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Kene, Arte Huni Kui é um projeto de publicação e distribuição gratuita da 1ª edição de um livro de fotografias sobre a arte do Kene: padrões gráficos que fazem parte da cultura do povo Huni Kui, expressa nas pinturas corporais, tecelagens, cestarias e cerâmicas. A partir do registro fotográfico feito nas áreas indígenas dos Rios Breu e Jordão (AC) pela pesquisadora e fotógrafa Cristiane Cotrim (em 1997 e 2014), o projeto compreende produção de texto, organização do material fotográfico, publicação, distribuição e ações formativas gratuitas de lançamento, com o intuito de registrar, revitalizar, valorizar e promover a arte contemporânea brasileira.
LIVRO "KENE, ARTE HUNI KUI" - Kene, Arte Huni Kui compreende a publicação de um livro a partir dos registros fotográficos feitos em duas etapas nas Áreas Indígenas Huni Kui dos Rios Breu e Jordão no Acre. A primeira foi a convite do Projeto Jibóia e mapeou as poucas e idosas tecelãs e artesãs que em 1997 ainda sabiam produzir os artesanatos com os tradicionais desenhos chamados de Kene, arte bastante representativa da cultura Huni Kui. Presentes na cestaria, cerâmica e pinturas corporais, esta arte, as artistas e seus processos foram fotografados por Cristiane Cotrim com um intervalo de 17 anos, sendo a segunda em 2014. O livro se apresenta com inédito registro intergeracional, importante instrumento de memória e resgate cultural da arte brasileira tradicional e contemporânea de origem indígena e contém textos do pesquisador Indígena Ibã Salles Huni Kui, indicado ao prêmio Pipa em 2016. AÇÕES FORMATIVAS DE LANÇAMENTO / ENCONTRO / PALESTRA (CONTRAPARTIDA SOCIAL) - Realizaremos quatro ações formativas de lançamento em escolas públicas da área indígena Huni Kui pertencente ao município de Jordão/AC (área indígena rio Jordão), da área indígena Huni Kui pertencente ao município de Cruzeiro do Sul (área indígena rio Breu), de Rio Branco/AC e do Rio de Janeiro/RJ. Em cada uma delas teremos a presença de três pilares do projeto: A proponente, pesquisadora e fotógrafa Cristiane Cotrim, o pesquisador e responsável pelos textos do livro, Ibã Huni Kui e uma das tecelãs Huni Kui que produz a arte do Kene. Será um encontro / palestra que dialogarão sobre as etapas e processos do projeto, apresentarão a arte do Kene e principais elementos da cultura e história Huni Kui.
OBJETIVO GERAL: Através da publicação do livro "Kene, Arte Huni Kui", fazer o registro e a preservação da memória da Arte Kene, patrimônio da arte tradicional e contemporânea brasileira produzida pelo povo originário Huni Kui e levar material de qualidade artística e relevância teórica às comunidades registradas, de forma a entregar para os Huni Kui e toda a comunidade este livro histórico que os pertence.Este projeto nasceu com o intuito de registrar, revitalizar, valorizar e promover esta que é a principal expressão artística da população indígena mais numerosa da Amazônia, composta por padrões gráficos que fazem parte da cultura Huni Kui e são expressos nas pinturas corporais, tecelagens, cestarias e cerâmicas. O projeto responde aos seguintes incisos do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; (Valorização da cultura indígena brasileira) II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; (Estímulo, divulgação e difusão da cultura do grupo indígena Hui Kui, também conhecido como Kaxinawá, a população indígena mais numerosa da Amazônia.) III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; (Viabilização de importante expressão cultural da região Norte do país - especificamente as áreas Huni Kui, compreendidas em 12 terras indígenas no estado do Acre - e difundir nacionalmente através da publicação) V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; (Através da distribuição gratuita da publicação e da entrada gratuita em todas as atividades formativas, o projeto incentiva a ampliação do acesso da população) VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; (O projeto visa divulgar a arte Kene, que é principal expressão artística e também motivo da maioria dos artesanatos da produção local comercializado pelos Hui Kui) XI - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; (A valorização das mestras e mestres da arte do Kene é um dos pilares do projeto que contará com textos e depoimentos de pesquisadores e artistas e também com as suas presenças nas atividades formativas) OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Organizar e preparar todo o material fotográfico registrado nos anos de 1997 e de 2014; - Publicar 1.000 (mil) exemplares do livro "Kene, Arte Huni Kui"; - Distribuir o livro de forma gratuita para escolas indígenas e para as famílias e moradores das áreas indígenas registradas, conforme plano de distribuição; (para fins de comprovação contaremos com documento das escolas que receberão contendo quantidade, data e nome do responsável. Mesmo documento em relação à associação de moradores/Responsável pela distribuição para moradores das áreas indígenas) - Distribuir o livro de forma gratuita para escolas públicas do Rio de Janeiro e de Rio Branco, conforme plano de distribuição. (para fins de comprovação contaremos com documento das escolas que receberão contendo quantidade, data e nome do responsável.) - Fazer 4 ações formativas gratuitas de lançamento (contrapartida social) sobre o processo de elaboração do livro, sobre a arte Kene e os aspectos culturais Huni Kui com 3 "palestrantes": a pesquisadora e fotógrafa Cris Cotrim (proponente), o pesquisador Ibã Huni Kuin e uma das tecelãs Huni Kui (artista que será convidada). As ações serão realizadas em escolas públicas da área indígena Huni Kui pertencente ao município de Jordão/AC (área indígena rio Jordão), na área indígena Huni Kui pertencente ao município de Cruzeiro do Sul (área indígena rio Breu), em Rio Branco/AC e na cidade do Rio de Janeiro/RJ. - Registrar em formato audiovisual as ações formativas para disponibilizar o conteúdo de forma gratuita em plataformas de vídeo (para registro e ampliação de acesso do projeto e também para fins comprobatórios)
O projeto de publicação Kene, Arte Huni Kui se enquadra especialmente nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8313/91. I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. É importante também ressaltar que o projeto alcançará objetivos essenciais dos seguintes incisos do Art. 3º da referida norma:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O projeto se justifica principalmente por fortalecer as ações de recuperação da cultura Huni Kui, sua preservação e difusão para que a nova geração Huni Kui possa ter contato com este importante pilar da cultura de seu povo que se encontra em risco de extinção, por suas mais hábeis artesãs/artistas serem a maioria de idade avançada. A segunda ação do projeto, após a distribuição do livro nas escolas e comunidades indígenas Huni Kui (Kaxinawá), será distribuir em escolas públicas do Rio de Janeiro/RJ e de Rio Branco/AC, que se justifica pela promoção e difusão desta arte brasileira originária e contemporânea. A distribuição do livro para as comunidades que foram registradas será por via de uma rede integrada com as organizações indígenas existentes. O livro será distribuído nas Áreas Indígenas Kaxinawá do Brasil, através das escolas indígenas em parceria com a Comissão Pró Indio do Acre (CPI-AC). No caso das capitais, Rio de Janeiro e Rio Branco será organizada a distribuição gratuita via malote/entrega em cada instituição. O projeto prevê também 4 ações formativas de contrapartida social, inteiramente gratuitas realizadas em escolas públicas: o encontro de uma reconhecida artesã e um pesquisador Huni Kui (Ibã Huni Kui), que se juntarão a proponente, pesquisadora e fotógrafa Cristiane Cotrim para o lançamento do livro Kene, Arte Huni Kui, na área indígena Huni Kui pertencente ao município de Jordão/AC (área indígena rio Jordão), na área indígena Huni Kui pertencente ao município de Cruzeiro do Sul (área indígena rio Breu), no Rio de Janeiro/RJ e em Rio Branco/AC. Estas ações serão palco para o diálogo entre artista, pesquisador e fotógrafa que apresentarão os processos do projeto e explanarão sobre a arte e cultura Huni Kui. Justificam-se especialmente pela ampliação e democratização do acesso à cultura indígena que até hoje vem reforçando estereótipos completamente distantes da realidade dinâmica dos povos indígenas e ocultando suas inúmeras riquezas. Em 1997, quando se deu a primeira parte dos registros que comporão o livro do projeto em questão, os Huni Kui estavam se reestruturando após violento processo de colonização que sofreram a partir da década de 1870 pela extração da borracha, chamado pelos Huni Kui de "tempo das correrias" seguido do "tempo do cativeiro". As aldeias foram invadidas por seringueiros e caucheiros peruanos e as famílias fugiram para terras mais distantes, nas cabeceiras dos rios. As aldeias foram batizadas de seringais (muitas vezes com o nome do patrão) e os indígenas passaram a trabalhar para patrões seringueiros na extração da borracha. Em decorrência desse processo histórico, uma das tradições que sofreu com essa invasão foi o Kene. No final da década de 1990 os Huni Kui estavam reaprendendo a própria cultura, trazendo os mais velhos para escola indígena para falar das tradições e costumes que haviam se perdido, muito pelo projeto Jibóia, concebido pela indigenista Dedê Maia e pelo professor indígena Agostinho Ika Murú, que tinha como objetivo a revitalização, valorização e promoção da arte do Kene que foi um importante braço nessa retomada da cultura, junto com as escolas e a Comissão Pró Indio do Acre (CPI-AC). Muitas crianças e jovens, em 1997, não tinham conhecimento, por exemplo, sobre a história do Kene, também pouco sabiam sobre a festa de Mariri (festa dos legumes) e outras tradições. Foi uma geração que não pôde viver os costumes de seu povo livremente. Justamente à convite de Dedê Maia, Cristiane Cotrim iniciou o processo de registro no chamado "tempo dos direitos" e o fortalecimento da produção de artesanato e a ampliação do conhecimento sobre o Kene foi resultado do esforço conjunto de vários profissionais da educação e outras iniciativas. De 1997 até a segunda etapa de registro fotográfico passaram-se 17 anos, uma geração que agora muitas vezes se comunica pelas redes sociais. Foram muitas mudanças: novos projetos nas aldeias, novos hábitos adquiridos com a presença crescente de visitantes e pesquisadores, aumento da população, chegada da internet (em algumas aldeias ou municípios próximos), acesso a celulares, câmeras, maior circulação de dinheiro, aumento da produção de artesanato, aprimoramento da técnica de trabalho com miçangas, entre muitas outras mudanças. Então este trabalho fotográfico é parte importante da história dos Huni Kui, e além de ser preservado, é importante que retorne para a comunidade indígena e seja divulgado através desta publicação. Entendemos que a execução do projeto Kene, Arte Huni Kui justifica-se também pelo caráter inédito de um trabalho fotográfico feito no intervalo de quase vinte anos, capaz de captar o espírito do tempo e a força da expressão cultural Huni Kui através da história, importante aquisição para a produção artística brasileira.
DETALHES DESLOCAMENTO: Rio Branco - Rio de Janeiro - Rio Branco: 4 trechos, sendo 2 de ida e 2 de volta para duas pessoas que participarão das ações formativas de lançamento: os indígenas pertendentes à etnia Huni Kui, Ibã Huni Kui e uma das artistas tecelãs que será convidada. Ambos participarão das ações formativas de lançamento em escola pública do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro - Rio Branco - Rio de Janeiro: 2 trechos, sendo ida e volta para uma pessoa participará das ações formativas de lançamento: a proponente (diretora e coordenadora do projeto) fotógrafa e pesquisadora Cristiane Cotrim que participará das ações formativas de lançamento em escolas públicas de Rio Branco. Rio Branco - Jordão - Rio Branco: 6 trechos, sendo 3 de ida e 3 de volta para as três pessoas citadas acima, para as ações formativas de lançamento em escola pública da área indígena do município de Jordão. Rio Branco - Cruzeiro do Sul - Rio Branco: 6 trechos, sendo 3 de ida e 3 de volta para as três pessoas citadas acima, para as ações formativas de lançamento em escola pública da área indígena do município de Cruzeiro do Sul.
LIVRO "KENE, ARTE HUNI KUI" - Livro com 200 Páginas + Capa medindo 230x280 MM (Fechado) 460x280 MM (Aberto), Capa com Impressão 4/0 (CMYK) com Laminação Fosca Frente, Miolo em Couche Matte 150G 4/4, Acabamento Colado e Costurado, Corte Simples.Tiragem: 1.000 exemplares. AÇÕES FORMATIVAS DE LANÇAMENTO / ENCONTRO / PALESTRA (CONTRAPARTIDA SOCIAL) - Encontro / Palestra feitas em escolas públicas com duração aproximada de 1h30, classificação livre, entrada gratuita em espaço ou auditório com capacidade estimada em 200 lugares cada um dos locais (área indígena Huni Kui pertencente ao município de Jordão/AC (área indígena rio Jordão), da área indígena Huni Kui pertencente ao município de Cruzeiro do Sul (área indígena rio Breu), Rio Branco/AC e Rio de Janeiro/RJ).
PRODUTO PRINCIPAL: LIVRO DE FOTOGRAFIAS - ACESSIBILIDADE FÍSICA: QR Code que leva para a versão digital do livro. Para quem não consegue manipular o objeto. Item da planilha orçamentária: Programação Visual (Valor destinado ao profissional responsável pela versão digital do livro). - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 3,5% dos livros serão impressos em versão em braile (correspondente ao percentual de cidadãos brasileiros que apresentam deficiência visual severa, sendo que 0,3% têm perda total da visão e 3,2% grande dificuldade para enxergar, segundo IBGE). A versão digital (cada exemplar físico conterá QR Code para esta versão) também contará com modo leitura em Audiodescrição. Item da planilha orçamentária: - Impressão em Braile; - Audiodescrição - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: A versão digital do livro (cada exemplar físico conterá QR Code para esta versão) contará com Interpretação em Libras. Item da planilha orçamentária: Janela de Libras - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: A versão digital do livro (cada exemplar físico conterá QR Code para esta versão) será preparada para ser acessada por softwares de leitura assistiva com possibilidade de ampliação de caracteres e diferentes contrastes, bem como por tradutores. Item da planilha orçamentária: - Consultor de Acessibilidades; - Tradução PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (atividades formativas de lançamento/encontro/palestra) - ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os locais de lançamento do livro nas cidade do Rio de Janeiro/RJ e de Rio Branco/AC serão acessíveis para cadeirantes (entrada, banheiros, circulação). No caso dos outros dois locais dentro das áreas indígenas teremos apoio de pessoal para as pessoas com deficiência. Item da planilha orçamentária: - Materiais e equipamentos para montagem; - Assistentes - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Os locais de lançamento do livro contarão com guias táteis para cegos. Item da planilha orçamentária: Materiais e equipamentos para montagem - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: As atividades formativas de lançamento/encontro/palestra contarão com intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras - ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: As atividades formativas de lançamento/encontro/palestra contarão com consultor para acessibilidade que protegerá a acessibilidade geral do projeto, inclusive para pessoas neurodivergentes. Sempre que houver fala que não no idioma português, haverá tradução para o português. Item da planilha orçamentária: - Consultor de Acessibilidades; - Tradução
Incisos/medidas do art. 24 da IN nº 01/2022 que serão adotadas no projeto: I - doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 23, no mínimo, vinte por cento dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, ao Programa Pracinhas da Cultura, a equipamentos culturais de acesso franqueado ao público e em especial à pessoa com mobilidade reduzida e seu acompanhante, devidamente identificados; (Serão doados 100% dos exemplares) II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; (Será disponibilizado na internet o registro das ações formativas de lançamento/contrapartidas sociais de forma gratuita) III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
CRISTIANE COTRIM (Proponente) - Fotógrafa, direção e coordenação geralDescrição das atividades no projeto: Cristiane Cotrim, autora das fotos que comporão o livro Kene, "Arte Huni Kui", fará a direção e coordenação geral de todas as equipes em todas as etapas do projeto.Cristiane Cotrim é jornalista e fotógrafa. Formou-se em Jornalismo pela PUC - RIO em 1995. Realizou sua monografia sobre samba registrando em fotos e vídeos os músicos e compositores: Xangô da Mangueira, Wilson Moreira, Messias dos Santos e Darcy do Jongo. Sempre se interessou pelo fotojornalismo dedicando-se a fotografia de rua. Fotos que provocam reflexões a partir de imagens e contextos sociais. Em 1997 trabalhou como fotografa no Projeto Favela Limpa da COMLURB, através do Departamento de Serviço Social da PUC- RIO, produzindo imagens das recém criadas Cooperativas de Catadores de Materiais Recicláveis e também dos trabalhadores comunitários em 14 complexos de favelas no Rio de Janeiro.A partir de 1999 realizou importantes trabalhos ligados a questão da memória do Rio de Janeiro e do Brasil como o trabalho de pesquisa que realizou sobre compositores da Mangueira através do Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro que resultou no CD: Mangueira, Sambas de Terreiro e outros Sambas.Desde então continua registrando pessoas em contextos sociais que considera de extrema importância para sua valorização e preservação de memória cultural do Brasil e também situações de desigualdade que devem ser expostas para reflexão. IBÃ HUNI KUI - Pesquisador e Produção de TextosIbã Huni Kuin é o txana (mestre cantor) em torno do qual se constitui o MAHKU – Movimento dos Artistas Huni Kuin. Os Huni Kuin vivem na fronteira do Brasil com o Peru, porém, estão distribuídos por diversas terras indígenas no estado do Acre. Falam o idioma hatxa kuin, pertencente à família linguística Pano. Tem uma história de intenso contato com a economia seringalista que dominou a região amazônica em períodos decisivos do século XX. Indicado ao prêmio Pipa 2016, Ibã é pesquisador indígena, tendo consolidado sua carreira como especialista nas artes musicais huni kuin com participações em encontros e publicações. Na primeira década do presente século, Ibã passa a compor o LABI – Laboratório de Imagem e Som (UFAC Floresta) e começa a experimentar, ao lado de seu filho, o pesquisador e artista visual Bane Huni Kuin, a composição desenho-canto-vídeo como meio de pesquisa acadêmica e expressão artística.Em 2010-2011 organizam o I Encontro de Artistas Desenhistas na Terra Indígena Huni Kuin do Rio Jordão, no qual tem origem o MAHKU – Movimento dos Artistas Huni Kuin. Realizam a exposição “O espírito da floresta – Desenhando os cantos do nixi pae” em Rio Branco, Acre.Em 2012, realizam cerimônia de abertura e participam da exposição coletiva “Histoires de Voir – Show and Tell” na Fondation Cartier pour l’art contemporain, Paris, França. O documentário “O espírito da floresta” compõe a exposição.O MAHKU realiza a abertura e participa, em 2013, da exposição coletiva “MIRA – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas” no Centro Cultural UFMG, Belo Horizonte, Minas Gerais, bem como de sua edição em 2014, em Brasília.Em 2014 participam das exposições coletivas “Histórias Mestiças”, no Instituto Tomie Ohtake, e “Made by… Feito por brasileiros”, na Cidade Matarazzo. Exposição individual “Nixi Paewen Namate – O sonho do nixi pae” no SESC Rio Branco. Participam do Leilão de Pratos para a Arte do Museu Lasar Segall.Realiza, em 2015, intervenção multimídia (mural, coral e vídeo) no encerramento no X Simpósio de Pós-Graduação em Linguagens da UFAC, Rio Branco. Também aqui ocorre o lançamento do filme “O sonho do nixi pae – O MAHKU – Movimento dos Artistas Huni Kuin”. JAÚ ou XULI - Designer gráfico/Designer editorialTenho 25 anos, sou formade em Design gráfico e de Produto na Universidade de Brasília e trabalho como designer gráfico e tenhouma paixão especial por design editoria. Submergi no Pará, fi e netu de mulheres ribeirinhas, de um dos braços do rio Tocantins, o Guajará e do Centro-Meratawá. Fiz andanças e caminhos por Belém, pelo lavrado de Roraima, pelo cerrado do Distrito Federal e hoje me encontro nas águas do Amazonas.Sou não-binarie, pansexual. Bacharel em Design pela Universidade de Brasília (UnB) e co-fundadora da 'aua', coletivo de design experimental que se propõe a valorizar narrativas e visualidades indígenas e negras brasileiras (@aua.coletivo). Traço meus passos como projetista e pesquisadore das questões que envolvem corpo, dança e design.Prêmios: Indígenas.BR, 2020 - Prêmio de Fotografia;Feira Dente, 2019 - Prêmio Nacional Dente de Ouro, pelaobra ‘Pés Pretos Cantam Sonhos’ em co-autoria com Pedra Silva; Rede Lecria Jovem de Expressão, 2018; Premiação para produção de publicações independentes - Startup Weekend Woman 2017. FLÁVIA BERTON - Produção ExecutivaTrabalha desde 1988 na gestão de organizações culturais não governamentais que desenvolvem projetos coletivos na área de artes cênicas e culturas populares. Doutoranda em Comunicação e Artes da Cena - UFRJ (2020), Mestre em Psicossociologia de comunidades e ecologia social pela UFRJ (1997), cursou o MBA em Gestão Cultural da UCAM (2006) e MBA em Gestão Cultural com ênfase em Economia da Cultura na FGV-Rio (2012-2013). Fluxonomia (2018) e Gaia Education (2019).Principais experiências: Gestora da MUDA Outras Economias - desde 2018; Gestora do TEATRO DE ANÔNIMO - 1991 a 2020; Coordenadora técnica do Projeto Rede do Jongo e Caxambu do Rio de Janeiro - 2018 a 2020; Produção do Baile Multicultural doCordão do Boitatá - 2016 a 2020; Coordenação do Festival P.E.R.I.F.E.R.I.C.O - Escola Sesc de Ensino Médio - 2016; Coordenação do Anjos do Picadeiro, Encontro Internacional de Palhaços - 1996 a 2015; Gestão da Cooperativa Casa - 2000 a 2008; Grupo Mil e Umas...contadores de histórias - 1996 a 2007; Coorperativa ABAYOMI - 1988 a 2004. MÁRCIO MARTINS - Comunicação (Assessoria de Imprensa e Assessoria de Redes Sociais e Mídias Digitais)Márcio Martins é formado em Comunicação Social e MBA em Marketing. Sócio-fundador da agência Trevo Soluções em Comunicaçao, já coordenou mais de 100 contas de clientes de diferentes segmentos. Conselheiro do Instituto Brasileiro de Biodiversidade. É Co-fundador do Movimento Árvores pelo Clima e apresentador do podcast Conte Tudo & Conteúdo.A Trevo surgiu, em 2008, como uma empresa de assessoria de imprensa. Em 2016, a empresa se reposicionou, criou novas áreas, lançou serviços e formou uma rede de empresas e profissionais. Hoje, é uma agência completa de Comunicação e Marketing, um hub de serviços.
PROJETO ARQUIVADO.