Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2310307Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O Mar

COMPLEMENTAR PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 523,9 mil
Aprovado
R$ 523,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término
2026-02-01
Locais de realização (5)
Brasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto prevê a realização do espetáculo teatral "O Mar" em diferentes capitais brasileiras, além de palestras formativas.

Sinopse

Produto Espetáculo Teatral: Na trama, as palestinas Adila e sua neta Farida chegam ao escritório da advogada israelense Dania, que defende mulheres israelenses presas por levarem palestinas para conhecer o mar. A avó tem um pedido: sua neta quer conhecer o mar. Um acontecimento inesperado obriga as três a permanecerem juntas e a descobrirem possibilidades de relação.Fonte: Expedição CoMMúsica e Rádio Tucana. Produto Contrapartida Social: Ciclo de palestras: Nos Bastidores da Cena Serão Quatro encontros para discutir a produção teatral pela perspectiva de quem está “nos bastidores da cena”. Quatro encontros que proporão pontos de vistas distintos sobre o fazer teatral. Troca de experiências com intuito discutir problemas e soluções que estão postos na contemporaneidade do fazer teatral. Dar materialidade ao que o público não vê.

Objetivos

Objetivo Geral: A peça "O Mar" de Federico Roca nos coloca diante do conflito entre Israel e palestinos através do olhar feminino. As sutilezas nos gestos e palavras de três mulheres pairam sobre um território em disputa, um espaço fragmentado e controlado rigidamente. Apesar da localização específica do conflito _ onde acontece a trama, a peça em realidade aborda questões universais que necessitam urgentemente de reflexão e de discussão permanente entre os povos. Em uma época na qual a intolerância, a agressividade, o racismo e todos os preconceitos que conhecemos estão exacerbados, lançar um olhar sobre a alteridade, a empatia e o acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade social torna-se absolutamente fundamental. "O Mar" traz estas questões que precisam ser debatidas, através de uma construção dramatúrgica poética e isenta de partidarismo. Nosso objetivo é compartilhar estas questões com o público e promover debates e reflexões conjuntas, dando voz à resiliência feminina e à sororidade, territórios materiais e imateriais e à capacidade de escuta e aceitação mútua entre os povos, que muitas vezes apresentam diferenças significativas. Dentro do Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidadeartística e da diversidade; Objetivos Específicos: - Realizar 9 Apresentações em São Paulo/SP. - Realizar 6 Apresentações no Rio de Janeiro/RJ. - Realizar 3 Apresentações em Curitiba/PR. - Realizar 3 Belo Horizonte/MG. - Realizar 3 Brasília/DF. - Realizar 4 palestras formativas em São Paulo/SP.

Justificativa

A peça aborda temas como o amor, o respeito às diferenças, e como a prática da tolerância e a possibilidade de se colocar no lugar do outro, podem transformar toda uma realidade. Historicamente, a questão entre Israel e palestinos tem atravessado momentos de extrema tensão, apesar da tentativa de aproximação apresentada por aqueles que entendem que só o diálogo e o reconhecimento dos direitos de ambas as partes podem indicar alguma possibilidade de solução para a convivência entre povos irmãos. As mulheres israelenses nos mostram que através de atitudes firmes e amorosas é possível abrir uma brecha nesse muro de intolerância, brecha que permite às mulheres palestinas conhecer o mar, metáfora perfeita para a união entre o sonho e a determinação. Nosso país vive uma espécie de tormenta, e entendemos que a reflexão e possibilidade de transformação que este texto nos mostrou, é de extrema importância para o nosso momento atual, polarizado, com rachaduras e perda de perspectivas. Diante dessas considerações, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura,em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Ciclo de palestras: Nos Bastidores da Cena Serão Quatro encontros para discutir a produção teatral pela perspectiva de quem está “nos bastidores da cena”. Quatro encontros que proporão pontos de vistas distintos sobre o fazer teatral. Troca de experiências com intuito discutir problemas e soluções que estão postos na contemporaneidade do fazer teatral. Dar materialidade ao que o público não vê. Duração: 60 minutos cada palestra Capacidade: 200 pessoas em cada palestra, totalizando 800 pessoas atendidas Palestrantes: Gabi Gonçalves Gabi é produtora de ações culturais que movimentam um recorte específico do fazer poético-artístico hoje na cidade de São Paulo e em outros territórios ainda possíveis, ligada a Corpo Rastreado (www.corporastreado.com). Rafa Ferro Rafael Ferro é ator e produtor cultural. É produtor da Cia Os Crespos de Teatro e do Grupo Redimunho de Investigação Teatral. É também colaborador ativista da Ocupação 9 de Julho/MSTC. Romulo Avelar Possui graduação em Administração e atua como produtor e gestor cultural desde 1985. Estudou na Escola de Produção Cultural da Fundição Progresso do Rio de Janeiro, a primeira do gênero do Brasil Valdir Rivaben Ator formado pelo Teatro-Escola Macunaíma e em licenciatura em Teatro pela FAMOSP (Faculdade Mozarteum de São Paulo.

Acessibilidade

Produto:Espetáculo de Artes Cênicas: - Acessibilidade física:Todo o projeto será totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais : Haverá impressão de programa/material informativo impresso em braile, além de profissional capacitado para atender a esse público. - Acessibilidade para deficientes auditivos : As Apresentações contarão com intérprete em libras. Produto:Contrapartida Social Acessibilidade física:Os locais escolhidos para realização das palestras formativas serão totalmente acessível,será possível o acesso por meio de rampas, corrimãos, avisos e sinalizações de identificação, de tal modo que o amplo acesso de gestantes, idosos, cadeirantes e de pessoas com dificuldades de locomoção e de seus respectivos acompanhantes, sendo que, todos estes, ainda terão banheiros adaptados e o atendimento especializado. - Acessibilidade para deficientes visuais: Durante as ações haverá equipe especializada para orientação e direcionamento dos deficientes visuais. - Acessibilidade para deficientes auditivos: as ações contarão com tradução em libras.

Democratização do acesso

De acordo com o Art. 28 da IN nº 01/2023, iremos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Ficha Técnica: Texto: Federico Roca Direção: Fernando Nitsch Elenco: Bete Dorgam, Yael Pecarovich e Laura La Padula Direção de movimento: Marina Caron Cenografia: Marcio Macena Figurinos: Daniel Infantini Iluminação: Wagner Pinto Direção musical: Sonia Goussinsky Produção: Gustavo Sanna Currículos: Fernando Nitsch DIREÇÃO Ator, diretor, professor e dramaturgo. Formado pelo Teatro-escola e pós-graduado em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Possui uma sólida experiência nas áreas de atuação e direção teatral, bem como no campo audiovisual. Recentemente, dirigiu o espetáculo 'Saudade é uma brecha no vazio do tempo', escrito por Clóvys Tôrres, com o elenco composto por Daíse Amaral, Clóvys Tôrres e Roger Rodrigues. Além disso, assumiu a direção do monólogo 'Décio Pinto não é mole não', de Décio Pinto, em uma temporada realizada no Teatro Giostri Cultural, em São Paulo, durante março e abril de 2022. No campo audiovisual, participou da série 'Independências', escrita por Luís Alberto de Abreu e dirigida por Luiz Fernando Carvalho, trabalhando ao lado de um elenco renomado, incluindo Daniel Oliveira, Antônio Fagundes, Ilana Kaplan, Flavio Tolezani, Celso Frateschi, André Frateschi, Cássio Scapin, Maria Fernanda Cândido, Renato Borghi, Walderez de Barros e Cacá Carvalho. Nessa produção, interpretou o personagem Boaventura, que foi transmitida pela TV Cultura em setembro de 2022. Adicionalmente, atuou no espetáculo 'Bull', escrito por Mike Bartlett, com direção de Eduardo Muniz e Flávio Tolezani, e elenco composto por Bruno Guida, Flávio Tolezani e Cynthia Falabella. Essa peça foi encenada no Teatro Aliança Francesa durante a temporada de fevereiro e março de 2021. Em 2023, atuou no espetáculo “Gagarin Way – Mind the gap” de Gregory Burke com direção de Marco Antonio Rodrigues e realizou temporada na SP Escola de Teatro no mês de junho. Diretor artístico do tour da arena Corinthians e da visita guiada do estádio do Mineirão. Professor de roteiro e performance da Talklab. Vocalista da banda Neural. Marina Caron DIREÇÃO DE MOVIMENTO Autora de “Corpo, transborda” escrito no Mestrado Profissional do Célia Helena e publicado pela Summus em 2021. Mestra em Artes da Cena no Célia Helena Centro de Artes e Educação. Pós-graduação Lato Sensu em Corpo - Dança, Teatro e Performance pela mesma instituição em 2017. Especialista em Dança Contemporânea pela London Contemporary Dance School(LCDS) at The Place em Londres em 2003. Foi bolsista da CAPES, programa APARTES para fazer esse curso na Universidade de Kent. Fez graduação (Bacharelado e Licenciatura) em Dança na UNICAMP- Universidade Estadual de Campinas (1997). É professora de Expressão corporal no Teatro Escola Célia Helena (TECH) desde 2004 e atualmente integra a equipe de pós-graduação de Corpo do Célia Helena. Atuou como bailarina, criadora e diretora de dança junto ao Estúdio Nova Dança e a Cia.Oito Nova Dança de 1998 a 2011. É integrante do núcleo Arremesso de artes onde faz criações em dança e teatro desde 2008 até hoje. Faz preparação corporal para bailarinos e atores desde 2004. Tem formação em psicomotricidade no método Béziers e em massagem terapêutica. Sonia Goussinsky DIREÇÃO MUSICAL Sonia Goussinsky, cantora, professora e pesquisadora, graduou-se em Música pela UNESP. Pós-graduada em música antiga (na Guildhall School of Music and Drama de Londres), concluiu o mestrado (no Trinity College of Music de Londres) e cursou os Conservatórios de Marselha e de Aix-en-Provence. Recebeu o título de doutora em 2013 pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, publicando a pesquisa em seu livro Era uma vez uma voz: o cantar ídiche, memórias e registros no Brasil. Em 2018 concluiu a pós-graduação FIV- A (Formação Integrada em Voz Artística) pelo CEV (Centro de Estudos da Voz) em São Paulo. Leciona disciplinas práticas em voz no Conservatório Villa-Lobos (Fundação Instituto Tecnológico de Osasco). Integra também o corpo profissional do Musicalis Núcleo de Música em São Paulo. Na Escola Superior de Artes Célia Helena ministra aulas nas disciplinas de expressão musical, metodologia científica e voz, nos cursos de graduação e pós-graduação, onde também integra a equipe de professores orientadores do Mestrado Profissional em Artes da Cena, inclusive no Mestrado em Mediação Cultural realizado em parceria com o Itaú Cultural. Em projetos sociais, tem atuado também como regente de coral infantil, bem como ministrando aulas de musicalização para crianças, em entidades como a APAF. Como cantora tem se apresentado em formações musicais variadas, com música ídiche, música brasileira e música medieval, renascentista e barroca. Tem atuado como preparadora/diretora vocal e musical em diversos espetáculos teatrais do circuito paulistano. Bete Dorgam ATRIZ Bete Dorgam, atriz e professora na Escola de Arte Dramática (EAD-USP) e na Escola Superior de Artes Célia Helena. É doutora em Artes Cênicas pela ECA-USP e pesquisadora das máscaras de palhaço e bufão. Estudou com Cristiane Paoli Quito, diretora do espetáculo Quadri Matzi, que permaneceu oito anos em cartaz, além de Philippe Gaulier, Leris Colombaioni, Angela de Castro e outros formadores. Recebeu o prêmio Shell como melhor atriz em 2010 pelo espetáculo Casting, dirigido por Marco Antonio Rodrigues e o Qualidade Brasil como melhor atriz em comédia em 2014 pelo espetáculo Assim é se lhe parece, de L. Pirandello, dirigido por Marco Antonio Pâmio. É diretora de espetáculos como “Era uma vez um tirano”, de Ana Maria Machado (Grupo Prole, 2018), “Contos de Cinco Cantos” (Cia.Tranquila,2016), o teleteatro “Fellini sobre as águas” (Direções, TV Cultura) e Uma Escada para a Lua (Direções, TV Cultura), “O Chá de Alice” e “O amor das três laranjas” (Itaú Cultural). Protagonizou o filme “Chamada a cobrar”, direção de Anna Muylaert. Episódio “Dolores” da série As Canalhas (GNT), direção também de Anna Muylaert. Em teatro, os últimos trabalhos são: Maria da Escócia, de Fernando Bonassi, 2022. Vem buscar-me que ainda sou teu, 2019. A jornada às sombras verdes - estreia no Festival de Teatro de Copenhagem – Dinamarca, 2018 Solidão, 2016. Assim é se lhe parece, 2014. Prêmio Qualidade Brasil Melhor atriz em comédia Folias Galileu. 2013. O avental todo sujo de ovo, 2013 Il Viaggio, 2012. O Casamento Suspeitoso, 2011. Casting, 2010. Prêmio Shell de Melhor atriz. Yael Pecarovich ATRIZ Yael Pecarovich estudou canto popular com Consiglia Latorre na Universidade Livre de música Tom Jobim. Se formouh(se em Artes Clênicas no Teatro Escola Célia Helena. Trabalhou no teatro com diversos diretores como: Cacá Rosset, Nelson Baskerville, Heitor Goldflus, Wilma de Souza, Kleber Montanheiro, Gustavo Kurlat, Angela Dip, Dagoberto Feliz, Chico de Assis, Calixto Inhamus, Marcio Macena, Débora Dubois. Fez parte do Grupo de teatro paulista “Folias d’arte”. Atuou na novela “A pequena travessa” no SBT. Trabalhou em vários comerciais de TV. Participou de festivais, ganhando o prêmio de melhor atriz no festival de Guaçuí, e melhor cantora de MPB no festival ACESC de música. Faz parte do grupo musical "Cantrix" desde 2003. Em 2019 ficou em cartaz com os espetáculos “Hedda Gabbler”direção Marcio Macena e “Vem buscar-me que ainda sou teu” direção Renata Soffredini. Em 2020 fez apresentações online (edital da secretaria da cultura) da peça "O mar" de Federico Rocca. Em 2021 fez temporada on-line do monólogo “Graúna”, direção Glaucia da Fonseca e texto Luciana Bollina. Também durante a pandemia fez o musical infantil “Rock para menores” dirigido por Márcio Macena. Em 2022 fez temporada de “Sidney Magal o musical” no teatro Porto Seguro; texto Bruna Ramos e direção Débora Dubois. Em 2023 esteve em cartaz no teatro Arthur Azevedo com a peça “O mar” de Federico Roca com direção de Fernando Nitsch. Laura La Padula ATRIZ Formada pelo curso técnico (2011), bacharel em Artes Cênicas (2014) e pós-graduada em Interpretação com foco em Corpo, Dança e Performance (2017) e Interpretação para Teatro Musical (2016) pelo Célia Helena Centro de Artes e Educação. Foi apresentadora do programa Elas Transformam no HuffPost Brasil (2019). Como atriz, faz parte do elenco de "Dançamos Juntos no Carnaval das Gentes" (2022/23), da Cia. Zero8, peça dirigida por Paula Klein que celebrou os 100 anos da Semana de Arte Moderna; "Todas As Pétalas Que Chorei Por Você", de Thereza Andrada, dirigido por Renata Ricci (2021); "Vem Buscar-me que Ainda Sou Teu", de Carlos Alberto Soffredini, dirigida por Renata Soffredini (2019); "Andorra", de Max Frisch dirigida por Renato Borghi (2017); Durante o ano de 2022 atuou também como locutora na TV Cultura, na área de acessibilidade. Produziu o espetáculo "Décio Pinto Não É Mole Não" (2022), de Décio Pinto, dirigido por Fernando Nitsch. Como assistente de produção executiva, trabalhou nos espetáculos Festa dos Bárbaros da Cia. São Jorge de Variedades (2022), Cock (2021), Quebra-cabeça (2019) e 11 Selvagens (2017 e 2020) para Contorno Produções, e também para Alexandre Brazil em Insônia – Titus Macbeth (2019) e Lela&Cia (2019). Em janeiro e fevereiro de 2023 fez assistência de produção de cenografia do musical Wicked para o cenotécnico Jorge Ferreira Silva, que realizou temporada no Teatro Santander; Márcio Macena CENOGRAFIA Marcio Macena é artista plástico, cenógrafo e figurinista. Assinou o cenário dos seguintes espetáculos: O homem fal(H)o, Madame Blavatsky, Hedda Gabler, Rita Lee Mora ao Lado, Pedras Azuis, Rainha, Naufrágio, Poesia & Melodia, Vidros Arriados, Segundaokê, Fora do Tom, A Carruagem de Berenice e Alguém Pra Chamar de Seu (esses treze sob sua direção); Eu Não Sou Harvey, Dir: Michelle Ferreira; Valentin Valentinho, Dir: Marcelo Varzea; Okinosmov, Dir: Chris Belluomini; Tigrela, Dir: Lucas Sancho; Quase 40, Dir: Wagner Dávila; O som é assim - Paulo Tatit, Dir: Gustavo Kurlat; As Alegres Gulosas, Dir: Zé Renato; As 3 Que o Diabo Fez, Dir: Roney Facchini; As Cobras Voadoras, Dir: Denise Del Vecchio, entre outros. Daniel Infantini FIGURINOS Soma mais de 70 produções de figurinos em teatro adulto e infantil, cinema e tv, sendo as mais recentes produções em teatro, como: “Big Shoot”, direção Janaina Souadeu; “Krockships”, direção de Geraldo Rodrigues; “Desbotou”, Cia. da Revista; “Lady M”, direção de Bruno Guida; “Arqueólogos”, direção de Rafael Gomes; “Como todos os atos humanos”, direção de Rui Ricardo Dias; “In Extremis”, direção de Bruno Guida assim como “Ensaio sobre a Lucidez”, “O Julgamento Secreto de Joana D’arc“ e “Pequena Magdalena”, sob a direção de Fernando Nitsch. Vencedor do prêmio de "Melhor figurino" por três anos consecutivos no Prêmio Asesc (2011-2013) e no Festival de Limeira (2010). Ganhandor dos prêmios de "Melhor projeto de indumentária" e "Melhor figurino" no FENTEPIRA - Festival Nacional de Teatro de Piracicaba (2010 e 2007, respectivamente). Indicado três vezes como "Melhor Figurinista" ao Prêmio FEMSA Coca-Cola de Teatro Infantil (2007, duas vezes, e 2009) e indicado a "Melhor Figurino" no Prêmio Aplauso Brasil (2015) e Prêmio Governador do Estado (2018). Wagner Pinto ILUMINAÇÃO Assina seu primeiro trabalho, em 1984, para o espetáculo Imaculada, de Franco Scaglia, um solo com a atriz Yara Amaral. Participa das realizações iniciais do Grupo Tapa, nas montagens de Casa de Orestes e O Alienista. Em 1986, já faz assistência de luz para o diretor Gerald Thomas nas suas primeiras realizações no Brasil, assina outras em parceria com o diretor e participa como membro fundador da Cia de Ópera Seca. Entre 1988 e 1990, fez estágio no Teatro La MaMa e Metropolitan Ópera House, em Nova York, onde pesquisa e aprimora técnicas de iluminação de Ópera. Trabalha com a coreógrafa Carlota Portella e Milton Dobbin, no espetáculo Vacilou Dançou, no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. Ilumina Orlando, para Bia Lessa, em 1994. Neste mesmo ano, é vencedor do Prêmio Shell de Iluminação por Penteseléias, direção Daniela Thomas e Bete Coelho. Em 1997, assina o desenho de luz do espetáculo A Breve Interrupção do Fim, concepção de Gerald Thomas e Sueli Machado, com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Entre 1997 e 1998, cria as iluminações para a Companhia do Latão de Ensaio para Danton, Ensaio Sobre o Latão, Santa Joana dos Matadouros. Desde então, cria até hoje lindos quadros vivos através de suas pinturas com luz em inúmeros espetáculos. Em 2017, junta-se à Lighting Designer Arquitêtonica Carina Tavares e criam a A2 Lighting Design. Função Proponente no Projeto: A Complementar Produções Artisticas, produtora artística com foco em espetáculos circenses fundada em 2011 será a responsável pela adminstração e gestão do projeto, acompanhando todas as etapas referentes ao projeto. Será responsável pela contratação da equipe envolvida para criação dos espetáculos e devidas prestações de serviço. A produtora também fará a produção do projeto, e receberá recursos das rubricas de produção e administração.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.