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PRONAC 231016Expirado o prazo de captação totalMecenato

PODE Sonhar

AVENIDA BRASIL - INSTITUTO DE CRIATIVIDADE SOCIAL
Solicitado
R$ 341,8 mil
Aprovado
R$ 341,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2023-04-01
Término
2026-03-12
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Serão quatro ações interligadas e disparadas pelo dispositivo narrativo do "sonho": uma oficina de processo criativo; uma instalação sonora que vai expor os resultados da oficina; um podcast; além de debates e workshops.Na oficina diferentes linguagens artísticas são exploradas como ferramentas para conduzir o processo criativo. O "sonho" é tanto o quese sonha quando dormimos, como também o que se anseia em vida. O projeto dialoga com ambas as compreensões e convoca artistas como "sonhadores", cujos sonhos precisam ser contados para serem escutados pela cidade num gesto artístico de retomada do pós-pandemia.

Sinopse

Produto: OFICINA Tema: Sonhos Eixos da formação: • Sensibilização artistica em expressão corporal, teatro, dança e música• Repertório acerca da temática dos sonhos, a partir do contato e debates sobre obras que abordem tal tema: textos, videos, pinturas, filmes, etc. • Consciente e inconsciente: introdução teórica para condução de dinâmicas e jogos que façam emergir os sonhos dos participantes em forma de narrativa oral • Cenário pós-pandemia: discussão de cidade, reocupação dos espaços e das atividades culturais, a juventude artistica no Rio. CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos Produto: INSTALAÇÃO SONORA Tema: Pode sonhar Resumo: Além da gravação das narrativas orais dos artistas participantes das oficinas, que contarão seus sonhos, áudios incidentais também serao utilizados, por ex: os sons do meu quarto, do meu bairro, da minha escola, etc. Como a instalação depende da realização prévia da oficina, não é possível detalhar o conteúdo dos audios. Uma sala será montada com caixas de som e fones para que os visitantes possam ouvir a instalação. Serão expostos no mínimo 4 audios com duração de no mínimo 8 minutos cada CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anos Produto: PODCAST CULTURAL DESCRIÇÃO DOS EPISÓDIOS (Cada um com duração aproximada de 12 minutos)• Episódio 1: O que nossa juventude sonha? • Episódio 2: Esse recado é pra você! • Episódio 3: O meu sonho é... • Episódio 4: Sonhando nosso Rio! CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: LIVRE Produto: Workshop [CONTRAPARTIDAS SOCIAIS] Tema: Sonhos Eixos da formação: • O corpo sonha: Escuta da música Um sonho da Nação Zumbi e Sensibilização artistica em expressão corporal e dança • Repertório acerca da temática dos sonhos, a partir do contato e debates sobre texto e pintura exposta para o grupo. • Sonhário- caderno customizado onde cada participante deverá escrever e/ou desenhar sobre seu sonho. • Rodada de sonhos: os participantes terão colocado num papel seus sonhos escritos; todos os papeis são dobrados e misturados para em seguida serem lidos em roda sem que se saiba de quem é aquele sonho CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 12 anos Produto: Debates online [CONTRAPARTIDAS SOCIAIS] Tema: Experiência da oficina Pode Sonhar com foco na realização de processos artisticos CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: LIVRE

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Artigo 02, Descreto 10.755: VI _ fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade De um lado, contribuir para a reocupação e revitalização da cidade como ambiente de troca, convivência, cultura e arte, assim como para a reconstrução de novos imaginários na cidade após a pandemia, a partir das atividades propostas. De outro, fomentar a produção artística de jovens artistas, contribuindo para a afirmação da sua potência artística, criativa e realizadora, e claro, do direito ao sonho. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO OFICINA: - Estabelecer parceria com a Casa Agência, centro cultural voltado para jovens, para mobilização do público-alvo da oficina (pelo menos 40 jovens artistas inscritos), além do uso do espaço físico para a oficina no decorrer de 03 meses, e a instalação sonora no período de 2 meses. - Selecionar 20 jovens artistas de contextos periféricos diversos (dos 40 inscritos), para participação na oficina de criação artística a partir de seus sonhos, remunerando-os enquanto bolsista aprendiz neste processo. - Realizar oficina criativa com esses 20 jovens, onde estes sujeitos protagonizem as narrativas dos seus sonhos. Serão 3 meses de oficinas com encontros aos sábados, duração total de 36 horas + 4 horas de gravação dos áudios. - Promover a coleta de outros 20 sonhos de moradores destes territórios onde os 20 jovens da oficina vivem, para que junto com o material gravado na oficina, possam compor o áudio da instalação e do podcast. PRODUÇÃO INSTALAÇÃO SONORA: - Produzir uma instalação sonora que tenha o elemento do áudio como formato principal, e que funcione como um convite à cidade para escuta dos sonhos destes jovens artistas. - Montar e inaugurar uma instalação sonora que configure como um mapa sonoro de sonhos da cidade, onde o visitante possa se conectar com diferentes territorialidades, seus sonhos, seus modos de percepção e subjetividades. - Promover a visitação do grande público à instalação sonora pelo periodo de 2 meses de quinta a domingo (total de 32 dias de exposição aberta ao público) - Mobilizar parcerias com escolas na região do Centro para visitação à instalação sonora PRODUTO PODCAST: - Produzir uma versão do material sonoro produzido nas oficinas em formato de podcast - 4 episódios com duração aproximada de 10 a 12 minutos. - Divulgar os podcasts por meio de uma campanha nas redes sociais. PRODUTOS CONTRAPARTIDA: - Realizar workshop com alunos das escolas do entorno do local da exposição, fazendo uma versão mais breve da experiência com os artistas (1 encontro de 3 horas para cada grupo de 20 estudantes - 4 turmas ao total) -Convidar 2 jovens artistas participantes das oficinas para dialogar sobre a experiência em um debate online.

Justificativa

Cabe destacar os incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 onde a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E ainda, os objetivos do Art. 3° da da Lei 8313/91 que serão alcançadas com o projeto: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A seguir as justificativas complementares orientadas pelo sentido artístico e estético: É preciso sonhar, e para que estes sonhos existam é preciso contá-los, endereçando-os aos que vivem e circulam na cidade. Sidarta Ribeiro, neurocientista e pesquisador, autor do livro "O oráculo da noite" discorre sobre sua especialidade: os sonhos.Sidarta defende a importância do sono, bem como do sonho, espaço que nos permite revisitar fragmentos de memórias de eventos passados e por meio deles construir novas possibilidades de mundo e de existência.O sonho, historicamente se configura como amplo espaço para criação artística, seja no investimento de uma estética onírica ou não, pelos sonhos podem se extrair inúmeros materiais para criação de obras de arte que encontre eco em seu público. Em 2020 começa a pandemia do Covid-19 e com ela os sonhos foram varridos, trazendo um esvaziamento material e simbólico dos espaços geográficos da cidade, especialmente da região central, antes povoada por atrações culturais nas ruas e nos seus inúmeros espaços culturais. Após mais de dois anos de pandemia o projeto Pode Sonhar propõe um espaço para construção artística que traga os sonhos destes jovens artistas à tona novamente, sejam eles produzidos quando se dorme ou quando se vive. A oficina criativa propõe a construção de um espaço simbólico e objetivo, um "sonhário" análogo ao diário de sonhos que Sidarta Ribeiro defende enquanto instrumento para registro textual e consequente produção de novos sonhos; um espaço fértil de renascimento dos sonhos a partir do corpo e e voz destes jovens artistas. Uma narrativa de construção de sonhos do passado, do presente e que inspire a imaginação de novos futuros para a cidade e para quem vive nela,é este o gesto simbólico do projeto: a construção de um imaginário de sonhos para novos mundos possíveis após pandemia por meio da arte. Como referência no campo das artes, a artista mineira Sara Lana, que produziu a peça Sonara Orelinha em 2021,além de artistas como Janet Cardiff, canadense conhecido no Brasil por suas instalações sonoras e audiovisuais expostas no Inhotim,além da Ex-Companhia grupo de teatro de SP que experimenta a construção de narrativas ficcionais sonoras. Como referência de processo, Tatiana Altberg com sua obra "retrato falado". Em tempo, a linguagem de Podcast também funciona como atravessamento para conceituação do projeto e configura como um dos produtos.

Especificação técnica

OFICINAS Seleção dos participantes: Uma ampla divulgação do projeto será realizada, jovens artistas a partir de 18 anos poderão se inscrever por meio de preenchimento de formulário online, onde poderão encaminha material de comprovação de sua atuação artistica. Uma triagem será feita a partir da analise das fichas, considerando critérios como idade, experiência artitica e intesse declarado em participar do processo. Os pré selecionados passarão ainda por uma entrevista individual online, onde apenas 20 serão selecionados. Carga horária: 3 horas por oficina/ total de 36 horas + 4 horas de gravação dos audios para a instalação INSTALAÇÃO SONORA: 4 nichos serão criados na sala para que os visitantes possam ouvir os sonhos daquele nicho num fone de ouvido. O visitante levará consigo um balão onde dentro dele haverá um sonho de algum participante da oficina ou outro visitante da exposição, escrito. Cada visitante também deverá escrever um sonho seu no papel e colocar numa urna, sem identificação, esses papeis servirão para outros balões a serem distribuidos sucessivamente. O conteúdos das gravações está diretamente atrelado a oficina, portanto, não é possivel detalhar previamente, pois depende da participação ativa dos participantes no decorrer da oficinas. Dias de visitação: quinta a domingo das 11h às 19h (total de 32 dias de exposição aberta ao público) Workshop [CONTRAPARTIDAS SOCIAIS] Os participantes serão selecionados junto a direção das escolas públicas do entorno do local de realização do projeto (oficina e instalação sonora). Serão 4 turmas de 20 participantes com idade entre 12 e 14 anos. O worshop com visitação a instalação sonora terá duração de 3 horas ao total. Debates [CONTRAPARTIDAS SOCIAIS] Dois debates online com duração aproximada de 1h30 cada. PODCAST Serão produzidos e distribuidos 4 episódios com duração de 12 minutos cada

Acessibilidade

PRODUTO: OFICINA Acessibilidade física: rampas e portas de acesso Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de espaço Acessibilidade para deficientes visuais: piso tátil ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: piso tátil Acessibilidade para deficientes auditivos: interprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: inteprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: reserva de vagas com possibilidade de acompanhante e profissional com experiencia na comunicação com este público Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:coordenação de oficinas PRODUTO: INSTALAÇÃO SONORA Acessibilidade física: rampas e portas de acesso Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de espaço (será o mesmo espaço da oficina) Acessibilidade para deficientes visuais: piso tátil ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: piso tátil (será o mesmo espaço da oficina) Acessibilidade para deficientes auditivos: interprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: inteprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: reserva de vagas com possibilidade de acompanhante para visitação da instalação e profissional com experiencia na comunicação com este público Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:monitor PRODUTO: PODCAST (Virtual) Acessibilidade física: não há Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há por conta de ser digital Acessibilidade para deficientes visuais: não há por conta de ser digital ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há há por conta de ser digital Acessibilidade para deficientes auditivos: transcrição do texto do podcast e legendagem descritiva Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: transcrição do texto do podcast e legendagem descritiva PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: rampas e portas de acesso Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Locação de espaço (será o mesmo espaço da oficina) Acessibilidade para deficientes visuais: piso tátil ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: piso tátil (será o mesmo espaço da oficina) Acessibilidade para deficientes auditivos: interprete de libras Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: interprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: reserva de vagas com possibilidade de acompanhante para participação no workshop e profissional com experiencia na comunicação com este público Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:coordenação de oficinas

Democratização do acesso

Art. 24 d) oficinas de 40horas/aula com certificado de curso livre; Todas os produtos preveem distribuição gratuita: oficina;instalação sonora, podcast, palestras.

Ficha técnica

Nome: Valquiria Oliveira (PROPONENTE)Função: Coordenadora geral e direção artistica Atriz, produtora cultural e gestora de projetos. Com formação em artes cênicas pela Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Penna (2004) e graduada pela Faculdade CAL de Artes Cênicas (2020), deu início à sua trajetória como produtora cultural e gestora de projetos quando passa a desenvolver atividades formativas teatrais de cunho social. Os desdobramentos desta ação é a fundação em 2006 da OSC Avenida Brasil – Instituto de Criatividade Social, na qual assume o papel de coordenadora geral em 2013. Começou produzindo espetáculos teatrais como "Um inimigo do Povo" e "A hora da Estrela", ambos com direção de Marcus Faustini, diretor teatral e atual Secretário Municipal de Cultura do Rio; e ainda o Mercadão Cultural, Festival de Esquetes em 2006 no Rio. Foi nesse ano que fundou e integrou a Avenida Brasil- Instituto de Criatividade Social, colaborando como produtora das ações desenvolvidas em territórios periféricos da cidade do Rio, tais como: Escola Livre de Teatro na Zona Oeste, Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu (projeto com 10 anos de duração). Iguacine – Festival de Cinema da Cidade de Nova Iguaçu (realizado em 5 edições no município de Nova Iguaçu) e Festival Internacional de Teatro Home Theatre (realizado em 5 edições na cidade do Rio). Desde 2012 assumiu o papel de gestora da OSC e conduz projetos como a Agência de Redes para Juventude, cuja metodologia já rendeu prêmios, além da internacionalização da experiência; e a Arena Carioca Jovelina Pérola Negra em parceria com a Secretaria Municipal de Cultural do Rio (2012 a 2019), um equipamento localizado na Pavuna, que une a comunidade em torno da arte, entretenimento e educação. A necessidade de alinhar a prática às responsabilidades e tarefas de gestão para manter-se como instituição, foi o direcionamento dessa formação, que em grande parte se deu na prática, com a colaboração de profissionais técnicos, como contadores, administradores, advogados, técnicos, dentre outros. Seu trabalho na OSC está focado em: gestão financeira, planejamento e prestação de contas, elaboração de projetos e captação de recursos, avaliação de impacto e monitoramento. Possui certificação em Gestão Ágil de Projetos e Avaliação e Monitoramento pela startup alemã Master Umanitar (2021). Como atriz, em 2022 realiza mais uma temporada do solo teatral Sofia e seus 12 analistas com direção de Celina Sodré, no Teatro Municipal Sergio Porto. Além disso protagoniza o curta-metragem Horizonte, de Felipe Feijó, além de produzir e assessorar o processo de montagem do filme. Em 2021 integra o elenco de I.R.M.A (inédito) - o 1º longa-metragem de Celina Sodré e Clara Choveaux, ao lado de atores de renome como Bruce Gomlevski e Miwá Yanagizawa. Também realiza o longa experimental Igualdade de Filipe Feijó, que será lançado em 2023. Participou de inúmeras montagens teatrais com o diretor Marcus Faustini (atual Secretário de Cultura do Município do Rio) desde 2006, e ainda nos seus dois longas-metragens, sendo o primeiro “Vende-se esta moto” premiado no Festival do Rio 2018. Outro trabalho que se destaca no teatro é espetáculo solo “Sofia e seus analistas” a partir do conto de Clarice Lispector, sob a direção de Celina Sodré; estreou em 2012, circulando em espaços alternativos no Rio desde então. Esteve na 2ª edição da versão inglesa do Home Theatre em Londres em 2015 e em cartaz na Caixa Cultural em 2019, integrando a Mostra do Instituto do Ator (espaço fundado e coordenado por Sodré). Em 2017 funda o Coletivo dos Vagabundos que tem sua primeira estreia no Teatro Serrador no Rio; o espetáculo Eles eram muitos cavalos (texto homônimo de Luiz Ruffato) contou com a direção de Alexandre Lino. Nome: Veruska DelfinoFunção: Coordenação de oficinas Produtora cultural, atriz e Educadora Social. Contribui com grupos periféricos de arte e cultura no Rio de Janeiro e faz parte do conselho municipal da cidade. Compõe o time de gestão da Agência de Redes para Juventude, projeto que atua com jovens de 15 a 29 anos moradores de mais de 40 favelas e periferias da cidade. Coordena o projeto desde 2014, é responsável pela aplicação da metodologia, logística de produção, organização, execução e medidas de impactos nos territórios de atuação e na vida dos participantes; Treinamento de equipe, formulação de relatórios, elaboração de pesquisas e relacionamentos institucionais com redes locais e estratégicas; Advocacy; Curadoria e realização de seminários. Nome: Felipe MusselFunção: Editor de som Diretor de Som, Realizador Audiovisual e Professor. É responsável pelo som de mais 40 filmes do cinema brasileiro, tendo recebido por três vezes o prêmio de Melhor Som no Festival de Brasília - pelos filmes "A Febre" (2019), "Morro do Prazeres" (2013) e "Menino Peixe" (2011) -, Melhor Desenho de Som na Bienal Internacional de Cinema Sonoro - pelo curta-metragem “Vagalumes” (2021) - Melhor Som no Janela de Cinema do Recife e o Prêmio Especial do Júri no Festival de Cinema do Rio - ambos por "A Febre" (2019). Dirigiu o documentário "Em busca de um lugar comum" (2012), filme exibido em mais de 20 festivais internacionais. É professor do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio, Doutorando em Estudos Contemporâneos das Artes e Mestre em Estudos do Cinema e Audiovisual, ambos pela UFF. Nome: Rebecca VieiraFunção: Coordenação de oficinas Produtora cultural, formada em publicidade e propaganda com 10 anos de experiência em produção, articulação local e gestão de projetos sociais e culturais que atuam em favelas e periferias da cidade do Rio de Janeiro. De 2012 a 2022 atuou pelo projeto Agência de Redes para Juventude como produtora cultural e na assistência da metodologia de ações culturais desenvolvidas a partir dos ciclos de estímulos. De 2021 a 2022 atuou na produção e mobilização do Projeto De Jovem para Jovem na Retomada Escolar, que contribuiu com 45 jovens na retomada ao ensino formal. De 2020 a 2021 atuou na produção e mobilização da 1° edição do Programa Geração que Move, que contribuiu efetivamente apoiando jovens e adolescentes durante a pandemia do vírus Covid-19. Em 2019 atuou como pesquisadora no Projeto Beyond Exchange, pelo People's Palace Projects.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.