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Resumo do projeto A proposta desse projeto é a de realizarmos uma temporada na cidade de São Paulo no primeiro semestre de 2024, do espetáculo A GRAÚNA, texto inspirado na parábola japonesa Yuzuru , muito popular no Japão, transcrito para o universo brasileiro por Carla Masumoto, na direção geral do espetáculo contaremos com Ricardo Grasson, que despensa comentários, que somara sua experiencia a uma equipe técnica e criativa, de profissionais talentosos, que proporcionara ao público condições de assistirem a um espetáculo musicado de alta qualidade técnica e artisticamente perfeita. Realizaremos três apresentações semanais, (36) apresentações no final dos primeiros três meses, em teatros como: Teatro Sergio Cardoso, Teatro Tuca, Teatro Frei Caneca Opus, Teatro FAAP, dentre outros, espaços que nos darão condições técnicas para realização do espetáculo, com plateias confortáveis e dentro das exigências de sensibilidades estabelecidas por lei e com capacidade acima de 400 lugares.
SINÓPSE “A Graúna” é um texto original, inspirado em uma parábola japonesa, que conta a história de um pobre rapaz que mesmo em sua miséria, ajuda um pássaro ferido. Este pássaro é mágico e transforma-se em uma mulher que, agradecida, quer retribuir a seu salvador. Para isso casa-se com ele e dedica-se com todo fervor e amor ao marido, e, de maneira misteriosa, tece um tecido maravilhoso que os tira da miséria. Na parábola original, uma cegonha na neve e um camponês. Em “A Graúna”, a história se passa no sertão nordestino, terra castigada pela seca, com uma musicalidade rica, cativante e feroz, tão feroz como este povo forte que insiste em ser feliz e viver apesar da adversidade que os cerca. A cegonha agora é uma graúna, o camponês é um boiadeiro que perdeu seu gado na seca e o rico tecido será a mais bela renda já vista. Espetáculo com músicas originais e alguns resgates nacionais como “Mulher Rendeira”, registrada por Zé do Norte. As músicas agem como um adereço que colore as cenas, como a luz que enriquece cenários e figurinos. O texto brinca com a linguagem de cordel na boca de um bode, que será um mestre de cerimônias. Em torno dessa expectativa se desenrolam sucessivas situações-limite, que deságuam em um final no mínimo surpreendente. Assim pode ser resumida a peça “A GRAUNA”. Uma emocionante busca pela vida, pelo amor, pela gratidão com uma pitada de ambição, em uma poética e inebriante trama musicada.
Objetivo Geral Trazer ao público, uma linda história de amor, que também pontuara a ambição do homem.Uma história que ira emocionar a todos.Faremos desse espetáculo uma fábula de teatro musicado, que tera mostrara muito da vida real, que fara com que o espectador se identifique de imediato. Objetivo Específico Levar histórias aos palcos que podem ocorrer durante a trajetória pessoal da vida de cada um de nós.A montagem e apresentação do espetáculo A Graúna, cumprira 36 sessões e público estimado superior a 10 mil pessoas. Estimular a ida ao teatro como alternativa viável ao cidadão. Estimular trabalho aos diversosprofissionais envolvidos (equipe de produção, equipe criativa, atores, bailarinos e cantores, musicos e equipetécnica e admnisrativa). Pesquisar e aprofundar a reflexão sobre os caminhos que podemos seguir enquanto sociedade, a partir do tema que será desenvolvido."A GRAÚNA", terá 4 atores e protagonistas, 4 coadjuvantes, 6 coros que serão escolhidos através de audição pública, além de sete músicos que tocarão ao vivo durante as apresentações.Gerar emprego para mais de 50 profissionais envolvidos diretamente na produção do espetáculo e mais 30 envolvidos indiretamente.Distribuir gratuitamente convites para a comunidade sem recursos ou acessos aos bens culturais disponíveis.A montagem dará condições a estudantes, professores do sistema público de ensino, além de toda a população deSão Paulo a ver uma montagem de grande qualidade artística e de assistir um espetáculo que irá arrebatar ocoração de todos.Faremos sessões especiais com Intérprete de Libras, dando possibilidade e acessibilidade ao púbico que necessitadesta ação, para ter acesso aos bens culturais.O espetáculo acontecera em teatros com toda infraestrutura de acessibilidade, para que possamos atender a toda população que necessita se enquadrar nas normas estabelecidas pela lei.Terermos Palestante em alguns espetáculos, para um bate papo com a plateia sobre o tema desenvolvido e suaimportância na sociedade.Teremos estagiários que acompanharam essas ações nos dias estipulados.
O projeto A Graúna, se destina ao público em geral e em especial além de as classes C e D, populações de baixa renda, residentes na cidade de São Paulo, comprovadamente sem recursos para pagar o ingresso de teatro, além de estudantes, professores do sistema público de ensino, de toda a população que trabalha e reside na região central de São Paulo, formadores de opinião, além da população que circulam diariamente no coração desta metrópole. O projeto permite, também, que as empresas patrocinadoras, apoiadores e os órgãos públicos tenham maior visibilidade e valorização de sua marca ao participarem de um projeto cujo objetivo principal é a democratização cultural. O projeto atingirá em sua primeira fase: 02 meses de ensaio, e na segunda 03 meses de temporada na cidade de São Paulo _ Capital, com três apresentações semanais, e chegando no final de sua temporada com 36 apresentações. Qualquer país que se pretenda justo e socialmente democrático tem como base principal, cidadãos com autoestima, intelectualmente preparados e inclusos em sua sociedade.
“.... E é para falar diretamente ao coração,” Montar um espetáculo musicado, totalmente brasileiro, produzi-lo e cumprir temporada de três meses na cidade de São Paulo, com profissionais dos mais respeitados no meio artístico, em teatro ainda em fase de definição. Trazer ao público um espetáculo de relevância popular, apresentando ao público uma linda história de amor. Há 114 anos o Japão passava por uma crise demográfica significativa, o governo japonês não mediu esforços para incentivar a imigração. Com a primeira Grande Guerra Mundial, o Brasil tornou-se a melhor opção para este povo corajoso e cheio de garra, já que EUA, Canadá e Austrália não eram opções nestes tempos de guerra. Hoje há mais de 1 milhão de imigrantes japoneses no Brasil e, 75%, estão em São Paulo, quase uma extensão do Japão. Já no Nordeste Brasileiro, com a falta de atividade econômica e as constantes secas, em contraste com a prosperidade econômica da região Sudeste do Brasil, foram fatores determinantes no início do processo migratório Nordestino, fugindo da falta de emprego, baixa renda, seca e oportunidades, os imigrantes Nordestinos nas décadas de 1950 a 1970 migraram para a região Sudeste, mais precisamente para cidade de São Paulo, período onde essa migração foi intensa, tornando-se grandes polos de atração para esta população. Hoje, temos aproximadamente 5,6 milhões de Nordestinos na cidade de São Paulo, ou seja, 12,66% da população do Estado, assim a cidade de São Paulo tornou-se a maior cidade Nordestina do Brasil, um povo também corajoso, cheio de garra e extremamente carismático. Para homenagear um pouco destas duas culturas (a japonesa e a nordestina), tão ricas e tão diferentes, que habita São Paulo com tanta força, envolvemos uma conexão poética entre o sertão nordestino e a cultura oriental, com esse olhar de miscigenação, nasceu o projeto “A Graúna”, uma história inspirada na parábola japonesa “Yuzuru”. “A Graúna” é um texto original, inspirado nesta parábola e conta a história de um pobre rapaz que mesmo em sua miséria, ajuda um pássaro ferido. Este pássaro é mágico e transforma-se em uma mulher que, agradecida, quer retribuir a seu salvador. Para isso casa-se com ele e dedica-se com todo fervor e amor ao marido, e, de maneira misteriosa, tece um tecido maravilhoso que os tira da miséria. Na parábola original, uma cegonha na neve e um camponês. Em “A Graúna”, a história se passa no sertão nordestino, terra castigada pela seca, com uma musicalidade rica, cativante e feroz, tão feroz como este povo forte que insiste em ser feliz e viver apesar da adversidade que os cerca. A cegonha agora é uma graúna, o camponês é um boiadeiro que perdeu seu gado na seca e o rico tecido será a mais bela renda já vista. E de tanta riqueza cultural de ambos os lados, vamos ver o desenrolar desta história que traz uma discussão de valores: amor e ganância, felicidade e riqueza material.
NÃO SE APLICA A ESTE PROJETO
A acessibilidade será garantida a todos os espectadores da cidade onde cumpriremos temporada, pois o espetáculo será exibido em teatro localizado na de cidade de São Paulo, em horários convenientes a todos e com enorme opção de transporte, tais como ônibus, taxis e Uber, além do metrô propriamente dito, facilitando a locomoção da população e turistas que visitam a cidade. A acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais, através de rampas e elevadores para cadeirantes e assentos especiais para outro tipo de necessidades.
A produção do projeto “A GRAUNA”, visando a real dinamização e democratização cultural, ciente e comprometido em oferecer como contrapartida a população brasileira, pelo apoio recebido através da lei de incentivo ao projeto, preços acessíveis de R$ 70,00 inteira e R$ 35,00 meia entrada, além das promoções oferecidas no mercado. Distribuiremos 40% dos ingressos gratuitamente para as sessões de sexta feira a ONGS, OCIPS e escolas da rede pública de ensino, demais instituições interessadas, para que efetivamente as pessoas que não dispõe de bens materiais possam desfrutar de um espetáculo de alta qualidade técnica e profissionalismo com grandes nomes das artes cênicas nacionais. Buscando em todos os momentos de preparação uma profunda responsabilidade com a utilização dos recursos públicos, ora pleiteados. O público-alvo para a distribuição destes convites, serão professores e estudantes do sistema público de educação, inclusive as Cievas, e Ongs que desenvolvem trabalhos com população de baixa renda.
FICHA TÉCNICA DOS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO PROJETO. Texto: Carla Masumoto Direção: Ricardo Grasson Direção Musical: Rafael Marão Cenografia: Zuarte Junior Coreografia: Keila Fuke Iluminação: Wagner Pinto Figurino: Adriana Hitomi Elenco: Escolhido através de audição pública. Músicos Convidados: Serão definidos posteriormente. Direção de Produção: Bira Saide e Valdir Archanjo Produção Executiva: Bira Saide Produtores Associados: Valdir Archanjo e Bira Saide Realização: U.S. Saide Produções Currículos: AUTORIA: Carla Masumoto: Atuando na área artística desde 1978, Carla acumula um Prêmio APETESP de melhor atriz, indicações como produtora teatral, além de personagens marcantes do Teatro Musical (Japaneusa de Avenida Q), TV (Briela do Bambalalão, Nutrícia do Parque Patati Patatá). É compositora, cantora e percussionista e já produziu 14 CDs. No cinema, trabalhou em produção pela Criarte Produções e atuou em filmes como “Lua Cheia”, de Alan Fresnot, “Olhos de Vampa”, de Valter Rogério. Foi Coordenadora de produção da Urca Filmes no longa metragem “Entrando numa Roubada”, com Déborah Secco, Lúcio Mauro Filho, Júlio Andrade e Tonico Pereira. Agora prepara-se para lançar 2 livros infantis e entrega-se totalmente à dramaturgia com A Graúna. Direção Geral: Ricardo Grasson e ator, diretor e produtor teatral. Formado em cinema pela NUCT – Nueva Universita dell cinema e dela televisione – Roma Itália. Produziu nos últimos anos mais de 40 espetáculos na cidade de São Paulo ao lado de diretores como: Caco Ciocler, Erik Lenate, Marco Antônio Rodrigues, Vanessa Bruno, Michele Ferreira, Wolf Maia, Jose Possi Neto, Cintia Falabella, atuou nos espetáculos O Jardin da Cerejeiras, Sit Dow, Fim de Partida, entre outros.Com estes trabalhos recebeu diversos prêmios, SHELL, APCA. Aplauso Brasil, Governador do Estado, Folha de São Paulo, O estado de São Paulo, Revista Veja. Durante cinco anos fez parte da Cia Club Noir, como ator e assistente de direção e produtor nos espetáculos: PEEP CLASSIC ESQUILO, MOSTRA BRASILEIRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORANEA, H.A.M.L.E.T, Burguer King, Casa, Pinokio, A Construção. Direção de Movimento – José Carlos Arandiba - Zebrinha: Graduou-se em dança clássica e dança moderna pela Stadeliyk Conservatoriam em Dans Academie te Arnhem Holanda, em técnica Lester Horton na Alvin Ailey School em New York. Fez o curso de dança clássica e repertório da Academia Princesa Grace-Mônaco e de dança moderna e tradicional Catherine Dunhan na Suécia. Formou-se em barra ao solo, técnica de Boris Niezef em Paris com especialização em jazz. Começou sua carreira como dançarino no Grupo de Dança contemporânea da Bahia, dirigido por Clyde Morgan. Em seguida dançou em diversas companhias internacionais tais como Niederland Dance Theater (estagiário) Holanda, Intro Dans Company, Balé de Monte Carlo, Alcazar de Paris e Paradis Latin. Participou de programas de televisão na Holanda, na França, na Inglaterra e na Alemanha. Trabalhou também com Lisa Minelli, Joel Grey e Bem Vereen. DIREÇÃO MUSICAL: Rafael Marão é pianista, ator, cantor e arte-educador. Iniciou seus estudos musicais aos 7 anos no CLAM (Centro Livre de Aprendizagem Musical) e mais tarde formou-se na Berklee College of Music (Boston, MA). Teve como principais mestres de piano Sônia Muniz, Fernando Motta e Paul Rutman (EUA), e de canto Amélia Gummes, o maestro Marconi Araújo, Daniel Salve e Krystyna Kasperowicz. CENOGRAFIA: Zuarte Jr., Artista plástico (Artes plásticas – Escola de Belas Artes Universidade Federal da Bahia – 1982- 1987), tem realizado exposições individuais, participado de mostras coletivas nacionais e internacionais, feito curadoria e expografias para vários projetos. Cenógrafo e figurinista, atua com diretores baianos e nacionais, tem trabalhos em produções e montagens com o Balé do teatro Castro Alves. Assinou a direção de arte para vários filmes curtas metragens e para o longa metragem Revoada. ILUMINAÇÃO: Wagner Pinto, A Light Designer Produções Artísticas, nome fantasia da empresa Wagner da Conceição Pinto ME, foi criada em 2003, pelo light designer Wagner Pinto, que atua na área cultural há mais de 30 anos, e é um dos mais importantes profissionais da área no país. A empresa é especializada na criação de Desenho de Luz e execução de Projetos de Iluminação para a área das artes cênicas, em seus vários segmentos, como ópera, teatro, espetáculos de dança, além de shows, produção de projetos culturais e espetáculos artísticos. FIGURINOS: Adriana Hitomi, Atua como figurinista, maquiadora e programadora visual desde 1987. Alguns projetos gráficos realizados para teatro e dança: A Ver Estrelas, de João Falcão; Bispo, de João Miguel e Edgar Navarro; Fragile, de Maurício de Oliveira; Até que o Casamento nos Separe, de Eduardo Martini e Cris Nicolotti; Cada um tem o Anjo que Merece, de Pedro Fabrini. Dentre seus figurinos podemos destacar o espetáculo A Ver Estrelas, Até que o Casamento nos Separe, Cada um tem o Anjo que Merece, Papo Com Diabo e A Toca do Coelho. COREOGRAFIA: Keila Fuke, Atriz, diretora e coreógrafa. Bacharel em Educação Artística, com licenciatura em Artes Cênicas, pós-graduada em Hatha Yoga pela FMU, e em Ballet pelo Liceum Unicsul e teatro com o Grupo Tapa e no CPT com Antunes Filho. Atua profissionalmente há 28 anos e participou dos musicais no Brasil: Miss Saigon, Sweet Charity, A Bela e a Fera (2002-03), Vitor ou Vitória, Elas por Ela. Dirige o Studio ArteDança, participa e desenvolve o Núcleo Primitivo Feminino, ministrou vários cursos em Oficinas do Estado e Prefeitura de SP e é coaching na área artística. Realização, Produção e Administração: Ubirajara Sad Saide, Nascido em Sertanópolis – Paraná. No período de 1988 a 1994, integrou a diretoria da Cooperativa Paulista de Teatro e no período de 1991 a 1995 a administração do Teatro Sergio Cardoso / Secretaria de Estado da Cultura, no período de 2000 e 2001 foi o produtor e gestor do Theatro XVIII – Pelourinho – Salvador – BA. Produção de Teatro – 2023 O Patinho Feio, adaptação de Fernando Lyra Jr, direção de Raphael Gama e Coreografias de Adriana Gerizani, 2020/2023 Casa Pra Ver!!!, de Tiago Luchi, direção de Maximiliana Reis, com Gil Teles, Gabi Borba, e Tiago Luchi, 2018 - MPB Musical Popular Brasileiro, onde éramos os diretores de produção, contratados, 2017/2018 A Rainha do Rádio, de Pedro Fabrini e Eduardo Martini, com Viviane Alfano, Públio Gimenes e Edu Martini – 2017 Angel, de Vitor Oliveira e Carlos Fernando Barros, direção Eduardo Martini – 2017/2018 Papo com o Diabo, de Bruno Cavalcanti, com Eduardo Martini e direção Elias Andreato – 2016 a 2018 Até que o Casamento nos Separe, de Eduardo Martini e Cris Nicolotti, com Suzy Rego e Eduardo Martini, 2013 a 2015 A Toca do Coelho, de David Lindsay-Abare, do original em inglês “Habbit Hole”, ganhador do Prêmio Pulitzer 2007 e ganhador do Prêmio Tony o maior prêmio do teatro norte americano direção de Dan Stulbach, com Reynaldo Gianecchini / Anderson Di Rizzi, Maria Fernanda Cândido / Barbara Paz / Bianca Rinaldi, Selma Egrei / Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Felipe Hintze / Rafael De Bona 2013/2014/2015, produção em São Paulo do espetáculo musical Gozados, direção Stella Miranda, com Luís Salem e Stella Miranda Janeiro e Fevereiro de 2013 / Direção de Produção e Direção Técnica do espetáculo Quem Inventou o Amor Foi Roberto Carlos, com roteiro de Aninha Franco, direção de Christina Trevisan, com Matheus Herriez e Bruna Pazinato em 2011, Produção e Administração do espetáculo da Broadway Os 39 Degraus, baseado na obra de Alfred Hitchcock, com autoria de Patrick Barlow, tradução e adaptação de Alexandre Reinecke e Clara Carvalho e direção de Alexandre Reinecke, com Dan Stulbach, Danton Mello, Paulo Goulart Filho, Fabiana Gugli e Henrique Stroeter, em 2010/11/12/13 e 2014.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.