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PRONAC 2310236Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Faz de Conta

CANTABILE PRODUCOES DE EVENTOS LTDA
Solicitado
R$ 991,2 mil
Aprovado
R$ 991,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-04
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto propõe a realização do espetáculo teatral "Faz de Conta", a encenação inédita será produzida e apresentada ao público de São Paulo.

Sinopse

Sinopse Em uma noite em que os adultos da família vão a um evento, Júlia e seu irmão caçula Lucas ficam aos cuidados de uma babá. Os dois não têm uma boa relação e sempre acabam brigando. Elisa, ao ver que as crianças precisam se conectar e brincar de verdade, decide contar histórias do folclore brasileiro. As crianças, resistentes a princípio, encantam-se com o modo como ela narra as lendas e começam a participar ativamente. Assim, os trêsjuntos brincam de faz de conta e imaginam que todas as lendas folclóricas estão acontecendo de verdade. Saci Pererê e Matinta Pereira são os primeiros mitos narrados e revelam-se muitas curiosidades sobre eles, como o canto do pássaro Tapera Naevia, que originou os dois mitos, semelhantes em alguns aspectos e muitos distintos em outros. A lenda do Boto Cor de Rosa é contada em seguida, regada à dança do Peru e Carimbó, danças brasileiras típicas do Norte do país e por todas as peripécias que compõem a lendado Boto. Muito empolgado com o faz de conta, Lucas brinca de ser o Curupira, mostrando como o menino de pés virados para trás protege a natureza de todos que querem fazer mal a ela. Júlia, inspirada pelo irmão, decide contar a história de Iara, sereia dos rios da Amazônia, mas os dois irmãos são surpreendidos quando Elisa conta como a lenda surgiu ao revelar o monstro Ipupiara, antecessor da sereia. Mostra-se todo o encantamento que envolve a lenda com pescadores ouvindo seu doce canto, aproximando os irmãos por meio do faz de conta. Em ligação para Elisa, a mãe das crianças insiste que eles devem dormircedo. Júlia e Lucas pedem uma última história para a babá. Ela começa a falar sobre Caipora, mas as crianças acabam se desentendendo ao discordarem quanto ao gênero da entidade. As duas versões são apresentadas com Maculelê, dança folclórica que simula lutas tribais e todas as aventuras que norteiam a lenda de Caipora. As crianças admiram-se ao entenderem que ambas versões, masculina e feminina, existem no imaginário popular, de acordo com a região do Brasil. Elisa, então, conta sobre mais uma vertente do mito, a Caipora criança. Júlia se anima e decide imaginar que ela é o ser que protege os animais na floresta. Após a divertida brincadeira, Elisa lembra às crianças do pedido da mãe, mas os dois desobedecem e decidem não ir para a cama. A babá começa a contar sobre o mito da Cuca, ser folclórico que pega as crianças desobedientes e leva embora enquanto os pais não estão em casa. O comportamento de Elisa assusta as crianças e elas passam a acreditar que Elisa é a própria Cuca, e que ela não está brincando de faz de conta como antes. Júlia e Lucas tentam fugir e, quando menos esperam, a família chega em casa.Aliviados, contam para os pais e tios tudo o que aconteceu e que a Babá é a Cuca. A família toda ri e fica feliz ao saber que os dois se divertiram. Elisa explica sobre as histórias do folclore e Júlia e Lucas entendem que tudo foi apenas uma brincadeira. Ao verem os filhos unidos como nunca, os pais se emocionam e agradecem à Elisa. Os dois irmãos se despedem carinhosamente da babá, mas ao verem o rosto de Cuca quando ela sai pela porta, entendem que ela não fez de conta.

Objetivos

Objetivo Geral O espetáculo Faz de Conta visa a disseminar mitos e lendas do folclore brasileiro e seus aspectos pouco explorados e conhecidos pela população em geral. Informações muito divulgadas têm, em sua maioria, os mesmos detalhes abordados, mas sem profundidade e embasamento teórico. Sendo assim, muito se perde da vasta e rica cultura brasileira, que assimila e tem como herança a cultura de outros países somada com nossas culturas indígenas. As histórias populares do Brasil são combinações da diversidade étnica e adaptações para a realidade do nosso país. Levando em conta esse fato histórico como prioridade na pesquisa para o folclore ser realmente celebrado e difundido, um estudo minucioso sobre cada narrativa abordada foi realizado a fim de que os personagens folclóricos e suas histórias fossem explorados desde os seus primórdios até os dias de hoje, como o caso da Iara e do Saci Pererê, assim como as diferentes vertentes que uma mesma lenda pode apresentar, dependendo da região do Brasil, como o caso de Caipora. Particularidades menos conhecidas sobre Cuca, Curupira e Boto Cor de Rosa também serão abordadas no espetáculo. Objetivo específico Realizar 24 apresentações do espetáculo Faz de Conta

Justificativa

Enaltecer o folclore com tantos elementos que são novidade para a maioria dos brasileiros trará ainda mais notoriedade e valorização à cultura popular, tornando-o mais presente nas lembranças de todos que prestigiarem o espetáculo, seguindo o curso natural em que nossa cultura se estabeleceu: sendo transmitida de pessoa para pessoa, geração por geração; viva na memória e imaginário do povo. Composto por danças brasileiras como Maculelê, Carimbó e Dança do Peru, música original, técnicas de contação de histórias e motion design, Faz de Conta é um espetáculo teatral que abrange diversas linguagens artísticas. As lendas e mitos são representados de forma lúdica, leve e divertida, por meio de uma grande brincadeira de contar histórias, fazendo de conta que tudo está acontecendo como se fosse realidade. Desse modo, em uma despretensiosa noite em que uma babá cuida de duas crianças enquanto os pais estão fora de casa, uma sala de estar se transforma em diferentes ambientes de acordo com a personagem folclórica apresentada. Assim, a criatividade e imaginação do público infantil é incentivada, enquanto o encantamento pela cultura brasileira é proporcionado e o folclore difundido. A concepção de cenários e figurinos foi inspirada na fauna e na flora das regiões das narrativas encenadas. Os tratamentos iniciais do roteiro deste projeto foram orientados pela leitura crítica e consultoria do pesquisador dr. Andriolli Costa. Atualmente professor adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Andriolli está envolvido há quase 15 anos com pesquisa e produção envolvendo culturas populares, já tendo atuado com contação de histórias para crianças e formação de professores e mediadores de leitura, envolvendo a sensibilidade no trato das narrativas folclóricas. Assina também a consultoria de séries de TV, livros e outros projetos midiáticos inspirados nas tradições orais. A pesquisa realizada para a inserção das narrativas folclóricas foi fundamentada por meio da leitura do livro Geografia dos Mitos Brasileiros, de Luís Câmara Cascudo, indicado por Andrioli. Cascudo foi um historiador que se dedicou ao estudo da cultura brasileira, tendo publicado inúmeros livros e pesquisas de grande relevância sobre o assunto.

Estratégia de execução

O proponente será remunerado nas rubricas de coordenação geral e coordenação administrativa do projeto.

Especificação técnica

Duração do espetáculo 45 minutos.

Acessibilidade

Acessibilidade arquitetônica: O projeto será realizado em local que apresente facilidade de locomoção com rampas, elevadores e banheiros adaptados, atendendo as normas de acessibilidade requeridas pela Lei nº 13.146/2015. Acessibilidade visual: Para a acessibilidade de conteúdo serão desenvolvidos material em braile do conteúdo textual do espetáculo. Acessibilidade auditiva: As apresentações contarão com tradução em libras Acessibilidade intelectual: Contaremos com monitores especializados no atendimentos a pessoas com necessidades intelectuais. As informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade estarão descritas no material de divulgação do projeto.

Democratização do acesso

O projeto prevê as medidas de democratização de acesso estabelecidas no Art. 27: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

CRISTIANE SANTOS (proponente) Atua desde os anos 90 na area cultural, entre 1992 e 1999 foi produtora de eventos na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. De 1999 a 2007 esteve à frente da coordenação de produção Da OSESP – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Nos anos subsequentes assumiu a coordenação de produção do Projeto Guri e da Companhia Brasileira de Ópera. Entre 2009 e 2012 foi coordenadora de Produção do Museu Afro Brasil. Em 2013 assumiu a Direção de Produção do Theatro Municipal de São Paulo, estando a frente da produção de diversas óperas, além dos concertos Sinfônicos da OSM, OER e do Balé da Cidade. Desde 2016 se dedica a direção executiva da Cantabile Produções de Eventos atuando na coordenação e produção de diversos eventos, dentre eles: Exposição “Mães no Imaginário da Arte” no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo - 2023; Exposição “Bará” do artista Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo - 2023; Exposição Sidney Amaral “Viver até o fim o que me cabe” no Sesc Belenzinho e Jundiaí - 2022/2021; Exposição “Flávio de Carvalho Experimental” no SESC Pompéia 2021; Produção executiva do Festival SESC de Música de Câmara 2022, realizado em diversas unidades do SESC SP, Produção executiva do Concerto Comemorativo dos 60 anos da FAPESP” - Sala São Paulo; Exposição “Arqueologia Amorosa de São Paulo” e “Padre Jesuíno do Monte Carmelo” no Museu Afro Brasil - 2022; Coordenação de produção da exposição “Era uma vez o Moderno” no Centro Cultural da FIESP em SP - 2021; Produção executiva da exposição “Terra em Transe” no Museu Afro Brasil (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA 2021); Produção executiva da exposição “Ô Culpa” – Rodrigo Koraicho – Centro Cultural TCU em Brasília, “Hans Silvester – Vale do Rio OMO” - Pinacoteca Fórum das Artes em Botucatu, “Marcelo D´Salete – Uma História Negra em Quadrinhos” - SESC Araraquara; “O Amor e o Tempo – Romero de Andrade Lima – São Paulo:(FIESP SP – SESI Campinas, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto); Produção executiva da exposição “Yutaka Toyota, O Ritmo do Espaço” – MAM RIO, Rio de Janeiro; FAAP, São Paulo (PRÊMIO APCA DE MELHOR EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA 2018); Museu Nacional da República, Brasília e Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; Produção executiva da exposição “Theodor Preising – São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole (FIESP SP, SESI Itapetininga, SESI São José dos Campos, SESI José do Rio Preto) e “Liam Porisse – Perigosos Encantos” no SESI Ribeirão Preto; Produção executiva da exposição “PretAtitude - Insurgências, Emergências e Afirmações na Arte Afro Brasileira Contemporânea” – SESC Ribeirão Preto, SESC São Carlos, SESC Vila Mariana e SESC Santos; Exposição “João Câmara – vida e obra de um artista brasileiro” – MEPE – Museu do Estado de Pernambuco e no Museu Afro Brasil em São Paulo; Exposição “Barroco Ardente e Sincrético Luso Afrobrasileiro” – Museu Afro Brasil e SESC Santos; ADRIANA CHIOVATTO É atriz, contadora de histórias, dubladora, locutora e escritora. Em 2011 se formou em Artes Dramáticas nas escolas Incenna e Senac e em pedagogia na faculdadeTorricelli. Estudou cinema, dublagem, locução, manipulação de bonecos, clown, contação de histórias, canto, violão, teclado, jazz, ballet e escrita criativa. Trabalhou como atriz em diversos espetáculos adultos e infantis, entre eles: Ao Som de um Violino, Sonho de uma Noite de Verão, Capitães de Areia, Til, O Menino Maluquinho, Uma Aventura na Neve, As Princesas do Castelo Encantado, Vidas Secas, Droga Disfarçada de Estudante, Peter Pan e Branca de Neve. Também atuou em webséries, curta-metragens, videoclipes e campanhas publicitárias. Como contadora de histórias realizou diversas apresentações em bibliotecas, CEUs, escolas, livrarias e eventos literários com sua própria companhia: Baú de Contos. Faz locuções para diversas marcas, tais como: Itaú, O Boticário, Mercado Livre, Play Doh, Pernambucanas, Modal Mais, Carrefour, Sabesp e Senac. Em seu trabalho como dubladora podem se destacar as séries da Disney The Lodge, Alex & Co e Bia, animes do FuminationTokyo Ghoul, My Hero Academy, How a Realist Hero Rebuilt a Kingdom e Suppose a Kid from the Last Dungeon e o desenho da Nickelodeon O Portal de Ollie. Publicou o livro de romance adolescente Olhe pra mim, pela editora Vermelho Marinho. CAROLINE VERBAN Nascida em São Paulo capital. Atriz, escritora e diretora, se formou em teatro em 2012 pela escola de teatro e televisão “Incenna”. Em 2010 realizou um curso musical na Oficina dos Menestréis. Em 2014 realizou uma oficina de interpretação para cinema no Centro Cultural B_arco, ministrado por José Eduardo Belmonte. Em 2015 participou do curso de cinema “O Método em 3 Meses”, na escola de cinema Fátima Toledo. Iniciou sua carreira na direção como assistente de direção no espetáculo infantil ‘A Filha do Duque’, onde também começou a interpretar com um tempo realizando alguns personagens em cena. Depois participou como atriz de outros espetáculos como A Bela Adormecida, Raul Fora da Lei, Segura o Velho, Bodas de Sangue, A Comédia dos Erros e Branca de Neve. No ano de 2017 entrou para o mercado editorial lançando os livros infanto-juvenis “Sonhos de Nina” e “Ao Som de um Violino”. Em 2021 adaptou sua obra “Ao Som de um Violino”, para o teatro onde se realizou profissionalmente como Diretora Geral de um espetáculo que ficou em cartaz no Teatro Folha nos meses setembro e outubro de 2021. Realizou alguns trabalhos como atriz em novelas da rede Globo – Sol Nascente, A Força do Querer, Eramos Seis e Travessia. Tem formação acadêmica em História pela universidade Cruzeiro do Sul e atualmente faz pós- graduação em História do Brasil pela universidade Estácio. ANDRÉIA CHIOVATTO É bailarina e arte educadora. Formou-se em Artes Visuais em 2013 pela FMU, onde também concluiu sua pós-graduação em Dança e Consciência Corporal em 2015. Possui formação em dança pela Etec de Artes desde 2017. Estudou ballet clássico, dança moderna, street jazz e alongamento específico para dança na Escola Rita Camilo, danças árabes no Centro Cultural Shangrilá, teatro musical com a Cia Barca Cênica e Cia Teatro de Rock, Diversão e diversidade da dança contemporânea e Vivência de dança e artes plásticas para educadores no centro cultural de São Paulo com a cia Druw. Participou de diversos workshops, sendo eles: Corpo, Memória e Emoção com a cia Druw, Técnica Labanotation com Maria Mommensohn na Funarte, Laban com Cibele Sastre e Dança Moderna, Dança Educação e Laban com Isabel Marques no Instituto Caleido. Se aprimorou nas oficinas de Capoeira, Maculelê e Samba de roda com o Grupo Navio Negreiros e Mestre Sala e Porta Bandeira com o Grupo AMESP. Entre 2013 e 2014 foi auxiliar de ensaio na São Paulo Cia de Dança e atuou como professora de artes e dança no CEU Aricanduva, Colégio Marista. Atualmente leciona no Colégio Objetivo.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.