasil. A nova gestão busca requalificar o espaço cultural, tornando-o um equipamento museal, integrando biblioteca, arquivo, galeria e espaços expositivos ambientados. Musealizar esse espaço é uma forma de preservar, valorizar e transmitir essa rica herança cultural para as gerações futuras. Ao longo de sua existência, a Academia acumulou um vasto acervo de livros, documentos, correspondências, e outros artefatos que contam a história da literatura baiana e brasileira. Além disso, destaca-se por sua importância e localização no Palacete Góes Calmon, importante exemplar arquitetônico, artístico e turístico, com obras integradas de azulejaria e acervo de artes decorativas como mobiliário, pintura, escultura e a destacada Coleção de louça histórica (antiga coleção Jorge Calmon). A musealização potencializaria ainda mais essa sua faceta. Com a transformação da Academia em um espaço museal, estudantes, pesquisadores e o público em geral teriam um local adequado para aprofundar estudos não só sobre a literatura baiana, mas sobre a edificação, seu acervo, sua história e papel na evolução urbana de Salvador. Em um mundo em rápida transformação, onde a cultura digital e a globalização muitas vezes ofuscam as particularidades locais, é essencial preservar espaços que contam a história de uma comunidade, de uma região e de seu povo. A musealização da Academia serviria como um lembrete tangível da riqueza e diversidade da literatura e cultura baiana, sob uma política de diversidade, equidade e inclusão . Assim, a musealização é um processo vital para a conservação e interpretação deste patrimônio cultural. Ela desempenha um papel crucial na formação da memória coletiva, na promoção da educação e na celebração da diversidade e riqueza das culturas humanas. Musealizar a Academia de Letras da Bahia é uma maneira de promover a reflexão sobre a literatura, a cultura e a identidade baiana e brasileira, conectando passado, presente e futuro. A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento deste projeto junto ao Ministério da Cultura, é que no panorama econômico atual do país, e principalmente na Bahia, essa é uma das únicas formas de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia ontem e hoje) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas bem como à produção literária) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.
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ACESSIBILIDADE A) Produto PLANO MUSEOLÓGICO Acessibilidade física no Museu: Não se aplica. A ser trabalhada no Plano. Acessibilidade para deficientes visuais: Disponibilização de versão em áudio Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica. A ser trabalhada no Plano. B) Produto: DOCUMENTAÇÃO MUSEOLÓGICA INFORMATIZADA DO ACERVO Acessibilidade física: versão web Acessibilidade para deficientes visuais: versão web Acessibilidade para deficientes auditivos: versão web C) Produto: PROJETO MUSEOGRÁFICO INSTITUCIONAL Acessibilidade física: item será contemplado no projeto Acessibilidade para deficientes visuais: item será contemplado no projeto Acessibilidade para deficientes auditivos: item será contemplado no projeto D) Produto: RECUPERAÇÃO FÍSICA E AMBIENTAL DOS EDIFÍCIOS ANEXOS COMPREENDIDOS PARA BIBLIOTECA, ARQUIVO E GALERIA. Acessibilidade física: item será contemplado no projeto Acessibilidade para deficientes visuais: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Não se aplica E) Produto Contrapartidas Sociais: CAPACITAÇÃO DE MONITORES E VISITAS MEDIADAS: Acessibilidade física na Academia: elevador; rampas existentes Acessibilidade para deficientes visuais: audio descrição como apoio ao visitante com deficiência visual na mediação Acessibilidade para deficientes auditivos: interprete com libras como apoio ao visitante na mediação
Acesso gratuito ao espaço para grupos de instituições de ensino da rede publica e Ongs, bem como às atividades integradas à mesma. Visitação espontânea sem limite de número de pessoas, sem limitação de faixa etária, cor/raça, sexo/gênero, religião, condição sóciocultural ou física. Capacidade local para receber agendamento para visita mediada pela equipe educativa institucional de grupos de até 50 pessoas por dia. As ações de democratização de acesso à visitação, além da gratuidade, segundo o art. 56 da IN nº 01/2017 do MinC que a proposta irá adotar são os incisos: II - doar, além do previsto na alínea "a" do inciso I do art. 53, no mínimo, 20% (vinte porcento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, estudantes e professores de gestão cultural e artes de universidades públicas e privadas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; VI - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão; VII - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 57; As ações de Formação de plateia incluem o acesso gratuito às atividades, as visitas mediadas ao espaço. Conforme o paragrafo 2º do Art.57 da IN nº 01/2017 do MINC, as ações de Formação de Plateia (palestras e conteúdos expositivos das visitas mediadas) serão disponibilizadas pela internet para sensibilização do público. A quantidade total prevista de público/ano para visitação ao espaço/ano é de 1.200 pessoas. O Público Alvo são os estudantes e professores do ensino fundamental à pós-graduação das redes pública e privada.
1. Coordenação geral, Plano Museológico, Projeto museográfico, Coordenação Documentação museológica – Tecnomuseu (razão social Etherea Consultoria Ltda.). Empresa especializada na área museológica, criada em fev.2001, com ampla experiência área cultural, como: Projeto "Requalificação do Museu do Sertão Antonio Coelho - 1ª Etapa, Remanso-BA",Edital 15/2013-Setorial museus, coordenação, pesquisa, elaboração de textos, projeto museográfico, projeto gráfico, elaboração de Plano Museológico institucional (2016); Projeto museográfico, programação visual, projeto gráfico, produção e oficinas artísticas do projeto “Ações de dinamização para o Museu Municipal de Mucugê-BA”, Edital AGITAÇÃO CULTURAL-Dinamização em Espaços Culturais da Bahia-2015,SECULT-BA (2016); - Projeto "Ações estruturantes para o Museu Histórico de Mucugê - Bahia" (Plano Museológico, Documentação e informatização museológica), contemplado no Edital 20/2016 - Setorial de Museus 2016, TAC 137/2017 (até dezembro 2018); Elaboração de Plano Museológico e Projeto Executivo da Exposição de longa duração do Museu do Recôncavo Wanderley Pinho em Candeias-BA, contrato 031/2018 - PRODETUR NACIONAL/BA, BID- Banco Interamericano de Desenvolvimento e Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (02/08/18-07/04/2019); Pesquisa e Documentação museológica informatizada do acervo Histórico da UNIPAR- núcleo Salvador (2020-2023); Documentação museológica informatizada do acervo da coleção Gilberto Sá (2021-2022); Coordenação museológica, Elaboração de Plano Museológico institucional, Projeto expográfico e programação visual do núcleo expositivo inicial do Projeto de Musealização da Igreja de Nossa Senhora da Graça, Salvador – Bahia, contemplado pelo Edital Setorial de Museus da Secretaria de Cultura do Governo do Estado da Bahia (2022-3); Coordenação geral, Plano Museológico, Projeto museográfico do Projeto “Requalificação do Memorial Irmã Dulce”, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (2023, em curso). 2. Responsável pelo diagnóstico de conservação, projeto executivo e coordenação técnica do projeto de Recuperação física e ambiental dos edifícios anexos - Dra. Arquiteta Griselda Pinheiro Klüppel – Graduada em Arquitetura pela Universidade Federal de Pernambuco (1975), tem especialização em Conforto Ambiental pela Universidade Federal da Paraíba (1979), mestrado (1991) e doutorado (2009) em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia, na área de Conservação e Restauro e Pós doutorado na Universidade De Sevilha. Professora Titular aposentada da UFBA, segue atuando como professora de ensino superior na pós-graduação, orientando alunos e desenvolvendo pesquisas e atualmente é membro do colegiado do curso de pós-graduação em Museologia da UFBA. Tem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Conservação Preventiva, assim como no Diagnóstico de Conservação e Diagnóstico Ambiental de edifícios e coleções, notadamente nos aspectos referentes a diagnóstico físico e de adequação e conforto ambiental. De 2009 até 2013, assessorou o Museu Paulista da USP sobre questões ambientais e elaborando projetos para as reservas técnicas. Entre 2015 e 2017 coordenou o Projeto de Reabilitação Arquitetônica e Revitalização Museal e Expográfica do Museu de Ciência e Tecnologia do Estado da Bahia. Foi consultora da UNESCO/MONUMENTA/IPHAN para os quais escreveu em co-autoria com Mariely Cabral de Santana o Manual de Conservação Preventiva para Edificações. De 2017 a 2019 foi corresponsável com Olympio Augusto Ribeiro, pela elaboração em equipe do Projeto de Restauro do Museu Paulista, parte do projeto ganhador do 1 Lugar no Concurso Nacional para Restauro e Modernização do Edifício Monumento do Museu Paulista. 3. Responsável por todos os desenhos e gráficos necessários à obra - Arquiteta Carla Maria Cansanção - Possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário CESMAC(2012) e especialização em Design de Interiores pelo INSTITUTO DE POS-GRADUACAO & GRADUACAO LTDA - EPP(2017). 4. Produção dos encontros - Dea Márcia de Almeida Federico. Produtora cultural responsável pela produção da exposição “Herança Africana” no Museu Carlos Costa Pinto; exposição temporária “Orixás da Bahia” na Galeria Juarez Paraíso, do Espaço Cultural da Barroquinha, para a Fundação Gregório de Mattos, inaugurada em 21/01/2018 (prorrogada até 31/03/2019) e remontada em setembro de 2023; Projeto e produção executiva para o livro “Hotel da Bahia – 60 anos.
PROJETO ARQUIVADO.