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A proposta desse projeto é a de realizarmos uma temporada na cidade de São Paulo no segundo semestre de 2024, do espetáculo PAGODE _ O MUSICAL, de autoria de Elísio Lopes, que também assina a direção do espetáculo. Nossa trama é ambientada na "Era de Ouro dos Anos 90" e passada na periferia de São Paulo, tendo como pano de fundo a "Cohab City", onde brasileiros até hoje lutam para ter um futuro melhor. Contaremos a saga de amor de três mulheres, de gerações diferentes de uma mesma família. Uma história linda que irá emocionar a todos. Na temporada na cidade de São Paulo, serão realizadas três apresentações semanais (36) apresentações no final dos primeiros três meses de temporada, em Teatro ainda em fase de definição, porém o objetivo da produção são teatros como: Sergio Cardoso, Tuca ou Frei Caneca Opus, espaços estes que nos darão condições técnicas, com plateias confortáveis e dentro das exigências de acessibilidades estabelecidas por lei e com capacidade acima de 400 lugares.
As mulheres da família Moreira são conhecidas na Cohab City como valentes e fortes. D. Lourdes Moreira é a matriarca da família. Uma vovó enxutona, sacudida e guerreira. Com seus 60 anos, ela não perdeu o prazer de viver. Mãe solteira, criou sua filha única trabalhando como professora de ginástica em escolas da rede pública. Vive um romance com Robson que tem a idade da neta dela. Consuelo Moreira, 40 anos, filha de Lourdinha e mãe de Solange. Cabelereira, manicure, pedicure, maquiadora, costureira, séria, obstinada a dar um futuro melhor para a filha. Ela se vira e ajuda todas as mulheres da comunidade a ficarem mais bonitas. Também veste todos os grupos de pagode que existem na comunidade. Ela ficou viúva há alguns anos, e nunca teve coragem de assumir outra relação. Mas dentro do seu coração vive uma paixão não assumida por um amigo de infância que é dono de um bar na comunidade. Solange Moreira, a Sol, 20 anos, neta de Lourdinha, filha de Consuelo, que no seu primeiro namoro sério engravida, e vê todos os seus planos colocados em risco. Inteligente, ousada e ambiciosa, ela não teme enfrentar a vida, mas se vê completamente sem chão diante das surpresas da vida.
Objetivo Geral Trazer ao público, três histórias de amor e música que atravessaram a vida de três gerações de uma mesma família de mulheres brasileiras, faveladas e batalhadoras: As Moreiras, nossas protagonistas. As Moreiras, irão mostrar o empoderamento feminino, que nada mais é do que a capacidede de encontrar o poder dentro de si, sabendo reconhecer e, mais do que isso, fortalecerr o papel das mulhes na sociedade, colocando-as como protagonistas de suas vidas. Mostrando uma história que ira emocionar a todos. A trama desse musical é construída a partir de musicas gravadas pelos principais expoentes desse movimento, com sucessos cantados por estrelas do pagode como Belo, Salgadinho, Vavá, entre outros, que serão relidos nessa trama, para mostrar o outro lado desse fenômeno que encantou o Brasil. Faremos desse espetáculo uma fábula musical da vida real, que fara com que o espectador se identifique de imediato Objetivo Específico Levar histórias aos palcos fatos ocorridos durante a trajetória artística e pessoal de estrelas do pagode como Netinho, Belo, Salgadinho, Vavá, Pimpolho, entre outros, são relidos nessa trama, para mostrar o outro lado desse fenômeno que encantou o Brasil. A montagem e apresentação do espetáculo Pagode - O Musical, cumprira 36 sessões e público estimado superior a 10 mil pessoas. Estimular a ida ao teatro como alternativa viável ao cidadão. Estimular trabalho aos diversos profissionais envolvidos (equipe de produção, equipe criativa, atores, bailarinos e cantores, musicos e equipe técnica e admnisrativa). Pesquisar e aprofundar a reflexão sobre os caminhos que podemos seguir enquanto sociedade, a partir do tema que será desenvolvido. "Pagode - O Musical", terá 11 atores, sendo quatro protagonistas e 7 coadjuvantes que serão escolhidos através de audição pública, além de sete músicos que tocarão ao vivo durante as apresentações. Gerar emprego para mais de 50 profissionais envolvidos diretamente na produção do espetáculo e mais 30 envolvidos indiretamente. Distribuir gratuitamente convites para a comunidade sem recursos ou acessos aos bens culturais disponíveis. A montagem dará condições a estudantes, professores do sistema público de ensino, além de toda a população de São Paulo a ver uma montagem de grande qualidade artística e de assistir um espetáculo que irá arrebatar o coração de todos. Faremos sessões especiais com Intérprete de Libras, dando possibilidade e acessibilidade ao púbico que necessita desta ação, para ter acesso aos bens culturais. O espetáculo acontecera em teatros com toda infraestrutura de acessibilidade, para que possamos atender a toda população que necessita se enquadrar nas normas estabelecidas pela lei. Terermos Palestante em alguns espetáculos, para um bate papo com a plateia sobre o tema desenvolvido e sua importância na sociedade. Teremos estagiários que acompanharam essas ações nos dias estipulados.
As principais justificativas para a aprovação e realização do projeto com recursos de incentivo fiscal são: a) Motivos para realização e utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais: A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura se justifica pelo fato de que a Lei de Incentivo é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. b) O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. c) O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Em nosso país, o investimento destinado à produção cultural é muito maior que os recursos aplicados no acesso do que é produzido. Dados referentes ao acesso cultural no Brasil comprovam esse desequilíbrio. De acordo com uma pesquisa realizada anos atrás pelo CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento), 97,6% da classe C e 99% das classes D/E da região metropolitana de São Paulo nunca assistiram a uma apresentação de música erudita, por exemplo. Mesmo com relação ao cinema, que detém o melhor índice de acesso, a pesquisa mostra que 67,4% da classe C nunca assistiu a uma sessão. Outro dado que comprova a falta de acesso aparece na última edição do Guia Brasileiro de Festivais de Cinema: dos 72 filmes brasileiros produzidos em 2006, 32 (44%) não atingiram a marca de 10 mil espectadores. ".... E é para falar diretamente ao coração, para olhar de frente quem somos, falar de sonhos, amores e de Brasil que esse musical se compõe…" Montar um musical totalmente brasileiro, produzi-lo e cumprir temporada de três meses na cidade de São Paulo, com profissionais dos mais respeitados no meio artístico brasileiro, em teatro ainda em fase de definição. Trazer ao público um espetáculo de relevância popular, mostrando novamente ao público músicas da "Era de Ouro dos anos 90", aliada a uma linda história de amor que conta trajetória de três mulheres guerreiras de uma mesma familia, embora de gerações diferentes. O projeto PAGODE _ O MUSICAL, se destina ao público em geral e em especial além de as classes C e D, populações de baixa renda, residentes na cidade de São Paulo, comprovadamente sem recursos para pagar o ingresso de teatro, além de estudantes, professores do sistema público de ensino, moradores das COHABS das periferias da cidade, de toda a população que trabalha e reside na região central de São Paulo, formadores de opinião, além da população que circulam diariamente no coração desta metrópole. O projeto permite, também, que as empresas patrocinadoras, apoiadores e os órgãos públicos tenham maior visibilidade e valorização de sua marca ao participarem de um projeto cujo objetivo principal é a democratização cultural. O projeto atingirá em sua primeira fase: 02 meses de pré-produção, 02 meses de ensaio, e na segunda fase, 03 meses de temporada na cidade de São Paulo _ Capital, com três apresentações semanais. Qualquer país que se pretenda justo e socialmente democrático tem como base principal, cidadãos com autoestima, intelectualmente preparados e inclusos em sua sociedade.
“...Como é que uma coisa assim machuca tanto, E toma conta de todo o meu ser? É uma saudade imensa que partiu meu coração É a dor mais funda que a pessoa pode ter ...” Que se chama amor do Só pra contrariar Os príncipes encantados dessa história não são nada previsíveis. Lourdinha, a mais velha, está tendo um romance com Lelé, filho do comerciante mais conhecido da Cohab City, Seu Derê, que também é viúvo e corteja Lourdes. Lelé é colega de Solange no curso técnico e Foi preciso perder Prá aprender a valorizar A Mina de Fé, a Mina de Fé Eu preciso entender Não se deve largar jamais A Mina de fé, a Mina de fé... Mina de Fé enfermagem, e esconde de todo mundo a paixão pela coroa. Lourdinha, Lelé e seu pai Derê formam um inusitado trio romântico. Azedinho é o príncipe encantado de Consuelo. Um quarentão boa vida, “o” conquistador da comunidade, pai de 8 filhos, e que passou toda a sua vida tentando emplacar um sucesso nas rádios. Tem um grupo de pagode o “Pagode do Azedinho” que toca todo domingo na comunidade, onde ele mantém uma “casa de shows”. É “o famoso” da localidade pois um dia apareceu na TV. Consuelo e Azedinho não se largam, mas também não dão certo juntos. Depois que ela se tornou viúva ele foi o único homem que mexeu com ela. E Bonito, o príncipe de Solange, que faz curso técnico de enfermagem, mas também é músico. Começou tentando uma carreira solo no funk, mas como nada deu certo, tem feito uns bicos em grupos de pagode. Trabalhador, esforçado e apaixonado, Bonito sonha em fazer sucesso e casar com Solange. Ele é romântico e talvez seja o único que não percebe que somente ele acredita na relação dos dois. Solange sonha com uma vida melhor, e nem se imagina casada com Bonito. “...Agora estou sozinha precisando de você E você não está por perto pra poder me ajudar A estrada desta vida está difícil sem você E você não está por perto pra poder me ajudar…” Desejo de amar de Eliana de Lima Em torno dessa expectativa se desenrolam sucessivas situações-limite, que deságuam em um final no mínimo surpreendente. Assim pode ser resumida a peça “PAGODE – O MUSICAL”. Uma emocionante busca pela vida, pelo amor, pela gratidão com uma pitada de ambição, em uma poética e inebriante trama musical.
Não se aplica ao projeto.
Acessibilidade Fisíca A acessibilidade será garantida a todos os moradores da cidade onde nos apresentaremos, pois o espetáculo será exibido em teatro localizado na de cidade de São Paulo, localizado próximo a metrô, em horários convenientes a todos e com enorme opção de transporte, tais como ônibus, taxis e Uber, além do metro propriamente dito facilitando a locomoção da população e turistas que visitam a cidade. A acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais, através de rampas, elevadores e espaçõs reservados para cadeirantes, assentos especiais para outro tipo de necessidades e piso tátil, superfície tátil ou pavimento tátil são faixas com relevos aplicadas no chão que auxiliam na locomoção e compreensão de onde se está circulando, aso estes não possuam acessibilidade, o proponente irá adotar as medidas dispostas no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente. Acessibilidade de Conteúdo O teatro onde for apresentado o espetáculo, permitirá a instalação de audiodescrição e intérprete de libras, e caso necessário legenda descritiva, e o espaço reservado no palco para linguagem de libras, sera uma exigência da produção.
A produção do projeto “Pagode - O Musical”, visando a real dinamização e democratização cultural e ciente e comprometido em oferecer como contrapartida a população brasileira, pelo apoio recebido do Ministério da Cultura ao projeto, preços acessíveis de R$ 80,00, que de acordo com as normas instituídas pelo Governo, esse é o valor do vale-cultura, atualizado pelo Projeto de Lei 699/22., além das promoções oferecidas no mercado. Adotaremos ainda uma ação disposta no Art. 30 da Instrução Normativa n° 1, de 24 de junho de 2013, qual seja: permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. E ainda faremos ensaios abertos, estipulando dias e horários, durante todo o processo. O projeto adota os incisos III e IV do Art. 21 da IN 05/2017 como complemento à democratização do acesso. Distribuiremos 20% dos ingressos gratuitamente para ONGS, OCIPS e escolas da rede pública de ensino, demais instituições interessadas, para que efetivamente as pessoas que não dispõe de poder financeiro, possam desfrutar de um espetáculo de alta qualidade técnica e profissional, com grandes nomes das artes cênicas nacionais. Buscando em todos os momentos de preparação uma profunda responsabilidade com a utilização dos recursos públicos, ora pleiteados. O público-alvo para a distribuição destes convites, serão professores e estudantes do sistema público de educação e Ongs que desenvolvem trabalhos com a população de baixa renda. Promoveremos os ensaios abertos antes da estreia do espetáculo. Sessões com palestrante, previamente agendadas. Sessões com linguagem de Libras, previamente agendadas e divulgadas.
FICHA TÉCNICA DOS PRINCIPAIS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NO PROJETO. Texto: Elísio Lopes Jr Direção: Elísio Lopes Jr Direção Musical: Jarbas Bitencourt Direção de Movimento: José Carlos Arandiba (Zebrinha) Coreografia: Ana Paula Bouzas Iluminação: Fábio Espírito Santo Cenografia e Figurino: Billy Castilho Diretor Assistente – Ricardo Gamba Elenco: Escolhido através de audição pública. Músicos Convidados: Serão definidos posteriormente. Direção de Produção: Valdir Archanjo / Bira Saide Produção e Administração: Bira Saide Produtores Associados: Valdir Archanjo e Bira Saide Realização: U.S. Saide Produções e Val Produções Culturais. Currículos: Textos e Direção - Elísio Lopes Jr. - Dramaturgo, roteirista de cinema e TV, diretor artístico e produtor cultural, Elísio Lopes Jr. também tem experiência como gestor cultural. Reconhecido pelo talento e versatilidade, o artista vem construindo uma carreira sólida, fruto de trabalho em várias frentes. Atua em vários projetos, como a gravação do DVD inédito de Ivete Sangalo em Trancoso (divide a direção artística com a cantora), a direção artística do Prêmio Braskem de Teatro, o projeto de inauguração da Concha Acústica do TCA e a direção de um documentário vivo, que marca lançamento de campanha contra intolerância religiosa, da Fundação Palmares, junto com o Coletivo Criativo N, equipe que acompanha o artista. Como dramaturgo, Elísio já tem mais de 20 peças teatrais encenadas em todo o país e, como roteirista, já assinou a autoria de vários curtas metragens e programas para a TV, sem falar na direção de espetáculos. Destaque para 2019, o Musical Dona Ivone Lara – Sorriso negro o qual é responsável pela dramaturgia e direção. Direção Musical – Jarbas Bitencourt - Cantor e compositor atua como músico profissional há vinte anos na área da MPB e da Trilha Sonora para Teatro e Dança. Em 1993 fundou a Confraria da Bazófia, grupo de músicos, cantores e compositores que se destacaram no cenário musical baiano através de composições próprias e que com dois cds gravados ao longo de sua trajetória esteve ao lado de artistas como: Tom Zé, Capinam, João Bosco, Gilberto Gil, Roberto Mendes, Lenine, Vânia Abreu, Lazzo, Márcia Short, Jorge Portugal, J. Veloso, entre outros. Em 1996 iniciou-se no campo da direção musical e criação de trilha sonora para espetáculos de dança e teatro. Neste mesmo ano compôs as músicas de Erê pra Toda a Vida, encenação teatral para o Bando de Teatro Olodum, dirigido por Marcio Meireles e coreografado por Zebrinha, espetáculo criado especialmente para o Carlton Dance Festival. Fez, nos 19 últimos anos, trilha sonora e/ou direção musical de espetáculos como Dom Quixote, Sonho de Uma Noite de Verão, Fausto#Zero, Cabaré da Rrrrraça, Ópera dos Três Reais, Já Fui!, Fatzer e colaborou na composição e direção musical do espetáculo Supernova, ao lado do compositor português Carlos Alberto Augusto. Direção de Movimento – José Carlos Arandiba - Zebrinha - Graduou-se em dança clássica e dança moderna pela Stadeliyk Conservatoriam em Dans Academie te Arnhem Holanda, em técnica Lester Horton na Alvin Ailey School em New York. Fez o curso de dança clássica e repertório da Academia Princesa Grace-Mônaco e tambem o de dança moderna e tradicional Catherine Dunhan na Suécia. Formou-se em barra ao solo, técnica de Boris Niezef em Paris com especialização em jazz. Começou sua carreira como dançarino no Grupo de Dança contemporânea da Bahia, dirigido por Clyde Morgan. Em seguida dançou em diversas companhias internacionais tais como Niederland Dence Theater ( estagiário ) Holanda, Intro Dans Company, Balé de Monte Carlo, Alcazar de Paris e Paradis Latin. Partipou de programas de televisão na Holanda, na França, na Inglaterra e na Alemanha.Trabalhou também com Lisa Minelli, Joel Grey e Bem Vereen. Ensinou na Academia Internacional de dança (paris), no Stúdio 54 (paris), no Project Stúdio Munique (Alemanha), no Stadelyk Conservatoriam em Dans Academie te Arnhem, e no Federatie Friy Tiyd (Bélgica). Coreografia - Ana Paula Bouzas - Atuou em alguns grupos e cias de dança e teatro, como o Balé do Teatro Castro Alves, Mantra Cia de dança, Trupe do Passo, Companhia de Teatro da Bahia. Como bailarina e atriz trabalhou com os coreógrafos Debby Growald, Luís Arrieta, Victor Navarro, Marcelo Moacyr, Carlos Moraes, Célia Gouveia, Duda Maia, dentre outros e diretores teatrais como Fernando Guerreiro, Nehle Franke, Luis Arthur Nunes, Tim Rescala e André Paes Leme. Sua formação em ambas as áreas inclui aulas e oficinas com profissionais como Marilena Ansaldi, Luís Carlos Vasconcelos, Denise Namura, Ana Kfouri, Suzanne Linke, Suzana Yamaushi, Walter Lima Jr., Fátima Toledo, Fauzi Mansur, Ana Vitória Freire, Paulo Caldas. É integrante da companhia teatral do movimento, dirigida por Ana Kfouri, desde 1991. Iluminação – Fábio Espírito Santo - Diretor de teatro, dramaturgo, Produtor cultural, Iluminador e Roteirista. Entre os espetáculos que atuou encontram-se Bispo, O Sapato do meu Tio, Sobre Aroeira, com quantos Nós se faz uma Arvore, Habitat, Lima Barreto, ao terceiro dia, Eu organizo o Movimento e Inferno. Cenografia e Figurinos - Billy Castilho – Cursou a faculdade de Arquitetura e também fez Publicidade, influenciado pelo então professor Flávio Império, pintor e cenógrafo de espetáculos de artistas como Caetano Veloso e Maria Bethânia. Na faculdade, Billy entrou para o Asdrúbal Trouxe o Trambone, o antológico grupo teatral de Regina Casé e Cia. Ele não tinha a intenção de ser ator, mas queria entender e se conectar com atores. Sempre foi independente, diz que tudo aconteceu de uma maneira muito natural, as agências o chamavam para solucionar questões, não apenas executar tarefas. Com essa atitude, ele consegue até hoje se manter firme em um mercado tão voraz como o da publicidade. Durante oito anos, Billy foi diretor de arte da marca alemã Puma e da Maison francesa Hermès, responsável pelas vitrines das lojas no país. Em 1999, nasceu o Estúdio Senhora Olga e em 2018 muda para ESTÚDIO BILLY CASTILHO. Diretor Assistente – Ricardo Gamba - Ricardo Gamba DRT 16.558-SP, é ator, escritor, roteirista, dramaturgo, Produtor de Elenco, Roteirista e Diretor Residente. Entre as principais produções que atuou estão "De Mentira", direção de Rosi Campos e Sérgio Milagre, "Se Casamento fosse bom, direção de Rosi Campos, "O Reizinho Mandão", direção de Roberto Lage, o qual também assina a dramaturgia. Criou a Cia Mia Gato, especializada em atividades artísticas e recreativas para a infância, e em "Cartola - O Mundo é um Moinho". Realização, Produção e Administração - U.S. Saide Produções - Em Teatro – 2023 O Patinho Feio, do original de Hans Christian Andersen e adaptação de Fernando Lyira JR. 2020/2021 Casa Pra Ver!, de Tiago Luchi, direção Maximiliana Reis 2019 – Cada Um Tem o Anjo Que Merece, de Pedro Fabrini, direção de Maximiliana Reis, com Vida Vlatt, Elias Cardoso e Pedro Fabrini em temporada no Teatro West Plaza, 2018 - MPB Musical Popular Brasileiro, onde éramos os diretores de produção, contratados, 2017/2018 A Rainha do Rádio, de Pedro Fabrini e Eduardo Martini, com Viviane Alfano, Públio Gimenes e Edu Martini – 2017 Angel, de Vitor Oliveira e Carlos Fernando Barros, direção Eduardo Martini – 2017/2018 Papo com o Diabo, de Bruno Cavalcanti, com Eduardo Martini e direção Elias Andreato – 2016 a 2018 Até que o Casamento nos Separe, de Eduardo Martini e Cris Nicoloti, com Suzy Rego e Eduardo Martini – A Toca do Coelho, de David Lindsay-Abare, do original em inglês “Habbit Hole”, ganhador do Prêmio Pulitzer 2007 e ganhador do Prêmio Tony o maior prêmio do teatro norte americano direção de Dan Stulbach, com Reynaldo Gianecchini / Anderson Di Rizzi, Maria Fernanda Cândido / Barbara Paz / Bianca Rinaldi, Selma Egrei / Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Felipe Hintze / Rafael De Bona 2013/2014/2015.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.