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PRONAC 2310186Apresentou prestação de contasMecenato

Iniciação ao coro cênico - curso de curta duração

ASSOCIACAO CAMPO DAS VERTENTES - ACV
Solicitado
R$ 90,9 mil
Aprovado
R$ 95,1 mil
Captado
R$ 90,9 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

95.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-01-31
Término
2025-03-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto "Iniciação ao coro cênico - curso de curta duração" propõe compartilhar com integrantes da Escola de Arte João das Neves, do MST, a experiência da Associação Campo das Vertentes no desenvolvimento dessa linguagem artística, contribuindo para o desenvolvimento das produções artísticas da cultura popular manifestas nos assentamentos no interior de Minas Gerais. Para tanto, será ofertada oficina gratuita com carga horária total de 40 horas/aula, contemplando 40 pessoas do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra, sendo prevista 10% das vagas para pessoas com deficiência visual.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

Objetivo geral O presente projeto tem como objetivo fortalecer as ações artísticas da Escola de Arte João das Neves, do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), realizando oficinas de curta duração, de iniciação ao coro-cênico, permitindo aos participantes um primeiro contato com essa prática cênico-musical, sua complexidade, suas técnicas, sua interação com as culturas populares brasileiras, apontando caminhos para seu desenvolvimento. Entendido como um núcleo expressivo capaz de dar sustentação à construção de espetáculos cênico-musicais, o coro cênico vem sendo experimentado em diferentes criações de artistas que compõe a Associação Campo das Vertentes (ACV) e o compartilhamento dessa técnica com pessoas assentadas em áreas rurais, participantes da Escola João das Neves, pretende fortalecer e dar continuidade à parceria que as entidades mantêm desde o ano de 2016. Objetivos específicos . Ofertar 40 vagas da oficina de iniciação ao coro cênico, para participantes das ações de formação artística do Movimento Sem Terra, assentados em áreas rurais nas regiões mineiras do Vale do Mucuri, Rio Doce e Região Metropolitana de Belo Horizonte, maiores de 16 anos; . Realizar 5 dias de oficinas, com carga horária total de 40 horas/aula, conforme plano de trabalho detalhado no campo "Especificações técnicas do produto"; . Ofertar 10% das vagas para pessoas com deficiência visual, possibilitando o acesso deste público à essa experiência formativa nas artes cênicas; . Promover 1 palestra, por meio de live na rede social Instagram, compartilhando as ações e resultados do curso de curta-duração, com tradução simultânea em libras de forma a contemplar também pessoas surdas-mudas; . Contribuir para o fortalecimento das ações formativas da Escola de Arte João das Neves, do Movimento Sem Terra, dando continuidade à parceria entre o movimento e a Associação Campo das Vertentes, ofertando essa oficina gratuita de iniciação que poderá, posteriormente, se desdobrar em ações de aprofundamento e possibilitar aos integrantes da Escola de Arte João das Neves a proposição de novas criações.

Justificativa

O presente projeto se fundamenta em um histórico de realizações da Associação Campo das Vertentes que desde 2005 vem se dedicando a processos formativos aliados à montagem de espetáculos, nos quais é recorrente a formação de um coro cênico. Além disso, considera a parceria instituída desde 2016 com Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). Em síntese o projeto se enquadra especificamente nos incisos II, III e IV do Art. 1º da Lei 8313/91 e no inciso I do Art. 3º da referida norma, ao atuar com agentes culturais do interior do Estado de Minas Gerais, valorizando as referências culturais do interior do país, fortalecendo a articulação existente nos territórios e promovendo a formação artística, de forma a contribuir para a diversidade cultural, conforme detalhado a seguir. No atual contexto do teatro musical brasileiro, tem ganhado relevância as pesquisas e montagens de espetáculos que têm como fonte propulsora as estéticas brasileiras. Marcadamente, aquelas desenvolvidas a partir das manifestações culturais populares do país. Em Minas Gerais, a atuação contínua da Associação Campo das Vertentes no fértil terreno da investigação artística, tem garantido a formação de artistas e a construção de peças teatrais e espetáculos em linguagem cênico-musical. Instituída no início de 2008, a Associação veio formalizar o trabalho organizado e articulado que já vinha sendo desenvolvido desde 2005 pelos seus idealizadores, o diretor e dramaturgo João das Neves e a cantora e diretora musical Titane. Ações que tinham como características comuns o foco na formação artística, a pesquisa de linguagem e o caráter coletivo, promovendo a interação entre experientes artistas, grupos culturais e comunidades diversas. Dentre os espetáculos produzidos por artistas ligados à Associação, cabe destacar os que têm como base coros cênicos, a saber: "Exercício nº1" (2006), "Titane e o Campo das Vertentes" (2006), "Galanga Chico Rei" (2012), "Madame Satã" (2015), dentre outros. Sugerimos a leitura do anexo "Coro Cênico", redigido pelo encenador João das Neves, fundador da Associação Campo das Vertentes e diretor dos primeiros espetáculos da entidade, que anexamos complementarmente a este projeto. Os desdobramentos desses trabalhos são evidentes, aumentando o fluxo de público em torno destes eventos artísticos. Por outro lado, configurou-se uma demanda por parte de jovens artistas e grupos dedicados à formação artística do interior do estado, que buscam a entidade para aprender ou se aperfeiçoar nesta linguagem. Nos últimos anos, especialmente no contexto de isolamento social em função da pandemia de COVID-19, a ACV se dedicou a ofertar cursos virtuais, compartilhando essas técnicas com amplo público, por meio de projetos como o "Reverbere-se - formação artística online", dentre outros. Este presente projeto propõe um curso de curta duração, dedicado à iniciação ao coro-cênico, entendido como um núcleo expressivo capaz de dar sustentação à construção de espetáculos cênico-musicais. Parte de procedimentos técnicos ligados ao uso da voz em cena, falada ou cantada, em diálogo com jogos teatrais e técnicas de interpretação do ator, conhecimentos a serem partilhados pelas artistas Titane e Elisa Santana (ver currículo no campo de ficha técnica do projeto). O objetivo é permitir ao participante um primeiro contato com a prática cênico-musical, sua complexidade, suas técnicas, sua interação com as culturas populares brasileiras, apontando caminhos para seu desenvolvimento. Ao se voltar aos integrantes da Escola de Arte João das Neves, do MST, o projeto contribui para o desenvolvimento das produções artísticas da cultura popular manifestas nos assentamentos no interior de Minas Gerais. Também fortalece a relação da ACV com o MST, nesta parceria que iniciou-se em 2016 a partir de um diálogo entre artistas, com João das Neves à frente, e o setor de cultura do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra _ MST. Essa aproximação se deu no contexto da ocupação das instalações da Funarte, em Belo Horizonte, por artistas e agentes culturais, que estabeleceram uma intensa pauta de discussões a partir do anúncio da extinção do Ministério da Cultura. O diálogo seguiu em torno de temas, como a formação de artistas-militantes e militantes-artistas; a necessidade de o movimento qualificar a ação política numa perspectiva estética; a qualificação para o exercício das diversas linguagens artísticas; e a valorização da cultura popular na perspectiva do povo como sujeito das transformações sociais. As questões não tinham fim e foram sendo pensadas coletivamente, num processo aberto, desde o aspecto teórico das escolhas estéticas até as situações práticas do exercício da ação cultural em situação de luta e resistência. A primeira atividade resultante do encontro entre o MST e João das Neves aconteceu em 2017, com uma oficina proposta pelo dramaturgo em torno da concepção de coro cênico, já desenvolvido pela Associação Campo das Vertentes em outros processos. A oficina foi o marco inicial da Escola Itinerante de Arte do MST que, em 2019, em plena atividade, foi batizada como Escola de Arte João das Neves. A parceria da Escola de Arte João das Neves do MST e a Associação Campo das Vertentes segue resultando em diferentes ações, sendo esse projeto uma nova frente que se pretende abrir, com uma oficina de iniciação que pode resultar na formação de um coro cênico, sendo ainda um projeto com grande potencial de captação por meio de doação de pessoas físicas.

Especificação técnica

Detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do curso;O curso de curta duração ?Iniciação ao coro cênico? tem carga horária total de 40 horas/aula a serem ministradas pelas artistas Titane, Papoula Bicalho e Lucas Bois que ministrarão oficinas detalhadas a seguir.O objetivo deste curso é permitir aos participantes um primeiro contato com essa prática cênico-musical, sua complexidade, suas técnicas, sua interação com as culturas populares brasileiras, apontando caminhos para seu desenvolvimento. Entendido como um núcleo expressivo capaz de dar sustentação à construção de espetáculos cênico-musicais, o coro cênico vem sendo experimentado em diferentes criações de artistas que compõe a Associação Campo das Vertentes (ACV) e o compartilhamento dessa técnica com participantes da Escola João das Neves, pretende contribuir para o desenvolvimento das produções artísticas da cultura popular manifestas nos assentamentos no interior de Minas Gerais.Metodologicamente o curso é dividido em 3 momentos, conforme detalhado a seguir.Plano de execução contendo carga horária e conteúdo programático no caso de atividades de curta duração:- A VOZ COMO EXTENSÃO DE UM CORPO EM MOVIMENTOCarga horária: 16 horasOrientadora: TitaneConteúdo: Os participantes irão tomar contato com princípios e procedimentos técnicos ancorados na consciência corporal e na relação entre emissão vocal e sentido cênico. A voz entendida como extensão de um corpo em movimento. Os procedimentos compartilhados pela oficina foram desenvolvidos na preparação de elencos e nos processos de criação dos espetáculos Exercício No.1, Titane e o Campo das Vertentes, Galanga Chico Rei e Zumbi, sob a direção musical de Titane, todos eles realizados pela Associação Campo das Vertentes. Esta prática procura o desenvolvimento de um fluxo interno único, gerador de movimento, capaz de impulsionar voz, braços, pernas, olhares, gestos e melodias. Movimento este que, uma vez desencadeado, gera firmeza e dinâmica vocal, sentido musical e ocupação de espaço cênico. Com propostas simples de percepção corporal, parte da consciência dos espaços articulares e da densidade e direcionamento de ossos. Procura a reabertura e o arejamento de espaços internos, a identificação de apoios dentro do corpo e no ambiente exterior para sustentação da mobilidade corporal, da emissão da voz como projeção do movimento do corpo em sua integridade.Estes procedimentos são ancorados na prática simultânea de instrumentos básicos de percussão, notadamente, o tambor mineiro e as gungas, originários dos Reinados do Rosário de Minas Gerais.- JOGOS TEATRAIS E A INTERPRETAÇÃO DO ATORESCarga horária: 12 horasConteúdo:Esta oficina trabalha a partir de três eixos de provocação. O primeiro deles, é a percepção corporal do ator. Através de exercícios corporais, dentro do contexto das técnicas da consciência corporal e de um mergulho em suas percepções corporais internas, o ator experimenta de diferentes formas o encontro com sua respiração, sua estrutura óssea, sua emissão vocal e gestual. Como segundo eixo, é explorado o jogo cênico entre atores. Neste sentido, o ator experimenta o diálogo entre seus apoios internos e a realidade objetiva a sua volta, onde outros atores coexistem em permanente diálogo, propondo jogos coletivos de ocupação cênica. O terceiro eixo desenvolve técnicas de interpretação apoiadas na utilização de máscaras. Esta oficina tem caráter introdutório, podendo participar dela pessoas interessadas já experientes ou iniciantes. Orientadora: Papoula BicalhoPapoula Bicalho é diretora, roteirista, editora audiovisual e preparadora de atores. Professora e coordenadora do Programa de Teatro da Faculdade de Ciências Humanas da FUMEC/BH, onde lecionou curso de formação de atores e dirigiu espetáculos com os alunos no Grupo Facamolada. Nas artes cênicas, desenvolve pesquisa sobre as ações físicas, a partir de Stanislavski e Grotowski, fundamental para a preparação de atores de cinema, TV e teatro. Trabalhou em Pontedera, Itália, na Fondazione Pontedera Teatro. Dirigiu 16 espetáculos teatrais. Realizou diversos vídeos artísticos e institucionais. Dirigiu mais de 580 conteúdos audiovisuais entre ficção, documentário, clipes musicais, programas de TV, todos com exibição pública em canais de TV, festivais de cinema, ou canais oficiais de internet. Seu doutorado em Artes na Unicamp sobre a preparação de atores a partir de Stanislavski resultou em vídeos que são usados como ferramenta didática por escolas de formação de atores e universidades no Brasil. Em 2020, seu primeiro curta-metragem recebeu prêmio nos dois festivais de que participou. Recortes de trabalhos audiovisuais de Papoula Bicalho (youtube.com) O ATOR, O CORO CÊNICO E A CÂMERACarga horária de 12 horasConteúdo:Esta atividade pretende levar o participante a se experimentar tanto em cena presencialmente, quanto diante de uma câmera para desenvolvimento de expressões artísticas audiovisuais. Partindo de uma linguagem cênico-musical, onde atores diversos compõem um único corpo sonoro com desenvoltura cênica, são realizados procedimentos técnicos que levarão os participantes a compreender tanto as diferenças, quanto similaridades e complementaridades entre o estar no palco presencialmente e estar atuando em frente às câmeras. As diferenças e particularidades entre a organização de roteiros para ações presenciais e para ações a serem editadas serão experimentadas na prática. Esta oficina tem caráter introdutório, podendo participar dela pessoas interessadas já com experiência ou iniciantes.Orientador: Lucas BoisFotógrafo, videomaker e arte-educador. Licenciado em Educação Artística pela Escola Guignard (UEMG) e pós-graduado em Fotografia e Mídia no Centro Universitário UNA. De 2004 a 2013, esteve envolvido no campo da arte-educação em projetos sociais e escolas, ministrando aulas de música, artes plásticas e teatro para crianças e adolescentes. Na Fotografia, atua profissionalmente desde 2010 em diversas áreas, com destaque para a fotografia documental e autoral. Desde 2014, dedicou-se também à produção de vídeos, primeiramente na sua produtora Jazz Media, fundada em Buenos Aires (ARG) em 2014, e mais tarde, tornando-se Diretor de Vídeos da Agência i7 em 2017. Trabalha como jornalista freelancer para o portal IJNet e participa do coletivo Agroecologia na Periferia que atua facilitando projetos agroecológicos nos bairros periféricos da grande Belo Horizonte (MG).Beneficiários do produto da proposta e forma de seleçãoO público-alvo do curso de iniciação ao corpo cênico são pessoas participantes das ações de formação artística do Movimento Sem Terra, assentados em áreas rurais nas regiões mineiras do Vale do Mucuri, Rio Doce e Região Metropolitana de Belo Horizonte, maiores de 16 anos.Os participantes do curso serão selecionados pela equipe da ACV e da Escola de Arte João das Neves, segundo critérios musicais, através de entrevistas.Cada um dos participantes ao retornar à sua comunidade poderá replicar o que absorveu na oficina, contribuindo para a criação artística nessas regiões do interior de Minas Gerais.

Acessibilidade

Como medida de acessibilidade pretende-se destinar 10% das vagas da oficina para pessoas com deficiência visual, a serem mobilizadas a partir do contato com instituições especializadas no atendimento a esse público. A palestra a ser realizada por meio de live na rede social Instagram também contará com tradução em libras, de forma a contemplar o público de pessoas surdas-mudas.

Democratização do acesso

A democratização do acesso ao projeto será viabilizada por meio das seguintes ações: - oferta de gratuidade a esse processo formativo, com disponibilização de transporte, alimentação e hospedagem, de forma a viabilizar a imersão no curso de curta-duração; - realização de uma live com a artista Titane, responsável pela coordenação pedagógica do projeto, compartilhando sobre as ações empreendidas pelo projeto, com tradução em libras, ampliando o perfil do público a ser alcançado.

Ficha técnica

O projeto ?Iniciação ao coro cênico - curso de curta duração? será realizado pela Associação Campo das Vertentes, entidade de direito privado sem fins lucrativos constituída em 2008 por um grupo de artistas, técnicos, produtores e comunicadores liderados pelo diretor teatral João das Neves e pela cantora Titane.Desde o ano de 2005, envolvidos em processos coletivos de criação, integrantes da ACV realizaram projetos de formação artística integrada à montagem de espetáculos, promovendo a investigação artística a partir das interseções entre a música, o teatro e a dança. A ACV acredita nas culturas do interior do país e da periferia das grandes cidades, entendendo que a arte contemporânea pressupõe uma ponte inventiva entre culturas de diferentes lugares, diferentes comunidades e tradições. Acima de tudo, defende a arte como ofício, como profissão, encaminhando vocações, promovendo a profissionalização de jovens artistas, colaborando para o fortalecimento de uma arte genuína, em intenso diálogo com o mundo e identificada com seu território de origem, o estado de Minas Gerais.Para a execução desse projeto, estarão envolvidos integrantes do coletivo da Associação Campo das Vertentes, sendo importante destacar que a gestão será feita pela profissional da entidade responsável por esta frente, a produção executiva será feita pelo produtor vinculado à ACV e a coordenação pedagógica também será de responsabilidade da artista integrante do coletivo que mantém a dinâmica de atividades da entidade.FICHA TÉCNICACoordenação pedagógica - TitaneProdução executiva - Flávia MafraOrientadoras artísticas - Titane, Papoula Bicalho e Lucas BoisPlanejamento e gestão - Ludmila Ferreira BREVES CURRÍCULOS - segue em anexo currículos dos profissionais que foram alterados:Papoula BicalhoPapoula Bicalho é diretora, roteirista, editora audiovisual e preparadora de atores. Professora e coordenadora do Programa de Teatro da Faculdade de Ciências Humanas da FUMEC/BH, onde lecionou curso de formação de atores e dirigiu espetáculos com os alunos no Grupo Facamolada. Nas artes cênicas, desenvolve pesquisa sobre as ações físicas, a partir de Stanislavski e Grotowski, fundamental para a preparação de atores de cinema, TV e teatro. Trabalhou em Pontedera, Itália, na Fondazione Pontedera Teatro. Dirigiu 16 espetáculos teatrais. Realizou diversos vídeos artísticos e institucionais. Dirigiu mais de 580 conteúdos audiovisuais entre ficção, documentário, clipes musicais, programas de TV, todos com exibição pública em canais de TV, festivais de cinema, ou canais oficiais de internet. Seu doutorado em Artes na Unicamp sobre a preparação de atores a partir de Stanislavski resultou em vídeos que são usados como ferramenta didática por escolas de formação de atores e universidades no Brasil. Em 2020, seu primeiro curta-metragem recebeu prêmio nos dois festivais de que participou. Recortes de trabalhos audiovisuais de Papoula Bicalho (youtube.com) Lucas BoisFotógrafo, videomaker e arte-educador. Licenciado em Educação Artística pela Escola Guignard (UEMG) e pós-graduado em Fotografia e Mídia no Centro Universitário UNA. De 2004 a 2013, esteve envolvido no campo da arte-educação em projetos sociais e escolas, ministrando aulas de música, artes plásticas e teatro para crianças e adolescentes. Na Fotografia, atua profissionalmente desde 2010 em diversas áreas, com destaque para a fotografia documental e autoral. Desde 2014, dedicou-se também à produção de vídeos, primeiramente na sua produtora Jazz Media, fundada em Buenos Aires (ARG) em 2014, e mais tarde, tornando-se Diretor de Vídeos da Agência i7 em 2017. Trabalha como jornalista freelancer para o portal IJNet e participa do coletivo Agroecologia na Periferia que atua facilitando projetos agroecológicos nos bairros periféricos da grande Belo Horizonte (MG).Flávia MafraProdutora executiva e gestora cultural com ampla experiência em diferentes linguagens artísticas, cabendo destacar:> Gestão administrativa e financeira de projetos financiados por leis de incentivo no âmbito municipal e federal, entre os últimos: ?A Voz, a sós?, de Rafael Macedo, vídeo-canções; ?QI – quartas de improviso?, de Matthias Koole e Henrique Iwao, eventos de improvisação em música; ?Sobre o Rio?, da artista plástica Isabela Prado; ?Caravana Cordéis dos Cafundó?, turnê de espetáculos do Grupo Parangolé; ?Palavra Menina?, disco de Clara Delgado em parceria com Flávio Henrique; ?Confluências Sonoras?, encontro entre músicos compositores de BH e Recife, Júlia Branco, Sérgio Pererê, Juliana Floriano, Flaira Ferro, Juliano Holanda, Almério, todos esses desde 2018 a 2022.> Produção executiva do show ?Voa Menino, Voa – Homenagem a João das Neves?, encerramento do Verão Arte Contemporânea 2019 – janeiro de 2019.> Produção executiva da artista Titane – desde 2017.> Produção Executiva da finalização de CD e shows do disco ?Tenho Saudade mas Já Passou? de Luiza Brina, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2018 e 2019.> Produção executiva do projeto ?Territórios de Invenção? – 6 residências artísticas por cidades de Minas Gerais, realizado pela Fundação de Educação Artística e Secretaria de Cultura de MG – duas edições - 2015/2016 e 2018.> Produção Executiva do projeto de circulação de shows ?Titane Canta Elomar?, pela Lei Estadual de Incentivo a Cultura de Minas Gerais – 2018.> Produção e Gestão do projeto ?Entre o Norte e o Poente – a música instrumental de Marcelo Chiaretti e Cristiano Viana?, gravação de disco e show de lançamento, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2018.> Produção e Gestão do projeto ?Mauro Rodrigues e a Musicosfera ?, gravação de disco e show de lançamento, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2018.> Produção executiva, Gestão e realização da ?Semana Afro-latina?, 2a, 3a e 4a edições, e ?LAB_rinto – desequilíbrios na escuta?, 5ª edição – com oficinas e shows, Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2014 a 2022.> Gestão do projeto Cordéis dos Cafundó – Grupo Parangolé Arte e Mobilização, incluindo projetos realizados através da Lei Rouanet – desde 2016.> Gestora financeira do Grupo Trampulim – desde julho de 2013 – incluindo projetos de Lei Estadual e Municipal de Incentivo à Cultura aprovados pelo grupo nesse período.> Produção executiva e administração do Grupo Trampulim – de 2001 a 2009.> Gestão e Produção do projeto PIIM1 e PIIM2, oficinas e espetáculos em dança, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2019 a 2022.> Produção executiva do Teatro Encontro.com – Palácio das Artes – Oficinas, exposição de fotos, lançamento de livro, cd, exibição de vídeo com comentário e espetáculo do grupo Os Satyros e sua convidada especial Norma Bengell – 2008.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.