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Remontagem e circulação do espetáculo "À sós..." passará por algumas cidades mineiras e nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. O texto aborda um circulo vicioso de três personagens, trazendo a tona suas angústias, obsessões e paranôias, de uma relação conjugal conturbada e doentia de um casal. Com atuações constuidas com técnicas do teatro realista dentro de uma dramaturgia para abordar relacionamentos absuvivos e assim estimular a reflexão sobre a cultura de violência contra as mulheres. Em cada cidade visitada, além do espetáculo será ofertado uma oficina de teatro realista para artistas locais.Todas as apresentações e oficinas serão gravadas e disponibilizadas no You Tube.
O projeto “À sós...” trata da re-montagem e circulação do espetáculo homônimo por 07 (sete) cidades mineiras, São Paulo e Rio de Janeiro, num total de 20 (vinte), apresentações e 02 ensaiso abertos destinado a estudantes de teatro na cidade de Betim. Esse espetaculo foi financiado em 2017 pela lei de incentivo a cultura de Minas Gerias, tendo como patrocinadora a empresa GASMIG. No ano de 2018 o espetáculo “Às Sós...” circulou por 08 cidades mineiras, tendo sucesso de crítica e público. Para a re-montagem, os ensaios e todo o processo de pré-produção serão realizados na cidade de Betim, com foco em estimular a produção teatral local e desta forma suprir uma lacuna artistica existente de produções teatrais nesta cidade. O texto da montagem é de autoria do proponente do projeto, e traz para a cena a solidão, obsessões, paranoias e os transtornos psiquicos causadas por uma relação conjulgal doentia e abusiva que interferiram não apenas na psique do casal mas também nos que estão a sua volta. O título “Às Sós...” vem da expressão “enfim às sós...”, uma referência a um momento de intimidade conjulgal, mas que nem sempre para às mulheres significam momentos de paz e harmonia, assim, o texto busca fazer o tratamento inusitado de aspectos inesperados da vida humana, tratando de questões existencialistas para expressar o que acontece quando a existência humana é tida como sem sentido ou sem propósito. Em um espaço/tempo composto de suas lembranças, medos e compulsões, os personagens despertam para reviver seus dramas pessoais, para refletir sobre as ações e atitudes que os colocaram numa condição na qual não se visualiza saida, neste contexto, só lhes restam é encontrar a resposta do "porque" de estarem ali aprisionados dentro de um espaço/tempo desconstruído e não linear. Os personagens são lançados em uma trama na qual eles não tem total consciência do que os cerca, do que estão vivenciando, estes estão inseridos em um labirinto de lembranças distorcidadas que no curso de suas ações em cena vão revelando sutilmente traços da violência, da intimidação, das agressões e mutilações psicológicas ocrridas dentro da intimidade de sua relação conjungal, esses personagens prisioneiros de suas culpas passam a vivenciar seu “tribunal de julgamento”. Utilizando da estética do teatro realista, o texto e a montagem trazem à cena a construção de personagens fundamentadas em elementos sociais revelando traços eruditos e sofisticação os quais foram educados pela socieda, em contraposição a todas brutalidades psicologicas vivenciadas ou realizadas por estes, assim, construindo um universo psicológico o qual evidência que a violência contra a mulher não restringe apenas a uma classe sócial, bem como esta pode ser capaz de produzir marcas profundas em quem às sofre. A montagem terá 50 minutos, com 03 personagens em cena, inseridos dentro da estética teatral realista emoldurada em uma dramaturgia de cena e cenográfica que trará elementos minimalistas para ressaltar o simbólico, a desconstrução temporal e a universo psicológico caótico que mistura o real e o irreal no qual às personagens estão “aprissionadas”. A montagem percorrerá 07 (sete) cidades de diferentes regiões mineiras, além de São Paulo e Rio de Janeiro. Em cada cidade mineira terão 02 (duas) apresentações e 01 (uma) oficina de 04 (quatro) horas destinada ao intercâmbio com artistas locais (20 participantes por cidade) compartilhando experiências e técnicas em teatro realista que é a expertise da equipe. Para São Paulo e Rio de Janeiro serão 03 (três) apresentações por cidade. Outra atividade de intercambio será a de escolher 01 (um) artista em cada cidade a ser visitada para fazer a produção local, num total de 09 (nove) artistas. Em cada cidade, entidades que tenham trabalho de proteção e prevenção à violência contra a mulher serão convidadas a levarem suas atendidas para assistirem a peça, visto que ao final de cada espetáculo terá uma “roda de conversa” entre os artistas e público para tratar do tema violência contra a mulher.
Objetivo central do projeto é ofertar ao publico uma montagem em teatro realista levando à cena os dramas, angustias, obsessões e paranôais existentes na relação entre os seres humanos, em especial vivenciadas por casais em seus ditos momentos "às sós". O intuito central é criar um ambiente simbolico e onirico o que seja capaz de encantar e atrair o espectador ao ponto de leva-lo a megulhar na estrutura de brutalidade que por anos as mulheres vem sendo subjulgadas neste mundo machista. Para tal, a estratégia esta em não focar apenas em agressões físicas, mas sim nas agressões psicológicas e morais que uma mulher pode sofrer nas mãos de seu companheiro e assim provocar um repensar de atos e atitudes dos assistentes, usar a arte para instigar que estes se envolvam ao ponto de chegarem a cartasse e a reflexão em suas atitudes que muitas das vezes se assemelham as praticas pelos personagens em cena. Objetivos Específicos: Realizar 20 apresentações do espetaculo às Sós. Realizar 9 oficinas participativas com troca de esperiencias Gerar 29 videos para inserção no you tube atingindo assim um maior numero de Pessoas Levar ao conhecimento do grande público os frutos da pesquisa e estudos que levaram a construção da dramaturgia deste espetáculo; Promover o trabalho de pesquisa de um grupo de teatro que vem estudando técnicas teatro realista contemporâneo; Compartilhar este trabalho com artistas de diferentes cidades e regiões mineiras; Descentralizar a produção cultural em Minas Gerais; Promover a arte de um grupo teatral mineiro para outros estados brasileiros, assim fortalecento o fazer artísticos e a promoção artística;
Este projeto nasceu da pesquisa de um grupo de artistas que tem por objetivo a construção de um teatro focado no trabalho do ator e em trazer a cena temas atemporais e pertinentes a nossa sociedade contemporânea, fazer um teatro que cumpra sua função social e que seja provocativo e capaz de estimular reflexões em seus expectadores. A partir do texto escrito pelo proponente deste projeto, o grupo realizou ampla pesquisa de técnicas e conceitos para construir um espetáculo que trouxe à cena uma linguagem poética e cotidiana voltada para uma aproximação direta com o seus assistentes e desta forma despertar o debate sobre o tema abordado. A primeira temporada deste espetaculo atingiu todos os seus objetivos e metas traçadas, o que resultou no sucesso de aclamação e de público. As "rodas de conversa" com o publico pós cada apresentação trouxeram novos elementos e novas reflexões as quais fizeram com que o grupo percebesse a necessidade de realizar uma re-montagem para uma nova temporada do espetáculo. O projeto tem uma grande importância visto que infelizmente a violência contra às mulheres ainda persistem e carece de diferentes ações para mudar essa triste realidade em nossa sociedade. A bem sucedida experiencia da primeira temporada, mostra que o formato da dramaturgia e a estética teatral escolhida para esse espetáculo, que deu enfoque ao lado psicológico opressivo, possevivo e paranoico masculino em contraponto ao universo feminino, foi uma estratégia dramaturgica que possibilitou ampliar o debate para além do que a grande mídia tem amplamente difundido que limita-se na maioria das vezes em expor apenas as violências fisicas. Grande diferencial da dramaturgia esta em propor um desvendar continuo e gradativo destes atos subconscientes de violência e subjugação da mulher, o qual o espectador será convidado a acompanhar este desvelamento até o ápice do grito de libertação da personagem feminina, num escancarar de todo o seu sofrimento que estava guardado em seu interior. A cartasse final prolonga-se na instalação de um espaço livre, uma "roda de conversa", no qual o publico presente poderá expressar sua impressão e pensamento quanto ao tema exposto. Um dos resultados esperados com a realização deste projeto esta em dar continuiddade a divulgação do trabalho de toda a pesquisa realizado em torno da temática, bem como estimular o debate entre o grande público, propondo uma reflexão quanto a diferente forma de violência contra as mulheres que muita das vezes não é exposta na grande mídia. Esse projeto tem uma grande importancia em suprir uma lacuna cultural visto que servirá ao proposito de estimular a produção e difusão do fazer teatral na cidade de Betim que faz parte da região metropolitana de BH mas que carece muito deste estimulo e fomento. Outro resultado a ser alcançado é o estimulo ao intercambio artisitico entre diferentes regiões de nosso estado através das oficinas e mídias sociais, trocando com estes a experiências e conhecimentos que os membros deste projeto têm dentro do segmento de teatro realista, em especial ao método das ações físicas de Stanislavski o qual o proponente vem a anos pesquisando, especialmente por ter feito parte do grupo de pesquisas Ficções da UFMG que tem foco no trabalho deste grande teatrólogo russo. A qualidade técnica e profissional de toda equipe envolvida confere a esse projeto um enorme potencial de realização, devidamente comprovado na primeira temporada, a quel teve enorme aceitação e aprovação do público, somado ao enorme interesse que o tema disperta o que lhe confere um enorme potencial de formação de publico. Importante de ser considerado ainda esta na realização de oficinas voltadas a troca de experiências e o convite de um artista de cada cidade para fazer a produção local, assim, tem um forte fator de capilaridade e multiplicação.
Não se aplica
Não se aplica
Acessibilidade física as apresentações serão realizadas em locais adaptados ao acesso de pessoas com deficiência(PCDs): rampas de acesso, corrimãos, banheiros com possibilidade de uso para PCDs. Acessibilidade de Conteúdo Para as apresentações e oficinas, terá disponibilizado Intérprete de Libras. os Videos produzidos terão legenda e audio descritivos.
Todas as ações do projeto terão acesso do público 100% gratuitos
Adriano Borges da Cruz- Coordenador Geral FUNÇÃO: FIGURISTA / CENOGRÁFO Síntese de qualificação Ator e Diretor Teatral, figurinista e cenografo, formado em Teatro (Teatro universitário da UFMG) atuou como professor de Caracterização Cênica no Curso de Teatro da Fundação Salgado Filho (CEFART) e Professor de Cenografia no Curso de Design Gráfico e no curso e Design de Ambiente na Faculdade INAP, Professor no curso para Figurinistas no NUFAC, atuou como mediador curinga das técnicas de da Estética do Oprimido junto aos grupos de multiplicação. Protagonizou o Curta “Ei!”, dirigido por Carlandreia Ribeiro, lançado em 2021 pelo Galpão Cine Horto. Atua como Diretor Artístico dos projetos produzidos pela Estação Criativa. Como Dramaturgo já escreveu mais 15 peças teatrais, lançou em 2022 seu primeiro livro intitulado “Leco, o sonhador no mundo das letras” pela Editora Asinha, direcionado ao público infantil. Como Diretor Teatral, dirigiu vários espetáculos tais como: Dos Trilhos ao futuro, Alice Quem és Tu, Gente é Bem? A Cidade dos Assombros, E se todas se Chamassem Carmem? Atuou como Diretor artístico do programa de mobilização para a qualidade de vida no trânsito junto a Transbetim. Coordenou o Projeto Artístico Corpo Cidadão do Grupo Corpo nas categorias Grupo Experimental direcionado a jovens aprendiz e a Unidade Paraiso direcionada às crianças e adolescentes. Coordenou o Projeto de Arte Educação Arca de Helena da Fundação Helena Antipoff. Produz figurinos e cenografias para espetáculos teatrais, Shows e eventos corporativos. Como contador de histórias já misturou curso de capacitação para professores e artistas em vários cidade mineiras. Anderson Ferreira-Coordenador Administrativo Atua como gestor financeiro e administrativo, além de produtor e gestor cultural. Especializado em serviços contábeis para o terceiro setor, tem formação em Administração de empresas. Há mais de uma década, presta serviços de consultoria e assessoria administrativa para projetos culturais, empresas e organizações da sociedade civil. Entre 2009 e 2011, desempenhou a função de gestor financeiro para os projetos geridos pelo Instituto Casa Santa. De 2011 até 2021, atuou junto à Companhia Alma Dell Art. Como produtor cultural, produziu, pela Babuína Produções LTDA, o FestiFrance(2017-2021) e o Fest Short Belim(2017-2020). Adriano Borges da Cruz FUNÇÃO: FIGURISTA / CENOGRÁFO Síntese de qualificação Ator e Diretor Teatral, figurinista e cenografo, formado em Teatro (Teatro universitário da UFMG) atuou como professor de Caracterização Cênica no Curso de Teatro da Fundação Salgado Filho (CEFART) e Professor de Cenografia no Curso de Design Gráfico e no curso e Design de Ambiente na Faculdade INAP, Professor no curso para Figurinistas no NUFAC, atuou como mediador curinga das técnicas de da Estética do Oprimido junto aos grupos de multiplicação. Protagonizou o Curta “Ei!”, dirigido por Carlandreia Ribeiro, lançado em 2021 pelo Galpão Cine Horto. Atua como Diretor Artístico dos projetos produzidos pela Estação Criativa. Como Dramaturgo já escreveu mais 15 peças teatrais, lançou em 2022 seu primeiro livro intitulado “Leco, o sonhador no mundo das letras” pela Editora Asinha, direcionado ao público infantil. Como Diretor Teatral, dirigiu vários espetáculos tais como: Dos Trilhos ao futuro, Alice Quem és Tu, Gente é Bem? A Cidade dos Assombros, E se todas se Chamassem Carmem? Atuou como Diretor artístico do programa de mobilização para a qualidade de vida no trânsito junto a Transbetim. Coordenou o Projeto Artístico Corpo Cidadão do Grupo Corpo nas categorias Grupo Experimental direcionado a jovens aprendiz e a Unidade Paraiso direcionada às crianças e adolescentes. Coordenou o Projeto de Arte Educação Arca de Helena da Fundação Helena Antipoff. Produz figurinos e cenografias para espetáculos teatrais, Shows e eventos corporativos. Como contador de histórias já misturou curso de capacitação para professores e artistas em vários cidade mineiras. CRISTIANO REIS FUNÇÃO: PREPARADOR CORPORAL / COREOGRÁFO Cristiano Reis é bailarino, professor e coreógrafo premiado em importantes festivais de Dança. Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Minas Gerais. Gestor cultural pela Fundação Clóvis Salgado. Atuou na Cia de Dança Palácio das Artes como bailarino criador por 15 anos, encenando espetáculos de grandes diretores e coreógrafos. Elton Lúcio dos Santos FUNÇÃO: ATORDRT: 4389 Graduado em Licenciatura /Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas na Escola Guignard - UEMG /2004. Cursos 2000-(janeiro/abril) – Introdução ao Método de Ator – Centro de Pesquisa Teatral – São Paulo- Coordenação Antunes Filho. 1996/1999- Curso de Formação de Ator - Teatro universitário da UFMG FAUSTO CAETANO FUNÇÃO: PREPARADOR VOCAL / TRILHA SONORA Fausto Caetano é bacharel em canto lírico pela Universidade do Estado de Minas Gerais, a UEMG, Regência, violão Clássico e canto lírico pelo Conservatório de Música do Palácio das Artes - CEFAR/MG, pós-graduado em harmonização e Backing Vocal pela UNASP, Pós-Graduado em Fisiologia do Exercício pela Unyleya e, atualmente, é graduando do curso de fonoaudiologia da PUC Minas. Formado em “Manipulação Vertebral” pelo INCISA|IMAM – MG. Participou do curso Ruta da Voz - Coaching para profissionais da saúde, Método VoicePRO, Patologias do cantor Flamenco em Madri - Espanha. Sempre pensando em aperfeiçoar seu trabalho, participou de cursos com renomados profissionais de diversas áreas do conhecimento e de diferentes países, tais como: Dr. Johan Sundberg – Suécia; Anna Marie Hefele – Áustria; Melissa Cross – EUA; Ariel Coelho - Brasil, Dra. Silvia Pinho – INVOZ; Dra. Mara Behlau – CEV; Dra. Thays Vaiano; e Dra. Flávia Badaró - Atletas da Voz. E foi aluno direto dos professores Jason Stearnes - EUA, Ariel Coelho - Brasil e Maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca - Brasil. IARA DOS REIS AMARAL FUNÇÃO: ATRIZ DRT: 2598 Ira Amaral fez Teatro Avançado –RC2 Teatro Escola– PUC Minas; artes cênicas no Teatro – Arena Cultura; Artes Dramáticas – Núcleo de Estudos Teatrais Teatro e Artes Circenses – Arca Betim RAUL GARCIA FUNÇÃO: ILUMINAÇÃO Coordenador artístico, produtor e professor de teatro e circo na Cia Alma Dell Art; formado em artes cênicas no Teatro Universitário da UFMG (2019); desde de 2017 é diretor da Trupe Cacareco; na Cia Alma Dell Art exerce as funções de: palhaço; ator; técnico de som e iluminador. Iluminador nos espetáculos: *Degraus – Trupe Dellart (2021); * Naquela Mesa – Trupe Dellart (20210; * Gerúndio – Grupo Gambiarra (2020); * Aqueles Dois – Psiu de Luz.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.