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Exposição fotográfica que retrata a força e a sabedoria das mulheres negras quilombolas. Sua importância na preservação cultural, na luta por terra e território e na transferência de afeto na comunidade. Imagens captadas pelo artista Flávio Veloso na tradicional e resistente comunidade de Sapê do Norte - ES. Com curadoria do renomado fotógrafo Custódio Coimbra, a exposição dialoga diretamente com inspiração literária de publicações relevantes no tema, som e comida quilombola. E por Roda de Conversa e 4 Oficinas, como Fotografia, Narrativa, Conteúdo Digital e Empreendedorismo Feminino. Conta com equipe diversa e atenção especial à inclusão e à acessibilidade. Celebra o mês da Consciência Negra.
1) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:A exposição fotográfica Mestras Quilombolas: Resistência & Afeto destaca a força e a sabedoria das mulheres negras quilombolas. E traça uma conexão entre arte visual das imagens captadas pelo fotógrafo Flávio Veloso, com premiado livro publicado por especialista no assunto quilombo. O público será convidado a uma experiência multilinguagem, acessível e reflexiva. As 12 fotografias foram captadas em comunidades tradicionais de Sapê do Norte, Espírito Santo, região devastada ao longo das últimas décadas. Mas que resiste e persiste. Registro regional, de tema nacional, com impacto global. Mesmo diante de tudo isso, as Mestras Quilombolas continuam a sorrir.Classificação indicativa etária: Livre 2) RODA DE CONVERSA:Será realizada no dia de inauguração da exposição, junto ao evento de lançamento.No palco, vamos integrar arte, artistas e pensadores diante do público. Além do fotógrafo da exposição Flávio Veloso, convidaremos uma pessoa especialista na temática dos quilombos, uma pessoa artista quilombola e uma pessoa que represente liderança feminina quilombola. Propondo reflexão acerca de:- O papel das mulheres quilombolas na preservação da memória e dos povos tradicionais.- O resgate histórico ao dar voz, registro e luz à trajetória dessas mulheres.- O caráter essencial das comunidades quilombolas na preservação ambiental. - A necessidade de disseminar o conhecimento do povo quilombola acerca da sustentabilidade e do convívio harmônico com a natureza. Classificação indicativa etária: 16 anos 3) OFICINA 1:Responsável: Flávio Veloso - artista fotográfico, expositor do projetoTema: A importância da luz e da composição nas fotografias Classificação indicativa etária: 16 anos 4) OFICINA 2:Responsável: Ana Luiza Cassalta - consultora de negócios, diretora geral do projeto Tema: O empreendedorismo como meio de independência financeira e autonomia para mulheres Classificação indicativa etária: 16 anos 5) OFICINA 3:Responsável: Jefferson Rodrigues - jornalista e roteiristaTema: O olhar audiovisual para encontrar bons personagens e narrativasClassificação indicativa etária: 16 anos 6) OFICINA 4:Responsável: Bruna Dias - jornalista e produtora de conteúdo digitalTema: A produção de conteudo digital autêntico e a autoestima negra Classificação indicativa etária: 16 anos
OBJETIVO GERAL: 1) Realizar a exposição fotográfica "Mestras Quilombolas - Resistência e Afeto", oferecendo uma experiência multilinguagem, que desperte emoções no público e favoreça a reflexão sobre a importância das mulheres negras quilombolas. > Meio de validação: registro fotográfico e/ou publicação de notícia sobre a exposição em veículo de imprensa digital, radiofônico ou impresso. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Ser um projeto cultural relevante no calendário de celebração do mês da Consciência Negra, em novembro/2024, ajudando a ampliar a reflexão e o alcance do assunto. > Meio de Validação: veiculação de 5 notícias acerca da exposição, seja em meio radiofônico, impresso ou digital, no estado em que a exposição está sendo realizada. 2) Garantir 100% de realização das ações de acessibilidade propostas no projeto: Meio de Validação: registro fotográfico dos quadros contendo placa em braile e QR Code, com recurso de site e vídeos com janela de Libras, LSE e Audiodescrição. Tradução em Libras da Roda de Conversa, no dia do lançamento da exposição. 3) Alcançar um público de 25 pessoas em cada turma das 4 Oficinas oferecidas, alcançando volume de 100 pessoas na capacitação, com 4 horas de duração cada. > Meio de Validação: registro fotográfico e/ou lista de presença 4) Expandir a exposição física para uma exposição virtual, com site de domínio próprio. Garantindo permanência online por, no mínimo, 3 anos. > Meio de Validação: print do site publicado
No Brasil, 1.3 milhão de pessoas se autodeclaram quilombolas e vivem em 30% dos municípios do País, segundo o Censo de 2022. O IBGE identificou 494 Territórios Quilombolas oficialmente reconhecidos. E concluiu que, atualmente, neles residem apenas 12,6% dessa população, ou seja: 167.202 quilombolas.Em 1988, a Constituição Federal instituiu o direito de propriedade e usufruto das terras quilombolas. Ao longo das décadas seguintes, porém, uma série de disputas políticas e ideológicas alterou o cenário. E, em 2023, esse direito ainda é uma luta:- Por respeito e visibilidade- Por terra e território- Por manter vivas as raízes culturaisE a mulher negra quilombola é protagonista nesta história:- Por viver e sobreviver somando a interseccionalidade de ser mulher + negra + quilombola. Eixos de discriminação que se cruzam, em gênero, raça, classe e origem. - Por cuidar da família e da comunidade, transmitindo conhecimento, cuidado e educação. Influenciando diretamente na formação das novas gerações.Nosso projeto foca nessas mulheres. Como símbolo de força e sabedoria.Historicamente, a imagem dos quilombos foi valorizada como símbolo de resistência. Com elementos e práticas popularmente atribuídos ao universo masculino: força, virilidade, luta. Nas últimas décadas, porém, estudos, publicações e documentários trouxeram luz a novas narrativas. A um entendimento de que a preservação dos quilombos, de suas tradições culturais, sua construção de identidade e seu senso de comunidade se deve a elementos e práticas popularmente atribuídas ao universo feminino: transmissão de experiência, cuidado, afeto.De origem latina, a palavra "cultura" vem de "culturae" = "cultivar". E do termo "colete" = "tratar as plantas", "desenvolver atividade agrícola". Este projeto cultural é sobre cultivar e valorizar mulheres que se adaptam, resistem e transmitem afeto diariamente nas suas comunidades. Que assumem cada vez mais um protagonismo público e impedem o ato de invisibilização social, que já aconteceu no passado.No mês em que se celebra o Dia da Consciência Negra, propomos a exposição fotográfica "Mestras Quilombolas - Resistência e Afeto", que teve suas fotografias captadas pelo artista Flávio Veloso no território quilombola de Sapê do Norte, no Espírito Santo. Imagens que mostram que essas mulheres mantêm viva uma cultura milenar, em meio a zonas geográficas de conflito agrário, como nessas comunidades quilombolas, de Linharinho e Santana, em Conceição da Barra - ES. Originalmente, a região ocupava uma extensa área entre os atuais municípios de São Mateus e Conceição da Barra e era o lar de 12 mil famílias, distribuídas por mais de 100 comunidades. Elas foram expulsas de seus territórios por um violento processo de "colonização", onde a cultura tradicional foi substituída pelo "progresso" representado por pastos e monoculturas. Apenas 1,2 mil famílias resistiram em 30 comunidades, 10% do povoamento original.No expografismo, sob curadoria do experiente fotojornalista Custódio Coimbra, além do recorte fotográfico, daremos destaque também a inspirações literárias, som e comidas típicas da cultura cultura quilombola. Propomos realizar uma Roda de Conversa, que integre essas artes e artistas diante do público, reunindo: o fotógrafo Flávio Veloso, uma pessoa especialista na temática, uma pessoa que trabalhe com música quilombola e uma pessoa que represente liderança feminina de quilombo, localizado no estado em que a exposição estiver sendo realizada. Propondo reflexão acerca de:- A resistência social e cultural dos quilombos.- O papel das mulheres quilombolas na preservação da memória e dos povos.- O resgate histórico ao dar voz e registro à trajetória dessas mulheres.- A importância da consciência sobre a cultura negra.- O caráter essencial das comunidades quilombolas na preservação ambiental, em específico a região de Sapê do Norte, retratada no projeto, que é uma das que mais sofrem pressão pelo uso da terra.- A necessidade de disseminar o conhecimento do povo quilombola acerca da sustentabilidade e do convívio harmônico com a natureza. Ofereceremos também 4 Oficinas de contrapartida, autorrelacionando o tema com arte, diversidade e empregabilidade: - a importância da luz e da composição nas fotografias como registro histórico e artístico (Flávio Veloso - artista expositor do projeto); - a produção de conteúdo digital autêntico e a autoestima negra (Bruna Dias - profissional de referência); - o olhar audiovisual para encontrar bons personagens e narrativas (Jefferson Rodrigues - profissional de referência); - o empreendedorismo como meio de independência financeira e autonomia para mulheres (Ana Luiza Cassalta - diretora geral do projeto)Cada Oficina terá 4 horas de duração e tem expectativa de contemplar 25 pessoas. Totalizando 100 pessoas alcançadas e um conteúdo completo de 16 horas com especialistas na contrapartida.
Na equipe principal temos uma composição bem mista e diversa, que corrobora nosso compromisso com o tema, a abordagem, o público e a busca por inclusão em todas as etapas: - o Curador Custódio Coimbra tem mais de 70 anos.- a Diretora Geral Ana Luiza Cassalta é mulher, tem 43 anos e é moradora da zona oeste do Rio de Janeiro - RJ. - a Produtora de Conteúdo Bruna Dias é mulher, negra, e é moradora da Rocinha, comunidade do Rio de Janeiro - RJ.- o Jornalista Jefferson Rodrigues é negro, tem 42 anos e é morador de Niterói - RJ.- as quatro mulheres retratadas como protagonistas são negras e quilombolas. Em posições de relevância estratégica para o sucesso do projeto, como as participações na Roda de Conversa, contaremos com:- ao menos uma mulher de comunidade quilombola;- ao menos duas pessoas negras;- ao menos uma pessoa acima de 50 anos. A escolha da equipe de prestação de serviço, nas diversas atividades necessárias ao projeto, também observará critérios de diversidade e inclusão, garantindo uma representatividade que faça juz ao tema representativo da exposição, às reflexões e aos debates sociais que queremos ajudar a promover. Assim como garantindo que as corretas condições de acessibilidade sejam respeitadas e cumpridas durante todo o projeto para o público em geral.
1) EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA:Duração: 30 diasQuantidade de obras: 12 imagensDatas: de 01/11/2024 a 30/11/2024Entrada gratuita Conceito Curatorial a . Imagens horizontais 90 x 135cm Imagens impressas em tela canvas de alta resolução, emolduradas com moldura filete de 4,5cm de altura na cor madeira clara. A Tela Canvas é um material leve e resistente, dispensando em sua montagem o uso de vidro. Por ser um material antirreflexivo, resolve de forma muito eficiente qualquer inconveniente gerados por reflexos da iluminação cenográfica, simplificando em muito projeto expositivo. b . Imagens verticais 60 x 90cm Imagens impressas em tela canvas de alta resolução, emolduradas com moldura filete de 4,5cm de altura na cor madeira clara. c . Textos de conexão literária A exposição dialoga com textos literários a respeito da temática. Cada bloco de imagens é acompanhado por um suporte para texto, de tamanho 60x90cm, em fundo branco, impresso em papel fotográfico adesivo fosco, sobre placa de PVC ou material similar, com suporte flutuante. d . Acessibilidade Na parte inferior esquerda do suporte literário haverá uma placa QR Code de dimensões 8x8cm, com sinalização em braile adicionada. O link embutido direcionará para as ferramentas online de acessibilidade. A constar: vídeos descritivos das imagens com janela de libras, legendas LSE e audiodescrição. e . Nichos O projeto curatorial trabalhará com conjunto de imagens, sob a forma de nichos. Cada nicho será composto por duas imagens, (uma vertical e uma horizontal) e um texto de conexão literária. As imagens horizontais (90x135cm), verticais (60x90cm) e os textos (60x90cm) possuirão a mesma altura, dando ênfase ao conceito de unidade. f . Texto de Abertura Texto de recepção à exposição, feito por professor doutor especializado na temática. Impresso em vinil adesivo, recortado a laser, aplicado sobre marcenaria a ser construída, com 3m de largura por 2,20 de altura e 30cm de profundidade. g. Criação de ambiente em tamanho real Criação de um ambiente em gigantografia, criando uma área "instagramável". A ser produzido em vinil adesivo, com envelopamento de possíveis estruturas da galeria ou aplicado sobre marcenaria a ser construída. Possibilidade de inserção de mobília idêntica à da imagem, como uma cadeira ou uma janela para pose para estimular as pessoas a "entrarem" no ambiente, fotografarem e compartilhar em suas redes, aumentando a divulgação orgânica do projeto. 2) RODA DE CONVERSA:Duração: 2 horas Horário: das 17h às 19hEntrada gratuita, mediante inscriçãoEstimativa de público: 30 vagas O evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição 3) OFICINAS a) Oficina "A importância da luz e da composição nas fotografias"- Por Flávio Veloso - artista fotográfico, expositor do projetoClassificação: 16 anos Dia 02/11/2024Carga Horária: 4 horasHorário: das 9h às 13h Entrada gratuita, mediante inscrição prévia onlineEstimativa de público: 25 vagas . Ementa: Propiciar experiência teórica-demonstrativa sobre fotografia, para ampliação do desenvolvimento de competências no público. . Conteúdo: Tipos de câmeras e equipamentos / Composição Fotográfica / Luz e suas consequências estéticas / Planejamento na fotografia / Foco e Profundidade / Dicas gerais de captura em campo O evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição b) Oficina "O empreendedorismo como meio de independência financeira e autonomia para mulheres"- Por Ana Luiza Cassalta - consultora de negócios, diretora executiva do projetoClassificação: 16 anosDia 09/11/2024Carga Horária: 4 horasHorário: das 9h às 13h Entrada gratuita, mediante inscrição prévia onlineEstimativa de público: 25 vagas . Ementa: Propiciar experiência teórica-prática sobre empreendedorismo feminino, capacitando o público em conhecimentos que permitam mudança de atitude imediata. . Conteúdo: Empreendedorismo Feminino no Brasil / Liderança Feminina / Ideação / Prototipagem / Testagem de um Negócio / Comunicação com o Público / A Importância do Planejamento para a Empreendedora O evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição c) Oficina "O olhar audiovisual para encontrar bons personagens e narrativas"- Por Jefferson Rodrigues - jornalista e roteiristaClassificação: 16 anosDia 16/11/2024 Carga Horária: 4 horasHorário: das 9h às 13h Entrada gratuita, mediante inscrição prévia online Estimativa de público: 25 vagas . Ementa: Propiciar experiência teórica-prática sobre construção de narrativas audiovisuais, a partir do nosso próprio entorno, de pessoas da nossa própria comunidade.. Conteúdo: O que é uma boa narrativa? / O olhar observador / Identificação de espaço, enredo, personagens, acontecimentos / Narrativas Linear x Binária x Circular / Exemplos de sucesso O evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição d) Oficina "A produção de conteudo digital autêntico e a autoestima negra"- Por Bruna Dias - jornalista e produtora de conteúdo digitalClassificação: 16 anosDia 23/11/2024Carga Horária: 4 horasHorário: das 9h às 13h Entrada gratuita, mediante inscrição prévia onlineEstimativa de público: 25 vagas . Ementa: Propiciar experiência teórica-prática sobre produção de conteúdo, a partir do próprio celular e publicação em redes sociais, com potencial oportunidade para geração de renda.. Conteúdo: A autonomia da criação / Redes sociais / Oportunidades e Desafios / O que não fazer? / Assuntos autênticos / Dicas práticas e exemplos reais / Carreira na produção de conteúdo digitalO evento será gravado e parte de seu conteúdo será publicado no site da exposição
A equipe do projeto está consciente e atenta para realizar o planejamento, a concepção, produção e execução do projeto de maneira inclusiva. Propomos 11 ações, com objetivo de proporcionar uma boa experiência individual e coletiva, possibilitando que pessoas com deficiência se sintam parte natural do projeto, incluídas, bem atendidas e acolhidas. Se sentindo assim estimuladas a sentir outras emoções com a exposição, desenvolvendo reflexões acerca do tema. ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1) Espaço físico adequado à mobilidade reduzida: O projeto vai buscar espaço físico que possua ambiente de acessibilidade arquitetônica, com facilitadores como rampa, espaço para movimentação de cadeira de rodas, corrimão, banheiro acessível e/ou elevador. A intenção é possibilitar a experiência da exposição também para pessoas cadeirantes ou com mobilidade reduzida. 2) Expografismo de interface simples e padrão previsível: Vamos realizar o projeto expográfico com espaços de interfaces simples e com uma previsibilidade de padrão em relação aos tamanhos das fotografias dispostas na exposição. Para favorecer a interação de pessoas com maior sensibilidade. 3) Som em volume adequado sensorialmente: A altura do som, assim como qualquer outro elemento que desperte reações sensoriais, será pensada de maneira a incluir e não a causar ruído ou impacto, mesmo que indiretamente, no público em questão. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: 1) Placas em braile Ao lado das peças, teremos placa em braile indicando conteúdo completo em site acessível, via QR Code. > Para isso, haverá produção com empresa especializada em peças de inclusão. 2) Vídeos com tradução em libras: As peças terão QR Code, que vai levar para vídeo online feito pelo artista-expositor sobre a peça. Cada video contará com janela com tradução em Libras. > Para isso, haverá contratação de profissional especializado em Libras. 3) Vídeos com recursos de audiodescrição Acessível via QR Code, acompanhando todas as obras. > Para isso, haverá contratação de profissional do setor 4) Vídeos com legenda LSE Legendas para Surdos e Ensurdecidos (LSE): os vídeos vão conter legenda feita por especialista. 5) Textos com contraste para leitor de tela No site, os textos serão adaptados para software de leitor de tela: os textos de apoio às fotografias e à literatura terão letras contrastadas e simples, possibilitando a utilização de leitor de tela. 6) Conteúdo com Linguagem Simples Todo conteúdo da exposição e também utilizado nas Oficinas e Rodas de Conversa utilizará esta técnica de comunicação, que possibilita fácil compreensão, independente de perfil, formação ou experiência prévia no tema. 7) Site com vídeos acessíveis Site com todos esses recursos audiovisuais citados, ampliando acesso e alcance. O site ficará ativo por, no mínimo, 3 anos. 8) Tradução simultânea em libras na Roda de conversa Profissional especializado vai acompanhar os convidados e realizar a tradução ao vivo durante o evento.
O acesso à exposição será gratuito, em todos os horários, durante o período proposto de 1 mês. O espaço cultural em que vamos realizar o projeto será de fácil acesso da população, com proximidade a transportes públicos.Além da exposição física, o projeto contará com extensão virtual, através de site próprio, ampliando horizontes e ultrapassando fronteiras geográficas. De maneira a ampliar o alcance da mensagem e de sua reflexão proposta. O site vai se manter ativo por, pelo menos, 3 anos. Além da exposição fotográfica, teremos como contrapartida 1 Roda de Conversa, a ser realizada no dia de abertura da exposição. No evento, além da participação do artista-expositor, contaremos com uma pessoa especialista no assunto, uma pessoa artista quilombola e uma pessoa que represente liderança feminina quilombola. Depedendo do espaço de realização deste evento, a expectativa é de 30 pessoas presencial. Com divulgação também online.Ofereceremos também 4 Oficinas de contrapartida, autorrelacionando o tema com arte, diversidade e empregabilidade: - a importância da luz e da composição nas fotografias como registro histórico e artístico (Flávio Veloso - artista expositor do projeto); - a produção de conteúdo digital autêntico e a autoestima negra (Bruna Dias - profissional de referência); - o olhar audiovisual para encontrar bons personagens e narrativas (Jefferson Rodrigues - profissional de referência); - o empreendedorismo como meio de independência financeira e autonomia para mulheres (Ana Luiza Cassalta - diretora geral do projeto) Em cada uma das Oficinas, dependendo do espaço de realização deste evento, a expectativa de público é de 25 pessoas. Cada oficina terá 4 horas de duração, totalizando um volume de 16 horas de conteudo oferecida ao público, por especialistas.O Plano de comunicação estabelece estratégias que visam promover a Exposição e suas ações complementares, como Roda de Conversa e Oficinas.Ativaremos veículos impressos, radiofônicos e digitais. Também ativaremos contato com influenciadores digitais e associações ligadas à temática da Diversidade de Raça e Gênero. Nossa equipe contará com uma jornalista como Coordenadora de Comunicação. E também com web designer, designer gráfico e social media, dando agilidade e assertividade na execução e acompanhamento do plano de comunicação. Em todas as ações de prestação de serviço, vamos mapear e estimular a contratação de profissionais qualificados ou com deficiência ou que representam classes minorizadas socialmente.No digital, realizaremos aproximadamente 30 postagens no Instagram e no Facebook, entre outubro e dezembro de 2024, dentro do perfil do artista-expositor, da diretora executiva e dos demais profissionais envolvidos no projeto, incluindo as Oficinas. Totalizando uma base de mais de 30.000 seguidores. Dentre as postagens, 10 serão patrocinadas a fim de aumentar seu alcance. Em relação ao material gráfico, serão confeccionados 50 cartazes A3, a serem distribuídos em locais estratégicos no município da exposição. E 30 camisetas para a equipe e convidados.
1) A empresa proponente é gerida por Ana Luiza Cassalta, que ocupa duas funções no projeto: Diretora Geral e Captadora de Recursos. PROPONENTE:- responsável pela proposta do projeto, submissão ao Edital e acompanhamento de aprovação - viabilização financeira, realização das atividade e prestação de contas do projeto realizado a) DIRETORA GERAL:- conceituação e desenho do projeto junto ao Artista-expositor- estruturação da proposta do projeto, com objetivos, etapas, justificativa, cronograma e orçamento- liderança de planejamento e realização, garantindo alinhamentos e prazos- responsável pela estratégia de comunicação- negociação com escritores, convidados, oficineiros e principais prestadores de serviço b) CAPTADORA DE RECURSOS:- mapeamento de empresas alinhadas à proposta e aptas a patrocínio- negociação com potenciais apoiadores- apresentação de possibilidades de financiamento, adequando propostas- fechamento de parcerias, contratos e recebimento das verbas- relacionamento contínuo, com prestação de contas e divulgação devida Jornalista (PUC-Rio) e Publicitária (PUC-Rio), com pós-graduação em Comunicação Empresarial (Estácio) e MBA em Gestão, Empreendedorismo e Desenvolvimento de Negócios (Puc-RS). Trabalhou 16 anos na Globo, sendo 9 anos (2014 a 2023) como Gerente de Planejamento Artístico. Responsável pelo planejamento e pagamento de apresentadores, atores, autores, diretores e assistentes de direção no curto, médio e longo dos projetos do Entretenimento da emissora (novelas, séries, programas de variedades). Gestão total de orçamento acima de 1bi/ano, cerca de 75 produções/ano e mais de 1.500 profissionais/ano. Já cursou Roteiro, História da Arte, Som e Imagem. É coautora em 2 livros publicados e 2023, um sobre liderança empresarial e outro sobre liderança feminina. Participou como poetisa em livros independentes. É proponente de projeto aprovado na Lei Paulo Gustavo 2023, edital Diversidade em Diálogo - RJ, em parceria com o fotógrafo Flávio Veloso. Já trabalhou como Coordenadora de Comunicação em dois projetos do artista: "Retratos Quilombolas" e "Em Cantos da Ilha". É proprietária da consultoria Dona da Minha Vida, especializada em gestão de negócios, empreendedorismo feminino e projetos culturais. Atua como Mentora de Negócios para startups de Economia Criativa e Palestrante (Rio2C, Senac Rio Summit, Rio Innovation Week e Sebrae). 2) A equipe principal do projeto é composta por: > ARTISTA-EXPOSITOR:>> FLÁVIO VELOSO Carreira de mais de 20 anos de experiência profissional em fotografia. Graduado em Ciências Biológicas (UniRio). Cursou Geografia (UFRJ). Desde 2020, realizou seis exposições, tendo sido selecionado em 3 editais.- Alemanha - cidade de Colônia: exposição "Mulheres quilombolas"- Brasil - Vitória, Conceição da Barra e São Mateus: "Retratos Quilombolas: Múltiplos Olhares", contemplado no Edital Artes Visuais 2020 - Secult - ES- Brasil - Florianópolis: "EnCantos da Ilha", contemplado no Edital Aldir Blanc 2021 - SC. E Exposição da Oficina de Fotografia "Cultura Aberta", aprovada pela FCC e realizada através do Programa de Incentivo à Cultura (PIC). Suas fotografias ilustram publicações nacionais e internacionais, como Guia 4 Rodas, Viagem & Turismo, Bravo, Veja, Jungledrums, TAM nas Nuvens, The Age, Traveller, Sydney Morning Herald, The Washington Post, National Geographic, Jornal O globo, dentre outros. Cofundador da Indizível Expedições Fotográficas, realiza Cursos e Oficinas de fotografia em diversas cidades do país. É idealizador do workshop "Paisagens Cariocas", já tendo instruído dezenas de fotógrafos atuantes no mercado. Atua como Curador em festivais de cinema, como FICA Garopaba - SC e Calango - DF. Têm imagens em peças de clientes de agências de publicidade, como SBT, Gafisa, Bradesco, Citibank, Itaú, BG Group, Bogner, Viação Útil, Boing, Emirates Airlines, TIM, Skyscanner, Uber e Comitê Olímpico Internacional (COI). É autor de uma das fotos de paisagens mais caras já vendidas internacionalmente, para uso comercial. É representado por duas empresas, que expõem e comercializam suas obras no Brasil e online. Uma de suas fotografias mais famosas do Rio de Janeiro inspirou uma fragrância francesa chamada "Still Life in Rio". > CURADOR:>> CUSTÓDIO COIMBRA Fotógrafo profissional há mais de 40 anos. Graduado em Belas Artes (UFRJ), Música (Instituto Villa-Lobos) e Ciências Sociais (IFICS/UFRJ). É fotojornalista do Jornal O Globo desde 1989. Seu primeiro trabalho como fotógrafo, na grande imprensa, foi no jornal Última Hora, em 1982. Parte de sua obra integra o acervo fotográfico do Instituto Moreira Salles. Ganhador de dezenas de prêmios relevantes do setor, como Menção Honrosa no IV Prêmio Vladimir Herzog, em 1994; e o Prêmio Esso de Contribuição à Imprensa pela série “Retratos do Rio”. Seu trabalho é símbolo de fotojornalismo de referência, já tendo participado da cobertura de eventos importantes em todos os setores da sociedade: política, cidade, esporte, cultura, polícia. Participou de dezenas de exposições de fotografia nacionais e internacionais. É fotógrafo de livros, como “Rio de Cantos 1000” (2009) e “Guanabara, espelhos do Rio” (2016). > PRODUTOR EXECUTIVO:>> CRISTÓVAM MUNIZ Produtor Cultural há mais de 10 anos. É graduado em Biologia (UniRio) e tem Mestrado em Zoologia (UFRJ). Produtor Executivo do Projeto "Retratos Quilombolas: Múltiplos Olhares", contemplado pelo edital de Artes Visuais 2020 - Secult - ES. Produtor Executivo da Exposição Fotográfica “Em Cantos da Ilha", contemplado pelo Edital Aldir Blanc 2021. Ambos do artista Flávio Veloso. Coordenador de Curadoria dos festivais FICA Garopaba - SC e Calango - DF. Diretor Assistente e Coordenador de Curadoria do 4º FICA Serra Catarinense - ganhador do prêmio Catarinense de Cinema. Ganhador do edital FAC Brasília Multicultural. Curador em Festivais de Cinema como 20º Cine Mato (MT), 7º Cine Caramelo (RS) e 1º Eco Brasil Fest (SP). Trabalhou por 5 anos com produção de grupos musicais e realização de shows, com convidados como Nelson Sargento, Moacyr Luz, dentre outros. Autor de diversos artigos científicos, livros e publicações sobre Zoologia e Biologia Marinha. > OFICINEIRA:>> BRUNA DIAS Jornalista formada pela PUC-Rio, Bruna Dias é moradora da favela da Rocinha e é uma influenciadora digital no tema autoestima negra. É Coordenadora da área de comunicação e assessoria de imprensa da empresa Play9, ecossistema de criação de conteúdo para marcas e influenciadores.Criadora de conteúdo no perfil do instagram @DiasdeCacho, com mais de 18 mil seguidores, no qual fala e escreve sobre o processo de autoestima da mulher negra, através da transição capilar e da valorização do cabelo afro e natural. Fez parte o time de imprensa e comunicação digital da Approach Comunicação, atendendo a clientes da área de educação e turismo. Antes, integrou a FSB Comunicação, trabalhando com setores de gastronomia, moda, varejo. Participou do desenvolvimento de estratégias de comunicação para imprensa e planos de relacionamento de marcas + influenciadores digitais. > OFICINEIRO:>> JEFFERSON RODRIGUES Jornalista formado pela PUC-Rio, Jefferson Rodrigues é proprietário, roteirista, produtor e diretor da Coruja Produções Audiovisuais. Produziu e dirigiu o documentário "Copas por um clique" (2018) - eleito Melhor Documentário no Cinefoot (2018) e no Florence Film Awards (2019). Produziu e dirigiu o documentário "Radar! Um Time! Uma Nação (2019) - eleito Melhor Documentário do Lisboa Festival Cine De Desporto (2019). Tem experiência em Produção e Direção Independente para os canais Globo, BIS, Multishow, TVZ. Além de canais de TV corporativos, como Zé Delivery, GM e Oi Fibra. Na Globo, foi Produtor e Editor Sênior da Editoria de Esportes. Criou e produziu pautas para Jornal Nacional, Bom Dia Brasil, Jornal da Globo, Esporte Espetacular, Globo Esporte e Fantástico. Finalista do Prêmio ACERJ de Jornalismo 2012.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.