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PRONAC 2310424Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

EXPOSIÇÃO OCULTA

PRODUTORA ARTISTICA A B VIDEOS LTDA
Solicitado
R$ 3,42 mi
Aprovado
R$ 3,42 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-15
Término
2024-10-15
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Projeto: Exposição "Oculta _ O mundo invisível que torna possível o visível" Esse projeto visa realizar a exposição "Oculta _ O mundo invisível que torna possível o visível". Nela, colônias de bactérias, fungos e líquens serão coprotagonistas de uma exposição de arte contemporânea que remonta às dinâmicas microscópicas que passam despercebidas para os sentidos humanos e que são de suma relevância para nossa existência e cultura. Isso se dará por meio de instalações artísticas, experiências audiovisuais, gustativas e olfativas. Além disso, haverá a realização de um festival com oficinas e palestras, buscando também enriquecer ainda mais a percepção e o conhecimento sobre este universo diminuto e suas reverberações no cotidiano e na história. A exposição vai ao encontro a promover a observação e a imersão sensorial de e nesse universo. Todo o conteúdo será reunido em um espaço digital, bem como um livro-arte, a ser distribuído às escolas que visitarem a exposição.

Sinopse

A exposição está ambientada em uma atmosfera de celebração estética e de investigação científica que, aliadas, geram como principal elemento expográfico uma narrativa de educação, de alerta e de reconhecimento do universo sensível das microvidas e seus envolvimentos no dia a dia de uma ambiência mais saudável, sustentável e responsável com o meio em que vivemos. Isso se dá através da multiplicidade de suportes possíveis dentro da arte contemporânea, tais como vidros e aquários contendo distintas colônias de bactérias e expositores com parte do material orgânico das obras para serem observados e tocados, tanto quanto de instalações e proposições que aguçam a percepção de colaboração entre o objeto e o público, que tornam a narrativa curatorial um convite à ampliação do repertório acerca do que não faz parte do mundo visível e ainda assim tem total relação com a vida. Por todo o espaço expositivo teremos formas elementos orgânicos e colônias de bactérias morfologicamente distintas. Durante os quatro meses de exposição será possível acompanhar as mudanças que esta vida invisível proporcionará a olho nu em aquários, vasos, garrafas, pêndulos de vidro, cilindros, quadros, telas, mesas dentre outros suportes que evidenciem essa mutação constante. Para dar forma à exposição foram convidados alguns artistas contemporâneos e pesquisadores-cientistas, que proporão obras, instalações artísticas e diversas experiências sobre o tema das inter relações entre as microvidas presentes no nosso cotidiano a partir de diferentes estímulos e suportes. Suas contribuições partem de experiências pessoais e coletivas e de suas intrínsecas relações entre si, construídas a partir de um discurso curatorial que apresenta de forma estética, poética e científica a ideia de que o mundo invisível que permeia a vida do mundo visível é fundamental, potente, bonito e está sempre em movimento, produzindo e reproduzindo a vida na Terra. Posto tudo isso, essas são as obras-artistas que dialogam com essa temática e que compõem a exibição: Propondo uma experimentação estético-sensorial que parte do contato com colônias fúngicas de diferentes espécies através da observação por recortes em formato de buracos numa superfície em madeira com o formato do Homem Vitruviano, de Leonardo Da Vinci, o artista franco-tunisiano JP Ganem propõe a observação de uma paisagem visual criada por esse ecossistema vivo que representa as inúmeras relações simbióticas existentes no corpo humano entre o organismo vivo e saudável e diferentes famílias de bactérias importantes e responsáveis pelo bom funcionamento do corpo. Ainda no campo da observação como suporte básico da interação do público com a obra, a chef gaúcha Neka Mena Barreto propõe, em colaboração com a Companhia dos Fermentados, um grande banquete a ser “servido” aos sentidos do público. A instalação-paisagem vai propor uma mesa com elementos e multiespécies dos reinos vegetal, fúngico e das bactérias, num movimento de elogio a todos esses subgrupos tão presentes, potentes e importantes na mesa do povo brasileiro. É parte do projeto que ambas as propostas sejam influenciadas pelo processo de fermentação por efeito dessas partículas, de modo que a própria exposição vá se transformando através do tempo e produza, por si própria, efeitos sensíveis ao observador ao longo dos 4 meses de exposição. Partindo para o campo de uma abordagem sonora e musical para a exposição, o músico e compositor Thomas Rohrer vem propor a trilha sonora da exposição através de uma instalação ao vivo que irá captar sons e vibrações sonoras, através de hidrofones, produzidos por bactérias vivas em tempo real que estarão dispostas em vasos de vidro. A proposta envolve a reprodução desses sons em um espaço aclimatado e com boa capacidade acústica para oferecer ao público essa possibilidade de interação mais baseada na experiência sonora. Já a dupla Carolina Coronato e Vitor Barão vem, a partir da experiência prática no contato com a natureza e o meio ambiente enquanto potências criadoras de propostas artísticas, realizar a instalação Gramáticas da Natureza. A proposta do artista, biólogo, fotógrafo e cozinheiro e da pedagoga, educadora e artista envolve a criação de um espaço de investigação científica e artística onde o público é convidado a efetivamente olhar para o meio ambiente através de diferentes ângulos e sob diferentes perspectivas, estimulado a acessar o que Bachelard propõe como um “estado de infância”, como forma de maravilhamento e envolvimento que irá possibilitar as sensações de visibilidade e poética para acontecimentos não visíveis, usando de suporte um ateliê de fermentação e observação em um ambiente materialmente científico e afetivamente propositivo. O artista Fernando Limberger propõe uma obra que se desenvolverá durante o período expositivo, sendo uma grande tela com aspersão de esporos de fungos sobre um desenho que convida os visitantes a voltarem para acompanhar o seu desdobramento. Já Hal Wildson nos provoca através da instalação “A Floresta Invisível”, que consiste em cinco livros flutuando no espaço expositivo. A obra reflete sobre como a sociedade valoriza o conhecimento em sua forma funcional (conhecer em prol do capital). Somos educados a não perceber como existe um conhecimento milenar em cada microrganismo, valorizamos o conhecimento armazenado nas "nuvens" (o acúmulo de dados e informações fúteis) e desvalorizamos o conhecimento ancestral e invisível que possibilita a existência de nossas vidas Denilson Baniwa propõe nos transportar para o universo dos fungos e cogumelos através das três telas que compõem a obra “Telas da Floresta”, onde o artista explora a presença desses personagens dentro da floresta. As artistas da etnia Yanomami unem seu talento e o seu conhecimento tradicional indígena para a confecção da tapeçaria Perici, onde ao fabricar as suas cestas trançadas de cipó, utilizam o fungo Perici (Marasmius yanomami) como adorno, criando padrões e obras únicas que destacam a multiplicidade do tema. A artista Patricia Kede Godoy convida os visitantes para uma experiência tátil e imersiva, onde se potencializará o combate à “naturofobia”, inspirada nas funções do micélio - fungo que auxilia vegetais na sustentação e absorção de nutrientes- com tapetes que formam um conjuntos de hifas (filamentos do fungo) em algodão e outros fios naturais, convidando o visitante a se sentar e/ou deitar permitindo-se nutrir o pensamento e o conhecimento sobre o que é o invisível e o oculto existente em nós. Na obra de Gustavo Godoy, o artista utiliza as diversas cores, formas, texturas e tamanhos dos fungos, para criar uma obra formada por blocos de fungos em formato de totens em escala humana, como seres presentes, para se relacionarem com o público.

Objetivos

A exposição Oculta tem como principal objetivo a realização de uma exposição de artes, com 13 obras envolvendo 15 artistas, alguns oferecendo obras inéditas e outros licenciando obras imersivas para criar um ambiente de combate à "naturofobia" através da arte contemporânea e do elo entre o visível e o não-visível a olho nu, evidenciando a importância do que está oculto, do que não se enxerga facilmente, mas que exerce um papel decisivo em inúmeros processos naturais que compõem, sustentam e reproduzem a vida. Em Oculta, o universo invisível dos microrganismos trará ao visitante uma nova dimensão de experiência sensível e revelará um complexo sistema que, mesmo no silêncio de sua intangibilidade, nos permite viver, pois é responsável pelo bom funcionamento do nosso corpo. Durante o período de visitação da exposição, acontecerá um festival com proposições artísticas, ações educativas, oficinas e palestras, como meio de ampliar o conhecimento sobre esse universo microscópico e permitir a descoberta das diversas relações humano-microrganismos. Queremos explorar o potencial estético, cosmopolítico e educativo do tema, envolvendo o visitante em um ambiente em constante desenvolvimento e mutação _ a exposição será uma instigante comunidade viva, onde os processos outrora invisíveis se tornarão não apenas macro, mas também experiências olfativas, visuais, audíveis, palpáveis (através de obras táteis) e degustáveis. Ou seja, Oculta é uma exposição cujo potencial de interação do público está para além das mãos e dos olhos, usando todos os sentidos como ferramentas que contribuem para a desconstrução do tema, intensificando a assimilação da experiência, tão prioritária na construção e nos enunciados da arte contemporânea. Pretende-se realizar a exposição no Espaço Cultural Catavento com o tempo de duração de 16 semanas (4 meses), por esse museu ser caracterizado por uma forte relação entre arte e ciência, oferecendo assim para o público as diferentes conexões e intersecções que a exposição potencializa atingir pautando diálogos com diferentes públicos sobre vida, arte, ciência e as relações invisíveis que se entrelaçam entre todos eles. Com isso em vista, a exposição Oculta pode ser destrinchada nos seguintes objetivos: Objetivo geral: Realizar a exposição de arte contemporânea "Oculta" e desmistificar o conceito predominante de que bactérias, fungos e outras formas de microvida são nocivas à saúde, questionando a super assepsia e incorporando conhecimentos acerca desse micro universo a fim de mostrar que esses seres são essenciais para o funcionamento do organismo e da vida na Terra. Objetivos específicos: Executar a exposição "Oculta" no Museu Catavento no período de 01/05/2024 à 01/09/2024, com a participação de 15 artistas apresentando 13 obras;Receber no período expositivo o público de 80.000 pessoas, com 20% de gratuidade incluídos nessa projeção (16.000 pessoas);Apresentar 12 obras inéditas e 1 uma obra licença de uso (Denilson Baniwa)Realizar o festival "Oculto - Ciclos de estudos e vivências", evento que está relacionado com as temáticas da exposição e irá realizar de 12 palestras / ativações, 4 mesas redondas e oferta de 16 oficinas (serão 4 temas / tipos a serem ofertados cada um deles quatro datas diferentes) dispostas no calendário expositivo;Receber nas atividades do Festival o público estimado de 1.200 pessoas;Realizar a impressão de 300 edições do livro-arte a serem direcionadas às escolas que visitarem a exposição;Explorar o potencial estético e educativo do tema a fim de enriquecer a percepção e conhecimento sobre o universo dos micro-organismos;Por meio de aquários com bactérias em distintas fases de desenvolvimento será possível proporcionar ao público a observação da transformação das colônias ao longo do tempo; Apresentar processos naturais de fermentação, como aquelas em torno do glúten e de outros alimentos que produzem efeitos no corpo, desencadeando, por exemplo, reações alérgicas e seus motivos;Desenvolvimento de ações em arte-educação para as escolas visitantes da exposição, com a criação de atividades pedagógicas e de material educativo voltado para o público infantojuvenil permitindo maior assimilação do conteúdo ofertado pela exposição;Refletir sobre os efeitos provocados pelo modelo vigente de produção agrícola, industrial, médica, farmacêutica e alimentar.

Justificativa

De maneira geral, quando falamos em microorganismos, a primeira ideia que se sobressai é a noção de que eles nos trazem doenças, complicações e malefícios que precisam ser combatidos. Porém, essa noção nos afasta de um mundo invisível que é a rica base orgânica para processos cruciais e profundamente positivos para a vida e o meio ambiente. Cerca de 50% da vida na terra é constituída de microbiomas e temos dez vezes mais bactérias no nosso corpo do que células. Portanto, a importância de conhecermos e assumirmos que o universo das colônias de bactérias e outros organismos e suas infindas atuações e possibilidades fazem parte de nós reforça ainda mais a necessidade de compreensão de um sistema complexo que se torna gigante em sua teia de relações e produções, de vínculos e codependências. Apesar da importância dessas relações, verifica-se um grande desconhecimento acerca do assunto. Uma série de questões poderia ser atenuada a partir do conhecimento e assimilação desse mundo invisível, tornando providencial a discussão sobre o tema. Dentre elas, temos o número crescente de patologias intestinais crônicas, incluindo sobretudo as intolerâncias ao glúten e à lactose. Conhecer as bactérias, e consequentemente o efeito benéfico desses seres em nosso corpo pode ajudar a constituir uma flora intestinal mais saudável. Diante desse cenário, aprender como nos relacionarmos melhor com a natureza ajuda no fortalecimento de nosso sistema imunológico e apresenta-se bastante relevante para a saúde humana que, sabemos, até pela própria experiência recente da pandemia, é diretamente correlacionada à essa relação e ao modo como pensamos tal relação, como nos ensinam povos tradicionais e populações indígenas. Outra questão importante acerca do tema e que se configura como contribuição para a discussão é a naturalização cada vez maior do uso de medicamentos antibióticos e o desconhecimento de que tais medicamentos, sobretudo quando usados indiscriminadamente, matam as bactérias que causam uma determinada doença, e matam também aquelas benéficas que vivem no nosso corpo e são responsáveis pela defesa do organismo, sua saúde e bem estar. Ter acesso a essas informações em outro contexto - o de uma exposição de arte - pode ajudar na formação de cidadãos mais conscientes, de modo que esse conhecimento atue como um reforçador da importância de pensarmos diferentes questões, como a da saúde, a partir dessa aliança com esses universos invisíveis e que aqui, por exemplo, nos remete a possibilidade de aliar um tratamento medicamentoso à uma dieta rica em bactérias benéficas ao organismo que contribua para a sua recuperação, minimizando assim os referidos efeitos colaterais. Em um mundo que ainda vive com efeitos da pandemia de Covid-19, não por acaso observa-se uma familiarização bastante intensa com o universo invisível através da Covid-19, trazendo para a nossa rotina a memória da potência de ação de um agente patogênico viral em nossa sociedade. Protocolos médicos criados em um contexto de pandemia trouxeram a efetivação de uma grande assepsia como parte da rotina de prevenção do vírus. Essa realidade sanitária se torna questionável à medida que atua indiretamente no distanciamento em relação à toda gama de bactérias supracitadas que atuam na regulação do bom funcionamento do corpo humano. Com base em pesquisas de médicos e biólogos, Oculta pretende defender a necessidade da preservação desses microrganismos positivos à vida nessa realidade sindêmica, discutindo temas como super assepsia, protocolos alimentares e culinária probiótica. Oculta traz, portanto, a possibilidade de realização de uma exposição inovadora explorando temas que têm a capacidade de envolver o grande público, uma vez que faz a junção entre comida e arte por meio de um projeto curatorial desenvolvido por profissionais da gastronomia e permacultura que desenvolvem, junto à artistas contemporâneos, uma aliança, convidando-os a explorar a experiência sensorial e estética utilizando os microrganismos como material artístico e suporte de trabalho. Essa proposta, aliada à urgência e atualidade dos temas relacionados em uma realidade sindêmica e de tendências à super assepsia faz com que o projeto seja extremamente relevante no âmbito das possibilidades que a Lei Rouanet oferece para o pleito de patrocínio via renúncia fiscal, de modo que o acesso à chancela do dispositivo legal fomenta o investimento em educação, cultura, conscientização social e democracia da informação para todos, de forma pública e irrestrita. Democratizar o acesso a esse conhecimento e fomentar práticas, tanto de pesquisa quanto empíricas, da promoção da qualidade de vida através de uma relação mais afetiva e efetiva com a natureza e os microrganismos que compõem o funcionamento da vida é outro interesse intrínseco em Oculta. Além disso, faz parte da promoção do bem-estar social a democratização do acesso a espaços de cultura, tanto públicos quanto privados, de modo que haja na sociedade um movimento de apropriação da arte e da cultura como parte do repertório que constitui uma vida saudável, feliz e cidadã. É nesse sentido, portanto, que, ainda ressoando a Lei Rouanet, nos apoiamos justamente nos incisos I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória do Artigo 1º e nos incisos II alínea c - realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e V alínea a - realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens - do Artigo 3º da Lei 8313/91.

Especificação técnica

Produto Livro Arte FORMATO: A5, aproximadamente 14,8 x 21 cm.CAPA: 4 cores, papel couchê fosco 250g/m2, com recorte em verniz (verniz localizado), laminação fosca, com orelhas.Opção 2 para capa: Orçar também com a opção de papel supremo 250 g/m2MIOLO: 192 páginas, sendo 80 páginas 4 cores e 112 páginas com 2 cores (preto e outra cor).Papel couchê fosco espessura 90 g/m2 e espessura 115g/m2ACABAMENTO: dobrado e costurado, colado.

Acessibilidade

Acessibilidade Para todos os produtos do projeto, está contemplado o art. 25 da IN 1/2023 do MINC, contendo medidas de acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida e idosos, deficiências intelectual, auditiva e visual, todas previstas em orçamento. Produto Exposição: Acessibilidade Física: Rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada; Deficientes Auditivos: Legendagem em libras e videoguia; Contratação de intérprete de libras; instalação de blaster vibra; Deficientes Visuais: Audioguia com distribuição gratuita de fones de ouvido, legendas das obras em braile, catálogo em braile, piso tátil; Produto Festival Oculto: Acessibilidade Física: Rampas de acesso, banheiros adaptados, assentos para obesos e idosos, prioridade de entrada, espaço para cadeirantes; Deficientes Auditivos: Contratação de intérprete de libras para as ações do Festival; Deficientes Visuais: Piso tátil, Produto Livro arte: Deficientes Auditivos: Intérprete de libras para evento de lançamento Deficientes Visuais:; Audiobook;

Democratização do acesso

O projeto contemplará o art 27 da IN 1/2023 nos incisos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta, e, além do caput, os incisos § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Em relação ao art 28, o projeto contempla os incisos I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); e também o Art. 29 da IN 1/2023: Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Por fim, entende-se também que o projeto vai contemplar o seguinte inciso do art 28 como medida de ampliação de acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Bia Goll, permacultora, pesquisadora e eco-cozinheira. Trabalhos em educação, gastronomia, food art, land art. Curadoria e Idealização Verônica Aquino, Advogada e especialista em Política, Gestão e Produção Cultural pela UFBA, com experiência em leis de incentivo, Fundo Setorial do Audiovisual, aspectos jurídicos do fazer cultural, gestão de direitos autorais, coordenação de projetos fonográficos e editoriais e cooperação artística internacional. Assessoria Jurídica Diego Santos, Historiador pela PUC-SP, educador, produtor cultural e graduando em um MBA em User Experience. Experiência em educação nos moldes formal e informal, tendo atuado por 6 anos como professor nos ciclos de ensino fundamental II e ensino médio e no FOCO Vestibular - Cursinho Pré Vestibular. Na educação informal, atua desde 2014 no Educativo de diferentes instituições, como a Fundação Bienal de São Paulo (31ª Bienal de Artes de São Paulo), Paço das Artes, Museu da Cidade de São Paulo, MIS Experience e SESC-SP. Atuou na produção de eventos, oficinas e materiais, todos relacionados ao Educativo, nos diversos espaços. Atualmente está como Coordenador de Produção no Coletivo Benza e no Partícula Cultural. Diretor de Produção. Heloisa Santos, Historiadora pela Universidade Nove de Julho, educadora, produtora cultural, documentalista e artista têxtil . Atua desde 2015 em educativos de diferentes instituições, como o Museu Catavento Cultural, Sesc Vila Mariana, MIS Experience, Funarte e SESC 24 de Maio. Atuou na produção de eventos, oficinas e materiais educativos. Realizou a produção e montagem da exposição “Paisagens Paulistas” realizada na Funarte – SP. Atualmente está como produtora cultural no Partícula Cultural. Coordenadora de Produção. Fernando Palmisano, formado em Engenharia Mecânica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e com pós graduação pelo Insper em Administração e pela Università Bocconi em Economia. Trabalhou com FP&A em grandes empresas como Vivo e LATAM e como Marketing na Sem Parar Empresas. Atuará na área de planejamento financeiro e tesouraria do projeto. Joana Meniconi, bacharel em Rádio e TV e mestre em Comunicação Social pela UFMG, é professora universitária e educadora há 18 anos com atuação profissional em projetos e programas de Arte e Cultura iniciada há mais de 20 anos, como videoartista, produtora, empreendedora social e consultora em Inovação Educacional, Economia Criativa e Comunicação Estratégica. Como professora em cursos de graduação e especialização, ministra disciplinas de formação humanística em Cultura e Artes, elaboração e gestão de projetos, sustentabilidade de empreendimentos criativos e processos de criação e distribuição de produtos e serviços artísticos e culturais. Entre suas principais experiências profissionais como gestora e empreendedora criativa, cabe destacar: gerente de produção de conteúdo educacional para ambientes digitais (2022/23) e gestora acadêmica nacional de cursos superiores de Comunicação e Artes da Ânima Educação (2020/21); idealizadora e coordenadora-geral do programa de fomento e capacitação de empreendedores criativos Aceleradora ATIVA (2019/20); coordenadora regional MG dos cursos de Economia Criativa da Una e UniBH (2019); fundadora e coordenadora executiva do JA.CA Centro de Arte (2013/17); gestora de projetos especiais da AIC - Associação Imagem Comunitária, entre eles a Coordenação da Oi Kabum! BH, escola de arte e tecnologia para jovens em situação de risco social (2011/13). Atuará como coordenadora do educativo, coordenadora editorial do livro arte e organizadora do Festival Oculto. Andherson Barcellos. Atua há 20 anos no audiovisual principalmente nas áreas de Edição, Finalização, Direção de Fotografia e Produção Executiva, integrando a equipe de ONGs, produtoras, emissoras de TV, também em parceria com artistas independentes. Atuará como produtor de conteúdo audiovisual. Isa Gebara é arquiteta, especializada em arquitetura de exposições desde 2010. Foi co-autora, com Alvaro Razuk, de projetos de exposições como a 32ª Bienal de Arte de São Paulo, da 33a e da 34a edições do "Panorama da Arte Brasileira do MAM-SP”. Atualmente desenvolve projetos expográficos autorais em instituições como o Itaú Cultural, o Instituto Moreira Salles e em diversas unidades do Sesc pelo Brasil. Em 2014 organizou e foi professora, ao lado de Alvaro Razuk, do curso "Arquitetura de Exposições" na Escola São Paulo. Atuará na arquitetura e na organização cenotécnica do projeto

Providência

PROJETO ARQUIVADO.