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PRONAC 2310385Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Águas de Março

Renata Zunino
Solicitado
R$ 489,9 mil
Aprovado
R$ 489,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-03-08
Término
2025-03-31
Locais de realização (1)
Paranaguá Paraná

Resumo

O Águas de Março é um festival de música autoral instrumental que busca promover a cultura, envolvendo a comunidade caiçara da comunidade da Ilha do Mel /PR. É um evento para turistas e moradores da Ilha do Mel, PR, com apresentações musicais como destaque e oficinas que promovem valores educativos, científicos e ambientais. Serão três finais de semana em março de 2024, distribuídos em 12 dias, com grupos musicais alternados. A curadoria é de Renata Zunino,(produtora de festivais como o Jazz na Ilha, Adhana, Forró da Lua Cheia e Psicodália). Complementando as atividades artístico-culturais desenvolvidas pelo festival, serão realizadas ações paralelas que visam o engajamento comunitário: 3 Mutirões de limpeza; 1 oficina de música e construção de instrumentos; e palestras informativas e científicas. Todas as atividades serão gratuitas, com intérprete de libras, linguagem oral e monitores para receber pessoas PCD. Ocorrerão em espaços que cumprem com as normas de acessibilidade no aspecto arquitetônico, com o objetivo de alcançar um público de 2 mil pessoas por final de semana.

Sinopse

MOSTRA MUSICAL - Em torno de 18 apresentações musicais instrumentais distribuídos e 12 dias, classificação livre PALESTRAS - Em torno de 6 oficinas cientificas e de sensibilização, classificação livre. OFICINAS MUSICAIS EDUCATIVAS E PRÁTICAS - Em torno de 6 oficinas teórias e práticas com uma apresentação final. Classificação livre

Objetivos

* Mostra de Música Instrumental: A mostra acontecerá em espaço público, com três apresentações aos sábados e três apresentações no domingo, ocorrendo entre 14h e 18h. Como Objetivo Geral, o Festival Águas de Março cumpre, dos incisos do artigo 2º do Decreto 10.755 de 26/07/21: Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: 1. - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; O festival busca ressaltar a riqueza das diversas matrizes e formas de expressão culturais do Brasil, contribuindo para a preservação e promoção do patrimônio cultural. 2. - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; Através da música e da arte, o festival estimula a manifestação cultural dos variados grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira, celebrando sua diversidade. 3. - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Estimular e promover que mais pessoas tenham oportunidades de desfrutar e contribuir com diferentes aspectos culturais. 4. - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; O evento tem como objetivo expandir o acesso da população a experiências culturais enriquecedoras, proporcionando oportunidades para a apreciação e produção de bens culturais. 5. - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; Ao fomentar atividades culturais, o festival contribui para a formação de cidadãos culturalmente conscientes, promovendo a inclusão e a acessibilidade artística em um ambiente diversificado. 6. - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural; O festival impulsiona a economia da cultura, ao fortalecer e interconectar as cadeias produtivas e os arranjos locais que compõem o cenário cultural. 7. - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira Sendo: - Promover uma mostra de música instrumental autoral, aberta ao público em geral, com entrada gratuita. O festival proporciona uma plataforma para músicos instrumentistas e compositores apresentarem sua música autoral instrumental. Através de doze dias de programação, vários grupos musicais se revezam para criar uma experiência musical rica e variada. - Fomentar a cultura e arte através da música na Ilha do Mel; incentivando a criação artística e proporcionando um ambiente propício para a expressão cultural. - Estimular a participação e engajamento da comunidade em uma ação artístico-cultural;através de oficinas e atividades paralelas, o festival busca envolver ativamente a comunidade local, estimulando sua participação em ações artístico-culturais e fortalecendo os laços sociais. - Incluir representantes das minorias, como pessoas negras, idosos, caiçaras, mulheres e membros da comunidade LGBTQIAPN+ - Atingir um público amplo e diversificado, sem haver restrição de idade, classe social ou cultural.O evento busca atingir um público variado, democratizando a apreciação e participação na cultura. - Mostra de Música Instrumental: A mostra acontecerá em espaço público. Objetivamos também a construção de uma comunidade engajada, solidária e colaborativa, visando a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Também oferecendo possibilidades e condições para o envolvimento da mesma na produção e execução do Festival. OBJETIVO ESPECÍFICO Oficinas Educativas Uma parte vital da proposta do Festival Águas de Março é o compromisso em proporcionar experiências educativas abrangentes através de oficinas cuidadosamente planejadas. Essas oficinas são concebidas para expandir o alcance da música instrumental, cultivar uma audiência apreciativa e garantir que diversas camadas da sociedade tenham acesso a informações enriquecedoras e diversificadas. As Oficinas educativas têm o objetivo de ampliar a difusão da música instrumental, formar platéia e proporcionar que diversas camadas da sociedade tenham acesso a informações diversificadas. As oficinas serão oferecidas através de uma parceria com a Escola Estadual local. Serão oferecidas 02 oficinas (Construção de instrumentos com material reciclável e Ritmo-prática) para o desenvolvimento de aspectos técnicos de cada instrumento, sua aplicabilidade no contexto da música brasileira, acompanhamentos ritmo-harmônicos, e improvisação, onde os envolvidos serão convidados a interagir musicalmente por meio de objetos, instrumentos percussivos, o próprio corpo e sua voz. A realização das oficinas educativas se dá em parceria com a Escola Estadual local, onde se busca alcançar alunos e membros da comunidade interessados em mergulhar mais no universo da música instrumental. Duas oficinas distintas serão oferecidas, cada uma com foco em aspectos técnicos e práticos que contribuem para uma compreensão mais ampla da música brasileira e suas nuances: 1. Construção de Instrumentos com Material Reciclável: Nesta oficina, os participantes são convidados a explorar a criatividade e o potencial dos materiais recicláveis para criar instrumentos musicais únicos. Além de abordar o processo de construção, a oficina também abrange o contexto histórico e cultural por trás desses instrumentos, bem como sua integração na música instrumental brasileira. 2. Ritmo-Prática: Esta oficina se concentra na parte rítmica da música, abrangendo aspectos como acompanhamento, harmonia e improvisação. Os participantes terão a oportunidade de aprofundar sua compreensão sobre como os ritmos e harmonias se entrelaçam na música instrumental brasileira, enquanto exploram maneiras de expressar sua criatividade musical. Através da interação com objetos, instrumentos percussivos, uso do corpo e da voz, os participantes vivenciarão a música de maneira tangível. O ápice dessas oficinas educativas será a apresentação pública do que foi aprendido e experimentado. No último dia da programação do Festival Águas de Março, os participantes das oficinas terão a oportunidade de compartilhar sua jornada musical com o público, apresentando um número musical resultante de suas explorações e aprendizados. Isso cria um ciclo de aprendizado completo, permitindo que os participantes não apenas absorvam conhecimento, mas também se expressem artisticamente diante da comunidade. Contrapartida / Apoio à Pesquisa Científica O Projeto tem como propósito e contrapartida, estreitar os laços entre o Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da Universidade Federal do Paraná e a população autóctone da Ilha do Mel. Essa iniciativa se materializará por meio da realização de aulas e/ou palestras, as quais abordarão tópicos relevantes, como estudos e pesquisas atuais, bem como apresentações dos resultados finais de pesquisas já concluídas além de uma possível visita técnica dos estudantes à Instituição.O intuito é promover uma integração mais profunda entre a instituição acadêmica e a comunidade local, compartilhando conhecimentos e fortalecendo a compreensão mútua.A proximidade geográfica da Ilha do Mel em relação ao Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da Universidade Federal do Paraná destaca a necessidade premente de fortalecer esses vínculos com a comunidade estudantil da Ilha. Isso se justifica pela finalidade de promover a conscientização entre a população local acerca da relevância da pesquisa científica, além de disseminar a importância do método científico e fomentar o interesse pela pesquisa como uma opção educacional enriquecedora para os jovens estudantes.

Justificativa

Justificamos que o uso do mecanismo Incentivo fiscal é essencial e necessário para executar o projeto, promover e estimular a difusão da música instrumental autoral e remuneração de toda cadeia produtiva envolvida. Este mecanismo é fundamental para inserção da cultura no município de Paranaguá - Ilha do Mel / PR. Por vezes, a música instrumental autoral fica limitada ao mercado artístico, sem muitas oportunidades. Sabendo disso, o presente projeto prevê a realização de um Festival autoral, com apresentações musicais, promoção, difusão e distribuição de material autoral, fomentando a cadeia produtiva da cultura de diversas formas, gerando renda,oportunidade e visibilidade a todos os participantes. O projeto reconhece a importância da música instrumental autoral como um aspecto frequentemente subestimado do cenário cultural. Muitas vezes, essas expressões artísticas enfrentam desafios no que diz respeito à visibilidade e à valorização no mercado artístico convencional. Consciente dessa lacuna, o Festival Águas de Março se propõe a preencher esse espaço ao criar um evento que não apenas celebra, mas também promove de maneira ativa a música instrumental autoral. A criação de um festival autoral é uma oportunidade única para fomentar a diversidade cultural, destacando o valor e a originalidade da música instrumental autoral. O evento não apenas oferece uma plataforma para apresentações musicais, mas também impulsiona a promoção, difusão e distribuição do material autoral, enriquecendo o cenário cultural e criando uma ligação tangível entre artistas, criadores e o público. O Festival Águas de Março funciona como um motor de fomento para a cadeia produtiva da cultura. Ao promover o evento, múltiplos aspectos da produção cultural são beneficiados, desde artistas e músicos até técnicos e profissionais envolvidos nos bastidores. Esse ciclo de envolvimento cria oportunidades de emprego, geração de renda e desenvolvimento profissional. Este projeto vai além de um mero evento. Ele visa estabelecer uma plataforma que transcende a música, promovendo a inclusão social, oportunidades de renda e visibilidade para artistas locais e nacionais. Ao permitir que a música instrumental autoral ocupe um espaço de destaque, o festival contribui para a transformação cultural e econômica da região, valorizando e enriquecendo a identidade local. O festival ÁGUAS DE MARÇO é um braço que surge do Ilha do Mel Jazz Festival, realizado há 8 anos na vila de Brasília, na Ilha do Mel/PR. Essa nova proposta, que se apresenta na sua 1a edição, tem como foco, realizar suas atividades na vila de Encantadas, onde há mais moradores, mais população caiçara e um turismo mais democrático. Com a experiência em ações que vem se desenvolvendo como o Jazz na Ilha e o Festival Eco Cultural e Esportivo, ambos realizados na Ilha do Mel, percebeu-se o quanto essas ações, além de estimularem o turismo, intensificam, ampliam e instrumentalizam um trabalho em prol da democratização do acesso da comunidade caiçara a bens culturais, aproximando-os da criação artística de diversas formas. Como em comunidades isoladas o conhecimento e a assimilação se dão basicamente da prática e na vivência, a promoção de eventos culturais na Ilha têm aproximado também outros públicos - uma outra qualidade de turistas - que vêm influenciando diretamente no que é oferecido como exemplo à comunidade caiçara. Com isso, está se construindo uma comunidade engajada, solidária e colaborativa, que cada vez mais oferece possibilidades e condições para o envolvimento da mesma na produção cultural local e até mesmo na execução das ações propostas. Em resumo, o uso do Incentivo Fiscal é uma ferramenta vital para possibilitar a execução de um festival culturalmente enriquecedor e economicamente transformador. Ele se baseia na compreensão de que a cultura é um recurso valioso, capaz de impactar positivamente não apenas a cena artística, mas também a vida das pessoas e a economia local. O projeto se justifica por estar alinhado às seguintes finalidades previstas pelo artigo primeiro da Lei 8.313/1991 - Lei Rouanet: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; pois todos os produtos do projetos terão acesso gratuito, e classificação livre. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; pois o projeto trata-se de músicas autorais, estimulando e valorizando artistas locais. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; pois o projeto vai difundir e distribuir as músicas autorais e divulgar os artistas envolvidos. IX - Priorizar o produto cultural originário do País; Pois as músicas autorais do festival, são obrigatoriamente brasileiras, conforme regra. O projeto atende os seguintes objetivos previstos pelo artigo terceiro da Lei 8.313/1991 - Lei Rouanet: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Conclui-se que a sonoridade da música instrumental atrai interessados por uma nova perspectiva para a música instrumental. Deve-se desmistificar o lugar e o contexto normalmente associados a esse tipo de música e ampliar as possibilidades de fruição da música instrumental brasileira contemporânea, rica em referências e sonoridades. A sonoridade única da música instrumental exerce um fascínio intrínseco, atraindo indivíduos que buscam uma abordagem fresca e cativante para a expressão musical. No entanto, para permitir que essa atração transceda barreiras e preconceitos, é imperativo desmistificar o contexto frequentemente associado a esse gênero. É hora de ampliar as possibilidades de apreciação da música instrumental brasileira contemporânea, repleta de referências culturais e uma riqueza de sonoridades. No entanto, o que torna a música instrumental autoral interessante, também se torna um obstáculo. São segmentos do mercado fonográfico que normalmente recebem menos recursos e atenção dos produtores e do público. E é exatamente por causa desse contexto que esse projeto se faz ainda mais necessário. É preciso difundir a música instrumental ao público paranaense e brasileiro. E não a um público elitizado ou já habituado a esse tipo de música E é precisamente por esse motivo que a concretização deste projeto se torna ainda mais imperativa. Mas para acontecer, o projeto precisa de incentivo. De pessoas e instituições que acreditam no poder da música como potencial transformador do ser humano. Que acreditam na arte e no poder que ela tem de acrescentar ao subjetivo e à sensibilidade das pessoas, de ampliar as visões sobre o mundo. Da crença na oferta ao público de um tipo de música ainda estigmatizada por uma visão crítica, com o objetivo justamente de ampliar essa abordagem sobre o gênero instrumental e suas infinitas possibilidades. Portanto, incentivar esse projeto é investir em todas essas relações e ainda dar suporte a um tipo de música restrita a públicos e espaços ao alcance de poucos. Parte essencial do projeto é redefinir a percepção crítica que muitas vezes envolve a música instrumental. O objetivo é justamente ampliar a compreensão do gênero, desvendar suas infinitas possibilidades e oferecer ao público uma experiência musical enriquecedora e desafiadora. Portanto, apoiar e incentivar este projeto equivale a investir em diversas dimensões. É investir em uma relação mais ampla com a música, em transformações pessoais e coletivas desencadeadas pela arte, e em uma visão mais ampla do mundo.

Especificação técnica

18 Espetáculos de aproximadamente 1h30 As oficinas serão ministradas em 3 aulas de 40 minutos cada As palestras terão a duração de 40 minutos cada.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA A Ilha do Mel é acessível fisicamente, oferecendo condições para mobilidade adequada ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO O projeto Águas de Março é de total gratuidade em todas suas atrações musicais, oficinas, ações ambientais e ações de bem estar e saúde e executado em local público. Haverá libras nos principais shows e nas oficinas e ações caso algum surdo se inscreva. Águas de Março se propõe a oferecer palestras de sensibilização como parte integral do projeto. Por meio de estratégias educativas, buscamos criar um ambiente inclusivo e consciente de diferentes necessidades. As atividades planejadas incluem: Oficinas de Sensibilização: Serão realizadas oficinas interativas destinadas a envolver a comunidade, aumentando a conscientização sobre acessibilidade e proporcionando conhecimentos práticos para promover a inclusão. As oficinas visam gerar empatia e compreensão, capacitando os participantes a oferecer assistência adequada às pessoas com deficiência. Serão abordadas simulações de desafios enfrentados por indivíduos com deficiência, permitindo que os participantes experimentem essas situações em primeira mão. Palestras Informativas: Incorporaremos palestras informativas ministradas por especialistas no campo da acessibilidade e inclusão. Essas palestras abordarão a relevância da acessibilidade na música e cultura, bem como sua integração harmoniosa na nossa Ilha. Serão discutidos tópicos como boas práticas para oferecer assistência a pessoas com deficiência, exemplos tangíveis de sucesso e a importância de uma abordagem inclusiva. As oficinas e palestras não apenas enriquecerão o entendimento da nossa comunidade sobre acessibilidade, mas também fornecerão orientações práticas para a promoção de uma experiência inclusiva e enriquecedora. Esta componente educativa do projeto é essencial para o sucesso de nossa missão de tornar a música acessível a todos, independentemente das capacidades individuais.

Democratização do acesso

Todas as atividades ofertadas pelo Festival são gratuitas I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

COORDENAÇÃO GERAL E CURADORIA: Renata Zunino Produtora cultural atuante na área de música, principalmente. Atuou na organização de eventos a bordo de navios transatlânticos de 2003 a 2006, e de 2011 a 2015. Desde 2015 é produtora de eventos como o Circuito Surf Treino AFS (São Francisco do Sul/SC) e Sofar Sounds (Curitiba/PR). Produtora de eventos de música eletrônica como Adhana Festival e Reveilloz (Lagoinha/SP) e festivais imersivos multiculturais como Psicodália e Forró da Lua Cheia (Altinópolis/SP). Atua também na produção de peças teatrais, performances e dança. Experiência como assistente de direção de arte em comerciais televisivos, gravação de vídeos clipes e ensaios. FINANCEIRO E COORDENAÇÃO DO PROJETO: Wellington Guiti Wellington Guitti é Gestor, Parecerista e Produtor Cultural. Formado em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná e pós-graduado em Gestão Cultural pela Universidade de Coimbra. Especializado em projetos com mecanismo de financiamento público e privado (Editais) de incentivo à cultura nacional, estadual e municipal. PRODUÇÃO EXECUTIVA - Anecy Ruvieri Carreira desenvolvida nas áreas de Eventos Culturais, Administrativa, Entretenimento e RH, com experiência na coordenação e seleção da equipe de trabalho de todos os setores que os compõem. Atuou na organização e produção de Eventos como Adhana Festival, Festival Multicultural Psicodália, Curitiba Jazz Festival e Festivais em Lagoinha - SP.Produtora da Festa Progressive desde 2017que acontece todos os meses em Pinhais-PR, é responsável pela logística dos artistas e coordenação dos setores do evento. Responsável pela administração de recursos humanos, logística e ações sociais da empresa DM7 Group. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Vanessa Andreoli Professora Adjunta da Universidade Federal do Paraná - Setor Litoral, do curso de Licenciatura em Educação do Campo - Ciências da Natureza, do Programa de Pós-Graduação em Educação: Teoria e Prática de Ensino e da Especialização em Educação Ambiental marinho-Costeira. Doutora em Educação pela UFPR (Linha de Pesquisa: Cultura, Escola e Ensino - 2016), Mestre em Sociologia pela UFPR (Linha de pesquisa Ruralidades, Meio ambiente e Desenvolvimento - 2007), Especialista em Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento pela UFPR (2005) e Pedagoga pela UFPR (2004). Atualmente é membro do Grupo de Pesquisa "Educação Ambiental e Cultura da Sustentabilidade", coordenadora do Projeto de pesquisa "A Educação Ambiental no contexto das escolas do campo: Currículo, prática pedagógica e ação comunitária local", coordenadora do Projeto de extensão "Saberes e fazeres do mar: diálogos entre o currículo e a realidade local nas escolas das ilhas do litoral paranaense" e integrante do projeto "Vulnerabilidades e respostas das populações locais às ameaças socioeconômicas e naturais na Baía de Paranaguá/PR" (CNPQ). Atua principalmente nos seguintes temas: Educação Ambiental, Formação Docente, Educação do Campo, Educação comunitária e Alternativas para uma nova educação. OFICINAS: Maria Tereza Magnabosco Matê Magnabosco é percussionista, arte educadora e Luthier de instrumentos de percussão. Integra o grupo Höröyá, o Bloco "Siga bem Caminhoneira", o Bloco “Kazunji”, o bloco “Besta é Tu”, os projetos “Um Canto Para Yabas” de Paula da Paz, “Experimentos Afro-Corpóreos” de Janette Santiago, “Corpo em Diáspora” de Luciane Ramos e "Zoiuda" de Raissa Fayet. Além de conduzir vivências percussivas nos seus projetos”paTÚ baTÊ” e "O que .TÊ. toca", tem um ateliê de manutenção e confecção de instrumentos musicais chamado “instrumentA”. Já trabalhou com Itaercio Rocha, Mestra Joana Cavalcante, Alessandra Leão, Rubens Oliveira, Nelson Sebastião, Priscilla Pontes, Melina Mulazani, Thayana Barbosa, Valentina Facury, Du Gomide e Rubia Divino. Participou dos álbuns Fronteiriça de Roseane Santos, da canção Incendeia no álbum Imã, "Uma História Úmida" de Melina Mulazani, da peça "Momo: Para Gilda Com Ardor" e dos espetáculos "Água", "Humanos: Somos" e "Árvore" de direção artística de Raissa Fayet. Seu estudo musical é pautado nos saberes tradicionais e de transmissão oral das culturas e religiões Afro-Brasileiras e africanas, em Recife - PE - e no contato com Mestres e Mestras detentores destes saberes tradicionais, dentre os quais cabe ressaltar: Mestra Joana Cavalcante, Mestre Chacon Viana, Mestre Toinho, Mestra Penha Cirandeira, Mestre Moa do Katendê, Itaércio Rocha, Mestre Youssouf Koubassa, Mestre Djanko Camara, Mestra Assetou Diabate, Mestre Babara Bangoura, dentre outros. Já trabalhou com Mestra Joana Cavalcante, Alessandra Leão, Roseane Santos, Luciano Faccini Itaercio Rocha, Má Ribeiro, Ricardo Salmazo, Jô Nunes, Rubens Oliveira, Nelson Sebastião, Priscilla Pontes, Valentina Facury, Rubia Divino, Maurício Badé, Ilker Ezaki, Abuhl Jr., Alysson Bruno e Rômulo Nardes.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.