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A Companhia Urbana de Dança é formada por 9 jovens,negros e moradores dos subúrbios do RJ e são considerados uma das mais significativas, potentes e atuantes cias do RJ e recebidos com muito respeito no exterior.Já foram considerados "o futuro da dança urbana" pelo Encore Magazine e fizeram a "lista dos 10 mais pelo The New York Times" /2010 e 2014.Propomos a Manutenção das Atividades Artisticas da Cia,com ensaios diarios, residência, intercambio, criaçao, produçao enquanto acontece uma circulaçao de espetaculos e oficinas pelo Estado do Rio de Janeiro e Municipios.iremos reunir o maior numero de jovens possiveis entre 14 a 25 anos, totalizando 8 meses de ações pelo Estado do Rio Entre oficinas gratuitas e espetáculos a preços populares, teremos bate papo após as ações culturais. Os espetáculos apresentados fazem parte do repertório das Cia, alguns premiados e todos com trilha original. Os dançarinos se destacaram na Abertura do Fantástico Tv Globo.
AS PEÇAS Urbana de Dança impõe um hip-hop mágico e magnético. Decidido, pleno, impecável” Rosita Boisseau especialista em Dança - Jornal Le Monde NÊGO ::No Brasil quem mais morre e de forma violenta são os jovens negros, ou seja, a morte tem uma cor predominante. Tudo preto!A cada dia no olhar de alguém, no transporte coletivo, no táxi que não para, na dura da polícia, são vistos e tratados como aquilo que são: todos pretos. Já se disse: black is beautiful. E negra é a raiz da liberdade, mas ser negro, jovem e urbano da periferia e dançar com talento e ousadia, diz não só de beleza, mas também de resiliência. Filhos e netos de tantas misturas que trazem a marca de sua negritude como signo e lugar que imprimem nesta dança toda a diversidade de movimentos e estilos. Suíte Funk ::Sucesso de crítica e público, já assistido por mais de 25 mil pessoas desde sua primeira temporada, em 2008, Suíte Funk é um hit no repertório da Companhia Urbana de Dança. Tradução ímpar do legítimo hip hop urbano contemporâneo, Suíte Funk traz, no embalo de nove dançarinos, muito balanço tendo como pano de fundo um tanto da vivência cotidiana de quem habita subúrbios e favelas da cidade. NA PISTACom bom-humor e leveza, Na Pista marca o retorno da companhia às suas raízes no subúrbio carioca. Ritmos e sequências coreográficas que fizeram parte da vida dos jovens dançarinos inspiraram a Companhia neste novo trabalho. Técnicas e estilos são incorporados pelos dançarinos e postos em cena, com a estética própria de cada um deles. O título também faz alusão à gíria da periferia no sentido de liberdade, como uma expressão sinônima a “estar na vida”. A trilha sonora é assinada por Rodrigo Marçal. ID : ENTIDADES ::ID : ENTIDADES venho da vontade de pensar em nova sonoridade e nova movimentação. ID:Entidades foi considerado entre um dos 10 melhores trabalhos apresentados na cena da dança contemporânea pelo Nova York Times e foi indicado ao Prêmio Bessies. Os dançarinos da Companhia Urbana de Dança se afirmam como sujeitos a partir de suas trajetórias como afro- latinos, brasileiros e jovens, vindos das periferias da cidade do Rio de Janeiro. 5 passos pra nao cair no abismo ::Esse trabalho fala das historias que temos, de algumas que conseguimos mudar e tantas outras , quase todas , que ainda continuam sendo as mesmas, íntimas , coladas ao corpo como tatuagem ! Contudo, de uma forma independente a companhia e seus parceiros encontraram caminhos possíveis e driblaram a dureza de seus contextos. Dança de 9 ::Teve sua estreia no The New York City Center em 2016 e é a releitura para 30 minutos de Eu Danço . Em Dança de 9 entra em cena outro jogo coreográfico. Criado a partir de material não utilizado na coreografia Eu Danço, de 2011, foi ampliado para ocupar o palco com referências que cada um dos integrantes da companhia . Como uma onda gigante que imunda o palco com movimentos , relatos e emoçoes de cada um dos dançarinos. * ABERTURA DO FANTASTICO : https://youtu.be/kxsdpqQg8-Y VIDEOS :https://vimeo.com/194920343 - DANÇA DE 9 https://vimeo.com/113796946 - Teaser https://vimeo.com/172787505. - Nêgo Redcat: ”The audacious, vigorous, and highly inventive Brazilian dance ensemble Companhia Urbana de Dança is…” http://www.redcat.org/event/companhia-urbana-de-dan-id-entidades-na-pista Companhia Urbana de Dança lights up the stage at ICABoston Globe | April 16, 2106https://www.bostonglobe.com/arts/theater-dance/2016/04/16/companhia-urbana-danca-lights-stage-ica/J5YlD035Q7zaUOc3pCeViK/story.html Ovation times three: Companhia Urbana de Dança has REDCAT crowd on its feet Los Angeles Times – March 24, 2016http://www.latimes.com/entertainment/arts/culture/la-et-cm-companhia-urbana-de-danca-redcat-review-20160324-story.html The New York Times(…) Companhia Urbana de Dança is so wonderful that it seems miraculous.Brian Seibert – March 4, 2014http://goo.gl/bmaevU The New York Times Rio’s Slums to Jacob’s Pillow. Companhia Urbana de Dança Reflects Brazil’s ComplexitiesMarina Harss – Aug 9, 2014http://goo.gl/QtA7a5 PS: as peças escolhidas para as apresentaçoes ficarao a mercê do tamanho e estrutura do Teatro . Pot isso damos opçoes de repertório.
OBJETIVOS GERAIS Manter as atividade artisticas e educacionais da Companhia Urbana de Danca , uma comanhia que represenata o Brasil por onde se apresenta . Formada por jovens dancarinos pretos e moradores da periferia do Rio e que tem na compnhia suas vozes desdobradas . 6 espetaculos por mes : 48 apresentaçoes por ano 6 oficinas por mes : 48 ofiicnas por ano 6 falas e roda de conversa : 48 falas e conversas por ano Alem de intervençoes urbanas por ano Ensaios abertos : 96 ensaios abertos As Oficinas oferecidos para escolas e ONGS e Instituicoes interessadas. 1 sitio 1 Video | Doc. Queremos : - Cooperar para a sustentabilidade cultural ilustrando, através da dança, como construímos e cuidamos de nossas relações com os outros a curto e longo prazo, contribuindo para um mundo mais sustentável a todos os níveis sociais;- Desenvolver atividades culturais que respeitem e valorizem a diversidade cultural, o pluralismo, assim como incentivem uma visão aberta de cultura, em que valores solidários, simbólicos, estejam ancorados em práticas dialógicas, participativas e sustentáveis;OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar, durante 8 meses, oficinas gratuitas e espetaculos de dança , bate papo e mesas de conversas. - Realizar atividades que viabilizem a formação de novas platéias e o estímulo do lado lúdico dos moradores das comunidades e de alunos de ONGs, escolas municipais e estaduais, interessados pelas atividades;- Interagir com jovens e adultos interessados nos diferentes estilos de dança urbana; - Alcançar um total de 50 alunos por oficina gratuita; Ofereceremos oficinas durante o projeto- Alcançar um público igual a superior a 300 pessoas por dia em espetáculos a preços populares .- Trabalhar para a formulação de parâmetros culturais;- Incrementar a cultura do humanismo com os preceitos da sustentabilidade;- Promover a gestão participativa, envolvendo comunidade, profissionais da área cultural e gestores públicos;- Garantir o amplo acesso aos espaços culturais existentes durante nossas atividades;- Fomentar a criação e a produção cultural nas comunidades, observando sempre o valor das tradições culturais populares;- Estabelecer acesso gratuito nos equipamentos e espaços culturais públicos durante nossos eventos;- Fortalecer o trabalho dos integrantes da Companhia, aprimorando seu vocabulário de movimentos e seus conhecimentos sobre o mundo da dança urbana contemporânea e outras técnicas; - Divulgar os resultados junto a um público amplo, para mostrar que qualidade, modernidade e sofisticação podem ser ingredientes perfeitamente compatíveis num trabalho que junta samba, hip hop, dança urbana e capoeira; - Apresentar os bailarinos da Companhia e os alunos das oficinas como protagonistas de sua própria transformação e referências para outros em condições semelhantes; - Fomentar valores e condutas que serão importantes para a vida destes jovens e dos que com eles compartilharem a experiência, tais como compromisso, engajamento, conhecimento de direitos e deveres (cidadania), disciplina de trabalho, espírito de grupo e solidariedade. - Realizar atividades culturais continuadas, gratuitas, que fomente a criação, a fruição, a difusão, a circulação e o consumo; - Pesquisar para as oficinas gratuitas: a troca constante de técnicas e olhares artísticos, sendo uma das bases de trabalho para uma companhia que valoriza o intercâmbio regional;O projeto utilizará ferramentas para medir o retorno do projeto, tais como:- Pesquisas de qualidade e de satisfação com o público;- Clipping com valoração do retorno de mídia; - Contagem de borderô, elaboração de relatórios e estatísticas;- Contagem da interatividade do público nas redes sociais;
Manter hoje a Companhia Urbana de Dança é manter uma via de expressão artística única, reconhecida por onde passa, em qualquer lugar do mundo. Além disso, é dar continuidade ao projeto artístico começado em 2004, sem patrocínio, e que trouxe esses jovens talentosos aos palcos, e que nesses dezessete anos, tem inspirado muitos outros a seguir por caminhos semelhantes. E é, portanto, também dar a chance de mante-los no ofício da dança, profissão que escolheram. Nos últimos anos, a Companhia se apresentou para 29 mil pessoas e no último projeto de formação de plateia, alcançou 2.000 jovens nas atividades, causando efeito multiplicador e positivo em outros jovens que normalmente tem pouco acesso a informação e a cultura. As atividades serão gratuitas buscando a formaçao de platéia.- Cooperar para a sustentabilidade cultural ilustrando, através da dança, como construímos e cuidamos de nossas relações com os outros a curto e longo prazo, contribuindo para um mundo mais sustentável a todos os níveis sociais; "Sem forçar o limite, muito pelo contrário, ela [Sonia Destri], ela aumenta a pressão entre os jogos em grupo e os hot shots individuais ao relançar constantemente o trabalho em cena. Só o vigor do corpo e o movimento falam muito, sobre a urgência da questão, o sabor sempre guerreiro do hip-hop. As nove dançarinas, todas dos bairros da periferia do Rio de Janeiro, já viveram muito. Sua dança sabe disso e sublima magicamente suas tensões. Com música percussiva e pulsante, muitas vezes proveniente da cultura brasileira, a Companhia Urbana de Dança impõe um hip-hop contemporâneo magnético. Resoluto, carregado, perfeito.Le Monde 04/04/2012 A Cia foi criada em 2004 e é dirigida por Sonia Destri Lie, experiente coreógrafa com bem sucedida carreira no Brasil e exterior. Realizando um trabalho minucioso de pesquisa das raízes culturais brasileiras, e colocando este material em diálogo com as tendências contemporâneas da dança urbana, a Companhia produz um trabalho cênico e coreográfico riquíssimo.Os espetáculos trazem as identidades de seus bailarinos, suas referências e atitudes, um sotaque carioca, brasileiro e afrodescendente, ao mesmo tempo traduzível ao mundo, inserindo-se, afirmativamente, no que há de mais contemporâneo em dança urbana.Colocam em destaque os talentos de jovens brasileiros negros e pobres na modernidade, numa postura afirmativa e pluralista.O trabalho da Cia tem sido reconhecido no Brasil e no mundo: em 2006, estiveram na Bienal de Dança de Lyon e Museu Quai Branly, em Paris e a volta à Bienal em 2008 sempre representando o Brasil.Também participaram de importantes eventos de dança, como o Festival Internacional de Biarritz; Panorama de Dança; Festival de Campina Grande; Tangolomango; Festival Hoptimum; Festival de Suresnes e Festival Fall for Dance em Nova York entre outros. Sonia Destri Lie, junto com a Companhia, recebeu o Prêmio de Residência Artística do SESC 2008 e 2009 reafirmando o talento da equipe, assim como garantindo visibilidade e respeito no cenário da dança carioca. Participaram do Circuito SESC desde 2006, SESI SP e RJ; Festival de Inverno de 2008, 2009 e 2011, e temporadas na Caixa Cultural de Brasília e RJ. Premio FADA , Fomento a Cultura Carioca , Fomento Olimpico e fizeram 12 Residencias Artisticas em Universidades Norte Americanas . Respondem pela nova Abertura do Fantastico e se apresentaram no último mes no Teatro Municipal do Rj no Projeto Domingo R$ 1.00, lotando o teatro.O projeto prevê o aprimoramento técnico, a profissionalização, a pesquisa, o intercâmbio, a circulação e a criação. Além das oficinas que serão oferecidas, de forma gratuita, pretende-se também realizar apresentações gratuitas dos espetáculos da Companhia, dando visibilidade ao projeto e esperando também criar uma ressonância nos espectadores. Após os espetáculos, os bailarinos promoverão um bate-papo com o público, aproximando-os e provocando o diálogo, a troca, o consumo de conhecimento. A Companhia Urbana de Dança é formada por um grupo de jovens negros. Oferecer a este projeto recursos para sua realização, terá efeitos expressivos nas vidas dos que o desenvolvem: valorização da autoestima e reconhecimento artístico, além da profissionalização que possibilitará a permanência na atividade artística. E mais: terá uma ressonância especial aos que os assistirem. Primeiro, por demonstrar que jovens nascidos e crescidos em difíceis condições de vida, situados na linha de risco de não sobrevivência pelas estatísticas, podem ter na dança um meio de superação. E também, porque o trabalho da companhia oferece a chance de expressar, artisticamente, suas marcas de origem numa linguagem contemporânea e posicionada, urbana, carioca e brasileiramente autêntica.Os bailarinos encontraram um espaço para sua expressão artística, socialização e formação, onde suas vivências cotidianas e ideias são incorporadas como material de criação. Seus integrantes se tornaram multiplicadores (professores/coreógrafos-assistentes) de estilos de dança urbana e hip-hop em diversos produtos culturais como musicais, vídeos, performances, espetáculos e intervenções artísticas. E, por isso, os bailarinos da Cia Urbana são referência de trajetória para outros jovens de origem semelhante.As atividades propostas no projeto como apresentações e oficinas gratuitas, assim como bate-papo após o espetáculo, são consideradas pela Cia Urbana como atividades fundamentais para alcançar as metas traçadas e proporcionar um amadurecimento profissional estimulado pela formação de plateia e pela democratização da dança, da cultura. Nas coreografias da Cia. Urbana, é realizada uma leitura particular, sofisticada e original sobre ritmos e movimentos próximos às histórias e referências culturais de comunidades populares na cidade. O trabalho também fortalece a autoestima dos integrantes da Cia, dos alunos e do público, que encontram, no reconhecimento de seu talento e na possibilidade de multiplicar suas experiências, um meio de superação dos limites sociais impostos às suas vidas.O repertório da Companhia pretende trabalhar, o tempo todo, com o reconhecimento dos valores civilizatórios de matriz africana, estimulando a reflexão sobre eles na cultura brasileira em toda sua diversidade e nos territórios de origem dos jovens bailarinos. Os espetáculos da Companhia pretendem traduzir estas identidades e diversidades com um sotaque carioca, brasileiro e afrodescendente, traduzível ao mundo, inserindo-se afirmativamente no que há de mais contemporâneo em dança. http://encoremag.com/new-york/articles/14261/companhia-urbana-de-danca http://www.nytimes.com/2011/09/24/arts/dance/companhia-urbana-de-danca-from-brazil-review.html?emc=eta1. Através deste projeto, a Companhia Urbana de Dança se propõe apresentar uma série de espetaculos de dança , muitos deles , premiados pela critica internacional , e planejar e ministrar oficinas com adolescentes de comunidades populares, alunos de escolas públicas e interessados em geral, de todas as idades, mas com foco no público jovem.A coordenação e supervisão geral é de Sonia Destri Lie , coreógrafa, diretora e educadora que realiza um trabalho de pesquisa e reconhecimento das raízes culturais brasileiras,de diálogo com as tendências contemporâneas da dança urbana e resgate da auto-estima. Esses jovens monitores e dançarinos com as experiências que possuem com oficinas de dança urbana para jovens da periferia no Brasil e no exterior, aliada a sua capacidade técnica e artística os credenciam para o trabalho. https://oglobo.globo.com/rio/jovens-de-areas-pobres-do-rio-integram-companhia-urbana-de-danca-21115407 https://oglobo.globo.com/rio/sonia-destri-lie-coreografa-que-foi-dos-guetos-cariocas-para-mundo-15785461
20 ANOS DE COMPANHIA URBANA DE DANÇA "A Companhia Urbana de Dança é tao boa que parece um milagre "/ The New York Times “Os Dançarinos Vencedores/Paris Match” “Maravilhoso e Surpreendente/Vogue Italia” ”Dança de rua que faz a diferença/Jornal O Globo” “Cia Urbana de Dança encanta a plateia francesa com seu funk carioca/ Revista Época” A Companhia Urbana de Dança faz 20 anos e é formada por dançarinos pretos e vindos das periferias do Rio. Há muitas razões para celebrar, muito mais ainda, para se desejar e sonhar. Com extenso currículo nacional e internacional de críticas elogiosas. A CUD dirigida por Sonia Destri Lie e Tiago Sousa é hoje uma das mais conceituadas companhias do Rio de Janeiro. Realizando um trabalho minucioso de pesquisa das raízes culturais brasileiras, e colocando este material em diálogo com as tendências contemporâneas da dança urbana, produz um material cênico e coreográfico riquíssimo, de uma potência avassaladora. Os espetáculos trazem as identidades de seus bailarinos, suas referências e atitudes, um sotaque carioca, brasileiro e afrodescendente, ao mesmo tempo traduzível ao mundo, inserindo-se afirmativamente no que há de mais contemporâneo em dança urbana. Colocam em destaque os talentos de jovens brasileiros pretos e pobres na modernidade, numa postura afirmativa e pluralista. Em muitas críticas, especialistas em todo o mundo são unânimes em reconhecer na CUD grande originalidade e força, sempre se referindo elogiosamente ao trabalho da cia e a força única de cada um de seus bailarinos. 20 anos , sendo 18 deles com o mesmo elenco . Jovens pretos que chegaram ao projeto com 18 anos , sem rumom ou orientaçao , hoje sao homens , com filhos e com o passaporte sem espaçao para carimbos e sem espaço no CV devido a inumeras conquistas . E mais seguem sendo exemplo para outros jovens . Nascidos e criados nas favelas do Rio , esses talentosos dançarinos tem muito o que dividir e multiplicar.
PERFIL DO PÚBLICO ALVO - OficinasAtravés deste projeto, a Companhia Urbana de Dança se propõe a planejar e ministrar oficinas com adolescentes de comunidades populares, alunos de escolas públicas e interessados em geral, de todas as idades, mas com foco no público jovem. A coordenação e supervisão geral é de Sonia Destri, coreógrafa, diretora e educadora que realiza um trabalho de pesquisa e reconhecimento das raízes culturais brasileiras,de diálogo com as tendências contemporâneas da dança urbana e resgate da auto-estima. Esses jovens monitores e dançarinos com as experiências que possuem com oficinas de dança urbana para jovens da periferia no Brasil e no exterior, aliada a sua capacidade técnica e artística os credenciam para o trabalho.A dança urbana contemporânea envolve a ideia de liberdade. É permitido, portanto, apropriar–se de diversas técnicas e linguagens e, organizadamente, descobrir novas parcerias que sejam urbanas e dinâmicas. Os jovens alunos, nosso público-alvo (na sua maioria) não possuem formação acadêmica ou ensino de dança especifico, mesmo em danças sociais ou de rua. Possibilitamos que esses jovens venham a aprenderem, de uma maneira lúdica, fácil e divertida, essa linguagem que eles vêm nos vídeos e, que parece tão sofisticada e difícil. As técnicas da dança de rua, a que a oficina se propõe a ensinar, vão desde Popping, Locking, Break Dance e House Dance e finalizando com danças brasileiras. E todo esse vocabulário faz parte da nossa rotina das "dinâmicas urbanas". Como também a linguagem da dança contemporânea, de onde a oficina também vem beber da fonte e pegar “emprestado” uma série de movimentos e técnicas. Um dos objetivos centrais das oficinas é a formação de público para teatros e espetáculos de dança. Em nossa concepção, formar público é bem mais do que lotar as salas de teatro, esgotar bilheterias. Buscamos realmente incluir a dança e as performances corporais na agenda educacional como forma legítima de expressão, linguagem, comunicação e formação cultural de crianças e adultos. Espetáculos - Nêgo, 5 passos pra nao cair no abismo , Suite Funk , Dança de 9 , Na Pista e ID : Entidades. O repertório da Companhia trabalha o tempo todo, com o reconhecimento dos valores civilizatórios de matriz africana, estimulando a reflexão sobre eles na cultura brasileira em toda sua diversidade e nos territórios de origem dos jovens bailarinos. Os espetáculos da Companhia traduzem estas identidades e diversidades com um sotaque carioca, brasileiro e afrodescendente, traduzível ao mundo, inserindo-se afirmativamente no que há de mais contemporâneo em dança. O projeto utilizará ferramentas para medir o retorno do projeto, tais como: - Criaçao de um sitio especifico para o projeto assim como todo o conjunto de midia eletronica - Pesquisas de qualidade e de satisfação com o público;- Clipping com valoração do retorno de mídia; - Contagem de borderô, elaboração de relatórios e estatísticas;- Contagem da interatividade do público nas redes sociais - Todas as peças graficas serao confeccionadas com material reciclavél - Registro em video e entrevistas com os participantes . FORMATO DAS OFICINAS: Dinâmicas Urbanas COLETIVO URBANO : o corpo e a liberdade HIP HOP / danças urbanas .De onde vem essa dança que eu danço? Corpo e ideias em movimento " questões sobre as raízes comuns entre as diversas expressões das artes (atraves da dança), nesse universo cultural urbano que integra brasileiros de diferentes matizes e jovens num mundo globalizado. Estilos, ritmos e sonoridades têm uma história comum, que nos revela os pertencimentos "de raiz" e também nossa ligação com outras partes do mundo. Somos as áfricas transformadas nas Américas e, em especial, nas ruas das nossas cidades. Na tradição africana se acredita que o corpo fala através da dança. Dança é, portanto, um texto, uma mensagem, uma forma de comunicação. Entender de onde ela vem é poder decifrar essa mensagem, sua linguagem e seus códigos. No corpo está inscrito o pertencimento, a marca de origem, que se expressa por uma forma de movimentar-se, pelo ritmo, pela cadência. É marca de identidade, diz quem eu sou, de onde venho e como me comporto. Quem vem de lá, das áfricas, seja em corpo ou em cultura - ou ambos - carrega essa herança.A Companhia Urbana de Dança, dirigida por Sonia Destri traz nas oficinas, mostrando, através do campo das idéias, a gênese e importancia da dança urbana e danças sociais . Um tipo de dança que atravessa periferias do mundo, atinge em cheio as grandes cidades modernas, encanta platéias diversas em diversas partes.A Direçao da Cia e o grupo envolvido no projeto acolhem e incluem no conjunto as individualidades que, articuladas, mostram que na dança, assim como na vida, as diferenças enriquecem. Cada um com o melhor de sua dança. Juntos, criam interseções e um resultado de integridade única. Objetivo essa dança...Uma proposta de ensino-aprendizagem... das danças de la as danças de ca . Para nos apropriarmos desse patrimônio imaterial que é a cultura corporal afrodescendente no Brasil, é fundamental refletir sobre as movimentações corporais que dão base ao modo como dançamos. A reflexão deve ser feita paralelamente a um exercicio de experimentaçao e aprendizagem (oficinas) e à apresentaçao de resultados de um trabalho que se construiu sobre esses movimentos e sonoridades (espetáculo). Especialistas e dançarinos poderão dialogar num mesmo terreno, em mesmo grau de respeitabilidade, ainda que a partir de diferentes lugares. Discutir a dança urbana contemporânea como (mais) um ramo nascido da expressividade da diáspora negra nas Américas servirá problematizar pertencimentos e relações de proximidade entre esses jovens. A Companhia Urbana de Dança e seus dançarinos que vieram das periferias do Rio de Janeiro e a dança que cresceram e viveram foram as danças sociais e a dança de rua . Dançar o urbano , é isso que eles fazem de melhor . Hip Hop free style Popping Locking Bboying Metodologia: A rotina da oficina consiste em aquecimento, equilíbrio, percepção do espaço, deslocamentos, consciência corporal, técnicas de dança urbana e contemporânea se misturam a exercícios de resistência, condicionamento e alongamento, exercícios coletivos e em dupla. Criação de novas dinâmicas e sequências coreográficas. Locais: Comunidades , escolas ou o proprio teatro , arena ou lona Duração: 4 horas por dia Público-alvo: jovens e adultos Capacidade: 50 alunos em cada oficinaMetodologia de ensino: formação baseada em aulas de dança, mesas redondas e palestras durante os 5 dias em cada cidades.Material didático: vídeos, filmes, música.Conteúdos a serem ministrados: técnicas de dança contemporânea, de danças urbanas, danças sociais e montagem coreográfica.
Os teatros serão escolhidos levando em conta que sejam devidamente equipados com rampas de acesso, elevadores einstalações sanitária adequadas para atender `as necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários decadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo assim , ao disposto no art. 27,inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, daLei de 10741, de 1 de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20de dezembro de 1999.Conforme a instrução normativa IN/2017, Ofereceremos uma sessão a cada semana, intérprete de libras para os deficientesauditivos e audio de gravação para deficientes visuais narrando, cenário, falas e músicas do espetáculo, assim comoprivilegiar teatros que tenham rampa de acordo com as normas de acessibilidade, além de contar com recepcionistastreinados, com camisetas de destaque, para receber e atender a todos, tirando dúvidas e encaminhando-os à plateia comtratamento diferenciado.Acessibilidade em sítios de internet observando o art.47 da Norma ABNT NBR 1559:2008.
R: Aqui vai o Art.21 no qual vc vai responder copiando e colando apenas o(s) inciso(s)/medida(s) que vc vai cumprir. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar, além do previsto no inciso I, do art. 44, do Decreto 5.761, de 2006, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; ou IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pelo MinC. Seção III Da Realização das Ações Educativas Os espetaculos terao preços populares , o percentual destinado as instituicoes , ONGS , escolas estarao dentro do criterio vigente da Lei .Nosso publico alvo sao jovens entre 14 e 25 anos . Esperamos tocar os jovens moradores das perfiferias das cidades onde o projeto acontecerá . Essas açoes sao comuns nas atividades da Companhia e o retorno ée sempre positivo . Através deste projeto, a Companhia Urbana de Dança se propõe a planejar e ministrar oficinas com adolescentes de comunidades populares, alunos de escolas públicas e interessados em geral, de todas as idades, mas com foco no público jovem. A coordenação e supervisão geral é de Sonia Destri, coreógrafa, diretora e educadora e uma equipe de educadores , que realiza um trabalho de pesquisa e reconhecimento das raízes culturais brasileiras,de diálogo com as tendências contemporâneas da dança urbana e resgate da auto-estima. Esses jovens monitores e dançarinos com as experiências que possuem com oficinas de dança urbana para jovens da periferia no Brasil e no exterior, aliada a sua capacidade técnica e artística os credenciam para o trabalho. Democratização do acesso:Agimos pensando em : Aumentar a amplitude de público dos espetáculos de dança, garantindo o acesso do público local a espetáculos de dança de qualidade;- Cooperar para a sustentabilidade cultural ilustrando, através da dança, como construímos e cuidamos de nossas relações com os outros a curto e longo prazo, contribuindo para um mundo mais sustentável a todos os níveis sociais;- Valorizar a diversidade cultural, o pluralismo, assim como incentivem uma visão aberta de cultura, em que valores solidários, simbólicos, estejam ancorados em práticas dialógicas, participativas e sustentáveis;- Trabalhar para a formulação de parâmetros culturais;- Incrementar a cultura do humanismo com os preceitos da sustentabilidade;- Fortalecer o trabalho dos integrantes da Companhia, aprimorando seu vocabulário de movimentos e seus conhecimentos sobre o mundo da dança urbana contemporânea e outras técnicas;- Divulgar os resultados junto a um público amplo, para mostrar que qualidade, modernidade e sofisticação podem ser ingredientes perfeitamente compatíveis num trabalho que junta samba, hip hop, dança urbana e capoeira;- Apresentar os bailarinos da Companhia e os alunos das oficinas como protagonistas de sua própria transformação e referências para outros em condições semelhantes; Resultados esperados como objetivo : - Incrementar a cultura do humanismo com os preceitos da sustentabilidade;- Promover a gestão participativa, envolvendo comunidade, profissionais da área cultural e gestores públicos;- Garantir o amplo acesso aos espaços culturais existentes durante nossas atividades;- Fomentar a criação e a produção cultural nas comunidades, observando sempre o valor das tradições culturais populares;- Estabelecer acesso gratuito nos equipamentos e espaços culturais públicos durante nossos eventos;- Fortalecer o trabalho dos integrantes da Companhia, aprimorando seu vocabulário de movimentos e seus conhecimentos sobre o mundo da dança urbana contemporânea e outras técnicas; - Divulgar os resultados junto a um público amplo, para mostrar que qualidade, modernidade e sofisticação podem ser ingredientes perfeitamente compatíveis num trabalho que junta samba, hip hop, dança urbana e capoeira; - Apresentar os bailarinos da Companhia e os alunos das oficinas como protagonistas de sua própria transformação e referências para outros em condições semelhantes; - Fomentar valores e condutas que serão importantes para a vida destes jovens e dos que com eles compartilharem a experiência, tais como compromisso, engajamento, conhecimento de direitos e deveres (cidadania), disciplina de trabalho, espírito de grupo e solidariedade. - Realizar atividades culturais continuadas, gratuitas, que fomente a criação, a fruição, a difusão, a circulação e o consumo; - Pesquisar para as oficinas gratuitas: a troca constante de técnicas e olhares artísticos, sendo uma das bases de trabalho para uma companhia que valoriza o intercâmbio regional;
Companhia Urbana de Dança :Tiago Sousa|Miguel Fernandes|Andre Virgilio Jessica Nascimento|Rafael Balbino|Julio Rocha|Thiago Williams|Allan Wagner|Johnny Britto . A Companhia Urbana de Dança foi criada em 2004 por Tiago Sousa e Sonia Destri, e é dirigida por Sonia Destri Lie, experiente coreógrafa com bem sucedida carreira no Brasil e exterior. Realizando um trabalho minucioso de pesquisa das raízes culturais brasileiras, e colocando este material em diálogo com as tendências contemporâneas da dança urbana, a Companhia produz um trabalho cênico e coreográfico riquíssimo.Os espetáculos trazem as identidades de seus bailarinos, suas referências e atitudes, um sotaque carioca, brasileiro e afrodescendente, ao mesmo tempo traduzível ao mundo, inserindo-se, afirmativamente, no que há de mais contemporâneo em dança urbana. Colocam em destaque os talentos de jovens brasileiros negros e pobres na modernidade, numa postura afirmativa e pluralista.O trabalho da Companhia tem sido reconhecido no Brasil e no mundo: em 2006, estiveram na Bienal de Dança de Lyon e o sucesso neste evento gerou uma apresentação no Museu Quai Branly, em Paris e a volta à Bienal em 2008. Também participaram de importantes eventos de dança, como o Festival Internacional de Biarritz; Panorama de Dança; Festival de Campina Grande; Tangolomango; Festival Hoptimum; Festival de Suresnes e Festival Fall for Dance em Nova York entre outros. Sonia Destri Lie, junto com a Companhia, recebeu o Prêmio de Residência Artística do SESC 2008 e 2009 reafirmando o talento da equipe, assim como garantindo visibilidade e respeito no cenário da dança carioca. Participaram do Circuito SESC desde 2006, SESI SP e RJ; Festival de Inverno de 2008, 2009 e 2011, e temporadas na Caixa Cultural de Brasília e RJ. Premio FADA , Fomento a Cultura Carioca , Fomento Olimpico e fizeram 12 Residencias Artisticas em Universidades Norte Americanas . Respondem pela nova Abertura do Fantastico e se apresentaram no último mes no Teatro Municipal do Rj no Projeto Domingo R$ 1.00 . Sonia Destri - Diretora Artistica , Coreografa e Coordenadora de Produçao Em 40 anos de trabalho, a coreógrafa Sonia Destri Lie movimentou-se dentro e fora do Brasil. Com os pés cá, foi do balé ao jazz, da dança contemporânea ao trabalho em musicais de teatro, televisão e cinema, alinhando-se com mestres como Tatiana Leskova, Marly Tavares, Lennie Dale e assinando coreografia de projetos artísticos envolvendo Maurício Sherman, Xuxa, Marília Pêra e Lúcia Murat, para citar alguns. Com os pés lá, entre Europa e EUA, fez formação com Pina Bausch, Alvin Nikolais, Twyla Tharp.Foi na Alemanha que conheceu a pulsação atual de sua carreira, a dança urbana, que culminou com a formação da Companhia Urbana de Dança. Nos anos 1990, se mudou para lá a fim de lecionar na TanzHause e em várias escolas em Dusseldorf e Colônia nas técnicas de dança contemporânea, jazz e balé clássico e street jazz. Conheceu Marvin Smith e tornou-se colaboradora constante no curso de formação em hip hop na Reebok University, na Alemanha. Com Marvin assinou o vídeo "Banda do Exército da Alemanha dançando Hip hop", shows de moda para Diesel e Lewis e Projeto Videoclip que reunia 200 adolescentes por espetáculo. E junto com a Cia participou de todas as atividades da mesma desde :Em 2006 e 2008 participou dos festivais internacionais Biennale de La Danse de Lyon, Festival Hoptimum e Musée Quai Branly, Festival Biarritiz e Suresnes na França. Em 2008 estreou a peça Suíte Funk, no Espaço SESC, que foi considerado um dos dez melhores trabalhos da cena carioca naquele ano. Em 2009 fez o Circuito SESC, no Rio de Janeiro, Viagem Teatral, pelo SESI São Paulo e Festival Panorama de Dança.Em 2010 se apresentou no Peak Performannces e Jacobs Pillow Dance , nos Estados Unidos .Em 2011 recebeu o Prêmio de Montagem Cênica 2011-SEC RJ, Petrobrás e o Fundo de Apoio a Dança _Prefeitura do Rio. e teve sua trilha de ID: Entidades indicada ao Premio Bessies em Nova York.Em agosto de 2014, estreou NÊGO no Jacobs Pillow, Estados Unidos.Em 2014 realizou uma turnê nos EUA, que rendeu em mais 100 publicações e elogios no TimeOut, NYTimes, e ainda o convite para participar novamente do Jacobs Pillow 2014. Em 2015 fizeram a segunda temporada nos Estados Unidos e se apresentam também em Sao Paulo convidados da SMC SP. Na última passagem por Nova York , a Companhia levantou 6 mil espectadores no The New York City Center . Em 2016 , passou pelo Canadá , ( OTAWA , VANCOUVER ) Los Angeles , Miami , Boston , Portalnd , Burlington , Madson , além de 12 residências em Universidades Norte Americanas .Em 2009 e 2017 , participou do Circuito Viagem Cultural SESI em 14 teatros pelo interior de SP . https://oglobo.globo.com/rio/companhia-urbana-de-danca-da-periferia-ao-fantastico-21115455UN https://oglobo.globo.com/rio/jovens-de-areas-pobres-do-rio-integram-companhia-urbana-de-danca-21115407 Rodrigo Marçal – Trilha sonora/Rodrigo Marçal é produtor musical Coarte Assessoria e Administração de Empresas - Coordenaçao Administrativa Produções Culturais e Artísticas, elaboração, consultoria e prestação de contas de projetos em todas as leis de Incentivo à Cultura. Destri e Souza Produçoes Artisticas Ltdas - Nos ultimos 2 anos Responsável pela produçao s da Companhia durante a execução do Prêmio de Montagem Cênica dado pela Secretaria Estadual de Cultura e Petrobras a Companhia Urbana de Dança/2012 Resposável pela produção da Companhia durante o processo de Manutenção/FADA 2012/SMC Responsável pela produção dos espetáculos e oficinas durante o Prêmio de Fomento nas Lonas Culturais da Prefeitura do Rio de Janeiro .Responsável pela Temporada Norte Americana da Companhia/2014 Nova York, San Francisco, Washington DC, Tennesse, Minnesota, Miami e Montana, Responsável pela Tourne 2016 da Companhia Urbana de Dança,2 meses pelos Estados Unidos e Canadá, nas cidadades de Los Angeles, Miami, Madison, Vancouver, Ottawa, Bourlington, Portland, Hannover, Duhran, Boston. E produziu e coordenou todos os projetos desde 2012 como temporadas no SESC RIO , SESI SP , Fomento Olimpico , Viagem Teatral do SESI pelo interior de SP.Performance na Casa Omega.Tour SP 2019. 2020 , 2021 e 2022 : Circuito SESC SP e Rio . Temporadas em Nashiville , Miami e Sarasota Alem de Edital do SESC RIO Pulsar . Monica lima - Consultora Professora de História da África, do Programa de Pós-graduação em História Social (PPGHIS) e do Programa de Pós-graduação em Ensino de História (PPGEH) do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IH-UFRJ). Coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos(LEÁFRICA) no IH-UFRJ. Doutora em História Social pela Universidade Federal Fluminense(UFF), com tese em História da África e história dos africanos no Brasil. Tem longa experiência docente, atuando desde 1992 com ensino de história da África, da diáspora africana e dos africanos no Brasil, em cursos de graduação e pós-graduação. Realizou pesquisas em arquivos e centros de documentação na África, na Europa e no Brasil. Ministrou conferencias e publicou artigos, no Brasil e no exterior, sobre história da África, da diáspora africana e ensino de história da África e dos africanos no Brasil. Editora científica da área de Ciências Humanas da revista Ciência Hoje. Foi professora de História na Educação Básica na rede pública estadual do Rio de Janeiro e no Colégio de Aplicação da UFRJ(1984-2010), tendo ocupado nessa instituição cargos de direção na área de formação de professores. Coordenou a pesquisa na área de História e participou do grupo técnico que redigiu o dossiê de candidatura do Cais do Valongo a Patrimônio Mundial (2014-2017).
PROJETO ARQUIVADO.