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PRONAC 2310310Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

"Conte até cinco antes de clicar no seu Smartphone !" EXPOSIÇÃO

DANIEL ALEJANDRO RUBIO 22294235843
Solicitado
R$ 415,2 mil
Aprovado
R$ 415,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-20
Término

Resumo

Uma exposição lúdica e educativa procura através fotografia analógica e analise das mensagens nas redes sociais refletir sobre a percepção sensorial das mensagens que recebemos e como isso afeta nossa visão do mundo. Por meio de uma analogia entre a fotografia analógicae as imagens no mundo digital esta exposição busca explorar a forma como percebemos o mundo em tempos de redes sociais e refletir, algoritmos, distração e superinformação midiatica. Esta expocição educativa que usa fotografias, textos, videos, e oficina pratica de fotografia analógica. Ao vivenciar na prática da fotografia analógica como metodologia para e refletir sobre as escolhas de imagens que consumimos, esperamos que os visitantes desenvolvam um olhar mais crítico e consciente sobre o mundo digital que muitas veces molda e influência a percepção do mundo que nos rodeia "CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…" provoca reflexião.

Sinopse

Uma exposição artistica, lúdica e educativa que procura através fotografia analógica e analise das mensagens nas redes sociais refletir sobre a percepção sensorial das mensagens que recebemos e como isso afeta nossa visão do mundo. Por meio de uma analogia entre a fotografia analógicae as imagens no mundo digital esta exposição busca explorar a forma como percebemos o mundo em tempos de redes sociais e refletir sobre algoritmos, distração e superinformação midiatica. Esta expocição Artistica/Educativa usa fotografias, textos, videos, e oficina pratica de fotografia analógica. Ao vivenciar na prática da fotografia analógica como metodologia para e refletir sobre as escolhas de imagens que consumimos, esperamos que os visitantes desenvolvam um olhar crítico e consciente sobre o mundo digital que muitas veces molda e influência a percepção do mundo que nos rodeia “CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…” provoca reflexião. É ESSENCIAL SERMOS INTENCIONAIS ACERCA DA INFORMAÇÃO QUE CONSUMIMOS E ESTARMOS ATENTOS ÀS FONTES E ÀS PERSPECTIVAS QUE MOLDAM A NOSSA COMPREENSÃO DO MUNDO. Num mundo de informações e distrações sem fim pode ser um desafio manter-se a par de tudo o que acontece. Somos bombardeados com notícias, atualizações nas redes sociais, memes, e-mails e muito mais, na tentativa de atrair a nossa atenção. Nesta situação muitas vezes nos encontramos inconscientemente escolhendo o que prestamos atenção e o que ignoramos. É IMPORTANTE ESTAR CONSCIENTE DA INFLUÊNCIA QUE ESSES PROCESSOS EXERCEM EM NOSSA VISÃO DO MUNDO E DESENVOLVER UMA ABORDAGEM CRÍTICA AO INTERPRETAR E COMPARTILHAR INFORMAÇÕES NAS REDES SOCIAIS Exposição Ludico educativa duração 4 semanas 3 Modulos interativos- 2 exposiçoes fotograficas - exposição 1: " O geito que percibemos o mundo Exposição 2: "Olhares" 1 exibição de vídeos - cinco vídeos que representam mundos paralelos 8 oficinas de fotografia analógica 6 monitores que impartem informações 8 horas diárias durante as 4 semanas de apresentação da exposição. 1 video de 40 minutos que descreve todo o processo de reflexão generado na exposição a publicar na pagina web do projeto e nas redes sociais 30 videos curtos- que descreve todo o processo de refleção generado na exposição destinado para redes sociais e pagina web do projeto. visita de 8 turmas de escolas publicas Cartilha informativa do processo de refleção do conteudo principal da exposição.

Objetivos

Objetivo Principal: Ao vivenciar na prática a fotografia analógica como metodologia para e refletir sobre as escolhas de imagens que consumimos, esperamos que os visitantes desenvolvam um olhar crítico e consciente sobre o mundo digital que muitas veces molda e influência a percepção do mundo que nos rodeia "CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…" provoca reflexião. Objetivos Especificos: MODULO 1 - A MENSAGEM INFORMAÇAO sobre como processamos as Imagens analógicas e as Imagens Digitais Exposição de fotografia e textos informativo sobre como somos s expostos a superinformação e como esto influencia nossa visão de mundo. Neste módulo, apresentaremos textos e fotografias explicando o momento do "click" tanto na fotografia analógica quanto como funciona nosso cérebro na percepção do mundo que recebemos através das redes sociais. Serão abordados temas como a influência das redes sociais na construção da nossa visão de mundo e como a imagem latente na fotografia analógica se relaciona com a percepção sensorial e compreenção das imagens e o processo de observação e compreenção das mensagens digitais. MODULO 2 - A PRÁTICA - A Compreenção Sensorial ESPAÇO LÚDICO EXPOSIÇÃO DE FOTOS "OLHARES" E OFICINA DE FOTOGRAFIA ANALOGICA Neste módulo, os visitantes terão a oportunidade de vivenciar a prática da fotografia analógica. Disponibilizaremos máquinas fotográficas analógicas, um quarto obscuro para revelação de filmes e ampliação das imagens. Os visitantes serão convidados a interagir, participar de oficinas e compartilhar suas fotografias. Além disso, uma mostra fotográfica será exibida, com imagens que transmitam conteúdo sensorial humanitário e civilizatório. MÓDULO 3: A Escolha: o processo de escolha no momento do clicar. A Construção do Olhar e a escolha - Exibição de Videos - interativa - O processo de escolha, onde clicar? Neste módulo, enfatizaremos que a construção do nosso olhar depende de nós mesmos. Os visitantes serão convidados a escolher uma entre cinco fotos nitidamente sugestivas exibidas em um telão. ativando um vídeo impactante de 6 minutos relacionado à imagem selecionada. Em seguida, serão convidados a olhar as outras fotos, se desejarem, e se surpreenderão com as diferentes realidades que cada escolha revela. Essa dinâmica visa ressaltar que ao clicar, construímos nossa visão do mundo, incentivando o público a refletir antes de compartilhar conteúdos nas redes sociais. ao sais do modulo 3 os visitantes seráo convidados a gravar em video um depoimentos com as reflexoes motivadas pela exposisão.

Justificativa

É ESSENCIAL SERMOS INTENCIONAIS ACERCA DA INFORMAÇÃO QUE CONSUMIMOS E ESTARMOS ATENTOS ÀS FONTES E ÀS PERSPECTIVAS QUE MOLDAM A NOSSA COMPREENSÃO DO MUNDO. um mundo de informações e distrações sem fimpode ser um desafio manter-se a par de tudo o que acontece. Somos bombardeados com notícias, atualizações nas redes sociais, memes, e-mails e muito mais, na tentativa de atrair a nossa atenção. Nesta situação muitas vezes nos encontramos inconscientemente escolhendo o que prestamos atenção e o que ignoramos. É IMPORTANTE ESTAR CONSCIENTE DA INFLUÊNCIA QUE ESSES PROCESSOS EXERCEM EM NOSSA VISÃO DO MUNDO E DESENVOLVER UMA ABORDAGEM CRÍTICA AO INTERPRETAR E COMPARTILHAR INFORMAÇÕES NAS REDES SOCIAIS Como a Superinformação afeta nosso cerebro: #1 - FORÇAR-NOS A FAZER MULTITAREFAS A capacidade dos nossos cérebros para processar informação é espantosa: biliões de neurónios têm triliões de "conversas" entre si, activando grandes redes dos nossos cérebros para navegar nas exigências da vida. No entanto, os recursos do nosso cérebro são limitados: somos criaturas altamente distractivas e a qualidade da nossa atenção pode ser facilmente comprometida. As redes sociais inspiram esta multitarefa, que afecta o nosso controlo cognitivo, as nossas emoções e, em última análise, o nosso cérebro. Estas plataformas mantêm-nos continuamente envolvidos, desencadeando comportamentos repetitivos e automatizados e enfraquecendo a activação das regiões de controlo cognitivo pré-frontal do nosso cérebro. #2 - ARMANDO O MEDO E A ANSIEDADE Duas décadas atrás, os pesquisadores escreveram um artigo influente onde concluíram: o mal é mais forte do que o bem. A informação negativa atrai mais atenção e molda a emoção e o comportamento de forma mais poderosa do que a informação positiva. Os nossos cérebros processam a informação de valor negativo - especialmente os estímulos relacionados com o medo - de forma mais rápida e completa do que processam a informação positiva. Na busca da sobrevivência, a perda potencial envolvida numa experiência singular de ameaça supera o ganho envolvido numa experiência singular de prazer. Não é surpreendente que os conteúdos das redes sociais que geram medo, raiva e repulsa se espalhem muito mais rapidamente do que os conteúdos positivos. O medo e a indignação tornam-se a norma e podem corroer o nosso sentido de bondade e de humanidade partilhada. #3 - INCENTIVANDO A COMPARAÇÃO SOCIAL CONSTANTE Como animais sociais, avaliamos naturalmente o nosso próprio valor comparando-nos com os outros, nosso cérebro dá prioridade à informação sobre nós próprios. A auto-estima envolve um processo contínuo de afirmação de nós próprios e de luta contra as ameaças ao nosso valor. Comparações conduzem mais frequentemente a emoções negativas: inveja, vergonha, ansiedade ou presunção. As redes sociais aumentam drasticamente o âmbito e os riscos das nossas comparações. Inundam-nos com imagens altamente selecionadas que apresentam pessoas em momentos selecionados, mostrando apenas o que querem que vejamos. Os nossos "gostos" - que ativam poderosos circuitos de recompensa no cérebro - tornam-se um comentário sobre a parte mais profunda de nós próprios. Esta é uma receita para a comparação compulsiva, a autodúvida e o melodrama egocêntrico. ‍‍ #4 - DIZENDO-NOS O QUE QUEREMOS ACREDITAR Os nossos cérebros são extremamente sensíveis à exclusão social. A rejeição social dói da mesma forma que a dor física pode doer. Consequentemente, sentimos uma forte pressão para nos conformarmos. Os algoritmos de software aprendem sobre as nossas preferências, personalizando e selecionando a informação que recebemos. Nas nossas bolhas online, desviarmo-nos da linha do partido acarreta sérios riscos sociais. Celebramos a informação de apoio e rejeitamos a informação contraditória, um fenómeno conhecido como "viés de confirmação". Quando os algoritmos nos dizem aquilo em que queremos acreditar, ficamos mais polarizados e perdemos a noção de que somos um grupo social coeso com um entendimento comum Essa dinâmica visa ressaltar que ao clicar, construímos nossa visão do mundo, incentivando o público a refletir antes de compartilhar conteúdos nas redes sociais. É ESSENCIAL SERMOS INTENCIONAIS ACERCA DA INFORMAÇÃO QUE CONSUMIMOS E ESTARMOS ATENTOS ÀS FONTES E ÀS PERSPECTIVAS QUE MOLDAM A NOSSA COMPREENSÃO DO MUNDO. "CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…" provoca reflexião.

Especificação técnica

Exposição Ludico educativa de Eduçãção Midiatica. PARE...! “CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SEU SMARTPHONE /. ”EXPOSIÇÃO/ ESPAÇO MULTIMÍDIA Duração: 4 semanas PROJETO PEDAGOGICO LEMBRA DA FOTOGRAFIA ANALÓGICA? Esta exposição lúdica e educativa procura através fotografia analógica refletir sobre a percepção sensorial das mensagens que recebemos através das redes sociais e como isso afeta nossa visão do mundo. Por meio da analogia com a fotografia analógica. A exposição busca explorar a forma como percebemos o mundo virtualmente. É essencial sermos intencionais acerca da informação que consumimos e estarmos atentos às fontes e às perspectivas que moldam a nossa compreensão do mundo. Compartilhamento da Mensagem: a cópia em papel na Fotografia analógica permite que a imagem seja compartilhada com outros, transmitindo sua mensagem. somos influenciados pelas percepções e visões de mundo dos outros.nas redes sociais, compartilhamos as mensagens que recebemos, influenciando e somos influenciados pelas percepções e visões de mundo dos outros. No processo analogico manipulamos uma imagem por vez Nas Redes nosso celebro esta exposto a milhares de imagens em um curto espaço de tempo. O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA IMAGEM NA FOTOGRAFIA ANALÓGICA/ a observação no momento do clic/ O que é a imagem latente/ o processo mental da escola da imagem do o que quero fotografar/ o processo químico/ o revelado da película e o compartilhamento da mensagem “ a copia em papel. O processo da construção da imagem na fotografia analógica envolve várias etapas. Tudo começa com a observação cuidadosa do fotógrafo no momento do clique. Nesse momento, o fotógrafo decide o que quer fotografar, selecionando a cena, a composição, a perspectiva e outros elementos visuais que deseja capturar. Após essa observação, o fotógrafo dispara o obturador da câmera, permitindo que a luz entre pela lente e atinja o filme fotográfico. O filme é composto por camadas sensíveis à luz, que contêm grãos de prata. Quando a luz incide sobre esses grãos de prata, eles sofrem uma reação química que cria uma imagem latente no filme. A imagem latente é a percepção do registro da luz no filme antes de ser revelada. Ela não é visível a olho nu, mas está presente como uma impressão química na emulsão sensível do filme. Após a captura da imagem latente, o próximo passo é o processo químico de revelação. O filme é imerso em produtos químicos específicos, como revelador, que reagem com os grãos de prata expostos, transformando-os em prata metálica. Essa reação química faz com que a imagem latente se torne visível no filme, revelando todos os detalhes da cena capturada. Uma vez que o filme tenha sido revelado e a imagem esteja visível, é possível fazer uma cópia em papel por meio de um processo chamado ampliação. Isso envolve a projeção da imagem do negativo do filme em um papel fotossensível e a posterior revelação desse papel. Dessa forma, é criada uma cópia física da fotografia, permitindo que a imagem seja apreciada e compartilhada de maneira tangível. O compartilhamento da mensagem da imagem, seja por meio da cópia em papel ou de outras formas de reprodução, permite que a fotografia seja apreciada e transmita sua mensagem ao espectador. Cada cópia em papel é única, carregando a intenção do fotógrafo e a interpretação pessoal da cena capturada. É através dessa cópia em papel que a imagem fotográfica pode ser exibida, compartilhada e preservada ao longo do tempo, transmitindo suas emoções, histórias e significados para o público. O PROCESSO CEREBRAL DA MENSAGEM E A COSNTRUÇÃO DA REALIDADE NAS SOCIAIS E INTERNET: Como funciona nosso cerebro nas redes sociais E INTERNET: #1 - FAZER COM QUE O TRIVIAL PAREÇA URGENTEUma vez que a nossa atenção é um recurso limitado, o nosso cérebro precisa de determinar, a cada momento, o que é importante, somos alertados para ameaças e oportunidades. Funcionando como uma espécie de disjuntor, e assinala quando o cérebro deve direccionar os seus recursos para uma nova fonte externa. As notificações (vibrações, pontos vermelhos, luzes intermitentes, banners) activam constantemente nossa atenção, enganando-nos efectivamente de que algo novo mas trivial é urgente na maioria das vezes, as notificações das redes sociais funcionam como falsos alarmes, comprometendo nossa capacidade de atender ao que é importante. ‍‍‍‍ Incentivando a busca sem realização #2 - ENCORAJANDO A BUSCA SEM REALIZAÇÃOQueremos coisas e, quando as obtemos, gostamos delas. A sensação de querer algo pode ser tão forte que, mesmo quando encontramos o que queremos, não ficamos muito satisfeitos. Por vezes, as redes de desejo do cérebro tornam-se hipersensíveis e ficamos viciados: ciclos intermináveis de procura. Na dependência, o que queremos fica dissociado do que gostamos. A tecnologia capitaliza muitas vezes a potência do desejo, proporcionando infinitas possibilidades de procura, mas poucas experiências que saciem. Podemos encontrar um prazer fugaz, mas nenhuma satisfação duradoura. Resultado: continuamos a clicar e a percorrer o ecrã, consumindo conteúdos sem pensar. Forçar-nos a fazer multitarefas‍#3 - FORÇAR-NOS A FAZER MULTITAREFASA capacidade dos nossos cérebros para processar informação é espantosa: biliões de neurónios têm triliões de "conversas" entre si. No entanto, os recursos do nosso cérebro são limitados: somos criaturas altamente distractivas e a qualidade da nossa atenção pode ser facilmente comprometida. E os pensamentos sobre a tarefa anterior interferem com a atenção plena na tarefa actual. As redes sociais inspiram esta multitarefa, que afecta o nosso controlo cognitivo, as nossas emoções e, em última análise, o nosso cérebro. Estas plataformas mantêm-nos continuamente envolvidos, desencadeando comportamentos repetitivos e automatizados e enfraquecendo a activação das regiões de controlo cognitivo pré-frontal do nosso cérebro. Armação do medo e da ansiedade‍#4 - ARMANDO O MEDO E A ANSIEDADE A informação negativa atrai mais atenção e molda a emoção e o comportamento de forma mais poderosa do que a informação positiva. Não é surpreendente que os conteúdos das redes sociais que geram medo, raiva e repulsa se espalhem muito mais rapidamente do que os conteúdos positivos. Ficamos a marinar nesta negatividade, o que estimula um maior envolvimento. O medo e a indignação tornam-se a norma e podem corroer o nosso sentido de bondade e de humanidade partilhada. ‍‍ Encorajando a comparação social constante#5 - INCENTIVANDO A COMPARAÇÃO SOCIAL CONSTANTEComo animais sociais, avaliamos naturalmente o nosso próprio valor comparando-nos com os outros. A auto-estima envolve um processo contínuo de afirmação de nós próprios e de luta contra as ameaças ao nosso valor, mas as comparações conduzem mais frequentemente a emoções negativas: inveja, vergonha, ansiedade ou presunção. As redes sociais aumentam drasticamente o âmbito e os riscos das nossas comparações. Inundam-nos com imagens altamente seleccionadas que apresentam pessoas em momentos seleccionados, mostrando apenas o que querem que vejamos. Dizendo-nos o que queremos acreditar‍#6 - DIZENDO-NOS O QUE QUEREMOS ACREDITAR Os algoritmos de software aprendem sobre as nossas preferências, personalizando e seleccionando a informação que recebemos. Nas nossas bolhas online, desviarmo-nos da linha do partido acarreta sérios riscos sociais.. Levada ao extremo, a nossa sociedade dá por si a subscrever diferentes versões da realidade. Quando os algoritmos nos dizem aquilo em que queremos acreditar, ficamos mais polarizados e perdemos a noção de que somos um grupo social coeso com um entendimento comum.

Acessibilidade

No aspecto da acessibilidade de conteúdo do projeto, fotografias, textos e videos e material de divulgação, incluindo o marketing digital do projeto, serão editados com interprete de libras e legendas autodescritivas para surdos e ensurdecidos com narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. A questão da acessibilidade física no que tange às ações de contrapartida sociais, cartilha e oficina educativa em escola pública , irão acontecer em espaços qualificados com banheiros e rampas de acesso para portadores de deficiencias ou limitações físicas e será firmada parceira com a Secretaria de educação para disponibilização de transporte para garantir a ampla divulgação e acesso dos moradores da cidade .

Democratização do acesso

Aparte da exposição fisica todo material produzido será disponibilizado na pagina web do projeto e suas redes sociais e tera distribuição em formato de video para ser disponibilizada pelo canal YOUTUBE do projeto, plataforma aberta, onde é possível registrar e quantificar os acessos e visualizações, ampliando significativamente a democratização do acesso, será construida uma pagina web exclusiva para o projeto contendo todos o material: fotos ,textos, vídeos e links para pesquisa. A divulgação das ações e produtos culturais do projeto se dará através de redes sociais no facebook, Instagram , twitter e LinkedIn . As ações de contrapartida social contemplam 04 visitas á exposição/rodas de conversa em 08 turmas escolas pública de ensino fundamental. A equipe técnica do projeto irá oportunizar ,via parceria com a secretaria de educação, o acesso dos moradores da região do evento ampliando o público alvo beneficiado diretamente. Uma oficina e rodas de conversa serão filmadas e disponibilizadas no site do projeto e pelo canal YOUTUBE ,Pagina web e redes sociais do projeto onde terão conteúdo aberto e gratuidade de acesso garantida a qualquer um com conexão com internet.

Ficha técnica

Daniel A. Rubio - Coordenador do Projeto Moyra Madeira- Fotografa e Coordenador de Oficina de Fotografia AnalógicaMultiartista, graduada em Filosofia e pós-graduada em Arte-Educação, atua em criações transversais envolvendo vida, performance, fotografia, vídeo, designer e educação. A trama das diferentes linguagens atravessa sua existência e também seus trabalhos.Atualmente arte-educadora da Fábrica de Cultura SP, também participa do coletivo Arte Analógica, atuando com oficinas e ateliês de escrita e fotografia. Integrou o grupo de performance e intervenção urbana Desvio Coletivo em “CEGOS”(2012). Co-criou o “DISPOSITOVO EM MOVIMENTO” que fez residência no campus UNESP-SP e participou de duas edições da Virada Educação (2014/2015). Fez a arte fotográfica dos discos “DARDO”- JulliPop (2017) e “CADA QUAL SEU NATURAL”- Marcos da Feira (2018); a direção de fotografia dos videoclipes “A DOR” (2018) e “ADEUS MONOMANIA” (2020) - JulliPop. O making of dos curta metragens “PROJETO VIDEO ARTE-2 o episódio” (2018) e “VERMELHO PROFUNDO” (2019) de Ricardo Corssetti; da “II MOVEDIÇA:MOSTRA DE PERFORMANCE”(2018) e do projeto musical “CASA BAGUNÇADA”(2020/2021). Realizou o designer gráfico da peça de teatro “BELTRÃO” contemplada pela 14 a edição do prêmio Zé Renato para a Cidade de São Paulo (2022). Teve sua live performance "CRIA ÇÃO" selecionada pelo FORA DALI e exibida no CCJF (2022); e fez parte da exposição coletiva Matriz Analógica que integrou o Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco com a série de fotografias analógicas da Amazônia "À Margem" (2022). Gaby- Oficineira Carol - Oficineira Karla da Costa corrdenadora do projeto Fotografico Como Diretora de Fotografia e Operadora de Câmera venho realizando projetos em segmentosvariados. Documentário: BIXA TRAVESTY, TRÊS JÓIAS, O PONTO FIRME. Curta metragemdocumentário: CLANDESTINAS, AYURVEDA A CURA POSSÍVEL, NOSSO AMOR VAIEMBORA, A VERDADEIRA HISTÓRIA DO BECO DO BATMAN. Vídeo Performance:FRAGMENTOS FONÉTICOS DE UM (SI), PELE, A MEMORY WICH CAN ALWAYS BEFISHED. Série documental: CAUSANDO NA RUA, 2° temporada; TRAVESSIA. Campanhapublicitária: LEVI’S BRASIL 2019: I SHAPE MY WORLD. Como diretora e montadora realizou oCurta Documentário CONVERSAS ENTRE ELAS. Membra do DAFB, Coletivo de Mulheres ePessoas Transgênero do Departamento de Cinematografia do Brasil. Coopero com o ColetivoConviva Diferente dando aulas de português para pessoas imigrantes e refugiadas utilizandorecursos da fotografia e do cinema. Dú Caçador - Redação e Conteudo Marcela Couto Redes Sociais Daniel A. Rubio coordenador do projeto de Vídeo Gabriela Caçador coordenadora de Monitores.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-03-20
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo