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PRONAC 2310337Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Skin in the game : uma obra de dança de Andrea Spolaor

Andrea Spolaor Pereira Insaurralde
Solicitado
R$ 591,9 mil
Aprovado
R$ 587,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-03-01
Término
2026-12-06
Locais de realização (6)
Belo Horizonte Minas GeraisIpatinga Minas GeraisPorto Alegre Rio Grande do SulCampinas São PauloRibeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

A proposta tem tem o objetivo de pesquisar e montar uma obra solo de dança interpretada por Andrea Spolaor, resultado das suas experiências profissionais vividas entre a dança e a neurociência, utilizando oMétodo S.E.M. de Alfabetização Corporal (Sentindo e Entendendo em Movimento)partindo do princípio unir arte e processo terapêutico. A programação entrega além da pesquisa de um novo espetáculo, apresentações em várias cidades associadas à oficinas imersivas no método S.E.M.

Sinopse

em construção

Objetivos

Objetivo geral: ● Pesquisa e montagem de uma obra solo de dança interpretada por Andrea Spolaor, resultado das experiências profissionais vividas entre a dança e a neurociência. Objetivos específicos: ●Movimentar o mercado entre Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, unindo profissionais da dança, das artes integradas, como também do marketing digital, alta tecnologia, neurociência, artes, desenvolvimento humano e design. Serão cerca de 15 postos diretos e 35 postos indiretos de trabalho. ●Estrear o espetáculo em São Paulo, Belo Horizonte, circular por mais cinco cidades brasileiras, perfazendo 7 apresentações, uma por cidade. ●Promover em cada cidade uma oficina imersiva sobre o Método S.E.M. de Alfabetização Corporal (Sentindo e Entendendo em Movimento). Duração de duas horas, 20 vagas, num total de 120 inscritos. Público alvo: homens e mulheres dispostos a permitir que a dança seja seu ponto de equilíbrio emocional. ●Registrar todo processo em vídeo e fotos, disponibilizando nas redes sociais de Andrea Spolaor, gerando conteúdos de valor sobre o tema a fim de ajudar um número maior de pessoas com as reflexões e ações que o Método S.E.M. vem proporcionando na vida de pessoas em 16 países nos últimos 10 anos. ●Gerar outros processos de reflexão sobre o próprio corpo e material de pesquisa para novas criações e oficinas. ●Desenvolver uma nova perspectiva de formação de público menos onerosa e mais efetiva por meio do marketing digital e tráfego pago, que tem se consolidado como reforço positivo para ações que precisam ser vistas e experimentadas. Apresentação: Transformar-se é transformar o mundo! Como não mover uma palha sem perturbar uma estrela? Transformar-se não é poesia, é física...eu penso que cada um de nós ao receber este apelo para transformar o mundo, começa por este pedaço de universo que lhe é confiado que é seu próprio corpo." (Jean Yves Leloup) Já parou pra pensar como os processos de criação são construídos? No campo da dança há uma maneira muito peculiar na criação, o corpo é um portal e ao mesmo tempo é o próprio espetáculo. Pensar o corpo e a voz como portais de inscrição de saberes, direciona a atenção e o olhar para todas as experiências que podem passar por estes portais, sentimentos positivos e negativos, habilidades e fragilidades, e principalmente, como absorvemos este processo sem que sejamos sugados por ele. A experiência do corpo é a experiência da presença, de como ocupamos e nos relacionamos com os espaços físicos e emocionais da nossa existência, com as pessoas e consigo mesmo, um deslocamento de si e para si, que provoca movimento. Na dança o que importa não é o movimento em si, mas a intenção que provocou aquele movimento. Este caminho provocativo precisa chegar no público e estabelecer uma comunicação, e a obra desperta esta empatia cinestésica, significa que o corpo vai responder aos sentimentos partilhados no palco, abrir mão da tensão (pernas cruzadas) e experimentar euforia (riso, choro, relaxamento). E a despeito de todas as respostas que envolvem um trabalho artístico, o que de fato colabora para a permanência em cena, é como o público incorpora esta troca e constrói sentido. Há na arte tantas imersões criativas, processos de descoberta, de auto descoberta, o artista na sua pulsão criativa vive e revive suas memórias, que ficam ali registradas no corpo, e não à toa, elas estão registradas no seu sistema nervoso desde sua primeira infância, e que são expressas das mais variadas formas em seu "habitus" cultural (Bourdieu). É a experiência do expressar e a expressão de si. A obra artística passa a ser a leitura de mundo do seu criador, o que nos permite partir da premissa que se as sensações são compreendidas em movimento ( a percepção de como as interações sociais modificam nosso olhar e nosso mover) porque o processo criativo estará permanentemente se deslocando. "Skin in the game" é uma expressão que pode ser traduzida, de forma literal, como "pele em jogo" que poderia ser entendida como "arriscar a própria pele" e, em uma versão mais brasileira, "dar a cara a tapa". Outra questão interessante, sabe como funcionam os insights? É como um choque entre as células nervosas que animam a víscera primordial, conhecida como "cérebro", provocando nossa capacidade de ter ideias, a percepção súbita e profunda de uma verdade, uma compreensão intuitiva ou uma nova perspectiva sobre algo. O primeiro insight para "Skin in the game", ou a provocação de dar a cara a tapa. O corpo em performance não é apenas, expressão ou representação de uma ação, que nos remete simbolicamente a um sentido, mas principalmente local de inscrição de conhecimento, conhecimento este que se grafa no gesto, no movimento, na coreografia, nos solfejos da vocalidade, assim como nos adereços que performaticamente o recobrem. Assim, o movimento (ou a criação deste mover) está intimamente ligado a como lido com as minhas emoções, como me permito viver cada experiência refletida e sentida no corpo. Se sinto raiva me recolho, se sinto alegria expando, ou o contrário, mas a fim e a cabo, quantas vezes se arriscou a conhecer suas próprias emoções e a vivê-las? O espetáculo aqui proposto é um convite a esta coragem de Sentir e Entender em Movimento, pois não basta apenas sentir, é preciso decodificar este sentir e torná-lo ação para a vida. Desde 2013 Andrea Spolaor, além de bailarina, trabalha como terapeuta com seu Método de Alfabetização Corporal pela Dança, Método S.E.M. - Sentindo e Entendendo em Movimento, ajudando pessoas a resgatarem seu estado de presença, serem quem vieram para ser e mitigarem seus problemas em diversas áreas de suas vidas. Com sua vida profissional originalmente no ambiente da dança, com 30 anos de carreira profissional na área, Andrea também vivenciou viradas de chave definitivas em dores físicas e emocionais, prevenção e recuperação de lesões em bailarinos com quem trabalhou. E isso é possível, quando a percepção do corpo deixa de considerar apenas a sua fisicalidade para buscar o entendimento e conhecimento de que nenhuma dor física acontece antes de um desequilíbrio emocional. Basta imaginar as dores nos ombros, não são musculares apenas, mas fruto de questões emocionais, que vão desde a ideia de não falhar no trabalho ou não conseguir se expressar. E se as sensações e sentimentos são sentidas no corpo, então é ele a chave para a cura e evolução. O Método S.E.M. de Alfabetização Corporal (Sentindo e Entendendo em Movimento) sempre teve por princípio unir arte e processo terapêutico. No ambiente profissional de dança com a finalidade técnica e de excelência de um produto artístico, se consolida unindo conceito artístico e bailarinos (as) no intuito de conhecer a extensão e intenção do movimento sem apressar as etapas, usando as emoções como potencial de criação artística. Aqui vale frisar a neurologia está a serviço da dança, para que cada um que vive a experiência do movimento, perceba que podemos ser quem somos, e podemos particularmente nos autorizar a ser, a despeito de qualquer padrão externo. Agora, no ambiente terapêutico, utiliza-se a dança como o lugar onde as pessoas podem se reconhecer e se relacionar, aprendendo a acessar o fluxo das emoções pelo próprio corpo, respeitando e se apaixonando por este corpo, e assim, ter a possibilidade de serem realmente vem dando aulas, palestras, workshops, cursos e formação sobre o Método S.E.M. no ambiente online, em universidades, escolas de dança e espaços terapêuticos. O método tem base em 30 anos de experiência em Dança, Neurociência e Análise Corporal e Comportamental. O objeto central deste projeto é materializar e dar a percepção ao público de que criação coreográfica é uma história sendo contada, comunicada, sentida, revivida, o que a artista Andrea Spolaor deseja e propõe é contar histórias de pessoas reais, a poética da vida pela experiência com o corpo. A trajetória profissional recortada, contada e poeticamente transformada em um espetáculo, a dramaturgia baseada na neurociência em como o cérebro apreende cada informação e transforma em ação para a vida. É a união da dança, ciência, tecnologia e a possibilidade de uma experiência transformadora para quem entrar em contato com a obra. "Skin in the game" se propõe a ser uma luz no fim do túnel com muitas indicações de como viver melhor despertando para o estado de presença na vida que é só o que realmente importa: o momento presente. Procura instigar a plateia a arriscar ser feliz e ter a vida que deseja, porque é possível. Segundo Andrea Spolaor, a função da arte é gerar solução pra vida. E a pesquisa e criação deste espetáculo se propõe a ser uma licença poética a favor da transformação de vidas e uma experiência sensorial para quem estiver ao vivo no teatro. Dentro do argumento artístico, deste fio condutor que condiciona a pesquisa e criação do espetáculo, diversos depoimentos inspiraram a escrita desta proposta cultural, e uma das frases que mais me chamou a atenção foi "eu estava impedindo meu corpo de ser, e o corpo precisa ser". Em outro momento, "eu não conseguia respirar", trechos do relato de uma bailarina que tinha asma, aprender a respirar é se permitir respirar, que para além da objetividade do verbo, carrega um sentido de cuidado consigo mesmo, com sua dor, alegria, um sufocamento que acontece no momento em que transfere ao corpo uma ordem de não sentir, de conter, quase que subestimando nossa capacidade de recomeço, é preciso acreditar na possibilidade do recomeço. Em outras palavras, o sufocamento vem do cotidiano mergulhado em padrões inalcançáveis, uma pressa que impede o regozijo, ao acreditar que as coisas chegam atrasadas na sua vida, para de olhar para o todo, deixando pra trás as vivências importantes que irão fazer com que olhe pra si com mais cuidado e menos culpa). Cada vez mais as pessoas estão vivendo anestesiadas, a pandemia reforçou esta ausência de ser, gerou dores física, emocionais e doenças diversas, problemas de relacionamentos e financeiros. Falta estado de presença nos corpos e mentes, por isso essa anestesia. O Brasil hoje é um dos maiores índices de depressão da América Latina, o faturamento da indústria farmacêutica cresceu 62% nos últimos 5 anos, cresce cada vez mais o número de pessoas com dores crônicas e doenças autoimunes. A obra de dança em cena tem o objetivo de gerar um desejo pelo próprio corpo, conhecer os códigos essenciais que todo corpo carrega, os códigos da mente que dominam cada pensamento e os códigos individuais que nada mais são do que o nosso inconsciente mielinizado exposto no formato dos nossos corpos (que a psicologia Reichiana e o sistematizador e criador da Bioenergética Alexander Lowen desenvolveram). conhecer cada linha, cada curva, em que extensão coloco meu corpo, onde meus movimentos alcançam e a intenção quando estendo os braços, seja na direção do outro, na força do abraço, no toque que demora, seja na direção de si mesmo, sentindo-me sem pressa. Na criação do solo, a bailarina não está só, transporta para o palco as vozes de outras dezenas de corpos, femininos, masculinos, trans, negros, brancos, indígenas, mergulha na ancestralidade daqueles que a antecederam e projeta para o futuro pessoas com os 3 Pilares do Ser Humano saudáveis: 1. Saúde na Sexualidade e Relacionamentos; 2. Saúde Financeira; 3. Saúde Física e Mental, corpos saudáveis, felizes, prontos para viver a experiência de ser livre, de alçar novos voos. Uma obra de dança que tem a pretensão de circular todas as capitais brasileiras, incorporando outras experiências e se desdobrando em ações formativas em dança, através do método S.E.M. de Alfabetização Corporal (Sentindo e Entendendo em Movimento), que é realizado no formato online. Assim, o projeto se projeta para fora de si mesmo, sendo espetáculo e processo, fruição e formação, efêmero e cimento, é vida, porque todo movimento é vida.

Justificativa

Justificativa cultural: Assim, recordavam que tinham de estar menos estáticos e evocavam, então, o menor dos grandes segredos da vida: que nada está fixo ou imóvel, que tudo flui, que tudo muda. A vida é na realidade uma linda dança daqui para lá, viver e crescer, semear e colher, ser e saber. Cada coisa tem sua estação e cada estação tem sua dança, e cada dança é uma forma de sentir e mostrar o mistério. Alain Allard A finitude da vida, a unicidade de cada instante vivido, a reinterpretação da memória remodelada sob a luz das experiências humanas, recomeços, estes são processos que são inerentes à condição humana, mas que encontram resistência por exigir de cada um que revisite e desbloqueie lugares de dor, frustração e superação que são necessários para compreender a beleza da vida, das emoções, de como somos capazes de ampliar o alcance da realização na vida. dos movimentos, mais especificamente o Mater. Movimento. O corpo é o formato visível da mente e a preocupação com um corpo saudável e eficiente está comumente presente na carreira do (a) bailarino (a). Se o corpo é o veículo de expressão da dança, este veículo deve estar em plena potência (a ponto de produzir alegria) física, mental e emocional. No senso comum, o corpo saudável se confunde com padrões normativos e imperativos de beleza, uma construção social que desconsidera e de forma proposital, biotipos e a própria experiência emocional de cada ator social, gerando mais desconforto que conforto com o próprio corpo. A partir da experiência do Método de Alfabetização Corporal pela Dança, Método S.E.M. - Sentindo e Entendendo em Movimento, esta preocupação com padrões estéticos e de comportamento moral, se dissipam, e o que fica é a sensação de o corpo é uma morada privilegiada de sensações e emoções, que podem ser partilhadas ou não pelo desejo de cada um e não por uma imposição externa, é um movimento em função da alegria de viver. A despeito de qualquer narrativa que ocupe o imaginário popular, a dança é, também, exercício físico e busca de eficiência que leva a superações, muitas vezes, confundida com "passar por cima das dificuldades", como treinar um corpo em diversas técnicas de dança, é mais que isso, é a experiência do sentir, se sentir, se tocar, perceber a sua musicalidade, seu ritmo, sua capacidade de partilhar o espaço com o outro e deixar-se se tocado. O projeto é um convite a visitar e revisitar a memória corporal dos sentidos através do reconhecimento dos 3 Códigos do Ser Humano sistematizado por Andrea Spolaor e aplicado nas suas atividades tanto de dança quanto terapêuticas, é uma proposta de experimentar de maneira muito singular o sentir, tocar, ver, escutar, viver a sensorialidade como nossa primeira maneira de pensar, e agir no mundo. Mergulhar em si mesmo, sem ponto de chegada, disposto a ser despertado para o inusitado, para o desconhecido, a percepção não do que move o indivíduo, mas como se move e, principalmente, como esse movimento gera sentido nas relações com o outro, ressignificando esta comunicação. Um processo de estranhamento ( no sentido antropológico de se afastar para compreender o todo social) que vai do distanciamento socialmente construído para uma aproximação necessária para a vida, conhecer a si e ao outro, perceber como se dá a produção da alteridade. Desde 2013 Andrea Spolaor, além de bailarina, trabalha como terapeuta com seu Método de Alfabetização Corporal pela Dança ajudando pessoas a resgatarem seu estado de presença, serem quem vieram para ser e acabarem com problemas em diversas áreas de suas vidas. Com sua vida profissional originalmente no ambiente da dança, com 30 anos de carreira profissional na área, Andrea também vivenciou viradas de chave definitivas em dores físicas e emocionais, prevenção e recuperação de lesões em pessoas de 16 países nos ambientes online e presencial, bem como com bailarinos com quem trabalhou. O Método sempre teve por princípio unir arte e processo terapêutico. No ambiente profissional de dança com a finalidade técnica e de excelência de um produto artístico e no ambiente terapêutico a dança como o lugar onde as pessoas podem se reconhecer e se relacionar, aprendendo a acessar o fluxo das emoções pelo próprio corpo e sendo realmente livres. Desde 2017 Andrea Spolaor dá aulas, palestras, workshops, cursos e formação sobre o Método S.E.M. no ambiente online, em universidades, escolas de dança e espaços terapêuticos. O método tem base em 30 anos de experiência em dança, neurociência e análise corporal e comportamental. A ideia de voltar aos palcos com um espetáculo passa pelo desejo de partilhar esta experiência de uma nova forma de olhar para o próprio corpo, corpo este que carrega uma bagagem social e emocional potente, transformadora, mas que para ser canalizado e externado, é preciso se autorizar a ser, se perceber em movimento. O espetáculo começa quando o público acessa as redes sociais, quando é instigado a se indagar a como está vivendo as emoções cotidianas e se elas modificam seu movimento, se são responsáveis por paradas, momentos de inércia. Ele vai ao teatro marcado por esta curiosidade, reforçada no foyer pelo cenário e quando entra de fato na plateia, é parte integrante da obra artística, que ao final é convidado a subir ao palco para agora deixar o corpo se mover. O objetivo é dar ao público uma experiência de fruição artística que conecta seu corpo com o corpo de quem está na plateia, de quem está no palco, na técnica, uma identificação social de lugar, de apreensão do sentido, dançar sem sair do lugar, porque consigo internamente me movimentar, esta é a premissa da liberdade do corpo, sensações que podem ou não ser materializadas em um corpo que se movimento fisicamente, mas que por si provoca um deslocamento do sentir, que transcende o espaço concreto, está no campo da subjetividade. Ao mesmo tempo é um projeto que a integralidade é alcançada também na formação em dança, então, cada produção também leva oficinas imersivas e uma comunicação com a cidade, em sua dinâmica produtiva e artística. Realizar este trabalho requer um esforço profissional que alcance novos mercados, empresas que operam tradicionalmente, outras que estão no campo da tecnologia, da saúde física e mental, além de uma equipe profissional diversa e gabaritada. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil;

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Espetáculo de Artes Cênicas ( produto principal) Acessibilidade física no aspecto arquitetônico: os espaços escolhidos para ensaios e aulas, apresentações artísticas, tem espaços reservados para cadeirantes e pessoas com obesidade, rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade visual : Audio descrição antes de cada apresentação, placas indicativas em braile, cartilha do espetáculo em braile disponível com a produção. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras nas ações presenciais e em todo material enviado para internet. Acessibilidade intelectual: Protetores de ouvido, óculos escuros descartáveis. Contrapartida social ( oficinas imersivas) - produto secundário. Acessibilidade física no aspecto arquitetônico: os espaços escolhidos para as oficinas tem espaços reservados para cadeirantes e pessoas com obesidade, rampas de acesso e banheiros adaptados. Acessibilidade visual : Audio descrição durante as oficinas, placas indicativas em braile. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras nas ações presenciais e em todo material enviado para internet. Acessibilidade intelectual: Protetores de ouvido, óculos escuros descartáveis.

Democratização do acesso

Contrapartida formativa: Oficinas imersivas nas escolas públicas, com a presença dos professores de artes, dança e do campo da biologia. Duração de 50 minutos, experiência prática e teórica, com o método S.E.M ( Sentindo e Entendendo em Movimento ), serão atendidas 5 escolas com 50 alunos, perfazendo 250 inscritos. Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Art. 28. IN nº 01/2023. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal

Ficha técnica

Andrea Spolaor ( proponente, idealizadora do método S.E.M , bailarina criadora) Alfabetizadora Corporal Bailarina, Criadora, Analista Corporal e Comportamental Fundadora do Centro de Movimento e Produção de Energia de Vida Dança & Saúde Criadora do Método S.E.M. de Alfabetização Corporal – Sentindo e Entendendo em Movimento com os focos em ensino acadêmico de dança e terapêutico que desde 2013 ensina pessoas em 16 países nos formatos online e presencial. Precursora da Dança Contemporânea Online no Brasil e criadora de uma pedagogia de ensino de movimento online. Desenvolvedora da pesquisa da Biomecânica dos Traços de Caracteres que formam nosso corpo e mente com base na psicologia Reichiana. Formação em ballet clássico (Royal Academy of Dancing) e dança contemporânea no Ballet Lenita Ruschel – Porto Alegre/RS Formação em Técnicas Corporais Chinesas pelo Instituto Mineiro de Tai Chi, por Maristela Botelho Formação em Análise Corporal e Comportamental pelo OCE – O Corpo Explica, Instituto de Pesquisa de São José dos Campos Trabalhos mais significativos: 2000 – Vencedora do Concours International de Dança de Paris 2001 a 2009 – Integrou como bailarina/intérprete/criadora a Cia. de Dança Palácio das Artes 2009 a 1017 – Integrou o Coletivo de Artistas da Sala 209 da Usina do Gasômetro - Porto Alegre 2013 a 2014 – Participou do elenco fundador da Cia Municipal de Dança de Porto Alegre 2018 – Dirigiu e criou para a Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul Hoje atua exclusivamente com o Método S.E.M. de Alfabetização Corporal e segue com seus trabalhos artísticos e educativos em dança com foco na dança contemporânea além de manter seu trabalho com terapeuta dando formação e atendimentos individuais e em grupo. Trabalhou com coreógrafos e professores e diretores como: Mario Nascimento, Henrique Rodovalho, Rui Moreira, Sandro Borelli, Gabriel Vilela, Eva Schul, Tindaro Silvano, Gigi Caciuleanu, Bettina Bellomo, Lars Van Cauvenbergh, Graziela Rodrigues, Tuca Pinheiro, Cristina Machado, Eduardo Severino, Marcos Hill, Marco Paulo Rolla. Regina Moura ( produtora ) DRT: 6605 A NoTom Produções Artísticas é uma empresa focada no planejamento estratégico de carreiras artísticas, desde pensar ideias, transformá-las em projetos e submetê-los nas leis de incentivo, desde editais privados até a produção cultural propriamente dita, execução, gestão do projeto e gestão de prestação de contas. Formação acadêmica: Sou socióloga, licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, a linha de pesquisa voltada para políticas públicas para cultura, estudo sobre a precarização da condição de trabalho no exercício da função a partir das Leis de Incentivo. Atualmente doutoranda em Ciências da Educação, com foco na sociologia da educação. Experiência profissional: São 20 anos de atuação na área cultural, professora de dança, produtora e gestora cultural. Fiquei com o Grupo de Dança Primeiro Ato por doze anos, Mimulus Cia de Dança (2005 a 2007), Seráquê Cultural (2001 a 2005), atuando na cena nacional e internacional, Festivais como Viva Dança, Festival de Inverno de Ouro Branco, Congonhas, Ipatinga e Itabira, Festival de dança de Recife, Festival de Inverno de Friburgo, Circuito Sesc de Artes ( 2009/2010/2014), Execução temporada Petrobrás (2012), Festival Ibero-americano de Teatro de Cádiz, Festival de Dança de Assunção ( Paraguai), Noite de Belo Horizonte em Buenos Aires, Lançamento do espetáculo e do CD do Zeca Baleiro no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, produções no teatro São Pedro em Porto Alegre, Guaíba em Curitiba, Teatro Carlos Gomes em Vitória, Teatro Amazonas em Manaus, Teatro Palácio das Artes em Belo Horizonte, Campanha de Popularização do Teatro e Dança de Belo Horizonte, Festival Internacional de Dança (FID), Simpósio Internacional de Dança (SID) . No planejamento estratégico e elaboração de projetos artísticos sociais, são mais de 150 artistas sendo acompanhados em todas as etapas da produção, com 100% de aprovação na Lei Rouanet, 70% nos mecanismos de fundo e editais municipais e estaduais. Atualmente agenciando 10 artistas e coletivos. KYRIE ISNARDI Kyrie Isnardi é licenciado em Dança pela ESEFID/UFRGS e Especialista em Design Cenográfico pelo DEG/UFRGS. Seu trabalho é fundamentado na pesquisa e desenvolvimento de experiências visuais utilizando três grandes pilares da cenografia (iluminação, cenário e objetos cênicos e figurinos) como meio técnico em diversos contextos artísticos, da cenografia tradicional às artes digitais. Indicado ao Prêmio Açorianos de Dança pela iluminação do espetáculo Retalhos (2017), é também autor de O Corpo Esplêndido - a iluminação como agente transformador do corpo que dança. LUCAS DE ALENCAR ANDREOTTI ( Gestor de tráfego) FORMAÇÃO ACADÊMICA Engenheiro Físico – Universidade de São Paulo ATUAÇÃO PROFISSIONAL Atuação como Gestor de Tráfego e Analista de Dados desde 2019.Certificação em Facebook Ads e Google Ads na maior comunidade de gestão de tráfego do Brasil.Participação em diversos projetos dentro dos mais diversos nichos (emagrecimento, mercado financeiro, marketing digital, moda feminina, aromaterapia, milhas, dança, investimentos, vestibulares, concursos,constelação familiar, espiritualidade, etc.).Participação em uma grande diversidade de modelos de negócio, desde Branding e crescimento de lojas físicas, quanto ao crescimento e escala de infoprodutos e lojas online (ecommerce).Gerenciamento de mais de 2 milhões de reais nesses mais de 3 anos atuando como Gestor de Tráfego. Atualmente integrante da maior Mentoria de Tráfego Pago do Brasil: o Subido Pro

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.