Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realização de circulação por três capitais brasileiras do espetáculo de teatro "GENTE DE BEM", criado a partir do livro "Necrochorume e outros contos" de João Ximenes Braga, dirigido por Adriana Maia. A montagem reúne seis contos selecionados da obra de Ximenes, que que tratam criticamente de personagens e situações típicas da classe média branca brasileira. "GENTE DE BEM" aposta no humor crítico, no olhar certeiro que aponta para o que há de mais ridículo nesses personagens, transformando o riso em reflexão. A escolha pelo viés do humor, é uma escolha política. O humor penetra por poros que a razão talvez não alcance. "Asco", "Urina", "Esgoto", "Café", "Uisque", "Soro", seis contos de João Ximenes Braga que nos convidam a refletir sobre nós e nossa sociedade.
"GENTE DE BEM" se constrói na intersecção entre as linguagens do teatro e da literatura. Criado a partir da seleção de seis contos curtos de João Ximenez Braga, que tratam criticamente de personagens e situações típicas da classe média branca brasileira. São relatos registrados com uma nitidez que torna possível a qualquer um de nós identificar em cada conto-crônica-fotografia a desumanidade na qual nos metemos enquanto sociedade. No intuito de questionar a realidade atual, buscamos levar à cena essas histórias, que colocam em foco os preconceitos, os atavismos e o conservadorismo da classe média branca brasileira. As histórias construídas por Ximenes nos obrigam a olhar a sordidez humana sob o ponto de vista do opressor, e é preciso encarar esse opressor, só assim encontraremos caminhos possíveis para desconstruir a “branquitude”. "GENTE DE BEM" aposta no humor crítico, no olhar certeiro que aponta para o que há de mais ridículo nesses personagens, transformando o riso em reflexão. A escolha pelo viés do humor, é uma escolha política. O humor penetra por poros que a razão talvez não alcance. "Asco", "Urina", "Esgoto", "Café", "Uisque", "Soro", seis contos de João Ximenes Braga que nos convidam a refletir sobre nós e nossa sociedade. Através de suas histórias João Ximenes procura desnudar a face oculta de uma nação forjada na violência e no preconceito. É digno de nota que essas histórias buscam referências em clássicos da literatura brasileira, exemplos de formação da nossa identidade cultural, com o objetivo de lançar luz ao tempo presente. Dessa forma encontramos um parente distante de Isaias Caminha (Recordações de Isaias Caminha de Lima Barreto) na redação de "Asco". Um possível neto de Ana (Laços de família de Clarice Lispector) que assim como sua “avó” fica transtornado com o que avista da janela de seu apartamento, em "Uisque". Sem falar de fontes jornalísticas reais sobre o trabalho escravo para criar a história de "Soro", sobre o incêndio do Museu Nacional inspiração para "Esgoto" e sobre a chacina de Paraisópolis engendrando uma personagem inusitada em "Café". 1 - "URINA"Rio de Janeiro, hoje.Um prédio respeitável no canal do Leblon. Apenas 8 unidades, uma por andar. A chegada de um novo proprietário na cobertura -um chef conhecido na sociedade- vem perturbar a paz e o sossego anteriormente vigentes no edifício. As obras de reforma da cobertura e os preparativos para a festa de casamento do chef passam a figurar como objeto das reuniões de condomínio, onde o embate se dá entre os direitos do chef – nunca presente às reuniões – e o desejo de proibição das obras de instalação de uma jacuzzi. A situação atinge maiores graus de conflito quando se descobre que o casamento na cobertura se celebraria entre dois homens. 2 - "CAFÉ"Paraisópolis, São Paulo, 2019.Naquele domingo Clara, uma mulher solitária moradora do Morumbi, cujo filho tinha desmarcado o tradicional almoço dominical, resolve ir almoçar no café onde habitualmente se sentava entre o pilates e a missa das seis, para lidar com a frustração com o abandono filial. Uma vez no estabelecimento, Clara ouve a notícia da intervenção da polícia na comunidade de Paraisópolis, resultante no assassinato de nove moradores. O ambiente do café se torna tenso, com diferentes clientes debatendo agressivamente sobre o episódio - uns contra outros a favor - o que vem a perturbar o precário equilíbrio de Clara, medicada contra distúrbios emocionais e ansiedade. Ela é colocada em um taxi, cujo rádio repercute o massacre, o que aumenta a crise. Apenas a chegada ao elevador do prédio onde morava tem o condão de baixar a adrenalina que atravessava a atormentada Clara. Já na segurança de seu lar, Clara respira, é invadida por uma súbita sensação de felicidade e então toma notas no seu caderno. 3 - "UISQUE"Rio de Janeiro, hoje.Na varanda de seu apartamento situado no Jardim de Alah, ponto nobre que divide Ipanema do Leblon na zona sul do Rio de Janeiro, Álvaro observava o mendigo que se banhava impunemente nas águas do canal do Jardim. O homem de pele preta usava calções largos e suas vergonhas ficavam expostas várias vezes durante o banho. Naquela noite Álvaro e a mulher Nilce receberiam o filho para jantar, acompanhado de sua namorada de pele preta com quem, Álvaro suspeitava e temia, o filho intencionava se casar. Uma mocinha insolente.Confirmadas as suspeitas, Álvaro procura em uma garrafa de uísque a solução para os tormentos que lhe afligem a alma. 4 - "ESGOTO"Flamengo, Rio de Janeiro.Num prédio no bairro do flamengo Sonia Maria e Izabela, duas mulheres muito diferentes, são unidas pelo esgoto. Sonia Maria é uma antropóloga do Museu Nacional, um tanto tímida e um tanto desesperançosa. Izabela é uma saltitante filha de militar. Um vazamento no esgoto do apartamento de Sonia Maria, pinga no apartamento de Izabela e o resultado é uma aproximação improvável entre essas duas mulheres. Izabela destila ódio e inveja. Sonia Maria se retrai na sua desesperança. 5 - "ASCO"Brasil, 2016.Época de Aécio, Eduardo Cunha, Michel Temer; de palavras empoladas importadas do inglês – talvez como uma irônica impressão digital das origens da arquitetura do golpe – para justificar a destituição ilegal de uma presidenta da república, ocorrida ao arrepio da lei; época de Rodrigo Janot, Joaquim Barbosa, Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e da Lava Jato. É neste cenário que o jornalista Izaiah, herói trágico dessa história, enfrenta o embate ético-político com seus colegas de redação, seus patrões no jornal, a sociedade com a qual é obrigado a interagir -e por vezes se submeter- para garantir o pagamento em dia da pensão de suas duas filhas. 6 - "SORO"No interior do Brasil.Numa fazenda em algum lugar do interior do Brasil uma proprietária de terras recebe em sua casa a visita inesperada de uma fiscal do trabalho acompanhada policiais policiais. Foram averiguar uma denúncia de trabalho escravo. Num embate entre a vítima escravizada e a algoz, impropérios são ditos demonstrando o modo de agir e pensar de pessoas que exploram outras pessoas.
Objetivos Principais Realizar um projeto cultural na área das artes cênicas que prevê a circulação por três capitais brasileiras do espetáculo de teatro "Gente de Bem", criado a partir do livro "Necrochorume e outros contos" de João Ximenes Braga, dirigido por Adriana Maia. A montagem reúne seis contos selecionados da obra de Ximenes, que que tratam criticamente de personagens e situações típicas da classe média branca brasileira. Objetivos Específicos - Realizar uma temporada de um mês, na cidade de São Paulo, em teatro a ser definido, com três sessões semanais, sempre de sexta a domingo, totalizando 12 (doze) sessões abertas ao público, com meta de atingir 2400 espectadores ao longo da temporada em São Paulo. - Realizar uma temporada de um mês, na cidade de Belo Horizonte, em teatro a ser definido, com três sessões semanais, sempre de sexta a domingo, totalizando 12 (doze) sessões abertas ao público, com meta de atingir 2400 espectadores ao longo da temporada em Belo Horizonte. - Realizar uma temporada de um mês, na cidade de Brasília, em teatro a ser definido, com três sessões semanais, sempre de sexta a domingo, totalizando 12 (doze) sessões abertas ao público, com meta de atingir 2400 espectadores ao longo da temporada em Brasilia. - Realizar 03 três) ações de contrapartida social: Realização de 01 ensaio aberto, em cada uma das cidades, com palestra em forma de bate papo ao final da apresentação, para grupo de alunos de artes e teatro da rede pública de ensino. Meta de atingir 720 pessoas, sendo 240 em cada cidade. - Realizar uma troca artística entre artistas do teatro carioca e o público de outras regiões do Brasil
O apoio do Ministério da Cultura através da Lei federal de incentivo à Cultura _ Lei Rouanet _ é fundamental para o projeto de teatro intitulado "Gente de Bem", na medida em que agrega valor financeiro, através do benefício de isenção fiscal para possíveis apoiadores e patrocinadores, aos valores artísticos e culturais já presentes no projeto, aumentando a sua potencialidade e capacidade de captação dos recursos necessários para a sua realização.O referido apoio justifica-se por ser um projeto que converge com vários princípios e procedimentos destacados pela Lei 8313/91, como exposto nas próximas linhas."Gente de Bem" é um projeto artístico-cultural que pretende ser aberto ao público em geral, com classificação indicativa para 12 anos, através de vendas e distribuição gratuita de ingressos, além de medidas de acessibilidade, atendendo aos portadores de necessidades especiais. Dessa forma está de acordo com o Artigo 1 _ inciso "I" da Lei 8.313/91 que diz: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais".O projeto "Gente de Bem" prevê a montagem teatral de um texto criado a partir do livro "Necrochorume e outros contos" do autor brasileiro João Ximenes Braga, estando, dessa forma, de acordo com o Artigo 1 - inciso III da Lei 8.313/91 que diz: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", e inciso VIII que diz: "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e inciso IX que diz: "priorizar o produto cultural originário do País".O projeto "Gente de Bem" tem por objetivo, de acordo com o Artigo 3° da Lei 8313/91, a realização de apresentações de um espetáculo de teatro voltado para o público em geral, classificação indicativa para maiores de 12 anos, com acesso pago, gratuito, e aberto, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso II - linha "c", que diz: "realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", linha "e", que diz: "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". O projeto "Gente de Bem" prevê acesso gratuito, atendendo aos objetivos previstos no Artigo 3° - Inciso IV - linha a que diz: "distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos".
Não se aplica.
Produto - Espetáculo de teatro. Duração: 90 minutos, peça em 01 ato - sem intervalo. Cenografia: Caixa cênica preta (rotunda / pernas laterais / piso); 01 mesa grande branca e preta; 15 bancos pretos; 04 mesas desmontáveis (suporte de cena); 02 araras para fugurinos (suportre de cena) Figurinos: 01 figurno nas tonalidades pretas para cada ator; peças variadas para realização de personagens diversos. Trilha sonora: efeitos realizados em teclado elétrico que é tocado pelos atores; efeitos de som. Iluminação: Projeto de iluminação cênica crido para a montagem.
Nas formas da Lei previstas nos artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 201; e artigo 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999; e Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018 o presente projeto prevê as seguintes ações de acessibilidade, que garantem a inclusão dos portadores de necessidades especiais ao longo da temporada do espetáculo “Gente de Bem”. No que diz respeito à acessibilidade física: - Compromisso em realizar as temporadas de apresentações de “Gente de Bem” em teatros localizados nas cidades de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília, que possuam todas as estruturas necessárias ao atendimento de pessoas portadoras de necessidades especiais, tais como: rampas de acesso facilitado, espaços destinados à cadeirantes, banheiros adaptados para atendimento especial, funcionários treinados para atender e auxiliar gentilmente portadores de necessidades especiais e idosos. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo: - Realização de sessões com tradução em libras. - Produção de material escrito em braile: programa da peça incluindo descrição de cenografia e dos vários visuais do videografismo do espetáculo, para maior aproveitamento do espectador com necessidades especiais visuais.
Nas formas da Lei, de acordo com a Instrução normativa MINC nº 01 de 10 de abril de 2023, seção II medidas de democratização do acesso, o presente projeto prevê a distribuição gratuita de 10% da lotação do teatro onde acontecerão as temporadas, para organizações voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade social, ou instituições educativas que atendem população de baixa renda, de forma a garantir a democratização do acesso à cultura. Como complementação à democratização do acesso o projeto prevê ainda a realização de 01 ensaio aberto exclusivo para alunos da rede pública de ensino.
Elenco: Adriana Maia, Alexandre Damascena, Ana Achcar, Anna Wiltgen, Camí Boher, Dadá Maia, Gilberto Goés, José Ângelo Bessa, Mariana Consoli, Miguel Ferrari, Pamela Alves, Stefania Corteletti e Xando Graça. Textos João Ximenes Braga Idealização artística e Dramaturgia Adriana Maia e Xando Graça Direção Adriana Maia Direção Musical André Poyart Preparação vocal Camí Boher Iluminação Anderson Ratto Cenografia e objetos Criação coletiva de todos Boneco – Fátima Café Figurinos Criação coletiva de todos com a colaboração afetiva de Nello Marrese Curriculos: ADRIANA MAIA Atriz, diretora e professora, além de Doutora em Teatro, é professora da Faculdade da Cal. Integrante do grupo Além da Lua, (1983/85) – Molière de Incentivo ao Teatro Infantil. Em 1986, foi indicada ao Mambembe de melhor atriz por A Gata Borralheira. Em 1988 recebe o Mambembe de melhor espetáculo do Ano como diretora por Infância. Integrante do Centro de Demolição e Construção do Espetáculo de Aderbal Freire-Filho (1991/ 1995).Fez parte da Cia do Paraíso (1995/1999).Trabalhou com Amir Haddad, Camila Amado e João Fonseca. Em 2006 funda o Teatro das Possibilidades e dirige espetáculos a partir de textos literários. Montagens realizadas: Fazendo Ana Paz e Cartas em cena. Em 2012 dirige A estranha viagem de Maria Cecília. Em 2015, dirige Paparazzi no CCBB/RJ. Em 2019 dirige Cabaré Autofágico no Teatro Poeira. Em 2020 dirige 455:Macbeth espetáculo itinerante no Castelinho do Flamengo. Em 2022 concebeu A plebe de Coriolano, uma performance a partir da tragédia shakespeariana no Cortiço Carioca. ALEXANDRE DAMASCENA Doutor em Literatura Brasileira pela UFRJ com especialização em Direção Teatral pela CAL. Formado pela Escola técnica de Teatro Martins Pena é Professor de dramaturgia da especialização em Literatura Infantil e Juvenil da Universidade Candido Mendes, professor de literatura e teatro do município de Itaguaí. Dirige a Cia Casa Verde de Itaguaí e a Cia do Invisível de Santa Cruz. Seus últimos trabalhos como ator foram as novelas Gênesis e Travessia e os musicais Cazas de Cazuza e Síndroma. ANA ACHCAR é atriz, diretora, pesquisadora teatral e professora nos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Teatro da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) desde 1994. Formada na École Philippe Gaulier em 1987 -1988 em Paris, seguiu estágios de máscara no Théâtre du Soleil com Ariane Mnouchkine e na Itália com Enrico Bonavera e Donato Sartori (curso de criação de máscaras). Como atriz, seus últimos trabalhos são AS COMADRES, supervisão artística de ARIANE MNOUCHKINE, apresentado no RJ e em SP (2019) e na França (2021), Uma ciranda para mulheres rebeldes e a Plebe de Coriolano, ambos dirigidos por Adriana Maia no RJ ( 2018 e 2022). Como diretora, ganhou DOIS PRÊMIOS (Melhor Espetáculo da Tunísia na FITU e Juri Popular da Rússia no FIESTA) pelo espetáculo PalhaSOS. ANNA WILTGEN é Mestre e Licenciada em Teatro, atriz, professora, pesquisadora, diretora e produtora. No palco, foi dirigida por Luiz Arthur Nunes, Domingos Oliveira, Claudia Borioni, Luiz Armando Queiroz, Moacyr Góes, Gerald Thomas, Angela Leite Lopes, José de Carvalho, João Bethencourt, entre outros, e Adriana Maia – recentemente “Uma ciranda para mulheres rebeldes e “A Plebe de Coriolano” – e com a qual vem integrando coletivos artísticos que resultaram em diversas ações como o Espaço Casa dos Dramáticos na Pça. Tiradentes, residência artística Palavra de Palhaço no T. Poeira, ciclos de Leituras CAMÍ BOHER É cantora/compositora, atriz, humorista, dançarina, dubladora, preparadora vocal, diretora musical, professora de Música e inglês e produtora cultural. Cami, como é conhecida, é filha da cantora Elizabeth Viana, a rainha do Samba-Rock no Brasil. Atua como cantora profissional desde 2002. Trabalhou no grupo Rádio Comida por dez anos, onde atuava como cantora, atriz, produtora e figurinista. Participou como atriz, cantora e dançarina da montagem internacional de “Madagascar Live”, pela Holiday on Ice-Holanda, onde fez quatro personagens. Atuou em diversas peças, entre elas “O quarto”, “Violetas na janela”, “Sítio do pica–pau Amarelo”, “As festas da Tia Ciata”, “Rock in Lixo”; e “Cabaret Autofágico”. Fez a direção musical de “Cinderela”; “O casamento da Dona Baratinha”, na Faz Assim Produções. GILBERTO GOÉS é Ator formado pela CAL no curso profissionalizante em 1993, Bacharel em Artes Cênicas em 2015 e Pós-graduado em Direção em 2017 no Instituto CAL de Arte e Cultura. Entre os principais trabalhos como ator, destacam-se: "Amor e morte em Nelson Rodrigues" Autor: Nelson Rodrigues. Direção e adaptação: Clovis Levy, "O Burguês fidalgo" Autor: Molière. Direção: Marcos Vogel, "Woyzeck" Autor: Georg Buchner. Direção: Alexandre Carrazzoni, "O olho azul da falecida" Autor: Joe Orton. Direção: Sidnei Cruz, "Monteirices Lobatianas" Autor: Monteiro Lobato. Direção e adaptação: Sidnei Cruz, "A mente capta" Autor: Mauro Rasi. Direção: João Batista, "Boca de Ouro" de Nelson Rodrigues. Direção: Adriana Maia, "Folias do Coração" de Geraldo Carneiro. Direção: Xando Graça, "455 Macbeth" de Shakespeare. Direção: Adriana Maia, "A Plebe de Corioliano" de Shakespeare. Direção: Adriana Maia. Atualmente faz parte da Comparsaria Teatral. JOSÉ ANGELO BESSA é ator, graduado pelo bacharelado Formação de Atores da Casa das Artes de Laranjeiras (CAL). Principais Trabalhos Realizados: “Otto Lara Resende ou Bonitinha mas Ordinária”, de Nelson Rodrigues – direção de Marcelo Morato (2018) • “Murro em Ponta de Faca”, de Augusto Boal - Leitura dramatizada no "CAL na Roda, direção de João Batista (2019) • Circo-Teatro com as peças "Meu Nome é Jessie", "A Morte do Cadáver" e "Coração Materno" – direção de Adriana Maia (2021) • “A Plebe de Coriolano”, de William Shakespeare - adaptação e direção Adriana Maia (2022) • “O Círculo de Giz”, de Bertolt Brecht – direção de João Batista (2022) • PRÊMIO1° Lugar MELHOR ATOR e MELHOR TEXTO no FestiCAL 2021 com o texto "Lavando a Louça". MARIANA CONSOLI é atriz licenciada em Artes Cênicas pela UNIRIO e pós-graduada em Historiografia do Teatro pela Casa de Artes das Laranjeiras. Atuou em cerca de vinte e cinco montagens como atriz, destacando-se “Terapia do Riso”; “Malvadas”, de Alessandro Marson; “Clube da Cena”, de Cristina Fagundes; “Talk Radio”, de Eric Bogosian e direção de Maria Maya; “Pequenos Poderes”, de Diego Molina e direção de Breno Sanches; e “Sucesso”, de Leandro Muniz. Seus últimos trabalhos como atriz e produtora foram “A Vinda do Messias” com direção de Isabel Cavalcanti e “Distorções”, de Fabrício Branco e direção de Eduardo Vaccari. Integra atualmente o elenco da Comparsaria Teatral sob direção de Adriana Maia. Na televisão esteve em “Novo Mundo”, de Thereza Falcão e Alessandro Marson, como Dalva e "Travessia”' de Glória Perez, onde interpretou Ciça. Atualmente é professora de Teatro dos Ensinos Fundamental e Médio da Escola Britânica do Rio de Janeiro. MIGUEL FERRARI é ator formado pela CAL em 2022 no curso Bacharelado em Artes Cênicas. É também aluno do curso de Estética e Teoria do Teatro da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO. Como ator, foi dirigido por João Batista no espetáculo "Terror e Miséria do Terceiro Reich", de Bertold Brecht, e na leitura dramatizada do texto "Murro em Ponta de Faca", de Augusto Boal. Dirigido por Marcus Alvisi no espetáculo "Sonho de uma noite de Verão", de Shakespeare, no papel de Lisandro. Em 2022, integrou o Coletivo Du'velhomoço onde atuou no espetáculo infantil "Querência Quer Ver o Mar", contemplado pelo edital FOCA da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura. Ainda em 2022, participou do espetáculo "A Plebe de Coriolano", com direção de Adriana Maia, ao lado da Comparsaria Teatral. No audiovisual, protagonizou o curta metragem "Felipe" no papel de Felipe Alvarenga, com lançamento previsto para 2023. PAMELA ALVES Formada em Cênicas, Bacharelado, pela Universidade de Brasília e integrante do grupo Nós do Morro. Como atriz participou de espetáculos, como “Faces da Terra” com direção de Abaetê Queiroz, “Vende-se uma Boneca” com direção de Cleide Mendes, “Delirum” direção de Albert Ber e “A Geladeira” com orientação de Alice Stefânia, “Rosa Vermelha”, sob orientação de Izabela Parise, “Recruzadas”, sob orientação de Alisson Araújo, “Quem Disse que Não”, sob orientação de Marcus Mota e Alice Stafânia; “PENTES”, com direção de Alisson Araújo, “Óptica Ficcionista”, com direção de Abaete Queiroz. Foi integrante do grupo teatral “Cabeça Feita”, cuja diretora é a atriz Cristiane Sobral. Dirigiu o espetáculo Qual o seu mundo maravilhoso? ” Em parceria com Nitiel Fernandes e orientação de Jesus Vivas, dirigiu também aos- ame-ir, sob orientação do grupo de teatro Concreto (DF/2010). Participou do espetáculo Pedido de Casamento, dirigido por Rafael Andrade, fez parte do elenco do espetáculo “Casarão” com direção de Ray Cosmo (09/2015 - RJ). Atuou no espetáculo “Morro da Trincheira” dirigido por Jonas França e Alex Borges. (2015). Em 2016 integrou o elenco do espetáculo Brasiliense Entrepartida, dirigido por Francis Wlker. Em 2017 escreveu a atou no Solo “Dandara, sou Eu" dirigido por Wilson Granja. Em 2018. Participou da montagem de “455 Macbeth”, dirigido por Adriana Maia e “Eles não usam Black tie” dirigido por João Velho (2020/2021) STEFANIA CORTELETTI é atriz há 16 anos, formada em artes cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Tem formação complementar pelo LISPA (London Institute of Performing Arts) em 2011. Seus últimos trabalhos no teatro como atriz foram “455: Macbeth” , direção de Adriana Maia, “Pássaros ou Obras Incompletas” , direção de Bruno Henriquez, “Sobre Troias” , direção de Bruno Henriquez, “Amor Veneris” , direção de Angel Palomero e “S. Contos de Tchekhov” , direção de Marcela Andrade. No cinema fez participações em longas como “Divã” , direção de José Alvarenga Jr., “Nosso Lar” , direção de Wagner de Assis e protagonizou o curta “Maria que a graça esconde” , direção de Daniela Rosa. Graduada também em fonoaudiologia, tem experiência como preparadora vocal de atores em diversas montagens. XANDO GRAÇA é um ator carioca de teatro, cinema e televisão. Estreia no teatro profissional em 1983 e, a partir daí integra o elenco de diversos espetáculos dirigidos pelos seguintes profissionais: Ricardo Kosovski, Carlos Wilson (Damião), Dudu Sandroni, Aderbal Freire Filho, Domingos Oliveira, Amir Haddad, José Celso Martinez Corrêa, Marcos Vogel, Adriana Maia, entre outros, tendo recebido indicações para prêmios de melhor ator em 2003 por “O Deserto Iluminado”, 2012 por “O Beijo no Asfalto” e 2014 por “Fazendo História”. Seus trabalhos teatrais mais recentes incluem o monólogo “Revisitando Tebas” que além de interpretar, codirigiu (2018) e, “Arlequim, Servidor de 2 Patrões”, Espetáculo integrante do II Festival Internacional de Teatro do BRICS, em Moscou, Rússia (2018). e “455 Macbeth”, de William Shakespeare (2019/20) ambos dirigidos por Adriana Maia. No cinema participou de “Barba, Cabelo e Bigode”, de Rodrigo França e Letícia Priscos e “Eike – ou Tudo ou Nada”, de Dida Andrade e Andradina Azevedo. Na televisão pode ser visto nas séries “Magnifica 70”, dirigida por Cláudio Torres para HBO (2015/17), “Um Contra Todos”, dirigida por Breno Silveira para FOX (2016/19), e na 3ª temporada de “Impuros” dirigida por Tomas Portella para a FOX (2021). JOÃO XIMENES BRAGA é carioca, jornalista, escritor e roteirista. Foi colunista do jornal O Globo, escrevendo crônicas sobre Nova York, cidade onde morou por quatro anos. No retorno ao Brasil passou a escrever sobre cultura e comportamento. Como roteirista escreveu, juto com Claudia Laje, a novela “Lado a Lado” – PRÊMIO EMMY INTERNACIONAL de Melhor novela de 2013. Escreveu também como colaborador “Paraíso Tropical” e “Insensato coração” novelas de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Em 2021 Publicou o livro de contos “Necrochorume” pela editora 7 letras. Desse livro foram extraídos os contos encenados em GENTE DE BEM. Em 2010 Publicou “A Dominatrix Gorda”, pela editora Rocco. A exemplo de grandes cronistas como Lima Barreto e Joao do Rio, João Ximenez Braga fez da urbe tema de suas crônicas em A Dominatrix Gorda, para falar não apenas do Rio, mas também de Berlim, Londres, Viena, Nova York e São Paulo. Outros livros publicados: em 2003 “Porra” (editora Objetiva). Em 2005 “Juízo” (editora 7 letras). Em 2009 “A mulher que transou com o cavalo e outras histórias” (editora língua geral). A direção de Produção, gestão administrativa e financeira do projeto são de resposabilidade da Criranda de 3 Trupe Produções e de sua sáocia Cristiana G Maia, em artes Dadá Maia. O projeto GENTE DE BEM é produzido pela Ciranda de 3 Trupe Produções, com direção de produção Dadá Maia. Com longa experiência na área de teatro, destacamos alguns trabalhos já realizados. Em 2022 produziu o espetáculo circense “URUTU” realizado no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ). Em 2019 produziu a Turnê brasileira de “PI Panorâmica Insana” direção de Bia Lessa, elenco Claudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira e Rodrigo Pandolfo, apresentações em Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo; “ÄGÔ” solo de Cristina Moura no ENTREDANÇA 2019 – SESC Copacabana, e SESC Consolação – Espaço Beta; Em 2018 produziu “Mordidas” uma comédia satírica de Gonzalo de Maria com versão brasileira de Miguel Falabella, no elenco Ana Beatriz Nogueira, Zélia Duncan, temporada abril/maio, no Rio de Janeiro no Teatro Fashion Mall/Sala 1; Em 2017 produziu “estranhos.com” uma comédia contemporânea de Laura Eason, com tradução de Sergio Flaksman, direção de Emilio de Mello, no elenco Deborah Evelyn e Johnny Massaro, temporada março e abril no Teatro VIVO em São Paulo, e de maio a julho no Rio de Janeiro no Teatro das Artes localizado no Shopping da Gávea; Em 2016 produziu “Hora Amarela” de Adam Rapp, com tradução de Isabel Wilker, direção de Monique Gardenberg, no elenco Deborah Evelyn, Isabel Wilker, Darlan Cunha, temporada no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, e em São Paulo no SESC Bom Retiro; Ainda em 2016 produziu “Nu de Botas” espetáculo criado a partir do livro, de mesmo título, de Antonio Prata, com dramaturgia de Cristina Moura e Pedro Brício, direção de Cristina Moura, no elenco Inez Viana, Isabel Gueron, Renato Linhares, Thiare Maia Amaral e Pedro Brício, temporada no Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e em São Paulo no SESC Belenzinho; entre inúmeros outros trabalhos.
PROJETO ARQUIVADO.