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Uma exposição lúdica e educativa procura através fotografia analógica e analise das mensagens nas redes sociais refletir sobre a percepção sensorial das mensagens que recebemos e como isso afeta nossa visão do mundo. Por meio de uma analogia entre a fotografia analógicae as imagens no mundo digital esta exposição busca explorar a forma como percebemos o mundo em tempos de redes sociais e refletir, algoritmos, distração e superinformação midiatica. Esta expocição educativa que usa fotografias, textos, videos, e oficina pratica de fotografia analógica. Ao vivenciar na prática da fotografia analógica como metodologia para e refletir sobre as escolhas de imagens que consumimos, esperamos que os visitantes desenvolvam um olhar mais crítico e consciente sobre o mundo digital que muitas veces molda e influência a percepção do mundo que nos rodeia "CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…" provoca reflexião.
Uma exposição artistica, lúdica e educativa que procura através fotografia analógica e analise das mensagens nas redes sociais refletir sobre a percepção sensorial das mensagens que recebemos e como isso afeta nossa visão do mundo. Por meio de uma analogia entre a fotografia analógicae as imagens no mundo digital esta exposição busca explorar a forma como percebemos o mundo em tempos de redes sociais e refletir sobre algoritmos, distração e superinformação midiatica. Esta expocição Artistica/Educativa usa fotografias, textos, videos, e oficina pratica de fotografia analógica. Ao vivenciar na prática da fotografia analógica como metodologia para e refletir sobre as escolhas de imagens que consumimos, esperamos que os visitantes desenvolvam um olhar crítico e consciente sobre o mundo digital que muitas veces molda e influência a percepção do mundo que nos rodeia “CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…” provoca reflexião. É ESSENCIAL SERMOS INTENCIONAIS ACERCA DA INFORMAÇÃO QUE CONSUMIMOS E ESTARMOS ATENTOS ÀS FONTES E ÀS PERSPECTIVAS QUE MOLDAM A NOSSA COMPREENSÃO DO MUNDO. Num mundo de informações e distrações sem fim pode ser um desafio manter-se a par de tudo o que acontece. Somos bombardeados com notícias, atualizações nas redes sociais, memes, e-mails e muito mais, na tentativa de atrair a nossa atenção. Nesta situação muitas vezes nos encontramos inconscientemente escolhendo o que prestamos atenção e o que ignoramos. É IMPORTANTE ESTAR CONSCIENTE DA INFLUÊNCIA QUE ESSES PROCESSOS EXERCEM EM NOSSA VISÃO DO MUNDO E DESENVOLVER UMA ABORDAGEM CRÍTICA AO INTERPRETAR E COMPARTILHAR INFORMAÇÕES NAS REDES SOCIAIS Exposição Ludico educativa duração 4 semanas 3 Modulos interativos- 2 exposiçoes fotograficas - exposição 1: " O geito que percibemos o mundo Exposição 2: "Olhares" 1 exibição de vídeos - cinco vídeos que representam mundos paralelos 8 oficinas de fotografia analógica 6 monitores que impartem informações 8 horas diárias durante as 4 semanas de apresentação da exposição. 1 video de 40 minutos que descreve todo o processo de reflexão generado na exposição a publicar na pagina web do projeto e nas redes sociais 30 videos curtos- que descreve todo o processo de refleção generado na exposição destinado para redes sociais e pagina web do projeto. visita de 8 turmas de escolas publicas Cartilha informativa do processo de refleção do conteudo principal da exposição.
Objetivo Principal: Ao vivenciar na prática a fotografia analógica como metodologia para e refletir sobre as escolhas de imagens que consumimos, esperamos que os visitantes desenvolvam um olhar crítico e consciente sobre o mundo digital que muitas veces molda e influência a percepção do mundo que nos rodeia "CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…" provoca reflexião. Objetivos Especificos: MODULO 1 - A MENSAGEM INFORMAÇAO sobre como processamos as Imagens analógicas e as Imagens Digitais Exposição de fotografia e textos informativo sobre como somos s expostos a superinformação e como esto influencia nossa visão de mundo. Neste módulo, apresentaremos textos e fotografias explicando o momento do "click" tanto na fotografia analógica quanto como funciona nosso cérebro na percepção do mundo que recebemos através das redes sociais. Serão abordados temas como a influência das redes sociais na construção da nossa visão de mundo e como a imagem latente na fotografia analógica se relaciona com a percepção sensorial e compreenção das imagens e o processo de observação e compreenção das mensagens digitais. MODULO 2 - A PRÁTICA - A Compreenção Sensorial ESPAÇO LÚDICO EXPOSIÇÃO DE FOTOS "OLHARES" E OFICINA DE FOTOGRAFIA ANALOGICA Neste módulo, os visitantes terão a oportunidade de vivenciar a prática da fotografia analógica. Disponibilizaremos máquinas fotográficas analógicas, um quarto obscuro para revelação de filmes e ampliação das imagens. Os visitantes serão convidados a interagir, participar de oficinas e compartilhar suas fotografias. Além disso, uma mostra fotográfica será exibida, com imagens que transmitam conteúdo sensorial humanitário e civilizatório. MÓDULO 3: A Escolha: o processo de escolha no momento do clicar. A Construção do Olhar e a escolha - Exibição de Videos - interativa - O processo de escolha, onde clicar? Neste módulo, enfatizaremos que a construção do nosso olhar depende de nós mesmos. Os visitantes serão convidados a escolher uma entre cinco fotos nitidamente sugestivas exibidas em um telão. ativando um vídeo impactante de 6 minutos relacionado à imagem selecionada. Em seguida, serão convidados a olhar as outras fotos, se desejarem, e se surpreenderão com as diferentes realidades que cada escolha revela. Essa dinâmica visa ressaltar que ao clicar, construímos nossa visão do mundo, incentivando o público a refletir antes de compartilhar conteúdos nas redes sociais. ao sais do modulo 3 os visitantes seráo convidados a gravar em video um depoimentos com as reflexoes motivadas pela exposisão.
É ESSENCIAL SERMOS INTENCIONAIS ACERCA DA INFORMAÇÃO QUE CONSUMIMOS E ESTARMOS ATENTOS ÀS FONTES E ÀS PERSPECTIVAS QUE MOLDAM A NOSSA COMPREENSÃO DO MUNDO. um mundo de informações e distrações sem fimpode ser um desafio manter-se a par de tudo o que acontece. Somos bombardeados com notícias, atualizações nas redes sociais, memes, e-mails e muito mais, na tentativa de atrair a nossa atenção. Nesta situação muitas vezes nos encontramos inconscientemente escolhendo o que prestamos atenção e o que ignoramos. É IMPORTANTE ESTAR CONSCIENTE DA INFLUÊNCIA QUE ESSES PROCESSOS EXERCEM EM NOSSA VISÃO DO MUNDO E DESENVOLVER UMA ABORDAGEM CRÍTICA AO INTERPRETAR E COMPARTILHAR INFORMAÇÕES NAS REDES SOCIAIS Como a Superinformação afeta nosso cerebro: #1 - FORÇAR-NOS A FAZER MULTITAREFAS A capacidade dos nossos cérebros para processar informação é espantosa: biliões de neurónios têm triliões de "conversas" entre si, activando grandes redes dos nossos cérebros para navegar nas exigências da vida. No entanto, os recursos do nosso cérebro são limitados: somos criaturas altamente distractivas e a qualidade da nossa atenção pode ser facilmente comprometida. As redes sociais inspiram esta multitarefa, que afecta o nosso controlo cognitivo, as nossas emoções e, em última análise, o nosso cérebro. Estas plataformas mantêm-nos continuamente envolvidos, desencadeando comportamentos repetitivos e automatizados e enfraquecendo a activação das regiões de controlo cognitivo pré-frontal do nosso cérebro. #2 - ARMANDO O MEDO E A ANSIEDADE Duas décadas atrás, os pesquisadores escreveram um artigo influente onde concluíram: o mal é mais forte do que o bem. A informação negativa atrai mais atenção e molda a emoção e o comportamento de forma mais poderosa do que a informação positiva. Os nossos cérebros processam a informação de valor negativo - especialmente os estímulos relacionados com o medo - de forma mais rápida e completa do que processam a informação positiva. Na busca da sobrevivência, a perda potencial envolvida numa experiência singular de ameaça supera o ganho envolvido numa experiência singular de prazer. Não é surpreendente que os conteúdos das redes sociais que geram medo, raiva e repulsa se espalhem muito mais rapidamente do que os conteúdos positivos. O medo e a indignação tornam-se a norma e podem corroer o nosso sentido de bondade e de humanidade partilhada. #3 - INCENTIVANDO A COMPARAÇÃO SOCIAL CONSTANTE Como animais sociais, avaliamos naturalmente o nosso próprio valor comparando-nos com os outros, nosso cérebro dá prioridade à informação sobre nós próprios. A auto-estima envolve um processo contínuo de afirmação de nós próprios e de luta contra as ameaças ao nosso valor. Comparações conduzem mais frequentemente a emoções negativas: inveja, vergonha, ansiedade ou presunção. As redes sociais aumentam drasticamente o âmbito e os riscos das nossas comparações. Inundam-nos com imagens altamente selecionadas que apresentam pessoas em momentos selecionados, mostrando apenas o que querem que vejamos. Os nossos "gostos" - que ativam poderosos circuitos de recompensa no cérebro - tornam-se um comentário sobre a parte mais profunda de nós próprios. Esta é uma receita para a comparação compulsiva, a autodúvida e o melodrama egocêntrico. #4 - DIZENDO-NOS O QUE QUEREMOS ACREDITAR Os nossos cérebros são extremamente sensíveis à exclusão social. A rejeição social dói da mesma forma que a dor física pode doer. Consequentemente, sentimos uma forte pressão para nos conformarmos. Os algoritmos de software aprendem sobre as nossas preferências, personalizando e selecionando a informação que recebemos. Nas nossas bolhas online, desviarmo-nos da linha do partido acarreta sérios riscos sociais. Celebramos a informação de apoio e rejeitamos a informação contraditória, um fenómeno conhecido como "viés de confirmação". Quando os algoritmos nos dizem aquilo em que queremos acreditar, ficamos mais polarizados e perdemos a noção de que somos um grupo social coeso com um entendimento comum Essa dinâmica visa ressaltar que ao clicar, construímos nossa visão do mundo, incentivando o público a refletir antes de compartilhar conteúdos nas redes sociais. É ESSENCIAL SERMOS INTENCIONAIS ACERCA DA INFORMAÇÃO QUE CONSUMIMOS E ESTARMOS ATENTOS ÀS FONTES E ÀS PERSPECTIVAS QUE MOLDAM A NOSSA COMPREENSÃO DO MUNDO. "CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SMARTPHONE…" provoca reflexião.
Exposição Ludico educativa de Eduçãção Midiatica. PARE...! “CONTE ATÉ CINCO ANTES DE CLICAR NO SEU SMARTPHONE /. ”EXPOSIÇÃO/ ESPAÇO MULTIMÍDIA Duração: 4 semanas PROJETO PEDAGOGICO LEMBRA DA FOTOGRAFIA ANALÓGICA? Esta exposição lúdica e educativa procura através fotografia analógica refletir sobre a percepção sensorial das mensagens que recebemos através das redes sociais e como isso afeta nossa visão do mundo. Por meio da analogia com a fotografia analógica. A exposição busca explorar a forma como percebemos o mundo virtualmente. É essencial sermos intencionais acerca da informação que consumimos e estarmos atentos às fontes e às perspectivas que moldam a nossa compreensão do mundo. Compartilhamento da Mensagem: a cópia em papel na Fotografia analógica permite que a imagem seja compartilhada com outros, transmitindo sua mensagem. somos influenciados pelas percepções e visões de mundo dos outros.nas redes sociais, compartilhamos as mensagens que recebemos, influenciando e somos influenciados pelas percepções e visões de mundo dos outros. No processo analogico manipulamos uma imagem por vez Nas Redes nosso celebro esta exposto a milhares de imagens em um curto espaço de tempo. O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA IMAGEM NA FOTOGRAFIA ANALÓGICA/ a observação no momento do clic/ O que é a imagem latente/ o processo mental da escola da imagem do o que quero fotografar/ o processo químico/ o revelado da película e o compartilhamento da mensagem “ a copia em papel. O processo da construção da imagem na fotografia analógica envolve várias etapas. Tudo começa com a observação cuidadosa do fotógrafo no momento do clique. Nesse momento, o fotógrafo decide o que quer fotografar, selecionando a cena, a composição, a perspectiva e outros elementos visuais que deseja capturar. Após essa observação, o fotógrafo dispara o obturador da câmera, permitindo que a luz entre pela lente e atinja o filme fotográfico. O filme é composto por camadas sensíveis à luz, que contêm grãos de prata. Quando a luz incide sobre esses grãos de prata, eles sofrem uma reação química que cria uma imagem latente no filme. A imagem latente é a percepção do registro da luz no filme antes de ser revelada. Ela não é visível a olho nu, mas está presente como uma impressão química na emulsão sensível do filme. Após a captura da imagem latente, o próximo passo é o processo químico de revelação. O filme é imerso em produtos químicos específicos, como revelador, que reagem com os grãos de prata expostos, transformando-os em prata metálica. Essa reação química faz com que a imagem latente se torne visível no filme, revelando todos os detalhes da cena capturada. Uma vez que o filme tenha sido revelado e a imagem esteja visível, é possível fazer uma cópia em papel por meio de um processo chamado ampliação. Isso envolve a projeção da imagem do negativo do filme em um papel fotossensível e a posterior revelação desse papel. Dessa forma, é criada uma cópia física da fotografia, permitindo que a imagem seja apreciada e compartilhada de maneira tangível. O compartilhamento da mensagem da imagem, seja por meio da cópia em papel ou de outras formas de reprodução, permite que a fotografia seja apreciada e transmita sua mensagem ao espectador. Cada cópia em papel é única, carregando a intenção do fotógrafo e a interpretação pessoal da cena capturada. É através dessa cópia em papel que a imagem fotográfica pode ser exibida, compartilhada e preservada ao longo do tempo, transmitindo suas emoções, histórias e significados para o público. O PROCESSO CEREBRAL DA MENSAGEM E A COSNTRUÇÃO DA REALIDADE NAS SOCIAIS E INTERNET: Como funciona nosso cerebro nas redes sociais E INTERNET: #1 - FAZER COM QUE O TRIVIAL PAREÇA URGENTEUma vez que a nossa atenção é um recurso limitado, o nosso cérebro precisa de determinar, a cada momento, o que é importante, somos alertados para ameaças e oportunidades. Funcionando como uma espécie de disjuntor, e assinala quando o cérebro deve direccionar os seus recursos para uma nova fonte externa. As notificações (vibrações, pontos vermelhos, luzes intermitentes, banners) activam constantemente nossa atenção, enganando-nos efectivamente de que algo novo mas trivial é urgente na maioria das vezes, as notificações das redes sociais funcionam como falsos alarmes, comprometendo nossa capacidade de atender ao que é importante. Incentivando a busca sem realização #2 - ENCORAJANDO A BUSCA SEM REALIZAÇÃOQueremos coisas e, quando as obtemos, gostamos delas. A sensação de querer algo pode ser tão forte que, mesmo quando encontramos o que queremos, não ficamos muito satisfeitos. Por vezes, as redes de desejo do cérebro tornam-se hipersensíveis e ficamos viciados: ciclos intermináveis de procura. Na dependência, o que queremos fica dissociado do que gostamos. A tecnologia capitaliza muitas vezes a potência do desejo, proporcionando infinitas possibilidades de procura, mas poucas experiências que saciem. Podemos encontrar um prazer fugaz, mas nenhuma satisfação duradoura. Resultado: continuamos a clicar e a percorrer o ecrã, consumindo conteúdos sem pensar. Forçar-nos a fazer multitarefas#3 - FORÇAR-NOS A FAZER MULTITAREFASA capacidade dos nossos cérebros para processar informação é espantosa: biliões de neurónios têm triliões de "conversas" entre si. No entanto, os recursos do nosso cérebro são limitados: somos criaturas altamente distractivas e a qualidade da nossa atenção pode ser facilmente comprometida. E os pensamentos sobre a tarefa anterior interferem com a atenção plena na tarefa actual. As redes sociais inspiram esta multitarefa, que afecta o nosso controlo cognitivo, as nossas emoções e, em última análise, o nosso cérebro. Estas plataformas mantêm-nos continuamente envolvidos, desencadeando comportamentos repetitivos e automatizados e enfraquecendo a activação das regiões de controlo cognitivo pré-frontal do nosso cérebro. Armação do medo e da ansiedade#4 - ARMANDO O MEDO E A ANSIEDADE A informação negativa atrai mais atenção e molda a emoção e o comportamento de forma mais poderosa do que a informação positiva. Não é surpreendente que os conteúdos das redes sociais que geram medo, raiva e repulsa se espalhem muito mais rapidamente do que os conteúdos positivos. Ficamos a marinar nesta negatividade, o que estimula um maior envolvimento. O medo e a indignação tornam-se a norma e podem corroer o nosso sentido de bondade e de humanidade partilhada. Encorajando a comparação social constante#5 - INCENTIVANDO A COMPARAÇÃO SOCIAL CONSTANTEComo animais sociais, avaliamos naturalmente o nosso próprio valor comparando-nos com os outros. A auto-estima envolve um processo contínuo de afirmação de nós próprios e de luta contra as ameaças ao nosso valor, mas as comparações conduzem mais frequentemente a emoções negativas: inveja, vergonha, ansiedade ou presunção. As redes sociais aumentam drasticamente o âmbito e os riscos das nossas comparações. Inundam-nos com imagens altamente seleccionadas que apresentam pessoas em momentos seleccionados, mostrando apenas o que querem que vejamos. Dizendo-nos o que queremos acreditar#6 - DIZENDO-NOS O QUE QUEREMOS ACREDITAR Os algoritmos de software aprendem sobre as nossas preferências, personalizando e seleccionando a informação que recebemos. Nas nossas bolhas online, desviarmo-nos da linha do partido acarreta sérios riscos sociais.. Levada ao extremo, a nossa sociedade dá por si a subscrever diferentes versões da realidade. Quando os algoritmos nos dizem aquilo em que queremos acreditar, ficamos mais polarizados e perdemos a noção de que somos um grupo social coeso com um entendimento comum.
No aspecto da acessibilidade de conteúdo do projeto, fotografias, textos e videos e material de divulgação, incluindo o marketing digital do projeto, serão editados com interprete de libras e legendas autodescritivas para surdos e ensurdecidos com narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual ao à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. A questão da acessibilidade física no que tange às ações de contrapartida sociais, cartilha e oficina educativa em escola pública , irão acontecer em espaços qualificados com banheiros e rampas de acesso para portadores de deficiencias ou limitações físicas e será firmada parceira com a Secretaria de educação para disponibilização de transporte para garantir a ampla divulgação e acesso dos moradores da cidade .
Aparte da exposição fisica todo material produzido será disponibilizado na pagina web do projeto e suas redes sociais e tera distribuição em formato de video para ser disponibilizada pelo canal YOUTUBE do projeto, plataforma aberta, onde é possível registrar e quantificar os acessos e visualizações, ampliando significativamente a democratização do acesso, será construida uma pagina web exclusiva para o projeto contendo todos o material: fotos ,textos, vídeos e links para pesquisa. A divulgação das ações e produtos culturais do projeto se dará através de redes sociais no facebook, Instagram , twitter e LinkedIn . As ações de contrapartida social contemplam 04 visitas á exposição/rodas de conversa em 08 turmas escolas pública de ensino fundamental. A equipe técnica do projeto irá oportunizar ,via parceria com a secretaria de educação, o acesso dos moradores da região do evento ampliando o público alvo beneficiado diretamente. Uma oficina e rodas de conversa serão filmadas e disponibilizadas no site do projeto e pelo canal YOUTUBE ,Pagina web e redes sociais do projeto onde terão conteúdo aberto e gratuidade de acesso garantida a qualquer um com conexão com internet.
Daniel A. Rubio - Coordenador do Projeto Moyra Madeira- Fotografa e Coordenador de Oficina de Fotografia AnalógicaMultiartista, graduada em Filosofia e pós-graduada em Arte-Educação, atua em criações transversais envolvendo vida, performance, fotografia, vídeo, designer e educação. A trama das diferentes linguagens atravessa sua existência e também seus trabalhos.Atualmente arte-educadora da Fábrica de Cultura SP, também participa do coletivo Arte Analógica, atuando com oficinas e ateliês de escrita e fotografia. Integrou o grupo de performance e intervenção urbana Desvio Coletivo em “CEGOS”(2012). Co-criou o “DISPOSITOVO EM MOVIMENTO” que fez residência no campus UNESP-SP e participou de duas edições da Virada Educação (2014/2015). Fez a arte fotográfica dos discos “DARDO”- JulliPop (2017) e “CADA QUAL SEU NATURAL”- Marcos da Feira (2018); a direção de fotografia dos videoclipes “A DOR” (2018) e “ADEUS MONOMANIA” (2020) - JulliPop. O making of dos curta metragens “PROJETO VIDEO ARTE-2 o episódio” (2018) e “VERMELHO PROFUNDO” (2019) de Ricardo Corssetti; da “II MOVEDIÇA:MOSTRA DE PERFORMANCE”(2018) e do projeto musical “CASA BAGUNÇADA”(2020/2021). Realizou o designer gráfico da peça de teatro “BELTRÃO” contemplada pela 14 a edição do prêmio Zé Renato para a Cidade de São Paulo (2022). Teve sua live performance "CRIA ÇÃO" selecionada pelo FORA DALI e exibida no CCJF (2022); e fez parte da exposição coletiva Matriz Analógica que integrou o Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco com a série de fotografias analógicas da Amazônia "À Margem" (2022). Gaby- Oficineira Carol - Oficineira Karla da Costa corrdenadora do projeto Fotografico Como Diretora de Fotografia e Operadora de Câmera venho realizando projetos em segmentosvariados. Documentário: BIXA TRAVESTY, TRÊS JÓIAS, O PONTO FIRME. Curta metragemdocumentário: CLANDESTINAS, AYURVEDA A CURA POSSÍVEL, NOSSO AMOR VAIEMBORA, A VERDADEIRA HISTÓRIA DO BECO DO BATMAN. Vídeo Performance:FRAGMENTOS FONÉTICOS DE UM (SI), PELE, A MEMORY WICH CAN ALWAYS BEFISHED. Série documental: CAUSANDO NA RUA, 2° temporada; TRAVESSIA. Campanhapublicitária: LEVI’S BRASIL 2019: I SHAPE MY WORLD. Como diretora e montadora realizou oCurta Documentário CONVERSAS ENTRE ELAS. Membra do DAFB, Coletivo de Mulheres ePessoas Transgênero do Departamento de Cinematografia do Brasil. Coopero com o ColetivoConviva Diferente dando aulas de português para pessoas imigrantes e refugiadas utilizandorecursos da fotografia e do cinema. Dú Caçador - Redação e Conteudo Marcela Couto Redes Sociais Daniel A. Rubio coordenador do projeto de Vídeo Gabriela Caçador coordenadora de Monitores.
PROJETO ARQUIVADO.